quarta-feira, janeiro 20, 2021

Resultados da pesquisa por ' crianças'

Arquivo Pessoal

Governo do Rio sanciona Lei Ágatha, que prioriza investigação de crimes contra crianças e adolescentes

O governo do Rio de Janeiro, de Cláudio Costa, sancionou, nesta quarta-feira, 13, a “Lei Ágatha”, que prioriza investigação de crimes contra crianças e adolescentes. A Lei 9.180/21 é de autoria das deputadas Dani Monteiro e Renata Souza, ambas do PSOL, e da deputada Martha Rocha, do PDT, e garante que crimes cometidos contra a vida de crianças e adolescentes tenham prioridade na investigação. A medida recebe o nome de Ágatha Vitória Sales Félix, uma menina de 8 anos, que foi baleada e morta, em 2019, durante operação policial no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. A nova norma estabelece que "os procedimentos investigatórios e as comunicações internas e externas referentes aos procedimentos investigatórios deverão conter o seguinte aviso escrito: 'Prioridade - Vítima Criança ou Adolescente'".   Fonte: Brasil 247

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Thata Alves (Foto: Edlaine Pereira)

Poeta Thata Alves lança jogo da memória para crianças inspirado em Orixás

No dia 18 de dezembro, a poeta Thata Alves lança seu primeiro trabalho lúdico e voltado ao público infantil: “Baobá é Memória”. Um jogo da memória com cartas inspiradas em Orixás. O brinquedo é uma alternativa aos pais e crianças, para presentes em datas como o Natal e o Dia das Crianças. Além disso, também tem como propósito proporcionar o aprendizado sobre os Orixás de modo intuitivo e inconsciente pelas crianças. Thata é Yawo no Candomblé, e por consequência, o jogo torna-se uma ferramenta para quebrar com o estigma da demonização das religiões de matriz africana. “Eu com meu irmão ganhamos na infância uma Bíblia Infantil: que continha imagens de Jesus em versão de criança”, comenta Thata que também pontua sobre a ausência de mais referências infantis em possibilidades de consumo nos mercado, como os próprios brinquedos. No Brasil, existe a lei 10.639/03 que trata da obrigatoriedade do ensino da ...

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Geledés

Em três anos, policiais mataram ao menos 2.215 crianças e adolescentes no país

Todos os dias, ao menos duas crianças e adolescentes são mortos pela polícia no Brasil. Alguns ganham as páginas e capas dos jornais, como o menino João Pedro Mattos, 14, morto dentro de casa em São Gonçalo, na Baixada Fluminense, em maio; a menina Ágatha Félix, 8, morta no Complexo do Alemão, na zona norte carioca, em setembro do ano passado; ou o menino Kauan Alves, 16, atingido no rosto na manhã do último Natal durante uma ação da Polícia Militar paulista para reprimir um baile funk no bairro do Jabaquara, zona sul da capital. Entre 2017 e 2019, policiais mataram ao menos 2.215 crianças e adolescentes no país. O número de mortes vem crescendo. Em 2017, representavam 5% do total das mortes violentas nessa faixa etária.; no ano passado, já eram 16%. Veja os gráficos e a matéria completa aqui   Fonte: Folha de São Paulo, por Thaiza Pauluze

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Blue Ivy brilha em clipe da mãe, Beyoncé
Imagem: Reprodução/Youtube

Ataques à Blue Ivy, filha de Beyoncé, desenham como racismo afeta crianças

Blue Ivy tem apenas nove anos e já é um fenômeno. Na última sexta-feira (11), a Academia do Grammy adicionou oficialmente o nome da filha de Beyoncé e Jay Z aos créditos do clipe "Brown Skin Girl". A decisão aumenta as chances dela ganhar o prêmio pela primeira vez no ano que vem. Por que isso importa A notícia é importante porque quando Beyoncé foi indicada à categoria de melhor videoclipe no principal prêmio da indústria musical, Blue Ivy ficou de fora. E no lançamento do clipe, foi Blue Ivy que roubou a cena. A garota está na produção e também canta um trecho da música. Nos últimos anos, o Grammy tem recebido inúmeras críticas por premiar, na maioria das vezes, artistas brancos. Ter mais uma garota negra concorrendo a um dos prêmios já é um avanço por si só. Ataques racistas Porém, a boa notícia veio com um gosto ...

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Viver o racismo, direta ou indiretamente, tem efeitos de longo prazo sobre desenvolvimento, comportamento, saúde física e mental (Foto: GETTY IMAGES)

4 efeitos do racismo no cérebro e no corpo de crianças, segundo Harvard

A conclusão é do Centro de Desenvolvimento Infantil da Universidade de Harvard, que compilou estudos documentando como a vivência cotidiana do racismo estrutural, de suas formas mais escancaradas às mais sutis ou ao acesso pior a serviços públicos, impacta "o aprendizado, o comportamento, a saúde física e mental" infantil. No longo prazo, isso resulta em custos bilionários adicionais em saúde, na perpetuação das disparidades raciais e em mais dificuldades para grande parcela da população em atingir seu pleno potencial humano e capacidade produtiva. Embora os estudos sejam dos EUA, dados estatísticos — além do fato de o Brasil também ter histórico de escravidão e desigualdade — permitem traçar paralelos entre os dois cenários. Aqui, casos recentes de violência contra pessoas negras incluem o de Beto Freitas, espancado até a morte dentro de um supermercado Carrefour em Porto Alegre em 20 de novembro, e o das primas Emilly, 4, e Rebeca, ...

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Bianca Santana - Foto: João Benz

Que vergonha ser adulta em uma sociedade que assassina suas crianças

Todos os dias, ao longo de 2015, 32 crianças ou adolescentes foram assassinadas no Brasil. Em um ano, um total de 11.403, sendo 10.480 meninos. No mesmo período, na guerra da Síria, morreram 7.607 meninos. Cidadãos de bem, religiosos, defensores da pátria e da família, vocês dormem bem com este dado? Eu não durmo. Como todo mundo já sabe, crianças brasileiras não são alvos de balas perdidas. Meninas e meninos negros é que são alvos do genocídio. No Rio de Janeiro, 91% das crianças assassinadas por tiros são negras. Na UNEafro Brasil, movimento de que faço parte, nos dedicamos à educação popular e à organização comunitária como estratégias de promoção de vida e acesso a direitos para pessoas negras e periféricas. Atuamos com mais de uma centena de entidades na Coalizão Negra por Direitos, fazendo incidência política nacional e internacionalmente para interromper o genocídio negro. Somos milhares de pessoas organizadas ...

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Arquivo Pessoal

Choremos pelas crianças que vão morrer a tiros de fuzil como Emily e Rebeca

É como se tudo estivesse previsto em um roteiro que todos temos que seguir. Primeiro a tragédia: as primas Emily, de 4 anos, e Rebeca, de 7 anos, são assassinadas em uma comunidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, a tiros de fuzil. A partir desse flagelo, já sabemos tudo o que vai acontecer - e tudo o que não vai acontecer. O crime ocorreu na noite de sexta-feira. Lídia Santos, avó de Rebeca, conta que voltava do trabalho e iria ao encontro das meninas, que a esperavam na calçada para cumprir a promessa de comprar um lanche. Assim que desceu do ônibus, Lídia viu um carro da Polícia Militar. Em seguida, foram feitos os disparos. A avó e outras testemunhas acusam os PMs de terem atirado. Em nota, a corporação nega que os policiais tenham apertado o gatilho. Um projétil atingiu Rebeca na cabeça. Outro tiro acertou o ...

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iStock/arte Lunetas

11 conteúdos para crianças que estimulam a educação antirracista

Cons·ci·ên·ci·a, substantivo feminino: capacidade intelectual e emocional de considerar ou reconhecer a realidade interior e exterior. De acordo com a definição no dicionário, significa também a compreensão de determinado tema, em especial relacionado a questões sociais e políticas. No dia 20 de novembro é celebrado o Dia da Consciência Negra. Mas em uma sociedade composta por mais da metade da população autodeclarada negra e parda (56,10%), a presença nas escolas particulares, nos cargos de liderança, na política, nas telas e nos livros ainda é proporcionalmente incompatível com o número apresentado. “A negação do racismo estrutural é um dos maiores desafios da nossa sociedade. Precisamos nos questionar em que lugar estamos vendo os corpos pretos, porque é essa presença ou ausência que vai normatizar essa relação. Ser racista vai muito além da manifestação de ódio”, diz Deh Bastos, fundadora do Criando Crianças Pretas, em debate nas redes sociais do Grupo Mulheres do ...

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Ilustração: Bruno Fonseca e Larissa Fernandes/Agência Pública

A saúde das crianças negras

Quando se fala sobre saúde de crianças negras com profissionais da medicina, é comum que pensem logo em anemia falciforme, por se tratar de uma doença que acomete a população afrodescendente. No entanto, a vulnerabilidade das crianças negras vai muito além. Como fazem parte da população mais pobre do Brasil, estão sujeitas inúmeras doenças ligadas à pobreza. Uma criança negra tem, por exemplo, 70% mais risco de ser pobre e 30% a mais de chance de estar fora da escola do que uma criança branca, segundo o Unicef. A pobreza retira crianças e jovens da escola e os empurra cada vez mais precocemente para o mercado de trabalho, onde acabam desenvolvendo funções insalubres. Dados do Unicef indicam que 64,78% das crianças e adolescente que trabalham no Brasil são negros. Meninas negras representam entre 87% e 93% das crianças e dos adolescentes envolvidos em trabalho doméstico no país. Vejam outros números: ...

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Agência Brasil

Crianças intersexos poderão ser registradas com o sexo ignorado em São Paulo

Da Arpen-SP Crianças que nascem sem o sexo definido como masculino ou feminino, em condição conhecida como Anomalia de Diferenciação de Sexo (ADS) e comumente chamadas de Intersexos, já podem ser registradas com o sexo “ignorado” na certidão de nascimento em São Paulo, até que exames complementares apontem uma definição. A autorização, que já beneficiou 20 pessoas no estado, segundo dados da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), ganha ainda mais relevância na semana em que se comemora o Dia Internacional da Visibilidade Intersexo. Para que o registro da criança com sexo ignorado seja feito, é necessário que na Declaração de Nascido Vivo (DNV), documento emitido pelo médico no ato do nascimento que deve ser apresentado para realização do registro em Cartório, haja a constatação da ADS pelo médico responsável pelo parto. Além da possibilidade de registro com o sexo ignorado, o Provimento nº ...

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Foto: Agência Brasil

Ao menos 5 mil crianças sofreram violência doméstica durante a pandemia em SP

A cidade de São Paulo registrou ao menos 5 mil casos de violência doméstica contra crianças durante o isolamento social da pandemia do coronavírus. O número foi contabilizado pela Secretaria Municipal da Saúde por meio de atendimentos em unidades de saúde ou hospitais desde março. Segundo a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Berenice Maria Giannella, os casos identificados envolvem tanto agressões físicas quanto psicológicas. “A gente suspeitava que isso pudesse acontecer durante a pandemia, porque a maior parte da violência contra criança e adolescente, no Brasil, é praticada dentro da família”, afirma, em entrevista ao jornal Agora. Uma das alternativas da prefeitura, sob gestão de Bruno Covas (PSDB), foi a reabertura dos Centros Criança e Adolescentes (CCAs), que estavam fechados por causa da pandemia. Os centros acolhem crianças de 6 a 14 anos e que vivam em vulnerabilidade social. Os locais oferecem atividades culturais e esportivas no contraturno das escolas. ...

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Most Team Spirit, crédito CreativeSoul Photography

Crianças negras e a liberdade para sonhar

Maternidade e paternidade estão entre as maiores e mais intensas aventuras que um adulto pode encarar. Ainda na gestação, convivemos com alegrias, dúvidas e preocupações. Exames, preparativos, escolhas de nomes e tantas outras coisas que qualquer mãe e pai irão ter pela frente, não se comparam às perguntas que martelam na mente e no coração, quando se trata de trazer ao mundo uma criança negra...  Como será a vida do/a nosso/a filho/a? Será melhor que a nossa? Será que ele/a vai passar pelo que passamos? Como garantir uma vida plena apesar do racismo?  A falta de representatividade em produtos voltados aos cuidados com gestantes e bebês, os índices desiguais de violência obstétrica – muito maiores quando se trata de mães negras - e de mortalidade de nascituros não brancos evidenciam que, ao longo de toda essa nova vida, será preciso lidar com questões raciais.  Enquanto mães, pais e responsáveis, quando ...

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UNICEF lança programas de rádio diários para crianças com histórias da cultura Afro-brasileira

Para destacar a identidade, os ritmos, crenças e a diversidade da cultura negra no Brasil, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), lança, nesta quinta-feira (8), programas de rádio diários para crianças inspirados na história e na cultura Afro-brasileira. O lançamento acontece em uma live com contadores de histórias nas páginas oficiais do UNICEF no Youtube e no Facebook, às 16h30, horário de Brasília. O conteúdo faz parte do Deixa que Eu Conto, iniciativa do UNICEF para levar histórias, brincadeiras e atividades a crianças e famílias, via rádio e internet, em tempos de coronavírus. Os conteúdos são voltados a crianças em idade de frequentar a educação infantil e em processo de alfabetização (anos iniciais do ensino fundamental). Nesta leva de conteúdos afro-brasileiros, serão 50 episódios que trazem músicas, brincadeiras, curiosidades e histórias inspiradas na história e na cultura Afro-brasileira, apresentados por contadores de histórias negros e quilombolas, incluindo ...

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A pesquisa: “O direito à educação de crianças e adolescentes em tempos de pandemia” estará disponível para preenchimento até o dia 11 de outubro!

A pesquisa "O direito à educação de crianças e adolescentes em tempos de pandemia" estará disponível para preenchimento até o dia 11 de outubro. Sua contribuição é fundamental! Participe pelos links abaixo: Para famílias  https://pt.surveymonkey.com/r/ZSN5W3S Para professoras/es https://pt.surveymonkey.com/r/ZRDBDCJ Para organizações da sociedade civil  https://pt.surveymonkey.com/r/ZSWGKH7

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Adobe

Pesquisa: O direito à educação de crianças e adolescentes em tempos de pandemia

Geledés - Instituto da Mulher Negra está realizando a pesquisa O direito à educação de crianças e adolescentes em tempos de pandemia com professoras/es, famílias e organizações da sociedade civil da cidade de São Paulo. Se você leciona ou tem filhas/os matriculadas/os em escolas públicas da educação básica desta cidade (municipal, estadual, técnica ou federal), ou faz parte de alguma organização que atua em defesa dos direitos das crianças e adolescentes, pedimos sua colaboração. Para professoras/es - https://pt.surveymonkey.com/r/ZRDBDCJ Para famílias - https://pt.surveymonkey.com/r/ZSN5W3S Para organizações da sociedade civil - https://pt.surveymonkey.com/r/ZSWGKH7 Sua contribuição é fundamental para o desenvolvimento deste trabalho. Se você tiver dúvidas ou dificuldades para responder o questionário, escreva para um dos contatos abaixo que uma pessoa entrará em contato para fazer a entrevista. WhatsApp: (11) 94826-8455 E-mail: [email protected]

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Adulto segura braço de criança em foto de arquivo — Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Denúncias de violência contra crianças e adolescentes caem 12% no Brasil durante a pandemia

O número de denúncias de violência contra crianças e adolescentes no Brasil caiu 12% durante os meses da pandemia em 2020 em comparação ao mesmo período do ano passado. Segundo dados do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, foram registradas 26.416 denúncias pelo canal “Disque 100” entre março e junho deste ano, contra 29.965 no mesmo período de 2019. O número de registros em 2020 é o segundo menor para o período em toda série histórica, iniciada em 2011. Ele só superou as 24.188 denúncias que foram feitas em 2018. (veja tabela abaixo). Para o advogado, especialista em direitos da infância e juventude e ex-conselheiro do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Ariel de Castro, o fechamento das escolas por conta da quarentena obrigatória contra o coronavírus pode ter influenciado na diminuição das denúncias. “A subnotificação das denúncias acaba sendo um efeito colateral do isolamento ...

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Foto: Fábio Rossi / Fábio Rossi

Crianças de até 14 anos são maioria das mulheres estupradas no estado do Rio, aponta Dossiê Mulher 2020

Em 2019, o Estado do Rio de Janeiro registrou 6.692 casos de violência sexual, e crianças e adolescentes foram a maioria das vítimas desse tipo de crime. Entre os 85 feminicídios registrados, quase 70% foram cometidos contra mulheres negras, e a maioria delas foi morta por seus companheiros ou ex-companheiros. A cada mês do ano passado, mais de 10 mil mulheres sobreviveram à violência doméstica. Os dados, alarmantes, estão no Dossiê Mulher 2020, divulgado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) nesta quinta-feira (27). O caso da menina de 10 anos do Espírito Santo, abusada sexualmente durante quatro pelo tio, chocou o Brasil há poucas semanas. Os números do Dossiê Mulher apontam que casos como o dela acontecem também no Rio — e não são poucos. De acordo com o estudo, a maioria das tentativas de estupro (91,8%) e de estupro (86%) foi cometida contra mulheres, sobretudo meninas e adolescentes. A ...

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© Mario Ladeira / Trip editora

Conceição Evaristo encerra rodas virtuais com crianças e jovens da Comunidade do Alemão, em evento virtual aberto, dia 14/9, às 16h

Um dos maiores símbolos contemporâneos no combate à vulnerabilidade social, a escritora Conceição Evaristo encerra, no próximo dia 14/9, o projeto Rodas de Leitura, do Instituto Estação das Letras, em parceria com a Associação Nagai. Desde julho, cerca de 120 famílias do Morro do Alemão, da Favela da Malacacheta, no Rio de Janeiro, participam do projeto virtualmente, através da plataforma Zoom. Crianças sem aulas, pais que precisam se ausentar para trabalhar, residências sem conforto e que não ajudam no “fique em casa”. Os desafios antes da pandemia já eram muitos e se intensificaram ainda mais nestes meses fora da escola. E foi justamente para amenizar esta realidade que o Projeto Rodas de Leitura ofereceu encontros semanais com leitura e mediação de professores. Este último ciclo acontece com adolescentes e jovens, de 13 a 21 anos, sobre o livro Olhos D’água, de Conceição Evaristo, cujos contos - sobre vidas negras e ...

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Imagem: Getty Images

Agora é lei: condomínios são obrigados a denunciar violência contra mulher, idosos e crianças

No 12º andar de um prédio no Campo Grande, em Salvador, Júlia Santana** ouvia gritos de sua vizinha de porta com o namorado, em mais uma briga frequente do casal. “Era um prédio com quatro apartamentos por andar e o meu era do lado do dela. Eu ouvia umas brigas, gritaria de vez em quando. Um dia, quando entrei em casa, ouvia muitos gritos, ela reclamando que ele era casado e que ela não sabia, que ela sustentava ele. Ele gritava muito, jogava umas coisas. Ela chorava e gritava para ele parar”, relata. Júlia revela que ligou para a portaria, ameaçou chamar a polícia, mas ficou receosa. “Fiquei com medo de chamar o elevador, ele abrir a porta e fazer alguma coisa comigo também. Desci, liguei pra polícia e falei que estava saindo de casa porque estava com medo do homem. Foi assustador. Fiquei apavorada”, relatou Júlia sobre um episódio ...

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(Foto: Sílvio Ávila/AFP)

O que se sabe sobre síndrome que afeta crianças e pode ter relação com covid

Faz pouco tempo que o Brasil começou a monitorar e relatar casos da síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica (SIM-P), quadro potencialmente grave que afeta crianças e adolescentes e pode estar relacionado à covid-19. Por enquanto, pouco se sabe sobre esse quadro clínico, que apresenta diversos sintomas, atinge vários órgãos do corpo e, se não tratado correta e precocemente, pode matar. Para entender o que já se sabe a respeito da SIM-P, a reportagem conversou com Marco Aurélio Sáfadi, presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), e Saulo Duarte Passos, médico e professor titular de pediatria da Faculdade de Medicina de Jundiaí. Confira a seguir. Descrita como síndrome inflamatória multissistêmica (SIM-P), o quadro clínico é, possivelmente, uma reação grave e tardia à infecção pelo novo coronavírus. A condição pode afetar crianças e adolescentes de 0 a 19 anos, mas há Estados brasileiros que monitoram o quadro até 21 ...

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