sexta-feira, setembro 25, 2020

    Resultados da pesquisa por 'discriminação'

    Foto: Jonathas Queiroz

    Jundiaiense denuncia contratação da Magazine Luiza por discriminação racial

    O programa de contratação trainee exclusivo para negros da rede varejista Magazine Luiza foi alvo de um boletim de ocorrência por “discriminação racial” de um servidor público jundiaiense de 50 anos de idade. No boletim de ocorrência registrado pela internet na última segunda-feira (21), ao 7º Distrito Policial, o cidadão pede para a corporação investigar o programa de trainee da empresa, que na alegação dele “visa contratar novos funcionários através de critérios raciais, que fere a Constituição da República”. MPT rejeita denúncias de racismo O Ministério Público do Trabalho em São Paulo indeferiu nesta quinta-feira (24) uma série de denúncias recebidas contra o Magazine Luiza por suposta discriminação na decisão da empresa de selecionar apenas negros em seu próximo programa de trainees. Para o MPT, não houve violação trabalhista, mas sim uma ação afirmativa de reparação histórica. Ao todo foram recebidas 11 denúncias em que a varejista é acusada de ...

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    Falar de gordofobia é falar de discriminação e perda de direitos!

    A maioria das pessoas confundem gordofobia com pressão estética, mas, há uma grande diferença entre os dois termos. A pressão estética atinge todas as pessoas, mas principalmente as mulheres, pois estamos submetidas a um padrão de beleza socialmente imposto.  Uma pesquisa realizada pela Dove em 2019, revela que aproximadamente 70% das mulheres não se sentem representadas por imagens que veem no seu dia a dia e 96% delas não se acham bonitas. Essa pesquisa aponta como a pressão estética nos afeta, impondo um padrão de beleza inatingível.  Quando falamos de gordofobia, estamos falando sobre discriminação e sobre ser vista como doente sem nenhum exame que comprove isso. Estamos falando de exclusão social e de espaços e dos muitos olhares e atitudes que dizem e afirmam que determinados espaços não são nossos. Viver numa sociedade extremamente racista e gordofóbica me fez odiar meu corpo e cor desde a infância. Precisei me ...

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    Imagem: Geledes

    Haitiana será indenizada por assédio moral e discriminação racial no trabalho

    A 9ª câmara do TRT da 15ª região deu provimento parcial a recurso de uma mulher haitiana para que a empresa na qual ela exercia função de auxiliar de serviços gerais pague indenização por assédio moral e racial realizados pelo gerente. Ao ajuizar ação, a trabalhadora afirmou que ela nunca era “escalada para trabalhar no balcão de atendimento, mas somente na cozinha” e que, diferentemente dos outros colegas, era designada a apenas trabalhos mais pesados. A trabalhadora ajuizou ação alegando que exerceu funções diversas daquelas para as quais foi contratada e que sofreu humilhação e discriminação do gerente, fato que lhe causou abalo emocional. Conforme afirmou, ela era submetida a constante constrangimento com discriminação perante seus colegas de trabalho, sempre sendo obrigada a cargas de trabalho excessivos de forma desigual com seus colegas da profissão. Afirmou, ainda, que era sempre submetida a função adicional de cozinheira, de limpeza e higienização ...

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    A participação negra na moda brasileira já tem seus registros no século 17, quando mulheres negras produziam e comercializavam roupas de linho, joias e tecidos. Mas a história da moda brasileira é contada a partir do século 19 (Foto: Marcelo Soubhia)

    Moda afro-brasileira é uma das armas de resistência contra a discriminação racial

    Na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, uma pesquisa mostra como a moda afro-brasileira vem ganhando espaço e se tornando cada vez mais um símbolo de resistência e de autoafirmação para a população negra contra o racismo e a discriminação. “A ‘mão negra’ está e sempre esteve presente na moda. Mas a história da moda brasileira é contada a partir do século 19, centralizada na Belle Époque, e com isso se serviu da cultura europeia”, conta a desenhista industrial Maria do Carmo Paulino dos Santos. A pesquisa de mestrado Moda Afro-Brasileira, design de resistência: o vestir como ação política tem, entre outros objetivos, recontar essa história e mostrar o quanto “esse vestir é capaz de criar uma consciência que resulte em ações políticas”. Pesquisadora Maria do Carmo Paulino dos Santos (Foto: Cris Nigro) Segundo Maria do Carmo, a participação negra na moda brasileira ...

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    Imagem: Geledes

    Racismo Estrutural – Banco é condenado a indenizar cliente por discriminação racial

    Procedimentos de segurança são intrínsecos à atividade bancária. Não pode, entretanto, a instituição financeira, sob o pretexto de se manter a segurança no interior do estabelecimento, expor o usuário a procedimentos constrangedores. Com base nesse entendimento, o juiz Marco Aurélio Stradiotto de Moraes Ribeiro Sampaio, da 3ª Vara Cível de Jundiaí, condenou um banco a indenizar, por danos morais, um negro que foi impedido de entrar em uma das agências da instituição. O valor da reparação foi fixado em R$ 52.250, o que corresponde a 50 salários mínimos. “É necessário que nesta sentença, para além da indenização em face de técnica processual, reconheça-se o ato de que vítima o autor, discriminação racial a lhe gerar danos civis que se querem aqui desfeitos. E isso porque não pode a sociedade, no estágio atual, continuar a tratar como situação normal a negada questão racial, o tratamento diverso por questão de cor de ...

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    Vários projetos para aumentar o rigor contra o racismo tramitam no Senado (Foto: Rafael Kennedy/ Agência Senado)

    No Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, senadores pedem fim do preconceito

    Ao lembrar o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, comemorado nesta sexta-feira (3), senadores se manifestaram contra o preconceito e a favor de pautas e a favor de pautas de inclusão. Algumas dessas pautas já são o objetivo de projetos que tramitam no Senado. A data é uma referência à aprovação, pelo Congresso, da Lei Afonso Arinos, que tornou contravenção penal o racismo. A lei, de 1951, é considerada a primeira contra o racismo no Brasil, hoje crime inafiançável. “A lei, proposta por Afonso Arinos de Melo Franco, é de 1951. Estamos em 2020 e o racismo que estrutura a nossa sociedade ainda maltrata e mata diariamente. Precisamos mudar”, disse pelo Twitter a senadora Zenaide Maia (Pros-RN). Também pela rede social, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) afirmou que é preciso combater a discriminação racial todos os dias. “Hoje, em especial, reiteramos a importância de defendermos um Brasil sem preconceitos. ...

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    Leitura infantil: quarentena pode ser uma boa hora para conscientizar a criançada (Imagem: Getty)

    Oito livros infantis para engajar a família contra a discriminação racial

    Num momento em que a luta contra o racismo ganha o mundo, é importante que as crianças tenham acesso a conteúdos que combatam a discriminação racial e incentivem a igualdade. Há diversos livros infantojuvenis com interessantes abordagens sobre o preconceito e a representatividade negra. O momento de isolamento social é propício para que as famílias leiam juntas e possam combater o preconceito. Veja sugestões de leitura sobre a diversidade racial: O Pequeno Príncipe Preto – Rodrigo França. O Pequeno Príncipe Preto: livro de Rodrigo França, que virou peça, questiona padrões Divulgação/Divulgação O livro do ator, escritor e ativista já virou peça de teatro. Em um minúsculo planeta, vive o Pequeno Príncipe Preto. Além dele, existe apenas uma árvore Baobá, sua única companheira. Quando chegam as ventanias, o menino viaja por diferentes planetas, espalhando amor e empatia. Editora: Nova Fronteira. Mzungu – Meja Mwangi. [caption id="attachment_153288" align="aligncenter" ...

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    @PIXABAY

    6 maneiras de combater a discriminação racial ainda na infância

    Professora da Unesp mostra como nós, adultos, podemos ajudar na luta contra o racismo dando bons exemplos às crianças Por FLÁVIA BEZERRA, do Ceert. @PIXABAY Neste sábado, 21.03, são celebrados o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial e o Dia Mundial da Infância. Pensando nisso, conversamos com a professora de história e pesquisadora Lucia Helena Oliveira Silva, da Unesp, sobre a importância de se combater o racismo ainda na infância: “Quando não se vê nesses modelos, a criança se sente deixada de lado. Por isso, é de suma importância falarmos sobre preconceito, uma vez que ainda estamos construindo o respeito à diversidade”, diz Lucia. Leia abaixo: 1. Atente-se para não reproduzir comportamentos preconceituosos Segundo Lucia, é comum, nas escolas, reproduzir comportamentos racistas, mesmo sem perceber que os faz: “Já vi muita professora pedindo para a menina de cabelo crespo, enrolado, ir à escola apenas com os ...

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    Foto: william87/iStock by Getty Images  Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://valor.globo.com/mundo/blog-do-fmi/noticia/2019/04/03/como-moderar-o-poder-das-empresas.ghtml ou as ferramentas oferecidas na página.
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    Governo quer abrandar multa a empresas que pratiquem discriminação racial e de orientação sexual

    Alteração está em minuta do Ministério da Justiça Por Eduardo Barretto, na coluna de GUILHERME AMADO, da Época Foto: william87/iStock by Getty Images O governo quer retirar a discriminação por cor, opção sexual e etnia como agravante para multas a empresas que violem o direito do consumidor. A alteração consta de uma minuta da Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça. O texto foi submetido a consulta pública. Desde 2016, a multa a empresas por infrações ao direito do consumidor fica mais pesada se houver atitude "discriminatória de qualquer natureza, referente à cor, etnia,idade, sexo, opção sexual, religião, entre outras, caracterizada por ser constrangedora, intimidatória, vexatória". (Por Eduardo Barretto)

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    Mike Segar/Reuters

    Ex-CEO do Grammys alega discriminação e corrupção na premiação

    Deborah Dugan alega que o Grammy é atormentado por uma cultura de discriminação racial e baseada em gênero, e que artistas do Rap e Rnb foram marginalizados pela corrupção dos eleitores. Por Ruan Fellipe, do Rapmais Deborah Dugan (Foto: Mike Segar/Reuters) Deborah Dugan, ex-presidente e CEO da Academia Nacional de Artes de Gravação que foi demitida de seu emprego no início desta semana, alegou que a Academia de Gravação e seu principal evento, o Grammy Awards, estão repletos de questões profundas, incluindo corrupção, encobrimento casos de estupro e má conduta sexual e uma mentalidade avassaladora de “clube dos meninos”. Em uma queixa arrepiante registrada na Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego pelo advogado de Dugan, Douglas Wigdor, Dugan alega que ela foi assediada sexualmente pelo ex-membro do conselho e presidente do conselho do Grammys. Ela também afirma que o conselho negou o fato de que ...

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    Márcia Lima, durante o seminário Diálogos, no auditório do Cebrap, em 2016 - Moacyr Lopes Junior - 2.mai.16:Folhapress

    Discriminação e desigualdades raciais no Brasil: obra de Carlos Hasenbalg quarenta anos depois

    Em 1978, Carlos Hasenbalg defendeu na Universidade de Berkeley, sob a orientação de Robert Blauner, a sua tese de doutorado intitulada Race Relations In Post-Abolition Brazil: The Smooth Preservation of Racial Inequalities. Em 1979, a tese foi publicada como livro com o título Discriminação e desigualdades raciais no Brasil, dando início a uma nova linha de interpretação sobre o lugar da raça na compreensão da desigualdade. Neste texto comemorativo dos quarenta anos desta obra, procuro registrar alguns aspectos que fazem desse livro um divisor de águas na literatura sobre o tema e demonstrar o porquê de esta obra permanecer crucial para aqueles que desejam entender as dinâmicas de raça e classe no Brasil. Por Márcia Lima, do Novos Estudos Márcia Lima, durante o seminário Diálogos, no auditório do Cebrap, em 2016 - Moacyr Lopes Junior - 2.mai.16:Folhapress Organizado em três partes – perspectivas teóricas, evolução das desigualdades raciais ...

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    Bandeira Moçambique
(Getty Images
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Moçambique registou 12,9 milhões de eleitores para as eleições gerais de 15 de outubro de 2019, equivalente a pouco mais de 91% da meta inicial, anunciou esta segunda-feira o Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE).  "Este recenseamento inscreveu 7,3 milhões que se juntam aos 6,8 registados em 2018, totalizando 12,9 milhões de eleitores, o que corresponde a 91,3% da meta", disse Paulo Cuinica, porta-voz da STAE, em conferência de imprensa realizada esta segunda-feira em Maputo.  PUB
A meta do STAE era chegar a um total de 14 milhões de cidadãos inscritos para votar nas eleições autárquicas de 2018 e para as presidenciais de 2019.  A administração eleitoral diz que em termos de inscrições, o recenseamento eleitoral de 2019 é o segundo maior, depois do processo que a instituição levou a cabo em 2009.  Ainda assim, 1,2 milhão de pessoas ficaram fora do processo de recenseamento eleitoral.  Os órgãos eleitorais entendem que os ciclones e os ataques no centro e norte do país não tiveram influência negativa no recenseamento eleitoral.  O processo de recenseamento foi prejudicado por avarias de máquinas de registo, falta de energia elétrica, falta de tinteiros de impressoras, entre outros constrangimentos e irregularidades, de acordo com organizações não-governamentais moçambicanas que tem feito a respetiva observação.  O recenseamento para as eleições gerais em Moçambique terminou no dia 30 de maio.  Pela primeira vez, além de escolherem a composição do parlamento e o Presidente da República, os moçambicanos vão eleger os governadores das 11 províncias do país, que deixam de ser nomeados pelo poder central.  As eleições gerais - legislativas, presidenciais e provinciais - estão marcadas para 15 de outubro, marcando assim o término do ciclo eleitoral 2018/2019, que começou com as eleições autárquicas a 10 de outubro do ano passado.
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    Moçambique combate discriminação das mulheres na província mais populosa

    O Governo de Moçambique lança hoje, com o apoio da União Europeia e das Nações Unidas, um programa de combate à discriminação das mulheres na província mais populosa do país, Nampula. Do Notícias ao Minuto  Bandeira Moçambique (Getty Images ) O projeto 'Spotlight' foi apresentado em março na capital, Maputo, e avança agora para os 10 distritos piloto em que vai decorrer nas províncias de Nampula, Manica e Gaza, regiões que têm registado mais casos de violação dos direitos da mulher e da rapariga. A cerimónia de hoje, que visa também difundir os objetivos junto da opinião pública, vai decorrer na cidade de Nampula, capital da província com o mesmo nome, no Norte de Moçambique. Com uma duração de quatro anos, estima-se que a iniciativa vá beneficiar cerca de seis milhões de pessoas através de intervenções ao nível social, com atividades nas comunidades que visam mudar ...

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    Daniel Kalleb, Caio Riscado e Caio Prado: felizes em se expressar como bem entendem Foto: Ana Branco / Agência O Globo

    Gays efeminados relatam rotina de discriminação e contam como se fortaleceram

    Preconceito é alto dentro da própria comunidade LGBT e já é estudado em universidades como "efeminofobia" Por Eduardo Vanini, do O Globo Daniel Kalleb, Caio Riscado e Caio Prado: felizes em se expressar como bem entendem Foto: Ana Branco / Agência O Globo Ao mudar de escola, quando ingressou na quinta série do ensino fundamental, o produtor de moda e relações-públicas Daniel Kalleb decidiu ficar quietinho em sala de aula “para ninguém zoar”, prevendo o bullying que iria sofrer. Não adiantou. “A primeira pessoa a esbarrar comigo já me chamou de veado. Foi quando entendi ser efeminado”, recorda-se o rapaz, sobre algo que escutaria pelo resto da vida, na forma de julgamento. Mesmo diante dos avanços sociais e da presença de ícones LGBTs no mundo pop, “botar a cara no sol” costuma ser mais difícil e implica em riscos para gays efeminados. Junto às transexuais, eles ...

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    Trabalhar relações raciais e de gênero em instituições esbarra em pacto não verbalizado de fortalecimento entre iguais Por Cida Bento, no CEERT Discurso da meritocracia ignora 'bolha branca' e discriminação no mercado de trabalho / Foto: CEERT Há alguns meses, trabalhando com equidade e diversidade numa grande empresa, ouvi a seguinte frase de uma liderança da área de recursos humanos: “Se nossa empresa viveu por décadas líder do seu ramo sem precisar lidar com a questão dos negros, por que temos de falar sobre o assunto agora?”. A liderança, uma jovem mulher branca, explicitava o desconforto de tratar da exclusão e da sub-representação de negras e negros em seu local de trabalho, ante a decisão da empresa de implantar uma política de equidade de raça e gênero. O desafio de trabalhar as relações raciais e de gênero, interseccionadas, em instituições públicas ou privadas, esbarra no que ...

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    Durante eliminação do Brasil pela Bélgica na Copa do Mundo de 2018, Fernandinho foi alvo de ataques racistas por fazer gol contra / Divulgação/FIFA

    Relatório aponta aumento de discriminação no futebol envolvendo brasileiros

    Somente em 2018, houve o registro de 44 ocorrências racistas; número é o maior desde 2014 No Brasil de Fato Durante eliminação do Brasil pela Bélgica na Copa do Mundo de 2018, Fernandinho foi alvo de ataques racistas por fazer gol contra / Divulgação/FIFA Segundo o Relatório Anual da Discriminação Racial no Futebol, em 2018 aconteceram 44 ocorrências racistas em jogos envolvendo brasileiros. O número é o maior desde 2014. 25 desses casos têm como alvo os atletas. Também a arbitragem e os policiais aparecem como vítimas nas ocorrências registradas. Se forem considerados apenas os casos acontecidos no Brasil, o estado onde mais foram registradas ocorrências foi São Paulo, com 16 episódios. Ampliando para competições Sul-Americanas, foi nos embates contra a Argentina que mais casos de racismo foram registrados, com oito ocorrências, sendo seis delas no território do país vizinho e duas no Brasil. Também foram ...

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    Nina Silva, criadora do Black Money: “Por mais que eu tivesse uma performance melhor, homens brancos recebiam salários mais altos" (Nina Silva/Divulgação)

    Da discriminação ao empreendedorismo: Nina Silva e o Movimento Black Money

    Silva atua com tecnologia da informação há 17 anos. Experiência no mercado a motivou a fomentar educação, empreendedorismo e inclusão financeira de negros Por Mariana Fonseca, do EXAME Nina Silva, criadora do Black Money: “Por mais que eu tivesse uma performance melhor, homens brancos recebiam salários mais altos" (Nina Silva/Divulgação) Os negros movimentam cerca de 1,7 trilhão de reais por ano no país — mas ainda recebem em média 1.200 reais a menos do que seus colegas de trabalho brancos. Eles também representam 75% da população que está na faixa dos 10% mais pobres e 66% dos desempregados do Brasil. Nina Silva, que atua com tecnologia da informação há 17 anos, está aos poucos mudando esse quadro. Ela é fundadora do Movimento Black Money, com iniciativas para educação, empreendedorismo e inclusão financeira da população negra. Mais de 50 mil pessoas aderiram à rede. “Já passei por ...

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    Foto: Max Menghini

    Finalista do Miss Itália é vítima de racismo “Se eu fosse filha de pais alemães essa discriminação nunca teria acontecido”

    A finalista do Miss Itália, Sevmi Tharuka Fernando, foi vítima de racismo e discurso de ódio nas redes sociais devido à cor de sua pele. Filha de pais originários do Sri Lanka, a jovem de 20 anos nasceu em Pádua, na Itália e atualmente mora em Villanova di Camposampiero, na região do Vêneto. No Notícia Preta Sevmi Tharuka Fernando. Foto: Max Menghini Diversos internautas comentaram que Sevmi não poderia representar a beleza italiana. “Você não é uma beleza italiana, você tem a pele escura”, escreveu um dos internautas. “Não merece participar do Miss Itália”, acrescentou outro. “Infelizmente ainda existem tantos preconceitos, tantas pessoas não aceitam que eu sou italiana apenas porque tenho pele escura. Se eu fosse filha de pais alemães e nascesse na Itália, estou convencida de que essa discriminação nunca teria acontecido”, respondeu Sevmi em entrevista ao jornal italiano “Corriere del Veneto”. A modelo ...

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    Glotofobia: da discriminação linguística ao racismo pelo sotaque

    A minha professora disse que era preciso dominarmos bem a língua francesa1 Por Graça dos Santos, no Buala A minha professora disse que era preciso dominarmos bem a língua francesa | 1985 | Imagem Alain Le Saux "Na nossa sociedade a linguagem é um instrumento de dominação e de discriminação poderoso e desconhecido. Impor a sua língua como a única aceitável, estimável, razoável e menosprezar, desqualificar, rejeitar uma pessoa pela sua maneira de falar, o seu sotaque ou o seu vocabulário é tão ilegítimo como rejeitá-la pela sua religião, a cor da sua pele ou a sua orientação sexual – as várias discriminações mais ou menos reconhecidas e punidas pela lei em França”2. As discriminações fundamentadas na língua são no entanto ainda largamente ignoradas, embora afetem milhares de pessoas. Estão evidentemente relacionadas com a xenofobia, o racismo ou o menosprezo social, mas a proposta do sociolinguista francês ...

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    Vigília em Tel Aviv homenageia adolescente morto pela polícia. Foto- Jonas Opperskalski : The New York Times

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    Em 2015, após dois policiais serem flagrados em um vídeo espancando um jovem soldado de ascendência etíope, o governo criou uma comissão para eliminar o racismo por David M. Halbfinger e Isabel Kershner para o The New York Times no Estadão Vigília em Tel Aviv homenageia adolescente morto pela polícia. Foto: Jonas Opperskalski / The New York Times A única lembrança que Izra Ayalo, de 25 anos, não consegue esquecer é o momento em que o oficial disse ao comandante: “Olhe para isto”, e levantou novamente o punho. “Desse ponto em diante, vivo com um buraco no meu coração”. E não é o único. O disparo fatal de um policial que matou um adolescente etíope-israelense desarmado, no dia 30 de junho, provocou furiosos e, por vezes, violentos protestos em cidades de todo o país. Além disso, obrigou uma avaliação nacional do que os israelenses negros consideram ...

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    (Delmaine Donson:Getty Images)

    Califórnia é o 1º estado dos EUA a punir discriminação contra cabelos afro

    Depois da cidade de Nova York criar uma lei semelhante, agora foi a vez do estado da Califórnia aprovar a medida. por Mulher  Em fevereiro deste ano, a cidade de Nova York deu um passo em prol de uma sociedade mais igualitária e diversa, e divulgou que passaria a punir qualquer tipo de discriminação contra pessoas de cabelos crespo. Dessa forma, desde que a medida foi aprovada, residentes do local, principalmente negros, que se sentirem discriminados ou constrangidos por usarem seus cabelos da maneira que bem entenderem, podem fazer denúncias formais dentro da lei. Agora foi a vez da Califórnia, na última quinta-feira (27), aprovar de maneira unânime uma norma semelhante, se tornando o primeiro estado americano a punir discriminações contra cabelos naturais. Sancionado pelo Senado Californiano ainda em abril, o projeto se configura como uma emenda nas leis anti-discriminação, que passam a incluir “características historicamente associadas à raça e ...

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