quarta-feira, setembro 23, 2020

    Resultados da pesquisa por 'identidade'

    As não Brancas- Identidade Racial e Colorismo no Brasil

    No decorrer da história, as classificações raciais no Brasil sofreram diversas mudanças. Por volta do século XV, a Europa era considerada o centro do mundo – em uma visão de 3 continentes, agrupando também África e América. As relações econômicas eram baseadas no trabalho escravo. O africano escravizado era um objeto, uma máquina de trabalho. Ao mesmo tempo, um produto mercantil de grande valor. Por Gabriele de Oliveira da Silva, Do Fala Universidades  As mulheres não brancas. (Ilustração: Ana Luiza Pips) Posteriormente, com a abolição da escravatura, em 1888, o negro torna-se livre no Brasil. Porém, é marginalizado por diversos setores da sociedade, inclusive o Estado. Iniciou-se, então, um projeto de miscigenação, cujo objetivo era o extermínio gradativo da população negra. O processo ocorreu através do estupro de mulheres negras e indígenas – medida considerada civilizatória, na época. No primeiro censo demográfico nacional, em 1872, as ...

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    Cultura brasileira é tema de mestrado na USP – Foto: Divulgação via Secretaria da Cultura / SP / Gov.

    USP lança edital para mestrado em Culturas e Identidades Brasileiras

    Inscrições vão de 30 de março a 3 de abril; primeira fase do processo seletivo será em 15 de abril Por Crisley Santana, do Jornal da USP Cultura brasileira é tema de mestrado na USP – Foto: Divulgação via Secretaria da Cultura / SP / Gov. Está procurando um programa de pós que aborde a cultura do Brasil? O Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP publicou edital para o processo seletivo do Programa de Pós-Graduação em Culturas e Identidades Brasileiras em nível mestrado. As inscrições estarão abertas entre 30 de março e 3 de abril e devem ser feitas somente por meio digital. O candidato deverá preencher o formulário on-line e anexar os documentos exigidos pelo edital em formato PDF (Portable Document Format). Além disso, deverá indicar até dois docentes para sua orientação, recorrendo à lista de docentes disponibilizada no próprio edital. A seleção será composta de duas fases. A primeira ...

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    Reprodução Correio 24 Horas ( Betto Jr/CORREIO)

    A identidade, as experiências negras e a alma que sangra

    A "cauterização das experiências negras" acontece quando abrem uma ferida em nosso corpo e ele sangra ainda que por dentro: sangra porque corpo e alma estão dilacerados. Por Kiusam de Oliveira, do GGN Reprodução Correio 24 Horas ( Betto Jr/CORREIO) Em minha dissertação e tese trabalho um conceito criado por mim “cauterização das experiências negras” (2001). O que é? Quando nos movemos autonomamente não faltam brancos que tentarão nos colocar, na fala deles, em nossos “devidos lugares” porque numa sociedade racista, como é a nossa, eles ainda se acham proprietários de nossos corpos, mediante de um processo de abolição que eu acredito ainda não ter acontecido. Para isso, agem de forma violenta para nos tirar o chão ou dificultar qualquer forma de reação no momento da agressão. São cruéis e o cinismo com o qual recobrem tal violência, torna-se mais cruel ainda. Na minha lógica, a ...

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    nappy.co

    Cabelos Crespos: identidade cultural, aceitação e empoderamento foi um dos subtemas da Feira de Ciências do CEPES 2019

    Durante a Feira de Ciências 2019 do Colégio Estadual Professor Edgard Santos – CEPES, localizado na cidade de Governador Mangabeira (BA), a turma do 1º AM do Ensino Médio, escolheu como seu subtema – Cabelos Crespos: identidade cultural, aceitação e empoderamento, sendo a coordenação do professor de História – Luís Carlos Borges da Silva. Por Luís Carlos Borges da Silva, no Blog do Professor Borges nappy.co A Feira foi realizada no dia 20 de setembro, com a temática: Criar, Inovar e Empreender: ações que otimizam nosso cotidiano, contando coordenação das áreas de Ciências da Natureza e Matemática. O evento foi visitado por diversas escolas do município, além de pessoas da comunidade mangabeirense. A seguir consta a forma como a turma do 1º AM estruturou sua apresentação acerca do subtema Cabelos Crespos. 1. INTRODUÇÃO Cabelo não é só moda, é aceitação e identidade. Desde os anos 70, ...

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    Foto: Prescila de Fátima Vieira Venâncio

    Representatividade como construção da identidade

    Porque atualmente se fala tanto em representatividade? Qual a importância que essa palavra tem na vida do indivíduo? por Prescila de Fátima Vieira Venâncio enviado para o Portal Geledés Quando falamos em representatividade negra percebermos o quanto atualmente se vem falando sobre o tema, más muitas pessoas desconhecem o real significado e o efeito que trás na construção da identidade negra. Infelizmente a história da escravatura é abordada de forma a minimizar o impacto que a escravidão causou no negro “escravo”, no negro “escravo liberto” e o impacto que causa no negro “descendente de escravos”. Por muito tempo o referencial de beleza, o referencial de padrão de indivíduo perfeito sempre foi o de um ideal branco. O que culminou em uma tentativa de branqueamento da população negra para se encaixar nesse modelo de “ideal”. Nessa tentativa podemos citar as mudanças realizadas nos cabelos (alisamentos) cirurgias para afinar o nariz como ...

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    Cultura e identidade, por Márcio Black

    "Ir para a rua, ocupar aqueles espaços, era uma estratégia de existência. Porque na rua, a reputação que você tem é baseado naquilo que você faz". Tendo como ponto de partida o Jardim d'Abril,em Osasco, Márcio Black circulou por diferentes espaços na construção de sua trajetória e de seu território de atuação. Como produtor cultural, cientista político e ativista do movimento negro, traz em seu histórico a produção de festas de rua e de eventos com ações como a Mobilização Mundial pelo Clima (2015), Carnaval de Rua (2016) e Virada Cultural (2016), além de ter sido candidato a vereador pela Bancada Ativista em 2016. Hoje, Márcio é coordenador da Fundação Tide Setubal e uma de suas ações está focada no CLIPE, Circuito Literários das Periferias, e destaca que os espaços de literatura nos territórios são espaços de criação e afirmação de histórias e saberes. Do YouTube  A série Enfrente transfere ...

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    Turbante-se, de Thaís Muniz — Foto- Valma Silva:G1

    Afrojob: empreendedoras apostam em tranças e turbantes para abordar identidade e resistência do povo negro

    Na terceira edição da série especial sobre afroempreendedorismo, G1 apresenta mulheres que fazem a cabeça das pessoas. no G1 Do Nordeste de Amaralina a Dublin, na Irlanda, com escala no bairro do Santo Antônio Além do Carmo, a terceira edição do Afrojob conta a história de duas afroempreendedoras que mexem com a cabeça das pessoas: a trancista Gilselene Araújo e a “turbanteira” (assim ela gosta de ser chamada) Thaís Muniz. Giselene Araújo — Foto- Itana Alencar:G1 O Afrojob trata sobre o afroempreendedorismo em Salvador. Você vai conhecer, todos os meses, histórias de pessoas negras que comercializam produtos e serviços voltados para a população preta. Mulher preta, moradora do Nordeste de Amaralina, Gilselene, 22, sempre precisou abrir portas na “marra”, mesmo dentro de casa. Ela usa tranças desde a infância, mas precisou aprender a fazê-las sozinha depois que esbarrou na resistência da mãe, que a convenceu a ...

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    Afrojob: Empreendedores apostam na identidade visual do movimento negro para promover festas e criar roupas

    No segundo episódio da série especial sobre afroempreendedorismo, G1 apresenta evento criado para visibilizar cultura negra e marca de roupas com estampas de líderes pretos. Por Itana Alencar, Rafael Santana e Valma Silva Do G1 Entre ensaios de pagode, axé, blocos afro, bailes funk e o pré-carnaval, as festas do mês de fevereiro aquecem a economia de Salvador. Se tem movimento nos quatro cantos da capital, também tem festa feita por gente preta, para atender às demandas de gente preta. O G1 traz nesta sexta-feira (22) o segundo episódio do Afrojob, quadro que trata sobre o afroempreendedorismo em Salvador. Você vai conhecer, todos os meses, histórias de pessoas negras que comercializam produtos e serviços voltados para a população preta] Símbolo de representatividade entre negros e membros da comunidade LGBTQ+, a Batekoo surgiu em 2014, no boêmio bairro do Rio Vermelho. Um dos criadores do projeto, Maurício Sacramento, conta que o evento ...

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    Identidade de gênero: a comunidade mexicana onde há mais do que homens e mulheres

    "Qual tratamento você prefere: feminino ou masculino?", perguntei a Lukas Avendaño, que vestia calças durante o dia, mas à noite usava uma tradicional anágua preta com flores bordadas. Conversávamos em espanhol, que, assim como o português, distingue o gênero de substantivos e pronomes. Por Ola Synowiec Do BBC ZOFIA RADZIKOWSKA: Na região de Istmo de Tehuantepec, no Estado de Oaxaca, no sul do México, existem três gêneros: feminino, masculino e muxes "Prefiro que me chame de 'meu amor'", respondeu, sorrindo. Na região de Istmo de Tehuantepec, no Estado mexicano de Oaxaca, há três gêneros: feminino, masculino e muxes. Essa terceira classificação é reconhecida e celebrada desde os tempos pré-hispânicos. E nessa região onde a maioria das pessoas fala a língua indígena zapoteca, minha pergunta fazia pouco sentido. "Em zapoteca, assim como no inglês, não há gênero gramatical. Há apenas uma forma para todas as pessoas. Por isso muxes ...

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    Cores de conceito possuem a ancestralidade na referência. Fotos- Thiago Borba:Divulgação

    Conceito do Afro Fashion Day 2018 afirma identidade através das cores

    Museu du Ritmo - Salvador, BA 24 de novembro de 2018, 18h-22h ENTRADA MEDIANTE DOAÇÃO DE 01 KG DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL ENTREGUE NO ACESSO AO EVENTO. por Midiã Noelle no Correio O Afro Fashion Day este ano vai acontecer no dia 24 de novembro, sábado, às 19h, com entrada franca, no Museu du Ritmo (Comércio) “Usar vermelho diziam que era coisa ruim. O amarelo? Era muito forte, cor berrante. Quando Ilê veio, mudou. O vermelho simbolizou o nosso sangue derramado. O amarelo? O ouro e a independência que a gente busca: o sucesso e vitória. O branco, a paz e tranquilidade. E o preto: nossa cor. Cores trazem felicidade, empoderamento e ancestralidade”, conta Dete Lima, 65, estilista e uma das fundadoras do Bloco Afro Ilê Ayiê, ao relembrar que o uso de cores era uma dificuldade para as mulheres negras. É justamente para reafirmar a liberdade que o Afro ...

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    O professor Maurício Souza Neto passou a refletir sobre a expressão da negritude após ver blocos afros como o Ilê Aiyê — Foto: Arquivo pessoal

    A roupa que habito: Vestimentas e adereços reforçam identidade de pessoas negras a partir da estética africana

    Indumentárias são usadas como símbolos políticos de resistência. Por Itana Alencar, no G1   O professor Maurício Souza Neto passou a refletir sobre a expressão da negritude após ver blocos afros como o Ilê Aiyê. (Foto: Arquivo pessoal)   Importantes instrumentos de construção e manutenção da identidade negra, roupas e adereços que fazem referência à estética do continente africano são usados como símbolos políticos de resistência. Na Bahia, essas indumentárias estão presentes do "sagrado ao profano": desde o carnaval, com os blocos afro, até às vestimentas religiosas. Entidades como o Ilê Aiyê, que despertou a reflexão sobre a expressão da negritude no professor Maurício Souza Neto. Natural do Rio de Janeiro, quando chegou em terras baianas ele morou em Valença, cidade no baixo sul do estado. Maurício, no entanto, só passou a reforçar a identidade negra por meio das roupas, quando foi morar na capital. "Quando me ...

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    ‘Mokambo’: especial mostra como povo bantu ajudou a formar a identidade brasileira

    Especialistas contam que estes africanos formaram o sentido de família no Brasil no GShow O Conexão Bahia celebra o Novembro Negro exibindo uma série que mostra como o povo bantu, formado por africanos nascidos no sul do Saara, ajudou a criar a identidade, a língua e a cultura no nosso país. O especial é fruto do documentário Mokambo, dirigido por Soraya Públio Mesquita – que bateu um papo com Aldri Anunciação antes da exibição do primeiro episódio, afirmando que o conteúdo retrata “a história da nossa vida, da nossa gente”. O povo bantu é formado por africanos nascidos no sul do Saara — Foto- TV Bahia No primeiro episódio, alguns especialistas e personalidades explicaram que o povo bantu foi trazido ao Brasil no século 16, para ser escravizado. Eles foram os primeiros africanos a chegar aqui e, com base nos costumes do seu continente, criaram o ...

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    Filmes atuais analisam a afirmação da identidade negra

    Djon África e A última abolição são exemplos de filmes que discutem a identidade racial Por Ricardo Daehn Do Correio Brasiliense  Djon África: estreitamento de laços entre Brasil e Portugal (foto: Terratreme Filmes/Divulgação) Logo na primeira cena da produção do filme Djon África, recém-lançado na cidade, o protagonista deixa o público inteirado do tema central, com a letra de uma música: “Toda a gente precisa de origem para ter uma missão”. É justamente atrás da curiosidade pela árvore genealógica — eternamente renegada — que Miguel (personagem de Miguel Moreira) chegará à realidade de Cabo Verde, buscando o encontro com o pai, um completo desconhecido. Claro que, no trajeto, vai esbarrar na dureza de um cotidiano embrutecido, também descrito na música de protesto que abre a fita: “O governo come e bebe até a última gota, e o povo vota — você dá o corpo ao trabalho para poder ...

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    Imagem- Napy

    Sobre colorismo, privilégios e identidade racial

    Durante a maior parte da minha vida eu me senti confortável com a denominação de “morena”. Filha de mãe branca e pai negro, me definir como uma mistura que transita no espectro racial sempre me pareceu a opção mais viável. E mais do que isso, a mais apaziguadora, por assim dizer. Negra, eu? Jamais. Até sardas no rosto eu tenho, ué. Boca fina, corpo nada curvilíneo. Morena parecia ser o termo certo pra mim. por Letícia Castor Moura de Sousa para o Portal Geledés Imagem- PASHA GRAY - Napy Até fazia mais sentido, se parássemos para pensar. Tive privilégios socioeconômicos desde sempre, estudei em ótimas escolas particulares e tive acesso a espaços cujo tratamento raramente seria direcionado a uma pessoa negra. Pelo menos negra de verdade, sabe?Pele escura, nariz largo, gengiva protuberante, os traços estereotipados a imagem que temos no imaginário social. Mas, não posso negar que, ...

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    GETTY IMAGES

    Congresso chileno aprova Lei de Identidade de Gênero

    Nova legislação permite mudança de nome e sexo para maiores de idade e de menores de até 14 anos, com a autorização dos pais Da Carta Capital  GETTY IMAGES A Câmara de Deputados chilena aprovou nesta quarta-feira 12 a Lei da Identidade de Gênero que permite a mudança de nome e sexo para maiores de 18 anos e de menores entre 14 e 18 anos com autorização dos pais ou tutores legais. O projeto, que já havia recebido sinal verde do Senado no início de setembro, foi aprovado com 95 votos a favor e 46 contra, após um acalorado debate no parlamento de Valparaíso. Com esta aprovação, coloca-se fim a mais de cinco anos de tramitação legislativa. Quando entrar em vigor, os maiores de 18 anos poderão mudar de nome e sexo com um procedimento simples no Registro Civil e os casados em um tribunal de família. No ...

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    Antonio Carlos da Fonseca Barbosa

    “Da Terra das Primaveras à Ilha do Amor: reggae, lazer e identidade cultural” entrevista com o antropólogo Carlão Rastafári

    O antropólogo paulista Carlos Benedito Rodrigues da Silva mudou-se para São Luís do Maranhão nos anos 1980. Na época já estudava os bailes negros paulistas e passou a frequentar os salões de reggae da Ilha. por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa no Ritmo e Melodia foto: Antonio Carlos da Fonseca Barbosa “Da Terra das Primaveras à Ilha do Amor: reggae, lazer e identidade cultural”, livro fruto desse período, foi o primeiro registro acadêmico do fenômeno relevante que surgiu em meados dos anos 1970 e se espalhou pela ilha conquistando milhares de fãs do ritmo jamaicano, e que daria à cidade o hoje amplamente conhecido apelido de Jamaica brasileira. Carlos Benedito fez uma etnografia do reggae ludovicense, colhendo depoimentos dos personagens que fazem parte da história, desde a explosão do reggae na Jamaica, da chegada ao Maranhão, até a popularização do ritmo em diversas áreas da capital. O ...

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    Guilherme Prado Lima

    Meghan Markle: Negra? Branca? O limbo sobre sua identidade racial

    A colunista Stephanie Ribeiro escreve sobre a identidade racial de Meghan Markle: "Mesmo com cabelos alisados e longos, ela nunca será uma mulher branca" Por STEPHANIE RIBEIRO, da Revista Marie Claire Meghan Markle durante evento beneficente no aniversário de 70 anos do príncipe Charles (Foto: Getty Images)   Acredito que o casamento real tenha sido o assunto mais comentado deste mês. E dentro do assunto do casamento, o foco foi a noiva: a norte-americana Meghan Markle, feminista, divorciada, que está sendo apontada como o símbolo da busca por renovação da coroa britânica. Meghan chama a atenção por todos esses fatores, e por se colocar como uma pessoa birracial. Mas afinal, o que é uma pessoa birracial _por mais que, pela nomenclatura, fique claro que se trata de duas raças. Raça não parece um conceito tão esclarecido para a maioria dos brasileiros. O que é raça, afinal? É um conjunto de discursos sobre as origens de ...

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    Projeto Identidade Étnica Cacheadas, Crespas e Trançadas de Maracanaú

    Manhã de sábado. Crianças, adolescentes, adultos de vários lugares do Município de Maracanaú começam a chegar na escola EMEIEF Construindo o Saber. São estudantes de nossa escola, de outras escolas de Ensino Fundamental e Médio, universitários, familiares dos estudantes, pessoas convidadas que trabalham ou desenvolvem ações na área de africanidades e resistência, funcionários da escola e técnicos da Secretaria de Educação de Maracanaú. Por Elonalva Silva Costa enviado para o Portal Geledés  Não é um sábado letivo. Mas todas as pessoas se fazem presente. Dividem as atividades. Umas organizam as cadeiras no pátio, outras testam o som, escolhem duas ou três adolescentes para receberem e colherem asassinaturas dos presentes e recepcionar quem chega pela primeira vez. Organizam as mesas de brindes e outras preparam o lanche. Oito da manhã. Começa uma encontro que já acontece mensalmente desde Junho de 2015. Cerca de cem pessoas ocupam o pátio da escola. É o projeto ...

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    Uma cena cheia de identidade

    Em seu mais recente livro, Larissa Ibúmi Moreira mapeia uma efervescente cena musical brasileira que desafia as fronteiras da identidade de gênero Por Thiago Prata Do O Tempo Foto: Agnelo Bento/Divulgação Larissa Ibúmi Moreira escritora e historiadora Mineira de Resende Costa, Larissa Ibúmi Moreira, 25, é escritora e historiadora. Em seu mais recente livro, intitulado “Vozes Transcendentes: Os Novos Gêneros na Música Brasileira”, ela mapeia, por meio de relatos de artistas como Linn da Quebrada, Liniker e Johnny Hooker, uma efervescente cena musical brasileira que desafia as fronteiras da identidade de gênero. Primeiramente, nos fale dos objetivos e dos desafios para a confecção do livro “Vozes Transcendentes: Os Novos Gêneros na Música Brasileira”. Eu observava a potência desse movimento musical que conta com vários artistas trans e percebia que havia um fio condutor dessa galera. Quando a Hoo Editora me convidou para fazer um livro a respeito ...

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