sexta-feira, abril 16, 2021

Resultados da pesquisa por 'crianças negras'

Ashanti: nossa pretinha/Malê Mirim

Literatura infantil para incentivar a autoestima em crianças negras

A escritora Taís Espírito Santo lança o livro infantil “Ashanti: nossa pretinha” pela Editora Malê. O evento ocorre no sábado, 06/03, às 19 horas, no canal do YouTube da editora, e contará com a presença da escritora e do ilustrador do livro, Cau Luis. A obra narra a história do nascimento de Ashanti, uma menina muito esperada e amada pelos seus familiares. Taís Espírito Santo conta que decidiu criar uma história sobre o nascimento de uma menina negra, destacando a atuação de um pai presente, carinhoso e atencioso como forma de homenagear o próprio pai, Francisco, assim como todos os pais que participam deste momento tão especial e tão surpreendente, “A família de Ashanti também é a minha, o livro é uma narrativa sobre amor e ancestralidade. É a representatividade de famílias pretas em comunhão, o que quase não vemos nos livros”. Cau Luís é cartunista, ilustrador, escritor e professor ...

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Ilustração: Bruno Fonseca e Larissa Fernandes/Agência Pública

A saúde das crianças negras

Quando se fala sobre saúde de crianças negras com profissionais da medicina, é comum que pensem logo em anemia falciforme, por se tratar de uma doença que acomete a população afrodescendente. No entanto, a vulnerabilidade das crianças negras vai muito além. Como fazem parte da população mais pobre do Brasil, estão sujeitas inúmeras doenças ligadas à pobreza. Uma criança negra tem, por exemplo, 70% mais risco de ser pobre e 30% a mais de chance de estar fora da escola do que uma criança branca, segundo o Unicef. A pobreza retira crianças e jovens da escola e os empurra cada vez mais precocemente para o mercado de trabalho, onde acabam desenvolvendo funções insalubres. Dados do Unicef indicam que 64,78% das crianças e adolescente que trabalham no Brasil são negros. Meninas negras representam entre 87% e 93% das crianças e dos adolescentes envolvidos em trabalho doméstico no país. Vejam outros números: ...

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Most Team Spirit, crédito CreativeSoul Photography

Crianças negras e a liberdade para sonhar

Maternidade e paternidade estão entre as maiores e mais intensas aventuras que um adulto pode encarar. Ainda na gestação, convivemos com alegrias, dúvidas e preocupações. Exames, preparativos, escolhas de nomes e tantas outras coisas que qualquer mãe e pai irão ter pela frente, não se comparam às perguntas que martelam na mente e no coração, quando se trata de trazer ao mundo uma criança negra...  Como será a vida do/a nosso/a filho/a? Será melhor que a nossa? Será que ele/a vai passar pelo que passamos? Como garantir uma vida plena apesar do racismo?  A falta de representatividade em produtos voltados aos cuidados com gestantes e bebês, os índices desiguais de violência obstétrica – muito maiores quando se trata de mães negras - e de mortalidade de nascituros não brancos evidenciam que, ao longo de toda essa nova vida, será preciso lidar com questões raciais.  Enquanto mães, pais e responsáveis, quando ...

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(Foto: Imagem retirada do site ESBRASIL)

Dia Mundial contra o Trabalho Infantil: racismo aumenta desigualdade para crianças negras

Nas ruas de Sabará, região metropolitana de Belo Horizonte, Cristiano Paulo dos Santos, com cerca de 7 anos, saía todos os dias para vender din-din ou geladinho, um tipo de picolé artesanal em saquinhos plásticos. Esse foi um dos primeiros trabalhos de Cristiano, hoje com 42 anos. Ivonete dos Santos Dias, de 31 anos, trabalhava na roça ou descascava mandioca para fazer farinha, junto com seus pais. Um trabalho pesado e diário, feito por uma criança na zona rural do Piauí, no município de São Raimundo Nonato. Além do sobrenome e do histórico de trabalho infantil, Cristiano e Ivonete têm outro ponto em comum: são negros. Realidade de mais de 60% das crianças brasileiras que trabalham. Os dados foram repassados pela secretária-executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, Isa Carvalho. Ela aponta que, no Brasil, a exploração do trabalho na infância tem cor. Sonora: “Há uma ...

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Kiusam de Oliveira. Foto: YoungClover.com

“A literatura tem permitido que crianças negras se valorizem como tal”

Autora de livros infantis sobre racismo e direitos humanos, Kiusam de Oliveira é também professora e se inspirou em sua própria experiência com o preconceito para escrever histórias Por Marília Marasciulo, da Revista Galileu Kiusam de Oliveira. (Foto: YoungClover.com) A autora de livros infantis Kiusam de Oliveira, 54 anos, abraçou uma causa nada simples: tratar de temas espinhosos como racismo e direitos humanos de uma forma que crianças compreendam, se identifiquem e, o mais importante, se encantem. Para isso, buscou na sua própria experiência e vivência como estudante e professora negra a inspiração para histórias que hoje são tidas como referência na educação infantil. Nascida em Santo André, na Grande São Paulo, Oliveira é filha de uma tricoteira que sempre priorizou a educação. “Minha mãe, mesmo muito pobre, primava pelos estudos e dizia: ‘nós vamos dividir um ovo em quatro partes, mas você vai ter uma ...

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Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

De azul ou de rosa, crianças negras na linha de tiro do Estado genocida

Qualquer pessoa que tenha perdido uma criança na família sabe que não existe nada comparável à dor dos pais. Nada que seja equivalente à dor sentida pela mãe, que pode também ser a tia, a avó que cria, quase sempre uma mulher. Por isso não vou falar de dor, reservo às mães e aos pais essa prerrogativa. Por Cidinha da Silva, do Jornalistas Livres Foto: Elaine Campos A gente sente ódio, impotência, medo, fracasso como ser humano. A gente pode chorar em solidariedade às mães e pais das crianças mortas na guerra às pessoas negras, faveladas e de periferia. A gente deve gritar porque a dor de perdas tão brutais cala a voz de quem gerou ou de quem cria essas crianças assassinadas. Por isso devoto tanto respeito e admiração às Mães de Maio e a outros coletivos de mães que, a despeito da dor imensurável ...

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O isolamento de crianças negras

reprodução/Instagram Texto reproduzido do perfil de Ana Paula Xongani No Midia Ninja  “Em lágrimas escrevo: Tem muita coisa linda na maternidade, mas tem muitas dores também. Ser mãe de uma menina preta me trouxe muitos medos, muitos desafios e muita força. É muito triste ver a sua filha sendo rejeitada! Mesmo antes de dizer “Olá!” ela chega perto e todas correm, ela se aproxima, e todas as outras se agrupam, ela chama e ninguém responde. Isolam-a, excluem-a, a machucam. Ela não entende, mas sente. Não reclama, mas entristece. Meu coração parte! Dessa vez eu tava aqui espiando, chorando e pensando em formas de acolher a minha filha. Dessa vez eu chamei ela pro meu colo, abracei, disse que ela era linda e inteligente, falei que a amava. Mas e quando eu não estiver? A gente sempre fala da solidão da mulher negra, muitas vezes relacionada a afetividade adulta. Mas essa solidão ...

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magem: Reprodução/Instagram/joiceberth...

A vulnerabilidade das crianças negras no enfrentamento ao ódio racial

O mês de novembro, que deveria ser de conscientização das nossas fissuras sociais causadas pelo racismo, a partir da morte do grande líder quilombola Zumbi dos Palmares, não poderia ter sido mais grotesco. Por Joice Berth, do Justificando  Imagem: Reprodução/Instagram/joiceberth... A ocorrência de muitos episódios lamentáveis deixam claro que o momento exige uma discussão séria e o esforço de toda a sociedade no entendimento do que significa, de fato, o racismo e quais as implicações desse problema histórico na continuidade do desiquilíbrio social geral da nossa pátria mestiça. O caso da vez e que choca a opinião pública, uma vez que deixa explícito a amargura e o sentimento mesquinho que o racismo implanta nas pessoas brancas, levanta uma questão preocupante: a criança negra e sua real vulnerabilidade no enfrentamento do ódio racial. Se é verdade que o racismo é problema estrutural e estruturante da sociedade brasileira, também ...

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Animação incentiva crianças negras a amarem seus cabelos naturais

Promover a autoestima de crianças negras por meio do amor aos seus cabelos naturais: esse é o propósito da animação "Hair Love", que conta a história de Zuri, uma menina e seus cabelos cheios de personalidade. No filme, os cabelos ganham vida e se tornam, também um personagem atuante na história. Do Catraquinha  Créditos: reprodução Hair Love Zuri e seu pai na animação. A inspiração para o filme, "Hair Love" ("Amor aos cabelos", em tradução livre), veio de uma situação real vivida por Matthew, que é pai de uma menina. Um dia, na ausência da mãe - a principal responsável pelos cuidados dos cabelos da filha - Matthew percebeu o quão desafiador poderia ser cuidar das medeixas da criança, e como ele pouco sabia sobre o tema. Créditos: reprodução Hair Love Na animação também á uma vlogueira, que fala sobre aceitação dos fios naturais. "O projeto promove o amor ao cabelo ...

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iStockphoto

Tem racismo na escola sim. É só perguntar às crianças negras

A semana passada fomos atingidas por uma notícia dolorosa. Numa escola de educação infantil, todas as crianças tinham seus cabelos lavados pela professora, menos a menina negra. Há dias voltando  para casa sem ter o cabelo lavado, de repente não aguentou mais e confidenciou à sua mãe: “A professora não lava meu cabelo, meu cabelo porque meu cabelo  é duro, quero alisar meu cabelo; E não quer mais voltar a escola.” iStockphoto no Palavras de Preta Diante da denúncia da mãe, a escola anuncia: foi um engano, quem estava nessa turma era uma pessoa auxiliar,  é certo que essa mãe está confusa pois foi a mesma quem pediu que não se lavasse os cabelos da criança. Algumas pessoas da comunidade escolar vão parecer chocadas  diante da violência tão bárbara e pensam que se trata de uma nova forma de violência, desses tempos sombrios que estamos vivendo. E ai ...

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Crianças negras desavisadas, diante de enganos platinados

Uma mulher negra que não abre a boca. Um homem branco bonzinho. Crianças negras chorando no confronto com o racismo. por Marco Romão no MamaPress Um perverso método de se ensinar o que é racismo a uma criança. que ainda tem que se explicar e se desculpar para um homem branco com olhar de peninha, porque que ela, a criança não gosta de ser discriminada. Só quero saber se no contrato profissional, feito com os pais destas crianças, existe a cláusula de indenização e reparação de danos psicológicos futuros, no momento em que cair a ficha, de que elas foram usadas por uma rede de televisão, mantenedora e estimuladora do racismo durante 52 anos, e desavisadas, caíram em uma armadilha. em que toda a encenação foi uma exposição e demonstração, de que quando um homem branco fala, as mulheres negras ficam caladas. Vão amar a mulher negra calada, ou vão passar ...

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Waldik Gabriel e Ítalo são vítimas de um Estado que mata crianças negras, em vez de protegê-las

"Todos pelo Biel. Justiça, justiça." A palavra de ordem entoada por amigos e familiares abria caminho para o caixão de um metro e meio, cercado por flores brancas e amarelas. O vidro encaixado na madeira fina do MDF permitia ver somente o rosto de Waldik Gabriel Silva Chagas, de 11 anos de idade, assassinado no último domingo pelo Estado brasileiro. por Bianca Santana  no HuffPost Brasil O menino negro, franzino, parecia ser ainda mais novo. Foi atingido na nuca por um disparo da Guarda Civil Metropolitana, sentado no banco de trás de um Chevette. Segundo a Guarda, o carro havia sido descrito por motoqueiros assaltados e fugia da perseguição policial. Segundo Nilma Silva, madrasta de Gabriel, ele ia com amigos para uma quermesse no bairro vizinho. "Olha a última foto que tirei dele. Levei para cortar o cabelo e ele pediu para tirar", Waldik Chagas, de 37 anos, ...

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Para pedagoga nas escolas as crianças negras são mais punidas do que as brancas

Existe racismo na sala de aula, e ele começa na educação infantil. Isso é o que afirma Ellen de Lima Souza, mestre e doutoranda do Programa de Pós-graduação em Educação da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e diretora do Itesa (Instituto de Tecnologia, Especialização e Aprimoramento Profissional). por Marcelle Souza do UOL Educação Foto Getty Images Segundo a pedagoga, a escola normalmente é um ambiente inóspito para as crianças negras. Ellen estudou como elas são vistas por professoras de educação infantil e constatou duas visões distintas: o negro que gera nas docentes piedade (uma postura paternalista) ou expectativa (que deve necessariamente assumir uma postura ativista). Para mudar essa realidade, ela propõe que os professores assumam uma postura de protagonismo em sala de aula, de geradores de conhecimento, para trabalhar a autonomia e a independência nas crianças. UOL Educação - Crianças também podem ser racistas? Ellen de Lima Souza - Sim, podem. E ...

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“As crianças negras têm o azar dos mal-entendidos sempre acontecerem com elas”

Jonathan Duran, pai do menino discriminado em uma loja na luxuosa rua Oscar Freire, em São Paulo, foi certeiro ao lembrar no que o preconceito pode resultar. No último sábado (28/03) ele viu o filho negro de 8 anos ser praticamente expulso por uma vendedora de frente da loja Animale, sob a justificativa de que não poderia vender coisas ali. por : Marcos Sacramento Do Diário do Centro do Mundo “Provavelmente vão dizer que foi um ‘mal-entendido’ (mesmo quando as crianças negras têm o azar dos mal-entendidos sempre acontecerem com elas). No entanto, minha preocupação é quando o ‘mal-entendido’ não é mais com uma vendedora de uma loja, mas com um policial armado”, desabafou em sua página no Facebook. O temor de Duran ao falar da polícia não é exagero de pai comovido por ver o filho discriminado. Das vítimas de homicídio no Brasil com idades entre 15 e 29 ...

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‘Neguinha do Espanador’ Boneca da Estrela fere dignidade das crianças negras

Luana Tolentino: “Choque, repulsa, raiva, meu sangue ferveu. Foi o que eu senti quando vi a foto da boneca, com a participação do MuBe e da Estrela. “ por Conceição Lemes no Viomundo Muitos dos leitores assíduos do Viomundo  já conhecem um pouco Luana Tolentino, sua história, leram seus textos aqui. Para quem está chegando aqui agora Luana teve uma infância e adolescência difíceis, como toda criança e adolescente pobre e negra. Foi faxineira, babá. Num desses empregos, a filha da patroa deu-lhe pão mofado para comer, enquanto a menininha mimada comia pão fresco e quentinho que Luana acabara de trazer da padaria.. Na raça, Luana deu a volta por cima. Hoje, aos 31 anos, é historiadora formada pela UN-BH e professora de História para o ensino fundamental numa escola pública de Belo Horizonte. É também ativista do movimento negro e de mulheres. Pois a meia hora recebi de Luana um e-mail indignadíssimo com a boneca “Neguinha do Espanador”, que integra a exposição Mail ...

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Racismo americano. Nos EUA, crianças negras são vistas como ameaças aos brancos

Casos como o de Ferguson recordaram à comunidade negra norte-americana que os seus filhos não têm o mesmo direito à vida que os outros pequenos americanos. Por quê? Por nem sequer serem vistos como crianças, mas sim como ameaças às vidas dos brancos No Brasil 247 Por: Stacey Patton. Fonte: Jornal The Washington Post   Os Estados Unidos não proporcionam os elementos fundamentais da infância às meninas e meninos negros. A infância dos jovens negros é considerada naturalmente inferior, perigosa e indistinguível da vida dos adultos. As crianças negras não merecem a mesma presunção de inocência que as crianças brancas, em especial em situações de vida ou morte. Prestem atenção à descrição que o agente de polícia Darren Wilson fez do seu conflito com o adolescente negro Michael Brown, que estava desarmado, em Ferguson, no estado de Missouri. No seu testemunho perante o grande júri, Wilson qualificou Brown como “demônio” ...

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Crianças negras são principais vítimas do trabalho infantil

Meninos negros são as principais vítimas do trabalho infantil: 5,8% dessa população, de 5 a 15 anos, desenvolve algum tipo de  no Brasil, de acordo com a primeira publicação do Sistema Nacional de Indicadores em Direitos Humanos (SNIDH) divulgada hoje (11) pela Secretaria de Direitos Humanos da Presiência da República (SDH/PR). Entre meninos brancos, a taxa de ocupação da mesma faixa etária é 3,7%. Entre as mulheres, a taxa é 2,9% entre as negras e 2% entre as brancas. Do: jb Pela Constituição Federal, é proibido o trabalho de crianças e adolescentes. O trabalho, em geral, é admitido a partir dos 16 anos, exceto nos casos de trabalho noturno, perigoso ou insalubre, nos quais a idade mínima se dá aos 18 anos. A partir dos 14 anos é permitido trabalhar somente na condição de aprendiz. Esta é a primeira vez que o trabalho infantil é mapeado conforme parâmetros da 19ª ...

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O estigma da raça: crianças negras, educação básica e racismo

Resumo Resumo: Este artigo apresenta um fragmento do trabalho de pesquisa que abrange a Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais, no biênio 2011/2012, na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Trata-se de um estudo etnográfico que investiga o significado da cultura negra no contexto escolar da Escola Montezuma, localizada em Cachoeira, Estado da Bahia, ou, como os estudantes representam a cultura negra nesse contexto e suas relações com o mundo negro e africano. A compreensão das determinações materiais e históricas da desigualdade racial, em nosso País, e as possibilidades de superação das mesmas tomará corpo nessa comunicação ao se entrelaçarem com as temáticas raça e educação. Discutem-se estudos sobre relações raciais, identidade negra e representação de raça a partir de narrativas etnográficas elaboradas na interlocução com os grupos pesquisados. Esses extratos etnográficos referem aspectos do trabalho de campo em tal contexto, a partir da escolha metodológica de seguir os fluxos da prática da observação ...

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crianças negras foram retratadas no período pós-abolição dos escravos

Crianças negras retratadas no período pós-abolição dos escravos

Uma pesquisa desenvolvida na UFSCar mostra como crianças negras foram retratadas no período pós-abolição dos escravos. Com imagens produzidas entre os anos de 1880 e 1940, o trabalho inovador, tanto no Brasil quanto no exterior, reúne fotos da vida cotidiana e escolar de uma infância quase esquecida pela história. Foram pesquisados museus e acervos históricos do Brasil, em São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Paraná, São Carlos e Dourados, e também no exterior, em Paris e Portugal. Anete Abramowicz, docente do Departamento de Teorias e Práticas Pedagógicas (DTPP) da UFSCar e responsável pela pesquisa “Representações da Criança e da Infância na iconografia brasileira dos anos 1880-1940”, conta que houve grandes dificuldades para reunir as imagens, já que fotos de crianças negras no século XIX e início do século XX, são bem raras, apesar de sua importância social. “As crianças ocupam um lugar aparentemente periférico na história em geral e isso ...

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terrence howard michelle ghent1

Racismo e Divórcio: Terrence Howard x Michelle “Nunca quis ser a madrasta das crianças negras”

  Divórcio : Terrence Howard x Michelle, divórcios de estrelas e celebridades já não são novidades mas  o motivo apresentado pelo ator pasmem: ele alega que foi vitima de racismo dentro do seu casamento. O casamento que durou um ano termina com acusações de racismo. O ator afirma que que  sofria racismo por parte da ex- esposa , que o chamava de MACACO. Ele disse também: “ que ela “nunca quis se casar com um negro” ou “ser a madrasta das crianças negras”, referindo-se aos filhos do ator de uma união anterior.Entretanto o ator terá que pagar uma pensão de 5800 dólares por mês durante três anos.Terrence Howard, é conhecido por seu Oscar em 2006 de melhor ator com o filme Hustle and Flow por Craig Brewer (Ritmo de um sonho) , e mais recentemente por sua aparição em Homem de Ferro.   Fonte: Mulher Negra e Cia

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