Resultados da pesquisa por 'Preta Rara'

(Foto: Alberto Marques/AT)

Preta Rara é atacada por taxista ao chegar de show e publica depoimento no Facebook

“O babaca saiu do carro e começou a me xingar dizendo: Você é gorda, ninguém te quer e ainda fica se sentindo a gostosa com esse cabelo ridículo. Aí eu não me segurei, fui pra cima dele dei um soco, cuspi, chutei e tentei me defender como eu podia.” Da Revista Fórum  (Foto: Alberto Marques/AT) A cantora Joyce Fernandes, conhecida como Preta Rara, foi assediada e atacada por taxista na madrugada desta quarta-feira (26), próximo da sua casa, em Santos (SP). Ela reagiu e teve o seu lanche atirado no chão. De acordo com o seu depoimeento, dois homens assistiam a tudo em um ponto de ônibus próximo e, além de não tomarem nenhuma atitude, ainda davam risadas. Joyce publicou o relato em sua conta no Facebook. Leia aqui: Ontem tive show em SP, resolvi não ficar por lá pq tenho trampo hj em Santos. Cheguei ...

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Eu Empregada Doméstica Preta Rara – TEDxSaoPaulo

Joyce, a Preta Rara, fala do que aprendeu com sua experiência de trabalho como empregada doméstica e com a página de Facebook que criou em julho de 2016. no TEDx Talks Preta Rara, ou Joyce Fernandes, é graduada em História e dá aulas de história. Também é rapper e ativista. Se tornou porta-voz das empregadas domésticas no Brasil depois de criar a página Eu Empregada Doméstica no Facebook.

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Entrevista: Negra, rapper e professora, eis a garra de preta rara

“Mulher pode cantar rap, pode fazer o que ela quiser”. Quem fala tem propriedade para tal. Preta Rara, de 29 anos, há 10 anos luta por seu espaço no rap e ainda leva o gênero para escola em que atua como professora há 4 anos. E para comemorar a gravação de seu primeiro CD, ainda este ano, ela traz a Festa Audácia no próximo dia 6, a partir das 23 horas, no Bar Allegra (Praça Mauá/Santos). A entrada é R$10. Por Rachel Munhoz  Do Revista Relevo A Festa Audácia integra o projeto Noites Negras – um semestre de música negra universal no Centro de Santos, com programação que vai até julho. E na semana que comemora o mês da Mulher, Preta Rara vai receber em sua festa as rappers Pamelloza e Yzalú, além do DJ residente Beto Machado. “A viagem sonora será do rap ao jazz, do funk soul ao afoxé”, ...

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@NappyStock

Relato de uma mãe preta

Você tem cor de merda; Sabia que você tem mão de traficante?; Minha mãe falou mesmo que não era pra eu brincar com pessoas da sua cor…; como você aguenta ser preto? Você fede…; eu não gosto de brincar com amiguinhos marrons… Essas foram algumas das frases que meus três filhos ouviram quase todos os dias, desde que entraram na escola, ou melhor, desde que começaram a se relacionar com outras crianças na escola. E eu como mãe, tive que conviver com esses relatos a vida toda, indo à escola, procurando professores e diretoras brancas que já chegaram a me perguntar se realmente o racismo existe. Antes de mais nada, preciso me apresentar para que vocês entendam um pouco mais sobre essa história. Meu nome é Talita, sou jornalista, tenho 41 anos, sou negra e me casei com um homem negro. Tenho três filhos negros, dois meninos e uma menina, ...

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Erika Hilton, eleita vereadora em São Paulo (Foto: Karime Xavier - 3.dez.19/Folhapress)

A revolução começa preta e trans

Os dados estão lançados no tabuleiro. Centrão e direita tradicionais –como PSD/DEM/MDB/PP– saem vitoriosos em termos de prefeituras, o que é relevante para verificar que o continuísmo permanece forte, capilaridade partidária ainda importa e a revolução de extrema direita, se a eleição municipal servir de algum parâmetro, definha. Ainda é cedo para decretar a morte política da extrema direita, mas que ela passa mal, passa. Neste jogo, Bolsonaro é o azarão ao fundo, e sai massacrado. Seu filho, Carlos Bolsonaro, se reelegeu como vereador no RJ, mas com 35 mil votos a menos do que em 2016. Mesmo que seja ainda expressivo para quem nada faz no cargo que ocupa, ainda assim é uma derrota do bolsonarismo como projeto de pátrio poder. Quem faz política personalista com robôs e sem partido mais cedo ou mais tarde morre na praia, ou ali permanece vendendo açaí. Que o diga Wal Bolsonaro e ...

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James Van Der Zee / The Folklore Research Center, Universidade Hebraica de Jerusalém por meio da National Library of Israel Digital Collection

Cantores Judeus Negros de 100 anos atrás redescobertos graças a gravações raras

Anúncios de jornal do início da década de 1920 para o blockbuster New York Yiddish stage mostram Dos Khupe Kleyd (O vestido de noiva) e Yente Telebende ( Loquacious Battle ‐ Axe), apresentando um artista negro entre os artistas em destaque. Era Thomas LaRue , um cantor de língua iídiche amplamente conhecido no período entre guerras como der schvartzer khazan (O Cantor Negro). Embora esquecido há muito tempo, LaRue (que às vezes usava o sobrenome Jones) estava entre os favoritos do teatro iídiche e da música relifiosa. Supostamente criado em Newark, New Jersey, por uma mãe solteira que foi atraída pelo judaísmo, ele até atraiu o interesse de fora dos EUA. LaRue foi agendada para mais de uma turnê europeia na década de 1930, mas o público e os críticos nas comunidades judaicas na Polônia e na Alemanha eram um pouco mais céticos do que os americanos. Embora muitos tenham ...

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Divulgação

Contos Valentes – Histórias infantis pretas

“Contos Valentes – Histórias infantis pretas”, é um projeto idealizado pela atriz Roberta Valente e pelo diretor de arte e ilustrador, Diogo Brozoski, composto por uma série de vídeos curtos para crianças, destacando grandes personalidades negras que brilham no Brasil e no mundo. Interpretando uma contadora de histórias, Roberta apresenta, a cada episódio, uma pessoa negra que se destaca ao longo da história, ou nos  tempos da atuais, em diferentes áreas, como o teatro, a música, a literatura, a ciência ou na luta abolicionista, promovendo um primeiro encontro das crianças com esses nomes. O projeto se constrói com o trabalho de arte e animação de Diogo Brozoski, e com roteiros assinados por Sandra Menezes, escritora e dramaturga, com exceção do episódio sobre Zumbi dos Palmares, cujo roteiro teve livre adaptação pela própria atriz, do livro “Zumbi O Pequeno Guerreiro”, de Kayodê. O primeiro episódio da série “Contos Valentes” traz a ...

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Flávia Oliveira  (Foto: Arquivo/ O Globo)

Julho das Pretas

Um mês depois de a multidão indignada arrancar do pedestal — e lançar num rio de Bristol, no Reino Unido — a estátua do comerciante de escravizados Edward Colston, uma mulher negra foi içada a monumento na mesma praça, no mesmo ponto, como alvorecer de uma necessária era antirracista. O escultor britânico Marc Quinn, famoso pelas obras provocativas, eternizou — por um dia, posto que o poder público removeu a ousadia — em resina e aço o gesto da jovem Jen Reid: braço direito erguido, punho cerrado. Nos Estados Unidos, a onda de manifestações em reação ao assassinato por asfixia do americano George Floyd, homem negro, por um policial branco também resultou num reconhecimento simbólico ao ativismo feminino numa capa da revista “Rolling Stone”. O artista visual Kadir Nelson batizou de “American Uprising” (revolta americana em tradução livre) a obra com uma moça e um menino negros à frente dos ...

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Sebastião Arcanjo, o Tiãozinho, presidente da Ponte Preta, usa camisa manifestando intenção de ter 'democracia racial' dentro do clube Foto: Valéria Gonçalvez / Estadão Conteúdo

Nova diretoria da Ponte Preta busca ‘democracia racial’ no clube

Time de Campinas é o único presidido por um negro entre os times das Séries A e B do Brasileirão e luta por mais inclusão Por Gonçalo Júnior, do Estadão Sebastião Arcanjo, o Tiãozinho, presidente da Ponte Preta, usa camisa manifestando intenção de ter 'democracia racial' dentro do clube Foto: Valéria Gonçalvez / Estadão Conteúdo Sebastião Arcanjo, presidente da Ponte Preta, chegou ao estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, com uma camiseta cinza de tecido leve por causa do calorão e uma estampa chamativa. Dois punhos erguidos, um branco e um negro, o símbolo da Ponte Preta e a frase: primeira democracia racial do futebol brasileiro. O lema quer unir o presente e o passado. Tiãozinho, como é conhecido, é o único negro entre os 40 presidentes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro. Paralelamente, o clube pede à Fifa que seja reconhecida como primeiro clube ...

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A modelo Babiy Querino Gabriel Cabral/Folhapress

‘Tiraram quase dois anos de mim’, diz Bárbara Querino

Babiy, 21, ficou um ano e sete meses presa sob suspeita de pertencer a uma quadrilha de roubos em SP Por Anna Virginia Balloussier, da Folha de São Paulo A modelo Babiy Querino (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress) A história da modelo e dançarina Bárbara Querino de Oliveira, 21, a Babiy, poderia ser uma entre tantas outras: a jovem negra da periferia que acabou encarcerada por um crime que diz nunca ter cometido. Mas não. Sua prisão fez barulho, e não foi pouco. Criada no Facebook após a viatura a levar, os agentes munidos de um mandado que a tachava de ladra, a página Todos por Babiy agrupa mais de 20 mil pessoas que acreditam em sua inocência. O perfil é reproduzido num clipe da funkeira MC Carol, “Marielle Franco”, que traz no refrão: “Mulheres pretas aqui não têm direitos”. Cria de Cidade Ademar (zona sul paulistana), Babiy ...

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(Antonio Wagner/Divulgação)

Medicina Preta: primeira turma de médicos da UFRB entra para a história

Foto com 12 formandos negros viralizou nas redes sociais nas últimas semanas Por Edvan Lessa*, do Correio 24 Horas  (Antonio Wagner/Divulgação) Berço da medicina no Brasil e estado com população majoritariamente preta e parda, a Bahia nunca formou tantos médicos negros numa só turma como agora. A colação de grau dos veteranos de Medicina da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), no dia 29 de agosto, é inédita, não só para a instituição, como também na história do ensino superior brasileiro. Numa foto que viralizou nas redes sociais, 12 estudantes – 41% dos formandos – posam imponentes de braços cruzados. Para alguns, o marco representado na imagem se confunde com um desvio na história, mas o novo capítulo é simbólico; mina uma tradição alheia à diversidade de perfis, e impacta a área da saúde, no estado, sem precedentes. “Ser da primeira turma traz o ‘peso’ ...

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Pretahub: apoio e fomento ao empreendedorismo negro

No Terra Há 18 anos, a empreendedora Adriana Barbosa criou a Feira Preta para conectar e promover negócios da população negra. Desde então, sua iniciativa ganhou corpo e pôde se aprofundar em como oferecer incentivos - como mentorias e workshops - não só para o crescimento de empresas com fundadores que se autodeclararam negros, como também para empreendimentos que oferecem produtos e serviços focados nas especificidades e desafios dessa população. Foi com essa proposta que nasceu o Pretahub, um programa que acelera o desenvolvimento de empreendedores e seus projetos, sejam eles tecnológicos, como aplicativos e plataformas, ou tradicionais, como lojas de roupa, acessórios e cosméticos. Para entender melhor as frentes de trabalho da iniciativa, o Terra Inovação conversou com Adriana e debateu sobre o fomento às ideias e às soluções voltadas à comunidade negra. Não perca esse novo episódio!

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TVT/REPRODUÇÃO

Preta Ferreira desabafa: ‘Estou presa porque nasci mulher, preta e pobre’

A ativista por moradia, presa junto com sua família no dia 24 de junho por denúncias anônimas de extorsão, foi entrevistada pela Rádio Brasil Atual Da Rede Brasil Atual  Youtube TVT/REPRODUÇÃO Janice Ferreira da Silva, a Preta Ferreira, está presa há 30 dias mesmo sem ter cometido crime nenhum. Foi detida junto de seu irmão, Sidney Ferreira e sua mãe, líder do Movimento Sem Teto do Centro (MSTC) e da Frente de Luta por Moradia (FLM), Carmen Silva. A acusação é de extorsão, por cobrança de uma taxa de moradores em condomínios ocupados do centro de São Paulo – num processo que desconsidera que essas contribuições são decididas em assembleias de moradores, registradas em cartório e comprovadas por recibos. Para Preta, a verdade é outra. “Não sou bandida, sempre trabalhei. Estou presa porque nasci mulher, preta e pobre em um país aonde quem manda são homens machistas e racistas.” Preta ...

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Cultura Preta: Quais são as novidades do segundo semestre de 2019?

O segundo semestre de 2019 chegou e com ele uma série de lançamentos e estreias na música, teatro, literatura e cinema. Aqui reunimos as mais recentes novidades da cultura preta e periférica de São Paulo, confira a agenda e mais informações sobre cada evento. Do Negro Belchior Peça “Terror e Miséria no 3º Milênio – Improvisando Utopias” Quando? Em cartaz de 28 de junho a 28 de julho Onde? Sesc Bom Retiro – Alameda Nothmann, 185, Campos Elíseos, São Paulo Saiba mais: https://bit.ly/terror3milenio Inspirada no clássico de Bertolt Brecht, a peça se une a cultura Hip Hop para apresentar um panorama sobre a violência. É uma visão que coloca, em mundos paralelos, os dias de hoje e os anos que antecederam a explosão do nazi-fascismo, na época da Segunda Guerra Mundial. O elenco formado por 11 atores MCs discute também os privilégios e opressões vindas do racismo, do preconceito de classe e gênero. O ...

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Para o IBGE, políticas afirmativas de cor ou raça contribuem para o aumento da população que se declara preta no país — Foto- Afrojob

Em sete anos, aumenta em 32% a população que se declara preta no Brasil

De 2012 a 2018, número de declarados pretos aumentou em quase 5 milhões no país. População branca segue encolhendo e pardos seguem sendo maioria. por Daniel Silveira no G1 Para o IBGE, políticas afirmativas de cor ou raça contribuem para o aumento da população que se declara preta no país — Foto- Afrojob Para o IBGE, políticas afirmativas de cor ou raça contribuem para o aumento da população que se declara preta no país — Foto: Afrojob Em 2018, o Brasil tinha 19,2 milhões de pessoas que se declararam pretas – 4,7 milhões a mais que em 2012, o que corresponde a uma alta de 32,2% no período. É o que revela um levantamento divulgado nesta quarta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). À exceção de 2014, quando o número de pretos se manteve estável em relação ao ano anterior, anualmente tem aumentado ...

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Imagem: Divulgação/Reprodução/Bragança em pauta

17ª Feira Preta promove cultura, arte e afroempreendedorismo entre dias 18 e 20

No dia 20 de novembro comemora-se o Dia da Consciência Negra. Em algumas cidades, como em Bragança Paulista, é feriado, em outras não. No Bragança em pauta   Imagem: Divulgação/Reprodução/Bragança em pauta   Em São Paulo, entre os dias 18 e 20 de novembro, acontece a 17ª Feira Preta. Elza Soares e Rincon Sapiência estão entre as atrações confirmadas no evento que acontece na Praça das Artes, no Theatro Municipal e no Tom Brasil. A Feira Preta, é considerada atualmente o maior evento de cultura negra da América Latina, e reune diversas atrações artísticas e atividades, com o objetivo de discutir a estética negra e impulsionar o afroempreendedorismo no Brasil. Na programação, há shows, palestras, slams, artes visuais e aulas de dança. Entre as atividades confirmadas estão as apresentações de Elza Soares e Luedji Luna, Rincon Sapiência, Simoninha, Slam das Minas SP e The R.A.P Party ...

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Pinturas expostas na mostra Ex-Africa. (Foto: DivulgaçãoReprodução/Carta Capital)

2018, o ano em que os negros entraram em pauta nas artes

Exposições, musicais, filmes e séries exaltam a pele negra em suas produções Por Guilherme Soares Dias, no Carta Capital Pinturas expostas na mostra Ex-Africa. (Foto: Divulgação/Reprodução/Carta Capital) O ano de 2018 ficará marcado pelo fato de os negros terem definitivamente entrado em pauta no mundo das artes. Seja em produções nacionais ou estrangeiras, não deu para ignorar a presença dos negros e abordar a cultura e história desse povo oriundo da diáspora africana. As exposições de grandes museus tentaram reproduzir parte dessa cultura. Mas também houve o histórico filme Pantera Negra, a forte presença na Feira Literária de Paraty (FLIP) e até mesmo os protestos contra a novela “Segundo Sol”, da Globo, em que a ausência foi cobrada pelos movimentos, e deve resultar em produtos mais diversos na emissora de maior audiência do País. Confira 13 obras em que os negros foram destaque: Pantera Negra O filme conta a ...

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Estudantes de SP chamam professora de ‘preta galinha’ e desenham suástica em escola

Direção de escola fez reunião com pais de alunos adolescentes e aconselhou professora de sociologia a registrar boletim de ocorrência. 'Sentimento de incapacidade', diz educadora. Por Daniela Salerno e Elis Franco , G1 Estudantes do ensino médio da escola estadual Rui Barbosa Conselheiro, no Tremembé, Zona Norte de São Paulo, cometeram ofensas raciais e de cunho sexista contra uma professora de sociologia negra ao escrever na porta da sala de aula dela “preta galinha do c***”. Os alunos também desenharam a suástica, símbolo associado ao nazismo de Adolf Hitler, que entre outros aspectos pregava a supremacia branca e perseguia minorias. As ofensas foram vistas e registradas em vídeo pela professora no último dia 2, mas o boletim de ocorrência por injúria racial foi registrado nesta quarta-feira (5) na Delegacia de Crimes Raciais. De acordo com o B.O., três adolescentes teriam escrito as ofensas e ao menos um deles teria confirmado ...

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Na Bahia de pele preta, Segundo Sol é coberto por nuvens do racismo

A Bahia sempre está na moda. Agora, brilha no folhetim Segundo Sol. Na novela da vida real de Salvador, o astro-rei está coberto entre nuvens, completamente eclipsado. Não há descanso para a maioria da população negra, estranhamente não representada pelo elenco da novela das nove, da TV Globo. por Sérgio Maggio Do Metrópoles Foto: Reproduzida/ metropoles Nesta semana, Salvador ocupou o noticiário nacional com episódios chocantes. Nesse sábado (10/6), 30 mortes, a maioria de homens jovens e negros, abalaram a cidade. Alguns pais de família, outros policiais, uns ligados ao crime, muitos sem nenhum contato. Em comum, a cor da pele preta. Isso não é gratuito. Nunca foi coincidência. É o alicerce podre da nação brasileira racista e estruturada que se desmorona diariamente. Tanto na primeira capital do Brasil, quanto no país afora. Os negros sempre souberam que o mito da democracia racial era um paliativo para que a Casa ...

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Faxineira brasileira palestrará para doutores norte-americanos

A mineira Alline Parreira narrará sua história de vida em primeira pessoa na Cuny University, em Nova Iorque, na semana que vem. Evento será transmitido online Por Tássia di Carvalho para o Portal Geledés  Imagem enviada para o Portal Geledés Nem todo conhecimento vem de livros, e Alline Parreira, 27 anos, é a prova viva disso: Nascida no sertão mineiro, no Município de Manga, adotada ilegalmente na barriga de sua mãe biológica por uma mulher intersexual. Adotada novamente aos três meses de idade por uma mulher branca idosa. Alline seguiu, pobre, preta, lutando contra racismo e preconceito na construção de seu gênero e da sua aceitação identitária como mulher negra sem referência racial em sua família adotiva. Ela tem muita história para contar, e no próximo dia 15, às 19h, narrará sua trajetória em primeira pessoa em uma palestra documental inovadora, mesclando poesia, oralidade e projeções de sua trajetória de Manga ...

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