quinta-feira, março 4, 2021

Resultados da pesquisa por 'Guarani Kaiowá'

Estado e agronegócio: risco de morte aos Guarani Kaiowás

Estado e agronegócio: risco de morte aos Guarani Kaiowás

    Douglas Belchior São conhecidos, embora pouco divulgados, os conflitos em Mato Grosso do Sul onde se opõem os interesses de latifundiários e do agronegócio e a resistência indígena dos povos Guarani Kaiowás. O governo federal, ao invés de cumprir a política indigenista garantida pela Constituição Federal, tem fortalecido o agronegócio, tem sido negligente com relação à violência e assassinatos no campo e tem desmantelado e esvaziado a FUNAI.  Em Maio de 2013 Tribunal Popular, organização que promove denúncias de violência do Estado e que acompanha toda a situação no Mato Grosso do Sul, trouxe lideranças Guarani Kaiowás para dialogar com estudantes dos Cursinhos Comunitários da Uneafro-Brasil. Essa foi também uma maneira de fazer ouvir as denúncias e angariar apoios para a luta indigenista. Apesar da grande violência sofrida, povos Guarani Kaiowás estão resistindo e reagindo, como no caso da comunidade Takuara, que retomou seu território originário invadido pelo fazendeiro ...

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rio

Liminar suspende expulsão dos Guarani Kaiowá em Mato Grosso do Sul

Liminar que determinava saída dos Guarani Kaiowá em MS é suspensa Segundo informou por meio do Twitter a ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Maria do Rosário, o governo federal conseguiu suspender nesta terça-feira (30), a liminar que determinava a reintegração de posse da tribo indígena Guarani Kaiowá em Mato Grosso do Sul. "Acabamos de receber decisão judicial q suspende reintegração de posse do território dos Guarani Kaiowá. Recurso do Gov. Federal foi acatado! (sic)" , comemorou a ministra. Na sequência, ela complementou a informação. "De acordo com essa decisão, os indígenas ficam onde estão! Agora lutaremos p/agilizar o processo de estudos p/ demarcação desse território". Na tarde desta segunda, Maria do Rosário, que também preside o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) recebeu em Brasília uma comissão de representantes da comunidade indígena, junto aos ministros Eduardo Cardoso, da Justiça, e Luís Inácio Lucena Adams, da ...

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Guarani-Kaiowá: à margem dos direitos

Não se passa um mês sem que a Anistia Internacional receba novas denúncias de violações contra as comunidades Guarani-Kaiowá no Mato Grosso do Sul. Ao longo da última década, nossa organização registrou assassinatos, ameaças de morte contra líderes indígenas, trabalho escravo, desnutrição, remoções violentas e a destruição de plantações e propriedades. Com processos judiciais emperrados, mais de mil famílias vivem à margem das rodovias. Têm sido ameaçadas por seguranças contratados para impedi-las de tentar reocupar suas terras, e sofrem com problemas de saúde por causa da vida em abrigos temporários, sem assistência médica. Além disso, muitos foram mortos e feridos em acidentes de trânsito. Por Patrick Wilcken, da Anistia Internacional  A situação é crítica, e ainda assim as autoridades continuam a adiar a demarcação das terras dos Guarani-Kaiowá. Pouco foi feito até agora, apesar de em abril de 2010 a Funai e o Ministério Público Federal terem assinado um Termo de ...

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Um adeus a Léia, guerreira Kaiowá Guarani

Além do ataque em Caaparó (MS), a assembleia dos povos Guarani e Kaiowá sofreu mais uma grande perda Por Felipe Milanez Do Carta Capital O povo Kaiowá Guarani foi atacado brutalmente, nesta terça-feira 14, por pistoleiros e fazendeiros armados na Terra Indígena Dourados-Amambaí Peguá, em Caaparó (MS). O massacre resultou em uma morte e pelos menos quatro pessoas feridas gravemente. Clodiodi Aquileu Rodrigues de Souza, 23 anos, agente de saúde Kaiowá, foi morto por dois tiros, no local do ataque ruralista. Notícias do massacre de Caaparó estão sendo divulgadas pelas redes sociais pela Aty Guasu, a grande assembleia dos povos Guarani e Kaiowá. O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou que o ataque foi organizado – como as antigas correrias que promoviam genocídios – com cerca de 200 caminhonetes, motocicletas, cavalos e trator usados por pistoleiros, capangas e homens que chegaram atirando contra o acampamento em que os Guarani e Kaiowá estavam, na ...

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mia couto guarani kaowá

Sou Mia Couto Guarani-Kaiowá, sou Brasileiro e estou sendo vítima do genocídio

Grave um vídeo. Mostre o rosto. Grave outras pessoas falando. Incentive. Divulgue. Queremos mostrar que não só serão os 170 violentados com esse ato. Mas sim TODA A NAÇÃO.Mande o link do seu vídeo para [email protected] o abaixo-assinado: http://migre.me/blfkmSe informe: http://www.facebook.com/SomosGuaraniK...#SomosTodosGuaraniKaiowá     Fonte: Guarani Kaiowá    

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Walter Navarro

MPF/MS quer indenização de R$ 100 mil de colunista por racismo contra etnia guarani-kaiowá

Ex-colunista do jornal "O Tempo" pode ser condenado à pena de 2 a 5 anos de prisão O Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul (MPF/MS) ajuizou ação por racismo contra o ex-colunista do jornal “O Tempo” (MG), Walter Navarro. O MPF pede indenização de R$ 100 mil por danos morais coletivos contra a etnia guarani-kaiowá, a ser recolhida ao Fundo de Reparação de Interesses Difusos Lesados, que deve ser revertida para programas de saúde e de educação da Reserva Indígena de Dourados. O MPF ajuizou ainda ação penal por racismo. A Lei 7.716/89 prevê pena de reclusão de 2 a 5 anos, quando o crime é cometido pelos meios de comunicação, e é inafiançável. A ação foi ajuizada na Justiça Federal de Dourados.  O Ministério Público Federal, antes de ajuizar as ações, pediu explicações a Walter. Apesar de utilizar frases como “índio bom é índio morto” e “as ...

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LUTA-PELA-TERRA

Fazendeiro admite ter atirado em adolescente guarani-kaiowá de 15 anos, Denílson Barbosa morto no domingo em Mato Grosso do Sul

  O fazendeiro Orlandino Carneiro Gonçalves, 61, confessou ter atirado no adolescente guarani-kaiowá de 15 anos, Denílson Barbosa. O corpo do jovem morador da aldeia tey´ikue, localizada na área indígena Caarapó, em Caarapó (MS), a cerca de 50 quilômetros de Dourados (MS), foi encontrado no último domingo (17) em uma estrada vicinal que separa a aldeia de algumas fazendas. Segundo o delegado regional de Dourados, Antonio Carlos Videira, o proprietário da fazenda Sardinha se apresentou ontem (19) à noite na delegacia de Caarapó e confessou a participação no crime. Em seu depoimento o fazendeiro informou que estava só na propriedade quando ouviu os latidos dos cachorros, que correram para a área do criadouro de peixes. Ao perceber o movimento, Gonçalves disse ter disparado dois tiros. De acordo com o delegado, Gonçalves estava acompanhado de sua advogada, prestou depoimento e foi liberado em seguida. A Agência Brasil não conseguiu localizar a advogada de ...

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Índios guarani-kaiowá aguardam decisão sobre área em Rio Brilhante

  Com 3.987 quilômetros quadrados e pouco mais de 30,6 mil habitantes, Rio Brilhante, na região Sudoeste de Mato Grosso do Sul e a 160 quilômetros da capital, Campo Grande, é uma das principais produtoras de cana-de-açúcar do Brasil. Nos últimos anos, contudo, a cidade tem aparecido no noticiário nacional com alguma frequência devido à disputa de terras entre fazendeiros e cerca de 140 índios guarani-kaiowá que vivem no acampamento conhecido como Laranjeira Ñanderu. Segundo o cacique Farid Mariano, os índios reivindicam que a União reconheça como território tradicional indígena, ou solo sagrado (tekoha), a área que pertenceu aos seus antepassados. A área pleiteada é uma das 39 que constam de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado em 2007 pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Fundação Nacional do Índio (Funai), que previu a criação de grupos técnicos para identificar e delimitar as eventuais áreas indígenas. Farid estima ...

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Do Baú do STF: Episódio 1 – Daniel Dantas e Guarani-Kaiowa

por Renato Rovai   Inicio com este post uma série acerca de decisões do pleno ou de juízes do Supremo Tribunal Federal. Neste momento em que o julgamento da Ação Penal 470 está chegando ao final e o STF ganhou uma aura de novo bastião da moralidade e da ética entre os opinadores dos veículos tradicionais, vale a pena fazer um pequeno balanço histórico. Afinal, os ministros do Supremo meio que se tornaram super-heróis de toga, prontos para agir a favor da sociedade e do interesse público. Porém, assim como Batman recebia seu chamado através de um feixe de luz nos céus de Gothan City, o STF parece seguir o feixe de luz da mídia tradicional e dos seus interesses. Quando este sinal não surge, os heróis de toga não são assim tão "justiceiros" quanto no atual episódio da Ação Penal 470. Daniel Dantas Daniel Dantas, ex-dono do banco Opportunity, ...

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Tuitaço em apoio ao direito de resposta na Veja dos guarani-kaiowá

Na quinta-feira, 22, apoiadores, movimentos e indígenas se mobilizam para denunciar casos de racismo na mídia e exigir direito de resposta aos indígenas na principal publicação da editora Abril e maior revista semanal de informação do Brasil, a Veja. O tuitaço #RespostaGuaraniKaiowa começa às 15 horas, horário de Brasília. No dia 14 deste mês, os indígenas e dezenas de entidades lançaram uma carta pública intitulada Revista Veja: direito de resposta aos Guarani e Kaiowá já, denunciando o teor anti-indígena e discriminatório da matéria, exigindo apuração por parte da Justiça e o direito de resposta nas páginas do veículo. Lançaram também uma abaixo-assinado que será entregue ao Ministério Público Federal do Mato Grosso do Sul. Em reportagem assinada pelos jornalistas Leonardo Coutinho e Kalleo Coura e publicada dia 4 de novembro sobre a situação fundiária do Mato Grosso do Sul, a revista não perdeu "a oportunidade de apresentar, mais uma vez, ...

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Kaiowá e Guarani denunciam Veja por racismo e exigem direito de resposta

Alvos de reportagem da Revista Veja no último dia 4, indígenas Guarani e Kaiowá lançaram nesta quarta-feira, 14, uma carta pública exigindo o direito de resposta na publicação. Afirmam, também, que irão encaminhar denúncia de racismo e estímulo ao ódio ao Ministério Público Federal do Mato Grosso do Sul (MPF-MS). A carta foi coassinada por cerca de cinquenta organizações. A matéria, assinada por Leonardo Coutinho e Kalleo Coura e publicada nas versões impressa e virtual da revista, foi considerada discriminatória pelos indígenas. Segundo a carta, a Veja "não perdeu 'a oportunidade de apresentar, mais uma vez, a imagem dos Guarani e Kaiowá como seres incapazes, como nós indígenas não fossemos seres humanos pensantes. Fomos considerados como selvagens e truculentos'", afirmam. Um abaixo-assinado exigindo direito de resposta será enviado ao MPF-MS. Leia o documento na íntegra: Revista Veja: direito de resposta aos Guarani-Kaiowá já "A escrita, quando você escreve errado, ...

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Parlamentares querem solução para o conflito dos Guarani-Kaiowá, no MS

Diante da carta que fala em 'morte coletiva', Comissão de Direitos Humanos pede intervenção do governo federal São Paulo – Diante da decisão da comunidade Guarani-Kaiowá, composta por 170 índios, de morrer coletivamente caso ocorra a reintegração de posse das terras onde vivem, na região de Dourados (MS), decretada pelo Tribunal Regional da 3ª Região no dia 29 do mês passado, parlamentares da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados prometem visitar a aldeia "Passo Piraju" e articular uma solução para o conflito. A decisão dos indígenas foi anunciada em carta enviada ao governo e à Justiça Federal. A reintegração ainda não tem data marcada. O anúncio de morte coletiva da comunidade é algo que precisa ser ouvido pelo poder público, segundo a deputada Erika Kokay (PT), vice-presidente da comissão. "Precisamos mudar a perspectiva de 'mudez'. Tudo isso que está acontecendo, o grito que está sendo arrancado desta comunidade ...

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Guarani-Kaiowá ameaçam denunciar o Brasil para a OEA por violação de direitos dos povos indígenas

Ivan Richard Tacuru (MS) - Lideranças indígenas da etnia Guarani-Kaiowá de Mato Grosso do Sul decidiram dar um prazo de 90 dias para que a Fundação Nacional do Índio (Funai) divulgue o resultado de seis estudos antropológicos, iniciados em 2008, para definir as áreas que poderão ser homologadas no estado. Caso o prazo não seja cumprido, os índios ameaçam denunciar o Brasil à Organização dos Estados Americanos (OEA) por violação de diretos dos povos indígenas. A medida é um dos principais pontos que vão constar no documento final da primeira Aty Guasu realizada em 2012. A grande assembleia indígena, que acaba hoje (3) em Tacuru, município a 450 quilômetros de Campo Grande, reuniu aproximadamente 300 lideranças, que representam cerca de 45 mil índios das etnias Guarani Kaiowá e Nhandéwa do Mato Grosso do Sul. Para o vereador Otoniel Ricardo Guarani, uma das principais lideranças dos guarani-kaiowá, está havendo descaso das ...

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Carta do GT Combate ao Racismo Ambiental da RBJA em apoio ao Povo Kaiowá-Guarani da Terra Indígena Laranjeira Nhanderu, Mato Grosso do Sul

  As organizações e pessoas que compõem o GT Combate ao Racismo Ambiental da Rede Brasileira de Justiça Ambiental nos manifestamos frente à sociedade brasileira e nos dirigimos diretamente às autoridades, nacionais e internacionais, para que, no cumprimento das Constituição e dos acordos internacionais assinados pelo Brasil, não mais se permita que o povo indígena Kaiowá-Guarani continue a ter seus direitos à existência material, física, cultural e simbólica violados pelos interesses de empresários e fazendeiros que, em nome da apropriação privada da terra e do território, reinventam e aplicam as velhas violências que historicamente marcam a vida dos povos originários no País. Não é novidade para grande parte da sociedade o fato de que os povos indígenas têm sido, ao longo da história do Brasil e da América Latina, considerados e tratados como seres inferiores, exóticos e selvagens. Postura social que, aliada e vinculada aos interesses do mercado, tem logrado ...

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Por que as mães Guarani rejeitam a creche?

Essa e outras questões constam na dissertação de mestrado em antropologia “Viver na língua guarani: mulher falando”, defendida nesta quarta (28) no Museu Nacional (UFRJ) por Ara Reté, nome de batismo de Sandra Benites, que encontrou uma via original para redigi-la: caminha com um pé na aldeia, outro na academia. Assim, vai narrando sua própria vida e, através dela, tece reflexões num vai-e-vem contínuo pela ponte que liga os dois mundos. Relatos orais da avó parteira e as histórias de Nhandesy Eté – figura feminina da cosmologia guarani - dialogam com ensaios de antropólogos não indígenas. Por José Ribamar Bessa Freire, do Taqui Pra Ti Foto: Reprodução/ Taqui Pra Ti O nascimento e a infância na aldeia é a ocasião para discutir o parto e o corpo da mulher como lugar de conhecimento e como território. Sua alfabetização em português, língua estranha, e sua atuação já como professora suscitam observações sobre escola, letramento, oralidade, língua, bilinguismo ...

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ONU Mulheres pede rigor na apuração da morte de líder kaiowá

ONU Mulheres pede rigor na apuração da morte de líder kaiowá

Luciano Nascimento A Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres Brasil pediu ontem (6) rigor e celeridade autoridades na apuração da morte da líder indígena kaiowá Marinavalva Manoel, assassinada na última sexta-feira (31) em Dourados, Mato Grosso do Sul. Nesta quinta-feira, a ONU Mulheres divulgou nota em que manifesta “extremo pesar pela violência e pela truculência” com que foi morta Marinalva, de 27 anos. O corpo da líder indígena foi encontrado na manhã de sábado (1º) à margem da rodovia BR-163. Marinalva recebeu 35 facadas – os golpes foram desferidos no tórax, pescoço, rosto e na mão esquerda da jovem. Marinalva era uma das defensoras da demarcação da Terra Indígena Ñu Verá e integrante do Grande Conselho Guarani-Kaiowá Aty Guassu. No último dia 15, ela participou, com outros líderes indígenas, de uma reunião em Brasília com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Eles manifestaram, na ocasião, repúdio à decisão do STF que ...

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Aty Guasu denuncia assassinato da liderança Kaiowá Marinalva Manoel e pede providências ao MPF

Por: Tania Pacheco O Conselho da Aty Guasu enviou carta (abaixo) a Deborah Duprat, coordenadora da 6ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, e ao Procurador da República em Dourados, Marco Antonio Delfino, sobre a morte da liderança Kaiowá Marinalva Manoel, de 28 anos. Uma das integrantes da comitiva que esteve em Brasília semana passada para exigir dos poderes públicos a demarcação das terras Guarani e Kaiowá, Marinalva foi encontrada na manhã de ontem (01/11) na margem da BR-163, despida e assassinada com diversas facadas. Reunido na Terra Indígena Nhuporã, o Conselho da Aty Guasu exige, na carta, “investigação justa” para a morte de Marinalva Manoel, “pois a mesma já vinha sofrendo várias ameaças de morte”. A carta continua: “Assim como todos nós povo Guarani e Kaiowá que estamos sofrendo ameaças de morte, ameaças de despejo, ameaças de invalidação dos laudos antropológicos de nossas Terras Indígenas Tradicionais decidimos que não vamos aceitar essa ...

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Cartucha 2 Calibre 12-70

YPo’i: fazendeiros envenenam rio utilizado por famílias Kaiowá, acusam indígenas

A Polícia Federal, Força Nacional e Fundação Nacional do Índio já foram notificadas da ocorrência. Uma amostra da água será encaminhada ao Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul. Em função do feriado e do final de semana, nada deverá ser encaminhado até segunda-feira. Ruy Sposati, de Brasília CIMI – Indígenas Guarani Kaiowá de YPo'i, em Paranhos, divisa do Mato Grosso do Sul com o Paraguai, denunciaram o envenenamento do córrego YPo'i, principal fonte de água da comunidade. Um vídeo com imagens do riacho contaminado, registrado por dois professores indígenas, foi publicado pelo conselho da Aty Guasu – assembleia dos Kaiowá e Guarani – na sexta-feira, 16. Segundo relatos da comunidade, uma crosta de espuma branca se formou em toda a superfície da água, na manhã da quarta-feira, 14, fechando totalmente o rio. "As crianças estavam tomando banho quando viram a espuma branca", contam. "Ela tomou conta do córrego ...

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Dionísio Crixi (ao fundo está Geizy, funcionária da faculdade em que ele estuda), Maria da Penha e Ertiel: alunos do ensino superior tiveram de estudar em suas aldeias durante a pandemia (Arquivo Pessoal)

A luta dos universitários indígenas para não desistir das aulas em ensino remoto nas aldeias durante a pandemia

A estudante indígena, que faz parte do povo Atikum, morava em Brasília desde que ingressou no ensino superior em 2019. No início da pandemia, em março passado, a jovem precisou deixar a capital federal e retornar para a sua aldeia no município de Carnaubeira da Penha, no sertão de Pernambuco. Em agosto de 2020, quando as aulas remotas da UnB começaram, surgiram também as dificuldades, como a falta de um computador e uma conexão de internet precária. "Já fiquei dias sem conseguir assistir a uma aula", diz Penha à BBC News Brasil. Os problemas de conexão, que costumam afetar até mesmo estudantes que moram nos centros urbanos, são ainda maiores para quem mora em áreas rurais ou terras indígenas. Em meio às dificuldades, a universitária também convive com o temor da covid-19, que tem afetado duramente os povos indígenas do país. "Dois tios idosos faleceram por causa do coronavírus. Isso ...

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Milton Nascimento conta como o racismo despertou sua consciência política

Prestes a se apresentar em São Paulo, artista fala ao Destak também sobre sua relação com a cultura indígena por Gabriela Ferreira, do Destak Jornal   Foto: Nathalia Pacheco Em 2010, Milton Nascimento recebeu honraria que poucos conseguem. Junto a 37 líderes espirituais da Nação Guarani-Kaiowá, foi batizado como Ava Nheyeyru Iyi Yvy Renhoi . Ele celebra o significado do nome em seu novo espetáculo, que vem rodando o Brasil desde o ano passado. De volta a São Paulo, o artista se apresenta neste sábado (7), no Espaço das Américas. O nome de batismo Guarani - concedido para pouquíssimas pessoas nascidas fora da tribo – surgiu a partir da percepção que os índios tiveram ao olhar uma foto de Milton. Nenhuma das lideranças o conhecia ou sabia de sua importância. Na ocasião, ele se apresentava em Campo Grande para comunidades indígenas e sul-mato-grossenses. Depois de uma discussão fechada de quase duas horas, caciques ...

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