terça-feira, setembro 29, 2020

    Resultados da pesquisa por 'IBGE'

    Carteira de trabalho e previdência social - Gabriel Cabral/Folhapress

    Desemprego diante da pandemia tem alta de 27,6% em quatro meses no país, aponta IBGE

    O Brasil encerrou o mês de agosto com cerca de 12,9 milhões de desempregados, 2,9 milhões a mais que o registrado em maio, o que corresponde a uma alta de 27,6% no período. É o que apontam os dados divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a população ocupada no mercado de trabalho foi estimada em 82,1 milhões de pessoas, acumulando redução de 2,7% em relação a maio, quando este contingente somava cerca de 84,4 milhões de pessoas. País encerrou agosto com o maior número de desempregados desde que o IBGE começou a analisar o desemprego na pandemia — Foto: Economia/G1 Com isso, a taxa de desocupação ficou em 13,6%, a maior no acumulado mensal desde então. Entre as cinco regiões do país, as maiores taxas foram observadas no Nordeste (15,7%), no Norte (14,2%) e no Sudeste (14,0%). Já as ...

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    Foto: Marcos Serra Lima/G1

    Pela primeira vez, mais da metade dos brasileiros não têm trabalho, diz IBGE

    Apenas 49,5% das pessoas com idade de trabalhar estavam ocupadas no trimestre encerrado em maio. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgada na manhã desta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o menor nível de ocupação desde o início do levantamento, em 2012. Ainda, segundo o IBGE, o número apresenta uma queda de cinco pontos percentuais em relação ao trimestre encerrado em fevereiro. "Pela primeira vez na série histórica da pesquisa, o nível da ocupação ficou abaixo de 50%", diz Adriana Beringuy, analista da pesquisa. "Isso significa que menos da metade da população em idade de trabalhar está trabalhando. Isso nunca havia ocorrido na PNAD Contínua", acrescenta. Ou seja: mais da metade da população com idade para trabalhar está desocupada. O mercado de trabalho mostrou nos três meses até maio perda de vagas generalizadas, como consequência das ...

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    Getty/Gary Waters

    Aumenta desigualdade salarial entre brancos e pretos, diz IBGE

    A diferença de rendimentos entre trabalhadores brancos e pretos aumentou em 2019, atingindo o maior patamar desde 2016, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De acordo com pesquisa divulgada pelo instituto nesta quarta (6), a renda média mensal dos pretos equivalia a 55,8% da dos brancos. O rendimento médio dos trabalhadores brancos foi de R$ 2.999 em 2019. Já os pretos tiveram rendimento médio de R$ 1.673. Foi a segunda maior diferença da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012, perdendo apenas para 2016. Os trabalhadores que se declararam pardos tiveram em 2019 renda média de R$ 1.719 por mês. O valor equivale a 57,3% do rendimento médio dos brancos. Nesse caso, porém, a diferença se mantém praticamente estável nos últimos anos, após uma queda em 2016. Em 2019, os trabalhadores pretos representavam 10,4% da população ocupada no país. A fatia vem crescendo ao longo dos últimos ...

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    Contra Covid-19, IBGE antecipa dados sobre indígenas e quilombolas

    O IBGE estima que no Brasil existiam 7.103 localidades indígenas e 5.972 localidades quilombolas em 2019, de acordo com a Base de Informações Geográficas e Estatísticas sobre os Indígenas e Quilombolas, feita a partir da base territorial do próximo Censo, adiado para 2021, e do Censo 2010. Na próxima semana, as informações estarão disponíveis também em mapas e planilhas interativas no hotsite covid19.ibge.gov.br, que reúne dados para combater a pandemia causada pelo novo coronavírus. Por Alerrandre Barros, Da Agência IBGE Notícias Divulgação foi antecipada para subsidiar políticas para enfrentar a Covid-19 junto aos povos tradicionais (Foto: Fernando Damasco/IBGE) A divulgação foi antecipada para subsidiar o desenvolvimento de políticas, planos e logísticas para enfrentar a Covid-19 junto aos povos tradicionais. Os dados atualizados sobre os contingentes dessas populações serão conhecidos após o Censo 2021. O estudo mostra que as localidades indígenas estão distribuídas em 827 municípios brasileiros. ...

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    Foto: Nappy

    Brasileiras têm filhos mais tarde, mas 430 mil mulheres até 19 anos deram à luz em 2018, mostra IBGE

    Levantamento mostra que na última década diminui a proporção de mães com menos de 30 anos. Maior aumento no número de nascimentos foi de mães com idade entre 35 e 39 anos. Por Daniel Silveira, do G1 Foto: Nappy As mulheres brasileiras estão esperando mais tempo para serem mães, priorizando a gestação após os 30 anos de idade. É o que sugerem as Estatísticas do Registro Civil, divulgadas nesta quarta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, entre 2008 e 2018, diminuiu o número de mulheres que tiveram filho com menos de 30 anos de idade, enquanto aumentou o daquelas que se tornaram mãe após essa idade. Também diminui a proporção daquelas que têm filhos após os 45 anos. O levantamento foi feito com base nos registros de nascidos vivos realizados pelos Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais ...

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    Carteira de trabalho e previdência social - Gabriel Cabral/Folhapress

    Desemprego aumenta só entre os negros no 3º trimestre, aponta IBGE

    Para cada R$ 1.000 que brancos recebem de salário, pretos e pardos ganham de R$ 550 a R$ 560 Por Diego Garcia, da Folha de S.Paulo Carteira de trabalho e previdência social (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress) A população que se declara da cor preta foi a única que teve aumento na taxa de desemprego, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (19). Entre eles, a taxa de desemprego cresceu de 14,5% para 14,9% na comparação entre o segundo e o terceiro trimestre deste ano. A taxa caiu de 9,5% para 9,2% no período entre os que se declaram brancos, e de 14% para 13,6% entre os pardos. Em números absolutos, havia 1,587 milhão de pessoas que se consideram pretas entre os desempregados de julho a setembro deste ano, cerca de 23 mil a mais que no trimestre anterior (1,564 milhão). Já entre os ...

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    Brancos têm renda 74% superior à de pretos e pardos, diz IBGE

    Estudo 'Desigualdades Sociais por Cor ou Raça' mostra que desvantagem não se altera nos últimos anos Por Eduardo Cucolo, da Folha de S.Paulo  Foto: pexels Dados do IBGE mostram que trabalhadores brancos possuem renda 74% superior, em média, em relação a pretos e pardos, diferença que se manteve praticamente estável ao longo dos últimos anos. De acordo com o estudo "Desigualdades Sociais por Cor ou Raça", divulgado nesta quarta-feira (13) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), pretos e pardos, que representam 56% da população brasileira, estão em desvantagem no mercado de trabalho, apresentam os piores indicadores de renda, condições de moradia, escolaridade, acesso a bens e serviços, além de estarem mais sujeitos à violência e terem baixa representação em cargos de gerência. A renda média mensal do brasileiro branco, seja ele trabalhador formal ou informal, é de R$ 2.796. Entre os pretos e pardos, é de ...

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    Mulher trabalhadora Foto- Márcia Foletto : Márcia Foletto

    Desemprego fica em 11,8% em agosto e atinge 12,6 milhões, diz IBGE

    Número de trabalhadores por conta própria e sem carteira assinada bate novo recorde. Informalidade avança e atinge 38,8 milhões, ou 41,4% da população ocupada – maior nível da série histórica. Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, do G1 Foto:  Márcia Foletto A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,8 % no trimestre encerrado em agosto, atingindo 12,6 milhões de pessoas, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma estabilidade frente ao trimestre encerrado em julho, quando a taxa também ficou em 11,8% e o número de desempregados também foi calculado em 12,6 milhões. Já na comparação com o mesmo trimestre do ano passado (12,1%), a taxa de desemprego caiu 0,3 ponto percentual. Também houve melhora na comparação com o trimestre móvel anterior, de março a maio (12,3%). Apesar dos sinais de recuperação do mercado de ...

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    Marcos Santos/USP Imagens Carteira de trabalho

    Trabalhadores autônomos somam 24 milhões no país, diz IBGE

    Os trabalhadores por conta própria no país chegaram a 24 milhões de pessoas no trimestre encerrado em maio deste ano. O número é 1,4% superior ao registrado no trimestre encerrado em fevereiro deste ano (mais 322 mil pessoas) e 5,1% maior do que o observado no trimestre finalizado em maio de 2018 (mais 1,17 milhão de pessoas). Por Vitor Abdala, da Agencia Brasil Marcos Santos/USP Imagens Carteira de trabalho O contingente de trabalhadores autônomos no Brasil é recorde da série histórica, iniciada em 2012. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O crescimento desses trabalhadores contribuiu para o aumento da população ocupada como um todo, que ficou em 92,9 milhões de pessoas, 1,2% superior (mais 1,07 milhões de pessoas) ao trimestre anterior e 2,6% a mais (2,36 milhões de pessoas a ...

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    No ano passado, as mulheres tiveram rendimento médio de R$ 2.050 — Foto- Reprodução : EPTV

    Mulheres ganharam 20,5% menos que os homens em 2018, diz IBGE

    Números mostram uma melhora em relação a 2017, quando rendimento médio das trabalhadoras correspondeu a 78,3% do dos homens, mas ficou inferior ao observado em 2016 (80,8%). IBGE revela que as mulheres ganham 20% menos que os homens As mulheres seguiram ganhando menos em 2018. Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta sexta-feira (8) relevou que o rendimento médio das mulheres ocupadas equivalia a 79,5% do que era recebido pelos homens. No ano passado, o rendimento médio das mulheres foi de R$ 2.050, enquanto os homens receberam R$ 2.579. Uma diferença de 20,5%. Os números colhidos em 2018 mostram uma melhora em relação a 2017, quando o rendimento médio das trabalhadoras equivalia a 78,3% ao do dos homens, mas ficou inferior ao observado em 2016 (80,8%). A pesquisa também apontou que as mulheres trabalharam menos horas do que os homens - o levantamento exclui as ...

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    @BRIT/Nappy

    Mulheres têm cada vez menos filhos e escolhem pela maternidade tardia, aponta IBGE

    Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (31) aponta que houve aumento de nascimentos no grupo de mulheres com mais de 30 anos. Por Andréa Martinelli, do HuffPost Brasil As mulheres brasileiras têm cada vez menos filhos e escolhem cada vez mais pela maternidade tardia, entre os 30 e 39 anos. Este é um dos dados apontados pela pesquisa "Estatísticas do Registro Civil 2017", divulgada nesta quarta-feira (31), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística), que confirma uma constante na sociedade brasileira. Desde 2013, o instituto aponta que, a cada ano, cresce o número de mulheres que contemplam este perfil no País. O total de nascimentos cujas mães possuíam menos de 30 anos caiu de 74,3% para 64,9%, entre 2016 e 2017. Segundo a pesquisa, a taxa de fecundidade entre as mulheres mais jovens vem caindo expressivamente nos últimos 10 anos. Entre 2007 e 2017, a proporção dos filhos de mães que tinham até 19 anos de idade passou de ...

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    População que se declara preta mantém tendência de crescimento no país, aponta IBGE

    Entre 2016 e 2017, 6% a mais se autodeclararam pretos, enquanto os que se declaram brancos diminuíram 0,6%. Pesquisa também reforça envelhecimento da população. Por Daniel Silveira Do G1 Em um ano, o número de brasileiros que se declaram pretos subiu 6%, para 17,8 milhões, aponta pesquisa divulgada nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento reforça tendência observada desde 2015, quando os brancos deixaram de ser maioria no país. No mesmo período, entre 2016 e 2017, o número de autodeclarados pardos aumentou 1%, para 96,9 milhões, enquanto o total dos que se declaram brancos teve queda de 0,6%, para 90,379 milhões. “Essa tendência, de queda dos brancos e aumento de pretos e pardos , foi observada em todas as grandes regiões do país”, enfatizou a gerente da pesquisa Maria Lúcia Vieira. Se comparado com os dados de 2012, início da série histórica da pesquisa, o total ...

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    Renda de casais homoafetivos é 65% maior do que a de heterosexuais, diz IBGE

    O levantamento, de acordo com economista, potencializa o chamado “consumo gay” no Revista Fórum De acordo com amostra de cerca de 35 milhões de entrevistas coletadas em seis anos pelo IBGE, o número de casais homoafetivos que moram juntos no Brasil cresceu 170% em cinco anos. O levantamento diz ainda que a renda média de indivíduos que compõem casais homoafetivos é 65% maior do que a dos chefes de família heterossexuais, que, por sua vez, têm três vezes mais filhos morando com eles. Uma combinação, segundo o economista Marcelo Nery, que potencializa o chamado “consumo gay”. Hoje, segundo levantamento da FGV social, são 304 mil pessoas. Embora agora haja a mesma quantidade de casais masculinos e femininos morando juntos, o crescimento deles foi maior: 226% em cinco anos.

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    População que se declara preta cresce 14,9% no Brasil em 4 anos, aponta IBGE

    Do total de brasileiros, 8,2% se consideram pretos. Pesquisa mostra ainda que população idosa segue aumentando, enquanto o número de crianças diminui. Por Daniel Silveira, G1 Na pesquisa do IBGE, o entrevistado é quem declara com qual cor ou raça se identifica. Na foto, modelo que participou da exposição Mulheres em Negro e Branco' (Foto: Gilson Lorenti/ Divulgação) Entre 2012 e 2016, o número de brasileiros que se autodeclaram pretos aumentou 14,9% no país. No mesmo período, também cresceu a quantidade dos que se consideram pardos, enquanto diminuiu o percentual de brancos na população. É o que revela a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgada nesta sexta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a pesquisa, em 2012, quando a população do país era estimada em 198,7 milhões de pessoas, os brancos eram maioria (46,6%), os pardos representavam 45,3% do total, e os pretos, ...

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    IBGE corta questões sobre raça, agricultura familiar e agrotóxicos de censo rural

    Atingido pelo corte de gastos no governo federal, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) encolheu o questionário do censo agropecuário, que começa em outubro. A pesquisa, que deveria ocorrer a cada dez anos para obter uma radiografia do campo no Brasil, seria feita em 2015, mas foi adiada. Por Monica Bergamo Do Racismo Ambiental SECA 1 O número de recenseadores também diminuiu: dos 80 mil previstos, serão contratados 26 mil. Um documento interno sobre o censo admite que “é sensível que a redução do questionário foi drástica, contudo ele atende minimamente à demanda de atualização”. Questões sobre agricultura familiar, uso de agrotóxicos e raça das pessoas, por exemplo, sumiram. SECA 2 “Haverá um prejuízo irrecuperável para a série histórica de alguns itens”, afirma Dione Oliveira, do sindicato de servidores do instituto. O IBGE, via assessoria, diz que o censo foi “redesenhado” para ser “exequível” com o orçamento de ...

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    SP - DESEMPREGO/SP - GERAL - Pessoas observam vagas de emprego   expostas em postes na Rua Barão de   Itapetininga, no centro de São Paulo,   nesta manhã de sexta-feira (03).   03/02/2017 - Foto: DARIO OLIVEIRA/ESTADÃO CONTEÚDO

    IBGE: Salário de brancos é 80% maior que de pretos e pardos

    Cor da pele gera diferença de R$ 1.199 no rendimento médio real para a mesma função Do R7  Os trabalhadores brancos ganham salários médios 82% superiores aos rendimentos dos pretos, conforme dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nesta quinta-feira (23). Um trabalhador branco tem um rendimento médio real de R$ 2.660, considerando todas as ocupações, enquanto brasileiros pretos empregados ganham R$ 1.461 — uma diferença de R$ 1.199. Os pardos ganham, em média, R$ 1.480. O desemprego também atinge mais pretos e pardos. A taxa média de desocupação no País ficou em 12% no ano passado, porém entre as pessoas de cor preta alcança 14,4% e, no caso dos pardos, foi a 14,1%. Por outro lado, a taxa de desocupação dos brancos foi de 9,5%. O Brasil encerrou 2016 com 12,3 milhões de pessoas desempregadas, sendo que a ...

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    carteira_trabalho74

    Desemprego é maior entre pretos e pardos, e rendimento é menor, diz IBGE

    O desemprego entre pretos e pardos no final do ano passado foi maior que a média nacional, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (23). Do UOL Enquanto a taxa de desemprego no país foi de 12% no final do quarto trimestre, ela chegou a 14,4% entre pretos e a 14,1% entre pardos. Para os brancos, a taxa foi menor, de 9,5%. Os dados fazem parte de um detalhamento da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada no final do mês passado. O uso do termo "preto" costuma ser criticado nas redes sociais como supostamente preconceituoso, mas é a terminologia oficial da pesquisa do IBGE. O grupo mais genérico de "negros" reúne as cores específicas, "preta" e "parda", explica o instituto. Do total de 12,3 milhões de desempregados no último trimestre de 2016, a maioria (52,7%) era parda. Brancos representavam 35,6%, e pretos, 11%. Na ...

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    Negros são 17% dos mais ricos e 75% da população mais pobre, diz IBGE

    Levantamento divulgado nesta sexta-feira, 2, pelo IBGE mostra que entre 2005 e 2015, aumentou o número de negros entre os brasileiros mais ricos, de 11,4% para 17,8%; apesar disso, a população branca ainda compõe é maioria – oito em cada dez – entre o 1% mais rico da população; somente 12,8% da população negra chegou ao nível superior, enquanto os brancos de nível superior eram que 26,5% do total no mesmo ano; "Um país como o Brasil necessita de medidas específicas para corrigir essa desigualdade, esse é um ponto que deve ser frisado", diz o especialista do IBGE André Simões Do Brasil 247  Isabela Vieira, da Agência Brasil - Entre 2005 e 2015, aumentou o número de negros entre os brasileiros mais ricos, de 11,4% para 17,8%. Apesar disso, a população branca ainda é maioria – oito em cada dez – entre o 1% mais rico da população. Entre os mais ...

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    População parda quase se iguala à branca, diz IBGE

    Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios revela que, em 2015, 45,2% dos residentes no Brasil se declararam brancos, enquanto 45,1% eram pardos. População que se diz branca vem caindo desde 2004, segundo instituto.Pela primeira vez, a população brasileira que se declara parda praticamente se igualou àquela que diz ser branca no país. Os dados, referentes a 2015, são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira (25/11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). no Terra No ano passado, a população era composta por 45,2% de pessoas de cor branca e 45,1% de pardos. Além disso, 8,9% dos residentes se declararam pretos. Em números absolutos, 92,636 milhões de pessoas se disseram brancas, 92,310 milhões, pardas e 18,153 milhões disseram ser pretas. De acordo com a pesquisa do IBGE, a população branca no país vem diminuindo desde 2004, enquanto um aumento dos demais grupos vem sendo observado. ...

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    Desemprego entre mulheres é maior que dos homens em 2015, diz IBGE

    O desemprego continuou atingindo mais as mulheres do que os homens em 2015, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A taxa de desemprego entre elas era de 11,7%, enquanto para eles foi de 7,9%. Do Uol Além disso, o aumento do desemprego no ano passado foi maior para as trabalhadoras. Enquanto a taxa delas aumentou 2,9 pontos percentuais, a dos homens subiu 2,6 pontos percentuais. Os dados foram divulgados nessa sexta-feira (25) e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). As mulheres também eram a parcela maior entre os desempregados: 53,6% do total de 10 milhões de desempregados no ano passado. O percentual ficou um pouco acima da participação das mulheres na população total brasileira, que é de 51,5%, segundo o próprio estudo. A proporção das mulheres entre os desempregados, porém, caiu 3,1 pontos percentuais entre 2014 e 2015. Diferença salarial caiu O salário ...

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