Resultados da pesquisa por 'LGBT'

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    O corpo negro masculino: uma reflexão sobre hiperssexualização e racismo dentro da comunidade LGBTQIA+

    Nem tudo é óbvio e perceptivo quando se entra em um site pornográfico, nas redes sociais ou em grupos de mensagens e tenta estabelecer uma conexão com o que está sendo visto e consumido na sua mente e categorizados pela plataforma ou pelo seu clique. No entanto, faz-se necessário um olhar mais observador a fim de refletir os significados e significantes desse consumismo. O presente artigo tem como objetivo refletir o negro na comunidade LGBTQIA+, explorado especificamente em torno de sua sexualidade. O gênero masculino, sempre esteve em uma posição de poderio patriarcal em nossa sociedade. Tentar compreendê-lo, faz-se necessário enquanto ser social no contexto histórico-cultural, onde é possível também visualizar a construção do indivíduo e de sua identidade. Principalmente quando esta identidade se torna frágil na visão do outro, afinal sua construção social não pode se adequar ao adjetivo; nem permitindo que um igual haja da mesma forma, até ...

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    Carta antiviolência racial - (Foto reprodução Phil Roeder via Flickr)

    Mais de 70 entidades LGBT assinam carta antiviolência racial

    Uma carta antiviolência racial veio à tona depois dos recentes assassinatos de negros americanos, incluindo George Floyd, um homem de 47 anos que foi morto após um policial branco chamado Derek Chauvin colocar o joelho no pescoço por oito minutos e 46 segundos. Tony McDade, um homem negro transgênero, também foi morto por policiais brancos na Flórida. Agora, acredita-se que seu assassinato seja a 12ª morte violenta de um transgênero do ano de 2020 nos Estados Unidos. Desde então, protestos e manifestações eclodiram em 140 cidades nos Estados Unidos – e no mundo – contra a brutalidade policial, o racismo e a supremacia branca, com mais de 4000 pessoas sendo presas (em 31 de maio de 2020). “‘Se você é neutro em situações de injustiça, escolheu o lado do opressor. ‘Essas palavras, escritas há mais de 30 anos pelo arcebispo Desmond Tutu, lembram-nos que a indiferença nunca pode superar a ...

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    Adobe

    Nem senzalas, nem armarios: Reflexões sobre ser LGBTQI+ E NEGRE

    Dia 17 de maio foi mais um dia internacional da LGBTfobia. Neste dia, há 30 anos (1990), a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças. Um grande avanço para nossa comunidade, que viveu anos de patoligização social e medica. A data sempre é capaz de nos fazer refletir sobre nossos avanços e retrocessos nesse decorrer de lutas. Sou uma muher negra, bissexual e socialista e sempre uso a data para refletir sobre como é ser LGBTQI+ e negre dentro da esquerda e principalmente dentro da comunidade LGBTQi+. Um dos maiores historicamente desafios teóricos da esquerda e, em especial, dos marxistas, tem sido pensar a sexualidade, as práticas sexuais, as identidades, de maneira revolucionária e por meio do materialismo dialético, sem taxações de pós-modernidade. E um dos maiores desafios da comunidade LGBT é entender a dimensão do racismo como fator significativo nas vivencias sexuais e ...

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    Marc Bruxelle via Getty Images

    UNAIDS e MPact manifestam preocupação com relatos de abuso contra pessoas LGBTI em meio à pandemia

    O UNAIDS e a MPact também disseram estar profundamente preocupados com o fato de essa ação discriminatória estar agravando os desafios que as pessoas LGBTI já enfrentam no acesso a direitos, incluindo serviços de saúde seguros e de qualidade. O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) e a Ação Global MPact para a saúde e direitos de homens gays, estão extremamente preocupados com o fato de que pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais (LGBTI) estão sendo apontadas e culpadas, abusadas, encarceradas e estigmatizadas como vetores de doenças durante a pandemia da COVID-19. O UNAIDS e a MPact também estão profundamente preocupados com o fato de que essa ação discriminatória está agravando os desafios que as pessoas LGBTI já enfrentam no acesso a seus direitos, incluindo serviços de saúde seguros e de qualidade. A diretora-executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, lembrou que o HIV ensinou que a violência, o bullying e ...

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    Tenda de acolhimento de mulheres e LGBTs instalada na Avenida Hélio Pellegrino, na Zona Sul de SP. — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1

    Tendas de acolhimento a mulheres e LGBTs registram 400 atendimentos a vítimas de agressão durante carnaval em SP

    Entre 15 de fevereiro e 1° de março, serviço também atendeu 270 casos de assédio, 115 de racismo, 332 de crianças desaparecidas e 115 casos de LGBTQfobia, segundo a Prefeitura de SP. No G1 Tenda de acolhimento de mulheres e LGBTs instalada na Avenida Hélio Pellegrino, na Zona Sul de SP. — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1 As tendas de acolhimento a mulheres e LGBTs registraram 400 atendimentos a vítimas de agressão durante o pré-carnaval e carnaval em São Paulo. Segundo a Prefeitura, entre os dias 15 de fevereiro e 1° de março, o serviço também atendeu 270 casos de assédio, 115 de racismo, 332 de crianças desaparecidas e 115 casos de LGBTQfobia. A informação foi divulgada pela gestão municipal na manhã desta segunda-feira (02). De acordo com o levantamento, 25% dos casos foram feitos registros de ocorrência policial com a vítima sendo assistida pela equipe de acolhimento ...

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    Washington Dias afirma que maioria dos gays negros luta por sobrevivência Foto: Henrique Gomes Bastista / O Globo

    Ativistas afro-LGBTI alertam para preconceito duplo e cobram políticas públicas específicas

    'Enquanto os gays brancos lutam por matrimônio e igualdade, a realidade para a imensa maioria dos negros gays é lutar pelo sobrevivência', diz diretor da rede Afro LGBT Por Henrique Gomes Batista, do O Globo Washington Dias afirma que maioria dos gays negros luta por sobrevivência (Foto: Henrique Gomes Bastista/O Globo) “Já não basta ser negra? Ser também sapatona é fogo”. A frase, segundo Bárbara Alves, diretora do coletivo Lesbi Bahia e integrante do Fórum Baiano LGBT, é mais comum que se imagina. E traduz um preconceito dentro de um outro movimento social. Questões como estas mostram a necessidade de criar políticas públicas que tratem destas duas dimensões desta população: ser negro e LGBTI. — Há questões diferentes. Enquanto os gays brancos lutam por matrimônio e igualdade, a realidade para a imensa maioria dos negros gays é lutar pelo sobrevivência — afirmou Washington Dias, diretor da ...

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    Semana da Visibilidade Trans (Foto: Divulgação)

    Semana da Visibilidade Trans apresenta alerta à saúde LGBT

    A partir do próximo domingo (26), a ATERR (Associação de Travestis e Transexuais do Estado de Roraima) contará com a ajuda jurídica da DPE (Defensoria Pública do Estado) para informar e ajudar toda população LGBT, na semana da Visibilidade Trans. Por Rafael Pereira, do Observatóriog Semana da Visibilidade Trans (Foto: Divulgação/Imagem retirada do site Observatóriog ) No domingo (26), o primeiro dia da semana de representatividade, contará com uma feijoada das 11h às 16h. Na segunda, alguns filmes das 18h às 22h, seminários e debates sobre ambulatórios para trans e travestis, Política Integral e a função do SUS com a integração. Em resumo, Segundo o site Folha BV, a defensoria pública atuará no último dia, (29), prestando serviços gratuitos das 8h às 12h. Um dos objetivos do evento é centralizar informações sobre a saúde das pessoas transexuais. Além desses outros serviços, também serão ofertados de forma ...

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    ANADOLU AGENCY VIA GETTY IMAGES
Em junho de 2019, o STF decidiu que a LGBTfobia deve ser equiparada ao crime de racismo até que o Congresso crie uma legislação específica sobre essa violência.

    O que aconteceu 6 meses após a decisão do STF que criminalizou a LGBTfobia?

    "As delegacias não estão preparadas para receber a população LGBT", afirma vítima de homofobia que teve caso registrado como "perturbação do sossego". Por Marcella Fernandes e Andréa Martinelli, do Huffpost Em junho de 2019, o STF decidiu que a LGBTfobia deve ser equiparada ao crime de racismo até que o Congresso crie uma legislação específica sobre essa violência. (Foto: Anadolu Agency via Getty Images) “A questão da homossexualidade, surgida em um momento no qual ainda não se debatia o tema pertinente à ‘ideologia de gênero’, tem assumido, em nosso País, ao longo de séculos de repressão, de intolerância e de preconceito, graves proporções que tanto afetam as pessoas em virtude de sua orientação sexual (ou, mesmo, de sua identidade de gênero), marginalizando-as, estigmatizando-as e privando-as de direitos básicos, em contexto social que lhes é claramente hostil e vulnerador do postulado da essencial dignidade do ser humano.” ...

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    GEOVANA BEMBOM/METRÓPOLES

    Projeto de lei assegura acesso de casais LGBTs a programas do GDF

    Proposta em tramitação na Câmara Legislativa leva em conta decisão do STF que reconhece a união entre pessoas do mesmo sexo como família Por Suzano Almeida, do Metrópoles Foto: GEOVANA BEMBOM/METRÓPOLES Um projeto de lei em tramitação na Câmara Legislativa assegura aos casais LGBTIs os mesmos direitos em programas do Governo do Distrito Federal (GDF) dados aos heterossexuais. A proposta do deputado Claudio Abrantes (PDT) baseia-se em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, desde 2011, reconhece civilmente a união homoafetiva como modelo de família. O Projeto de Lei n° 881/2016 foi aprovado em 9 de outubro pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) e aguarda o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para seguir ao plenário. “Esse projeto nasceu de uma demanda natural da nossa sociedade. Estamos falando de cidadãos, como todos os outros, que produzem e pagam seus impostos. Então, tendo em vista ...

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    Há elo direto entre luta dos negros e dos LGBTs, diz Angela Davis

    Últimas décadas ensinam que ações coletivas podem produzir transformação radical, afirma ativista, que vem ao Brasil Por Angela Davis, Da Folha de S.Paulo (Foto: Paul Morigi via Getty Images) Embora ataques a comunidades LGBTs persistam ainda hoje, êxito da luta por direitos civis nas últimas décadas ensina que ações coletivas podem produzir transformações radicais, diz autora em texto que integrará o livro ‘O Significado da Liberdade’, a ser lançado em 2020. Angela Davis estará em São Paulo em 19 de outubro para uma conferência no seminário internacional “Democracia em Colapso?”, realizado em parceria entre a editora Boitempo e o Sesc São Paulo. Ao nos depararmos com todos os problemas que assolam nossas vidas e o mundo, da assim chamada guerra ao terror às diversas manifestações de racismo, tanto as sutis quanto as violentas, até os ataques a comunidades lésbicas, gays, bissexuais e transgêneras, passando por investidas ...

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    Aplicativo foi lançado em reunião da Comissão de Legislação Participativa

    Aplicativo para a proteção de pessoas LGBTI é lançado na Comissão de Legislação Participativa

    A comunidade LGBTI conta com mais uma ferramenta de proteção. O aplicativo Tia Lu foi lançado em audiência da Comissão de Legislação Participativa da Câmara nesta quarta-feira (25). Por Karla Alessandra, na Câmara dos deputados Aplicativo foi lançado em reunião da Comissão de Legislação Participativa. (Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados) Atualmente disponível nos celulares que utilizam o sistema Android, o aplicativo foi idealizado e colocado em prática pela Rede Gay Brasil e tem por objetivo permitir que pessoas em situação de risco possam acionar um pedido de socorro pelo celular. O Tia Lu já funciona em São Paulo, na Paraíba, na Bahia, no Rio Grande do Sul e, a partir de agora, no Distrito Federal. Como está sendo financiado com recursos dos ativistas, a plataforma deve ser implantada a cada mês em um estado diferente. O coordenador-geral da Rede Gay, Fábio de Jesus, afirmou que, além ...

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    Imagem retirada do site ESQUERDA DIÁRIO

    Estudantes e professores derrubam projeto LGBTfobico em Santo André

    Trabalhadores da educação e estudantes se organizaram nesta terça (24) para impedir que fosse votado o PL 299.2017 que queria impedir o debate de sexualidade e gênero nas escolas. Do ESQUERDA DIÁRIO   Imagem retirada do site ESQUERDA DIÁRIO   O projeto foi derrubado com mobilização e na votação em 8 à 6 para barrar a PL. Os vereadores favoráveis, falaram coisas absurdas, defendendo asneiras lunáticas de suas cabeças, onde a escola que eles acham se ensina sexo para as crianças nas escolas, sendo que muitas vezes nem giz o professor tem. Mas o projeto além de ser inconstitucional, depois de 3 sessões, do projeto que se arrasta desde 2017 foi derrubado fruto da pressão, pois o projeto passou em primeiro instância e foi votado por todos os vereadores da casa, com excessão do PT. Mas a pressão popular fez os outros recuarem. Em santo André ...

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    Doria censura material didático. Apeoesp responde: ‘Inaceitável é um LGBT ser morto a cada 20h’

    Sindicato dos professores sai em defesa de minorias depois que governador manda recolher material de ensino por não aceitar 'ideologia de gênero' No Rede Brasil Atual Maria Izabel de Azevedo Noronha, a Bebel. (Foto: Fábio Braga/Folhapress) São Paulo – “Inaceitável é um LGBT ser morto a cada 20 horas no Brasil” – assim a deputada estadual de São Paulo e presidente da Apeoesp, Maria Izabel de Azevedo Noronha, a Bebel, reagiu à atitude do governador do estado, João Doria, de recolher material didático do 8º ano da rede pública estadual de Educação que, segundo ele, continha um “erro”. Esse “erro” estaria em um texto que explicava as diferenças sobre “sexo biológico, identidade de gênero e orientação sexual”. Doria, no Twitter, ainda afirmou que não aceitava “apologia à ideologia de gênero”. A deputada questionou a ação: “Caro governador, inaceitável é um LGBT ser morto a cada 20 ...

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    Getty Images

    Setembro Amarelo: é preciso prevenir depressão entre LGBTs

    Campanhas de saúde mental no DF precisam focar essa população e, principalmente, necessitamos de mais empatia Por Ítalo Damasceno, do Metrópoles Foto: Getty Images Este mês é o Setembro Amarelo, campanha voltada para prevenção do suicídio e valorização da vida. No Distrito Federal, um projeto do deputado Fábio Félix foi aprovado, determinando um direcionamento especial dessa campanha à população LGBT. De acordo com o projeto apresentado na Câmara Distrital do Distrito Federal (CLDF), pesquisa realizada pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, constatou que a população LGBT tem cinco vezes mais chances de cometer suicídio do que os heterossexuais cisgêneros. Dependendo do ambiente onde o indivíduo esteja, o número pode subir até 20 vezes. Pelo levantamento do Grupo Gay da Bahia, no ano de 2017, das 445 mortes de LGBTIs no Brasil, 58 foram suicídios. Além da questão fisiológica que pode gerar depressão em alguém, para ...

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    Guia internacional elege o Brasil como o menos recomendado ao turismo LGBT

    O País, que já foi considerado o melhor destino gay, perde confiança do segmento que é o mais rentável do mundo Por Alexandre Putti, O GayCities, um guia internacional de turismo LGBT, colocou o Brasil em 1º lugar dos países que não devem ser visitados. O site soltou uma nota nesta semana enumerando os motivos que transformaram o Brasil em um destino perigoso para gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais. Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil “Em 2017, 445 LGBTs morreram por crime de ódio; em 2018, as estatísticas mostram que 167 pessoas trans foram assassinadas . Também em 2018, Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro que defendia os direitos LGBTs, foi assassinada no que testemunhas descreveram como um assassinato planejado, com dois ex-policiais presos como suspeitos”, diz a nota. O site cita o presidente Jair Bolsonaro como um dos motivos do aumento da violência contra a ...

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    Diversas atividades descentralizadas estão previstas, culminando na Parada Livre PoA, dia 8 dezembro, no parque da Redenção : Foto- Alvaro Andrade

    LGBTinga: 2ª edição da parada LGBT+ na Restinga recebe cerca de 3 mil pessoas

    Junto com a feira Berro da Tinga, evento faz parte das ações descentralizadas da Parada LGBT+ de Porto Alegre no Brasil de Fato Diversas atividades descentralizadas estão previstas, culminando na Parada Livre PoA, dia 8 dezembro, no parque da Redenção / Foto: Alvaro Andrade “A LGBTinga é a síntese da urgente necessidade de sermos felizes também em espaços públicos”. É assim que a cientista social e especialista em Direitos Humanos e Juventude Eloá Kta Coelho descreve o evento que celebrou a diversidade e reforçou a luta por respeito e dignidade da população LGBT+, na tarde de domingo (25), no bairro Restinga, na zona sul de Porto Alegre. Conforme a organização, cerca de três mil pessoas passaram pela Esplanada da Restinga para esta que foi a segunda edição do projeto de descentralização da Parada Livre PoA. Junto com a LGBTinga, também foi realizada a feira cultural Berro ...

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    Marc Bruxelle via Getty Images

    ‘Jogos Mortais’, o grupo homofóbico que assassina LGBTIs na Rússia

    Após o assassinato de uma conhecida ativista LGBTI, outros ameaçados denunciam o desamparo e os constantes ataques Por MARÍA SAHUQUILLO, do El País  Marc Bruxelle via Getty Images Vitaly Bespalov foi agredido mais de uma vez. Loiro, de cabelo abundante e braços tatuados, esse jovem russo de 28 anos conta que quando morava na Sibéria ocidental, onde cresceu, sofreu vários ataques por ser gay. Após um tempo, decidiu se mudar para São Petersburgo, conhecida por ser uma das cidades mais abertas da Rússia. “Eu me sinto muito mais seguro, mas às vezes escuto quando me chamam de veadinho pelas costas” comenta. Conhecido ativista pelos direitos LGBTI, também enfrenta insultos e ameaças diárias nas redes sociais. Isso se transformou em algo lamentavelmente rotineiro. O dia em que soube que seu nome estava em uma macabra lista divulgada na Internet por um grupo homofóbico secreto chamado Jogos Mortais – na qual estava seu nome ...

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    An abused woman trying to defend herself

    Mapa expõe dados sobre violência contra mulheres e população LGBT+

    Mapa da Violência de Gênero lança luz sobre violência contra mulheres e população LGBT+ no Brasil do Catraca Livre  Getty A endêmica violência que acomete o Brasil faz vítimas. Sobretudo, mulheres e LGBT+. Ao menos é o que mostra o Mapa da Violência de Gênero, realizado pela Gênero e Número e apoiado pela Alianza Lationamericana para la Tecnología Cívica (ALTEC), que destaca: em média, na última década foram assassinadas por dia no Brasil 12 mulheres – entre elas, as mulheres negras são as maiores vítimas. Entre os diferentes tipos de violência registradas na pesquisa, as mulheres foram vítimas de 90% dos 73 estupros cometidos diariamente em 2017. Em tempos onde pesquisas e estudos perdem espaço para a difusão de informações com base em achismos sem qualquer embasamento, o Mapa da Violência de Gênero, em formato interativo inédito, disponibiliza as duas maiores bases oficiais de dados sobre violência ...

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    Parada LGBT reúne 3 milhões de pessoas em São Paulo

    Durante a abertura do evento, o público gritou frases contra o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) Por LARISSA RODRIGUES, do Metrópoles  Foto: Daniel Teixeira/Estadão  A 23.ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, considerada a maior do mundo, reuniu cerca de 3 milhões de pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo. O número de participantes foi informado pela organização do evento. Ao todo, 19 trios elétricos desfilaram pelo local durante mais de 7 horas. A concentração ocorreu a partir das 10h, na frente do Museu de Arte de São Paulo (Masp), depois a passeata desceu a Rua da Consolação e foi até a Praça Roosevelt. Atração mais aguardada do dia, a cantora Melanie C, ex-Spice Girl, encantou o público a subir em um dos trios. Ela agradeceu o carinho recebido. “Estou muito feliz de estar de volta a São Paulo, um lugar que sempre foi generoso ...

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    (FOTO: ANTONIO CRUZ/ABR)

    Por 8 a 3, Supremo aprova a criminalização da LGBTfobia

    Crimes de ódio contra a população LGBT serão punidos na forma do crime de racismo, cuja conduta é inafiançável e imprescritível Por ALEXANDRE PUTTI, da Carta Capital  (FOTO: ANTONIO CRUZ/ABR)9   A partir desta quinta-feira, 13, a LGBTfobia é crime no Brasil. Foi o que decidiu o plenário do Supremo Tribunal Federal, que declarou a omissão do Congresso em aprovar a matéria e determinou que o crime de racismo seja enquadrado nos casos de agressões contra o público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis) até que a norma seja aprovada pelo Parlamento. Foram julgadas duas ações: uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADO 26), enviada à Corte em 2013 pelo PPS (Partido Popular Socialista), e o Mandado de Injunção (MI 4733), que foi protocolado em 2012 pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT). O julgamento começou em fevereiro e foi retomado nesta tarde com as manifestações ...

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