segunda-feira, agosto 3, 2020

    Resultados da pesquisa por 'democracia'

    Luiz Eduardo Soares, cientista político e coautor dos livros que deram origem aos filmes "Tropa de Elite"
Imagem: Mauro Pimentel/Folhapress

    Alvo de dossiê diz que governo Bolsonaro “de novo atenta contra democracia”

    O cientista político Luiz Eduardo Soares, 66, um dos alvos do dossiê produzido pelo Ministério da Justiça contra os policiais antifascistas e citado como "formador de opinião" do grupo, disse que recebeu a notícia com indignação. Para Soares, o governo Bolsonaro mais uma vez "atenta contra a democracia". O dossiê, cuja existência foi revelada pelo UOL nesta sexta-feira (24), foi produzido em junho por uma unidade pouco conhecida do ministério, a Seopi (Secretaria de Operações Integradas). O levantamento listou 579 agentes da segurança púbica estaduais e federais, alguns com fotografias e endereços de redes sociais, que haviam assinado dois manifestos, em 2016 e 2020. O relatório sigiloso inclui um subtítulo denominado "Formadores de opinião", no qual são citados Soares, o especialista em direitos humanos Paulo Sérgio Pinheiro, o secretário estadual do Pará Ricardo Balestreri e o acadêmico da Universidade Federal da Bahia Alex Agra Ramos. Em resposta à revelação sobre ...

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    Gabriel Sampaio (Foto: Imagem retirada do site Exame)

    Gabriel Sampaio: “Democracias fortes controlam suas forças policiais”

    A repercussão internacional dos protestos nos Estados Unidos contra a brutalidade policial, após o assassinato de George Floyd, impulsionou esse debate também no Brasil. Nas últimas semanas, diversos vídeos de violência de agentes de segurança pública contra a população negra têm tomado conta das redes sociais e ganhado destaque no horário nobre da televisão. Essa realidade, na análise de Gabriel Sampaio, coordenador do Programa de Enfrentamento à Violência Institucional da Conectas Direitos Humanos, tende a se repetir em sociedades que têm o racismo estrutural enraizado, como é o caso tanto do Brasil como dos EUA. Em entrevista exclusiva à EXAME, Sampaio faz um resumo sobre o histórico de violência policial no Brasil e aponta caminhos para que a sociedade civil faça sua parte e pressione os agentes públicos por mudanças. Leia a seguir os principais trechos da entrevista: O número de assassinatos segue altíssimo no Brasil. E casos de violência ...

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    Reprodução Facebook

    Enquanto Houver Racismo Não Haverá Democracia – A luta das LBTQI+

    Contamos com a presença de Marta Almeida, Ekedi da tradição Nagô Vodun, pedagoga e integrante do da Rede Sapatá; Livia Ferreira, atriz, administradora, poeta e integrante dos coletivos LESBIBAHIA e Rede Sapatá; Laurianne de Miranda, educadora social e Diretora colegiada da Associação Lésbica Feminista de Brasilia - Coturno de Vênus; Lucia Castro, produtora cultural e educadora social, integrante da Rede Sapata; e com mediação de Darlah Farias, advogada, ativista do Movimento Negro pelo Coletivo Sapato Preto, CEDENPA e Coalizão Negra Por Direitos.

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    Ilustração: Linoca Souza

    Enquanto houver racismo, não haverá democracia

    Quando o joelho de um policial branco norte-americano sufocou e matou George Floyd, muitos de nós por aqui pudemos sentir o peso daquele corpo sobre o pescoço e também os últimos suspiros deste, agora símbolo contemporâneo eterno contra a brutalidade racial e do combate ao racismo. No Brasil, conhecemos bem o significado da violência policial contra a população negra, jovens negros, moradores de nossas favelas, periferias e alagados. Não há entre eles quem não tenha dezenas de histórias como essas para contar e, muitas vezes, em protesto, grite: “Basta!”. Sim, as comunidades reagem, as mães e os familiares gritam por justiça e não são ouvidos. O Mapa da Violência 2019, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), é categórico. Entre 2007 e 2017, mais de 420 mil pessoas negras – mulheres e homens – foram vítimas de homicídio sob incontestável violência policial, ...

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    Brasil pela Democracia (Imagem retirada do site Mundo Sindical)

    Entidades e movimentos sociais se unem em defesa da democracia e da vida

    Mais de 60 organizações, entre entidades nacionais, centrais sindicais, movimentos sociais, articulações pró-democracia e organizações não-governamentais lançam, na próxima segunda-feira (29), a campanha #BrasilpelaDemocracia #BrasilpelaVida A ação é uma resposta à situação enfrentada pelo país, que exige a união de todos em defesa da democracia, ameaçada pelo ataque permanente e inconcebível às instituições, à imprensa, ao Estado Democrático de Direito e aos direitos dos cidadãos e cidadãs consagrados na Constituição Federal. As entidades se unem também em defesa da vida, ameaçada pela descoordenação do governo federal no combate à pandemia do novo coronavírus, agravando a já crítica situação sanitária e econômica, implicando mais sofrimento a trabalhadoras e trabalhadores, às populações vulneráveis e inviabilizando a sobrevivência de empreendedores, em especial micro e pequenos empresários. Para marcar o lançamento, na próxima segunda, acontece uma grande mobilização nas redes sociais da campanha, com participação das entidades e personalidades, o lançamento do site, que ...

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    (Foto: Reprodução/ Coalizão Negra por Direitos)

    Manifesto: “Enquanto houver RACISMO, não haverá DEMOCRACIA”

    Nós, população negra organizada, mulheres negras, pessoas faveladas, periféricas, LGBTQIA+, que professam religiões de matriz africana, quilombolas, pretos e pretas com distintas confissões de fé, povos do campo, das águas e da floresta, trabalhadores explorados, informais e desempregados, em Coalizão Negra por Direitos, viemos a público exigir a erradicação do racismo como prática genocida contra a população negra. O Brasil é um país em dívida com a população negra – dívidas históricas e atuais. Portanto, qualquer projeto ou articulação por democracia no país exige o firme e real compromisso de enfrentamento ao racismo. Convocamos os setores democráticos da sociedade brasileira, as instituições e pessoas que hoje demonstram comoção com as mazelas do racismo e se afirmam antirracistas: sejam coerentes. Pratiquem o que discursam. Unam-se a nós neste manifesto, às nossas iniciativas históricas e permanentes de resistências e às propostas que defendemos como forma de construir a democracia, organizada em nosso ...

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    Joanna Maranhão é pernambucana e ex-nadadora olímpica - CBDA

    Atletas se unem em manifesto pela democracia e contra o racismo

    Formado por atletas, ex-atletas, jornalistas esportivos, comentaristas e árbitros, o grupo Esporte pela Democracia lançou um manifesto em defesa dos direitos humanos, da liberdade de imprensa e da diversidade. Segundo os organizadores, o manifesto tem o objetivo de mostrar um posicionamento diante da pandemia da covid-19, do desrespeito à Constituição e da banalização das vidas pretas. Entre os integrantes, estão a nadadora Joanna Maranhão, o jogador de futebol Juninho Pernambucano, a pentatleta e medalhista olímpica Yane Marques, o comentarista Walter Casagrande, o tenista Gustavo Kuerten, os jornalistas José Trajano, Juca Kfouri e Lucio de Castro, entre vários outros. O documento ressalta a obrigação do esporte em se posicionar contra a marginalização da população preta, indígena e periférica, que tem sofrido os efeitos da crise sanitária, social e econômica. Além disso, a nota reconhece o papel importante dos atletas pretos do país para a história do esporte e para o reconhecimento do Brasil como referência em diversas modalidades ...

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    Emerson Osasco (Foto: Annelize Tozetto / Divulgação)

    Diretor da Gaviões é demitido após participar de ato pela democracia

    Emerson Osasco, diretor da Gaviões da Fiel e desenvolvedor de software, foi demitido depois de participar de um protesto contra o fascismo e em defesa da democracia no último domingo, 31 de maio, na avenida Paulista. Emerson se transformou num dos símbolos do protesto ao repetir o gesto do grupo Panteras Negras, o punho cerrado erguido, símbolo de enfrentamento e resistência, em vídeo, enquanto dizia: “Não vamos recuar, nenhum passo pra trás. Aqui é democracia”. Enquanto isso, era cercado e xingado por manifestantes que apoiam o governo Jair Bolsonaro. O vídeo viralizou e, segundo ele contou ao repórter Adriano Wilkson, do UOL, chegou à empresa para a qual trabalhava como terceirizado, a multinacional mexicana Softtek. Ele conta que o contrato foi rescindido um dia depois do protesto e que o gerente comentou que o motivo da demissão era a participação no protesto e um vídeo em que aparece com o ...

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    Thiago Amparo (Arquivo Pessoal)

    Negros queimam mito da democracia americana

    Os EUA estão em chamas. Não são somente os prédios que ardem ali. Nas ruas de Nova York, Minneapolis, Atlanta e tantas outras cidades construídas, literalmente, sobre os ossos de escravizados, negros e negras queimam o mito fundante de um país livre e igual. “Os ideais fundadores da nossa democracia eram falsos quando foram escritos. Foram os negros americanos que lutaram para torná-los realidade”, escreveu no ano passado Nikole Hannah-Jones. Reencena-se a violência racial como espetáculo. Hoje e outrora. 1921, Tulsa, Oklahoma. Aviões particulares jogam bombas sobre comércios na chamada Black Wall Street, destruindo dezenas de quarteirões e matando centenas de pessoas negras. 1963, Birmingham, Alabama. Bombas contra líderes de direitos civis eclodem. Protestos são massacrados pela polícia. Uma foto brutalmente icônica mostra um policial com o joelho enforcando uma mulher negra. Semelhança sombria com a cena de George Floyd sendo assassinado em Minneapolis no último dia 25. Da prisão ...

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    (Foto: Antonioni Cassara/Mídia Ninja)

    Manifesto a favor da democracia une personalidades de ideologias diversas

    Até alguns meses atrás, seria improvável imaginar que os músicos Lobão e Caetano Veloso se unissem em defesa de uma mesma causa. Na sexta-feira (29), isso aconteceu. Por meio de um manifesto publicado neste sábado (30) na edição impressa de jornais, entre eles a Folha, artistas, políticos, empresários, produtores e intelectuais lançaram um movimento que demanda a líderes que “exerçam com afinco e dignidade seu papel diante da devastadora crise sanitária, política e econômica que atravessa o país”. O texto também foi divulgado por meio de um site criado pelo movimento, que foi intitulado “Estamos Juntos”. O manifesto se propõe a unir pessoas de diferentes matizes ideológicas em defesa de temas como “a lei, a ordem, a política, a ética, as famílias, o voto, a ciência, a verdade, o respeito e a valorização da diversidade, a liberdade de imprensa, a importância da arte, a preservação do meio ambiente e a ...

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    Sebastião Arcanjo, o Tiãozinho, presidente da Ponte Preta, usa camisa manifestando intenção de ter 'democracia racial' dentro do clube Foto: Valéria Gonçalvez / Estadão Conteúdo

    Nova diretoria da Ponte Preta busca ‘democracia racial’ no clube

    Time de Campinas é o único presidido por um negro entre os times das Séries A e B do Brasileirão e luta por mais inclusão Por Gonçalo Júnior, do Estadão Sebastião Arcanjo, o Tiãozinho, presidente da Ponte Preta, usa camisa manifestando intenção de ter 'democracia racial' dentro do clube Foto: Valéria Gonçalvez / Estadão Conteúdo Sebastião Arcanjo, presidente da Ponte Preta, chegou ao estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, com uma camiseta cinza de tecido leve por causa do calorão e uma estampa chamativa. Dois punhos erguidos, um branco e um negro, o símbolo da Ponte Preta e a frase: primeira democracia racial do futebol brasileiro. O lema quer unir o presente e o passado. Tiãozinho, como é conhecido, é o único negro entre os 40 presidentes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro. Paralelamente, o clube pede à Fifa que seja reconhecida como primeiro clube ...

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    REPRODUÇÃO/YOUTUBE

    Nota de repúdio e solidariedade: Ataque inverídico e machista à jornalista Patricia Campos Mello é uma violência à liberdade de imprensa, às mulheres e à democracia

    Organizações de mulheres e de defesa da liberdade de expressão e imprensa e dos direitos humanos reforçam apoio à  jornalista Patrícia Campos Mello e exigem resposta do Congresso Federal perante o ataque discriminatório realizado em um espaço institucional da Casa – exatamente em uma CPMI instaurada para apurar notícias falsas usadas com fins eleitorais   Da Agência Patricia Galvão    REPRODUÇÃO/YOUTUBE As organizações abaixo assinadas se somam aos diversos setores da sociedade que repudiam veementemente o ataque realizado à jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S.Paulo, e manifestam apoio à profissional. Nesta terça-feira (11/02), o país acompanhou com perplexidade um depoimento de ex-funcionário de uma empresa de disparos de mensagens de WhatsApp, na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre as “Fake News”, notícias falsas e campanhas de desinformação usadas com fins eleitorais. Ao depor, o ex-funcionário mobilizou ataques machistas e inverídicos contra a repórter para ...

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    A democracia brasileira está mesmo em vertigem?

    Dentre todos os concorrentes ao Oscar 2020 na categoria "documentário", o filme "Democracia em Vertigem" se destaca por várias razões, mas eu gostaria de abordar aqui uma em especial. A tese principal do filme de Petra Costa sustenta que a democracia brasileira tem sofrido uma série de golpes, de modo que nós brasileiros não podemos mais dizer que vivemos em um país democrático. É um tipo de alegação que não deveria ser evitada, independentemente de nossa orientação política. Afinal de contas, democracia — mesmo com seus defeitos — é o que nos permite a possibilidade de fazer escolhas. Esquerdistas ou direitistas, nosso ponto em comum é — ou deveria ser — a democracia. Entretanto, a questão "o Brazil ainda é democrático?" exige mais do que uma resposta do tipo "sim ou não", uma vez que, no que diz respeito ao mundo real, existe um degradê entre a democracia ideal e ...

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    Genocídio do povo negro (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

    ‘Solidariedade Negra Transnacional’ de Comitê Afro-Brasileiro Da Rede Nacional dos Estados Unidos para Democracia no Brasil

    O Comitê Afro-Brasileiro da United States Network for Democracy in Brazil (USNDB) manifesta a sua indignação transnacional com a crescente violação dos direitos humanos no Brasil, em especial quanto à morte recente de Agatha Felix, uma menina de oito anos baleada e morta pela polícia do Rio de Janeiro. Cinquenta e quatro porcento da população brasileira é afrodescendente. Apesar do tamanho dessa população, as suas vidas estão sob ameaça. Estamos preocupados principalmente com os seguintes assuntos: o Pacote Anticrime, a aprovação de legislação autorizando a coleta de DNA de pessoas acusadas de crimes, e o Acordo de Alcântara.  Enviado para o Portal Geledés  Genocídio do povo negro (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil) Nossa primeira preocupação é com a violência policial e com as execuções de afro-brasileiros. De janeiro a agosto de 2019, no estado do Rio de Janeiro, mais de 1200 pessoas foram mortas pela polícia e ...

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    O senador Paulo Paim (PT-RS) em sessão no Congresso, em Brasília - Alan Marques - 13.dez.16/Folhapress

    Em defesa da democracia e da Constituição

    Querem chegar a um país onde o povo não tenha voz? Por Paulo Paim, na Folha de São Paulo O senador Paulo Paim (PT-RS) em sessão no Congresso, em Brasília - (Foto: Alan Marques/Folhapress) A felicidade, o bem viver e os direitos da população passam pelas defesas da democracia e da Constituição. Juntamente com a liberdade, elas são as bases de sustentação do que buscamos: um Brasil humano, solidário e socialmente justo. A democracia é um longo processo. Ela tem que ser regada, todos os dias, com os princípios da sabedoria e das virtudes. Requer amadurecimento e respeito às diversidades, às opiniões e às ideias. Foi através dela que tivemos grandes avanços consagrados na Constituição de 1988. Ela ampliou as liberdades civis e os direitos e as garantias individuais. Consagrou cláusulas transformadoras com o objetivo de alterar relações econômicas, políticas e sociais. Abriu canais de participação ...

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    “Nunca alcançamos a democracia”, diz autora referência do feminismo negro

    O ativismo negro tem como um de seus representantes mais importantes a socióloga americana Patricia Hill Collins. Para ela, há duas dimensões que caracterizam o pensamento feminista negro: a luta pela sobrevivência do grupo, que cria esferas de influência nas estruturas sociais; e a luta pela transformação institucional, capaz de mudar políticas e procedimentos discriminatórios. Por Maria Carolina Trevisan, Da Universa Patricia Hill Collins (Foto: Julia Dolce/ Agência Pública) Professora emérita do Departamento de Sociologia da Universidade de Maryland, Patricia foi a primeira mulher negra a presidir a Associação Americana de Sociologia. Autora de "Pensamento Feminista Negro" (Editora Boitempo), uma das obras de maior referência para pesquisadores dessa área, ela está no Brasil para participar do seminário Democracia em Colapso?, que também terá a presença da filósofa e ativista Angela Davis. Nesta entrevista, Patricia fala sobre racismo, resistência e organização. E alerta: nem chegamos a conquistar ...

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    Patricia Collins: “Os EUA têm instituições democráticas, mas não têm uma democracia”

    A socióloga e ativista estadunidense Patricia Hill Collins cita produções cinematográficas recentes, como o filme Pantera Negra e a obra da cineasta Ava DuVernay, para afirmar que estamos na “era de ouro” da representação das mulheres negras na mídia. Ao mesmo tempo, ela faz um alerta: a representatividade pode ser sedutora, mas é não suficiente se não vier acompanhada da participação política. Por Rute Pina, da Agência Pública Patricia Hill Collins (Foto: Julia Dolce) Collins recebeu a Agência Pública em São Paulo na tarde desta terça-feira, 15 de outubro, durante o intervalo de eventos e conferências que compõem a sua agenda no país. Nascida na Filadélfia, a professora da Universidade de Maryland é também ex-presidente da Associação Americana de Sociologia (ASA) — a primeira mulher afro-americana a ocupar o cargo em pouco mais de um século de existência da entidade. Em 1990, Collins se debruçou na ...

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    IV Seminário Religião e Política: religiosidade e democracia

    Dias 24 e 25 de outubro de 2019 por Puc Rio PROGRAMAÇÃO 24 de outubro Manhã 9:30 – abertura – sala F408 10:00 – 12:00 – Sala F408 Mesa 1 – Espiritismo Brasil Fernandes de Barros (PUC-MG) – ” Espiritismo na primeira metade do século XX: Criminalização e intolerância” Marcelo Gulão (UERJ) -“O espiritismo sobe ao púlpito: A visão de Kardec sobre o método científico” Rui Marcos (Unioeste) – “comunista ou apoiador da Ditadura Civil-Militar”: Ambiguidades e contradições na trajetória do espírita Albertino Marques Barreto ( 1965-1974) Marcos Meigre (UFMG) – “O espiritismo na mídia televisiva: a propagação doutrinária na comunicação de massa” Tarde 14:00 – 16:00 –sala K102 Mesa 2 – Conservadorismos e progressismos Grimaldo Carneiro Zachariadhes (SME-RJ) – “´Conservadores x progressistas´”: Uma crítica a análise dos personagens da Igreja Católica durante a Ditadura Militar” Anne Rose (UFS) “Dom Luciano José Cabral Duarte: um intelectual a seu tempo” João Marcus Figueiredo ...

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    Kabengele Munanga durante a cerimônia de entrega do 15º Prêmio USP de Direitos Humanos, que foi realizada no dia 29 de junho de 2018 - Foto: Marcos Santos / USP Imagens

    Brasil não é uma sociedade com democracia racial, diz antropólogo

    Para Kabengele Munanga, enquanto o país não admitir o racismo estrutural será difícil enfrentar o genocídio negro Da  RBA   Nos últimos 20 anos, o número de jovens negros assassinados aumentou 429%. A cada 100 assassinatos, 75 vítimas são negras. Entretanto, combate à violência contra a população negra parece não comover autoridades brasileiras (Foto: TVT) São Paulo – Para o antropólogo brasileiro-congolês Kabengele Munanga, enquanto é um mito dizer que o Brasil vive uma democracia racial. Na opinião dele, enquanto o país não admitir o racismo estrutural presente na sociedade e os dados de violência contra população negra aumentarem, será difícil enfrentar o genocídio negro. Nos últimos 20 anos, o número de jovens negros assassinados aumentou 429%. A cada 100 assassinatos, 75 vítimas são negras. Entretanto, o combate à violência contra a população negra parece não comover autoridades brasileiras. Este foi o tema da palestra do ...

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    Negros fizeram dos Estados Unidos uma democracia, diz autora

    Especial do New York Times mostra como luta por direitos civis tornou verdadeiros os ideais americanos Por Nikole Hannah-Jones, Do The New York Times Em ilustração para "A Portraiture of Domestic Slavery in the U.S", pessoas olham para os destroços do Capitólio em Washington, em 1814. Library of Congress  Os ideais fundadores da democracia norte-americana eram falsos quando foram escritos, segundo a autora. Os americanos negros lutaram para torná-los verdadeiros. Meu pai sempre hasteou uma bandeira americana em nosso quintal da frente. A tinta azul do nosso sobrado estava sempre descascando; a cerca, ou o corrimão da escada, ou a porta da frente, existiam em um estado de constante ruína, mas aquela bandeira sempre tremulava, imaculada. Nosso terreno de esquina, que havia sido declarado área de risco hipotecário pelo governo federal, ficava ao longo do rio que dividia o lado negro do lado branco de nossa cidade, no ...

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