terça-feira, abril 20, 2021

Resultados da pesquisa por 'Rede Angola'

Kalaf Epalanga (Foto: Pluma)

“Continuamos nos tratando como os colonizadores nos tratavam”, diz escritor angolano Kalaf Epalanga

Atração da Flip neste ano, o músico, escritor e cronista falou com a GQ sobre kuduro, literatura, democracia, imigração e até Leandro e Leonardo Por FELIPE BLUMEN, do GQ Kalaf Epalanga (Foto: Pluma) "Eu me apresento como escritor porque geralmente isso afugenta os curiosos", brinca o angolano Kalaf Epalanga ao começar esta entrevista enquanto se preparava para participar da programação oficial da Flip, a festa literária de Paraty-RJ, que vai até o próximo domingo (14). "E também depende da circunstância. Se estou no meio de um monte de músicos, sou músico; se estou com escritores, sou escritor. Mas tudo para mim parte da escrita, eu escrevo canções e ser escritor é a coisa mais próxima daquilo que sinto", diz.   A confusão vem dos muitos apelidos que o angolano radicado na Europa Kalaf Epalanga Alfredo Ângelo ganhou: músico, poeta-cantor, cronista, agitador cultural. Não à toa. Autor ...

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Cumbe, Angola Janga e Carolina são aprovado no Plano Nacional do Livro Didático Literário 2018

Os quadrinhos Angola Janga, Cumbe (ambos de Marcelo D’Salete) e Carolina (João Pinheiro e Sirlene Barbosa) foram aprovadas no mais recente edital do Plano Nacional do Livro Didático Literário (PNLD Literário). por Samir Naliato no Universo HQ banner-facebook As três obras tratam de temas como a escravidão e a discriminação racial e, a partir de 2019, serão adotadas em escolas públicas de ensino médio de todo o Brasil. Em outubro, professores de toda a rede farão a escolha dos livros. Consideradas por especialistas um importante instrumento no tratamento de temáticas transversais a variados campos do conhecimento, as histórias em quadrinhos podem atender simultaneamente a diversos objetivos de aprendizagem. "Consideradas por especialistas um importante instrumento no tratamento de temáticas transversais a variados campos do conhecimento, as histórias em quadrinhos podem atender simultaneamente a diversos objetivos de aprendizagem. Os três títulos da Veneta selecionados trazem importantes recursos para o ensino da história e da cultura ...

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Angolanos e brasileiros pintam “resistência negra”

Artistas de Angola e  do Brasil  participam de 28 deste mês a 2 de Agosto, na criação de no-vas pinturas na Serra da Leba, a iniciativa visa promover o intercâmbio cultural entre os dois povos. Do Jornal de Angola Projecto por objectivo criar espaços de trocas de experiências entre nacionais e estrangeiros Fotografia: Edições Novembro A actividade faz parte do projecto “África e a Diáspora - Novas Conexões”, lançado no Brasil, conta com a presença de grafiteiros do estado da Bahia, Annie Ganzala, Ananda Santana e Eder Muniz, e dos angolanos Thó Simões, Nunes Simões e Manuel Rafa. O projecto “Murais da Leba” visa relançar o turismo cultural na região sul do país, através de artes plásticas, conta com a participação de dois artistas do Namibe e da Huíla. Durante cinco dias, os grafiteiros do Estado da Bahia e os angolanos envolvidos no projecto Murais da Leba ...

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Taís Araújo tenta controlar fãs em Angola Foto: Reprodução/Instagram

Taís Araújo e Lázaro Ramos são ovacionados por crianças em gravação em Angola

Lázaro Ramos e Taís Araújo foram ovacionados por crianças angolanas durante os bastidores do programa “Mister Brau”, que tem parte de sua quarta temporada gravada em Luanda. Num vídeo publicado por um integrante da equipe técnica nas redes sociais, o casal de atores brasileiros aparece sendo abraçado por crianças do local e a atriz é quase derrubada no chão. Do Extra  Taís Araújo tenta controlar fãs em Angola Foto: Reprodução/Instagram “Gente, eu vou cair. Amor, olha só”, tenta explicar Taís, ao conversar com as crianças que a abraçam. A influência de um produto audiovisual... e amor pelo um artista Uma publicação compartilhada por Yaru Cândido (@yarucandido) em 18 de Fev, 2018 às 10:01 PST Em outro momento do vídeo, o ator Luís Miranda também aparece tentando conter os ânimos dos fãs mirins. Parte da equipe de cinegrafistas capta o momento, e outros funcionários da produção vão ...

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Mel Duarte representa literatura brasileira em festival de Angola

Poeta participa de sarau e bate-papo sobre literatura lusófona em país africano Por Jéssica Balbino Do Catraca Livre Representando a literatura brasileira contemporânea, a poeta Mel Duarte, de 28 anos, se apresenta entre os dias 26 e 28 de maio em Luanda, em Angola, no Festival de Literatura Luso-Afro-Brasileira  (Festilab Taag), promovido pelo Centro Cultural Brasil-Angola que ocorre na capital do país com entrada gratuita. O festival celebra a literatura lusófona e a poesia feita em língua portuguesa em diferentes países. Durante o evento, Mel Duarte participa, no dia 26 de maio, ás 19h30, de um sarau literário ao lado dos poetas Alice Sant’Anna, Antonio Carlos Secchin, José Luís Mendonça,  Paulo José Miranda e Thomaz Ramalho. O cerimonial fica por conta de Etelvina “Ngonguita” Diogo. Em seguida há a abertura da Feira do Livro, com performance da atriz angolana Renata Torres e texto da brasileira Carolina Maria de Jesus, a primeira moradora ...

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Conheça Jordan Kunzika, angolano e co-fundador do “BAE” aplicativo para encontros de pessoas negras

Aos 21 anos, Jordan Kunzika é um dos co-fundadores da BAE (Before Anyone Else), uma aplicação de encontros lançada nos EUA à medida do perfil de homens e mulheres negros. Em busca do par ideal para contar esta história. no Novo Jornal Elas têm menos 20% de probabilidades de serem escolhidas, enquanto a taxa de rejeição deles pode rondar os 27%. Num cada vez mais popularizado mundo dos encontros virtuais, negras e negros tendem a ser preteridos por brancas e brancos, revela um estudo do site de encontros OK Cupid, indissociável das inquietações que conduziram ao lançamento da aplicação de encontros BAE. Nascida em Abril de 2015 nos EUA, por iniciativa conjunta de Jordan Kunzika e dos irmãos Justin e Brian Gerrard, a ferramenta foi desenvolvida para promover a inclusão da comunidade negra no mundo dos encontros online. "Em apenas um ano entrámos para o top 50 de aplicações de ...

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Campanha do governo contra xenofobia gera revolta nas redes

Ministério da Justiça é acusado de confundir escravidão com migração Por MARIANA SANCHES, do O Globo Uma campanha contra a xenofobia e o preconceito a migrantes, que começou a ser veiculada pelo Ministério da Justiça nesta terça-feira nas páginas de Facebook e Twitter, gerou uma enorme polêmica. Na peça publicitária, o jovem negro Matheus Gomes, de 18 anos, aparece sorridente com os seguintes dizeres ao lado de sua foto: “Meu avô é angolano, meu bisavô é ganês. Brasil. A imigração está no nosso sangue”. Junto ao cartaz, o Ministério postou a seguinte mensagem: “há cinco séculos, imigrantes de todas as partes ajudam a construir nosso país”. Na tarde de terça, tão logo a postagem entrou no ar, as páginas do Ministério foram inundadas por manifestações negativas. Segundo internautas, o Ministério da Justiça confundiu imigração com escravidão. Juliana Borges, uma das que comentou a página, indignou-se: “Imigrante? Pessoas traficadas e escravizadas foram ...

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Escritor Gabriel Ambrósio em entrevista ao Jet7 Angola

Jet7 Angola - Quem é o Gabriel Ambrósio? R- Um jovem angolano, responsável e humilde, mas sem vergonha de ser ele mesmo, apesar de respeitar todos. Do Jet7 Angola Jet7 Angola - Quando é que começou a sentir interesse pela escrita? R-O meu interesse pela escrita começou exatamente quando estudava no ensino médio no Soyo/ Zaire. Escrevia frases reflexivas, líricas e inquietações sobre as emoções socioculturais. Jet7 Angola - Quas são os temas que o Gabriel gosta de abordar nos seus livros? R- Os temas que mais abordos são sobre valores culturais, com cunho filosófico, antropológico, simbólico artístico e sociopolítico. E também reflito bastante sobre o nosso comportamento como jovens angolanos e africanos no geral. Jet7 Angola - Muitos escritores e personalidades ligadas à cultura reclamam da falta de apoios do ministério da cultura. A literatura, ainda é o parente pobre das artes em Angola? R-Bem, eu penso que o ministério ...

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Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

Rede Globo: O racismo “Tá no Ar” ou “Quer açoitar quantos?”

“Interrompemos esse programa para apresentar um comercial do século XIX: Extra, extra, atenção! Não compre escravo hoje! É que amanhã é dia de mega promoção aqui nas “Escravas Bahia”. Cabindas, Guinés, Angolas! O Feitor ficou maluco! Quer açoitar quantos? É isso mesmo! Compre dois escravos de engenho e leve uma ama de leite inteiramente grátis! Venha conhecer novas filias: Pelourinho e Pedra do Sal! Escravas Bahia: Servidão total pra você!” Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania Por Douglas Belchior, do Negro Belchior  Esse foi o roteiro interpretado por Marcius Melhem, em um quadro do programa “Tá no Ar”, que foi ao ar na última quinta-feira (12/02) pela Rede Globo, em que os atores “brincam com comerciais de TV”. ASSISTA AQUI O REFERIDO EPISÓDIO Já abordamos várias vezes neste Blog o debate sobre os limites do humor, aliás, assunto recorrente. Só para citar um dos casos, lembro o infeliz “Baú ...

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Imagem: Aleksandra Pawloff (Courtesy Photo)

Angolanos preocupados com falta de qualidade do processo educativo

Aumentar a escolaridade e o número de alunos nas escolas Por Agostinho Gayeta no Voa Portugues Imagem: Aleksandra Pawloff (Courtesy Photo) A falta de qualidade do processo educativo em Angola é uma preocupação muito generalizada e o esforço para aumentar a escolaridade e o número de alunos nas escolas não corresponde a uma oportunidade efectiva para que estes possam adquirir as competências necessárias para se inserirem no mundo do trabalho e para a vida. As disfuncionalidades no sistema educativo angolano comprometem grandemente o presente e o futuro do país. Esta é uma das conclusões saídas da V Semana Social Nacional realizada pelo Mosaiko Instituto para Cidadania e pela Ceast, que terminou a 31 de Janeiro. “Igualdade de oportunidades” foi o tema central do encontro; Covidado a reflectir sobre a importância da educação para a igualdde de oportunidades, o Coordenador da Rede de Educação para Todos até 2015 defendeu uma ...

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As memórias da guerra no documentário “Angola nos Trilhos da Independência”

O projecto Angola nos Trilhos da Independência tem atiçado a curiosidade de muita gente. Foram 57 meses, 900 horas de material audiovisual recolhido em território angolano e internacional, cerca de 700 depoimentos de protagonistas da luta anticolonial. Tudo isto destinado a preservar a memória de um período na História que diz respeito a Angola e à luta de todos os povos sob ocupação colonial cujas memórias padecem ainda de ser registadas e pensadas. por Marta Lança no jornal Rede Angola Uma epopeia de grande fôlego que implicou um sem fim de viagens, adversidades, muita poeira e entusiasmo. Nela, a equipa (e, futuramente, nós) ficou a conhecer um país sob todas as suas diversas camadas: campo, cidade, interior, litoral, etnias, línguas, idades e modos de vida. Muitas personagens cujos testemunhos foram gravados, já morreram entretanto, o que demonstra a urgência deste projecto cujo resultado sai este ano na senda das comemorações dos 40 anos da Dipanda. O general Paulo Lara foi, com a associação Tchiweka, o ...

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12 anos

Angola 12 Anos Paz

  Ganhos da paz superam os obtidos durante administração colonial  A afirmação é do historiador Venceslau Cassessa, entrevistado hoje pela Angop, acerca dos 12 anos de paz em Angola, considerando incalculáveis os avanços que o país conheceu e que estão reflectidos na melhoria da qualidade de vida da população. Destacou, entre os benefícios da paz, a reconciliação nacional, o aprofundamento do diálogo entre diferentes partidos políticos para o bem da Nação, aumento da segurança e estabilidade, assim como a reconstrução e construção de empreendimentos sociais e económicos que colocaram Angola na rota do desenvolvimento sustentável. O historiador Venceslau Cassessa sublinhou, também, que a paz permitiu que os angolanos se unissem mais em torno da construção de um país mais próspero e recuperar o seu prestígio no contexto das Nações. “Não há dúvidas que o país cresceu mais nestes 12 anos de paz que nos 500 anos de administração colonial. Os ...

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Angola – Uma entrevista com o cineasta José Fonseca e Costa

Angola – Uma entrevista com o cineasta José Fonseca e Costa

    Depois de, no primeiro volume, subintitulado «O cinema do império», termos procurado mostrar as visões que, através do cinema de ficção e documental, o colonialismo português propos sobre Angola, este segundo volume retém um vislumbre de um olhar corte-de-navalha – como o proposto por Buñuel com Un chien andalou – nascido da militância, do uso do cinema como arma política. Em «O cinema é uma arma» enceta-se, pois, um trabalho de redescoberta de filmes militantes que têm permanecido invisíveis participando, naturalmente, num movimento de revalorização e releitura de obras de autor com um ponto de vista político, como a de Sarah Maldoror. Complementar e cruzar o visionamento das obras acessíveis e a leitura de documentação inédita sobre outros filmes com a recolha de testemunhos foi a metodologia escolhida e evidencia que, também quanto a este tema, este é o primeiro inventário possível. A panorâmica sobre «A alvorada do cineclubismo», feita por Paulo Cunha, ...

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Foto: Jupiterimages/Creatas/Getty Images

Alunos da Rede Estadual estudam países africanos para entender suas próprias raízes

Mia Couto e Teixeira Souza foram alguns dos autores analisados Jupiterimages/Creatas/Getty Images As professoras Letícia Queiroz, de Língua Portuguesa; Luciana Souza, de História; e Rosana Sobreiro e Silmara César, de Arte, levaram os alunos do CIEP 169 - Maria Augusta Correia, em São João de Meriti, a uma verdadeira viagem de reconhecimento das raízes africanas por meio da Literatura. Aos jovens, foi recomendada a leitura de contos africanos que estivessem inseridos em países de Língua Portuguesa. O objetivo era identificar diferenças e semelhanças culturais, bem como linguísticas, específicas de cada área. Os autores escolhidos como referência para o desenvolvimento do trabalho foram: Mia Couto, Moçambique; Teixeira Souza, Cabo Verde; Albertina Bragança, São Tomé e Príncipe; Odete Costa Semedo, Guiné Bissau; e Ondjaki, Angola.   Sob a orientação das quatro docentes do CIEP 169, os alunos mergulharam em uma extensa pesquisa e levantamento de dados sobre os ...

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(Foto: Reprodução/Semba Comunicação)

Filme angolano “Njinga – Rainha de Angola” já tem data de estreia em Luanda

Foi divulgado nesta terça-feira, (8), a data de estreia da próxima produçao angolana intitulada  ”Njinga – Rainha de Angola”. A produção que traz como protagonista principal a ex-miss Angola e actual apresentadora da rede globo a angolana Lesliana Pereira, tem estreia marcada para o dia 8 de Novembro do ano em curso em Luanda. Depois do grande sucesso da novela angolana produzida pela Semba Comunicação, “Windeck”, a produtora agora ira estrear-se no mundo do cinema com o filme “Njinga – Rainha de Angola”,que tem estreia marcada para o próximo dia 8 de Novembro de 2013 em Luanda, anunciou na sua conta oficial da rede social facebook a Semba Produção, divulgando ainda um teaser resumido da nova produção, “ É já no dia 8 de Novembro que teremos em Luanda a ante estreia do filme “Njinga – Rainha de Angola”. Veja aqui algumas imagens emocionantes desta grande aposta da Semba Comunicação”. Veja o teaser: Com ...

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Rocha Nefwani

Usando novas tecnologias angolano luta nos EUA pela cultura do Reino do Congo

Usando as novas tecnologias, Rocha Nefwani, nascido na antiga capital do Reino do Congo, Mbanza Congo, (Angola) mas hoje residente em Tucson (EUA), lançou uma autêntica cruzada global em defesa da língua, tradições e valores culturais dos seus ancestrais, que cumina, em Novembro, num congresso em Paris. Para ele, as colonizações belga, francesa e portuguesa alienaram de tal modo os africanos que, hoje, eles «reflectem mais a imagem dos europeus, do que os próprios europeus » embora o primeiro-ministro português nascido em África, não tenha um nome africano. Lusomonitor – O que aconteceu para viver hoje tão longe da terra onde nasceu? Esse percurso, certamente não foi isento de sofrimento, não o marcou como ser humano ? Rocha Nefwani – O facto de ter nascido em Angola e de viver agora em Tucson, não é para mim motivo de sofrimento. Esse trajecto tornou-me num homem equilibrado, por ter sido exposto ...

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angola

Angola – Nem só de pão vive a paz

A paz e o desenvolvimento estão intimamente ligados em África, mas, além disso, é preciso «um forte empenho cultural» para reforçar e consolidar a paz. A afirmação é de José Eduardo dos Santos, presidente de Angola.   Brasília - A paz e o desenvolvimento estão intimamente ligados em África, mas, além disso, é preciso «um forte empenho cultural» para reforçar e consolidar a paz. A afirmação de José Eduardo dos Santos mereceu a concordância unânime dos participantes do Fórum Pan-africano para uma Cultura de Paz, realizado em Luanda. A valorização das culturas africanas, incluindo os mecanismos tradicionais de resolução de conflitos, foi defendida pelos participantes no fórum, como um meio para criar uma cultura de paz no continente. Eles recomendaram, por isso, que a história, as línguas e as culturas de África sejam colocadas no centro dos sistemas de ensino dos países africanos, desde o nível básico ao nível universitário. ...

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leila-lopes-miss-universo-2011-3

Jornal de Angola retrata Ataques raciais contra Leila Lopes no Brasil

Brasil - Três eventos culturais realizados no Brasil serviram de cenário recentemente para a demonstração de dois graves problemas brasileiros: a discriminação e a desigualdade raciais. Um dos eventos literários mais importantes do país, no Rio de Janeiro, e o concurso Miss Universo, em São Paulo, foram marcados por contextos de racismo. Já na capital Brasília, um seminário apontou dados impressionantes sobre a diferença que existe entre o mundo dos negros e o dos brancos no Brasil No episódio de racismo ocorrido durante a 15ª Bienal do Livro, no Rio de Janeiro, o funcionário da "Editora Abril" acusado de discriminar um grupo de estudantes afrodescendentes foi indiciado esta semana. O crime ocorreu quando as jovens teriam pedido um convite para uma palestra. O funcionário da editora teria negado a solicitação dizendo que as alunas não poderiam ir ao evento porque eram "negras de cabelo duro e faveladas". Na segunda-feira, Leila ...

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mulher angolana

Angola aumenta a presença de mulheres na sua representação nas Nações Unidas

O Ministério das Relações Exteriores vai colocar, em breve, uma diplomata na estrutura das Nações Unidas dedicada à mulher, anunciou sexta-feira, em Luanda, o secretário de Estado Manuel Augusto. O governante garantiu que o Ministério das Relações Exteriores está a trabalhar com o Ministério da Família e Promoção da Mulher no sentido de, o mais breve possível, materializar este objectivo. O secretário de Estado das Relações Exteriores, que falava no seminário subordinado ao tema "A participação da mulher angolana nos órgãos de tomada de decisão: Como preservar as conquistas alcançadas", aconselhou as mulheres a promoverem o associativismo para preservar as conquistas alcançadas nos últimos anos. Manuel Augusto considera que o associativismo feminino deve ser desenvolvido com base em mecanismos próprios, como a rede de informação sobre a defesa dos direitos das mulheres. O secretário de Estado das Relações Exteriores, Manuel Augusto, disse que ao Executivo cabe o papel preponderante na ...

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carlapeairo

Notas para uma história da literatura angolana

A passagem com a qual iniciamos nosso trabalho resume com enorme rigor, uma impressão comum a todos os estudiosos da literatura angolana, sua característica eminentemente histórico-social; ao mesmo tempo que explica prolongadas ausências de qualquer registro literário digno desse nome. Os autores angolanos estiveram sempre em primeira linha de combate pela libertação e pela dignificação do homem angolano e, o que não é raro, subordinando na produção literária a luta socio-política. Os primeiros registros de produção escrita de um autor natural de Angola remontam ao século XVII. Sem querer dizer que não houvera literatura angolana antes desta época, a literatura de cunho marcadamente tradicional que conhecemos tinha, não obstante, uma característica determinante: a de ser oral. Por que só a partir dos primeiros escritos conhecidos pudemos ter algum conhecimento concreto sobre o assunto. Um dos primeiros escritos da literatura oral, segundo Carlos Ervedos, em seu "Roteiro da Literatura Angolana", por ...

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