segunda-feira, setembro 21, 2020

    Resultados da pesquisa por 'cultura do estupro'

    rudall30 via Getty Images
"É claro que não consegui assistir aula alguma. Eu só chorava."

    Vivas nos queremos: Pelo fim da cultura do estupro e punição aos assediadores

    Uma mulher sabe bem a diferença entre carinho e agressão. por Danyella Proença no HuffPost Brasil rudall30 via Getty Images"É claro que não consegui assistir aula alguma. Eu só chorava." Há 14 anos, numa tarde qualquer que tinha tudo para ser de poesia e leveza, minha vida virou de cabeça para baixo. Eu estava no laboratório de fotografia da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), onde estudava jornalismo. Naquele dia, resolvi revelar alguns filmes em preto e branco num processo artesanal, com químicos específicos e luz vermelha. Era o tempo da imagem sendo respeitado, eu pensava, na minha inocência e encantamento. Para isso, pedi auxílio ao técnico do laboratório, um senhor de cerca de 60 anos, boa praça, que dominava como ninguém seu ofício. Tanto que estava ali havia mais de 30 anos, como gostava de contar. Aliás, ele gostava muito de contar histórias ...

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    Khensani Maseko. Picture: @_khensani_/Instagram.

    Suicídio de Khensani Maseko, de 23 anos aumenta revolta contra cultura do estupro na África do Sul

    Jovem militante havia buscado ajuda da universidade; país tem um dos maiores índices de estupro do mundo no Brasil de Fato Khensani Maseko. Picture: @_khensani_/Instagram. No mesmo dia em que a África do Sul celebrou o Dia Nacional da Mulher, na terça-feira (9), o país viveu o luto do enterro da estudante de Direito Khensani Maseko, de 23 anos, que cometeu suicídio após ser estuprada no campus da Universidade de Rhodes. A morte da jovem aconteceu apenas alguns dias depois de uma mobilização nacional de mulheres contra violência de gênero, a #TotalShutdown, em um país onde o índice de feminicídio é cinco vezes maior que o índice global. De acordo com dados da polícia sul-africana, um total de 124.526 pessoas foram estupradas nos últimos três anos no país. Deste total, 41% eram crianças. Uma mulher é morta no país a cada quatro horas, muitas vezes por seus maridos ...

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    Como o poder público pode ajudar a combater a cultura do estupro

    Precisamos desnaturalizar as violências. Lutar pela justiça e por uma efetiva rede de promoção, proteção e assistência aos direitos. Por Márcia Rollemberg, do Huffpost Brasil As violências praticadas por homens contra meninas e mulheres estão tão presentes no nosso cotidiano que cunhou-se a expressão cultura do estupro, ainda muito debatida entre estudiosos. Quer se denominar Cultura por que expõe um ambiente onde o estupro é comum e atravessa gerações. É muito perverso achar normal qualquer tipo de violência, assim como colocar as mulheres e as meninas na condição de objeto e não de um sujeito de direitos. O que torna a situação mais alarmante é saber que, segundo dados do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), cerca de 70% dos casos de estupros ocorrem no próprio lar, onde a vítima deveria se sentir amparada e segura. Sendo os agressores os maridos, pais, avôs, padrastos, tios e parentes próximos. O estupro é crime e ...

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    Como o futebol alimenta a cultura do estupro e menospreza a violência contra mulheres

    Além de Robinho, outros jogadores já se envolveram em casos de estupro, agressão doméstica e feminicídio, mas mantiveram prestígio e portas abertas nos clubes Por BREILLER PIRES, do El Pais  Robinho, Jóbson, Bruno e Danilinho: histórico de violência contra a mulher. DIVULGAÇÃO A condenação de Robinho a nove anos de prisão pela Justiça italiana, que entendeu que o ex-atacante de Milan e Real Madrid teria participado do estupro coletivo de uma mulher albanesa em 2013, logo gerou repercussões em seu clube atual, o Atlético Mineiro. Durante o treino desta quinta-feira, a sentença ao atacante foi o assunto mais comentado na Cidade do Galo. Robinho recusou-se a dar declarações, mas divulgou uma nota nas redes sociais em que volta a negar seu envolvimento no crime. O jogador ainda pode recorrer em duas instâncias e, por enquanto, não corre risco de ser preso, nem mesmo em caso de condenação definitiva, já que a Constituição brasileira impede a extradição de ...

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    O histórico levante de mulheres jamaicanas contra a cultura do estupro

    Mulheres Jamaicanas tomaram as ruas da capital Kingston em um protesto nunca antes visto na ilha. Capitaneado pelo coletivo Tambourine Army, o ato levantou bandeiras contra a violência de gênero em um país que registra índices assustadores de mortes e agressão de mulheres. Confira  Por Fernando Vife, na Agência Plano, com fotos de Daniela Paoliello Na Revista Fórum  No decorrer das comemorações do Dia Internacional da Mulher celebrado no dia 08 de março em todo o mundo, um coletivo de mulheres jamaicanas denominado Tambourine Army realizou neste último sábado (11) um dos maiores protestos contra a violência de gênero já vistos na região (ou ilha). A marcha foi realizada em solidariedade a uma série de outros protestos organizados em todo o Caribe, tendo como bandeira o combate à cultura do estupro e o fim da violência contra a mulher. Durante a marcha, gritos de “this is a war” (isso é guerra) ...

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    2 minutos para entender – Cultura do Estupro

      Por Felipe Germano e Thaís Zimmer Martins Do Super Quantas mulheres você conhece que já foram assediadas na rua? Uma pesquisa divulgada no mês passado mostrou que 86% das brasileiras já receberam algum tipo de cantada, e 44% tiveram seus corpos tocados. Esse dado é maior do que na Índia, país famoso pela violência sexual contra a mulher. Pode parecer que esses dados não têm nada a ver com o silenciamento da violência sexual. Mas têm. Além disso, a novela que você vê, a música que você ouve e a forma como vivemos constroem esse comportamento.

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    Viola Davis anuncia sua participação em ONG contra cultura do estupro

    Poderosíssima, a atriz de “How to get away with a murder”, Viola Davis, anunciou sua defensoria na ONG americana “The Rape Foundation”, que lutra contra a cultura do estupro Por CLARISSA JURUMENHA, do Metrópoles  A protagonista do seriado americano “How to get away with a murder”, Viola Davis, anunciou nesta semana ser uma das defensoras da ONG que luta contra a cultura do estupro “The Rape Foundation”. Vítima de assédio na infância, Davis disse que suas próprias experiências a levaram a tomar uma decisão que buscava auxiliar outras mulheres. “Eu, minha mãe, minhas irmãs, minha amiga de infância Rebecca, todas tempos uma coisa em comum: somos sobreviventes de assédio sexual de alguma forma”, afirmou a atriz em anúncio. “The Rape Foundation” auxilia vítimas de estupro e assédio com aconselhamento legal, tratamento médico e psicológico nos Estados Unidos. Davis compartilhou ainda o caso de sua irmã, que sofreu abuso sexual aos oito ...

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    Flip 2016: Mel Duarte detona machismo, racismo e cultura do estupro em apresentação (VÍDEO)

    Por Caio Delcolli, do HuffPost Brasil Mulher, negra e poeta. As palavras da poeta Mel Duarte, em apresentação no sarau de abertura da 14ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), na última quarta-feira (29), fizeram o evento tremer com tamanha contundência. Duarte apresentou três poemas no sarau: um dedicado às mulheres negras, na qual ela fala sobre objetificação sexual, racismo e empoderamento; o segundo dedicado a meninos da Fundação Casa, no qual ela declama sobre marginalização e mobilidade social; e o terceiro e último sobre a cultura do estupro que vitimiza milhões de mulheres – no qual ela encontrou um espacinho para mandar aquele recado a Jair Bolsonaro e Eduardo Cunha. A presença da poeta quebrando tudo e enfrentando a opressão com resistência é particularmente simbólica: nesta Flip, onde mulheres têm um destaque inédito, a baixa representatividade de negros no evento é uma das críticas que ele enfrenta neste ano.

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    Gloria e Cleo Pires posam nuas em protesto contra a cultura do estupro

    Cleo estampa a capa da Marie Claire de julho para divulgar a campanha “Se eu disser não, é estupro”, idealizada por ela. A ideia é que, com as fotos e a hashtag, outras mulheres publiquem fotos nuas com o recado. Sua mãe, Gloria Pires, foi a primeira a aderir Da Revista Fórum O caso recente do estupro coletivo que aconteceu no Rio de Janeiro ficará marcado também pela quantidade de iniciativas que surgiram contra a cultura do estupro. Entre elas, uma delas foi idealizada pela atriz Cleo Pires, que estampa a capa da revista Marie Claire de julho. Intitulada “Se eu disser não, é estupro”, a ideia da campanha é incentivar outras mulheres a posarem nuas para denunciar a cultura do estupro e manter a discussão do problema à tona. “Não conseguia parar de pensar naquilo, queria protestar de alguma maneira, mostrar minha indignação”, disse Cleo na matéria de capa. ...

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    A cultura do estupro da sua origem até a atualidade

    A cultura do Estupro até os nossos dias Diariamente, os noticiários divulgam casos de estupro. Dentre os denunciados, apenas uma porcentagem chega ao nosso conhecimento pelas mídias. No Brasil, segundo dados do IPEA, 0,26% da população sofre violência sexual, indicando, anualmente, 527 mil tentativas e casos de estupro consumados no país. por Verinha Kollontai, do feminismo sem demagogia Original Em 2013, o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) apontou que em 2012 foram notificados 50.617 casos de estupro no Brasil. Para nosso assombro, constata-se que existe uma porcentagem que não chega a ser denunciada. A taxa de notificação à polícia é estimada em apenas 19,1% (IPEA). São diversos os motivos para as denúncias não serem realizadas, todos eles relacionados com o fato de que, socialmente, existe a imputação pela culpa do ato à própria vítima, ao mesmo tempo em que há a vitimização do estuprador. A reprodução desta imputação ...

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    Mulheres fazem novo ato na Avenida Paulista contra a cultura do estupro

    Com cartazes e faixas, grupo lembrou violência contra jovem no Rio e pregou sororidade; Temer também é alvo de protestos Do Ultimo Segundo Com uma caminhada entre o Museu de Arte de São Paulo (Masp) e a Praça Roosevelt, ambos na região central de São Paulo, centenas de mulheres protestaram na noite desta quarta-feira (8) contra o machismo e contra a cultura do estupro. O protesto "Por Todas Elas" foi convocado pelas redes sociais e acontece em vários lugares do País. Em São Paulo, a caminhada foi pacífica e durou cerca de duas horas. O ato começou por volta das 17h no vão livre do Masp, onde as mulheres fizeram jograis, cantaram, pintaram faixas contra o estupro. Por volta das 18h30, as manifestantes saíram em caminhada, fechando todas as pistas da Avenida Paulista no sentido Consolação. A Polícia Militar não informou a estimativa de público. Na primeira fila da caminhada, estavam mulheres que ...

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    Sobre o funk carioca e a cultura do estupro

    Boa parte do funk é, sim, expressão do horror e da barbárie que nos assola. Mas é possível criticá-lo sem criminalizar a periferia? Uma reflexão de Acauam Oliveira Por Acauam Oliveira, do Farofafá Fotos de perfil no Facebook com filtro para protestar contra o estupro coletivo de uma jovem de 16 anos – Foto: Reprodução Facebook Diante da comoção geral ocasionada pelo caso estarrecedor de estupro de uma jovem de 16 anos por 33 homens no Rio de Janeiro, diversos textos e artigos passaram a enfatizar a necessidade de tratarmos da cultura do estupro vigente no Brasil. Como era de se esperar, o debate se polarizou entre visões mais progressistas – com o levantamento de centenas de dados estarrecedores e exposição sistemática das práticas de perpetuação do estupro e proteção aos estupradores – e olhares mais conservadores, dos mais “leves” aos mais agressivos. Entre esses, o posicionamento mais comum foi o ...

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    Estupro em potencial – para pensar a cultura do estupro

    Atualmente, discute-se se existe ou não algo como uma cultura do estupro. Creio que é uma expressão válida pelos aspectos que vou tentar expor a seguir. Por Marcia Tiburi, da Revista Cult Por cultura do estupro quer-se expor o nosso modo de viver,  que inclui formas de pensar e de agir, no qual o estupro foi naturalizado. Isso quer dizer que o estupro seria algo tão banal, tão corriqueiro, tão comum, que não nos preocuparíamos com ele. Fato a ser considerado é que a sociedade que nesse momento está muito comovida, não se preocupa com o estupro de um modo geral. Não se pode desconsiderar que no momento em que um caso de repercussão ganha a atenção da grande mídia ou das redes sociais, todos se manifestam “indignados”, inclusive aqueles que estão inseridos e incentivam a cultura do estupro. No entanto, quando passa a comoção,  a mesma sociedade como um todo vira ...

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    Quem autoriza a cultura do estupro?

    Foram 33 homens estuprando uma menina de 16 anos. O ato filmado, como tudo hoje em dia na nossa sociedade do espetáculo, foi exposto nas redes sociais para escárnio maior da vítima. O crime noticiado calou fundo especialmente nas mulheres que, ao imaginarem a cena abominável, compartilharam da dor, da humilhação, como se o sangramento da genitália da menina violada e exibida pelos criminosos provocasse uma hemorragia subjetiva em toda uma coletividade de mulheres atingidas. Por Olívia Santana Enviado para o Portal Geledés O caso repercutiu mundialmente, provocando perplexidade e indignação. Mas também houve aqueles que se apressaram em justificar o injustificável, buscando na vítima a motivação: “Ela deu lugar, por se relacionar com alguém não confiável”, “se ela estivesse numa igreja ou em casa com o filho de 3 anos, isso não teria acontecido”, e o cantor Lobão, com o seu minicérebro, saiu com essa “o Brasil é o país que produz miniputas”. O pior é que muitos dos que deveriam assegurar ...

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    Manifestantes acusam Globo de fomentar “cultura do estupro”

    Centenas de participantes da Marcha das Flores – 30 contra Todas, realizadas neste domingo (29), em Brasília, que protestavam contra a "cultura do estupro" aproveitaram a ocasião para esculachar a Rede Globo, a quem acusaram de fomentar os crimes de gênero; "Ô Rede Globo, tente entender, a cultura do estupro também passa por você", gritaram os manifestantes; momentos, antes um cinegrafista da emissora havia sido escorraçado ao gritos de "fora golpista" Do Brasil 247 Os milhares de participantes da Marcha das Flores – 30 contra Todas, que protestaram contra a "cultura do estupro" aproveitaram a ocasião para protestar contra a Rede Globo. A quem acusaram de fomentar os crimes de gênero. "Ô Rede Globo, tente entender, a cultura do estupro também passa por você", gritaram os manifestantes. Momentos, antes um cinegrafista da emissora havia sido escorraçado ao gritos de "fora golpista". O protesto em Brasília, na Esplanada dos Ministérios, contou ...

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    Sociedade naturaliza a cultura do estupro, diz antropóloga

    O estupro coletivo sofrido por uma adolescente de 16 anos no Rio levantou uma questão: vivemos uma cultura do estupro? Para responder, o jornal "O Estado de S.Paulo" falou com a professora de Antropologia da USP Heloisa Buarque de Almeida, que coordenou o programa USP Diversidade quando vieram a público os casos de estupro na Faculdade de Medicina. Hoje ela participa da rede Não Cala. Do UOL Nós vivemos numa cultura de estupro? O que isso significa? Para entender o que isso tem a ver com o Brasil, é preciso pensar no tipo de produção cultural que a gente tem, que por um lado naturaliza a desigualdade entre homens e mulheres e por outro torna as mulheres objetos e traz a ideia de que o homem não consegue se conter. Como se o homem fosse uma espécie de bicho descontrolado. O que não é verdade porque, se fosse assim, todos ...

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    9 coisas que você faz que perpetuam a cultura do estupro

    Não adianta falarmos só do estupro, crime, tipificado no Código Penal. Por ANNA HADDAD, do Comum  Precisamos falar de uma cultura inteira que constrói no dia a dia a possibilidade dessa violação de direitos - a mais tolerada do mundo. De uma cultura que diz, de várias formas sutis, que o corpo da mulher não é dela: é público, é mercadoria, é objeto, está a serviço dos homens e da maternidade. Nós construímos e perpetuamos essa cultura. Hora de parar de apontar o dedo e olhar pro nosso próprio umbigo. Aí vão as coisas que você faz e que ajudam a perpetuar a cultura do estupro: 1. Educa as meninas pra servir e os meninos pra conquistar Menina boa é a recatada, cuidadora. Gentil, que serve: os pais, os irmãos, depois os companheiros e filhos. Menino corajoso é aquele que explora, conquista, invade. Que toma o que quer pra si. 2. ...

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    Masculinidade e Cultura do Estupro

    Na terça-feira, dia 24/5, um vídeo é compartilhado no WhatsApp e começa a viralizar. Trata-se de um estupro coletivo executado por 30 homens onde a vítima era uma menina de 17 anos. Rapidamente a notícia viralizou em diversas mídias sociais. Numa lógica doente de disseminação do horror, milhares de “inocentes” neste momento veem o vídeo e compartilham com mais curiosos. Tão criminosos quanto, vulnerabilizam mais a vítima, mostrando mais seu corpo, violentando mais sua privacidade. O show de horrores não para por aí. Nos perfis do Facebook, um monte de homens justificam o ato, colocando a responsabilidade na vítima: “Ela estava bêbada”, “também, andando na favela com aquelas pessoas”, “usava roupa curta”… É uma sociedade muito adoentada e machista. Por falar em machismo, gostaria de direcionar este texto a você, macho. Porque deste assunto eu entendo, e você sabe do que estou falando. Por Vinicius Dias, do Favela Potente Nasci e me ...

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    Filhos saudáveis do patriarcado: a cultura do estupro e a naturalização da barbárie

    Em 1935, um jornal mexicano noticiou que um homem bêbado jogou a namorada numa cama e a apunhalou cerca de vinte vezes. Quando questionado pela polícia sobre o crime, o assassino respondeu que apenas foram umas “facadinhas de nada”. Sensibilizada pelo ocorrido, Frida Kahlo desenhou a cena do crime: o assassino com um punhal ensanguentado na mão e ao seu lado, o corpo nu da mulher marcado pelas facadas; o rastro de sangue está presente na roupa do homem, na vítima, na cama, no chão e alastra até mesmo a moldura da tela. O homem aparenta uma postura brutal no rosto e imobilizada no corpo. A pintora disse a uma amiga que pintou o assassinato com aquela aparência porque no México assassinar é algo bastante satisfatório e natural. Por: Paulinha Cervelin Grassi*, no Marcha Mundial das Mulheres Fico pensando nessa menina perseguida, ridicularizada, ofendida, hostilizada, violentada por 30 homens no Rio de ...

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    Foto: Flávio Florido

    Cultura do estupro no Brasil: Homem, de que lado você está?

    Tão chocante quanto o estupro denunciado por uma jovem de 16 anos, que teria envolvido mais de 30 homens, no Rio de Janeiro, e tão chocante quanto os vídeos que mostram seus ferimentos e foram postados na internet, foi a reação de uma parcela da sociedade, que se divertiu nas redes sociais com eles e com a história. E a inação de uma outra parte, que culpou a própria vítima pelo ocorrido ou simplesmente caiu no autoengano de que essa história não nos diz respeito. Foto: Flávio Florido Por Leonardo Sakamoto, do Blog do Sakamoto  No mesmo dia em que o caso gerou indignação nas redes sociais, o novo ministro da Educação recebia o ator Alexandre Frota para discutir a educação (!!!) no Brasil. O mesmo Frota que, durante uma entrevista a um programa de TV, narrou um caso de violência sexual do qual foi protagonista contra ...

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