sexta-feira, março 5, 2021

Resultados da pesquisa por 'Filosofia Africana'

Ouvindo a voz da filosofia africana

Sempre que ouvimos sobre filosofia, remetemos normalmente a uma em específico: A filosofia europeia. Ao decorrer da vida acadêmica, temos um acesso de livros didáticos que unicamente mostram essa espécie de filosofia em particular. Ao nos debruçarmos sobre o livro “Fundamentos de Filosofia”, de Gilberto Cotrim e Mirna Fernandes, percebemos a carência de filósofos de diferentes culturas, nacionalidades e etnias. Por Bianca Alves Martins, Diélly Nara Teixeira Lima e Débora Vieira Costa, estudantes do Instituto Federal do Ceará- Campus Boa Viagem, cursantes do 1° ano do ensno médio. Orientado pelo professor, mestre, em Filosofia, Rafael Menezes para o Portal Geledés Cheikh Anta Diop - Imagem: Comic Republic Dentre estas filosofias silenciadas notamos a filosofia africana. O filósofo Cheikh Anta Diop nos traz diversos caminhos para chegar a uma conclusão efetiva sobre a existência da filosofia africana. Nesta discussão trabalharemos sobre alguns dos argumentos expressos em seu ...

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Filosofia africana: a luta pela razão e uma cosmovisão para proteger todas as formas de vida

 Em suas Lições sobre a Filosofia da História, Hegel diz que a África não tem interesse histórico próprio e é um local em que os homens “vivem na barbárie e na selvageria, sem se ministrar nenhum ingrediente da civilização”. A África, para Hegel, não é um lugar habitado pela História nem pela Razão (“os africanos são crianças eternas, envoltos na negrura da noite sem a luz da história consciente”, diz ainda). Tratada hoje como um preconceito datado e anacrônico, a visão hegeliana sobre a relação do continente africano com a razão permanece viva na prática filosófica do presente, avalia o professor de Filosofia Jean Bosco Kakozi, natural da República do Congo, que esteve em Porto Alegre nesta última semana para fazer uma conferência na 6a Semana da África na UFRGS. por Marco Weissheimer no Sul 21 Doutor em Filosofia e Ciências Humanas, Kakozi tem pós-doutorado em Direito (na área de direitos humanos) ...

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Ubuntu: A Filosofia Africana Que Nutre O Conceito De Humanidade Em Sua Essência

Uma sociedade sustentada pelos pilares do respeito e da solidariedade faz parte da essência de ubuntu, filosofia africana que trata da importância das alianças e do relacionamento das pessoas, umas com as outras. Na tentativa da tradução para o português, ubuntu seria “humanidade para com os outros”. Uma pessoa com ubuntu tem consciência de que é afetada quando seus semelhantes são diminuídos, oprimidos. – De ubuntu, as pessoas devem saber que o mundo não é uma ilha: “Eu sou porque nós somos”. Do Portal Raízes Eu sou humano, e a natureza humana implica compaixão, partilha, respeito, empatia – detalhou em entrevista exclusiva ao Por dentro da África, Dirk Louw, doutor em Filosofia Africana pela Universidade de Stellenbosch (África do Sul). Dirk conta que não há uma origem exata da palavra. Estudiosos costumam se referir a ubuntu como uma ética “antiga” que vem sendo usada “desde tempos imemoriais”. Alguns pesquisadores especulam sobre ...

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Ubuntu: filosofia africana confronta poder autodestrutivo do pensamento ocidental, avalia filósofo

Filósofo congolês Jean Bosco Kakozi Kashindi fala sobre princípio do 'eu sou porque nós somos' e comenta como filosofia africana oferece elementos para pensar realidade latino-americana: 'é momento de considerar outras racionalidades' Por Ricardo Machado Do Opera Mundi “Com o Ubuntu operou-se a mudança da concepção da identidade a partir do ‘eu sou porque tu não és’ (concepção excludente) para o ‘eu sou porque nós somos, e dado que somos então eu sou’ (concepção includente)”. Desta maneira objetiva, mas contundente, Jean Bosco Kakozi Kashindi demonstra um dos principais deslocamentos teóricos e práticos da racionalidade do continente africano em relação ao olhar ocidental hegemônico. você conhece a filosofia Ubuntu? então acesse o link: Umuntu ngumuntu nagabantu Em entrevista, ele explica que a filosofia africana oferece elementos para pensar, também, a realidade latino-americana e caribenha. “Eu estimo que nessas culturas — dominadas, exploradas e marginalizadas — existe um potencial enorme para pensar, a partir de outras ...

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UFBA promove curso de filosofia africana em comemoração à semana da Consciência Negra

Nos dias 17, 18 e 19, das 13h às 17h, o Auditório Raul Seixas da Universidade Federal da Bahia promove o Minicurso de Filosofia Africana para celebrar e demarcar a resistência em terrenos acadêmicos, durante a semana da Consciência Negra. O evento tem entrada Catraca Livre e as inscrições devem ser feitas no local. Do Catraca Livre À falsa tradição europeia, incapaz de alcançar a complexidade do ser negro em perseguição forçada, o minicurso abre espaço para novos conhecimentos de categorias centradas em matrizes culturais africanas. Serviço O QUE Minicurso de Filosofia Africana QUANTO Catraca Livre ONDE Universidade Federal da Bahia https://www.ufba.br/ Rua Barão de Jeremoabo, s/n Ondina - Centro SalvadorVer no mapa

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Ana Branco/Ag. O Globo

Roteiros para o ensino de filosofia africana e afrodiaspórica

Filósofo, professor e pesquisador, Renato Noguera propõe, em livro coeditado pela FBN, mudanças no ensino da disciplina nas escolas No CEERT Ana Branco/Ag. O Globo Desde que foi promulgada a Lei 10.639, que tornou obrigatória a inclusão dos conteúdos de História e Culturas Afro-Brasileira e Africana em todos os níveis de ensino no país, em 2003, muito se discute sobre a aplicação dela. O livro O ensino de filosofia e a lei 10.639, do professor Renato Noguera, produzido pela Pallas Editora em coedição com a Fundação Biblioteca Nacional, defende mudança de paradigmas: descolonizar o pensamento e desfazer a ideia de que a filosofia seja uma aventura exclusiva da cultura ocidental. O livro foi um dos ganhadores do Edital de Coedições para Autores Negros, da Biblioteca Nacional em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, do MinC. O professor lembra que a produção africana ...

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“Não haverá filosofia africana a partir de um livro da Europa”

“Não haverá filosofia africana a partir de um livro da Europa”

Paulina Chiziane Autora dos livros, Balada de Amor ao Vento (1990), Ventos de Apocalipse(1995), Sétimo Juramento (2000), Niketche (2002), O Alegre Canto da Perdiz (2008), todos escritos no género romanesco, a conceituada escritora moçambicana, Paulina Chiziane, entrou numa crise mental que a levou a passar pelo Hospital Psiquiátrico de Infulene. Depois dessa experiência, publicou, em 2013, dois livros (Na Mão de Deus e Por Quem Vibram os Tambores do Além, o primeiro a reflectir em torno de situações dramáticas pelas quais passam os doentes mentais internados naquele domicílio, que se vêem abandonados pelas próprias família, o segundo a reflectir sobre a desvalorização do curandeirismo e espiritismo africano. O texto que se segue, transcrito e editado pelo Debate, enquadra-se nessa discussão e resulta de uma intervenção sua, quando convidada pela Faculdade de Letras e Ciências Sociais da Universidade Eduardo Mondlane, no âmbito de uma série de debates designadas “Anfiteatro 1502, Ideias em Movimento” que aquela instituição de ensino tem vindo a promover ...

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Mini Curso – História da África: reflexões em defesa de uma Filosofia Africana no mundo contemporâneo.

Professor Ms. Gustavo de Andrade Durão Doutorando do Programa de História Comparada (IH-UFRJ), Pesquisador do Laboratório de Estudos Africanos da UFRJ (LeAfrica) Ementa: Debates sobre obras que abrangem a História da África e as formas de pensamento filosófico existentes no pensamento africano. Análises sobre o debate hegeliano em relação à História da África. Estudos das obras de proeminentes pensadores europeus como Levi Strauss, Hannah Arendt e Jean-Paul Sartre. Diálogos com uma perspectiva africanista do pensamento filosófico. Estudo das produções filosóficas e etno-filosóficas de pensadores do cânone africano: Yves Mudimbe, Paulin J. Hountondji, Achille Mbembe, Kwame A. Appiah, Aimé Césaire, Frantz Fanon, Léopold Senghor e Abiola Irele. Análise comparada das obras filosóficas africanas à luz dos modos de agir e pensar, com ênfase nas críticas ao colonialismo e ao pressuposto de inferioridade intelectual dos negros. Desenvolvimento de uma interpretação para as obras dos autores africanistas que laboraram para o protagonismo dos ...

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Existe uma filosofia essencialmente africana?, por SÉRGIO SÃO BERNARDO

Existe uma filosofia essencialmente africana? Por SÉRGIO SÃO BERNARDO

A existência de uma filosofia popular oral é mais valorizada muitas vezes numa perspectiva metafísica e nacionalista, trazendo para o debate mais polêmico na atualidade.  Existe mesmo uma filosofia voltada para os dilemas dos países do continente africano? É possível a afirmação de uma unidade filosófica africana? E se existe esta unidade, quais os conceitos essenciais que a caracteriza? Quais as marcas epistemológicas que a localiza? Precisamos chamar de filosofia a produção de saberes e linguagens gestadas a partir de uma experiência africana no continente e fora dele? Enfim, este é o um debate que não precisa ter fim; a sua realização apenas nos convida a um diálogo necessário sobre uma tensão moderna de uma auto reflexão sobre nossa própria realidade e destino.         A filosofia ocupa um lugar privilegiado no humanismo do Ocidente. Essa asserção, enfatizada por Appiah (1997) contribui para o debate da originalidade do pensamento ...

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(Foto: Enviado por Maria do Carmo Rebouças dos Santos ao Portal Geledés)

Amílcar Cabral: o pedagogo político-cultural das lutas anticoloniais africanas

Mario de Andrade, combatente contra o colonialismo português em Angola, primeiro biógrafo político de Amílcar Cabral e seu companheiro de luta, vai nos lembrar que na trágica história da África revolucionária, em meio a uma débil memória de grandes revolucionários, três figuras ganham indubitável destaque: Kwame Nkrumah, o visionário que liderou a independência de Gana; Patrice Lumumba, o mártir, assassinado enquanto lutava pela independência do Congo; e Amílcar Cabral, o unificador, o líder político da teoria e da ação que conduziu a luta pela independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde (ANDRADE, 2008). No 47a ano de sua morte, na coluna Amefricanidades – Apontamentos sobre o Atlântico Negro, pretendo desvelar uma pequena parte do pensamento e da ação política do principal idealizador de uma das mais bem sucedidas lutas pela independência colonial do século XX no Continente africano – Amílcar Cabral e demonstrar a potência e a contemporaneidade de suas ideias ...

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(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press.)

Conheça Tiganá Santana, primeiro brasileiro a compor em línguas africanas

Cantor e filósofo, Tiganá é o primeiro compositor brasileiro a apresentar canções autorais em línguas africanas Por Hellen Leite, do Correio Brasiliense "Justamente por viver na pele um Estado racista é preciso retomar as línguas africanas, trazer esses pensares e reafirmar que somos pessoas e temos alma", Tiganá Santana(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press.) Cantor, compositor, filósofo, pesquisador. Aos 36 anos, o baiano Tiganá Santana divide seu tempo entre Salvador, Brasília, São Paulo e as viagens internacionais para promoção das suas músicas e pesquisas acadêmicas. O músico compõe e canta em kikongo, kimbundu (línguas da Angola e do baixo Congo), português, inglês, espanhol e francês, e foi o primeiro compositor brasileiro a gravar canções em línguas africanas. A história de Tiganá com a filosofia, a música e a ancestralidade começa muito cedo. Aos 9 anos, sonhava em ser escritor e até venceu um concurso literário na escola com ...

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“A filosofia é inimiga do autoritarismo”, diz senegalês Souleymane Bachir Diagne

Filósofo participa de evento que promove diálogo entre África e Ocidente na Aliança Francesa, nesta sexta-feira (16) Por Marília Moreira, do Correio 24 Horas  , photo Mathieu Zazzo Durante muito tempo, o Ocidente foi visto como universal, e tudo que não se encaixava exatamente em seus códigos, modos de ser e pensar, era considerado específico. Defensor da ideia de que a humanidade precisa ideia de um universal, mas que seja criado em comum, o filosófo senegalês Souleymane Bachir Diagne chega a Salvador para discutir esse e outros assuntos no evento "Filosofia: Diálogos contemporâneos entre África e Ocidente", que acontece nesta sexta-feira (16), às 15h, no Teatro Molière, na Aliança Francesa. Os ingressos custam R$ 20 (inteira), e estão disponíveis no site da Sympla. Com o propósito de conectar, através do tempo e espaço, diferentes trajetórias e realidades, a iniciativa é um esforço de pensar a África e seu encontro com o ...

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Erasmo Magalhães e Vinícius Gomes, integrantes do Madeb: oficinas nas escolas para destacar a questão da afrodescendência

Professores levam a escolas públicas do Gama o ensino da cultura africana

Professores e movimento afrodescendente levam aos alunos de escolas públicas do Gama o ensino da cultura africana como forma de reafirmar as origens Por Aline Brito, do Correio Braziliense  Erasmo Magalhães e Vinícius Gomes, integrantes do Madeb: oficinas nas escolas para destacar a questão da afrodescendência (foto: Aline Brito/CB/D.A Press)   Ancestralidade, na cultura africana, é o processo divino de continuidade da vida. O culto ancestral é um dos princípios básicos no mundo tradicionalmente africano. Mas o contato diário com outras culturas faz com que, muitas vezes, essas referências se percam ou simplesmente se transformem em “coisas do passado”, sem relevância para os dias de hoje. Em busca de resgatar a memória africana e evitar que as tradições originárias do povo africano se percam, professores e afrodescendentes levam a alunos de escolas públicas do Gama a história dos antepassados, como forma de reafirmar o presente. Mesmo ...

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“Histórias Afro-Atânticas: exposição no MASP mostra a história da diáspora africana”.

O Brasil já foi considerado uma segunda África. Fala-se em genocídio em nosso continente com a mortandade de negros na Guerra do Paraguai. Fala-se em processo de “branqueamento”. Do Causa Operaria Foto: Reproduzida/Causa Operaria A Guerra do Paraguai foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. Foi travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança, composta pelo Brasil, Argentina e Uruguai. A guerra estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870. Mas, como foi possível ser o Brasil considerado nos idos de 1864 uma segunda África? Tudo ocorreu com a Diáspora africana — também chamada de Diáspora Negra. Ou ainda com o fenômeno sociocultural e histórico que ocorreu em países além do continente africano devido à imigração forçada, por fins escravagistas mercantis que perduraram da Idade Moderna ao final do século XIX, de africanos. Hoje, cerca de cinco séculos após o início ...

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O filme Pantera Negra e a questão da ancestralidade africana

Pela primeira vez um filme norte-americano coloca o tema da ancestralidade africana no contexto de discussão crítica ao colonialismo e de roubo e exploração das riquezas do solo africano. Dirigido por Ryan Coolger, um jovem negro formado pela Universidade da Califórnia, o filme Pantera Negra estreia no cinema brasileiro produzindo entusiasmo e contentamento entre ativistas negros(as) de diferentes matizes ideológicas, não apenas por apresentar referências positivas de identidade negra, mas também por colocar o continente africano fora da lógica da pobreza e do subdesenvolvimento estruturais. É importante destacar que Pantera negra também se coloca em uma perspectiva de resposta para uma indústria cinematográfica que tem sido contestada pelo seu racismo e machismo nas principais premiações, que ano após ano sequer indicavam negros aos prêmios. por Erisvaldo Pereira dos Santos enviado para o Portal Geledés Ao vincular altíssimo desenvolvimento tecnológico com rituais e saberes tradicionais, evidenciando o poder das mulheres no reino ...

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Doutorando Luís Thiago Dantas questionou conceitos como o de “filosofia universal”. Fotos: Samira Chami Neves/Sucom-UFPR

Doutorando propõe em tese alternativas de resistência à visão eurocêntrica do ensino de Filosofia

Assim que começou a lecionar Filosofia em escolas, Luís Thiago Freire Dantas avaliou que havia uma dissociação entre o que aprendeu sobre metodologia de ensino de Filosofia e a realidade dos alunos. Essa percepção de que delimitar o ensino de Filosofia às teorias clássicas significa negar a existência de intelectualidade fora do Norte do mundo se tornou a tese de doutorado de Dantas, que também propôs formas de intervenção para a inclusão da Filosofia Africana na educação básica e na licenciatura. A banca ocorreu nesta segunda-feira (19) à tarde, no Campus Reitoria, em Curitiba. Por Camille Bropp, do UFPR A tese é uma das primeiras no Brasil a abordar o assunto dentro de um programa de pós-graduação em Filosofia. Para a banca, foram convidados estudiosos de Filosofia Africana de diversas universidades. Eles também participarão do minicurso sobre o tema que ocorrerá ao longo desta terça (20) na Reitoria, com organização do Núcleo ...

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Foto: istockphoto.com

A religião africana e o preconceito na escola

Evandro Luiz Soares Bonfim (UUNIF ESP /UUNIESP)) 1 Foto: istockphoto.com Alexsandro de Jesus Nascimento (UUNIESP)) 2 Resumo O preconceito referente à s religiões de matriz africana,, bem como à sua história que , por sua vez , se agrega à própria h istória do Brasil,, ainda é persistente em nossa sociedade,, refletindo sua maior característica – a intolerância – no meio em que não pode haver preconceito:: a e d ucação.. O professor encontra resistênci a dos alunos que são de outros seg mentos religiosos,, para o estudo científico da cultura africana,, pois esbarra sempre nos funda mentalismos religiosos . N ão se pretende aqui e xaltar esta ou aquela religião,, mas sim apo ntar estrat égias para a desconstrução do preconceito ligado à s religiões de matriz africana , nos espaços educacionais.. Palavras - chave:: Religião africana . Preconceito.. Escola.. Racismo.. Educação.. Abstract The prejudice ...

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Ilustração: Romulo Arruda

A crítica de Marcien Towa às doutrinas de identidade africana

O presente trabalho propõe tematizar a crítica que o filósofo Marcien Towa realizou sobre a questão da identidade africana. Sobre tal questão, o autor parte de duas concepções que consistiram primordiais no desenvolvimento da filosofia africana contemporânea: a alma negra de Blyden e a negritude de Senghor. A crítica a tais concepções tem como objetivo evidenciar que a tentativa de encontrar uma essência para a população africana invariavelmente não atenta para a diversidade de identidades no continente africano. Com isso, uma das implicações é a exigência para refletir sobre a fronteira entre natureza e cultura que propicia a construção da filosofia africana enquanto capaz de realizar um diálogo com outras formas de pensamento. Palavras-chave: Alma negra, identidade africana, Marcien Towa, negritude. Marcien Towa (Ilustração: Romulo Arruda) no Textos Diaspóricos Este trabalho pretende tematizar a crítica realizada pelo filósofo Marcien Towa sobre a questão da identidade africana. ...

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Discussões Sobre a Origem da Filosofia e o Racismo Epistêmico

Reprodução/ Youtube Por Rodrigo Castilho Do Educa Help Amigas e amigos filósofas(os), nesta semana daremos continuidade em nossas discussões sobre a origem da filosofia. Para tal, usaremos o livro História da Filosofia vol.I, dos filósofos italianos Dario Antiseri e Giovanni Reale. Mostraremos um lado oposto da discussão com Renato Noguera, tendo como base a obra Ensino de Filosofia e a Lei 10.639. Os italianos afirmam no início da obra que a filosofia é uma invenção grega, apesar de o tema ser ainda debatido. “Naturalmente, sobretudo entre os orientalistas, não faltaram tentativas de situar no Oriente a origem da filosofia, especialmente com base na observação de analogias genéricas constatáveis entre as concepções dos primeiros filósofos gregos e certas ideias próprias da sabedoria oriental. Todavia nenhuma dessas tentativas teve êxito. Já a partir de fins do século dezenove, a crítica rigorosa produziu uma série de provas verdadeiramente esmagadoras contra ...

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Ricardo Stuckert/Agência Brasil

Quilombismo, una filosofía de vida

En el marco del Día Internacional de la Eliminación de la Discriminación Racial, que se conmemora el 21 de marzo, la literatura afrobrasileña ofrece un gran aporte que busca  incentivar un mundo sin racismo. Por  Omer Freixa Do Afribuku Durante la época de la conquista, en vastos espacios de la América colonial se constituyeron centros de acogida de esclavos africanos huidos que hicieron causa común y se defendieron de la invasión y reconquista del amo y sus secuaces. Algunos alcanzaron dimensiones impresionantes, como elQuilombo (o República) de Palmares, una verdadera “República negra” en el Brasil del siglo XVII, que resistió el embate de los portugueses más de medio siglo. Fueron miles los esclavos convertidos en cimarrones en la colonia, y se los denominó de diferente forma de acuerdo a la región: en Brasil se los llamó quilombolas, en áreas del caribe español cimarrones, en Colombia palenqueros, mientras en Venezuela a ...

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