Resultados da pesquisa por 'esporte'

    Arte GloboEsporte.com

    Cresce número de casos de injúria racial no esporte brasileiro

    Dados do Observatório da Discriminação Racial apontam 47 ocorrências em 2019 ante 44 no ano passado Por Gonçalo Junior, do Terra Arte GloboEsporte.com Depois que foi chamado de "macaco" pelos irmãos Adrierre e Natan Siqueira da Silva e recebeu uma cusparada no rosto, o segurança Fábio Coutinho não queria contar para ninguém. O vigilante temeu que não acreditassem na sua versão, pois não sabia que a agressão havia sido filmada. Hoje, ele fala sobre o tema por acreditar que está no meio de uma causa coletiva, que casos de injúria racial continuam a acontecer, mas evita ver o vídeo do dia 10 de novembro feito nas arquibancadas do Mineirão. As dificuldades de Fábio estão mesmo inseridas em um contexto mais amplo: o aumento dos casos de injúria racial no esporte brasileiro em 2019. O Observatório da Discriminação Racial, entidade dedicada a pesquisar e discutir o tema, ...

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    O universo do surfe é um reflexo da nossa sociedade racista e não existe equidade quando se trata de surfistas negras e nordestina Foto: Sam Manhães

    No Brasil, apenas 3 surfistas profissionais são negras. Como combater o racismo na elite do esporte? Elas respondem

    De acordo com dados da Abrasp, o Brasil tem 30 mulheres surfistas profissionais, apenas três se autodeclaram negras Por Amanda Pinheiro, do Celina  O universo do surfe é um reflexo da nossa sociedade racista e não existe equidade quando se trata de surfistas negras e nordestina Foto: Sam Manhães Ao olhar para o mar, é notório que o surfe feminino no Brasil, ainda que tímido, ganhou força nos últimos anos. Porém, quando se trata de surfistas negras, a “Brazilian Storm” ainda não chegou. De acordo com a Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp), atualmente o país possui 219 atletas profissionais no masculino, enquanto na categoria feminina são apenas 30 e, entre elas, apenas três mulheres se autodeclaram negras. Com o objetivo de discutir sobre racismo e machismo e proporcionar a troca de experiências entre essas mulheres, no dia 23 de novembro foi organizado o 1º Encontro ...

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    Análise: Trabalho infantil e racismo no esporte, entre sonhos e chamas

    Hoje abri o espaço do blog para uma convidada muito especial. O texto abaixo é de Elisiane Santos e levanta a reflexão de extrema importância a respeito do racismo e do trabalho infantil no esporte, com todas as referências jurídicas. Elisiane é Procuradora do Trabalho, integrante do Coletivo MP Transforma e Vice Coordenadora de Combate à Discriminação no MPT em São Paulo. É também coordenadora do Fórum Paulista de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil. Especialista em Direito do Trabalho pela Fundação Faculdade de Direito da UFBA e Mestra em Filosofia pelo Instituto de Estudos Brasileiros da USP. Por  Elisiane Santos, do Estadão  Elisiane Santos (Reprodução/ Estadão)     É uma tragédia inaceitável. A morte de adolescentes em incêndio ocorrido no “alojamento” de um dos maiores clubes de futebol do país. Segundo informações veiculadas na imprensa, adolescentes com idade entre 14 e 16 anos, dormiam em containers, sem condições mínimas ...

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    ABC Photo Archives:Getty Images

    A história de João do Pulo, um ícones do esporte brasileiro

    Morte tripla A história de como um acidente acabou com João do Pulo, um dos ícones do esporte brasileiro por Bruno Doro e Vanderlei Lima no Folhapress O pulo de João aconteceu em 15 de outubro de 1975. Com uma breve corrida e três saltos, ele superou 17,89 metros. Para você ter uma ideia, é o equivalente a quatro carros populares - ou um prédio de seis andares. Foi um feito atlético tão impressionante que o pulo de João foi o recorde mundial por dez anos. Daí ter virado sobrenome. João do Pulo. Essa, porém, não é a história desse pulo, mas do que aconteceu com João depois dele. João Carlos de Oliveira nasceu no dia 28 de maio de 1954, quebrou o recorde mundial em 1975, perdeu a perna direita em 1982 e morreu em 1999. Foi um dos mais carismáticos atletas que o Brasil já teve. E morreu três ...

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    Aaron Favila / AP

    Serena Williams lidera ranking da Forbes de mulheres mais bem pagas do esporte

    A tenista, que tentará igualar o recorde de 24 títulos de Grand Slam de Margaret Court no Aberto dos Estados Unidos, ganhou duas vezes mais que qualquer outra atleta feminina fora das quadras Do Correio do Brasil  Foto: Aaron Favila / AP Serena Williams foi a atleta feminina mais bem paga do mundo pelo terceiro ano consecutivo em 2018, segundo uma lista anual publicada pela Forbes na terça-feira que foi dominada por tenistas. Serena, que deu à luz em setembro passado e voltou a competir em março, lucrou US$ 62 mil com vitórias em 2017, mas recebeu US$ 18,1 milhões graças a um portfólio de patrocínios muito superior ao de todas as mulheres esportistas, disse a revista. A tenista, que tentará igualar o recorde de 24 títulos de Grand Slam de Margaret Court no Aberto dos Estados Unidos entre 27 de agosto e 9 de setembro ...

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    #GeledésEsportes: O futebol brasileiro perdeu sua característica, ele está acadêmico

    Geledés continua uma séria de vídeos sobre esporte no YouTube, o objetivo é abordar os temas de raça e gênero dentro da esfera esportiva evidenciado boas práticas, políticas e programas para o esporte em geral. Por Rodnei Jericó O esporte como modalidade de meio de vida, suscita algumas reflexões que de plano destaco questões de raça e de gênero. Trata-se de atividade física universal, portanto qualquer cidadão no mundo deveria ter acesso pleno. Mas quero aqui objetivar ainda mais o esporte, não como um todo, mas como atividade que gera reconhecimento como profissão, com pessoas tecnicamente capacitadas para o exercício, seja como atleta, seja como comando destes atletas. Este último tópico, trago a experiência de um grande amigo o professor João Francisco Marçal, técnico de futebol e com uma vivência de futebol e do esporte ímpar. Falaremos sobre as dificuldades em ser negro e estar em posição de comando dentro ...

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    #GeledesEsportes: O futebol como meio de resgate

    Geledés inicia hoje no YouTube um espaço direcionado ao esporte. O objetivo é abordar os temas de raça e gênero dentro da esfera esportiva evidenciado boas práticas, políticas e programas para o esporte em geral. O nosso primeiro convidado é coordenador da Escola Coxa Butantã, Mario Augusto, que fala sobre o futebol como meio de resgate de vidas e o trabalho de cidadania que ele desenvolve junto com outros atores nos campos de várzea ainda existentes em algumas regiões de SP. 

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    Tiffany Abreu, 34 anos, foi a primeira transexual a entrar em quadra por uma partida oficial da Superliga, principal campeonato de vôlei do Brasil. (REPRODUÇÃO/TWITTER)

    Atletas transgêneros têm de ser incluídos no esporte, diz Federação Internacional de Vôlei

    Para comissão médica a participação de transgêneros é fundamental, mas eles devem ser liberados pelas federações nacionais. Por Andréa Martinelli, do HuffPost Brasil Tiffany Abreu, 34 anos, foi a primeira transexual a entrar em quadra por uma partida oficial da Superliga, principal campeonato de vôlei do Brasil. (REPRODUÇÃO/TWITTER) O caso da jogadora de vôlei transexual, Tiffany Abreu, 34 anos, tem causado mal estar na Superliga Feminina e dividido opiniões entre especialistas. Na tarde desta quarta-feira (24), após uma reunião em Lausanne, na Suíça, integrantes da FIVB (Federação Internacional de Vôlei) ratificaram o posicionamento da organização, favorável 'à manutenção de atletas transexuais no esporte. Além de reforçar sua posição, a FIVB manteve as condições vigentes estabelecidas pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) em 2015, se comprometeu a "estudar melhor a questão" e ainda ratificou que a participação de transgêneros ou não nos times é responsabilidade das federações locais. "Hoje fizemos avanços significativos em ...

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    Futebol inglês veste arco-irís em campanha contra homofobia no esporte

    Segundo dados levantados pela campanha Rainbow Laces, 72% dos torcedores ingleses já ouviram ofensas homofóbicas. Do Portal O Dia Diversas personalidades do futebol inglês aderiram neste sábado à campanha Rainbow Laces, contra a homofobia no esporte. Jogadores, treinadores, árbitros e dirigentes vestiram as cores do arco-íris durante a campanha, que atingiu desde as divisões amadoras até a elite do Campeonato Inglês. A Rainbow Laces visa protestar contra homofobia, bifobia e transfobia no esporte. Segundo dados levantados pela campanha, 72% dos torcedores ingleses já ouviram ofensas homofóbicas. O estádio de Wembley foi iluminado com as cores do arco-íris durante a partida entre Tottenham e e West Brom, e o Norwich City exibiu uma foto do falecido jogador Justin Fashanu em seu material de divulgação da partida contra o Preston North End -Fashanu foi o primeiro jogador a se assumir homossexual em 1990, e tirou a própria vida oito anos depois. Aderiram ...

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    Foto: NBAE via Getty Images

    O esporte é incapaz de curar o ódio racial

    Chocado com as imagens que correram o mundo de protestos realizados por supremacistas brancos e simpatizantes neonazistas nos Estados Unidos, começo a coluna de hoje. Manifestações em Charlottesville, no estádio da Virgínia, que terminaram com a morte de uma mulher. Desde pequeno, quando se é negro, afrodescendente, ou qualquer definição – algumas delas vulgares e pejorativas que muitos usam para estabelecer a questão racial – entende-se que você não pode ser apenas bom, você precisa ser duas vezes melhor do que é. Para alguns, tudo não passa de vitimização, mas existe uma conta, uma dívida que a escravidão deixou que nem mesmo séculos serão capazes de abater tal débito. Foto: NBAE via Getty Images por Josias Pereira no O Tempo É chocante, em pleno século XXI, vermos cenas de pessoas pelas ruas carregando tochas e gritando cânticos ofensivos a negros e judeus, atacando homossexuais e exaltando a ...

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    Murray corrige jornalista e protagoniza novo episódio contra sexismo no esporte

    Tenista número 1 do mundo, britânico Andy Murray interrompeu jornalista em coletiva e lembrou das mulheres em novo episódio de combate ao sexismo no tênis Do Globo Esporte  O tenista britânico Andy Murray se despediu do torneio de Wimbledon, mas protagonizou um dos momentos mais marcantes do dia. O número 1 do mundo corrigiu um jornalista novamente e voltou a mostrar por que é um ícone contra o sexismo no esporte. Andy Murray may have lost, but nothing got past him post-match...#Wimbledon pic.twitter.com/Uniks77WKu — Wimbledon (@Wimbledon) 13 de julho de 2017 Durante a coletiva de imprensa nesta quarta-feira, um jornalista disse que seu algoz Sam Querrey era o primeiro americano a atingir a semifinal do torneio desde 2009. O escocês respondeu "jogador masculino" ("male player"). Todos riram no calor do momento, mas o tenista permaneceu sério e repetiu a afirmação quando o jornalista disse que não havia entendido. Se os americanos ...

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    O Esporte, o racismo e os estereótipos

    Filme que marcou época nos anos 1990, principalmente na comunidade negra, e entre os jogadores de basquetebol. “Homens Brancos não Sabem Enterrar” (diretor: Ron Shelton). Este texto surgiu das minhas divagações sobre o quanto racializamos nossos entendimentos e interações com os contextos da realidade que nos inserimos. Penso que somos condicionados a isso, haja vista a necessidade que temos, nós negras e negros, de, a todo momento, avaliarmos se estamos sendo vítimas do racismo quando somos abordados por alguém na rua, em um estabelecimento comercial, no restaurante, no trabalho, e em quaisquer outros contextos da vida social. Por José Evaristo S. Netto, do Medium  A condição de negras e negros nos influencia a, sempre, e cada vez mais, racializarmos nosso olhar e entendimentos da realidade! Isso é bom? Não sei, tenho dúvidas das benesses desta condição, mas creio ser necessário estarmos atentos a lógica racista para criarmos condições de reagir positivamente ...

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    Foto: Anthony Kwan/Getty Images

    Woodley volta a reclamar de racismo no esporte: “Não se trata de preto e branco”

    Campeão dos meio-médios do UFC alegou que racismo envolve muitos problemas sociais Foto: Anthony Kwan/Getty Images Por Laerte Viana Do Super Lutas Tyron Woodley ganhou destaque mundial ao conquistar o cinturão peso meio-médio (até 77kg) do UFC, mas suas declarações polêmicas o fazer ganhar ainda mais destaque na mídia. Após dizer que é o campeão com pior tratamento recebido pelo Ultimate, o norte-americano voltou a reclamar de racismo no esporte. De acordo com ele, o preconceito envolve muitas questões sociais. “Se você olhar para a história do nosso esporte – e não é apenas o nosso esporte – a história da cultura americana, certas coisas são subliminares, racistas, que as pessoas não entendem. (…) Não se trata de preto e branco. É sobre apontar coisas que não são certas, que são injustas, certo e errado, coisas que não são iguais, ninguém deve ser tratado de qualquer maneira ...

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    Mais uma tragédia no esporte: O que sabemos sobre o naufrágio com o time de Uganda

    Pelo menos 30 jogadores de um time de Uganda morreram depois que um barco que carregava atletas e torcedores afundou no lago Albert, em Uganda. Segundo a BBC, o barco estava superlotado e afundou após muitos passageiros irem para o mesmo lado da embarcação. Pelo menos 45 pessoas estavam a bordo. Fonte: Huffpost Brasil 9 people have died & 21 others missing after a boat they were traveling in capsized in Lake Albert, Daily Monitor reports #NBSUpdates pic.twitter.com/jPa4uZCl3S — NBS Television (@nbstv) 26 de dezembro de 2016 De acordo com relatos, pelo menos 15 pessoas foram resgatadas com vida da cena do acidente. Segundo a agência de notícias AFP, no momento do acidente o clima no barco era de festa, afirmou o comandante da polícia, John Rutagira. Por conta do clima de celebração, a polícia também trabalha com a possibilidade de que alguns passageiros estivessem alcoolizados quando o barco virou, ...

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    LONDON, ENGLAND - SEPTEMBER 21:  John Heitinga of Everton wears rainbow-coloured shoe laces as part of a campaign against homophobia in football before the Barclays Premier League match between West Ham United and Everton at the Boleyn Ground on September 21, 2013 in London, England.  (Photo by Ian Walton/Getty Images)

    Itália e a sexualidade escondida no ‘esporte de macho’

    “A Itália ainda é um país homofóbico e racista, de certa maneira. Nós estamos longe da liberdade presente atualmente em outros lugares, como Estados Unidos e Inglaterra. Nós precisávamos ensinar respeito ao próximo na escola”, disse Giovanni Licchello, único ex-jogador de futebol assumidamente gay na Itália, ao Gazzebra. por Murillo Moret, do Gazzebra no ESPN O pensamento em agosto de 2008, quando a revista GQ foi às bancas com uma entrevista com jogadores da Fiorentina, era bastante parecido com o atual: no esporte, hostilidade. Em resposta às falas dos atletas, a antiga deputada pelo Partido Democrata Paola Concia declarou que é "impossível um jogador dizer que é homossexual, e os atletas da Viola falaram claramente porque o mundo do futebol e os torcedores são 'machos' e homofóbicos". Participaram desta conversa no vestiário florentino Marco Donadel, Giampaolo Pazzini, Alessandro Gamberini e Sebástien Frey. Os dois primeiros afirmaram que, provavelmente, nunca encontraram um gay no futebol. O zagueiro ...

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    ‘Esporte paralímpico ainda não mudou preconceito no Brasil’, diz ex-chefe da delegação brasileira

    Apesar do sucesso das Paralimpíadas, a sociedade brasileira ainda não mudou o preconceito em relação aos deficientes e o esporte paralímpico. Essa é a opinião de Alberto Martins da Costa, que esteve à frente da delegação brasileira em três Paralimpíadas - Sydney (2000), Atenas (2004) e Pequim (2008). Por Jefferson Puff, da BBC  Porém, ele acredita que o país esteja "próximo" de mudar seus paradigmas - com a a ajuda do esporte. "O que você está vendo nessas competições não é a deficiência física, é a superação de si mesmo na busca da melhor performance. É a obtenção de marcas, dos melhores tempos, de quebra de recordes, da vitória sobre os adversários." Doutor em Educação Física, ele já não chefia os atletas: atualmente, preside a Academia Paralímpica Brasileira, criada em 2010 para agregar os estudos em torno do esporte paralímpico no país. Em entrevista à BBC Brasil, Costa afirma que ...

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    Janeth Arcain: ‘Esporte me fez superar preconceito racial e de gênero’

    Ex-jogadora de basquete competiu em quatro Olimpíadas, ganhando medalhas em duas delas. Em 2016, a ex-atleta também participou do maior evento esportivo do mundo, mas fora das quadras, como prefeita da Vila Olímpica. Janeth Arcain desenvolve projetos para levar esporte e inclusão social a jovens de baixa renda. no Nações Unidas Janeth Arcain foi a prefeita da Vila Olímpica dos Jogos Rio 2016. Foto: ONU Mulheres / Gustavo Stephan Janeth Arcain já participou de quatro Olimpíadas como jogadora da seleção brasileira de basquete. Em duas delas, trouxe medalhas para o Brasil. Em 2008, em Pequim, ela participou novamente do maior evento esportivo do mundo, mas desta vez como representante da candidatura do Rio de Janeiro ao posto de sede dos Jogos Olímpicos. Oito anos depois, ela se tornaria prefeita da Vila Olímpica da Rio 2016. Em entrevista exclusiva ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Janeth conta como o esporte ...

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    Rafaela Silva é a melhor heroína que o esporte brasileiro poderia ter como espelho

    O olhar fixo antes de entrar no tatame para final olímpica demonstrava o tamanho da determinação de Rafaela Silva. A judoca era o melhor exemplo da expressão “sangue nos olhos”. A vontade de vencer se fez crescente em cada uma de suas lutas nos Jogos Olímpicos, até a chance de visualizar o ouro contra a atleta da Mongólia. Brilho que ela mirou e não deixou escapar. Que, ao final dos quatro minutos de batalha, se transformou nas lágrimas de felicidade guardadas por quatro anos. Lágrimas também de desabafo, de quem se superou na vida e na carreira, para atingir a maior glória do esporte mundial. Para, enfim, ser a primeira heroína brasileira nos Jogos Olímpicos de 2016. Não poderia haver melhor. Merece, e muito, esta volta por cima.. Por: Leandro Stein, do Trivela O conteúdo deste texto poderia ser o mesmo independente do metal da medalha, independente do resultado da competição. Mas que bom ...

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    Pelo esporte e pela igualdade de gênero: Uma vitória leva à outra

    A ONU Mulheres, o Comitê Olímpico Internacional e a Always se uniram para celebrar um programa esportivo comunitário que visa o desenvolvimento de autoconfiança e de habilidades de liderança em meninas adolescentes, como parte do legado das Olimpíadas de 2016 no Rio Do Onu Mulheres Coincidindo com o início dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, a ONU Mulheres, o Comitê Olímpico Internacional e a Always/Whisper celebram hoje a iniciativa “Uma vitória leva à outra”, um programa que empodera mulheres e meninas através do esporte. No evento, Phumzile Mlambo-Ngcuka, Diretora Executiva da ONU Mulheres, Nawal El Moutawakel, ex-Vice-Presidente do Comitê Olímpico Internacional e Presidente da Comissão de Coordenação da XXXI Olimpíada, Rio 2016, e Juliana Azevedo, Vice-Presidente da Procter & Gamble (Always/Whisper), enfatizaram que o seu objetivo em comum é investir nas habilidades e no treinamento de meninas para apoiar uma geração de mulheres mais fortes, confiantes e ...

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    #QueroTreinarEmPaz: Mulheres contam casos de machismo no esporte; participe

    Às vésperas do início dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o UOL Esporte, em parceria com as ONGs feministas Think Olga e AzMina, ergue bandeira de combate ao machismo no esporte - foi ao ar, nesta segunda-feira (25), o primeiro de uma série de cinco vídeos especiais sobre o tema (veja acima). E a campanha#QueroTreinarEmPaz repercute. Do UOL Se no episódio inaugural a abordagem se dá em casos com atletas de esportes de alto rendimento, sabemos também que as piadas pejorativas, o assédio e outras formas de discriminação afetam as mulheres no exercício de atividades físicas cotidianas, como na academia, ao praticar corrida ao ar livre, ao andar de bicicleta ou ao tentar jogar bola por puro prazer - as peladas, no dicionário popular. O chavão "isso não é coisa de menina" já lhe prejudicou de alguma forma? Use ahashtag e conte a sua história. Confira algumas abaixo. De Rosana Peixoto, no Facebook ...

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