segunda-feira, setembro 21, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Elisa Lucinda'

    Elisa Lucinda lança romance com textos íntimos e inquietantes

    Escrito a partir de anotações no bloco de notas de seu celular, a obra ressalta vozes de sua infância e das mulheres do subúrbio onde cresceu Por  Marina Marques, Da Claudia (Caio Basílio/CLAUDIA) Disparar a liberdade interior em cada leitor. Essa é a vontade da capixaba Elisa Lucinda com Livro do Avesso – O Pensamento de Edite (Malê). A poeta, que é também atriz, jornalista, professora e cantora, lança um romance que gosta de chamar de “fofoca da alma”. “Criei esse livro meio escondida de mim mesma. Eu estava escrevendo Fernando Pessoa – o Cavaleiro de Nada (Record, 2014), mas, ao mesmo tempo, internamente surgia Edite. A pressão com o sufocante prazo de entrega do outro título fez nascer em mim um mundo de poesia”, explica. “Naquela época, estava tão empenhada que tudo que brotava no meu coração e era poesia virava capítulo”, relembra sobre o processo da obra, que foi finalista no Prêmio São ...

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    Me vi no cinema – Por Elisa Lucinda

    Se, na primeira vez, o filme “Café com canela” me avassalou, agora então, sem qualquer cerimônia, atravessou meu coração! Estou, desde menina, chafurdada na magia dessa sétima arte que tanto admiro e na qual também trabalho. Portanto acostumada às salas de cinema e sua película tão parecida com sonho. Lo que passa és que o filme de Glenda Nicácio e Ary Rosa me é inaugural e o é para o cinema brasileiro, que é também o do mundo. Ao falar a partir da própria aldeia com extrema maestria, Cachoeira, cidade do Recôncavo onde se passa a premiada obra, consegue abrigar nos seus 122 minutos todas as Áfricas e as não Áfricas também. É de e sobre o afeto. A afetividade é sua liga, argamassa, presença invisível e aderente em todos os “frames”. É o pontilhado discretíssimo que forma a imagem. O filme foi identificado já em seu lançamento em Brasília ...

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    Elisa Lucinda: “As portas estão fechadas para os negros”

    Em entrevista em vídeo, a atriz, cantora e escritora afirma que é preciso escolher entre ser um abolicionista moderno ou um escravocrata Por Tatiana Merlino Do Carta Capital Elisa afirma que existe um Brasil que é do apartheid Foto: Cauê Gomes A atriz, cantora e escritora capixaba Elisa Lucinda sofre com o racismo em todas as suas áreas de atuação. Na literatura, mulheres negras são invisibilizadas. Na teledramaturgia também: “não vemos negras como protagonistas de uma novela. O Brasil é muito cruel. E o racismo é um câncer”, afirma, em entrevista a CartaCapital. Elisa afirma que existe um Brasil que é do apartheid. “Se tem território, tem apartheid. Eu sei onde ir e encontrar só brancos e ir em outros e encontrar só negros”.  Um dos problemas do racismo estrutural, afirma, é a naturalização da ausência de negros em inúmeros espaços: uma pessoa branca, por exemplo, que entra em local e ...

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    “Espero muito os nossos Baracks Obamas”, diz Elisa Lucinda

    “Não se dá ré na consciência de um povo.” Com a frase, a atriz, poeta, apresentadora, dramaturga, cantora capixaba Elisa Lucinda resume suas convicções e aspirações para o futuro imediato do país. Em cena no palco paulistano do CCBB com “L, o Musical”, ela conversou com o blog sobre Justiça, racismo, política, arte, educação, inclusão e esperança: “Alô, alô, tem um novo Brasil acontecendo”. POR DENISE MOTA, do Preta, preto, pretinhos Sérgio Martins/Divulgação Preta, preto, pretinhos – O ano começa com “L, o Musical”, atualmente nos palcos do Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo. Que outros projetos você está desenvolvendo para 2018? Elisa Lucinda – Olha, o ano começa muito bem com “L, o Musical” em São Paulo. Eu fico muito feliz. Ainda mais depois de um ano que foi notadamente desfavorável para a cultura, para a educação, já que, afinal de contas, a arte é projeto educacional de um país também. ...

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    Roberto Filho/Divulgacão

    Elisa Lucinda: Folhas de uma apostila de uma educação para adulto

    Elisa Lucinda: ”Proponho mais coerência, menos violência, menos falsos moralistas, menos hipócritas. O Natal se aproxima, o Ano Novo também e tudo nos convoca à repaginação” Foto: Roberto Filho/Divulgacão por Elisa Lucinda no Revista Trip A educação do adulto não acaba nunca. No aprender da caminhada estou sempre compartilhando através de poemas, crônicas, artigos, poesias e prosas, as coisas que aprendo no exercício do viver. E aí também me sinto, ao compartilhar os saberes, aluna e professora destas lições. Somos todos. Alunos de minhas aulas não são obrigados a me ouvir, são voluntários. Vem quem quer. É gente que entende que, de alguma maneira, pode aprender com o que penso ou provoco. Assim acontece comigo em relação a outros arautos , e creio que seja assim com todos. Há pessoas com as quais uma tarde ao lado delas pode equivaler a um semestre numa faculdade. Eu poderia ...

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    Elisa Lucinda: “Equívocos de uma exclusão” ou “Os componentes da guerra”

    Estou ensaiando em Brasília L, o musical, uma peça cuja história é absolutamente lésbica e cujas personagens gravitam à volta do tema do amor entre mulheres. Peço então agora, meus senhores e senhoras, a atenção ao tema. Vamos olhar para este assunto com o que meu amigo querido, “filósofo” pop, pensador, produtor e agitador cultural Diogo Rodrigues, chama de “comunicação compreensiva”, a prática da anti-intolerância. Por Elisa Lucinda Do Jornalistas Livres   Então, vamos lá: Quando Sérgio Maggio, jornalista, escritor, dramaturgo e diretor, me convidou para tanto, o primeiro espanto foi concluir que, em trinta anos de carreira, é a primeira vez que me convidam para interpretar uma mulher que gosta de namorar outra mulher. Que absurdo! Então a ficção está atrasada assim em relação à realidade? Então a ficção ainda está tímida para contar as inúmeras histórias de amor e os dramas que envolvem romances homoafetivos? Então a ficção está ...

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    Elisa Lucinda: A esquerda invisível

    Quando eu era uma universitária, menina capixaba, na UFES, a esquerda estudantil me chamava de esquerda festiva. A mim e minha trupe de artistas e outros pensadores que ousavam ser alegres na irreverência. Era como se ter bom humor tirasse a seriedade dos temas. Sem contar que o nariz torcia de homofobia, misoginia, palavras que não estavam na boca do povo daquela geração como estão agora. Avançamos muito, mas convido  minha esquerda de hoje a se olhar no espelho. Todos nós, inclusive eu. O que veremos? Quem somos? Por Elisa Lucinda, do Jornalistas Livres  Fui à manifestação das Diretas Já em Sampa, de ônibus, peguei o metrô, fiz todo o processo pela via popular. Ando pouco de metrô e me lembrei que alguns amigos me ligam dizendo: “Estou no metrô em Paris, estou entrando no metrô em Londres, em Nova York”.  E não me ligam de Benfica ou Pavuna. E é ...

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    A atriz e escritora Elisa Lucinda e a poeta Tatiana Nascimento debatem sobre a presença do negro na literatura, no Diálogos Ausentes de junho

    Último encontro da série de três sobre essa área de expressão, conta ainda com mediação da diretora criativa e curadora Diane Lima e dois artistas selecionados pela chamada aberta, que falam sobre seus trabalhos literários; próximo ciclo discute sobre o negro na música, cujas inscrições para a chamada aberta vão de 1 a 14 de junho Enviado para o Portal Geledés O terceiro e último encontro que debate o negro no campo da literatura, da série Diálogos Ausentes, cujo objetivo é discutir a presença afro-brasileira na produção artística nacional, acontece no dia 13 de junho (terça-feira), às 20h, no Itaú Cultural. A mediação é de Diane Lima, idealizadora do projeto AfroTranscendence, e compõem a mesa de discussão a escritora e atriz Elisa Lucinda e a poeta Tatiana Nascimento, além dos dois selecionados pela chamada aberta – Marcelo Ricardo e Débora Garcia, que falam sobre seus respectivos trabalhos. As inscrições para ...

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    Reprodução/Instagram

    Elisa Lucinda, Lázaro Ramos, Taís e Camila Pitanga discutem série só com atores negros

    Atores brasileiros se uniram em torno de um novo projeto: desenvolver uma série que só envolva atores negros. A iniciativa acontece “em segredo”, mas foi revelada ao Bahia Notícias pela atriz, poeta e cantora Elisa Lucinda, que se apresentou na capital baiana no último fim de semana . por Nereida Albernaz, do Bahia Notícias  Reprodução/Instagram “Eu, Lázaro Ramos, Luís Miranda, Adriana Couto, Fabrício de Oliveira, Taís Araújo, Camila e Antônio Pitanga, entre outros, estamos conversando”, admitiu. Elisa considera os encontros apenas “reuniões informais”, mas acredita que as ideias saiam do papel ainda este ano: “Nós temos um quadro muito forte de gente que é boa, mas sempre é apenas um por elenco. A nossa força negra é muito diluída, acho que tá mais do que na hora de escrever nossas vitórias e protagonizá-las”. A atriz, que também é escritora e jornalista, contou que o ano será ...

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    “O racismo é o maior câncer do Brasil”, diz atriz Elisa Lucinda

    Em entrevista exclusiva, Elisa fala sobre o aumento do conservadorismo no Brasil Por Fania Rodrigues Do Brasil de Fato Nos últimos dias, o Rio de Janeiro vivenciou verdadeiros ataques aos direitos fundamentais. O estupro coletivo a uma adolescente de 16 anos chocou o país e o mundo. Além disso, uma mulher foi presa, no Leblon, acusada de injúria racial. Segundo testemunhas, ela teria mandado o funcionário de um supermercado “voltar para a senzala”.  Para falar sobre esses assuntos, o Brasil de Fato entrevistou a atriz, poetisa e ativista Elisa Lucinda. Brasil de Fato - Semana passada uma madame do Leblon agrediu o gerente de um supermercado e foi presa por racismo. Qual é o alcance do racismo na nossa sociedade? Elisa Lucinda - O racismo é o maior câncer do Brasil. Ele está nas escolas, no mercado de trabalho, no mundo artístico, nas relações religiosas. Não há uma área que onde ...

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    Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

    Elisa Lucinda, Conceição Evaristo e Lívia Natália

    A performance das três autoras citadas, reconhecidas por seu trabalho como escritoras e poetas, sinaliza um tempo novo que não nos encarcera em cercadinhos de fazeres possíveis às mulheres negras. É a consolidação de um caminho sem volta que aponta para nossa chegada a lugares que nos pertencem Por Cidinha da Silva*, do Revista Fórum Aquela segunda quinzena de outubro entrou para a História. O rosa se transformou em negra. Três escritoras estiveram em destaque. Era a consolidação de um caminho sem volta que aponta para nossa chegada a lugares que nos pertencem. Elisa Lucinda, poeta consagrada, em sua estreia como romancista tornou-se finalista do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria “Autor estreante com mais de 40 anos”. O romance Fernando Pessoa, o Cavaleiro de Nada (Record), muito elogiado e lido, cria uma biografia do poeta português a partir de uma leitora que conhece profundamente a obra e o autor, Elisa ...

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    Na cor vermelho carmim escarlate: um breve foco em escrituras das afro-brasileiras Elisa Lucinda e Nega Gizza

    Esse trabalho propõe reflexão sobre escrituras criadas, respectivamente, por Elisa Lucinda e Nega Gizza. Duas mulheres afro-brasileiras. Um texto cultural de cada uma. Do livro O Semelhante foram pinçados versos de Safena. Do disco Na Humildade, a letra de Prostituta. A intenção é fazer uma incursão no tema relações de gênero, tendo em vista o seu complexo cruzamento com questões étnico-raciais. Como ferramentas básicas: análises de aspectos relacionados a mulheres negras na diáspora (Barbara Christian e bell hooks), sugestões sobre a pós-modernidade (Zygmunt Bauman), a perspectiva foucaultiana de poder. Por Diony Maria Soares1, Fazendo Genero   Começo com uma breve revisão introdutória sobre a terceira onda do movimento feminista, na qual a presença de escritoras afro-descendentes é fundamental. Nascida durante os anos 80 do século XX, a terceira onda analisa criticamente a tendência das feministas das décadas de 60 e 70 de usarem um conceito generalizado de mulher. As feministas da terceira ...

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    (Foto: Lucíola Pompeu)

    A poesia total de Elisa Lucinda – Por: Fernanda Pompeu

    Todo poeta tem um rosto. O dela é radioso. Em parte, pela bela mistura que deu numa negra com olhos verdes. Mas principalmente porque Elisa Lucinda tem uma luz interior que se publicita em suas palavras profundamente declamadas. Ela se move no palco com a idêntica desenvoltura com que seus versos se movimentam na página. Muita gente já viu Elisa nas novelas da Globo, a última vez na trama Lado a Lado, escrita por Claudia Lage e João Ximenes Braga. Mas privilegiados são os que já a viram declamando seus poemas com dicção perfeita e fogo na alma. "Desde pequena eu praticava a poesia falada, acho que ali eu já exercitava a atriz que me tornei. A poeta e a atriz são indissociáveis em mim", afirma Elisa. Quando ela completou onze anos, sua mãe Divalda a encaminhou para ter aulas de declamação. Com a professora Maria Filina, a menina aprendeu que "devemos ...

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    elisa lucinda

    A construção da identidade da Mulher Negra na poesia de Elisa Lucinda

    A nossa escrevivência não pode ser lida como história para "ninar os da casa-grande" e sim para acordá-los de seus sonos injustos. (Conceição Evaristo) por Douglas Rodrigues de Sousa1 A poesia é uma das mais antigas formas de expressão lírica da humanidade, atravessando milênios e sempre atingindo uma renovação na temática motivada pelos sujeitos de cada época que as compõem. De acordo com cada tempo, com as relações engendradas em cada sociedade, ou mesmo de como se dá ou se davam as tramas amorosas e as cabeças dos amantes, a poesia sempre esteve presente. Para Konder (2005, p. 14) "a poesia tem trazido para os homens elementos sensíveis preciosos para eles se conhecerem melhor, para um incessante descobrimento – e uma constante invenção - de si mesmos". Dessa forma, a poesia, além de possuir um caráter de expressão artístico, da palavra manifestada na forma de arte, também, como sugere Konder, funciona como uma forma de descobrimento e de invenção de nós próprios. Desse descobrimento ...

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    Aviso da Lua que menstrua

    Elisa Lucinda: Aviso da Lua que menstrua

    Moço, cuidado com ela! Há que se ter cautela com esta gente que menstrua... Imagine uma cachoeira às avessas: cada ato que faz, o corpo confessa. Cuidado, moço às vezes parece erva, parece hera cuidado com essa gente que gera essa gente que se metamorfoseia metade legível, metade sereia. Barriga cresce, explode humanidades e ainda volta pro lugar que é o mesmo lugar mas é outro lugar, aí é que está: cada palavra dita, antes de dizer, homem, reflita.. Sua boca maldita não sabe que cada palavra é ingrediente que vai cair no mesmo planeta panela. Cuidado com cada letra que manda pra ela! Tá acostumada a viver por dentro, transforma fato em elemento a tudo refoga, ferve, frita ainda sangra tudo no próximo mês. Cuidado moço, quando cê pensa que escapou é que chegou a sua vez! Porque sou muito sua amiga é que tô falando na "vera" conheço cada uma, além de ser uma delas. Você que saiu da fresta dela delicada força quando voltar a ela. Não vá sem ser convidado ou sem os devidos ...

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    elisa_lucinda

    Elisa Lucinda

    Elisa Lucinda Elisa Lucinda nasceu em Vitória no Espírito Santo. É poetisa, jornalista, cantora e atriz brasileira.  Idealizadora e fundadora da Casa Poema, a artista tem seu foco de atuação na arte-educação. Com seu jeito ímpar de dizer versos, Elisa faz com que todos entendam seu conteúdo, conheçam e se apaixonem pela beleza da poesia, sendo considerada a artista da sua geração que mais populariza o viver poético. Além de admirada pelos seus inúmeros espetáculos e recitais em teatros, empresas e escolas do Brasil e no exterior, a atriz também é conhecida pelos seus encantadores papéis no cinema e nas telenovelas da Rede Globo. Elisa possui 12 livros publicados e atualmente se prepara para lançar no segundo semestre de 2014 o seu primeiro romance: “Fernando Pessoa, o Cavaleiro de Nada”, uma autobiografia não autorizada. Livros A Lua que menstrua – Produção independente- 1992 Sósia dos sonhos - Produção independente ...

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    Dia Internacional da Mulher: Elisa Lucinda Cidadã Honorária do DF

    A deputada distrital Érica Kokay (PT-DF) convida para a sessão solene pelo Dia Internacional da Mulher e entrega do título de Cidadã Honorária de à escritora e atriz Elisa Lucinda. A cerimônia acontece no dia 4 de março, às 20h, no Sindicato dos Bancários (314/15 Sul). A atriz, roteirista e diretora Elisa Lucinda é a estrela do espetáculo Parem de Falar Mal da Rotina, em cartaz no Teatro dos Bancários entre os dias 5 e 7 de março em homenagem ao mês da mulher. Na peça a atriz interpreta 56 personagens com temáticas do cotidiano. Elisa buscou inspiração nas histórias dia-a-dia. Ela percebeu o quão rica são essas situações rotineiras quando participava do Festival Internacional de Teatro em Sitges, na Espanha, em julho de 2002. Adaptou o formato das apresentações que fez no festival para o atual espetáculo. Alguns aspectos continuam presentes, como a interação com a plateia. As histórias ...

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    De Elisa Lucinda – Mulata Exportação

    Fonte:  Escola Lucinda “Mas que nega linda E de olho verde ainda Olho de veneno e açúcar! Vem nega, vem ser minha desculpa Vem que aqui dentro ainda te cabe Vem ser meu álibi, minha bela conduta Vem, nega exportação, vem meu pão de açúcar! (Monto casa procê mas ninguém pode saber, entendeu meu dendê?) Minha tonteira minha história contundida Minha memória confundida, meu futebol, entendeu meu gelol? Rebola bem meu bem-querer, sou seu improviso, seu karaoquê; Vem nega, sem eu ter que fazer nada. Vem sem ter que me mexer Em mim tu esqueces tarefas, favelas, senzalas, nada mais vai doer. Sinto cheiro docê, meu maculelê, vem nega, me ama, me colore Vem ser meu folclore, vem ser minha tese sobre nego malê. Vem, nega, vem me arrasar, depois te levo pra gente sambar.” Imaginem: Ouvi tudo isso sem calma e sem dor. Já preso esse ex-feitor, eu disse: ...

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    Coisa de branco, até quando? Por Eloisa Lucinda

    Para mim é tão grave quanto um médico que não atende um paciente preto e pobre na emergência. Para William Waack a vida do preto, o pensamento do preto, a atitude do preto, os direitos do preto são menores e tudo nele vale menos Por Elisa Lucinda, do Portal Fórum Escroto, consciente, ativo, legitimado, estrutural, septicêmico em todos os órgãos da nação, o racismo de William Waack não é só dele. Essa é a pior notícia. “Coisa de preto” é subtexto corrente na mente de grande parte de uma sociedade criada sob os parâmetros da Casa Grande. O diabólico plano que começou com tráfico, tortura e assassinato do povo negro e que durou quatrocentos anos, é mais nefasto e homicida do que os cinco ou seis anos do holocausto judeu e essa dor a humanidade respeita mais. Não estou dizendo que uma dor é menor do que a outra. Mas afirmo ...

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    Geledés

    Sou preto e não disputo migalhas com os pardos

    E a miscigenação, tema polêmico no gueto, Relação do branco, do índio com preto Fator que atrasou ainda mais a autoestima: Tem cabelo liso, mas olha o nariz da menina  - GOG, Carta a Mãe África Há muitos debates entre os negros acerca do modus operandi do racismo no tratamento dispensado às pessoas pretas e pardas, no entanto, as discussões são carregadas de sectarismo e sempre causam ressentimentos entre os envolvidos. Eu não desconsidero a importância das especificidades de cada grupo, apenas acredito que os debates deveriam ocorrer se a população negra − considerando a soma de pretos e pardos – estivesse em outro patamar de cidadania. No mínimo com o direito à vida sendo respeitado. Ao evocar o Colorismo¹, os pretos argumentam que os pardos são pessoas palatáveis dentro da estrutura racista, em função disso, conseguem as melhores oportunidades quando comparados a eles, que têm a pele mais escura. ...

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