terça-feira, janeiro 26, 2021

Resultados da pesquisa por 'Naná Vasconcelos'

Naná Vasconcelos, o Jungle Man

O músico deu novo status à percussão Nos anos 1970, quando Naná Vasconcelos saiu pelo mundo para dividir o palco com nomes consagrados como Pat Metheny, B.B. King, Paul Simon, Jean-Luc Ponty, plateias pouco informadas, mas mesmerizadas pelo espetáculo, referiam-se a ele como Jungle Man. Por Ana Ferraz Do Carta Capital Aquele instrumento estranho só poderia vir da Floresta Amazônica. “No meio de um solo percebi que ninguém ali jamais havia visto nada parecido.” Autodidata, batucava nas panelas e aos 12 anos se apresentava em bares e clubes. A popularidade veio ao tirar o berimbau das rodas de capoeira e colocá-lo em destaque no palco. Em suas mãos, o instrumento de origem angolana ganhou status de solista. No início, temeu a reação dos puristas. Inovar poderia ser entendido como um modo de ferir a tradição. Foi inevitável. Inseriu o berimbau no contexto do jazz e do blues, transcendeu ao transformar o ...

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O percussionista Naná Vasconcelos durante Festa de Carnaval no Marco Zero na cidade do Recife (PE), no dia 5 de fevereiro de 2016 (Foto: Pablo Kennedy/Futura Press/Estadão Conteúdo)

No Orum: Morre Naná Vasconcelos aos 71 anos

O percussionista Naná Vasconcelos, de 71 anos, morreu na manhã desta quarta-feira (9), no Recife. Ele tinha câncer de pulmão e estava internado há dez dias. De acordo com a assessoria do Hospital Unimed III, o músico teve uma parada respiratória e passou por um procedimento, mas não resistiu e faleceu às 7h39. O velório começa às 14h desta quarta, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). O enterro está marcado para as 10h desta quinta (10). Até o dia 29 de fevereiro, ele estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, mas, depois, foi transferido para um quarto, onde pôde ter mais contato com a família. Patrícia Vasconcelos, mulher e produtora do músico, disse que Naná passou mal após um show realizado em Salvador, no dia 28 de fevereiro, com o violoncelista Lui Coimbra. Ao retornar ao Recife, foi internado. No ano passado, o artista passou mais de 20 ...

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‘Sou um Brasil que o Brasil não conhece’, diz Naná Vasconcelos

“Um bicho estranho”, assim se define o músico Naná Vasconcelos. E não é porque esse pernambucano, homenageado do carnaval recifense, não se considera folião como boa parte dos conterrâneos. A festa de Momo, para ele, sempre foi sinônimo de trabalho e, hoje, de descanso. “É assim que muita gente me via, porque tocava coisas que ninguém tocava, penicos, caçarolas, coisas que não são usuais”, explicou o mago da percussão, que tira som até da água da piscina de casa – escute “Suíte das Águas”, do álbum “Sinfonia e Batuques”, para entender. Hoje, aos 68 anos, ninguém mais estranha os "métodos" de Juvenal de Holanda Vasconcelos. Ele é ovacionado no mundo todo por este talento alquímico, que diz ter desenvolvido sozinho - aos 12 anos, já era músico, tocando em cabarés da cidade, com liberação do Juizado da Infância. Porém, Naná Vasconcelos ainda lamenta um fato: “eu sou um Brasil que ...

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Naná Vasconcelos faz show com jovens de projeto social

''Trabalhar com as crianças me agradou muito, pois temos bastante o que aprender com eles, que são o futuro'', disse São Paulo - O percussionista Naná Vasconcelos, vencedor no ano passado do Grammy Latino, participará nesta sexta-feira de um show com integrantes do Projeto Guri, um dos maiores programas sociais voltado para jovens do país. ''Trabalhar com as crianças me agradou muito, pois temos bastante o que aprender com eles, que são o futuro'', disse Naná à Agência Efe durante o último ensaio antes da realização do espetáculo ''Calungá: o mar que separa é o mar que une'', que recupera as raízes afro-brasileiras e será apresentado no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. Para Naná Vasconcelos, ''o continente africano é a coluna vertebral do mundo e o berço da expressão cultural que temos hoje''. O vencedor no ano passado do Grammy Latino de Melhor Álbum de Raízes Brasileiras expressou seu ...

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Naná Vasconcelos ensina alunos no Projeto Guri

O percussionista trabalhou com crianças e adolescentes na montagem de um espetáculo chamado 'Calungá' Por: FERNANDA IKEDO   O músico Naná Vasconcelos, 67 anos, começou a ouvir o som produzido pelo seu próprio corpo e a explorar sua voz quando ainda era um menino. Foi assim que despertou seu espírito para a arte de desbravar o universo musical, com estilo próprio. Aos 9 anos, já estava fazendo shows em casas noturnas e prostíbulos, com a devida autorização judicial. Naná integrou a banda de Milton Nascimento e já repercutiu seu som pelo país e no exterior. Apesar disso, ele diz: "Faço música brasileira, mas o Brasil não conhece", desabafa o percussionista, após o último ensaio realizado no polo de Sorocaba do Projeto Guri, de formação musical e que atualmente funciona no Instituto Humberto de Campos. Junto com crianças e adolescentes que integram um Grupo de Referência (coral e percussão), Naná ficou ...

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Hoje na História, 02 de agosto de 1944, nascia Naná Vasconcelos

Filho de um violonista de Recife, teve na infância influências musicais que iam de Villa-Lobos a Jimi Hendrix. Especializou-se em instrumentos de percussão brasileiros, particularmente o berimbau. Depois de tocar por algum tempo em cabarés e bandas de Recife, mudou-se em 1966 para o Rio de Janeiro, onde conheceu Luiz Eça, Wilson das Neves, Gilberto Gil, e passou a acompanhar Milton Nascimento e o Som Imaginário. Integrou o Quarteto Livre (com Nelson Ângelo, Franklin da Flauta e Geraldo Azevedo) em 1968, mesmo ano em que acompanhou Geraldo Vandré no show "Caminhando (Pra Não Dizer que Não Falei de Flores)", logo interditado pela censura. Em 1970 foi convidado para integrar a turnê do saxofonista argentino Gato Barbieri pelos Estados Unidos e Europa. Por essa época começou a desenvolver seu trabalho de vanguarda. Naná radicou-se em Paris, onde gravou seu primeiro disco, "Áfricadeus". Em 1973 gravou no Brasil "Amazonas", um disco que ...

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Nana Vasconcelos:Projeto Música Para Crianças

  Projeto Música Para Crianças - Ações de Formação para Educadores inicia sua programação com a apresentação da aula espetáculo "Os Muitos Sons de Naná Vasconcelos". O projeto tem como objetivo mostrar, ao longo de suas ações que todos podem ser mediadores do universo musical, de maneira a despertar a sensibilidade, ampliar o repertório e estimular a criação e a expressão de crianças que querem brincar de música. Dinâmica da atividade: Explorando sons e dialogando com o público, o grande mestre Naná Vasconcelos apresenta diversas possibilidades de encontro entre a música, os sons e a natureza de forma a estimular professores e educadores não formais à investigação sonora em seu trabalho. Público alvo da atividade: educadores da educação não formal; professores de escolas públicas e particulares; artistas educadores; mediadores; agentes culturais e demais interessados em ampliar o repertório e estimular a criação e a expressão para crianças através da música. ...

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Naná Vasconcelos lança novo disco: Sinfonia & Batuques

Um dos mais conceituados percussionistas do mundo apresenta Sinfonia e batuques, que coleciona sons inusitados que contam histórias   Nada escapa do ouvido e sensibilidade de Naná Vasconcelos, nem mesmo o som da água do mar que banha o Recife, presente em seu novo trabalho   Há 10 anos acostumado a ter à sua disposição, na abertura do carnaval, o Marco Zero, amplo e nobre espaço a céu aberto no Recife (PE), o percussionista pernambucano Naná Vasconcelos escolheu o Bairro de Peixinhos, no limite da capital com Olinda, para lançar seu novo disco, Sinfonia e batuques. “Conheço esse lugar desde pequeno, quando ia lá comprar carne com meu pai. Fui criado no bairro vizinho de Sítio Novo, no Recife”, conta o músico. O local abrigava um matadouro que, em 2006, foi transformado em centro cultural e ficou conhecido como Nascedouro de Peixinhos. “Foi maravilhoso tocar lá. Peixinhos é um lugar ...

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Percussionista Naná Vasconcelos ensina como explorar sonoridades do corpo

Por: Mariana Moreira   O pernambucano Naná Vasconcelos, considerado um dos maiores percussionistas do mundo, transforma o corpo em orquestra, explorando sonoridades orgânicas. O músico será a atração de abertura do projeto Tambores do Brasil, em que quatro mestres da percussão farão oficinas para ensinar a arte e as técnicas do batuque. Depois de Naná, será a vez dos representantes do grupo Pracatum, criado pelo baiano Carlinhos Brown, do carioca Marcos Suzano, e do brasiliense Leander Motta, diretor artístico das oficinas. As aulas começam amanhã e seguem até 10 de outubro, em uma lona de circo montada no estacionamento da Caixa Cultural. As oficinas são iniciativa da produtora Alecrim, que há anos promove a percussão e o congado no Distrito Federal e no Brasil. "Naná é o mestre, o internacional. Dois representantes do projeto Bandodipapel, proposta de Carlinhos Brown, trarão a percussão baiana. Já o Marcos Suzano representa uma proposta ...

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Divulgação / Fundação Cultural de Curitiba/Arquivo

Virgínia Rodrigues e Naná Vasconcelos

Um encontro espiritual, é assim que Virgínia Rodrigues descreve o que acontece em palco ao lado de Naná Vasconcelos.  Com uma carreira que é tudo menos previsível, a baiana lançou já quatro álbuns que tanto se voltam para os afro-sambas de Baden Powell e Vinícius de Moraes, como para clássicos de Tom Jobim ou Chico Buarque ou ainda para a música dos blocos afro do Carnaval da Bahia. O resultado é uma voz expressiva e cristalina que surpreendeu o veterano Naná Vasconcelos. Eu sempre admirei a Virgínia desde o surgimento dela. Ela me mostrou de uma certa forma todo o lirismo africano existente no afrobrasileiro e sempre tive uma grande vontade de fazer um trabalho com ela. Depois de se apresentar na abertura do Carnaval do Recife em 2006, o duo inicia uma colaboração que agora chega à Casa da Música, no âmbito do Festival Mestiço 2009. Um regresso ao ...

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Eu e Naná

A desproporção com que a vertente cultural ocidental ou americanoeuropeia se sobrepõe à índio-africano-ibérico-popular é de atordoante violência por Antonio Nobrega, no Carta Capital Guardarei duas lembranças e uma música de Naná Vasconcelos: estou no Recife e recebo a notícia de que ele deixara a cidade para ir morar no Rio (depois partiria para fora do país); a outra: apresentando-me no show de abertura do carnaval de Recife em 2014, ano em que fui o seu homenageado, recebo de Naná, que fora o do ano anterior, a placa da homenagem. Posso dizer que as duas lembranças fazem parte do lado simbólico e afetivo que sempre guardarei dele; quanto à música, a carrego materialmente. Ela é uma presença viva e constante no cotidiano exercício da minha dança. Quando quero dar um passeio geral por ela recorro àquela sua música de uma só frase melódica, mas de ritmo inebriante. Vai-se um músico ...

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Naná Vasconcelo é o mais novo doutor Honoris Causa da UFRPE

Eis o mais novo doutor Honoris Causa da Universidade Federal Rural de Pernambuco: o músico Naná Vasconcelos. A partir da iniciativa do Núcleo de Estudos Afro Brasileiros (Neab/UFRPE), o Conselho Universitário homologou a Resolução 228/2015, do Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (Cepe), que concede o Título a esse grande nome da cultura pernambucana e brasileira. A solenidade de outorga do Honoris Causa ocorreu nesta quarta-feira (9/12), por volta das 15h, no Salão Nobre da UFRPE. Do UFRPE Amigos, familiares e admiradores do músico lotaram o Salão, além de autoridades como a ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Nilma Lino Gomes, do vice-governador de Pernambuco, Raul Henry, e do vice-prefeito do Recife, Luciano Siqueira. Músicos como Santana também prestigiaram a cerimônia, que também foi ilustrada por apresentações de grupos como Bacnaré, o coral feminino Voz Nagô, as irmãs Lulu e Aninha Araújo e outros grupos de ...

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Naná Vasconcellos e as nações de maracatu ecoam em Recife

Este ano, nada de Caetano Veloso, Marisa Monte ou Maria Bethânia. As estrelas da abertura do Carnaval Multicultural do Recife são de outra grandeza. Naná Vasconcelos, que há nove anos vem administrando com inteligência e dedicação o encontro de diversas nações de maracatu, para esta edição agregou mais 3 além das 14 dos anos anteriores. Decidiu, com a direção do carnaval recifense, homenagear as duas mais antigas agremiações culturais daqui: a Nação Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, fundada em 1824, e a Tribo Canindé do Recife, de caboclinho, criada em 1897. Coincidentemente, as duas agremiações têm mulheres no comando. Dona Olga no maracatu e dona Juracy no caboclinho.Sob a batuta do percussionista, cerca de 600 batuqueiros fizeram o último ensaio anteontem no Marco Zero, onde voltarão hoje, abrindo a festa, depois de seguir em cortejo pelas ruas do Recife Antigo. Em entrevista depois do ensaio geral, Naná disse que essa ...

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Ilustração: Silvana Mendes

Beatriz Nascimento, uma mulher afro-atlântica

A princípio esta coluna estava desenhada para receber textos mensais, porém tenho refletido muito sobre como produzir ideias em meio a uma pandemia e com uma montanha russa de emoções, que creio eu, estamos todas passando, umas mais e outras menos. Por esse motivo, o texto de julho acabou saindo só agora no começo de agosto. E junto dele temos novidades com a chegada de Silvana Mendes – maranhense, artista visual, professora e graduanda em Artes pela Universidade Federal do Maranhão. Sil será a responsável pelas imagens de abertura dos meus textos daqui em diante e eu estou muito feliz com a sua chegada. Para a sua estreia, Sil adentrou comigo nas fotos da família de Beatriz, a quem dedico este texto, nos revelando os seus experimentos visuais, que, em suas palavras, "são tentativas de apropriação das cores da bandeira desse Brasil tão desgastado", mas que nos ajuda a lembrar ...

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Tiganá Santana  (Foto: José de Holanda / Divulgação)

‘Branquitude não se compromete com luta antirracista’, diz Tiganá Santana

O compositor Tiganá Santana, 38 anos, seria diplomata se não fosse a paixão pela música. Sua mãe, Arany Santana, sonhava que o filho pudesse entrar para o Itamaraty. Negro, ele desconstruiria ali o racismo enraizado na história do país que é "o grande paraíso do segregacionismo", como afirma o cantor. Na família de fundadores do Movimento Negro da Bahia e dirigentes do bloco afro Ilê Aiyê, Tiganá encontrou, aos 14 anos, outra trincheira na luta antirracista: a musicalidade. Considerado o primeiro compositor brasileiro a gravar um disco nos idiomas africanos quicongo, quimbundo, wolof e mandinka ("Maçalê", de 2009). Tiganá conecta música e filosofia em suas canções. Com dois novos álbuns recém-lançados - "Vida-Código", em fevereiro, e "Milagres", de julho — em que faz uma revisita a "Milagre dos Peixes", de Milton Nascimento, censurado pela ditadura militar em 1973 —, o compositor também se debruça sobre os escritos do congolês Bunseki ...

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Um Festival de pretos e o separatismo na cabeça de cada um

Seria um evento fomentado por pretos, em celebração às vertentes musicais de origem africana, o estopim da segregação? Por Nayara de Deus Do Negro Belchior Faltando poucos dias para a primeira edição do Festival Afro Music, iniciativa de um punhado de pretos que optou por promover encontro formado por staff de pretos, com line up de Dj’s e música ao vivo composto por artistas também negros – já circula, nos bastidores, que será este um festival de cunho político separatista. Não obstante tais declarações sejam conflituosas com a descrição do próprio ato, que em suas linhas explica que “O nasce da necessidade de reforçar tal protagonismo por meio de manifestações musicais, além de apresentar novo panorama da música afro contemporânea e independente de SP, produzida ou, assinada por artistas pretos…]” – a boataria não parece ter surtido qualquer efeito junto ao corpo executivo da execução do ...

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Clementina. De uma voz do povo emerge o canto ancestral

Surgida a partir de um TCC, biografia conta a trajetória de Clementina que só foi "descoberta" depois dos 60 anos e deixou a raiz africana em sua obra musical. Morte da cantora completa 30 anos em 2017 por Vitor Nuzzi, da RBA Clementina gravou primeiro LP aos 65 anos e despertou, segundo Paulinho da Viola, o valor do povo negro na formação da nossa cultura (Reprodução/RBA) São Paulo – Era a noite de 7 de dezembro de 1964, e o palco era do Teatro Jovem, no bairro de Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. Clementina usava um vestido bordado de rendas claras, que custara três vezes o valor de seu salário como doméstica. Naquela manhã, Clementina de Jesus acordou tomada pela ansiedade. Aquela “nega” trabalhadora, prestes a completar 63 anos e que tinha passado a vida cantando entre amigos, subiria pela primeira vez em um palco para cantar profissionalmente. Antes ...

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Cultura afro-brasileira é tema de imersão no Red Bull Station

Projeto AfroTranscedence será realizado de 26 a 29 de outubro no Red Bull Station e propõe o encontro entre pesquisadores e entusiastas da cultura negra Envidado para o Portal Geledés  De 26 a 29 de outubro, o Red Bull Station, na região central de São Paulo, recebe o projeto AfroTranscendence, programa que está em sua segunda edição e traz aos seus participantes uma imersão na cultura afro-brasileira contemporânea. A programação imersiva de quatro dias contará com palestras, laboratórios, workshops e vivências artísticas, tudo dividido em três eixos centrais: "Descender para Transcender: descolonizando o conhecimento"; "A memória da Criação: panorama para práticas de inversão no contemporâneo"; e "Estéticas Negra: pesquisa e processos sincréticos". Neste ano, a imersão terá ainda o Laboratório de Criação AfroTrans, espaço cuja proposta é que os selecionados criem, coletivamente, uma experiência que abordará todas as linguagens artísticas da cultura afro, tendo como pilares a história, a linguagem, ...

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Territórios negros no carnaval globalizado

Em todo o Brasil, mulheres e homens negros desenham territórios na festa que um dia lhes pertenceu integralmente Por Cidinha da Silva, do Revista Fórum É de mará… é de maracá… É Naná Vasconcelos regendo o cortejo das nações de maracatu na abertura do carnaval de Recife, como faz há mais de uma década. Mas, aquele que seria tratado como rei em qualquer lugar do mundo, este ano reclamou da falta de atenção e de não ser convidado pela prefeitura para participar da coletiva de imprensa pré-carnaval, organizada para as principais atrações da festa de Momo. Os maracatus são a voz aos candomblés na Noite dos tambores silenciosos. Demarcam espaço para a tradição num carnaval massificado a cada fevereiro pela indústria da cultura. Em Curitiba, os negros vestem as fantasias, orgulhosos, enquanto trafegam no transporte público rumo ao desfile das escolas de samba. E quem é de fora se pergunta ...

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