sexta-feira, abril 16, 2021

Resultados da pesquisa por 'black power'

Figurinista é vítima de ataque racial por ter cabelo black power

Foto de Larissa Dias com ataques e ofensas racistas viralizou na internet Da Claudia (Reprodução/Reprodução) A figurinista Larissa Dias utilizou sua conta no Twitter para denunciar um ataque racista que sofreu na internet. Neste sábado (13), Larissa compartilhou uma foto sua tirada sem consentimento que viralizou na web com conteúdo racista. “Acabaram de me mandar isso, eu estava no metrô indo trabalhar. Nunca vi esse lixo humano na vida, sei lá sabe. Eu vou achar essa racistinha nem que seja a última coisa que eu faça”, escreveu Larissa. A imagem, feita no Metrô do Rio de Janeiro, mostra Larissa sentada no vagão com a seguinte legenda que ridicularizando seu cabelo black power: “Tirei essa foto porque não contive ver sozinho. Fico imaginando uma criatura dessa quando acorda com esse cabelo.” Ao site Universa, Larissa contou que recebeu a imagem que a ridiculariza através de um amigo. Ela ...

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Tais Araújo (Foto: Manuela Scarpa/Brazil News)

De black power, Taís Araújo rouba a cena em evento fashion

Atriz e apresentadora esteve em lançamento da Louis Vuitton Por Léo Gregório, da Quem    Tais Araújo (Foto: Manuela Scarpa/Brazil News) Taís Araújo atraiu todos os flashes e olhares ao surgir deslumbrante durante um lanlamento da grife francesa Louis Vuitton. O grandioso  jantar armado pela marca rolou no luxuoso Hotel Palácio Tangará, localizado no bairro do Morumbi, zona sul de São Paulo. Para a ocasião, ela apostou em look all white e com penteado black white. Recentemente, Tais esteve em um show de Elza Soares e se derreteu pela cantora de 81 anos, um símbolo de empoderamento e luta contra racismo e machismo. "Sou muito fã dela. Fiz a Elza no cinema, né? E sou amiga dela. Ela é muito referência! É muito poder naquela mulher. Cada vez que ela se apresenta vejo se pego um pouquinho daquele axé", disse, aos risos, Tais, que viveu a cantora ...

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Foto: Acervo Pessoal

Em universidade de Santa Catarina, aluno denuncia racismo por causa de cabelo black power

Uma professora e um aluno do curso de design da Universidade Federal de Santa Catarina estão envolvidos numa disputa por conta do uso do cabelo dele, black power, como exemplo durante uma aula em que a classe debatia analogias e metáforas. Do Viomundo  Foto: Acervo Pessoal Parentes do estudante João Francisco concordaram com sua identificação e um deles definiu o episódio como “um terrível ato de racismo dentro de sala de aula”. O estudante tentou registrar queixa na delegacia, mas foi aconselhado pelo escrivão a não fazê-lo. Em seguida, segundo um primo do aluno, a professora compareceu à polícia — também para registrar queixa. O Viomundo preserva o nome dela por não ter tido a oportunidade de ouví-la antes desta publicação. João é negro e filho de professores da Universidade Federal do Pará. A professora é branca. Durante a aula, ela diz que se trata de uma experiência positiva ...

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Shopping Praça da Moça traz a exposição “Black Power”

Mostra reúne 40 peças inspiradas nas bonecas abayomi*, sem rostos ou traços definidos, para contemplar a diversidade das etnias africanas e reverenciar a beleza da mulher negra Enviado para o Portal Geledés Após atuarem na área de educação por mais de três décadas, as irmãs Marisa e Elvira Brito, resolveram transformar seu hobby (decoração, artesanato e moda) em principal atividade profissional, combinando criatividade e consumo consciente. Para melhor desenvolver sua arte, elas montaram em 2016 o Atelier “Las Hermanas” e têm participado de importantes eventos. A base de suas criações são as linhas, lãs, tecidos, texturas, bordados, crochê, tricô, pintura, customizações, colagens, pedrarias, acessórios. Agora, no Shopping Praça da Moça, em Diadema, elas apresentam a mostra “Black Power”, composta por 40 peças decorativas, e contam com a parceria dos artistas plásticos Ordalina Cândido, Wadson Silva e Fabiana Madanelo. Assim como as bonecas Abayomi*, as peças expostas não têm traços definidos ...

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Netflix, black power e o racismo implícito em nós

Kendrick Lamar no Grammy 2016. #OscarSoWhite. #BlackLivesMatter. Beyoncé no Super Bowl 50. Lemonade. Donald Trump. Estes são alguns exemplos que provam o quanto a questão do preconceito racial veio à tona durante o ano de 2016 nos Estados Unidos e, consequentemente, no mundo. Por Ygor Pinheiro, do Café Radioativo  Recentemente, a Netflix lançou a primeira parte da sua nova série original “The Get Down”. Atendendo aos pedidos de maior representatividade e diversidade na TV, a série aborda a história de surgimento do hip hop nos EUA de maneira ficcional e com a maior parte do elenco formado por pessoas negras e latinas. Dirigida por Baz Luhrmann (“Moulin Rouge”, “O Grande Gatsby” e “Romeu e Julieta”) e com o auxílio do rapper Nas na produção executiva, a série era altamente aguardada por quase todos na internet. Os 6 primeiros episódios foram liberados no serviço de streaming. Os comentários foram intensos nos ...

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Proibidas de usar black power na escola, meninas fazem protestos

Segundo as manifestantes, elas sofriam preconceito pelo penteados usados Do O Globo Alunas acusam uma escola na África do Sul de proibir o uso de black power e outros penteados afro dentro da instituição. Organizado por estudantes com idades entre 13 e 18 anos, um protesto foi realizado depois que uma estudante foi suspensa da unidade, na última semana. Segundo as manifestantes, o motivo da punição teria sido o cabelo com trancinhas. A aluna Malaika Maoh Eyoh, de 17 anos, explicou ao "The Guardian" que se lembra da primeira vez que ouviu um professor falar sobre seu cabelo: "Está distraindo os outros estudantes", contou ela. Usuários do Twitter, no entanto, dizem que a questão vai muito além dos cabelos. Para eles, passados 22 anos do Apartheid — regime de segregação racial que vigorou até 1994 no país — milhares de sul-africanos ainda precisam conviver com o preconceito. A repercussão da ...

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Garotinha faz sucesso com orgulho pelo black power: ‘Não é peruca, eu sou preta!’

Um garotinha de apenas 4 anos vem fazendo o maior sucesso no Facebook com um vídeo em que exibe todo seu orgulho pelo cabelo black power que ostenta, mandando um recado a todos que fazem perguntinhas sem muita noção sobre suas madeixas. Por Pedro Willmersdorf, do Extra  Elis Cantanhede é filha da produtora carioca Renata Morais e, na última terça-feira, pediu à mãe para que a mesma gravasse um vídeo para que ela pudesse esclarecer algumas coisinhas. Na gravação, Elis dispara, de forma bastante fofa e didática: "Oi, gente, tudo bem? Isso não é peruca, é meu cabelo. Ele já nasceu assim, só uso creme pra ele ficar pro alto. Não tenho cabelo liso, já nasci assim. E eu sou preta". Confira. Em seu perfil no Facebook, onde o vídeo já conta com 14 mil curtidas e mais de 25 mil compartilhamentos, Renata descreve o orgulho da filha cheia de personalidade: ...

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Modelo de 4 anos vira sensação na web com cabelo black power e looks estilosos

Farouk James é londrino participa de desfiles, posa para fotos e recebe elogios diários de seguidores Por Carmen Lúcia, Purepeople Tem momentos que a internet é invadida por uma onda de fofura infantil. Quem não lembra da doce Alice Albuquerque? Ela bomba na internet imitando os looks de celebridades como Bruna Marquezine e Giovanna Ewbank. A pequena já foi elogiada até pela atriz Julianne Trevisol. Na manhã desta sexta-feira, quem causou na internet foi Bento, de 2 anos, filho da modelo Carol Trentini. O menino é uma graça com seu cabelo ruivo e seus olhos azuis. E por falar em cabelo, a sensação do momento é Farouk James, de 4 anos. Sua marca registrada é o black Power ruivo. Londrino como a cantora Adele, dona do hit Hello, estiloso e cheio de personalidade, o menino já posou para várias marcas infantis e até desfilou na semana de moda de Londres. ...

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Philip Anselmo: Por que Black Power pode e White Power não pode?

Por que podemos enaltecer o Black Power e não o White Power? por Aloysio França, do Megalomania via Guest Post para o Portal Geledés Ao contrário do que muitos afirmaram durante os polêmicos debates sobre o gesto controverso de Philip Anselmo no Dimebash de 2016, gritar Black Power não é nem de longe a mesma coisa que White Power. Existe uma diferença muito grande e vamos descobrir o motivo. Comecemos trazendo dois pontos da história dos Estados Unidos. Serei o mais breve possível. 1- Guerra Civil Americana: Após a Segunda Revolução Industrial na Europa, entre 1850 e 1860, houve um candidato à presidência dos EUA chamado Abraham Lincoln que almejava o desenvolvimento industrial em todo o território americano. Isso incomodou alguns estados que viviam da economia agrícola, e por consequência, da escravidão como recurso fundamental dessa economia. Esses estados se uniram em um movimento separatista contra a industrialização e contra o ...

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‘Meu Black é Assim’: Em resposta a festa sem negros, jovens compartilham fotos de seu black power

Uma festa no Rio de Janeiro chamada "Meu Black é Assim" está provocando grande discussão no Facebook. O motivo? Não há nada de "black" nas fotos postadas da festa do último dia 25. Página da festa 'Meu Black é Assim' recebe milhares de críticas por ironicamente não ter negros | Reprodução/Facebook Apesar de o nome remeter ao cabelo black power e de o logo da festa estampar o desenho de um negro com cabelo black power em disco de vinil, a festa, ironicamente, tinha a maioria... Branca. É claro que isso não passou em branco batido pelos usuários da rede social e a página da festa recebeu em poucos dias milhares de críticas. "Meu black é assim tão white ", comentou uma usuária. "Só faltou distribuir aquelas perucas bizarras", disse outro. "Cadê o black?", questionou um jovem. "Blackfraude", brincou outro usuário. Leia Também: Está na moda ser ...

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Grupo protesta contra proibição de ‘black power’ em escola de Santos

Estudante não conseguiu fazer rematrícula por conta do cabelo. Colégio afirma que não impediu aluno por conta de preconceito. Do G1 Manifestantes realizaram um ato em apoio ao estudante Vinicius Santos Dias, de 16 anos, que não foi autorizado a fazer a rematrícula para o próximo ano letivo em um colégio de Santos, no litoral de São Paulo, por resolver adotar o cabelo no estilo 'black power'. Vinicíus estuda no Colégio Adventista há sete anos. Ele conta que, por causa do cabelo, foi chamado cinco vezes na sala da direção da escola, durante o ano, para conversar. A escola pediu para que ele cortasse o cabelo ou saísse da escola. Cerca de 30 pessoas, entre alunos e representantes de movimentos sociais, se reuniram em frente ao portão da escola, localizado na rua Guararapes, no bairro Vila Belmiro, 39, na tarde desta sexta-feira (4). Com faixas e cartazes, eles repudiaram a atitude ...

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Aluno é proibido de fazer rematrícula em escola por causa de cabelo black power

A direção da escola proibiu os pais de de Vinícius Santos Dias Moraes, de 16 anos, de fazer a rematrícula porque o aluno usa o cabelo no estilo black power. Cientes da situação, os estudantes se manifestaram durante o intervalo das aulas. no R7 leia também: Em SP, escola é acusada de racismo após comunicado em que pede ‘cabelo liso’ em alunas para apresentação  Aluno com cabelo black power é impedido de fazer rematrícula em colégio O aluno Vinicius Santos Dias, de 16 anos, foi vítima de racismo no Colégio Adventista, em Santos, no litoral de São Paulo. Segundo informações divulgadas no G1, o aluno não conseguiu fazer a rematrícula na escola para o próximo ano letivo porque decidiu adotar o cabelo no estilo black power. no Catraca Livre Os diretores da escola o chamou para conversar cinco vezes durante 2015 insistindo que Vinicius cortasse o cabelo. Para eles, o black power é "exótico" e "fere" as regras da ...

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Coletivo Meninas Black Power realiza I Seminário Internacional Encrespando na PUC-Rio

O Coletivo Meninas Black Power apresenta o I Seminário Internacional Encrespando, organizado em parceria com o Departamento de Direito da PUC-Rio e Núcleo de Estudos Constitucionais, sob o tema "Refletindo a Década Internacional dos Afrodescendentes (ONU) – 2015-2024". A  é inovadora e dessa vez, além de ser executada em um tempo maior, discussões sobre educação, cultura, saúde e sociopolítica que ficavam aos espaços acadêmicos. Enviado por  Meninas Black Power via Guest Post para o Portal Geledés Haverá apresentações de trabalhos e vivências, temáticos, apresentações culturais, oficinas, Bazar Afroempreendedor e mais. A conta com a participação de figuras relevantes como Mãe Beata, Jurema Helena Theodoro Lopes, Lucia Xavier, Ochy Curiel e outras mulheres negras que ajudarão a promover intensas construções durantes os três dias que o evento ocupará o espaço da PUC. Todxs estão convidados a participar desta 3, 4 e 5 de Novembro de 2015, das 9h às 22h, na Pontifícia Universidade do Rio de Janeiro - PUC-Rio (Rua Marquês de ...

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EMPODERAMENTO: Não é sobre o tamanho do seu black power

Atualmente o termo empoderamento tem sido muito empregado dentro de alguns grupos de lutas sociais. Ele é utilizado (ou deveria ser) para denominar o processo no qual uma pessoa se conscientiza e “se dá conta do seu poder”. Haha, (quase isso). Empoderar-se é reconhecer-se enquanto [email protected] social, polí[email protected], [email protected] da sua própria história e capaz de lutar por direitos que não são só seus, mas também de um grupo. Empoderamento é singular e é plural. Singular no sentido de que é um processo individual e pode ocorrer pelas mais diferentes motivações. Plural porque por meio do empoderamento aprendemos que a luta é coletiva, em prol [email protected] irmãs e irmãos. Por Ana Carolina Cerqueira Do Preta e Power Como o título do texto sugere, a abordagem refere-se a um recorte do movimento negro. É notável que nesses últimos anos, com a ascensão da internet e mais especificamente das redes sociais, o tráfego de ...

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Jovem de black power é ironizada na web: “Não abaixo cabeça para racista”

Milleni foi fotografada por desconhecido quando voltava para casa no Rio. Modelo de 21 anos diz que processará agressor e que preconceito é diário por Gabriel Barreira no  G1 A modelo, cantora e dançarina Milleni Bezerra Moreira, de 21 anos, voltava para casa, na Taquara, Zona Oeste do Rio, após um dia aparentemente normal de trabalho. Era final da tarde de quarta-feira (8), mas ainda naquela noite ela seria surpreendida: uma pessoa desconhecida tirou uma foto sua no ônibus, a ridicularizou nas redes sociais e a postagem viralizou. "Nunca vi um smurf com black power", escreveu o agressor. Milleni é negra e se sentiu profundamente ofendida. A web se dividiu. Enquanto algumas pessoas compartilharam a imagem achando graça, outros tantos se revoltaram. Já nesta quinta (9), Milleni desabafou. "Não abaixo cabeça para racista", escreveu. Em meio aos comentários, um subiu o tom e escreveu que poderia ser engraçado ver aquele cabelo ...

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Geledés

Diretora de escola que mandou menino cortar o cabelo “black power” é condenada a pagar R$ 45 mil

Em meados de 2013, Lucas Neiva, de apenas 8 anos, pediu para a mãe, Izabel Neiva, ajudá-lo a ter um penteado parecido com o de Justin Bieber. Izabel explicou pacientemente que o cabelo liso do cantor ele não teria, mas que se deixasse o cabelo crescer ficaria bonito da sua maneira. Ele aceitou. A mãe, no entanto, não imaginava que o novo afro de Lucas iria causar problemas na escola que frequentava há três anos em Guarulhos, cidade da região metropolitana de São Paulo. por Fernanda Canofre no Global Voice Geledés A primeira surpresa veio no dia em que ela recebeu um bilhete da professora pedindo que cortasse o cabelo de Lucas — algo que Isabel se recusou a fazer. A segunda veio ao tentar matricular o filho no ano seguinte, quando foi informada de que já não haviam vagas na escola. O caso foi parar na Justiça. Na semana passada — um ano e ...

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A respeito da postagem “feminista” do Geledés sobre o concurso da 1a. Miss black Power do Brasil, promovido pelo Mercado di [email protected], onde fiz parte do juri.

Estou absurdamente confusa no que algumas pessoas entendem como representatividade... Por Alessandra Mattos no Preta&Gorda Não vejo problema algum nos concursos de beleza negra feito por nós sem aqueles estereótipos brancos incutidos... galera precisa definir com urgência conceito de visibilidade e representatividade Uma coisa é vc gritar sobre programas sexistas de tv usando nossas mulheres... Outra coisa é você achincalhar projeto de [email protected] pra [email protected] -> Leia  a Matéria no Geledés A autora feminista (ou autor) argumenta que pela visão feminista, concursos geram atrito e competitividade entre mulheres pretas. Postagem idiota, em vários sentidos. Pela minha ótica haviam inúmeros segmentos políticos envolvidos ali naquele dia inclusive não feministas como eu. Quem participou tanto como expectador quanto juri, sabe muito bem os critérios essenciais de avaliação das moças e do intuito do concurso como um todo. Chamo à responsabilidade de se saber com exatidão sobre o que se fala, ainda mais quando ...

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Com infância marcada pelo racismo baiana é 1ª Miss Black Power no RJ

'Nunca participei de um desfile', diz Maria Priscila dos Santos ao G1. Concurso nacional aconteceu no dia 8 de novembro, na capital carioca. Por: Cássia Bandeira e Danutta Rodrigues no,  G1   Maria Priscila dos Santos, 31 anos e mestre em Pedagogia. Este é o nome da baiana que, com seus 1,55 m, foi vencedora do 1º Concurdo Miss Black Power do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ). Natural do bairro de Rua Nova, em Feira de Santana, Maria Priscila fala sobre a trajetória marcada pelo preconceito racial e como teve que afirmar a identidade na sociedade. "Foi uma experiência ruim", revela. Morando no Rio desde junho deste ano, o bairro Rua Nova é recorrente na lembrança. "Faço questão de registrar o meu local de nascimento e de crescimento. Um bairro que sempre foi considerado predominante com a população negra e chamado de 'bairro dos pretos'. Nesse período, eu estudava ...

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Meninas black power: “Não tenho vergonha de ser quem eu sou: negra”

Incentivada pelo trabalho do coletivo Meninas Black Power, estudante de 14 anos resolveu assumir cabelos crespos e diz que não se trata apenas de não alisá-los, mas de assumir sua verdadeira forma. “Hoje posso bater no peito e dizer que sou descendente de africanos e tenho muito orgulho disso. (...) De agora em diante, não vou ser influenciada pelas pessoas: eu vou influenciá-las”, afirma Nathane Nathane sempre recebeu apelidos na escola por causa do cabelo crespo e da cor negra. “Eu ficava me perguntando: ‘por que eu nasci assim?’, ‘por que eu não tenho o cabelo normal, liso ou cacheado?’. Toda vez que eu olhava para o espelho, me achava feia, achava que as pessoas iam rir de mim. E, cada vez que isso acontecia, mais eu me frustrava”. Até que um dia, ao faltar à aula para alisar o cabelo, soube que coletivo Meninas Black Power havia visitado a ...

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