Resultados da pesquisa por 'etnia'

Cacique atuava em lideranças de mais de 40 comunidades indígenas

Cacique da etnia Tukano é morto a tiros na frente da família, em Manaus

“Eles meteram o pé na porta. Estávamos dormindo e acordamos assustados. Queriam tirar ele da casa, ele não saiu e deram tiros nele lá mesmo. E aí foram embora. por Patrick Marques no G1 Cacique atuava em lideranças de mais de 40 comunidades indígenas — Foto- Arquivo Pessoal Um cacique da etnia Tukano, de 53 anos, foi morto a tiros na casa em que morava, na comunidade Urukia, na Zona Norte de Manaus, na madrugada de quarta-feira (27). Homens encapuzados entraram na casa e atiraram contra o cacique. A esposa e a filha da vítima presenciaram o crime. Segundo a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que vai investigar o caso, a motivação do crime ainda é desconhecida. De acordo com a esposa de Francisco de Souza Pereira, Dulcinéia Ferreira Lima, de 51 anos, o casal estava em casa, junto com a filha de 11 ...

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Edna Muniz / Foto: CEERT

Raça, Etnia, Condições de Trabalho e Saúde

Este trabalho pretende abordar as dimensões do que podemos nomear discriminação e humilhação nas relações de trabalho, focalizando casos que ocorrem com trabalhadores(as) negras que chegaram aos serviços de saúde do trabalhador (unidades de saúde do SUS, sindicatos, ongs e institutos de pesquisa). O texto focalizará alguns aspectos referentes ao entrelaçamento da dimensão subjetiva do racismo e suas manifestações expressas nas relações de trabalho.e ações que serão desencadeadas durante o processo. Por Edna Muniz de Souza, do BVSMS.saude.gov Edna Muniz / Foto: CEERT Várias dimensões estão imbricadas no problema que vamos focalizar uma questão de saúde, bem como uma questão étnico e política, já que envolve aspectos não só referentes à saúde mental, mas principalmente às dimensões sociais que o racismo brasileiro reproduz no acesso ao trabalho e as relações nos ambientes de trabalho. Maria Aparecida Bento, coordenadora do CEERT, sempre se refere a um ponto de grande ...

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Mulher negra e miomas: Uma incursão na área de saúde, raça/etnia.

INTRODUÇÃO Por Vera Cristina de Souza Do SlideShare Foto: Reprodução Sobre Beleza No Brasil, ainda são poucos os estudos que tratam da saúde da população negra, bem como das chamadas doenças raciais/étnicas1 com ela relacionadas, seja em virtude da dificuldade de se lidar com a complexidade da questão racial entre nós, seja da incompreensão, por parte de muitos, em admitir que ainda hoje persiste a discriminação entre negros e brancos. Esta situação se agrava ainda mais quando se trata de estudos sobre a saúde reprodutiva da mulher negra, na medida em que o interesse por assuntos nesta área, mesmo para a população feminina em geral, é muito recente. È de domínio público a informação de que a qualidade de saúde pública no país, é de um modo geral precária, dado o conjunto de problemas que apresentam. Além disto, não é difícil constatar que o acesso a estes ...

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Arquivo pessoal da entrevistada

No ‘Diversidade em ciência’ (rádio USP) Rosângela Malachias fala sobre mídia e etnia

  Por Ricardo Alexino Ferreira para o Portal Geledés  Arquivo pessoal da entrevistada No ‘Diversidade em Ciência’, Ricardo Alexino Ferreira entrevista a jornalista e pesquisadora Rosângela Malachias, que irá falar sobre mídia e etnia. Rosângela Malachias é professora adjunta da Faculdade de Educação, da Baixada Fluminense, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e tem pós-doutorado realizado na Cátedra Unesco, na Universidade Metodista de São Paulo, linha Comunicação Cidadã nos espaços situados em regiões midiáticas. Atualmente, Malachias desenvolve também a pesquisa “Escravidão Negra no Brasil: representações midiáticas, racismos e resistências transculturais”, na UERJ. Em seu doutorado, na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, pesquisou “Os ...

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ONU Mulheres seleciona, até 11/6, jornalista com conhecimento em gênero, raça e etnia

Profissional será responsável pelo refinamento, articulação de parcerias e execução da estratégia “Mulheres Negras Rumo a um Planeta 50-50 em 2030” Da Onu Mulheres  Acesso rápido: termo de referência   A ONU Mulheres Brasil seleciona jornalista diplomada ou diplomado, com conhecimento sólido e experiência de trabalho nos temas de gênero, raça e etnia. A pessoa selecionada será responsável pelo refinamento, articulação de parcerias e execução da estratégia “Mulheres Negras Rumo a um Planeta 50-50 em 2030”. A execução inclui a produção de textos (press releases, matérias e entrevistas), supervisão do trabalho de design gráfico, gestão de conteúdos online e offline, apoio na gestão de conteúdos para website e redes sociais e gestão de projetos de comunicação, incluindo vídeos e materiais impressos. O perfil deve ter domínio da legislação nacional e internacional no que se refere aos direitos das mulheres negras. São requisitos obrigatórios: ensino superior completo em Jornalismo; experiência profissional ...

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Cerimônia de formatura em MT reúne 43 índios de 32 etnias diferentes

Formandos do curso de Pedagogia Intercultural que reúne 32 etnias indígenas "Quando cheguei aqui a primeira vez, não me comportei bem. A gente não conversava. A gente só ficava olhando um para o outro. Depois fui conhecendo as pessoas e fazendo amizades." Fonte: UOL por, Asdrúbal Figueiredo O relato é de Nawaki Ikpeng, da etnia ikpeng, e se refere aos primeiros contatos dele com seus colegas de outras etnias no curso de pedagogia intercultural da Faculdade Indígena Intercultural da Unemat (Universidade do Estado do Mato Grosso). Ele e mais 42 colegas no final de novembro. Nawaki mora na aldeia Rawo, dentro do Parque Indígena do Xingu, no norte de Mato Grosso. Para chegar ao campus no município de Barra do Bugres, a cerca de 160 km de Cuiabá, são quase dois dias de viagem, juntando os deslocamentos e a espera pelos transportes. Ele vai a pé da aldeia até uma ...

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Jovem da etnia poianaua é o primeiro indígena formado em antropologia pela UnB

O antropólogo Jósimo da Costa Constant, 27 anos, percebeu logo cedo a importância da educação para a manutenção da cultura do seu povo. Indígena da etnia poianaua, nasceu em uma aldeia do município Mâncio Lima (AC), na fronteira com o Peru. Criado com os costumes indígenas, precisou se mudar com a família para a cidade – o pai, que era professor na escola local, teve a oportunidade de cursar o ensino superior na Universidade Federal do Acre (Ufac). Do  Planeta Universitário  Como a aldeia só oferecia educação até o quinto ano do ensino fundamental, para Jósimo foi a chance de seguir com os estudos. “Senti muita dificuldade em sair de lá para estudar na cidade, me adaptar a um modo de vida diferente, passar por cima do preconceito”, lembra. Depois de concluir o ensino médio, retornou à aldeia com a família. Jósimo passou o ano seguinte lecionando na escola onde ...

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305 etnias e 274 línguas: estudo revela riqueza cultural entre índios no Brasil

Há mais indígenas em São Paulo do que no Pará ou no Maranhão. O número de indígenas que moram em áreas urbanas brasileiras está diminuindo, mas crescendo em aldeias e no campo. O percentual de índios que falam uma língua nativa é seis vezes maior entre os que moram em terras indígenas do que entre os que vivem em cidades. Por João Fellet, da BBC  As conclusões integram o mais detalhado estudo já feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre os povos indígenas brasileiros, baseado no Censo de 2010 e lançado nesta semana. Segundo o instituto, há cerca de 900 mil índios no Brasil, que se dividem entre 305 etnias e falam ao menos 274 línguas. Os dados fazem do Brasil um dos países com maior diversidade sociocultural do planeta. Em comparação, em todo o continente europeu, há cerca de 140 línguas autóctones, segundo um estudo publicado em ...

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Interseccionalidade Gênero-Raça e Etnia e a Lei Maria da Penha

INTERSECCIONALIDADE GÊNERO/RAÇA E ETNIA E A LEI MARIA DA PENHA: DISCURSOS JURÍDICOS BRASILEIROS E ESPANHÓIS E A PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE A violência de gênero contra as mulheres é um fenômeno mundial que tem sido abordado exaustivamente. A maioria dos estudos aponta que se trata de um problema universal, sem distinção de qualquer marcador social. O objetivo geral desta pesquisa foi evidenciar a forma como a interseccionalidade gênero, raça e etnia emerge no discurso jurídico sobre as mulheres que acessam a justiça e como esta articulação caracteriza as relações de poder nas quais estão imersas. O referencial teórico-metodológico foi composto pela análise das práticas discursivas e não discursivas de Michel Foucault; pelo conceito de interseccionalidade; pelo conceito de gênero e pelos marcadores sociais de raça e etnia. Buscou-se realizar uma comparação entre a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) com a legislação espanhola de Proteção Integral à Violência de Gênero (LO ...

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10 Vezes que Atores Brancos Interpretaram Personagens de Outras Etnias (nos últimos dez anos)

Os primos do blackface: whitewashing, estereotipização e apropriação cultural. Por Lara Vascouto Do No de Oito   Por volta de 1830, um artista branco resolveu pintar o rosto de preto e os lábios de vermelho de forma caricata, com o objetivo de humilhar e esculhambar a população negra e arrancar risadas da aristocracia branca escravista norte-americana. Iniciou-se aí a prática do blackface, que, mais tarde, se tornaria corrente no cinema e na televisão. Lawrence Olivier no papel de Otelo. Com as conquistas dos movimentos de direitos civis, no entanto, tal prática profundamente ofensiva foi aos poucos sendo deixada de lado, sendo que hoje em dia fazer uso dela é o mesmo que andar por aí com uma etiqueta gigante escrito RACISTA colada no peito. De acordo com a filósofa Djamila Ribeiro, o blackface “serve tanto como estereótipo racista quanto como forma de exclusão, porque se no primeiro caso ridiculariza, no segundo nega ...

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Foto: Margarida Neide/ A Tarde

‘Na África, indaguei rei da minha etnia por que nos venderam como escravos’

"Somos o único grupo populacional no Brasil que não sabe de onde vem", queixa-se o arquiteto baiano Zulu Araújo, de 63 anos, em referência à população negra descendente dos 4,8 milhões de africanos escravizados recebidos pelo país entre os séculos 16 e 19. Por João Fellet Do Uol  Foto: Margarida Neide/ A Tarde Araújo foi um dos 150 brasileiros convidados pela produtora Cine Group para fazer um exame de DNA e identificar suas origens africanas. Ele descobriu ser descendente do povo tikar, de Camarões, e, como parte do projeto Brasil: DNA África, visitou o local para conhecer a terra de seus antepassados. "A viagem me completou enquanto cidadão", diz Araújo. Leia, abaixo, seu depoimento à BBC Brasil: "Sempre tive a consciência de que um dos maiores crimes contra a população negra não foi nem a tortura, nem a violência: foi retirar a possibilidade de que conhecêssemos nossas ...

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Deputados aprovam identificação de raça e etnia em registros do SUS

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados aprovou proposta que torna obrigatório identificar a raça e a etnia dos pacientes nos registros do Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive nos prontuários médicos. O projeto de lei (PL 7103/2014), apresentado pela deputada Benedita da Silva (PT-RJ), modifica a Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288/10) e já tinha sido aprovado por outra comissão, a de Seguridade Social e Família. Do Vermelho A autora diz que a medida ajuda na implantação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra e na criação de programas específicos de combate e prevenção de doenças que atingem de maneira distinta as diferentes raças. No parecer da Comissão de Seguridade Social, a relatora, deputada Érika Kokay (PT-DF), acrescentou a obrigação de identificar a etnia, e não só a raça, nos registros dos pacientes. Segundo ela, o dado vai identificar a necessidade de políticas ...

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Índios poderão ter direito a nome de sua etnia em documentos

A população indígena do Brasil poderá conquistar o direito de ter o nome de sua etnia em seus documentos de identidade. Projeto nesse sentido consta da pauta da reunião que a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) fará nesta quarta-feira (14), após audiência pública sobre crianças desaparecidas. Do Senado De autoria do senador Telmário Mota (PDT-RR), o PLS 161/2015 altera a Lei de Registros Públicos (Lei 6.015/1973) e a Lei 7.116/1983 para assegurar a qualquer indígena o direito a ter tal condição — assim como a indicação da sua etnia — expressa em certidão de nascimento, certidão de casamento e carteira de identidade. Para isso, bastará requerer a inclusão, sem necessidade de comprovar a origem étnica. Na justificação do projeto, Telmário afirma que o “reconhecimento e o prestígio aos costumes e as tradições das comunidades indígenas são mandamentos constitucionais”. Ele acrescenta que a aprovação da proposta vai corrigir ...

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A Etnia Africana que usa as fachadas de suas casas como tela para pinturas coloridas

A África é um continente cheio de curiosidades e costumes interessantes, estampados por todos os lados. Um deles vem do grupo étnico Ndebeles, da África do Sul e Zimbábue, que tem o costume de pintar, ou melhor, estampar suas casas com muitas cores e formas marcantes. Do Nomades Digitais Pouco se sabe sobre as casas, mas aparentemente tiveram origem na tribo nguni, composta por quase dois terços da população negra da África do Sul. Após uma troca e mistura de culturas, as casas passaram a ser pintadas como resultado destas relações. Acredita-se que após uma terrível derrota numa guerra contra colonos de língua holandesa, chamados de Boers, pouco antes do início do século XX, o povo oprimido passou então a utilizar as pinturas como simbologia de identificação entre eles, comunicando-se secretamente uns com os outros através da arte. O costume da padronagem nas fachadas não foi identificado pelos inimigos, sendo interpretados apenas como ...

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Yasmim Thayná – roteirista e diretora do filme KBELA

Yasmin Thayná(KBELA): “O negro é o único indivíduo no Brasil que precisa se assumir enquanto sua própria raça/etnia.”

Já imaginou assistir um filme onde a atriz principal é negra, mora na baixada fluminense e passou por um processo de ‘enbranquecimento’ durante toda a sua vida, mas que ainda assim decidiu se libertar, assumindo o seu cabelo crespo natural e indo contra todos os padrões sociais impostos e contra o próprio racismo? Se identificou? Se você for negra, provavelmente sim. Este filme está prestes a se tornar real, a previsão é ser lançado agora em agosto, tem roteiro e direção de Yasmim Thayná, que conversou comigo sobre este projeto maravilhoso que é o KBELA. por SABRINAH,do Cachos  e Fatos Yasmim em ação com atrizes de KBELA Foto: Aline Dara Onawale Sabrinah Giampá – Fale sobre o filme KBELA, como foi concebido? Yasmim Thayná- O KBELA começou a ser desenhado a partir do conto Mc K_bela,que narra a história de uma menina negra, moradora da baixada Fluminense, ...

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X Seminário Racismo e Educação e IX Seminário Gênero, Raça e Etnia na Universidade Federal de Uberlândia Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros

04 a 06 de dezembro de 2014 Universidade Federal de Uberlândia Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros Os seminários anuais do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de Uberlândia, em parceria com o Programa de Formação Continuada com Docentes da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis (PROEX), “Racismo e Educação e Gênero, Raça e Etnia”, entram, respectivamente, nas suas nona e oitava edições. A proposta é articular, promover e fomentar as discussões sobre a temática étnico- racial no âmbito das ações de ensino, pesquisa e extensão relacionadas à implementação da Lei Federal 10.639/2003 e 11.645/2008. COMUNICAÇÕES ORAIS Local: Campus Santa Mônica – Salas de aula do Bloco 5R-A 08h00min as 12h00min Sessão Lélia Gonzáles Desde o sancionamento da lei muito pouco tem sido realizado nos níveis governamentais federal, estadual e municipal para o efetivo cumprimento da mesma. Nesse sentido, o seminário apresenta um espaço onde as discussões e proposições contribuem ...

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rio

Projeto de Lei considera assassinato motivado por preconceito de raça, cor, etnia ou religião como homicídio qualificado

Proposta qualifica o crime de matar alguém por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião. Nesse caso, as penas de reclusão ficariam mais rígidas, podendo chegar até 30 anos. Um Projeto de Lei (PL 7749/14) propõe que o crime de matar alguém por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião seja considerado homicídio qualificado. Nesse caso, as penas de reclusão ficariam mais rígidas, podendo chegar até 30 anos. Em entrevista à Rádio Câmara, o coordenador do Plano de Prevenção à Violência contra a Juventude Negra, Felipe da Silva Freitas, manifestou apoio à proposta. Porém, ele destacou que além de instrumentos do Estado para intervir nesses casos, é necessário combater o preconceito na sociedade. "A gente não tem nenhuma dúvida de que a medida precisa vir acompanhada de um esforço no sentido de dotar o aparato estatal de medidas de caráter preventivo, que desmonte as ...

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Foto: Jupiterimages/Creatas/Getty Images

Mapas de etnias/nações e países no continente africano

Mapas de etnias/nações e países no continente africano. Estes mapas são interessantes, mostrando as muitas etnias (ou nações) no continente africano, que se chocam com a pequena quantidade de países, sendo um dos motivos (dentre vários, importante não generalizer) dos constants conflitos neste continente. Foto: Jupiterimages/Creatas/Getty Images   O continente africano não pode ser tratado de maneira homogênea nas análises geográficas, mas deve-se considerar a heterogeneidade de suas relações e determinações (políticas, culturais, econômicas, sociais, naturais e históricas) e a diversidade dos seus lugares (até porque é um território muito amplo e diverso). Para se fazer uma análise coerente do continente africano, deve-se especificar o local (pensando em suas diversas escalas geográficas), sem deixando de lado as determinações históricas do passado e as relações contemporâneas. Para compreender as razões históricas, devem-se levar em consideração as heranças da colonização européia que privaram muitos países de se diversificarem economicamente, ...

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Walter Navarro

MPF/MS quer indenização de R$ 100 mil de colunista por racismo contra etnia guarani-kaiowá

Ex-colunista do jornal "O Tempo" pode ser condenado à pena de 2 a 5 anos de prisão O Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul (MPF/MS) ajuizou ação por racismo contra o ex-colunista do jornal “O Tempo” (MG), Walter Navarro. O MPF pede indenização de R$ 100 mil por danos morais coletivos contra a etnia guarani-kaiowá, a ser recolhida ao Fundo de Reparação de Interesses Difusos Lesados, que deve ser revertida para programas de saúde e de educação da Reserva Indígena de Dourados. O MPF ajuizou ainda ação penal por racismo. A Lei 7.716/89 prevê pena de reclusão de 2 a 5 anos, quando o crime é cometido pelos meios de comunicação, e é inafiançável. A ação foi ajuizada na Justiça Federal de Dourados.  O Ministério Público Federal, antes de ajuizar as ações, pediu explicações a Walter. Apesar de utilizar frases como “índio bom é índio morto” e “as ...

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Elisa Lucinda, escritora brasileira.

Poetisas negras: gênero e etnia através dos versos

Para começo de conversa, quantas escritoras negras vocês conhecem? Quantas vocês já estudaram ao longo da formação escolar? Quantos livros de poetisas negras vocês encontram por aí nas livrarias? Pois é, tenho certeza que a grande maioria das pessoas que começaram a ler este texto deve ter dito um “NÃO” para a maioria das questões acima, sobretudo à segunda. Desde muito cedo sempre fiquei me questionando o porquê de estudar uma infinidade de autores, majoritariamente brancos e homens. Quando estudava alguma autora e ficava feliz da vida, era uma por semestre, e nenhuma delas era negra. Ficava indignada ao pegar os livros didáticos e observar que em nenhum momento a literatura de autoria negra fazia parte dali, e se fazia, era só um pequeno resumo, sobre a obra de um homem (Cruz e Sousa, um Machado de Assis que há algum tempo o deixaram branco num comercial de TV), mas ...

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