segunda-feira, outubro 26, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Moçambique'

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Moçambique registou 12,9 milhões de eleitores para as eleições gerais de 15 de outubro de 2019, equivalente a pouco mais de 91% da meta inicial, anunciou esta segunda-feira o Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE).  "Este recenseamento inscreveu 7,3 milhões que se juntam aos 6,8 registados em 2018, totalizando 12,9 milhões de eleitores, o que corresponde a 91,3% da meta", disse Paulo Cuinica, porta-voz da STAE, em conferência de imprensa realizada esta segunda-feira em Maputo.  PUB
A meta do STAE era chegar a um total de 14 milhões de cidadãos inscritos para votar nas eleições autárquicas de 2018 e para as presidenciais de 2019.  A administração eleitoral diz que em termos de inscrições, o recenseamento eleitoral de 2019 é o segundo maior, depois do processo que a instituição levou a cabo em 2009.  Ainda assim, 1,2 milhão de pessoas ficaram fora do processo de recenseamento eleitoral.  Os órgãos eleitorais entendem que os ciclones e os ataques no centro e norte do país não tiveram influência negativa no recenseamento eleitoral.  O processo de recenseamento foi prejudicado por avarias de máquinas de registo, falta de energia elétrica, falta de tinteiros de impressoras, entre outros constrangimentos e irregularidades, de acordo com organizações não-governamentais moçambicanas que tem feito a respetiva observação.  O recenseamento para as eleições gerais em Moçambique terminou no dia 30 de maio.  Pela primeira vez, além de escolherem a composição do parlamento e o Presidente da República, os moçambicanos vão eleger os governadores das 11 províncias do país, que deixam de ser nomeados pelo poder central.  As eleições gerais - legislativas, presidenciais e provinciais - estão marcadas para 15 de outubro, marcando assim o término do ciclo eleitoral 2018/2019, que começou com as eleições autárquicas a 10 de outubro do ano passado.
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    Desfecho do caso Josina Machel, vítima de violência doméstica, gera contestação em Moçambique

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    Paulina Chiziane é mais do que uma mulher negra escritora de Moçambique. Quero assim sem vírgulas na descrição de quem quer que ela seja. Não cabe isso de identidades do mundo - ela é Pauline Chiziane, a primeira contadora de história com direito à livro com assinatura própria em Moçambique. Ela também já renunciou aos variados títulos que lhe concederam: feminista tradicionalista espiritista romancista. Recentemente, anunciou: "Não volto a escrever. Basta!". Se fosse branca ou homem, diz ela, "diriam que Paulina é uma grande antropóloga". por Debora Diniz no HuffPost Brasil Li a entrevista em que decretou o abandono do papel e da caneta; senti tristeza pelo que não mais lerei. Chiziane é uma mulher que escrevia diferente e não suportou os que a liam mal. Ser descrita como antropóloga pode ser título importante para os homens e brancos, mas para a mulher negra escritora moçambicana teria sido melhor ser a contadora de histórias. Mas ...

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