Resultados da pesquisa por 'James Baldwin'

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“Carta para minha irmã Angela Davis” por James Baldwin

Se fosse vivo, James Baldwin teria feito 93 anos em 2 de agosto. Um dos maiores escritores dos EUA no século 20, Baldwin foi também um dos grandes intelectuais ativistas de sua época. Em 1970, ele escreveu uma carta aberta a Angela Davis, então presa, na qual além de expressar solidariedade, reflete sobre o racismo, a militância negra e o significado da democracia nos EUA. Traduzo-a aqui, que eu saiba, pela primeira vez em língua portuguesa. É um texto memorável e que pode dizer muito a nós, brasileiros, em 2017 – infelizmente, muita coisa não mudou para melhor, muitos problemas permanecem os mesmos. Mas, felizmente, podemos contar com o legado de James Baldwin e Angela Davis. Querida Irmã: Uma pessoa poderia ter esperança de que, a esta hora, a mera visão de correntes sobre a Carne Negra, ou mesmo apenas ver correntes seria uma visão tão intolerável para o povo ...

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James Baldwin em Istambul, na Turquia. (Foto- Sedat Pakay, 1965, Coleção do Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana dos EUA)

James Baldwin: o leão de 95 anos

Nascido há exatamente 95 anos nos EUA, no dia 2 de agosto de 1924, o escritor e ativista James Arthur Baldwin iniciou a vida pública aos 14 anos de idade como um pregador mirim sensação na igreja de seu padrasto, em Nova Iorque. A dedicação aos cultos não durou muitos anos, mas ajudou a forjar a oratória cortante do intelectual que, além de romances, peças e poesia, se tornou notável pelos discursos e entrevistas contundentes sobre a vida das pessoas negras nas Américas. James Baldwin no Harlem, bairro onde nasceu. (Foto- Steve Schapiro, 1963: Getty Images) O lançamento do filme Eu não sou seu negro (Raoul Peck — 2016), baseado em um livro não finalizado do autor sobre a luta e o assassinato de três de seus amigos e ativistas do movimento dos direitos civis — Medgar Evers, Martin Luther King Jr. e Malcom X — ...

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James Baldwin (1924-1987), American writer, 1964. (Photo by Jean-Regis Rouston/Roger Viollet/Getty Images)

Uma Tarde com James Baldwin

James Baldwin (1924-1987), American writer, 1964. (Photo by Jean-Regis Rouston/Roger Viollet/Getty Images) Uma tarde dedicada ao escritor norte-americano James Baldwin, com exibição de dois filmes inspirados em sua obra –Eu Não Sou Seu Negro e Se a rua Beale Falasse – e uma mesa de debate sobre a atualidade do autor, composta por Márcio Macêdo, Carol Rodrigues, Alex Ratts e Allan da Rosa. Nascido em 1924, Baldwin é um dos mais importantes nomes da literatura do século XX e do movimento de direitos civis nos EUA. Seus romances e ensaios abordam especialmente questões raciais, de sexualidade e identidade. Esta mostra é uma parceria entre as Curadorias de Cinema e Literatura do CCSP. Do Centro Cultural  PROGRAMAÇÃO  20/7 15h Eu Não Sou Seu Negro 17h  Mesa de debate sobre a atualidade do autor – com: Márcio Macêdo, Carol Rodrigues, Alex Ratts e Allan da Rosa 19h30 Se a Rua Beale ...

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Foto divulgação de James Baldwin

Cinema recupera obra de James Baldwin expoente do pensamento negro

Indicado ao Oscar, 'Se a Rua Beale Falasse' recupera legado de James Baldwin por Guilherme Genestreti no Folha de São Paulo O escritor James Baldwin em retrato feito em 1964 - Jean-Régis Roustan :Roger-Viollet A rua Beale não dá as caras no romance “Se a Rua Beale Falasse”, de James Baldwin, nem no filme inspirado nele, de Barry Jenkins. O local de Memphis que é indissociável da cultura do blues paira além de qualquer delimitação geográfica. Está lá como uma espécie de via crucis, atemporal e simbólica, da experiência do que é ser negro na América. A obra de Baldwin está embebida da cadência do blues —ora melancólica, ora efusiva, encapsula as chagas do racismo cotidiano e também a sua pulsão de resistência. Graças ao documentário “Eu Não Sou Seu Negro”, do ano retrasado e ao drama de Jenkins, que estreia nesta quinta (7), o cinema tem ajudado ...

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Novas traduções de James Baldwin mostram a potência da visão crítica do autor

Novas edições da obra do ativista negro americano mostram a atualidade da visão crítica do escritor, como aponta o professor Anelito de Oliveira neste ensaio inédito Por  Anelito de Oliveira Do Uai Autor de peças teatrais, ensaios e romances, James Baldwin expõe uma sociedade fraturada, em que a individualidade se sobrepõe às relações afetivas e coletivas (foto: Allan Warren/Wikicommons) Dos anos 1960, quando chegaram as primeiras traduções de romances do afro-americano James Baldwin (1924-1987) ao Brasil, até agora, quando novas traduções finalmente estão chegando, passaram-se mais de 50 anos. A publicação de O quarto de Giovanni (1956) e Terra estranha (1962) quebra um longo silêncio editorial. As últimas edições brasileiras de livros do autor saíram nos anos 1980, num tempo tão conflituoso como os anos 1960 e este que se abriu de 2013 para cá, com o ressurgimento de conservadorismos horrendos. Isso nos leva a pensar em ...

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James Baldwin (Foto: Ralph Gatti / AFP/Getty Images)

James Baldwin. Ninguém sabe o meu nome.

O que vais ouvir, ler ou ver foi produzido pela equipa do Fumaça, um projecto de media independente, progressista e dissidente e foi originalmente publicado em www.fumaca.pt. PARTE 0 James Baldwin, escritor norte-americano, ativista anti-racista, anti-colonialista e anti-imperialista, morreu a 1 de dezembro de 1987. James Baldwin:  Uma das coisas que mais aflige este país é que as pessoas brancas não sabem quem são e de onde vêm. É por isso que pensam que eu sou um problema. Eu não sou um problema. A vossa história é. E enquanto vocês fingirem que não conhecem a vossa história serão prisioneiros dela. E não há dúvida sobre se estão a libertar-me ...

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James Baldwin (1924-1987), junto aos monumentos de Shakespeare e John Milton, no Albert Memorial, Kensington Gardens, em Londres: “Ele não era um ‘escritor negro’, era um escritor

Vida e obra de James Baldwin

Tocado pelo gênio da linguagem, romancista e intelectual negro americano passou a vida em lutas, internas e externas, contra o racismo e a homofobia; o discurso, atingindo a essência do problema, foi seu grande legado Por Gilberto G. Pereira no Jornal Opção James Baldwin (1924-1987), junto aos monumentos de Shakespeare e John Milton, no Albert Memorial, Kensington Gardens, em Londres: “Ele não era um ‘escritor negro’, era um escritor James Baldwin nasceu em um hospital do Harlem, em Nova York, em 2 de agosto de 1924. Veio ao mundo tão raquítico e pequeno, respirando mal, que o médico afirmou que não passaria dos cinco anos. Filho de pai que nunca conheceu, vivia em ambiente de miséria com oito irmãos. Alimentava-se apenas de carne enlatada a semana toda, comprada fiado na mercearia de um velho judeu (parte da história dos judeus e dos negros nos EUA é ...

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O autor James Baldwin (Foto: Allan Warren)

James Baldwin, o grande crítico do sonho americano

“Quando você estava começando como escritor, sendo negro, pobre e homossexual, deve ter pensado: ‘Nossa, quão desfavorecido se pode ser?’, afirmou certa vez um apresentador de talk show ao entrevistar James Baldwin. Sem pestanejar, ele respondeu: “Não, eu achei que tinha tirado a sorte grande. Era tão ultrajante que eu tinha de achar um jeito de usar aquilo”. Neto de um escravo, Baldwin nasceu em 2 de agosto de 1924 em um hospital no Harlem, bairro negro de Nova York para onde sua mãe, Emma Berdis Jones, havia acabado de se mudar, após deixar o pai biológico do escritor por conta de seu vício em drogas. Três anos depois, ela se casaria com o pastor evangélico David Baldwin, que daria ao autor seu sobrenome, oito irmãos e uma conturbada relação: para agradá-lo e, ao mesmo tempo, desafiá-lo, começou a pregar em uma igreja diferente da dele aos 14 anos. Aos 18, deixou ...

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Quem são os bárbaros? Reflexões acerca do documentário: Eu não sou seu negro (James Baldwin)

James Baldwin foi poeta e crítico social afro americano, nascido em Nova York em 1924 tem nos romances suas críticas centrais acerca das diversas opressões daquele momento histórico, da luta por direitos civis nos Estados Unidos na década de 60. Baldwin, como a maioria dos negros e negras do mundo possuí uma história de luta permeada pelo sofrimento iniciado desde infância. O documentário, que pretende ser uma biografia de Baldwin, relatando através de sua escrita e dos gestos irónicos que transparecem uma doçura e um bravio, intencionava mostrar as dificuldades do seu livro inacabado Remember this house, que seria uma história da América através das vidas de Martin Luther King, Jr. (1929-1968), o ativista dos direitos civis Medgar Evers (1925-1963), e Malcolm X (1925-1965), amigos de Baldwin, assassinados antes de completar 40 anos. O documentário é um daqueles que nos deixa inquietante e com vergonha de viver em uma sociedade ...

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Artistas lançam manifesto em homenagem ao escritor negro James Baldwin

Compartilhado no perfil da cantora, Janelle Monáe o vídeo traz o depoimento de artistas e celebridades negras que questionam estereótipos Por Márcia Maria Cruz Do Uai Part II. We came together not as "celebrities" but as human beings, artists, activists, sons, daughters, etc all trying to shine light on the work of a literary hero, iconic writer, essayist, playwright, activist #JamesBaldwin. The documentary/film I AM NOT YOUR NEGRO by director/writer #RaoulPeck highlights #Baldwin's work and deserves to be seen by everyone. It echoes the past to help contextualize the present. So timely. So insightful. Thank you to every person who lent their voice to this mic.com (shout out to @mic!) edited collaboration. Pls pls pls spread the word about #JamesBaldwin and I AM NOT YOUR NEGRO! read his work THE FIRE NEXT TIME, NOTES OF A NATIVE SON, ANOTHER COUNTRY, etc! Long live JB! (Part 1) #Iamnotyournegro #KNOWYOURBALDWIN full link in ...

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LeBron James e John Legend vão produzir série inspirada em Meu Mestre, Minha Vida

O rei do basquete vai ser unir ao mais novo rei da música. De acordo com informações da Variety, o astro da NBA e multi-produtor de projetos em desenvolvimento LeBron James e o mais novo detentor do EGOT (vencedor dos prêmios Emmy, Grammy, Oscar e Tony) John Legend produzirão uma série inspirada em Meu Mestre, Minha Vida para a CW. Por Renato Furtado, do Adoro Cinema  Foto: Slaven Vlasic/Alberto E. Rodriguez Criada por Wendy Calhoun (Station 19, Empire), o seriado acompanhará os passos de Amarie Baldwin, personagem análoga ao Joe Clark de Morgan Freeman. Recém-empossada diretora de uma escola pública de Akron, Ohio - cidade natal de LeBron James -, Baldwin lutará com todas as suas forças para transformar um campus decadente em um lugar melhor, uma tarefa complicadíssima que se tornará ainda mais difícil por causa do problema da segurança da educação nos Estados Unidos. Maiores informações sobre o projeto, sem título oficial, ainda não foram divulgadas, mas o anúncio demonstra ...

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Arquivo Pessoal

25 de julho comemoração do Mês da Mulher Negra Latino -Americana e Caribenha e de Tereza de Benguela : a clínica do testemunho

Como você se percebeu Negra? Você falou que era Negra ou te gritaram Negra? Na construção da sua identidade racial você se sente escutada? Você se sente invisível nas suas relações afetivas, se sente acolhida? Sente-se com espaço para expressar seus sentimentos, suas afetações? As pessoas com quem se relaciona lhe reconhecem no que tange espaço para você ser? Ou somente percebem como objeto de subalternização ou sexual? Você se sente representada nos movimentos sociais? E como percebe seu laço com o Social? Esta e muitas perguntas a partir do vídeo impactante da poeta Victoria Santa Cruz sobre a descoberta de Ser através do outro/ Outros me convocam uma para uma escuta como “Testemunho, Instrumento” da dor e reverberações do racismo estrutural, fenômeno social com característica de negação no nosso país, que apesar do inconsciente não ser racista, machista e misógino, mas é atravessado pela reprodução destas construções da estrutura ...

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Foto: Reprodução/ Facebook

Revista serrote lança edição dupla com vencedores da 3a edição do Concurso de Ensaísmo serrote

A revista serrote chega às livrarias na primeira quinzena de novembro em dose dupla. Depois de a edição impressa de julho ser substituída por uma edição digital gratuita, a nova publicação reúne os números 35 e 36 em um volume de 336 páginas. A revista apresenta os ensaios vencedores do 3o Concurso de Ensaísmo serrote, que teve como primeira colocada Maria Lucas, com o ensaio “Próteses de proteção”. Em 2o lugar, Evandro Cruz Silva, com o texto “Orfeu enfrenta o genocídio negro”, e, na terceira colocação, Raphael Grazziano, com o ensaio “Baltimore, ainda”. O lançamento da revista acontece no dia 17 de novembro (terça-feira), às 18h, e reunirá para uma conversa os três ganhadores do prêmio. O evento é gratuito e acontece no canal do IMS no YouTube. Maria Lucas (1989), também conhecida como Ma.Ma. Horn, reflete no ensaio “Próteses de proteção” sobre o lugar dos corpos trans na sociedade ...

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Guillermo Arias/AFP via Getty Images

O nascimento do Sujeito Negro

Desde que eu posso me lembrar, sempre fui acompanhado por uma profunda melancolia. Inconstante – às vezes onipotente, às vezes quase imperceptível – mas sempre presente.  Depois de versar e tergiversar sobre essa fiel companheira com alguns ouvintes, nem sempre atentos, percebi o que era esse sentimento. A melancolia, no fundo, era enraizada num sentimento de não ser. Não caber. Não pertencer.  Fez sentido. Eu, de fato, nunca durei muito em grupos, o que explica os ouvintes desatentos não terem ficado pra continuação. Bom...de qualquer maneira, a insônia – uma nem tão fiel companheira, visitante esporádica – se dedicou um pouco mais. Numa dessas noites ela se deitou em minha cama, íntima como de costume, e me mostrou que essa melancolia era a minha kriptonita. Desde sempre me tornara fraco. Impotente. Cordial. Nessa noite fui bombardeado de fatos, que apesar de me incomodarem, até o momento, sempre foram meio amorfos ...

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Daniela Caetano/ Arquivo Pessoal

Entre o pacto narcísico da branquitude e eu não sou seu (sua) negro (negra): considerações acerca do silenciamento e da não legitimidade de pessoas negras como sujeitos capazes de opinar

Há tempos venho ensaiando falar de algo que muito me incomoda, uma das estratégias mais recorrentes do racismo em suas variadas dimensões, o silenciamento de pessoas negras como meio de deslegitimar e massacrar subjetivamente aqueles (as) que ousam ter opiniões e práticas divergentes do micro poder hegemônico estabelecido em dado espaço (leia- se também, poder da branquitude). Quantos (as) de nós em seus ambientes de trabalho, de estudo, de lazer, tivemos ideias insistemente rejeitadas e recepcionadas pelo grupo marcadamente dominante com descaso, desprezo ou repulsa? Para exemplificar, imaginemos que o grupo precise tomar uma decisão acerca da cor azul ou da cor roxa, sem implicações posteriores sobre uma escolha totalmente casual e você, pessoa negra, divergindo de uma pessoa branca opta pela cor roxa. Percebam que é algo extremamente simples, mas que as atitudes e os argumentos do grupo podem revelar muito acerca do poder circundante e do sistema de ...

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(Foto: INSTYLE.COM/BONNIN STUDIO / STOCKSY)

Como falar com sua família branca sobre racismo – Black Lives Matter

Como falar com sua família branca sobre racismo. Ser aliado significa ter conversas desconfortáveis. Aqui está como começar. Eventos recentes nos Estados Unidos me deixaram refletindo sobre as inúmeras maneiras pelas quais posso me sair melhor como aliado quando se trata de apoiar a comunidade negra e derrubar os sistemas inerentemente racistas em nosso país. Uma grande parte de ser um aliado não é apenas assumir a responsabilidade por si mesmo e não ser racista, mas trabalhar ativamente para desmantelar o racismo quando você o vê - em outras palavras, conversando com as pessoas em sua vida que ainda fazem comentários ignorantes em resposta ao notícias ou que possuem crenças prejudiciais. 13º O documentário de Ava DuVernay de 2016 explora a criminalização de afro-americanos e o boom da prisão nos EUA. Disponível para transmitir na Netflix. Ou seja, pessoas como meu pai, um homem branco conservador em uma cidade rica que ...

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Edifício Pier Maurício de Nassau em Recife, de onde o menino Miguel caiu do 9º andar (Reprodução / TV Globo)

Miguel e a pedagogia do racismo 

Longe da mãe, Miguel, ainda pequeno, não sabe que não pode se expressar naquele espaço. Não sabe que não há direitos ali. Que ele é uma extensão do corpo de sua mãe e também pertence, a sua maneira infantil, ao mundo do trabalho. A insistência de Miguel em ir atrás da mãe, que levava o cachorro da patroa para passear, feriu a etiqueta daquelas relações. Ele não sabe se portar. Não aprendeu o lugar de negro. E nem terá tempo. Miguel cometeu uma infração: atrapalhou a manicure da patroa. Perturbou a distinção tácita entre quem fala e quem deve calar. Mas a criança não desiste de sua voz. Não sabe exatamente com quem está falando. Não aprendeu o seu lugar. Ele é pequeno. Sarí Corte Real abandonou o menino no elevador de um prédio de mais de 30 andares. As imagens das câmeras do edifício parecem acentuar ainda mais as ...

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Djamila Ribeiro indica livros para ler durante isolamento por coronavírus

A filósofa e colunista de Marie Claire sugere obras de romance, ficção e poemas escritos por pessoas negras A filósofa e colunista de Marie Claire, Djamila Ribeiro indica livros para ler durante isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus, a COVID-19. De sua casa e em bate papo ao vivo no Instagram de Marie Claire, a autora sugere obras de romance, ficção e poemas escritos por pessoas negras. Confira a lista: 1. Amada - Toni Morrison A história é baseada em fatos reais e é ambientado em 1873, época em que os Estados Unidos começavam a lidar com as feridas da escravidão recém-abolida. Com estilo sinuoso, Toni Morrison constrói uma narrativa complexa, que entrelaça com maestria brutalidade e lirismo. (Companhia das Letras, pags.368, R$ 67,90) 2. O Olho Mais Azul - Toni Morrison Considerado um dos livros mais impactantes da autora, seu primeiro romance conta a história de Pecola Breedlove, ...

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Foto Caio Lirio

Embarque Imediato Ou Floresce Pitanga Na Trincheira

É preciso a imagem para recuperar a identidade.  Tem-se que tornar-se visível.  Porque o rosto de um é o reflexo do outro.  O corpo de um é o reflexo do outro.  E em cada um o reflexo de todos os corpos.  A invisibilidade está na raiz da perda da identidade.  Beatriz Nascimento em  Orí.  Direção de Raquel Gerber.   Por Viviane A. Pistache para o Portal Geledés Embarque Imediato (Foto Caio Lirio) Sempre é tempo de aviar sobre o que pulsa mesmo após o apagar das luzes. Embarque Imediato, de autoria do dramaturgo Aldri Anunciação e encenado por Antônio Pitanga, seu filho Rocco Pitanga, com participação virtual de Camila Pitanga encerra temporada em São Paulo com muitas questões reverberando.   Obra que completa a trilogia iniciada pelo espetáculo Namíbia, Não! montada em 2011 sob a direção de Lázaro Ramos (adaptada para o cinema, com estréia prevista para o ...

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Retrato colorido de Malcolm X (Foto: Getty Images)

Malcom X: 55 anos do brutal assassinato de um dos maiores símbolos da luta negra nos EUA

Malcolm X sabia que seu destino era morrer jovem. E que sua morte seria violenta. Em sua autobiografia, ele explicou: “Em qualquer cidade, aonde quer que eu vá, homens negros estão observando cada movimento que eu faço, esperando pela chance de me matar. Quem escolhe não acreditar no que estou dizendo não conhece os muçulmanos da Nação do Islã. Sei também que posso morrer de uma hora para outra nas mãos de brancos racistas. Ou pode ser um negro que tenha passado por lavagem cerebral, e que acha que, ao me eliminar, estaria ajudando o homem branco”. Essas impressões não eram coitadismo do líder ativista. Numa madrugada de fevereiro de 1965, um coquetel molotov explodiu na sala de estar de sua casa, em Nova York, com fragmentos de uma segunda bomba encontrados mais tarde na parte traseira da residência, bem onde ficavam os quartos da família. Foi o fracasso desse ...

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