terça-feira, julho 7, 2020

    Resultados da pesquisa por 'CANDOMBLÉ'

    Pelo momento atual, rituais para Omolu e outros orixás são feitos isoladamente (Foto: Dadá Jaques/CORREIO)

    Em isolamento, devotos do Candomblé evocam orixá da cura

    Com celebrações suspensas nos terreiros, povo de santo faz oferendas individuais para Omolu expulsar coronavírus Por Alexandre Lyrio, do Correio 24 Horas Omolu é a divindade mais invocada pelo Candomblé para nos livrar das enfermidades (Foto: Dadá Jaques/CORREIO) Quem poderá salvar tanta gente da dor? Para além dos médicos e da ciência, a quem recorrer nesse momento de incertezas sobre a própria saúde física? Bem, para os integrantes do candomblé e outras religiões de matriz africana, o herói veste palha da costa da cabeça aos pés, carrega uma lança coberta de taliscas de dendezeiro, tem o poder de levar para longe do planeta qualquer enfermidade e atende pelo nome de Omulu, o orixá da cura. Sem dúvida, trata-se da divindade do candomblé que mais tem sido evocada desde que o coronavírus se tornou uma ameaça. Pode saudá-lo com um simples “atotô”! Mas há quem esteja fazendo ...

    Leia mais
    Foto: Deldebbio

    Associação pede proibição de cremação de seguidores do Candomblé

    Ofício enviado ao MPE/BA e MPF versa sobre mortos infectados pelo coronavírus Por Marina Hortélio, do Correio 24 Horas Foto: Deldebbio A Associação Brasileira de Preservação da Cultura Afro-ameríndia (AFA) enviou ofício ao Ministério Público do Estado da Bahia (MPE/BA) e ao Ministério Público Federal (MPF) solicitando uma normativa sobre o respeito ao sepultamento do Candomblé. A medida visa proibir que um seguidor do Candomblé morto pelo novo coronavírus (Covid-19) seja cremado, mesmo em caso de uma determinação que obrigue a cremação dos mortos pela doença. O documento foi enviado ao MPE e MPF na segunda-feira (30). A ideia é se antecipar para evitar que um religioso do Candomblé seja cremado visto a necessidade do procedimento em outros países devido ao colapso do sistema funerário. Também há um pedido para que o corpo não seja sepultado em gavetas. “Estamos vendo países como a Itália e a ...

    Leia mais
    Acarajé, bobó de camarão e abará são alguns dos alimentos ligados ao candomblé /

    Candomblé: resistência, preservação e reconhecimento da culinária afro-brasileira

    A religião de matriz africana entende o ato de comer como sagrado e forma de dialogar com a ancestralidade Por Mayara Paixão, do Brasil de Fato Acarajé, bobó de camarão e abará são alguns dos alimentos ligados ao candomblé / Imagem retirada do site Brasil de Fato Entre a riqueza de heranças que africanas e africanos trouxeram para o Brasil, está uma manifestação religiosa afro-brasileira construída a partir de religiões tradicionais da África: o candomblé. Durante suas cerimônias, o ato de comer, assim como a dança, tem um significado sagrado. É através da comida que os praticantes do candomblé se comunicam e homenageiam os orixás, figuras que representam os ancestrais. Nos terreiros, comer é sinônimo de socialização, segundo explica a Makota Bayrangi “Nega Duda”. “A comida é oferecida ao público. Não é só o povo do terreiro, mas o entorno inteiro da comunidade come e também ...

    Leia mais
    Maria Escolástica da Conceição Nazaré, a Mãe Menininha do Gantois (1894-1986), ao centro, com o xale xadrez, cercada por suas filhas de santo. A foto é no terreiro de Gantois, em Salvador, local que foi transformado em estúdio de gravação por Turner. Foto: Lorenzo Turner / Anacostia Community Museum/Smithsonian Institution

    Mostra Rumos 2017-2018 apresenta documentário e lança livro sobre musicalidade do candomblé baiano a partir do acervo de Lorenzo Turner

    Memórias Afro-Atlânticas: as gravações de Lorenzo Turner na Bahia, de Xavier Vatin  e Cassio Nobre, dá continuidade à proposta de repatriação para o Brasil e divulgação  dos acervos sonoros inéditos de pesquisas sobre a diversidade no candomblé da Bahia, realizadas entre 1940-1941 Enviado para o Portal Geledés    Maria Escolástica da Conceição Nazaré, a Mãe Menininha do Gantois (1894-1986), ao centro, com o xale xadrez, cercada por suas filhas de santo. A foto é no terreiro de Gantois, em Salvador, local que foi transformado em estúdio de gravação por Turner. Foto: Lorenzo Turner / Anacostia Community Museum/Smithsonian Institution O documentário Memórias Afro-Atlânticas: as gravações de Lorenzo Turner na Bahia, com pesquisa e curadoria de Xavier Vatin e coordenação e produção musical de Cassio Nobre, tem pré-estreia no dia 9 de outubro, dentro de O Tempo das Coisas – Mostra Rumos 2017-2018. Ele faz parte do projeto ...

    Leia mais
    Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB), em João Pessoa — Foto: Ednaldo Araújo/TJPB

    Mulher é condenada por injúria após ofender duas candomblecistas na PB

    Uma mulher foi condenada a um ano e nove meses de prisão e 35 dias-multa pelo crime de injúria após ofender duas candomblecistas em março de 2019 na Paraíba. De acordo com os autos do processo, a condenada chamou o casal de mulheres de “macumbeiras, sapatão e pomba gira dos infernos”. Do  G1  Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB), em João Pessoa — Foto: Ednaldo Araújo/TJPB A mulher foi denunciada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) pelos crimes de injúria referente a raça, cor, etnia ou religião, duas vezes. Em depoimento, as vítimas narraram que convivem maritalmente há mais de 13 anos e são da religião do candomblé. Ambas confirmaram que a condenada enviou mensagens para uma testemunha com injúrias à religião das duas. Na sentença, o juiz Geraldo Emílio Porto, da 7ª Vara Criminal de João Pessoa, destaca que os fatos descritos foram comprovados durante ...

    Leia mais

    Ouça canções do Candomblé gravadas em 1940 – etnomusicologia

    Foto em destaque: Filhas de santo de Joãozinho da Gomeia, um dos mais famosos pais-de-santo do Brasil e chamado de “Rei do Candomblé”. Lorenzo Turner / Anacostia Community Museum/Smithsonian Institution Em 2002, Xavier Vatin, professor de antropologia na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), encontrou nos arquivos da Universidade de Indiana (EUA) uma vasta coleção de áudios gravados pelo linguista americano Lorenzo Turner durante uma viagem à Bahia. Tratava-se de um tesouro ainda inédito: mais de cem discos de alumínio (um total de 17 horas de áudio) contendo registros de sacerdotes e sacerdotisas de candomblés dos anos 1940. Do ONC Em áudio, vídeo e fotografia, captou, por exemplo, o babalaô Martiniano Eliseu do Bonfim, o babalorixá Manoel Falefá, o sacerdote Joãozinho da Gomeia e a ialorixá Mãe Menininha do Gantois. Também foi descoberta uma reprodução da voz de Mário de Andrade, escritor que investigou o campo ...

    Leia mais

    A demolição de um templo de candomblé em Brasília e a liberdade religiosa.

    Mais uma vez, os adeptos das religiões de matrizes africanas foram surpreendidos por um ato de agressão e de intolerância religiosa. Infelizmente, o abuso partiu daquele que deveria garantir integralmente a liberdade religiosa e de crença, o próprio estado brasileiro. É que o Governo do Distrito Federal (GDF) derrubou a construção de uma filial do terreiro de candomblé Caboclo Boiadeiro, um dos mais antigo da capital federal, fundado em 1975. Por  Danilo Molina, do DCM  Imagem retirada do site DCM O caráter persecutório da ação do GDF contra as religiões de matrizes africanas foi constatado pela Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal, que decidiu recorrer do caso, a partir do entendimento de que a destruição do terreiro foi um ato de intolerância religiosa. Dentre os agravantes, estão a alegação da direção do centro de que não foram notificados do ato intempestivo do governo e ...

    Leia mais

    Casa de candomblé é derrubada pelo governo do DF; ‘Intolerância religiosa’, diz OAB

    Construção é filial da Casa do Caboclo, entidade fundada em 1975. Governo afirma que área pública sofria 'parcelamento irregular'. Por Marília Marques e Letícia de Oliveira, G1 DF Membros da Casa do Caboclo, no Lago Norte, cantam e dançam ao redor de construção derrubada pelo DF Legal (Foto: TV Globo/Reprodução) Após a derrubada da construção de uma filial do terreiro de candomblé Caboclo Boiadeiro – o centro mais antigo do Distrito Federal, fundado em 1975 – a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) decidiu recorrer do caso por entender que a destruição do imóvel pelo governo foi um "ato de intolerância religiosa". A ação que demoliu a casa de matriz africana no Lago Norte foi organizada pelo DF Legal – antiga Agência de Fiscalização (Agefis) – na segunda-feira (20), mesma semana em que o novo órgão começou a funcionar. Segundo a presidente da Comissão de Liberdade ...

    Leia mais
    Criminosos ainda picharam fachada do terreiro — Foto- Reprodução:TV Globo

    Terreiro de candomblé é depredado em Nova Iguaçu; religiosos foram expulsos

    Testemunhas acusam traficantes. Baixada registrou 30 ataques a centros em 2018 no G1 Criminosos ainda picharam fachada do terreiro — Foto- Reprodução:TV Globo Um terreiro de candomblé em Nova Iguaçu foi invadido e destruído na última segunda-feira (25). Religiosos contam que foram expulsos por traficantes da região. O objetivo, dizem testemunhas, é transformar o centro em uma base para os criminosos. A polícia investiga o caso. Fotos mostram o vandalismo: utensílios para oferendas foram quebrados, o altar, desmontado, e os criminosos chegaram a colocar fogo em alguns espaços. Objetos de terreiro são depredados em Nova Iguaçu — Foto- Reprodução:TV Globo Segundo representantes do terreiro, o local já havia sido invadido no ano passado, quando o tráfico os impediu de fazer qualquer tipo de manifestação religiosa. A ordem foi atendida, mas, mesmo assim, a casa foi tomada novamente. O babalaô Ivanir dos Santos, ...

    Leia mais

    Cristiele França, a radialista que leva o candomblé e os orixás para o cotidiano de Salvador

    No Candomblé, Exú é responsável pela comunicação. O mais próximo do humano no panteão dos Orixás, é sua função estabelecer contato entre o òrun e o àiyê, respectivamente céu e terra em Iorubá. Exú é figura fundamental na cultura Iorubá e sem sua presença não haveria como manter contato com os Orixás. Não restam dúvidas, Exú é indispensável para o culto. Entretanto não há como sustentar o Candomblé sem a participação dos outros Orixás. Por  Kauê Vieira Do Hypeness A mesma fórmula se aplica ao jornalismo. Desde a explosão tecnológica que desembarcou junto com o novo milênio, a comunicação vive uma série de transformações. Atualmente os veículos de mídia abraçaram o meio digital como um dos principais canais de atuação. Com isso muito se falou sobre uma possível extinção de plataformas seculares de informação como o rádio. Porém como nos ensina a ancestralidade africana para que tudo funcione propriamente deve haver integração entre todos ...

    Leia mais

    Sacerdotes de Umbanda e Candomblé denunciam Brasil por intolerância religiosa

    Objetivo é responsabilizar Estado brasileiro pelos recentes ataques a centros de religiões afro-brasileiras na Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização de Estados Americanos (OEA) Por Thiago Borges Do Periferia  em Movimento “Não foi fácil chegar aqui, e não é agora que vamos recuar”, resume Luiz Antonio Katulemburange Amorim, fundador e sacerdote do Asé Ylê do Hozooane, roça de Candomblé localizada em Parelheiros, Extremo Sul de São Paulo. Diante do racismo religioso enfrentado durante séculos e com os recentes ataques de intolerância a terreiros e barracões de religiões afro-brasileiras – especialmente no Rio de Janeiro –, Katulemburange é um dos sacerdotes de Umbanda e Candomblé que se mobilizam para processar o Brasil na Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA). A ação será lançada na próxima segunda-feira (30 de outubro), na Câmara Municipal de São Paulo. No início de outubro, durante a realização do curso ...

    Leia mais

    Inquérito contra terreiro de candomblé em Santa Luzia (MG) é “ilegal”, diz advogado

    Hédio Silva Jr. afirma que TAC criado pelo Ministério Público "viola flagrantemente a liberdade de culto" Por Juliana Gonçalves, do Brasil de Fato  Tânia Rego / Agência Brasil O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) irá julgar no próxima terça-feira (24), recurso contra inquérito civil que impede o funcionamento de um terreiro de candomblé em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte. O inquérito civil teve origem em reclamações de um casal de vizinhos que acusavam o terreiro de poluição sonora. No decorrer do inquérito civil o terreiro terminou assinando um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) feito pelo MP para não responder judicialmente ao caso. Nele, o terreiro se compromete a funcionar somente às quartas-feiras e um único sábado por mês. Para o advogado Hédio Silva Jr., há uma série de irregularidades no TAC como a exigência de ter alvará de funcionamento, algo que a própria constituição do estado de ...

    Leia mais

    E os “brancos” do candomblé’?

    A intolerância religiosa, nos últimos vinte anos, aparece como um fenômeno violento que se dirige às religiões africanas em diáspora no Brasil. A questão é que o termo “intolerância religiosa”, embora pareça aglutinador, tem se mostrado insuficiente para nomear a complexidade do sistema opressivo sobre as crenças originalmente negras do país. Digo isso porque acredito que é passada a hora de superar jargões e frases de efeito, já que podemos e devemos olhar para nós e para os fatos com a densidade que merecem. A terceira pessoa do plural refere-se aos religiosos, não só aos pesquisadores e estudantes, mas a todos aqueles interessados em refletir sobre esta prática, principalmente os que são identificados como os ‘brancos do candomblé’. Por Yasmin Rodrigues, do  Flor de Dendê - Uma aliança afro-sertaneja Poderia escrever este texto fazendo mea culpa sobre minha posição na hierarquia racial brasileira, e que me mantém longe do genocídio que mata pretos no ...

    Leia mais

    Homossexualidade e candomblé

    A presença de gays na religião afro sempre foi visível, mas o diálogo com a sociedade ainda precisa avançar Por Pai Rodney Do Carta Capital Painho, um dos personagens mais famosos de Chico Anysio, era um pai de santo homossexual, cheio de trejeitos e afetações. Mesmo delineado com os traços fortes da caricatura, encontrava na realidade dos terreiros sua inspiração. O candomblé sempre acolheu homens e mulheres homossexuais e essa condição nunca foi empecilho para que se tornassem respeitados como sacerdotes e inscrevessem seu nome na história de luta e resistência da religião. Isso não significa, porém, que tenha sido uma trajetória fácil. Apesar de ser um espaço de acolhimento, o terreiro nunca esteve livre de reproduzir os preconceitos que a sociedade suscitava. Portanto, mesmo incluídos na estrutura hierárquica do candomblé, os homossexuais travaram algumas batalhas para ter seu lugar reconhecido. Seguem na luta, mas, ainda assim, ser gay no candomblé é infinitamente mais fácil do ...

    Leia mais

    Um Rio de ódio: terreiro de candomblé é atacado com pedras, ovos e legumes podres

    Os feixes de luz que, durante o dia, invadem o terreiro Ilê Axé Obá Inã, na Penha, Zona Norte do Rio, não têm nenhuma motivação decorativa ou espiritual. Os buracos nas telhas de alumínio, por onde os raios de sol invadem o local de culto, são reflexo do preconceito, manifestado na forma de pedras portuguesas lançadas recorrentemente sobre o espaço há pelo menos um ano e meio, perfurando o teto e a dignidade dos frequentadores — uma perseguição que não cessou nem com as denúncias à polícia. No terceiro dia da série de reportagens “Um Rio de ódio”, o EXTRA revela a marca da intolerância religiosa no estado, que em mais de um terço dos registros de ocorrência do gênero atinge seguidores da umbanda e do candomblé. Por Bruno Alfano, Luã Marinatto, Pedro Zuazo e Rafael Soares, do Extra  Márcio Virginio da Silva, de 37 anos, o babalorixá Márcio de Barú, ...

    Leia mais

    Para Juristas, decisão que cerceia candomblé é inconstitucional e se vale de racismo

    O caso de repressão e intolerância religiosa sofrido por uma casa de candomblé localizada em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte/MG, em que a Justiça estipulou um conjunto de regras para a realização dos cultos gerou revolta nas redes sociais e levantou críticas de juristas acerca da laicidade do Estado brasileiro. Do Justificando Na última terça-feira (18), os representantes da religião realizaram um protesto na cidade contra a imposição que determinava que a casa de candomblé poderia executar as atividades somente nas quartas-feiras e em um único sábado do mês, utilizando apenas um atabaque. Em caso de descumprimento das regras, o estabelecimento está sujeito a multa diária de R$100. Vestidos de branco, os representantes se posicionaram em frente ao Ministério Público e pediram por respeito às tradições da cultura afro-brasileira. Para a desembargadora do TJ-SP, Kenarik Boujikian, o caso configura uma“violência gigantesca”. “Nem sei o que dizer (…) não dá pra ter ...

    Leia mais

    Luta por democracia e axé: Justiça impõe regras para cultos de Candomblé em MG

    Em Santa Luzia, região metropolitana de BH, Justiça dita dia e horário para a realização de cultos em terreiro de Candomblé.   Por Raíssa Lopes Do Brasil de Fato Representantes e praticantes das religiões de matriz africana realizaram um protesto, na terça (18), contra a intolerância religiosa. Vestidos de branco, eles se posicionaram em frente ao Ministério Público e pediram por respeito às tradições da cultura afro-brasileira. O caso que culminou na manifestação diz respeito a uma imposição da Justiça de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, que estipula dia, horário e como devem ser realizados os cultos em um terreiro de Candomblé da cidade. De acordo com as novas regras, a casa poderia executar as atividades somente nas quartas-feiras e em um único sábado do mês, utilizando apenas um atabaque. Caso as normas não sejam cumpridas, o terreiro está sujeito a multa diária de R$ 100. O documento ...

    Leia mais

    “Sala de aula não é templo de Candomblé nem igreja”, diz Makota Valdina

    A fala da líder religiosa do Candomblé, Makota Valdina Pinto, traduz um dos reais sentidos acerca do ensino de história afro-brasileira e indígena. Makota Valdina alerta para a importância e prática da laicidade nas instituições de ensino. Foto: Humberto Filho I Cecom-Imprensa DPE/Ba Por Donminique Azevedo Do Correio Nago Na última quarta-feira (26) foi instalado o Comitê Interinstitucional de Monitoramento e Avaliação da Implementação das Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, iniciativa gerada justamente diante das dificuldades encontradas para efetivação da legislação. “Perguntar se a instituição cumpre as Leis não é suficiente porque ninguém em sã consciência vai dizer que não. Esse é um debate que temos que enfrentar de frente porque, simplesmente, perguntar não atende. Nós queremos, de fato, superar o racismo institucionalizado, que impede a implementação”, alerta um dos coordenadores do Instituto Búzios, Guilherme Moreira da Silva. “Existe um equívoco muito grande para muitos educadores que se ...

    Leia mais

    Unilab na Bahia: Primeiro egresso a ser aprovado em mestrado aprofundará pesquisa sobre candomblé na Costa do Dendê

    No último mês de dezembro, a Unilab realizou a colação de grau dos primeiros egressos de graduação do Campus dos Malês, no município de São Francisco do Conde, estado da Bahia. Não demorou e a instituição já colhe conquistas dessa primeira turma de 36 novos profissionais formada no campus baiano. Um deles, o estudante Táta Luangomina, foi o primeiro a ser aprovado em processo seletivo de pós-graduação stricto sensu, o programa de mestrado em Ciências Sociais da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Ele irá se debruçar sobre o tema “O candomblé de Angola entre as águas de Kasanji e a Costa do Dendê: identidade Bantu na fissura colonial”, aprofundando a temática abordada no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Bacharelado em Humanidades. Foto: Reprodução/Unilab Do Unilab “Durante a minha graduação pesquisei a trajetória de Mametu Kasanji, Mãe Mira, sacerdotisa negra da Costa do ...

    Leia mais

    Curso online apresenta o Candomblé

    Formação é uma das poucas no país a discutir a importância histórica da religiosidade afro-brasileira Entre os dias 20 de janeiro e 19 de fevereiro, O Coletivo Di Jejê oferece curso online sobre a importância histórica do Candomblé. A formação acontece na plataforma gratuita Moodle e as inscrições podem ser feitas aqui até o dia 19 de janeiro. Por Pedro Borges, para Alma Preta Por meio de vídeos, leitura de textos, debates, e outras atividades, o curso pretende apresentar as quatro nações do Candomblé, Efons, Jejês, Yourubas, Bantus, e as suas respectivas contribuições para a cultura brasileira. Entre os temas abordados, estão vestuário, alimentação, oralidade, expressões, hábitos, costumes e musicalidade. Jaqueline Conceição, fundadora do Coletivo Dijejê e idealizadora do curso, destaca a importância de se debater o candomblé no país. "Essa é a religião criada em território nacional mais antiga que se tem notícia. Há a presença de referências europeias, indígenas, ...

    Leia mais
    Página 1 de 59 1 2 59

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Twitter

    Facebook

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist