quinta-feira, fevereiro 25, 2021

Resultados da pesquisa por 'Cultura Negra no Brasil'

Debret e a Cultura Negra no Brasil

Obras do pintor francês e documentos do Arquivo Histórico Municipal em exposição no Centro Histórico Do A Voz da Cidade No mês em que é comemorado o Dia da Consciência Negra, lembrado no último dia 20, a Prefeitura de Resende, por meio da Fundação Casa de Cultura Macedo Miranda, e o programa Câmara Cultural, desenvolvido pela Câmara de Vereadores e o Arquivo Histórico Municipal promovem a exposição “Debret e a Cultura Negra no Brasil”. Composta por 12 painéis com cópias do pintor francês, a mostra segue em cartaz até o próximo dia 30, no corredor Cultural Amâncio, Augustinho e Estevão da Casa de Cultura, localizada no Paço Municipal, no Centro Histórico de Resende. Ao longo dos painéis, desenhos de Debret mostram registros do dia a dia dos escravos na época da chegada da Família Imperial no Brasil, o que para Claudionor Rosa, historiador e diretor do Arquivo Histórico Municipal é um ...

Leia mais

Goiania: África e a cultura negra no Brasil serão apresentadas na Semana da Literatura

A nossa 8ª Semana da Literatura, que acontecerá de 24 a 29 de junho, trará como tema principal a África e a cultura negra no Brasil. O tema está sendo trabalhado com os alunos a partir de um enfoque positivo, muito além dos estereótipos e exotismos existentes em nossa sociedade, bem como valorizando a diversidade e os benefícios da compreensão e integração dessas manifestações culturais em nossa sociedade. Do Escola Internacional de Goiânia Durante este evento teremos a exposição de fotografias com um enfoque na cultura africana, desfiles com trajes típicos, degustação da culinária africana, entre outras. Contamos com a participação e colaboração de todos nesse projeto que é tão importante para a construção de uma sociedade mais justa e aberta à diversidade!  

Leia mais

Romance ‘Rio Negro, 50’ aborda autovalorização da cultura negra no Brasil

Descendentes de escravos são protagonistas do processo de reidentificação com raízes culturais nos anos 1950, período retratado por Nei Lopes em livro Do UAI  No fatídico 17 de julho de 1950, depois da derrota para o Uruguai na final da Copa do Mundo, em pleno Maracanã, um homem com características de banto africano é supostamente confundido com o lateral Bigode, da seleção fracassada, e apanha até a morte na Rua Larga (atual Marechal Floriano) no centro do Rio. É o ponto de partida para o intelectual e artista Nei Lopes apresentar no romance 'Rio Negro, 50' o protagonismo do negro em um efervescente período de 10 anos, quando os descendentes dos escravos começaram a dar importância à sua cultura na formação do povo brasileiro. Leia Também: Religiões afro-brasileiras, uma questão filosófica – por Nei Lopes Novo romance de Nei Lopes resgata movimento negro no Brasil da década de 1950 O ...

Leia mais

Documentário “Ôrí” discute cultura negra no Brasil

Fonte: Írohín Jornal Online   Foto: Reprodução/ Documentário "Ôrí" SÃO PAULO (Reuters) - O documentário "Ôrí", lançado nos cinemas em 1989, volta às telas de São Paulo e Rio de Janeiro nesta sexta-feira com poucos traços de envelhecimento. Fruto de um trabalho colaborativo da cineasta e socióloga Raquel Gerber e da historiadora Beatriz Nascimento, morta em 1995, o filme é um decalque das discussões sobre a cultura negra durante as décadas de 1970 e 1980, que ainda parecem surpreendentemente atuais no país. Resultado de 10 anos de pesquisa, o documentário está longe de ser usual. Raquel Gerber realizou um trabalho impressionista, que mescla conteúdo espiritual, posicionamento político e devaneios acadêmicos. O trabalho é um mosaico narrativo bem construído, que foge de mensagens panfletárias no final da projeção. Para montar esse quebra-cabeça, a diretora mostra depoimentos de pessoas-chave do movimento negro, em filmagens realizadas em vários Estados brasileiros (Rio de Janeiro, ...

Leia mais
Arquivo Pessoal

Mulheres negras, política e cultura do cancelamento no Brasil republicano

Em 23 de agosto de 1946, o jornal baiano O Momento, vinculado ao então Partido Comunista do Brasil (PCB), estampava em sua segunda página uma matéria sobre o protagonismo da líder sindical Luiza Matos na região do Recôncavo Baiano. De acordo com a reportagem, ela liderou a criação do sindicado dos trabalhadores na Indústria do Fumo em São Félix, fundado em 19 de novembro de 1935. Entre 1937 e 1942, a sindicalista assumiu a presidência do sindicado e enfrentou muitas perseguições da classe patronal. Na época, ela trabalhava na fábrica Dannemann. Em decorrência de suas atividades políticas, foi demitida. Forjaram uma arapuca e acusaram-na de roubo para justificar a demissão. Ela buscou a justiça, provou sua inocência e foi reintegrada, mas não voltou à mesma indústria. Foi trabalhar na fábrica Suerdiek, de onde também foi demitida e readmitida após contendas envolvendo perseguições dos patrões e inquéritos policiais.  [caption id="attachment_158721" align="aligncenter" ...

Leia mais

A cultura como ferramenta de resistência negra no Brasil

A história dos negros no Brasil mostra o quanto o país escravizou de forma extrema os afrodescendentes tornando-se um dos países mais escravistas do mundo. Com uma herança de violência e total desrespeito a qualquer direito que a pessoa humana poderia ter. Por Teddy Falcão, do CEERT O Brasil é um país de negros, índios e mestiços negro-indígenas. Primeiro os índios, depois os negros foram maioria na sociedade brasileira. O Brasil nasceu escravizando e nem mesmo após a “abolição” o negro foi realmente livre. Pois da escravidão do Brasil colônia até hoje, o negro é impedido de viver a sua liberdade, sempre sendo posto à margem. Condenado à separação movida essencialmente por causa da sua cor. A contribuição histórica, social e cultural dos afrodescendentes para a formação da sociedade brasileira é inegável. Mesmo com a tendência que a história tem de apagar ou esconder o negro, ainda há a resistência quase ...

Leia mais
amp-1834

Educação e relações étnico-raciais no Brasil: monoculturalismo e a construção da identidade negra

Rosenverck Estrela Santos 1 O papel da educação num país de herança escravista A educação brasileira não pode ser entendida sem levar em conta as relações entre os diversos grupos étnicos que formaram esta nação, pois os “ quatrocentos anos de escravismo foram definitivos na plasmação do ethos do nosso país” (MOURA, 1983: 124). Portanto, é preciso destacar que o caráter da formação do Brasil, pautado na escravidão, teve como uma de suas resultantes o surgimento de concepções e práticas racistas que perduram até os dias atuais. É preciso destacar que a formação do Brasil com base no trabalho escravo teve como uma de suas resultantes o aparecimento de práticas racistas não apenas em seu período escravista, mas também nos séculos posteriores. Com efeito, o Brasil pós-abolição, deveria ser repensado e reorganizado a fim de inseri-lo no quadro do capitalismo internacional. Segundo o discurso das elites, um país desenvolvido não poderia ...

Leia mais
Keeanga-Yamahtta Taylor (© Don Usner)

O que o Black Lives Matter diz ao mundo e ao Brasil

“Sou professora de estudos afro-estadunidenses e leciono em uma universidade de elite da Ivy League,1 mas não me considero uma acadêmica. Sempre fui uma organizadora que tenta comunicar a urgência do nosso momento político através das lentes da história e das preocupações das pessoas comuns.” Keeanga-Yamahtta Taylor assim se definiu em uma conferência na Hampshire College em 2017.2 Assisti a essa palestra, bem como ao máximo de intervenções públicas da autora que pude, antes de iniciar a leitura deste livro. Costumo buscar uma proximidade com todo autor ou autora — e esse é um caminho comum entre muitos estudantes — porque isso parece materializar as ideias de cada página. É possível imaginar a voz, os gestos de cada frase, os pressupostos das ideias, tendo em vista outras construções para além da obra escrita. O impacto que Taylor gerou em mim foi grande, e encontrá-la muito atuante no debate público me empolgou. ...

Leia mais
Chiquinha Gonzaga  Acervo Instituto Moreira Salles/Coleção Edinha Diniz/Divulgação

Itaú Cultural abre a série Ocupação em 2021 com mostra dedicada à maestrina Chiquinha Gonzaga

Exposição resgata a história de Francisca Edwiges Neves Gonzaga (1847-1935) entre documentos, partituras, capas, objetos, fotos e conteúdo musical e audiovisual biográfico produzido pela instituição que retratam a sua vida e obra, inclusive sua identidade negra costumeiramente ignorada. Há 100 anos, ela foi a primeira mulher a reger uma orquestra, a escrever uma partitura para teatro e a compor uma marcha carnavalesca no Brasil. A artista produziu mais de duas mil canções autorais e 77 partituras para peças teatrais. Apresentações online construídas em torno de seu repertório, atividades educativas, mecanismos de acessibilidade e a confecção de um hotsite integram a Ocupação. Com curadoria dos Núcleos de Comunicação e Música da instituição, co-curadoria da cantora Juçara Marçal e consultoria de Edinha Diniz, biógrafa da compositora, o Itaú Cultural abre em 24 de fevereiro (quarta-feira) a Ocupação Chiquinha Gonzaga, que ficará em cartaz até 23 de maio (domingo). Além de mergulhar na vida e ...

Leia mais
Reprodução/Instagram

Centenária, Folha se destaca ao publicar vozes negras que dizem o que querem

“Por uma vez, o povo negro irá se servir das palavras de que tem vontade de se servir, e não já somente das palavras que os brancos estão dispostos a ouvir; e é o que farão, quaisquer que sejam os esforços da imprensa para deter a utilização desta palavra de ordem, fazendo dela sinônimo de racismo e de separatismo.” ( Stokely Carmichael, “O Que Nós Queremos”, The New York Review of Books, setembro de 1966). Nesta sexta (19), a Folha completa 100 anos de vida e coube a mim a tarefa de ocupar esse espaço nesta edição histórica. Pensei durante a semana no que escreveria —de uma certa forma elogiar a história do jornal me pareceria um tanto quanto artificial, uma vez que faço parte de um povo apartado das páginas da imprensa brasileira a não ser em páginas policiais, nas tiras de humor para manifestação do racismo e nas ...

Leia mais
Foto Natureza França

Empoderamento feminino e negro: Flávia Souza lança música sobre a força da mulher

Mulher negra, multiartista e empoderada. Essas são algumas das muitas características de Flávia Souza, que lançará, no próximo dia 23, sua nova música “Afrontosa” nas mais importantes plataformas como Spotify, Deezer, Amazon Music e Apple Music, além do Youtube (https://cutt.ly/mkk9ha7). A ideia de compor a canção surgiu durante a pandemia, diante da diminuição das atividades culturais de forma presente. “Nós, mulheres, sempre sofremos. Quando somos mulheres negras, sofremos mais. Temos medo pela nossa família, pelos nossos amigos, por outras mulheres. A música tenta trazer essa reflexão de autoestima e empoderamento: eu quero ser e posso ser o que eu quiser sem as pessoas ficarem questionando”, revela Flavia. “Afrontosa é querer ter paz, ter a nossa saúde mental saudável, sem ter que provar que é forte o tempo todo”, diz. A necessidade de precisar se impor o tempo todo também foi uma das razões que levaram a artista a compor a música, ...

Leia mais
Foto: Divulgação/ Editora Griot

Orixás no terreiro sagrado do samba

O livro é uma narrativa sobre duas manifestações que sempre dialogaram: religiões afro-brasileiras e escolas de samba, segundo a jornalista e autora, Claudia Alexandre. A obra sugere um "olhar desfragmentado" sobre a presença das tradições de matrizes africanas em expressões culturais, que ajudaram a construir o que chamamos de identidade nacional. Vemos que, ao longo do tempo, o que era uma forma de perceber o mundo foi sofrendo rupturas provocadas por interpretações e ações hegemônicas. O que inclui o assombro da indústria cultural e as violências da intolerância religiosa. De qualquer forma, religar esses universos, tensionando o ambiente acadêmico e revisitando acervos das experiências negro- -africanas em diáspora, também nos revela novos caminhos para (re) escrever a História do Brasil a partir da história dos sambas e das escolas de samba. A autora, "devidamente" autorizada, adentrou a encruzilhada da Vai-Vai, um território negro paulistano onde reinam Exu, o orixá mensageiro, ...

Leia mais
Imagem: Geledes

Criança de 12 anos é vítima de racismo ao comprar material escolar em SP

Uma menina negra de 12 anos foi constrangida em uma loja ao tentar comprar material escolar. Ela estava recebendo a ajuda de um homem, também negro, que se ofereceu para comprar mochila e cadernos para que ela pudesse ir à escola. O caso aconteceu ontem, em uma unidade das Lojas Mel, em São Paulo. Newman Costa, 35 anos, afirma que encontrou Sabrina (nome fictício) por volta das 13h em frente à loja, na avenida Bernardino de Campos, no bairro do Paraíso. "Ela me abordou e eu percebi que ela ia pedir algo. Tirei uma nota de R$ 5 do bolso e dei para ela. Mas ela apontou para a vitrine da loja e pediu uma mochila", relatou Newman ao UOL. Ele então entrou com a garota na loja e deixou-a escolher a mochila e o restante do material escolar que precisava. A compra, porém, não saiu conforme o esperado. Enquanto ...

Leia mais
Christian Ribeiro (Foto: Arquivo Pessoal)

A quilombagem cultural contemporânea das editoras afro-brasileiras

Em tempos que grande parte do jornalismo cultural brasileiro saúda o boom da chamada literatura afro-brasileira e, principalmente, da publicação de autorias negras pelas grandes editoras do país, como demonstração de uma mudança dos paradigmas empresariais que ditam as demandas de publicação em consonância com a crescente demanda por esse universo literato, acreditamos ser importante ressaltar que tal realidade só ocorre pela existências e atuações das chamadas editoras negras ou afro-brasileiras (1). Editoras essas que são comumente ignoradas em suas trajetórias e importâncias, tendo por vezes seus próprios nomes omitidos nas reportagens das grandes mídias, como se não tivessem significância alguma em meio ao mercado editorial brasileiro. Tal fato, acreditamos ser decorrência de uma característica da intelectualidade brasileira em não reconhecer, em não associar a construção e articulação de saberes com as populações negras. O retrabalhar de sapiências ou a representação de percepções e saberes em forma literata, poética ou ...

Leia mais
Tripé - Rumo a Jerusalém

Candaces, a realeza meroíta cai no samba: o carnaval de 2007 da Acadêmicos do Salgueiro

Desde 1984, o sambódromo da Marquês de Sapucaí é palco do desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro. Lá, foram protagonizados desfiles antológicos como: Kizomba, Festa da Raça, da Vila Isabel (1988); Ratos E Urubus... Larguem Minha Fantasia, da Beija-Flor (1989); Meu deus, meu deus, está extinta a escravidão?, da Paraíso do Tuiuti (2018);  História para ninar gente grande, da Mangueira (2019).  A passarela do samba carioca foi trajeto de personagens como Joãozinho da Gomeia, o grupo musical Ganhadeiras de Itapuã, e outras figuras negras resgatadas, homenageadas e apresentadas para o público. No que tange as civilizações e personalidades endógenas ao continente africano, a historiografia tem um papel fundamental para a construção dos enredos das escolas de samba, visto que várias obras constituíram-se como base para a elaboração dos mesmos. O historiador britânico John Fage (2010, p.77), aponta que é a partir da década de 1940 que surge ...

Leia mais
Adobe

O futuro se avizinha: a memória ancestral do povo brasileiro

Estamos imersos num caos social, econômico, ambiental, sanitário, político... São meses de uma pandemia sem controle por parte do Estado brasileiro. Mais de 189 mil mortos.  São meses de isolamento furado, de comércios abertos, de ataque à saúde mental a cada fala desastrosa e equivocada do presidente da república. Existe uma suspensão do Estado de Direito em toda a esfera pública. Não há qualquer plano coletivo, não existe um plano de prevenção e controle da pandemia COVID-19, não há plano político, não há plano econômico. Não há estratégia de combate ao desemprego e a carestia impõe a fome a milhares de famílias neste país. O auxílio miserável de R$ 300,00 findou esse mês.  A ciência e a pesquisa científica, tão incentivadas pela expansão das universidades públicas durante os governos progressistas, vêm sendo sistematicamente solapadas pelos “achismos” das redes sociais e, não somente por parte dos conservadores. Em meio a tudo ...

Leia mais
Adobe

Tecendo histórias e poemas: a consciência negra na educação

No dia 20 de novembro do ano de 2020 participei, a convite da Thalita Pinho (assistente social e professora da FPO), da mesa que dá título a este texto, compartilhei fala com as queridas Valéria Lourenço (escritora e professora do IFCE-Crateús) e Patrícia Matos (pretagoga na COPPIR-Fortaleza).  Divido com vocês a minha fala. Esta parece ser uma informação muito pessoal. Mas tal informação, aparentemente “confidencial”, não é nada privada. (Grada Kilomba) Quero iniciar considerando acerca do título desta mesa - Tecendo histórias e poemas: a consciência negra na educação - título poético, carregado de força, de sentidos. Tem um sentido de nós, mulheres negras, estarmos em espaços que nos foram negados: literatura, invoco Maria Firmina dos Reis; escola, invoco Bernardina Maria Elvira Rich. Tem um sentido de contar nossas histórias, de sermos referências positivas de dedicação, trabalho, intelectualidades, sensibilidades, belezas e tudo de bom e bonito que nós, pessoas negras, ...

Leia mais
Divulgação

Cine África e Sesc São Paulo lançam livro ‘Cinemas Africanos contemporâneos – abordagens críticas’

Última das ações vinculadas do cineclube durante o ano de 2020 em parceria com o Sesc São Paulo, o e-book inédito “Cinemas Africanos contemporâneos - abordagens críticas” tem lançamento dia 6 de fevereiro de 2021 (sábado), às 16h, no canal do Cine África no YouTube: youtube.com/cineafrica. O livro de 311 páginas é organizado pelas pesquisadoras Ana Camila Esteves e Jusciele Oliveira e conta com cerca de 40 colaboradores da África, Europa, EUA e Brasil. A publicação tem distribuição digital e gratuita através do portal do Sesc. O link de download será anunciado na live. Dividido em quatro partes, Contribuições Teóricas, Dossiê Crítica de Cinema na África, Críticas e Ensaios e Entrevista Coletiva: Programadores de Cinemas Africanos no Mundo. A primeira sessão traz escritos de especialistas como Lizelle Bisschoff (Reino Unido) e Jonathan Haynes (EUA), considerado o maior especialista em cinema nigeriano (Nollywood) do mundo. A segunda parte reúne textos de ...

Leia mais
Imagem: iStock

População idosa negra e covid-19: por que invisibilizar e negar direitos?

Um dos mais preocupantes movimentos políticos observados nesses últimos meses, e muito acentuado com a chegada da pandemia da covid-19, foi o aumento da invisibilidade de diversos grupos sociais. Essa invisibilidade retira os direitos à cidadania plena e coloca essas pessoas, muitas vezes, sem o direito de viver, de respirar. E há um outro ator social, chamado governo, que deixa morrer por meio de suas ações, omissões e discursos. O Boletim nº 10 - Direitos na Pandemia, recentemente lançado, comprova isso. Segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra por Domicílios), a população negra brasileira já é, ou está muito próxima de ser, a maioria na faixa etária acima dos 60 anos. Dos 32 milhões de idosos do país estimados em 2018, 48% (quase 15,5 milhões) compõem a população negra, sendo 8,8% (quase 3 milhões) de pessoas idosas pretas, e 39,2% (um pouco mais de 12,5 milhões) de pessoas idosas pardas. O ...

Leia mais
Arte: Portal Geledés

EUA terão ativista negra na nota de US$ 20; listamos 7 mulheres para o real

À frente de muitas lutas por direitos iguais na sociedade, as mulheres negras nem sempre têm seus méritos reconhecidos. Os Estados Unidos pretendem mudar essa realidade: nesta semana, a Casa Branca anunciou que dará seguimento ao projeto de mudar a figura da nota de US$ 20 para a da ativista negra Harriet Tubman, ex-escravizada que ajudou outras pessoas negras a se libertarem do mesmo destino antes e durante a Guerra Civil. Com isso, se tornou uma importante figura no movimento abolicionista dos EUA. O governo Biden retomará a proposta de colocá-la no dinheiro que circula por aí. Segundo o porta-voz presidencial estadunidense, Jen Psaki, "é importante que nossas cédulas, nosso dinheiro... Reflitam a história e a diversidade de nosso país". A mudança, se confirmada, colocará Tubman no lugar do rosto do ex-presidente americano Andrew Jackson, que teve uma estátua com sua figura atacada durante protestos pela morte de George Floyd. No Brasil, ...

Leia mais
Página 1 de 353 1 2 353

Últimas Postagens

Artigos mais vistos (7dias)

Twitter

Welcome Back!

Login to your account below

Create New Account!

Fill the forms bellow to register

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Add New Playlist