terça-feira, novembro 24, 2020

    Resultados da pesquisa por 'escola'

    Pintura: A criação de Deus/ Harmonia Rosales

    A importância da cultura afro-brasileira e indígenas nas escolas

    Inicialmente, é importante contextualizarmos factualmente a relevância do tema afro-brasileiro e indígena no currículo escolar e como essa temática se tornou lei amparada oficialmente pela educação na BNCC. No dia 10 de março de 2008 o ex-presidente da república, Luis Inácio Lula da Silva e Fernando Haddad, na época, Ministro da Educação, assinaram a Lei Nº 11.645 alterando a Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelecendo assim, a obrigatoriedade de incluir oficialmente no currículo de ensino a temática “História e Cultura Afro brasileira e Indígena”, certificando assim, a melhoria dos direitos sociais e demonstrando a necessidade da implantação e consequentemente a busca de novas estratégias para novas políticas educacionais, que propõem e reconhecem uma sociedade diversificada. Elizabeth Maria² (2010) em seu artigo, fomenta que: A lei enfatiza o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a ...

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    (Reprodução/Getty Images)

    Projeto Escola + Diversa| Chamada para Juventudes LGBTQIA+

    O Escola +Diversa é um projeto desenvolvido pelo CIEDS, em parceria com o banco Itaú e a consultoria Mais Diversidade, e tem como objetivo contribuir para a criação de estratégias de combate à LGBTfobia no ambiente escolar. O projeto está abrindo uma seleção de jovens LGBTQIA+ para participarem das oficinas online que serão realizadas em novembro e dezembro de 2020. As oficinas terão como objetivo a construção do Mapa da Diversidade (uma caixa de ferramentas pedagógicas que apoiará as comunidades escolares no enfrentamento dos preconceitos e práticas discriminatórias). Se você conhece jovens LGBTQIA+ com idade entre 18 e 24 anos, que estejam estudando atualmente ou que tenham concluído o ensino médio na rede pública de educação, faça sua indicação preenchendo as informações do link abaixo. Serão selecionadas 27 jovens ao total, cada uma representando um estado brasileiro! O prazo para as indicações se encerra na próxima sexta-feira dia 06 de ...

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    Sentidos da “verdadeira liberdade”: A Escola Agrícola da Bahia e os destinos da população negra livre do Recôncavo

    No pequeno município de São Francisco do Conde, no Recôncavo da Bahia, encontram-se as ruínas da primeira escola destinada à formação agrícola do Brasil. Criada por meio do Decreto n. 5.957, de 23 de junho de 1875, foi consequência de uma política iniciada em 1859 pelo imperador D. Pedro II que, em viagem ao Nordeste do país, decidiu criar alguns Imperiais Institutos de Agricultura. No ano de 1868, finalizam-se as obras de construção, porém a sessão solene de inauguração aconteceu somente em 15 de fevereiro de 1877, passando a funcionar em regime de internato e externato. Os trabalhos iniciaram com o número de 20 africanos livres da localidade. A saída desses africanos é informada pelo diretor no ano seguinte, empregando, por sua vez, moradores da região próxima, servindo como trabalhadores e serventes “conforme a melhor aptidão de cada um, alguns que não estavam acostumados com a enxada já vão indo ...

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    Reprodução/Jornal da USP

    Semana da Educação da USP discute democracia e o papel social da escola

    Na próxima segunda-feira, 5, começa a quarta edição da Semana da Educação (#SE2020), promovida pela Faculdade de Educação da USP. Serão cinco dias de programação, incluindo mesas de debate, minicursos e oficinas, todos transmitidos ao vivo pelo Youtube. Com o título Pontes Abertas: escola e democracia – a urgência de um debate, a #SE2020 acontece entre os dias 5 e 9 de outubro, em diferentes faixas horárias, distribuídas em manhã, tarde e noite. Os interessados não precisam se inscrever para participar, e poderão receber certificados ao final do evento. “A educação em tempos de isolamento social trouxe à comunidade pedagógica diversificados desafios: estudantes, professoras/es, administração escolar e comunidade foram lançadas/os repentina e abruptamente para a dependência das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). Acessíveis ou não, cabe questionar se tiveram condições de se estabelecerem e/ou estão sendo criticamente utilizadas em consonância com os novos tempos e espaços educativos”, afirma o comunicado dos organizadores ...

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    Crédito: Nathalie Bohm/Instituto Unibanco

    O papel central da escola no enfrentamento do racismo

    As manifestações antirracistas realizadas em todo mundo este ano apontam que, se queremos construir uma sociedade equânime, é necessário compreender qual o papel que cada estrutura socioeconômica desempenha na reprodução do racismo a fim de desenhar estratégias eficazes para o seu enfrentamento. A educação, enquanto elemento nevrálgico para qualquer mudança, é essencial nesse debate, de modo que, sem uma educação efetivamente antirracista, não é possível pensar em uma sociedade igualitária. A educação é central tanto para a reprodução do racismo como para o seu enfrentamento.  “A educação sempre foi um campo de batalha para nós, negros”, enfatiza a filósofa Sueli Carneiro, criadora do portal Geledés, em entrevista para o vídeo “Gestão Escolar para Equidade Racial”, do Instituto Unibanco. A batalha começa ainda no século XIX, com a luta abolicionista, que já pautava o acesso à educação. A Frente Negra Brasileira, nas décadas de 1930 e 1940, permanece na construção de massivo ...

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    “Raça, Gênero, Democracia e Participação Política no Brasil” é tema do próximo curso gratuito da Escola do Parlamento

    Já estão abertas as inscrições para o curso de extensão universitária “Raça, Gênero, Democracia e Participação Política”, que será realizado pela Escola do Parlamento em parceria com o Geledés Instituto da Mulher Negra. Com duração de 30 horas, o curso é voltado ao público em geral, estudantes, ativistas, militantes, pesquisadores e profissionais que atuam com políticas públicas. As aulas serão às terças-feiras, entre 19h e 21h. O conteúdo será transmitido, ao vivo, pelo canal do Instituto do Legislativo Paulista no YouTube. A aula inaugural, dia 22/9, será ministrada pela filósofa Sueli Carneiro. Entre os objetivos da proposta está a construção de alternativas para ampliar a participação de pessoas negras e de mulheres na democracia e nos espaços de decisão política. Serão debatidos temas, como: *Patriarcalismo e as mulheres na arena democrática brasileira; *Qualidade da democracia, racismo estrutural e estrutura patriarcal; *Partidos políticos e (sub) representação racial e de gênero; *Instituições e (sub) representação racial e ...

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    Diversidade racial na medicina  O objetivo do programa de financiamento do Iluma é garantir "recursos financeiros e mentoria" para a estudantes de medicina negros de baixa renda.  A mentoria — que inclui acompanhamento de atividades acadêmicas, notas e desempenho — é feita por médicas e médicos negros.  "A gente trabalha para garantir meios para que a pessoa consiga seguir em frente e se formar", explica Juliana Oliveira.  Já as doações mensais de R$ 400 podem ser feitas por qualquer um disposto a contribuir com o aumento da diversidade racial na medicina (mais detalhes aqui).  Lançada oficialmente em dezembro de 2019, durante uma solenidade na Assembleia Legislativa de São Paulo, a associação se propõe a promover e assegurar equidade de direitos políticos, educacionais, sociais e econômicos para a população negra.  Entre os objetivos do instituto estão a busca por "sustentabilidade econômica" para esta parcela da população, a defesa da educação e saúde gratuitas e de qualidade, o combate ao "encarceramento sistemático da população negra", a "representatividade política como condição essencial para exercício do direito ao voto" e o "fomento do engajamento de jovens e jovens adultos negros na luta antirracista".  Dos 209,2 milhões de brasileiros, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do IBGE, 19,2 milhões se autodeclaram pretos e 89,7 milhões se apresentam como pardos.  Dados referentes a 2018, divulgados em novembro de 2019 pelo IBGE, mostraram que, pela primeira vez na história, o número de estudantes negros em faculdades públicas brasileiras superou o de alunos brancos: 50,3% de pretos e pardos contra 49,7% de brancos.  Apesar de ainda não se refletir nos cursos mais disputados, como é o caso de medicina, a conquista, segundo o IBGE, é um fruto direto da política de cotas raciais nas universidades públicas.  Apesar de terem superado o número de brancos nas faculdades públicas, a maioria dos universitários pretos (66,86%) e pardos (73,54%) brasileiros estuda em faculdades particulares, segundo dados de 2018 do Inep.  'Não vive, não sabe'  Juliana conta que ter nascido em uma família com boas condições financeiras trouxe vantagens indiscutíveis, mas não tornou sua trajetória igual a de colegas de profissão brancos.  "A tensão racial esteve presente em todos os lugares, desde a universidade até hoje."  Durante a entrevista, a médica enumera uma série de episódios racistas vividos ao longo da carreira.  "Acontece muito por eu hoje usar um cabelo afro, que expõe gritantemente a minha raça e meu posicionamento político — porque usar um black power é um gesto político", diz.  Além de comentários racistas sobre sua aparência, Juliana ilustra as barreiras na profissão pela ausência de equipamentos de proteção individual pensados para profissionais negros.  "Por exemplo, a touca que todos nós usamos nos procedimentos. Não existe touca para médico preto. Não se encontra touca médica onde caiba um black power, um dreadlock, uma trança. Nada."  As de Juliana são feitas em cetim por encomenda.  "Quando souberam, minhas colegas disseram que nunca pensaram sobre a dificuldade das touquinhas para cirurgiões negros."  Ela explica: "Você não vive, você não sabe". (Arquivo Pessoal)

    ‘Meu pai foi um dos únicos pretos na escola de Medicina; 32 anos depois, minha formatura foi igual’

    A cor branca não estampa só as paredes, leitos, jalecos e corredores de hospitais e consultórios no Brasil. "Meu pai foi um dos únicos pretos na escola de Medicina. Era ele, um homem e uma mulher numa classe de 80 pessoas", conta a médica Juliana Estevão de Oliveira, formada em 2010 pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). "Na minha festa formatura, 32 anos depois, éramos 160 alunos e o cenário era igual." Apesar da redução da desigualdade nas universidades nas últimas décadas, os mais de 30 anos que separam as formaturas da rara família de médicos negros de Minas Gerais ilustram o abismo racial — e o apagão de informações — existentes em uma das profissões mais valorizadas e bem pagas do país. Hoje residente de oftalmologia no Hospital das Clínicas da Universidade Federal da Bahia, em Salvador, Juliana conta que o "pai passou 6 anos praticamente sem dormir" ...

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    Foto: Marechal-AuroreABACA

    Priorizar escolas significa reabri-las agora?

    Em menos de um mês, as escolas brasileiras completarão meio ano de portas fechadas. Neste período, a omissão federal no combate à pandemia turvou o debate sobre o retorno às atividades presenciais. Fez submergir, no prolongamento da crise e do sofrimento, na ansiedade da falta de perspectivas e na crescente pressão empresarial, algumas premissas que não podem ser relativizadas. Pelo menos se o objetivo for proteger vidas e, ao mesmo tempo, não agravar desigualdades educacionais. O debate informado sobre a reabertura das escolas já transcendeu há muito as elucubrações sobre a necessidade de priorizar investimentos em escolas públicas e de torná-las espaços saudáveis e seguros. Nesta altura dos acontecimentos, não é difícil perceber que o orçamento da educação é insuficiente, que a possibilidade de ajuda federal foi vetada por Bolsonaro e que nenhum plano local de retomada prevê investimentos robustos para reverter, ainda que parcialmente, o quadro desolador da infraestrutura ...

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    CAMPANHA NACIONAL PELO DIREITO À  EDUCAÇÃO (Divulgação)

    Vitória da escola pública: Com CAQ na Constituição e Fundeb permanente, a realidade da escola pública no Brasil será transformada

    Vitória da Escola Pública: Com CAQ na Constituição e Fundeb permanente, a realidade da escola pública no Brasil será transformada Brasil, 25 de agosto de 2020. A Campanha Nacional pelo Direito à Educação – maior, mais ampla e mais plural rede em defesa do direito à educação no Brasil – vem comemorar e registrar a conquista histórica do dia de hoje: o novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O novo Fundeb foi aprovado por unanimidade no Senado Federal, em dois turnos, com o Custo Aluno-Qualidade (CAQ) e o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Sinaeb), sendo agora parte permanente de nossa Constituição Federal de 1988. É um momento histórico e também inédito, já que é a primeira vez na História do país que dois mecanismos educacionais criados na sociedade civil são constitucionalizados. O texto, aprovado na Câmara dos Deputados ...

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    Imagem: Geledes

    Estudantes pedem demissão de professor de escola pública do DF por comentário racista na internet

    Uma publicação feita nas redes sociais por um professor de escola pública do Distrito Federal causou revolta por parte de pais e alunos. Murilo Vargas, que dá aulas de espanhol, republicou a foto de uma modelo negra de cabelo crespo e a chamou de “cosplay de microfone”. Na publicação, realizada nesta quinta-feira (20), o professor do Centro de Ensino Médio 804, do Recanto das Emas, tira sarro de uma postagem que constava a seguinte frase: "Não consigo ouvir o seu racismo por causa do volume do meu cabelo". Internautas reagiram com críticas. A comunidade escolar onde ele trabalha iniciou uma campanha pela demissão do professor. A Secretaria de Educação afirma que vai "apurar o assunto". "A Secretaria de Educação reafirma a sua missão educacional de assegurar o respeito à diversidade e à pluralidade na rede pública de ensino e, com isto, contribuir para que se propague em toda a sociedade." ...

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    (Foto: Getty/ Reuters/ PRBK)

    ‘Na escola dos meus filhos não tem negro nas salas de aula’

    Quem são os negros da escola do teu filho? Coletivos de pais dos colégios Vera Cruz, Equipe, Santa Cruz, Oswald de Andrade, São Domingos, Alecrim e Instituto Singularidades têm repetido a pergunta insistentemente dentro das instituições. Aos pais e famílias que as frequentam e às equipes docentes. Um movimento que nasceu tamanha a discrepância da bolha social em que os filhos vivem somada a consciência de que é preciso fazer parte do movimento antirracismo ao lado dos negros. Quase que em sua totalidade, negros, na na vida particular dessas crianças e adolescentes, costumam ser os empregados: faxineiros, domésticas, babás, auxiliares. Uma questão que vai muito além do que é tradicionalmente chamado de racismo. É o racismo estrutural que está enraizado na sociedade de forma basilar. Em que os negros, em suas diferentes posições, garantem o alicerce dos brancos. E a fala não tem exagero. Basta olhar ao redor. Qual escola ...

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    Escola Politécnica da Fiocruz lança manual sobre biossegurança para reabertura de escolas no contexto da Covid-19

    A Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) lançou o ‘Manual sobre biossegurança para reabertura de escolas no contexto da Covid-19’, que reúne normas e diretrizes para retomada das aulas em segurança. O manual traz informações facilmente acessíveis, destacando as questões sanitárias, aspectos sobre a transmissão da Covid-19 e a implementação de boas práticas de biossegurança que possam contribuir para a promoção da saúde e a prevenção dessa doença nas escolas. ‘Manual sobre biossegurança para reabertura de escolas no contexto da Covid-19’ Segundo a coordenadora geral de Ensino Técnico da EPSJV, Ingrid D’avilla, que fez parte da equipe que elaborou o documento, o manual poderá contribuir para a tomada de decisão pelos gestores, trabalhadores e a comunidade das instituições de ensino. Para ela, o manual se compromete com a explicitação de fundamentos técnico-científicos da biossegurança, que necessariamente precisam ser discutidos a partir de uma perspectiva pedagógica e de ênfase na ...

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    Embaixada Copa Lord  (Foto: Marco Santiago/ND)

    Educação matemática no samba que faz escola

    Que as escolas de samba nos presenteiam todo ano com o maior show da terra – como Didi e Mestrinho eternizaram no samba-enredo da União da Ilha do Governador em 1982 – já sabemos. Também sabemos que as agremiações são espaços de resistência e reinvenção, como bem sintetizaram Evandro Salles, Nei Lopes, Clarissa Diniz e Marcelo Campos. Sabemos, ainda, que o samba é um bonito modo de viver, como diz o poeta Nelson Sargento. Mas será que sabemos que as escolas de samba também são potentes espaços educativos, onde se desenvolvem práticas e aprendizagens (matemáticas)? Imagine se, para além do que já é sabido por todos, soubéssemos que uma escola de samba não se chama “escola” à toa? Que lá se aprende música, costura, economia, matemática, solidariedade… Lá se aprende a aprender e a ensinar! Imagine se soubéssemos que o desfile se constrói com gente muito comprometida, ...

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    (Foto: Paulo Fridman/Corbis via Getty Images)

    Mais de 70% dos jovens de 14 a 29 anos que abandonam a escola são pretos ou pardos

    Mais de dez milhões de jovens de 14 a 29 anos não completaram alguma das etapas da educação básica, seja por abandono da escola, seja por nunca a terem frequentado. Isso representa 20,2% das 50 milhões de pessoas na faixa etária. Desse total, 71,7% eram pretos ou pardos. Os dados são da PNAD Contínua 2019, divulgado nesta quarta-feira 15, pelo IBGE. Pela primeira vez, a pesquisa divulga dados sobre abandono escolar. A pesquisa evidenciou que o abandono escolar se acentua na fase de transição entre o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, situação exposta pelo maior índice de abandono de acordo com a faixa etária relativa às etapas escolares. Aos 14 anos, o percentual de estudantes fora da escola foi de 8,1%; aos 15 anos, de 14,1%, quase o dobro. O número é ainda maior a partir dos 16 anos, chegando a 18,0% aos 19 anos ou mais. O estudo ...

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    Marques de Sapucaí — Foto: Rodrigo Gorosito/G1

    Adiada para setembro decisão sobre desfiles de escolas de samba em 2021 no RJ

    A medida foi tomada após uma reunião na sede da entidade. Os representantes das 12 escolas do Grupo Especial concluíram que, enquanto não houver vacina para combater a doença, as datas previstas dos desfiles do ano que vem, nos dias 14 e 15 de fevereiro, poderão ser adiadas. A Liesa aguarda a posição das autoridades e a evolução científica na busca por medicamento ou desenvolvimento da vacina. Para a entidade, setembro é o prazo máximo para definir se é possível a realização do carnaval do ano que vem. Em setembro, haverá uma nova reunião para avaliar a situação das escolas e a evolução da doença no país. Como os desfiles costumam causar aglomerações, fica difícil garantir a segurança da saúde dos integrantes das escolas e do público. Em situação normal, as escolas estariam envolvidas, nesta época do ano, na seleção dos sambas com os quais desfilariam no Sambódromo e na ...

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    (PCdoB na Câmara)

    A extinção judicial do Escola sem Partido

    Antes tarde do que nunca. O STF decidiu dar fim a uma das mais danosas farsas jurídicas da atualidade: as legislações antigênero na educação, que proliferam no Brasil desde 2014. Disseminadas por movimentos reacionários e grupos fundamentalistas junto aos Legislativos, essas normas e os debates parlamentares que as antecedem dão suporte institucional à cruzada antigênero e à censura nas escolas, servindo de plataforma ao pânico moral e suas consequências políticas e sociais.1 Há anos contestadas em mais de uma dezena de ações judiciais, desde fins de abril deste ano tais normas vêm sendo julgadas e declaradas inconstitucionais, uma a uma, por unanimidade, no discreto Plenário Virtual do STF. É, portanto, o fim de um ciclo, ao menos no relevante plano dos embates jurídico-formais sobre a censura nas escolas. Neste ensaio, analisamos o contexto e, sobretudo, os efeitos práticos das decisões para a reconstrução dos ambientes pedagógicos e das dinâmicas da gestão ...

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    Djamila Ribeiro, mestre em filosofia política, ativista feminista e secretária-adjunta de Direitos Humanos de São Paulo. RICARDO MATSUKAWA

    A escola de sua cidade aplica a Lei 10.639/03, uma consequência da luta negra?

    Muitas pessoas têm me perguntado recentemente o que elas podem fazer em prol da equidade racial no país. Quando Angela Davis afirmou que não basta não ser racista, mas é necessário ser antirracista, fez um chamado à ação, à transcendência do mero repúdio moral à discriminação. Por ação, precisamos entender que há uma estrutura posta que intermedeia todas as relações sociais e uma semana de mobilização pela internet não será suficiente para transformá-la. Então, perguntam: qual seria uma ação antirracista possível na minha realidade? O que posso fazer? Linoca Souza/Folhapress Bom, há muito o que ser feito, mas neste texto gostaria de destacar o que é um elemento central na formação e constante atualização do sistema racista: a educação. A luta de movimentos negros pela transformação no sistema educacional remonta às fundações deste país. Desde a Constituição do Império, que proibia as pessoas negras e indígenas ...

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    Enem/Divulgação

    Mais de 1 milhão de inscritos no ENEM 2020 cursam o último ano do ensino médio em escolas públicas

    Um dia após o encerramento das inscrições para o ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio, o INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – divulgou em 28 de maio dados dos estudantes candidatos à prova. Mesmo em meio a uma série de reivindicações, a única proposta neste momento é adiar as provas por até 60 dias, após uma possível consulta aos cerca de 6 milhões de inscritos. Em relação aos dados de candidatos ao próximo exame o INEP contatou que: O percentual de 23% dos concluintes representa 1.406.323 inscritos. Desses, 81,7% (1.149.759) estão matriculados atualmente em escolas públicas, número 11,2% maior do que o registrado em 2019. Esses dados são indicados pelos próprios participantes na hora da inscrição. Pode ocorrer uma variação no numero de participantes e nos dados apresentados, um novo balanço com numero de inscritos será divulgado após o período de compensação bancária ...

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    Getty Images/iStockphoto

    Em nova decisão, STF afirma que é dever do Estado abordar gênero e sexualidade na escola

    Na noite desta quinta-feira (28/05), o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou, com unanimidade, a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 467, que versava sobre legislação de Ipatinga (MG) que excluía da política municipal de educação qualquer referência à diversidade de gênero e à orientação sexual.   Trata-se do terceiro julgamento do ano em que o Tribunal reitera com unanimidade a inconstitucionalidade de leis municipais que proíbem a abordagem de gênero em escolas. No dia 8 deste mês, foi anunciada a decisão sobre a ADPF 526, que tratava de legislação antigênero do município de Foz do Iguaçu (PR). Anteriormente, no dia 24 de abril, a Corte havia julgado a ADPF 457, reconhecendo a inconstitucionalidade de lei de conteúdo similar do município de Novo Gama (GO).    Na decisão de Itapatinga, o voto do relator, Ministro Gilmar Mendes, entende não apenas que a censura ao debate é inconstitucional, como também que ...

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    Helicóptero da Polícia Militar sobrevoa a comunidade do Jacarezinho, no Rio (Foto: Reprodução/ TV Globo)

    Justiça decide que ‘caveirões do ar’ não podem voar sobre escolas e creches no RJ

    A Justiça do Rio de Janeiro determinou, na quinta-feira (28), que os "caveirões do ar" – apelido dado a helicópteros da polícia – não podem voar sobre escolas e creches. A decisão atende, parcialmente, a pedidos em ação civil movida pela Defensoria Pública do estado, em fevereiro deste ano. De acordo com a decisão da juíza Claudia Leonor Jourdan, da 1ª Vara da Infância da Juventude e do Idoso, os réus devem se abster "de realizar voos de helicópteros (caveirões aéreos) sobre escolas, respeitando-se a distância horizontal de 2.000 m de cada estabelecimento escolar". A magistrada também determinou que seja cumprida uma instrução normativa da extinta Secretaria estadual de Segurança que impede a realização de ações policiais em todo o estado "nos horários de maior fluxo de entrada e saída de pessoas". Também ficou estabelecido que caso, "por alguma razão excepcionalíssima"e comprovado perigo "iminente e concreto", ocorra operação próximo a ...

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