terça-feira, agosto 11, 2020

    Resultados da pesquisa por 'feminismo negro'

    Clássico do feminismo negro, obra de estreia de bell hooks é relançada no Brasil

    E Eu Não Sou Uma Mulher? examina o impacto do sexismo e do racismo nas mulheres afro-americanas Por Marília Moreira, Do Correio (Foto: Imagem retirada do site Correio) Uma das maiores referências contemporâneas quando o assunto é a intersecção entre feminismo e mulheres negras, bell hooks, 67 anos, teve o seu livro de estreia relançado no Brasil mês passado, 38 anos depois da primeira publicação. Em E Eu Não Sou Uma Mulher? Mulheres Negras e Feminismo (Record | R$ 40 | 320 págs), a autora examina o impacto do sexismo e do racismo nas mulheres negras durante a escravidão nos Estados Unidos, e parte daí para pensar a desvalorização da “mulheridade” negra, o sexismo dos homens brancos e negros, o racismo entre as feministas e os estereótipos dos quais as mulheres negras são vítimas ainda hoje. (Foto: Imagem retirada do site Correio) ...

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    27.03.15 - CPFL Cultura - Cafe Filosofico - Yara Frateschi
Tatiana Ferro Fotografia

    Disciplina da Filosofia sobre “Feminismo negro” aborda exclusivamente autoras negras

    Para a professora Yara Frateschi não basta mudar as formas de ingresso, é preciso democratizar também as bibliografias de curso e o ambiente da sala de aula Por Nádia Junqueira Ribeiro, especial para o Jornal da Unicamp Yara Frateschi  (Foto: Tatiana Ferro Fotografia) Professora da Unicamp há 15 anos, a livre-docente Yara Frateschi lecionou, pela primeira vez no departamento de Filosofia da Universidade, uma disciplina com bibliografias compostas exclusivamente por autoras negras, filósofas e sociólogas. “Feminismo Negro” foi lecionada no primeiro semestre deste ano para pós-graduação e, no segundo, para graduação. Segundo Yara, foi um genuíno exercício de alargamento da mentalidade: “a melhor experiência que eu tive até hoje em sala de aula”, confessa a professora. No ano passado, a professora Monique Houlshof abriu caminho ao ministrar uma disciplina na graduação do mesmo departamento sobre perspectivas feministas sobre a democracia e incorporado em sua bibliografia textos ...

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    Márcia Lima, pelo traço do ilustrador Caio Borges

    Maria vai com as outras #8: Feminismo Negro

    A socióloga Márcia Lima encerra a terceira temporada numa gravação especial com participação da platéia Da Rádio Piauí Márcia Lima, pelo traço do ilustrador Caio Borges Márcia Lima é doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e é professora do Departamento de sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, a Universidade de São Paulo – muito provavelmente os dois endereços mais sagrados à cátedra das ciências humanas. Sendo assim, Márcia se vê com frequência como a única mulher negra em meio a mestres e doutores, não só dessa área mas de tantas outras do universo acadêmico de excelência do Brasil. E aos 48 anos, ela acaba de assumir a coordenação do Núcleo AFRO, para pesquisa e formação em Raça, Gênero e Justiça Racial, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, o Cebrap. Nesta conversa, que encerra a terceira temporada ...

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    Feminismo negro e votar em negros é mais urgente para pobres do que ricos, diz pesquisa

    No topo da lista de prioridade para pretos e pardos está a inclusão no mercado de trabalho Por Thaiza Pauluze, da Folha de São Paulo Arte: @designativista Em uma hipotética lista de prioridades, votar em candidatos negros, discutir o feminismo negro e exaltar o dia da Consciência Negra, neste 20 de novembro, têm mais força entre as classes pobres do que entre os abastados e escolarizados. É o que mostra uma pesquisa do Google, realizada pela consultoria Mindset e pelo Instituto Datafolha, que ouviu 1.200 pessoas negras ao longo do último mês de outubro —uma amostra representativa de 58% da população que se autodeclarada preta ou parda. No caso da representatividade na eleição, 26 pontos percentuais separam os que têm menos e mais renda. Votar em candidatos negros foi considerado importante por 73% das pessoas das classes D e E, e por 47% das classes A ...

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    “Nunca alcançamos a democracia”, diz autora referência do feminismo negro

    O ativismo negro tem como um de seus representantes mais importantes a socióloga americana Patricia Hill Collins. Para ela, há duas dimensões que caracterizam o pensamento feminista negro: a luta pela sobrevivência do grupo, que cria esferas de influência nas estruturas sociais; e a luta pela transformação institucional, capaz de mudar políticas e procedimentos discriminatórios. Por Maria Carolina Trevisan, Da Universa Patricia Hill Collins (Foto: Julia Dolce/ Agência Pública) Professora emérita do Departamento de Sociologia da Universidade de Maryland, Patricia foi a primeira mulher negra a presidir a Associação Americana de Sociologia. Autora de "Pensamento Feminista Negro" (Editora Boitempo), uma das obras de maior referência para pesquisadores dessa área, ela está no Brasil para participar do seminário Democracia em Colapso?, que também terá a presença da filósofa e ativista Angela Davis. Nesta entrevista, Patricia fala sobre racismo, resistência e organização. E alerta: nem chegamos a conquistar ...

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    Reprodução/Facebook

    8ª edição da FLUP destaca o feminismo negro e celebra a poesia falada

    Realizado pela primeira vez no Museu de Arte do Rio – MAR, na Zona Portuária, festival literário homenageia o poeta pernambucano Solano Trindade Enviado para o Portal Geledés  Reprodução/Facebook Símbolo da herança africana no Rio de Janeiro, a Zona Portuária da cidade recebe a 8ª edição da Festa Literária das Periferias (FLUP). De 16 a 20 de outubro, o festival desembarca no Museu de Arte do Rio – MAR, parceiro estratégico da FLUP, e lança luz sobre o feminismo negro e a poesia falada, dois movimentos que redesenharam a produção cultural do país neste século. As mesas abertas ao público contarão com grandes nomes da literatura e de movimentos mundiais, como Funmilola Fagbamila (uma das criadoras do Black Lives Matter) e a francesa Audrey Pulvar, uma das maiores referências no tema do momento: conflitos socioambientais. Em 2019, o homenageado da FLUP será o poeta pernambucano Solano ...

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    freepik

    Feminismo negro e educação

    Após anos de leitura e de terapia, reconheço que todos os meus diplomas, idiomas e experiência, aqui no Brasil, nunca estarão tão em destaque em meu currículo, quanto a minha negritude. por Érica Coutrim para o Portal Geledés Foto: Freepik Durante muito tempo, apontei o dedo durante em direção a pessoas negras bem sucedidas que não faziam uso de sua imagem ou condição financeira para lutar pela causa negra, pelos que estão e pelos que virão. Eu achava que a responsabilidade era “deles” e “eles”, no geral, eram artistas, esportistas, grandes empresários. Tive de chegar aos 39 anos de idade, de uma vida subjugada, para descobrir que enquanto apontava o indicador para “eles”, tinha o polegar apontado na minha própria direção. Aos 39 anos, mãe solteira, doutora em educação, profissional gabaritada, descobri que representatividade na educação importa, que minha representatividade importa. Mas antes quero falar um ...

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    Pesquisadoras da UFBA e ativistas participam de debate sobre Feminismo Negro

    Evento acontece na quarta-feira (24), no Museu de Arte da Bahia, e faz parte do projeto Reflexões de Feminismos Negros Combativos, promovido pelo coletivo Coletivo Criôla Criô Do G1 BA Museu de Arte da Bahia MAB Bahia (Foto: Imagem retirada do site G1 BA) Com objetivo reunir pesquisadoras da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e ativistas do feminismo negro, para refletir estratégias para enfrentamento do racismo na sociedade brasileira, o Coletivo Criôla Criô promove o projeto Feminismo Negro Combativo. A mesa, 'Reflexões Feminismos Negros' será realizada no Museu de Arte da Bahia (MAB), nesta quarta-feira (24). A proposta é discutir temáticas como: Saúde Mental da Mulher Negra, Encarceramento Feminino, Violência Obstétrica, Violência Doméstica e Assédios. O projeto, que celebra o Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha – o 25 de Julho - continuará no Mês da Consciência Negra (novembro), com formações em escolas, comunidades, centros ...

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    A filósofa e ativista brasileira Djamila Ribeiro participou do programa da chancelaria francesa Personalidades do Amanhã.

    “Feminismo negro não exclui, amplia”: Djamila Ribeiro debate ativismos a convite da França

    Em entrevista exclusiva à RFI, em Paris, Djamila Ribeiro recupera momentos dessa trajetória que a transformaram em um dos principais nomes do feminismo e do ativismo brasileiro e comenta as descobertas feitas na França, país que ela ainda não conhecia. Por Márcia Bechara no RFI A filósofa e ativista brasileira Djamila Ribeiro participou do programa da chancelaria francesa Personalidades do Amanhã. RFI:Márcia Bechara   A última vez que a escritora, pesquisadora e ativista Djamila Ribeiro conversou com a RFI Brasil foi no Dia Internacional dos Direitos da Mulher do ano passado, 8 de março de 2018. Menos de uma semana depois, a vereadora carioca Marielle Franco seria assassinada a tiros junto com seu motorista no Rio de Janeiro. O baque marcou a trajetória de Djamila Ribeiro, que foi recebida esta semana em Paris pela diplomacia francesa, um convite que partiu do governo de Emmanuel Macron para que ela ...

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    Camila Pitanga sobre sua mãe: ‘Entendi a história dela estudando o feminismo negro’

    Artista falou sobre a trajetória de Vera Manhães, que também foi atriz até os anos 1980: 'Passou por coisas muito difíceis' Do Gshow Camila Pitanga participou do Altas Horas e comentou a história de vida de sua mãe, Vera Manhães, que foi atriz até os anos 80. Ela revelou que atualmente Vera está fazendo musicoterapia e cantando. Camila falou sobre a trajetória de Vera e as dificuldades que ela enfrentou: “Minha mãe passou por coisas muito difíceis. Mamãe também era atriz e, na época dela, uma mulher negra ficava invisível, à margem.” “Quando fui estudar o feminismo negro, entendi muito mais a história da minha mãe.” Camila Pitanga participa do 'Altas Horas' — Foto: TV Globo Vera fez tratamento por muitos anos, e Camila diz que hoje em dia compreende melhor o que ela passou: “Entendi muito mais essa questão de ela fazer tratamento psiquiátrico. Parecia que era um problema ...

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    Grafite de Marielle Franco feito por Malala Yousafzai, na comunidade Tavares Bastos, em Santa Teresa, Rio de Janeiro, em julho de 2018. (Foto: Ana Luíza Marques)

    A coragem de Marielle e a importância do feminismo negro

    No dia 14 de março de 2018, acompanhamos a notícia do assassinato da vereadora Marielle Franco do PSOL do Rio de Janeiro e de seu motorista, Anderson Gomes. Mais de 10 meses se passaram e até agora nenhuma resposta foi dada sobre o ocorrido.Quem matou Marielle? Na visita de Ângela Davis à Bahia, em julho de 2017, afirmou que “quando a vida das mulheres negras importar, teremos a certeza de que todas as vidas importam”. A nossa realidade pré- capitalista, sua economia escravista e todo o ambiente político desde o período colonial legitimava uma cultura de racismo. Tratando dessas condições estruturais, Fernandes(p.218) indica que “a cada passo este se reapresenta na cena histórica e cobra seu preço”. O atlas da Violência 2018, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada(IPEA) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) apresenta na pratica essa realidade, naúltima década,a taxa de homicídios de mulheres negras ...

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    Feminismo negro em Portugal: falta contar-nos

    A actual geração de activistas, que já nasceu em Portugal ou cá cresceu, coloca novas questões na agenda do movimento negro feminino em Portugal. Recuamos no tempo... recuamos séculos... falta contar esta história. Por Cristina Roldão Do Publico Sabendo que qualquer levantamento visibiliza ao mesmo tempo que invisibiliza é preciso sinalizar que, na última década, mas sobretudo nos últimos cinco anos, assistiu-se à emergência de vários colectivos de feministas negras, como a Queering Style (2015) e o Coletivo Zanele Muholi de Lésbicas e Bissexuais Negras (2016), que colocam na agenda do feminismo negro as questões LGBT; a FEMAFRO — Associação de Mulheres Negras, Africanas e Afrodescendentes (2016) e a INMUNE — Instituto da Mulher Negra (2018), duas associações que romperam o silêncio mediático sobre a mulher negra, e conquistaram espaço no centro da “cidade”; mas também grupos com maior informalidade, caso das Crespas e Cacheadas (2013), We Love Carapinha (2015), Nêga ...

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    Djamila Ribeiro durante sua mesa na Flip 2018 nesta quinta-feira (26) (Foto: Walter Craveiro/Divulgação)

    Djamila Ribeiro defende feminismo negro em mesa sobre feminicídio e lembra Marielle Franco: ‘racismo institucional’

    Ao defender o feminismo negro – e a ideia de que há feminismos, no plural ("a gente não pode tratar a questão das opressões como competição") –; dizer que "não dá para ser feminista sem ser antirracista, sem lutar contra a opressão por conta de orientação sexual e sendo a favor da maioridade penal e da reforma trabalhista"; e lamentar a morte de Marielle Franco, Djamila Ribeiro foi bastante aplaudida na concorrida mesa de que participou no final da desta quinta-feira (26) na 16ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Do bom encontro chamado "Amada vida", também participou a argentina Selva Almada, autora "Garotas mortas" (Todavia) sobre três casos de jovens assassinadas em seu país. No debate, falou bastante sobre feminicídio, violência contra a mulher (disse que é no abuso cotidiano que se sutenta o assassinato) e também ganhou palmas várias vezes. Mesmo antes de a mesa começar, já dava ...

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    Felipe Larozza/VICE

    Flip 2018: 2º dia tem debates sobre violência contra a mulher, feminismo negro, religião, solidão e morte

    Djamila Ribeiro, autora de 'O que é lugar de fala?' e 'Quem tem medo do feminismo negro?', está na programação desta quinta, que tem ainda Sérgio Sant'anna e um especialista em literatura medieval. Do G1 Foto: Felipe Larozza/VICE Um debate que deve abordar violência contra a mulher e feminismo negro; um escritor brasileiro consagrado falando sobre temas como solidão e morte; e uma conversa sobre religião, magia, luxúria e leitura na época medieval são os principais destaques desta quinta-feira (26), segundo dia da 16ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Da Mesa "Amada vida", marcada para as 17h30, participam a brasileira Djamila Ribeiro e argentina Selva Almada. Djamila é autora do livro "O que é lugar de fala?" (Letramento), que saiu no ano passado, e acaba de lançar "Quem tem medo do feminismo negro?" (Companhia das Letras). Já Selva Almada escreveu sobre histórias reais de feminicídio. ...

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    Victor Moriyama/Getty Images News/Getty Images

    Afinal, quem tem medo do feminismo negro?

    "Me descobrir racista e racializar as questões de gênero e classe foi o que mudou minha relação com o feminismo." Por Tayná Leite, do   HuffPost Brasil Foto: Victor Moriyama/Getty Images News/Getty Images Eu me descobri feminista em 2012, me assumi como tal no início de 2013 e mergulhei profundamente em estudos de gênero e a partir de 2014. Criei um grupo de leituras e estudos para ter ajuda neste processo de conhecimento e uma das coisas que sempre nos perguntávamos era: onde estavam as mulheres negras e por que elas não participavam? Eu lembro de conversar com uma amiga feminista branca e questionar como a gente poderia fazer para "se tornar amigas" de mulheres negras. Sim, um dos indicadores frequentes do racismo é o de como não convivemos com pessoas negras que não estejam em posições subalternas. Amizades e laços de afeto mais profundos costumam ser poucos. Mas o que ...

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    Djamila Ribeiro lança novo livro sobre feminismo negro

    Em “Quem tem medo do feminismo negro?” a filósofa e colunista da ELLE aborda questões como interseccionalidade e empoderamento Por Mariana Rudzinski, do ELLE Foto: Companhia das Letras/Divulgação Referência em feminismo no Brasil, a mestre em filosofia política e colunista de ELLE Djamila Ribeiro está com livro novo! Quem tem medo do feminismo negro? reúne artigos em que Djamila propõe discussões sobre temas como origens do feminismo negro, racismo e mobilizações em redes sociais. Ela também recorre a situações do cotidiano – intolerância à religiões de matriz africana e ataques a celebridades como Serena Williams, por exemplo – para tratar de conceitos como empoderamento e interseccionalidade. Além dos artigos, o volume traz um ensaio autobiográfico inédito em que a autora recupera memórias de sua infância para levantar a questão do silenciamento da cultura negra.   Quem tem medo do feminismo negro? chega nas livrarias hoje (08). Já na próxima quinta-feira (14), Djamila estará na Saraiva do Shopping Eldorado, em São Paulo, às ...

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    Creche na pauta do feminismo negro

    “Falar de mulheres negras é essencial para a luta feminista. Reconstruir caminhos e dar visibilidade a vozes consideradas implícitas dentro da normatização hegemônica, também. Logo, falar de luta por creches é essencialmente falar de mulheres que mais sofrem com a omissão do Estado e se veem desamparadas em vários sentidos e com menos possibilidades de transcendência. Há uma relação direta entre trabalho escravo e escravismo; os direitos negados e a situação de pobreza da maioria da população negra são decorrência de uma estrutura social herdeira do escravismo”. (DJAMLIA RIBEIRO, 2018, p. 62) Enviado para o Portal Geledés  Divulgação/ Porque a creche é uma luta das mulheres?   O livro, Por que a creche é uma luta das mulheres? Inquietações feministas já demonstram que as crianças pequenas são de responsabilidade de toda a sociedade! É resultado das discussões e debates promovidos ao longo da disciplina optativa Direito à Infância e à ...

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    Feminismo negro no Brasil é tema de evento gratuito na UFBA

    Iniciativa Opará Saberes oferece orientações gratuitas de suporte teórico e metodológico, além de apoio psicológico e acompanhamento de projetos acadêmicos  Enviado para o Portal Geledés  A segunda etapa do Ciclo Formativo Opará Saberes 2017 começa nesta segunda-feira (06), no auditório do PAF I da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Ondina, em Salvador (BA), e traz como debate ofeminismo negro. A formação iniciada em outubro com a participação de diversos acadêmicos e pensadores em níveis local e nacional, segue em novembro, mês em que se celebra a Consciência Negra, com o objetivo de apoiar a entrada e permanência negra nas vagas de mestrado e doutorado, por meio da valorização e instrumentalização dos saberes com epistemologias feministas. A coordenação do ciclo nesta segunda-feira é Lindinalva Barbosa, educadora e mestre em Estudos de Linguagens pela UNiversidade do Estado da Bahia (UNEB) e omorixá Oyá do Terreiro do Cobre. As mesas serão "O Feminismo ...

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    2ª edição do Cine Resista! exibe documentário sobre Feminismo Negro

    No próximo sábado, 15 de julho, às 18h, acontece a 2ª edição do Cine Resista! que exibirá o documentário “25 de Julho: Feminismo Negro contado em primeira pessoa”, dirigido por Avelino Regicida (2013). A obra foi escolhida para iniciar as reflexões e debates alusivos ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, celebrado em 25 de julho. por  Cultura Carta Campinas Filmado em preto e branco, o filme aborda os depoimentos de mulheres sobre o desconhecimento desta data e todas as dificuldades de ser negra em nossa sociedade machista e racista. O documentário dá voz às mulheres que são negras, indígenas, latino-americanas, feministas, ativistas, militantes, educadoras, professoras, jornalistas, artistas, cantoras de rap e hip hop, acadêmicas e moradoras da periferia. Yzalú compõe a trilha sonora com a música “Mulheres negras” e Shirley Casa Verde canta versos da música “Oba! Clareou”, do Cagebê. O filme aponta para a busca de ...

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    Se perdeu na tradução? Feminismo negro, interseccionalidade e política emancipatória

    Neste ensaio, foco em como as ideias e práticas de interseccionalidade mudaram de forma e propósito conforme foram traduzidas nos diferentes contextos materiais, sociais e intelectuais.  Para tanto, mapeio as mudanças de contorno do feminismo negro e da interseccionalidade em três períodos: (1) como o feminismo negro, no contexto de movimento social, adotou perspectivas de raça, classe, gênero e sexualidade como sistemas de intersecção de poder, (2) como essas ideias chegaram à academia inicialmente sob a rubrica de estudos de raça/ classe/gênero e subsequentemente foram nomeadas e legitimadas como interseccionalidade; (3) as implicações da legitimação acadêmica de interseccionalidade para as políticas emancipatórias contemporâneas.   Por Patricia Hill Collins, da Revista Científica de Comunicação Social da FIAM-FAAM Abstract In this essay, I focus on how intersectionality’s ideas and practices shifted shape and purpose as they were translated within varying material, social and intellectual contexts. To focus my argument, I map the changing contours ...

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