quinta-feira, fevereiro 25, 2021

Resultados da pesquisa por ' parto'

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Trabalho pós parto

A mãe solo Thaiz Leão, 29, está atarefada. Muito atarefada. Ela e o filho Vicente já estão em casa direto há três meses. As aulas são virtuais e a professora da escola envia tarefas e recados pelo celular. Quando o aparelho vibra, ela para tudo e bota o garoto de seis anos para estudar. Na marra, mantém de dois a três afazeres ao mesmo tempo. Nem sempre consegue. Assim que o menino começa os deveres, ela retorna para o computador. Ajeita os óculos e fica meio cansada, meio elétrica. Do outro lado da tela estão milhares de mães solo, como ela, à espera de uma ajuda. Desde o início da pandemia, Thaiz, diretora da Casa Mãe e criadora da página "A Mãe Solo", coordena a campanha #SeguraACurvaDasMães. O nome é a uma alusão à curva de contágio do novo coronavírus, mas a ideia é impedir que os dados negativos contra ...

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Ilustração: Bruno Fonseca e Larissa Fernandes/Agência Pública

São Mateus registra em média um parto de menina de até 14 anos a cada mês

Não uma, mas seis apenas neste ano. Outras dez em 2019. Quatorze em 2018. Casos de meninas com até 14 anos que não conseguiram interromper a gestação no município de São Mateus, no Espírito Santo, onde vive a menina de 10 anos estuprada pelo tio que precisou ir a Pernambuco para realizar um aborto legal, são frequentes. Segundo apuração da Agência Pública, nos últimos dez anos 158 meninas com até 14 anos engravidaram e tiveram que levar a gestação até o fim na cidade. Segundo o artigo 217-A do Código Penal, “ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos” é crime com pena de 10 a 20 anos de reclusão, “independentemente do consentimento da vítima ou do fato de ela ter mantido relações sexuais anteriormente ao crime”. Em média, o município, com cerca de 130 mil habitantes, tem registrado quase um parto de meninas ...

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Mulheres negras sofrem violência obstétrica baseada em estereótipos racistas Foto: Arte de Ana Luiza Costa

Racismo obstétrico: violência na gestação, parto e puerpério atinge mulheres negras de forma particular

Há duas semanas, Licyane de Almeida Santos, de 27 anos, então com 37 semanas de gestação, procurou atendimento médico em um posto de saúde localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro. Estava com pressão alta e se sentindo mal, com dores de dilatação. Por isso, durante a consulta, pediu ao ginecologista obstetra que desse um atestado ou iniciasse o período de licença-maternidade para que fosse liberada do trabalho como demonstradora em lojas de cosméticos, no qual precisa ficar em pé durante horas, além do tempo gasto no transporte. Licyane conta que o médico, no entanto, se recusou e debochou da situação. — Eu cheguei com dor e ele ficou rindo, debochando. Foi muito humilhante. Disse que eu estava fazendo drama, que a dor era normal e não me examinou. Eu fiquei nervosa e comecei a chorar. Não podia ficar em casa sem o atestado se não seria descontada — ...

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Aline Cristina de Oliveira — Foto: Reprodução/TV Globo

Grávida passa por parto de emergência e morre de Covid-19 sem conhecer o filho

Uma grávida de 35 anos morreu nesta segunda-feira (11) após passar por um parto de emergência no Rio de Janeiro. Um teste deu positivo para Covid-19. Aline Cristina de Oliveira estava no sétimo mês de gestação e não chegou a conhecer o caçula — ela também tinha uma jovem de 13 anos. No dia 16 de abril, Aline foi ao Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte, para fazer uma ultrassonografia. Ela era hipertensa e, na ocasião, estava com pressão alta e tosse. Diante do quadro, os médicos suspeitaram de Covid-19 e decidiram interná-la. A equipe do hospital decidiu fazer o parto no dia seguinte — mas Aline não chegou a conhecer Henri Matheus, pois o quadro dela se agravou. Mãe de Aline, a técnica de laboratório Martha Cristina Bezerra de Oliveira reclama de falta de informações no Hospital Federal de Bonsucesso. “Eles só me passavam que ela estava ‘em ...

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Por que mulheres negras são as que mais morrem na gravidez e no parto?

A tenista Serena Williams escancarou os dados relacionando racismo e mortalidade materna nos EUA. No Brasil, a realidade não é diferente por Isabela Cavalcante no Metropoles Photograph by Annie Leibovitz. Serena Williams emocionou os seguidores de suas redes sociais após falar das dificuldades sofridas no pós-parto. A tenista, de 36 anos, deu a luz ano passado a sua primeira filha e quase morreu devido a uma embolia pulmonar. Ao tentar alertar os médicos, a americana foi tratada com descaso até conseguir o devido tratamento. A situação motivou a atleta a divulgar sua história e falar sobre racismo e as estatísticas de mortalidade no parto. A atleta disse que teve sorte de ter acesso à saúde de qualidade, diferente de outras mulheres negras. “Os médicos não nos escutam, para ser franca. Talvez esteja na hora de ficarmos confortáveis em ter conversas desconfortáveis. Tem muito preconceito na situação, isso precisa ser ...

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Tribunal de Justiça de Santa Catarina decide que pai terá de pagar 70% do valor do parto de ex-companheira. (ISTOCK)

Pai separado terá de pagar parto da ex-companheira, decide tribunal

Homem contestou decisão da ex de descartar serviços do plano de saúde. A grávida alegou que não abriria mão de um obstetra de confiança. Por Marcella Fernandes, do Huffpost Brasil Tribunal de Justiça de Santa Catarina decide que pai terá de pagar 70% do valor do parto de ex-companheira. (ISTOCK) Pai terá de pagar 70% das despesas do parto à ex-companheira, que optou por uma clínica particular em vez do serviço do plano de saúde. A decisão é da 1ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC). O tribunal manteve sentença e confirmou que ele deverá repassar 15% de seus rendimentos líquidos para a criança, "a título de alimentos gravídicos e agora convertidos em pensão alimentícia". No recuso apresenado ao TJ-SC, o homem reclamou que a ex-companheira descartou os serviços oferecidos pelo plano de saúde, que cobriam tanto o parto quanto os honorários médios. A mulher, por sua ...

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Mortalidade materna no Brasil tem raízes no racismo, na falta de pré-natal e de parto adequado

Alyne Pimentel, 28 anos, mulher negra, estava grávida de 27 semanas quando procurou uma clínica em Belford Roxo (RJ) após sentir fortes dores abdominais e ter vômitos. No atendimento, o médico prescreveu remédios para náuseas, contra infecção vaginal, vitamina B12 e a encaminhou de volta para casa. Dois dias depois, Alyne voltou a se sentir mal. Na nova consulta, foi constatado que o bebê que carregava na barriga estava morto. Ela passou por um parto induzido e, 14 horas depois, por uma cirurgia para a retirada dos restos da placenta. Alyne teve hemorragia, vomitou sangue e sua pressão arterial caiu. Depois de oito horas de espera por uma ambulância, foi transferida para um hospital em Nova Iguaçu, outra cidade. Por falta de leito, aguardou mais várias horas no corredor da emergência. Cinco dias depois de procurar ajuda pela primeira vez, faleceu em 16 de novembro de 2002. A causa da morte: ...

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‘Para de chorar porque o seu marido vai cansar’: o estigma da depressão pós-parto, que afeta 1 em 4 mães no Brasil

"Como uma mãe com um filho perfeito, lindo e saudável poderia estar triste? As pessoas não conseguem entender isso e te cobram", diz a professora Elenise Costa, de 37 anos, sobre a depressão pós-parto. Por Ana Terra Athayde, da BBC  Elenise foi diagnosticada com depressão após o nascimento do filho (Foto: Ana Terra Athayde/BBC Brasil) Na época com 34 anos e casada há dois, Elenise Costa sonhava com o nascimento do primeiro filho. A gravidez não foi fácil. Por causa de complicações decorrentes de endometriose e um mioma, Elenise teve que parar de trabalhar e ficar de repouso desde a 18ª semana de gestação. "Na gravidez, já comecei a me sentir um pouco triste," diz. "Lembro que no dia do parto eu já me senti triste". Era o início do período mais difícil da vida de Elenise, que foi diagnosticada com depressão após o nascimento do filho. Por algum tempo, ela ...

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Com medo de violência no parto, mãe leva pistola para a maternidade

Ela foi presa depois da cesárea e separada do bebê Por  RITA LISAUSKAS, do Estadão  A dona de casa Paula de Oliveira Pereira, 28 anos, mãe de quatro crianças que têm entre 11 anos e 11 meses, tem as piores recordações do parto dos filhos, todos feitos em hospitais públicos da grande São Paulo. “Foram pesadelos”, conta. Mas o nascimento do terceiro bebê, em 2015, ela classifica como “traumatizante” e o “pior de todos”. Ficou 14 horas em trabalho de parto, sem acompanhante, embora tenha direito a um, segundo a lei. Pediu anestesia para aguentar as contrações. Não foi atendida. Desorientada, caiu da maca, de barriga no chão. “Não sei como meu filho não morreu no tombo”, lembra. Lá pelas tantas ouviu que ele não nascia porque ela era “fraca” e “não fazia força suficiente”. “Daí a enfermeira subiu em cima de mim, para empurrar o bebê. Fiquei sem ar, minha ...

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As tristes e signficativas estatísticas das mortes nos partos

Na segunda-feira pela manhã (29), o plenário da Câmara de Vereadores recebeu especialistas, pesquisadoras e ativistas, além de  familiares de mulheres vitimadas por problemas decorrentes de complicações durante ou após o parto, para a realização de um debate público sobre o tema da "Mortalidade Materna e Violência Obstétrica". Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil  O debate, conduzido pela vereadora Marielle Franco(PSOL), presidente da Comissão da Mulher, trouxe ao foco do debate uma série de estatísticas vergonhosas sobre a mortalidade materna no município do Rio de Janeiro. O vídeo apresentado como provocador do debate, e que antecedeu as exposições, dá conta de que aumentaram de 62 para 72  os casos de mortalidade materna para cada 100 mil nascidos vivos. Que o Rio de Janeiro é a 6ª pior capital para uma mulher engravidar, já que 36% das mortes do Brasil acontecem na cidade. A Zona Oeste apresenta taxas elevadas e se ...

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Mulheres sofrem violência no parto: Veja como indentificar

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), todas as mulheres têm direito ao mais alto padrão de saúde atingível, incluindo o direito a uma assistência digna durante toda a gravidez e o parto, assim como o direito de estar livre da violência e discriminação. Segundo pesquisa da Fundação Perseu Abramo e SESC, 25% das mulheres que tiveram filhos pelas vias naturais na rede pública e privada sofreram violência obstétrica no Brasil. no A Tarde Os abusos, os maus-tratos, a negligência e o desrespeito durante o parto equivalem a uma violação dos direitos humanos fundamentais das mulheres, como descrevem as normas e princípios de direitos humanos adotados internacionalmente. Em especial, as mulheres grávidas têm o direito de serem iguais em dignidade, de serem livres para procurar, receber e dar informações, de não sofrerem discriminações e de usufruírem do mais alto padrão de saúde física e mental, incluindo a saúde ...

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Psicose pós-parto: ‘Achei que tivesse assassinado minha bebê’

Tornar-se mãe não é uma experiência simples e fácil. O período que sucede o parto é o momento em que as mulheres estão mais propensas a doenças mentais, como depressão ou psicose. A psicose pós-parto, uma doença pouco compreendida, afeta uma em cada 500 mães e pode levar ao suicídio ou mesmo ao assassinato de bebês. A professora universitária britânica Sally Wilson passou por isso e conta sua experiência: Do BBC "A foto acima é de mim, meu marido, Jamie, e nossa filha de dois anos, Ella, numa estação de esqui na França, há algumas semanas. Olhando assim não parece que somos diferentes de nenhuma outra família feliz em férias, não é? Mas o que passamos antes, no início da nossa pequena família, é bem diferente do que outros pais de primeira viagem vivem. É uma história de destruição, sobre viver o mais terrível e inevitável pesadelo dia após dia, ...

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‘Estuprada durante o parto’: o inferno das mulheres latino-americanas traficadas em Londres

"O que eu testemunhei naquele dia foi uma das coisas mais perturbadoras que já vi na vida", diz Yenny Aude, então funcionária de uma ONG que apoia mulheres latino-americanas no Reino Unido. Por Margarita Rodriguez, da BBC Desde 2015, Yenny é diretora de ONG que apoia mulheres latino-americanas no Reino Unido e acompanha de casos de tráfico Ela fala do dia em que descobriu o caso de uma latina traficada para Londres. Eram 11 da manhã quando atendeu o telefonema de um policial. "Ele disse que haviam achado uma mulher em uma casa que estava envolvida com prostituição e tinha ferimentos muito graves porque havia sido muito maltratada", relembra Yenny, hoje diretora da Latin American Women's Aid (Lawa, na sigla em inglês). O policial disse que ela estava "muito alterada, está gritando". "Fala um idioma que não entendemos, talvez seja português. Vocês podem vir, por favor?". Yenny, da Lawa, pediu a ...

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Jovem acusa médico de negligência durante parto

Parturiente afirma que deu à luz antes de ser acomodada na maca e o bebê quase caiu no chão Por Adriana Brumer Lourencini, do  Tribuna de Indaia A Tribuna recebeu nesta semana uma denúncia de negligência durante um parto ocorrido no Hospital Augusto de Oliveira Camargo (Haoc). Segundo a parturiente Taynara Valle, de 19 anos, ela deu à luz em pé, antes mesmo de ser acomodada na maca. "Cheguei ao hospital por volta das 11h da noite, e me disseram que eu estava com três dedos de dilatação", lembra Taynara. "Por volta da 1h, o médico fez o exame de toque. Eu já estava sentindo as dores, mas o médico falou que era para esperar, pois eu ainda não tinha dor", completa. A paciente estava com a mãe, Maria Jaqueline do Valle Ponceano, que a acompanhou durante toda a noite. "Como o bebê era prematuro de oito meses, o médico ...

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Do luto à luta: Mães que perderam bebês depois do parto reivindicam tratamento digno em hospitais

A dor inimaginável de chegar em casa de braços vazios não é a única vivida por mulheres que dão à luz bebês mortos no Brasil. Um sistema de saúde ultrapassado e insensível as mantém internadas em maternidades, Rodeadas pelo choro de outros recém-nascidos e respondendo a enfermeiros despreparados a dolorosa pergunta: “Onde está seu filho?”. Mães que viveram essa experiência travam agora uma batalha para que os hospitais se adéquem a normas internacionais mais humanizadas. Aqui, contam como transformaram a maior das tristezas em força de vida Por ADRIANA NEGREIROS, da Revista Marie Claire A gravidez da advogada carioca Maíra Fernandes, 34 anos, foi planejada, comemorada e muito bem monitorada. Ela começou a ter contrações na 36ª semana de gestação e, em uma conversa com a médica que a acompanhava, decidiu seguir para o hospital para fazer o tão sonhado parto normal. Chegou à maternidade no dia 22 de julho ...

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Contra epidemia de cesáreas no Brasil, projeto consegue aumentar número de partos normais

A cada 10 partos realizados em maternidades particulares no Brasil, 8,5 são cesáreas - a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda 1,5. É essa discrepância na rede privada que faz com que o Brasil ainda ostente o triste título de país com mais cesarianas do mundo. Por Mariana Della Barba , da BBC Mas futuros levantamentos sobre o tema podem trazer uma queda nesse percentual por causa de um projeto chamado Parto Adequado, implementado em 40 hospitais do país, que visa a combater a epidemia de cesáreas. Em menos de um ano, essas maternidades conseguiram derrubar suas taxas em 9 pontos percentuais, fazendo com que a média de cesarianas caísse de 78% para 69%. Além disso, mais da metade dos hospitais envolvidos já conseguiu reduzir o índice para 60%. Mas por que esse projeto - uma parceria entre a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Hospital Israelita Albert Einstein e ...

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Senado aprova projeto que proíbe uso de algemas durante parto de detentas

Projeto de senadora do DEM também assegura assistência médica integral para as gestantes em situação de reclusão Do iG  A Comissão de Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (1º) por unanimidade, projeto que proíbe o uso de algemas durante o parto de presidiárias. A matéria, proposta em 2012 pela senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), também assegura assistência médica integral para as gestantes em situação de reclusão. Como passou em caráter terminativo, o texto segue diretamente para a Câmara. Relatora do projeto, a deputada Ângela Portela (PT-RR) defendeu que "o uso de algemas em parturientes deve ser interpretado como uma grave violação dos direitos humanos". De acordo com Ângela, a lei vigente fere o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que só é lícito o uso de algemas em casos de fundado receio de fuga ou de perigo, uma vez que uma mulher em trabalho de ...

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Parto Humanizado: Hospital afasta especialista porque mães gritam demais

O especialista em partos humanizados, Victor Rodrigues, foi comunicado na semana passada que não haveria mais este tipo de procedimento no Hospital São Mateus, em Cuiabá, porque as pacientes gritavam demais e estariam incomodando os outros pacientes. no Mídia News “Eles me ligaram e pediram para que não internasse mais meus pacientes lá. Não fui chamado para nenhuma reunião, nem recebi nenhum prazo para que eu me organizasse. Simplesmente pediram para que eu parasse de internar meus pacientes de parto humanizado”, contou o médico. Segundo o especialista, a gestão da unidade médica alegou que o hospital não tem “estrutura” para atender, uma vez que as pacientes gritavam demais na hora do parto e estavam incomodando os pacientes, que, inclusieve, havia diversas reclamações na ouvidoria da unidade a respeito do fato. “É normal as pacientes gritarem. Elas estão fazendo força para o bebê nascer. Já existia por parte do hospital toda ...

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Sem leito de UTI, adolescente morre após 17 horas em trabalho de parto

Jovem de 15 anos sofreu convulsões e atestado aponta morte por eclampsia. Hospital diz que tinha vaga, mas médico manteve jovem em recuperação. Do G1 A família de uma adolescente que morreu após 17 horas em trabalho de parto acusa a Santa Casa de Barretos (SP) de negligência médica. O bebê nasceu saudável, com 3,2 quilos, mas Maria Eduarda de Lourdes Almeida, de 15 anos, entrou em coma após sucessivas convulsões e não resistiu. O atestado de óbito aponta como causa da morte edema cerebral e doença hipertensiva da gestação, mais conhecida como eclampsia. “Uma menina tão nova, nem soube que foi mãe. Não teve o prazer de ver o filho”, diz a vendedora Angélica de Almeida Oliveira, irmã da vítima. A Santa Casa de Barretos informou que havia leito disponível no Centro de Terapia Intensiva (CTI), mas que o médico que fez o parto decidiu manter a paciente na sala ...

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Depressed mother holding new baby at arms length

Depressão pós-parto: Precisamos admitir que maternidade não é ‘dom natural’

Podemos falar em números, ou podemos falar de pessoas. Uma amiga, uma colega de trabalho, uma vizinha, uma irmã. Nossa própria mãe. Por  Amanda Mont'Alvão Veloso Do Brasil Post Podemos localizar a depressão pós-parto naquela área incerta, longe de nós, afastada de nossa realidade, falada apenas porque se conhece alguém que cumprimentou alguém que jantou com alguém que esbarrou em alguém que teve depressão pós-parto. Ou podemos reconhecê-la como dolorosa, justamente porque é próxima de nossa vida real. Em números, ela já afeta uma em cada quatro mulheres no Brasil, segundo umestudo realizado pela pesquisadora Mariza Theme, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), essa prevalência é maior do que a estimada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para países de baixa renda, em que 19,8% das parturientes apresentaram transtorno mental, em sua maioria a depressão. A pesquisa entrevistou 23.896 mulheres no ...

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