segunda-feira, maio 25, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Thaís Araújo'

    Gaby Amarantos substitui Tais Araújo no ‘Saia Justa’

    Cantora de Belém do Pará integrará o elenco do programa a partir de março de 2018 Por  Ruth Lopes, do Opinião da Preta Foto: Reprodução/Opinião da Preta A cantora paraense Gaby Amarantos foi confirmada no elenco do Saia Justa, no lugar que era da atriz Tais Araújo. De acordo com a assessoria do canal pago GNT, a cantora começará a participar das gravações em março de 2018. Até lá, o sofá do programa deve seguir com a formação atual, com Pitty, Astrid Fontenelle e Mônica Martelli. A saída de Tais foi divulgada no último mês. A atriz, que foi anunciada como parte do elenco em dezembro de 2016, se dedicará às gravações da série Mister Brau, da Rede Globo, que ganhará uma quarta temporada no próximo ano. O Saia Justa é exibido ao vivo às quartas-feiras à noite, o que comprometeria a agenda de Tais. A atriz gravará ...

    Leia mais
    Ivi Pizzott (Foto: Guilherme Bertoncini/ Divulgação)

    Ivi Pizzott comenta caso Taís Araújo: ‘Já fui seguida por segurança’

    Bailarina do Faustão diz que preconceito é comum nas redes sociais e que negros não devem se calar. 'Temos de reagir e denunciar, é o jeito de reduzir.' Por Bárbara Vieira, do EGO Ivi Pizzott se solidarizou com o caso de Taís Araújo e Maria Júlia Coutinho, que foram alvo de preconceito em redes sociais, e contou que é comum ela também ser atacada. "Já passei por diversas situações, inclusive nas redes sociais e por diversas vezes me calei. Hoje não mais. Irei reagir e denunciar qualquer situação dessas. É a maneira que temos de tentar reduzir esse grande problema", diz a bailarina do Faustão, que enumera casos em que também foi alvo de preconceito por ser negra. "Já fui seguida por um segurança negro em uma loja de departamentos a partir do momento que quando entrei até quando saí (ele achava que eu iria roubar só porque sou negra). ...

    Leia mais
    Foto: Sergio Zalis/Globo

    Após depoimento de atriz, 30 pessoas terão sigilo quebrado por ofensas a Taís Araújo

    Atriz que foi alvo de comentários racistas prestou depoimento nesta quarta-feira Do Jornal do Brasil Após o depoimento da atriz Taís Araújo, nesta quarta-feira (4), na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, a Polícia Civil do Rio decidiu quebrar o sigilo de cerca de 30 perfis de usuários de redes sociais suspeito de terem direcionados comentários racistas em uma imagem publicada pela atriz. De acordo com os investigadores, os perfis pertencem a pessoas que residem nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. O diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada, Renato Oliveira, determinou a investigação do caso após tomar conhecimento dos comentários. "O crime é de injúria racial, feito por representação, e com aumento de pena por ser veiculado na internet. Ela veio para cá para autorizar o início das investigações", afirmou o delegado Alessandro Thiers, delegado da DRCI. A pena para quem comete o crime de injúria ...

    Leia mais
    O Irlandês é um dos filmes que concorre ao Globo de Ouro de melhor filme. O diretor é Martin Scorcese (Divulgação)... - Veja mais em https://ninalemos.blogosfera.uol.com.br/2019/12/11/mulheres-e-negros-estao-fora-de-melhores-do-ano-os-novos-tempos-acabaram/?cmpid=copiaecola

    Mulheres e negros estão fora de melhores do ano. Os novos tempos acabaram?

    Desde 2017, a indústria de Hollywood prometeu ficar mais "inclusiva" (a palavra está em aspas porque colocar mulheres e negros na mesma situação que homens brancos deveria ser o normal, já que somos mais da metade da população). As coisas pareciam estar mudando quando, em 2017, o escândalo do "Me Too" apareceu, levando mulheres do mundo todo a falar não só sobre assédio, mas para gritar pelos mesmos direitos também em Hollywood, onde foi criado o movimento "Times Up". Por Nina Lemos, do  Universa  O Irlandês é um dos filmes que concorre ao Globo de Ouro de melhor filme. O diretor é Martin Scorcese (Imagem retirada do site Universa/ Divulgação)   Em 2018, por exemplo, entrou para a história a cerimônia do Globo de Ouro, quando todas as mulheres foram vestidas de preto em protesto contra o assédio e também por igualdade de salários (e de ...

    Leia mais

    Léa Garcia, a brasileira que encantou Paris, completa 86 anos

    Junto com Ruth de Souza e Zezé Motta, Léa Garcia é uma das maiores estrelas negras do cinema brasileiro. Com mais de 20 filmes no currículo, Léa também é conhecida por seus trabalhos em telenovelas, destacando-se como a vilã Rosa em A Escrava Isaura (1976), uma das novelas brasileiras que mais bem sucedidas internacionalmente. Do Memórias Cinematográficas    Léa Garcia em Mister Brau, 2016 (Foto:  João Cotta/Globo)   Léa Lucas Garcia de Aguiar nasceu na Praça Mauá, Rio de Janeiro, em 11 de março de 1933. Sua mãe morreu quando ela tinha 11 anos de idade, e Léa foi morar com a avó, que era empregada na casa de uma família tradicional carioca. Seu pai queria que ela fosse contabilista, e ela formou-se na Escola Amaro Cavalcanti. Mas, contrariando seu pai, Léa começou a ter aulas de danças folclóricas com Mercedes Baptista, integrante do Teatro Experimental ...

    Leia mais
    Foto- Fabio Rebelo:Divulgação:Globo Filmes

    ‘Assunto mais importante do Brasil é racismo’, diz Jorge Furtado ao lançar filme ‘Rasga coração’

    Diretor lembrou que fez 12 filmes com protagonistas negros. Novo longa adapta peça de Vianinha e retrata conflitos políticos e de geração com atores negros em papéis de destaque. por Cauê Muraro no G1 Foto- Fabio Rebelo:Divulgação:Globo Filmes Um ator negro e uma atriz negra fazem dois dos personagens de destaque de “Rasga coração”, que adapta a peça homônima escrita no início dos anos 1970 por Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974), o Vianinha. É de propósito, explica o diretor do filme, Jorge Furtado. “Já me perguntaram por que os dois são negros. Eu respondi que, na peça, não se diz a cor deles, não está escrito que são brancos”, afirmou o cineasta, que participou nesta terça-feira (4) de um evento em São Paulo para lançar o longa. Chay Suede, Marco Ricca e Drica Moraes também participaram da pré-estreia para a imprensa. Os temas são conflitos políticos e ...

    Leia mais
    Pinturas expostas na mostra Ex-Africa. (Foto: DivulgaçãoReprodução/Carta Capital)

    2018, o ano em que os negros entraram em pauta nas artes

    Exposições, musicais, filmes e séries exaltam a pele negra em suas produções Por Guilherme Soares Dias, no Carta Capital Pinturas expostas na mostra Ex-Africa. (Foto: Divulgação/Reprodução/Carta Capital) O ano de 2018 ficará marcado pelo fato de os negros terem definitivamente entrado em pauta no mundo das artes. Seja em produções nacionais ou estrangeiras, não deu para ignorar a presença dos negros e abordar a cultura e história desse povo oriundo da diáspora africana. As exposições de grandes museus tentaram reproduzir parte dessa cultura. Mas também houve o histórico filme Pantera Negra, a forte presença na Feira Literária de Paraty (FLIP) e até mesmo os protestos contra a novela “Segundo Sol”, da Globo, em que a ausência foi cobrada pelos movimentos, e deve resultar em produtos mais diversos na emissora de maior audiência do País. Confira 13 obras em que os negros foram destaque: Pantera Negra O filme conta a ...

    Leia mais
    foto- Reprodução / Internet / Correio Brasiliense

    Rene Silva, fundador de jornal no Complexo do Alemão ganha prêmio em Nova York

    Rene Silva, 24, foi reconhecido como um dos negros com menos de 40 anos mais influentes do mundo. Na lista, outros 10 brasileiros também foram homenageados. no Correio Brasiliense foto- Reprodução / Internet / Correio Brasiliense O fundador da ONG Voz das Comunidades, Rene Silva, 24 anos, foi reconhecido como um dos negros com menos de 40 anos mais influentes do mundo, em 2018. Ele recebeu o prêmio, concedido pela organização Mipad (Most Influential People Of African Descente) na noite desta quarta-feira (3/10). em Nova York. Nas redes sociais, René agradeceu e dedicou o prêmio aos familiares, voluntários, amigos, jornalistas e também aos moradores do Complexo do Alemão. "Aos moradores de favelas do Brasil e aos negros que lutam diariamente para sobreviver neste país tão racista, ainda hoje… Dedico também a todos os ativistas que lutam diariamente para que nossos direitos não sejam violados. Temos que ...

    Leia mais

    O maior legado do Ilê é a valorização do negro

    A exposição Ocupação Ilê Aiyê a ser inaugurada no Itaú Cultural, em São Paulo, no dia 3 de outubro, traz a trajetória do primeiro bloco afro do Brasil, não apenas consagrado no Carnaval de Salvador, mas no mundo. Após 44 anos de sua fundação, o Ilê segue com sua luta de combate ao racismo e empoderamento do povo negro. Para falar sobre a exposição, a coluna Geledés no debate, entrevistou Val Benvindo, de 28 anos, sobrinha de Antonio Carlos dos Santos, o Vovô, presidente do bloco, e neta de Mãe Hilda Jitolu, ialorixá (sacerdotisa líder em iorubá e que faleceu em 2009) e jornalista.  Val, que no Candomblé é vòdúnsi de Sógbó, foi criada em meio aos bastidores do Ilê e tornou-se sua produtora. Ela faz parte do time de curadoria da exposição, montada em parceria com o Núcleo de Comunicação e de Música, do Instituto Itaú Cultural. Nesta entrevista, Val fala ...

    Leia mais

    FGV suspende aluno por 3 meses após ofensa racista

    O acusado teria compartilhado uma foto da vítima em um grupo de WhatsApp e dito: "Achei esse escravo no fumódromo! Quem for o dono avisa!" por Diário de Pernambuco no Correio Brasiliense Uma foto compartilhada em um grupo do whatsapp gerou revolta entre alunos e coordenadores da Faculdade Getulio Vargas (FGV), no Centro de São Paulo. Um aluno da instituição tirou uma foto de outro estudante do mesmo estabelecimento de ensino e compartilhou com a seguinte frase: "Achei esse escravo no fumódromo! Quem for o dono avisa!". A vítima registrou boletim de ocorrência por injúria racial e o autor da foto foi suspenso da faculdade por 3 meses. No Facebook, o rapaz conta que foi chamado pela Coordenação de Administração Pública na terça-feira (6) e informado que um aluno do 4º semestre do curso de Administração de Empresas compartilhou a foto com a frase. No post, a vítima diz que o ...

    Leia mais

    “Estereótipo” Rapper Rashid disseca 517 anos de história e privilégios em novo clipe

    Canção contundente sobre racismo e igualdade racial estará no próximo álbum do cantor no R7 A história dos negros no Brasil não se resume ao longo período de escravidão e, muito menos, à abolição, em 1888, tema central das comemorações do 13 de maio. Atento à falta de profundidade, comprometimento e efetividade nos debates sobre igualdade racial e racismo o rapper Rashid compôs a música "Estereótipo", que aborda a estrutura, a sistemática e a operacionalização do preconceito, principalmente contra jovens negros. Há tempos que o rap brasileiro não via uma música tão rica e bem escrita sobre o tema, o beat é do Skeeter. A canção, segundo as dicas espalhadas pelo time do Rashid nas redes sociais, deve ser incluída no próximo álbum do rapper, que, por enquanto, é chamado de "Projeto em Construção". O videoclipe foi dirigido por Felipe Barros, também responsável pela edição das imagens captadas pelo Moysah. Na ...

    Leia mais

    “Gosto muito de negros, tenho amigos negros e tal. Só fico triste porque pararam de vender”.

    Piada racista de universitário no Facebook poderá gerar responsabilização criminal por Paulo Victor Fanaia Teixeira no Olhar Direto “Gosto muito de negros, tenho amigos negros e tal. Só fico triste porque pararam de vender”. A postagem racista foi feita via Facebook pelo calouro de Agronomia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), identificado como D.C. A postagem, feita na noite desta quarta-feira (12), ganhou rápida repercussão com compartilhamentos e comentários e provocou revolta entre os movimentos negros. Para Zizele Ferreira dos Santos, professora, mestre em educação, pesquisadora sobre juventude e Coordenadora do “Coletivo Negro”, a mensagem trazida pelo calouro sugere a volta da escravidão, reproduz um racismo que precisa ter fim e deve gerar responsabilização criminal. “Acabei de receber postagens de uma menina pedindo que a gente tivesse uma abordagem ‘humanista’ que ‘sempre fez estas brincadeiras mesmo’, que ela é negra e sempre reclamou com ele sobre estas postagens, mas que ...

    Leia mais

    Racismo: youtuber é chamado de “macaco” e “escravo” após postar vídeo em canal de rede social

    Luan Custódio faz comentários sobre universo adolescente há cerca de um ano Do Patrocinio Online Um jovem foi alvo de racismo na internet após criar um canal em uma rede social. Luan Marcos Custódio, de 20 anos, criou o canal Flopou há cerca de um ano e começou a gravar vídeos sobre assuntos do universo adolescente, como música, relacionamentos e internet. Em uma das gravações em que o youtuber falava sobre puberdade, um internauta com perfil anônimo xinga o jovem. Entre as ofensas, o usuário chama Luan de “macaco” e “preto escravo”. — No começo, eu me senti muito mal, me senti meio que um lixo. Chorei bastante, mas depois eu parei e respondi a ele também. Minha primeira intenção era xingar ele de tudo quanto era nome, mas eu decidi não ser igual a ele, não fazer o que ele fez comigo, mostrar que eu sou uma pessoa diferente ...

    Leia mais
    ​A musa e encantadora Juliana Alves será a apresentadora do 8ª edição do Prêmio Camélia da Liberdade, nesta quarta, dia 25 (quarta), no Vivo Rio. A noite contará ainda com show de Marquinhos de Oswaldo Cruz, com participação da Velha Guarda Mangueira e Jongo da Serrinha
 ​Em tempo: o ​Prêmio Camélia da Liberdade 2015, tem como chancela Ação Afirmação, Atitude Positiva, terá como tema a “Memória e Ancestralidade”. A instituição instituiu que 2014 foi um ano de importantíssimos centenários e, dessa forma, resolveu homenagear diversas personalidades: Abdias Nascimento, Regina de Bamgbosè, Carolina de Jesus, Chico da Matilde (Dragão do Mar), entre outras. O Conceito - Prêmio Camélia da Liberdade é uma manifestação institucional e pública do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP) de reconhecimento a iniciativas destinadas aos afro-brasileiros
​.
------
3 col

    ‘Rata da barriga preta’ Juliana Alves sofre novo ataque racista e toma atitude dura

    A atriz Juliana Alves foi vítima de outro ataque racista nesta quarta-feira, 31. O assunto ganhou grande destaque nas redes sociais. A profissional da dramaturgia sofreu ofensas criminosas depois que publicou uma fotografia em que aparece exibindo uma blusa, na qual diversos nomes de mulheres influentes e famosas estavam escritos. A publicação foi elogiada pela maioria dos seguidores da atriz, mas um "engraçadinho" decidiu insultar a moça, que ficou conhecida em todo o Brasil por conta do reality show 'Big Brother Brasil'. no Blasting News O seguidor não gostou de nada que Alves publicou. Irritado, ele partiu para as ofensas pessoais e exagerou, já que a constituição federal estabelece que ofensas contra a cor da pele ou origem da pessoa configuram o #Crime de racismo. "Por que nas últimas imagens do Insta você não deu opção de opinião, cabelo de vassoura? Você também tá mamando na teta do PT? Estrume, rata da barriga preta”, publicou o ...

    Leia mais

    O passado misógino, racista e homofóbico de Biel no Twitter é ASSUSTADOR

    E parece que Biel não cansa de dar closes errados. Bem errados.  no HuffPost Brasil por Luiza Belloni Após acusar a jornalista Giulia Pereira, que entrou na Justiça contra o cantor por assédio em junho deste ano, de ter prejudicado sua carreira e o "trabalho de anos", Biel trancou seu perfil do Twitter depois que usuários reviveram dezenas de tweets preconceituosos feitos pelo cantor. Os prints dos tweets, datados entre 2011 e 2012, começaram a viralizar desde ontem e resgataram novas críticas ao cantor. As postagens são regadas de racismo, misoginia, homofobia, gordofobia e atépreconceito contra idosos. Em julho de 2011, por exemplo, o cantor tuitou: "Dar lugar no ônibus para idosos? Nós que ralamos o dia inteiro dar nossos lugares para quem tem aposentadoria e coça o rabo o dia inteiro?". Na mesma época, o cantor escreveu: "Três africanos encontram uma lampada (sic) mágica: 1 º - quero ser branco. 2º - tbm (sic) quero ser branco. 3º - quero que eles voltem ...

    Leia mais

    Alexandra Loras: “Os Grupos Online me ajudaram a deixar a ditadura do alisamento”

    Um ano após o a primeira marcha do orgulho crespo, que celebrou a diversidade das mulheres com cabelos crespos e cacheados, em São Paulo, o tema continua em voga. Inclusive, há uma popularização de eventos e grupos que reunem pessoas que passaram ou estão passando pelo processo de transição capilar – um dos grupos mais famosos, por exemplo, é o Cacheadas em Transição, que possui cerca de 200 mil membros no Facebook. por Eduardo Rolo no Harper's Bazaar Brasil “Os grupos online me ajudaram muito a me fortalecer na escolha de deixar a ditadura do alisamento”, revela a consulesa da França, Alexandra Loras, em entrevista à Bazaar. Recentemente, ela passou pela mudança radical de abandonar as técnicas de alisamento e aderir ao fios naturais. “Assumir meus cachos me aproximou de toda a minha negritude e da minha real identidade”, afirma. ” Foi um ato político. O Brasil me aproximou muito das negras militantes, ...

    Leia mais

    “A Internet chegou para provar que somos um dos países mais racistas do mundo”

    Nascido em uma comunidade pobre de Salvador, Paulo Rogério Nunes começou a entender bem cedo o que significava ser afro-descendente no Brasil ao olhar para as zonas nobres da cidade mais negra do país e ver apenas brancos. Já na universidade percebeu que a discussão sobre a diversidade e a exclusão apenas existiam e resolveu dedicar sua carreira profissional a dar visibilidade aos problemas raciais. Do IHU  Hoje, filiado ao Berkman Center for Internet and Society da Universidade Harvard, pesquisa sobre a inclusão no meio digital e coordena um projeto que mapeia iniciativas de jovens que estão produzindo inovação e tecnologias para o combate ao racismo na rede, de aplicativos à vlogs. A SaferNet, instituição que recebe queixas de violações de direitos na Internet, recebeu em nove anos mais de 469.000 denúncias de casos de racismo. Somente em 2015 foram 55.000 denúncias no país. Na entrevista à María Martín, publicada ...

    Leia mais

    Quando uma Globeleza sofre racismo no Carnaval

    Agora que o Carnaval passou, novas histórias serão contadas. Será um longo ano até o início de 2017, quando mais desfiles acontecerão, mais festas preencherão as ruas e mais brasileiros demonstrarão sua felicidade em comemorar a festividade. Mas uma coisa continuará igual: o racismo no Carnaval, que reflete nada mais do que o preconceito que ainda existe no nosso país. no A Gambiarra Tal preconceito foi escancarado por um vídeo feito pelo The Guardian, um dos mais respeitados jornais americanos. A publicação teceu, em oito minutos, diversas razões que se não comprovam, fazem com que percebamos que nosso próprio povo parece não aceitar (ainda) negros em destaque social. E quando falamos em destaque social, estamos dizendo de negros na mídia, que chegam ao ápice de seu sucesso profissional. E por mais que seja uma festa, o Carnaval continua sendo uma profissão para muitas pessoas, em sua maioria, de pele negra. The Brazilian carnival queen deemed 'too black'Nayara ...

    Leia mais

    Racismo na Globo revolta alunos e professoras

    Um comentário do jornalista Alexandre Garcia, ex-porta-voz da ditadura militar, na Globo do Distrito Federal, provoca imensa revolta em alunos e professores de escolas públicas, bem como na comunidade acadêmica; Garcia afirmou que os cotistas que entram na Universidade de Brasília (UnB) não possuem méritos e estão lá por "pistolão", muito embora estudos comprovem que os cotistas vêm tendo desempenho melhor do que os não cotistas; "Quem ascendeu na carreira com favores e migalhas dos plutocratas só pode enxergar nos outros os vícios que carrega", diz o estudante João Marcelo; a professora Flávia Helen, que atua na rede pública do Distrito Federal, avisa: "É só o começo. Nós vamos invadir sua praia e você será atendido por médicas e advogados negros" no Brasil 247 Um comentário do jornalista Alexandre Garcia, ex-porta-voz da ditadura militar, num noticiário local da Globo em Brasília provoca imensa revolta entre alunos e professores da rede pública, ...

    Leia mais
    André Zanardo/Justificando.

    Mulheres

    As brasileiras ocuparam as ruas e as redes sociais para garantir direitos e lutar pelo fim do assédio sexual e da intolerância. Por isso, receberam a homenagem "Brasileiros do Ano" Camila Brandalise e Débora Crivellaro, do ISTOÉ Ao final de uma palestra sobre a campanha “Chega de Fiu Fiu”, que combate o assédio sexual em espaços públicos, a criadora do projeto, Juliana de Faria, 30 anos, abriu a rodada de perguntas. Eis que uma mãozinha se levanta. Era uma menina de 9 anos que, solenemente, sentenciou: “Eu só queria dizer que não importa a roupa que a mulher está ou onde ela está. Assédio é errado.” Emocionada, a ativista se conteve para não chorar diante da plateia paulistana. “Eu mesma só fui aprender aos 27 anos o que aquela garota já sabia aos 9”, diz Juliana, fundadora da ONG Thing Olga e à frente do movimento #meuprimeiroassedio, que sacudiu as ...

    Leia mais
    Página 1 de 3 1 2 3

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Twitter

    Facebook

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist