terça-feira, julho 14, 2020

    Resultados da pesquisa por ' impeachment '

    O músico e ex-ministro Gilberto Gil deve participar da Live pela democracia nesta quinta-feira (18) (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil))

    Ato virtual pelo impeachment reúne partidos e artistas

    A Live pela democracia acontece na quinta-feira (18) e vai reunir líderes de seis partidos, movimentos sociais e artistas. Será às 18h30, pelas redes sociais do PSB, PDT, Rede, PV e Cidadania, partidos à frente do movimento Janelas pela Democracia – Impeachment. Participam também os movimentos #EstamosJuntos e #Somos70%, a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Frente Povo Sem Medo. Presenças Estarão presentes Ciro Gomes, Marina Silva, o líder da bancada do PSB na Câmara, deputado federal Alessandro Molon (PSB), o ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB), o ex-senador Cristovam Buarque (Cidadania), a cantora Tereza Cristina, o cantor Xangai , o ator Stepan Nercessian, o cineasta Zelito Viana, os senadores Randolfe Rodrigues (Rede) e Eliziane Gama (Cidadania), os jornalistas Juca Kfouri e Fernando Gabeira, os ex-ministros Sérgio Rezende e Manoel Dias, o sociólogo César Callegari, além de ativistas sociais e políticos. Estão confirmados ainda o presidente da UNE, ...

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    Foto: Natália Carneiro/Geledés Instituto da Mulher Negras

    Janaina, Jair, impeachments e a seleção artificial

    Antes de tudo, preciso pontuar o que tenho afirmado no decorrer de minha vida política, tanto institucional quanto do cotidiano: não é satisfatório dizer-me de esquerda! Antes, durante e depois de qualquer coisa, sou negra, travesti e nordestina - digo isso, em termos ocidentais, para auxiliar alguma compreensão do que me move nesta conjuntura. Dizer isso é importante, também, porque há muitas falhas nas construções do que dizemos esquerda. Por Erica Malunguinho, da UOL  Erica Malunguinho (Foto: Natália Carneiro/Geledés Instituto da Mulher Negras) Dizem "identidade", ou "pautas identitárias", talvez numa tentativa fracassada de reduzir a competência ou aptidão desta ou daquela para o debate político, ignorando que tudo sempre foi sobre identidades, tanto étnicas, quanto culturais. Stuart Hall, em seu precioso tratado "Identidades Culturais", e Edward Said, em "Orientalismo", textos fundamentais para elaboração desta disputa sócio antropológica, colaboram com que afirmo. Primeiro, em poucas palavras, o ...

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    Foto Marcelo Camargo / Agência Brasil

    Documentário que mostra a farsa do impeachment é premiado em Berlim

    O filme O Processo, de Maria Augusta Ramos, documentário que mostra a farsa do impeachment, acaba de ser premiado Festival de Berlim. Ele foi escolhido pelo público como o melhor documentário, na Mostra Panorama, a segunda mais importante do festival. A diretora já tinha sido aplaudida de pé depois da exibição do filme, a que se seguiu um debate, em que a palavra mais ouvida foi “golpe” e a expressão que mais circulou foi “pobre Brasil”. Do DCM  Foto Marcelo Camargo / Agência Brasil

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    Impeachment foi ‘tropeço da democracia’, diz Lewandowski

    O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski afirmou nesta segunda-feira (26) que o impeachment de Dilma Rousseff foi um "tropeço na democracia" do Brasil. Do Folha de São Paulo A declaração foi registrada pela revista "Carta Capital", que publicou uma gravação de trechos de uma aula que Lewandowski ministrou na Faculdade de Direito da USP, da qual é professor titular. O ministro, que presidiu o julgamento da ex-presidente no Senado, fazia considerações sobre a participação popular na democracia brasileira quando passou a falar sobre a deposição da petista. " encerra novamente um ciclo daqueles aos quais eu me referi. A cada 25, 30 anos, no Brasil, nós temos um tropeço na nossa democracia", afirmou. O ministro disse que o modelo do presidencialismo de coalizão, com a existência de vários partidos políticos –hoje, são 35 registrados no Tribunal Superior Eleitoral– culminou no processo que cassou a petista. "O ...

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    Dez lições do impeachment

    Seguramente é cedo ainda para tirar lições do questionável impeachment que inaugurou um nova tipologia de golpe de classe via parlamento. Estas primeiras lições poderão servir ao PT e aliados e aos que amam a democracia e respeitam a soberania popular, expressa por eleições livres. Os que detém o ter, o poder e o saber  que se ocultam atrás dos golpistas se caracteriza por não mostrar  apreço à democracia e por  se lixar pela situação de gritante desigualdade do povo brasileiro. Por Leonardo Boff Do Brasil247 A primeira lição é alimentar resiliência, vale dizer, resistir, aprender dos erros e derrotas e dar a volta por cima. Isso implica severa autocrítica, nunca feita com rigor pelo PT. Precisa-se ter claro sobre que  projeto de país se quer implementar. Segunda lição: reafirmar a democracia, aquela que  ganha as ruas e praças, contrariamente da democracia de baixa intensidade, cujos representantes, com exceções, são comprados pelos poderosos para ...

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    Das jornadas de Junho em 2013 ao impeachment e a uma campanha capenga em 2016, “várias queixas”

    Nas eleições de 2016 e na conjuntura nacional encontramos nítidos exemplos da dificuldade do congresso nacional ouvir e interpretar as demandas da população brasileira. Enviado por Michel Chagas via Guest Post para o Portal Geledés  Em 2013, o país experimentou um grande aumento de manifestações e movimentos de rua que foram batizados de manifestações de Junho ou Jornadas de Junho. As bandeiras e pautas foram diversas como preço e qualidade dos serviços públicos, contra os gastos nos estádios da copa do mundo, contra a proposta de emenda constitucional 37 que pretendia retirar o poder de investigar do ministério público e até por mais instrumentos de democracia direta no país. Dessas manifestações resultaram dois importantes pontos de inflexão, o mais controverso e perspicaz foi a transformação de diversas demandas e descontentamentos da sociedade em um movimento pró-impeachment. O outro foi a imposição de uma reforma política que não responde as principais aspirações ...

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    Foto: Flávio Florido

    Pós-impeachment: Como explico a alguém no inferno que a vida pode ser pior?

    Uma velha senhora me recebeu em sua humilde casa, na tarde desta sexta, aqui no interior do Maranhão. Contou com detalhes a história do filho, assassinado a mando de um fazendeiro que o escravizara. Foto: Flávio Florido Por Leonardo Sakamoto Do Blog do Sakamoto Perguntei se esperava por Justiça. Com resignação, balançou a cabeça negativamente. O que ela quer é o direito de enterrar o corpo do filho, que nunca lhe foi entregue. E, consequentemente, uma certidão de óbito para que o neto, que veio ao mundo em meio ao desaparecimento, tenha, ao menos no papel, um pai. Quiçá uma pensão para que o menino, abandonado depois pela mãe, possa ter algum alento. Ao final, quando deu a mão na despedida, me olhou e perguntou baixinho se eu achava que a vida de seu neto seria melhor que foi a de seu filho. A garganta deu um ...

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    Ivana Bentes: narrativa do impeachment foi construída pela mídia brasileira

    Tempestade midiática foi calibrada e modulada, sua velocidade e intensidade foi gerida. Efeito co-produziu um exército de trolls nas redes e a polarização exacerbada entre direita e esquerda Por Ivana Bentes Do RBA Eis que a profecia autorrealizável se cumpriu. "PT deixa o governo após 13 anos" é a frase-slogan de triunfo de um grupo político 4 vezes derrotado nas eleições e estampado neste 31 de agosto de 2016 no site da Globo, deixando claro o que estava em jogo no impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A operação jurídico-midiática que viabilizou o impeachment também explicitou um fato sabido: o negócio da mídia brasileira não é jornalismo e nem notícias, é construção de crise, instabilidade e "normalidade". É o que podemos chamar também de novelização das notícias e uma tentativa exaustiva de "direção de realidade". Foi o que vimos desde o editorial de 1º de janeiro de 2015 de O Globo, ...

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    Vice-procuradora geral diz que impeachment é golpe e renuncia ao cargo

    Ela Wieck também afirmou que tem muita gente que pensa como ela dentro do Ministério Público Do RBA São Paulo – A vice-procuradora geral da República, Ela Wiecko Volkmer de Castilho, pediu a renúncia do cargo ontem (30) após afirmar ser golpe o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Ela foi indicada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em 2013. A saída da vice aconteceu após aVeja questionar a participação dela no ato contra impeachment, em Lisboa. Ao site da revista, Wieckoafirmou que, do ponto de vista político, o impeachment de Dilma é um golpe. "É um golpe bem feito dentro daquelas regras". A vice procuradora afirmou que tem muita gente que pensa como ela dentro do Ministério Público. "Pelas coisas que a gente sabe do Temer, não me agrada ter o Temer como presidente. Não me agrada mesmo. Ele não está sendo delatado? Eu sei que tenho delação ...

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    Joaquim Barbosa chama golpe contra Dilma de “impeachment tabajara”

    No Twitter, ex- presidente do STF criticou o conservadorismo da imprensa e disse que Temer não terá o respeito dos brasileiros Da Revista Fórum  O ex- presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa se manifestou nas redes sociais sobre o impedimento da presidenta Dilma Rousseff, confirmado ontem (31) em votação final no Senado. No Twitter, Barbosa chamou o processo de “impeachment tabajara”. “Mais patética ainda foi a primeira entrevista do novo presidente do Brasil, Michel Temer. O homem parece acreditar piamente que terá o respeito e a estima dos brasileiros pelo fato de agora ser presidente. Engana-se”, escreveu. Veja abaixo algumas mensagens publicadas por ele. Eu não acompanhei nada desse patético espetáculo que foi o "impeachment tabajara" de Dilma Roussef. Não quis perder tempo. — Joaquim Barbosa (@joaquimboficial) 31 de agosto de 2016 Mais patética ainda foi a primeira entrevista do novo presidente do Brasil, Michel Temer. Explico. — Joaquim ...

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    “Uma injustiça histórica”: o impeachment de Dilma Rousseff na imprensa alemã

    Destituição da presidente brasileira tem base legal criticada por jornais e revistas alemães, que também reconhecem falhas da petista. Sede de poder de Temer e possível efeito positivo para Lula também são tema. Do DW A cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff, como conclusão de um processo que durou nove meses, repercutiu na imprensa alemã nestas quarta e quinta-feiras (01/09). Os mais importantes jornais e revistas do país questionaram a legitimidade do impeachment, classificado-o com um processo com motivação política. Ao mesmo tempo, destacaram a inabilidade política de Dilma. Michel Temer, que governará o país até 2018, foi apontado como alguém que nunca teria ganhado uma eleição. Além do peemedebista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi apontado como um possível beneficiado do impeachment. Golpe ou não? "A palavra golpe tem um grande peso na América Latina", afirma o influente portal Spiegel Online, apontando que o conceito é ...

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    Foto: Flávio Florido

    O Brasil pós-impeachment deve ser um país mais violento e autoritário

    Apenas em uma republiqueta mequetrefe, um vice-presidente (que se diz um jurista especializado na Constituição Federal) se junta ao presidente da Câmara dos Deputados, um notório corrupto que possui mais dólares ilegais na Suíça do que estrelinhas visíveis no céu, e agem à luz do dia para articular a destituição de uma presidente do cargo, assumir seu lugar, aplicar uma agenda de redução do Estado e trepanação dos direitos trabalhistas e previdenciários (que não foi e nunca seria eleita pelo voto popular) e parte da sociedade ainda aplaude, achando que essa bela passada de mão em sua bunda é o suprassumo da consolidação democrática. Foto: Flávio Florido Por Leonardo Sakamoto Do Blog do Sakamoto O fato é que, independente do nome que você queira dar à criança, impeachment, golpe ou paçoca, tivemos uma conspiração. Acho que o governo Dilma foi ruim, como qualquer morsa letrada que tenha ...

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    Dilma pede que senadores votem contra impeachment; veja íntegra do discurso

    A presidente afastada, Dilma Rousseff, se comparou a ex-presidentes que deixaram o cargo ao discursar no Senado nesta segunda-feira (29) para se defender do julgamento do processo de impeachment. Ela citou três ex-presidentes: Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e João Goulart. No discurso, Dilma também chamou o impeachment de "golpe" e "pena de morte política". O discurso de Dilma durou quase 50 minutos. Da UOL  Leia abaixo a íntegra do discurso: "Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski Excelentíssimo Senhor Presidente do Senado Federal Renan Calheiros, Excelentíssimas Senhoras Senadoras e Excelentíssimos Senhores Senadores, Cidadãs e Cidadãos de meu amado Brasil, No dia 1º de janeiro de 2015 assumi meu segundo mandato à Presidência da República Federativa do Brasil. Fui eleita por mais 54 milhões de votos. Na minha posse, assumi o compromisso de manter, defender e cumprir a Constituição, bem como o de observar as leis, promover o bem geral ...

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    Impeachment: por 59 votos a 21, plenário do Senado aprova denúncia contra Dilma

    Por 59 votos a 21, o plenário do Senado aprovou hoje (10) o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) que julga procedente a denúncia contra a presidenta afastada Dilma Rousseff por crime de responsabilidade. Dilma agora vai a julgamento final pelo plenário do Senado. Por Luciano Nascimento , da Agência Brasil Plenário do Senado aprovou hoje (10) o relatório do senador Antonio Anastasia que julga procedente a denúncia contra a presidenta afastada Dilma RousseffMarcelo Camargo/Agência Brasil O resultado da votação foi bastante próximo do esperado pelo governo do presidente interino Michel Temer. Integrantes do governo avaliavam que o governo teria cerca de 60 votos favoráveis pela admissão da pronúncia. Após a aprovação do texto, os senadores votaram três destaques propostos pelos senadores da oposição. O primeiro queria a retirada da denúncia da imputação de crime de responsabilidade por repasses não realizados ou realizados com atrasos pelo Tesouro Nacional ao Banco do Brasil, ...

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    Bernie Sanders pede que EUA se posicionem contra impeachment de Dilma

    O senador americano Bernie Sanders publicou, nesta segunda-feira (8), um comunicado onde pede que os EUA se posicionem contra o impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff. Do Brasil Post "Estou profundamente preocupado com o esforço atual para remover a presidente democraticamente eleita no Brasil, Dilma Rousseff. Para muitos brasileiros e observadores, o controverso processo de impeachment mais parece um golpe de estado." Em seu texto, Sanders - que perdeu para Hillary Clinton a candidatura do partido Democrata à presidência - também critica alguns movimentos feitos pelo presidente interino, Michel Temer como a extinção do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. O democrata também critica a "substituição de uma administração diversa e representativa por um gabinete composto totalmente por homens brancos". "A administração nova, que não foi eleita, rapidamente anunciou planos para impor a austeridade, aumentar a privatização e impor uma agenda social de extrema direita", prossegue ...

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    ‘HP’: Tudo sobre o ultrajante impeachment da primeira presidente mulher do Brasil

    Site lembra em sua matéria que o PT retirou mais de 29 milhões de brasileiros da pobreza Do Jornal do Brasil Matéria publicada nesta segunda-feira (20) no The Huffington Post, fala sobre o processo de impeachment contra Dilma Rousseff, a primeira mulher eleita no Brasil. Segundo a reportagem, durante a gestão de Dilma e seu antecessor, ambos do Partido dos Trabalhadores, retiraram mais de 29 milhões de brasileiros da pobreza. De acordo com o grupo de monitoramento da corrupção, e Transparência do Brasil, 60% dos 594 membros do Congresso Nacional do Brasil enfrentam acusações criminais graves, envolvendo principalmente corrupção, suborno e fraude eleitoral, além de desmatamento ilegal, sequestro e assassinato. Como presidente, Dilma não fez nada comparado ao que estes políticos fizeram. O Huffington ressalta que a presidente Dilma nunca foi acusada de corrupção. As acusações de manipular as contas que a levaram a ser afastada é amplamente utilizada em todos os níveis do ...

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    Deputada que teve marido preso após voto do impeachment é investigada no Supremo

    Raquel Muniz responde a inquérito por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica Por Andre De Souza Do O Globo A deputada federal Raquel Muniz (PSD-MG), famosa por citar o marido — que acabou preso —no discurso em que anunciou ser favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, responde a um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. O processo se tornou público após longo tempo oculto, ou seja, quando sua existência sequer era confirmada pelo STF. O inquérito foi aberto no ano passado a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), que alega ter descoberto uma esquema pelo qual a Sociedade Educativa do Brasil (Soebras), uma entidade filantrópica comandada pela deputada e pelo marido, exercia na verdade atividade empresarial, auferindo e distribuindo lucros e rendas. Isso se daria por meio de transferências a entidades presididas por Raquel Muniz. Por ser filantrópica, a Soebras ...

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    Patricia Pillar: impeachment sem vergonha colocou mafiosos no poder

    “Não tenho nenhum compromisso com o PT ou com qualquer outro partido. Tenho milhões de críticas aos governos Dilma e Lula mas não dá pra me convencer que ter maltratado nossa já tão sofrida Democracia com este Impeachment sem vergonha pra colocar este governo de mafiosos no poder tenha valido a pena”, postou a atriz; ela compartilhou ainda o link da matéria do New York Times, que dá medalha de ouro em corrupção para o governo Temer Do Brasil247 A atriz Patricia Pillar postou uma critica ao governo interino de Michel Temer no Facebook: “Não tenho nenhum compromisso com o PT ou com qualquer outro partido. Tenho milhões de críticas aos governos Dilma e Lula mas não dá pra me convencer que ter maltratado nossa já tão sofrida Democracia com este Impeachment sem vergonha pra colocar este governo de mafiosos no poder tenha valido a pena”. Ela compartilhou ainda o ...

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    Revelação de ‘plano maquiavélico’ para impeachment abala credibilidade de governo, diz ‘Guardian’

    O jornal britânico The Guardian afirmou que a queda do ministro Romero Jucá e a revelação de uma "trama maquiavélica" para derrubar o governo Dilma Rousseff abalaram a credibilidade do governo de Michel Temer. Do BBC  "A credibilidade do governo interino foi abalada na segunda-feira quando um ministro foi forçado a se afastar em meio a revelações sobre a trama maquiávelica para levar ao impeachment da presidente Dilma Rousseff". O ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), se afastou na segunda-feira após a Folha de S.Paulo divulgar áudios em que ele diz que a mudança de governo poderia "estancar a sangria" da Lava Jato. O Guardian diz que "as motivações dúbias e natureza maquiavélica da trama para retirar Dilma Rousseff do poder ficam aparentes na transcrição da conversa". Guardian diz que 'credibilidade' do governo interino foi abalada Afirma ainda que este não deve ser o "último golpe" contra Michel Temer, já ...

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