terça-feira, julho 14, 2020

    Resultados da pesquisa por 'lesbofobia'

    “Fiquei totalmente paralisada”, afirma garçonete vítima de lesbofobia em restaurante de BH

    “Quando fui pegar a garrafa de cerveja na mesa do casal, o homem tomou da minha mão e disse que não queria que eu o atendesse. Ele estava descontrolado e disse 'saia da minha mesa'. Eu fiquei totalmente paralisada”. Assim a garçonete Juliana Aparecida Ribeiro da Silva, de 33 anos, vítima de lesbofobia descreve o ato homofobico sofrido por ela na noite de sexta-feira, enquanto trabalhava no Restaurante Chopp da Fábrica, em Belo Horizonte. Por Tatiana Lagôa, do Hoje em Dia  Reprodução Facebook Ela conta que foi chamada pelo menos dez vezes de sapatão pelo casal antes deles se negarem a ser atendidos pela jovem. “Quando eu ouvia eles gritando 'sapatão', pensava que era outro assunto. Nem imaginava que pudesse ser comigo”, conta. Após ouvir dos clientes que não queriam ser atendidos por uma “sapatão”, a profissional pediu ao gerente para que pudesse ficar por um tempo no segundo andar do ...

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    CCBB do Rio demite funcionária acusada por mulher de lesbofobia

    Duas mulheres teriam sido ofendidas enquanto frequentavam exposição no CCBB. Centro cultural registrou caso na delegacia relatando discriminação. Fonte: G1 O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio demitiu a funcionária acusada por uma mulher de lesbofobia, dentro das dependências da instituição na última sexta-feira (30). Em uma publicação na página do CCBB no Facebook, o centro cultural informou que fez o registro da ocorrência na delegacia por discriminação. Em um relato sobre o episódio, que viralizou na internet, uma mulher conta que a funcionária estava acompanhando um homem suspeito de escrever "fora lésbica!" em um quadro interativo de uma exposição. A ofensa teria sido feita contra duas mulheres que frequentavam o local. Na ocasião, a funcionária teria ficado rindo da situação. A casa espera que o caso seja esclarecido e que o autor seja responsabilizado pelo crime. A publicação diz ainda que o CCBB “reforça o repúdio a qualquer ...

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    Luana Interrompida: no caminho da vida o racismo e a lesbofobia

    “Não serei livre enquanto outra mulher for prisioneira, mesmo que as correntes dela sejam diferentes das minhas” Audre Lorde Por Emanuelle Goes Do População negra e Saude Luana ceifada, Luana exterminada, Luana assassinada, causa básica da morte: racismo e lesbofobia, Luana transgrediu a sociedade brasileira porque queria ser inteira, queria ser só ela, amar outras mulheres iguais a ela, mas ela não estava autorizada a tamanha façanha, o estado brasileiro não autoriza, os lesbofobicos não autorizam, os misóginos não autorizam, os racistas não autorizam, então a policia executa. Para situar a historia no dia 9 de abril de 2016, Luana Barbosa dos Reis, mulher lésbica-mãe-preta-periférica, do interior de São Paulo, foi abordada por três policiais militares e espancada na frente do próprio filho de 14 anos. Internada na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas, faleceu quatro dia depois, não resistindo aos ferimentos, sofreu uma isquemia cerebral aguda causada por politraumatismo ...

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    Hoje na história, 17 de Maio é dia Internacional contra a Homofobia, Lesbofobia e Transfobia

    Transviado. Pervertido. Anormal. Doente. Estes termos utilizados contra os homossexuais já tiveram suporte da medicina, com direito a “tratamentos” que incluíam castração, hipnose, choques elétricos e lobotomia, mas deixaram de fazer sentido há 25 anos. Em 17 de maio de 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou o homossexualismo de seu rol de distúrbios mentais, deixando de considerar essa tendência como um desvio e, ao mesmo tempo, abolindo o termo (já que, na área de saúde, o sufixo “ismo” caracteriza uma condição patológica). Assim, dizer que a homossexualidade é vício, tara ou algo doença a ser curada passou oficialmente à categoria de ignorância e preconceito. E, por isso, 17 de maio foi declarado o Dia Internacional de Combate à Homofobia, quando pessoas de todo o mundo se mobilizam para falar de diversidade e tolerância. “O fato de tirar esta experiência humana da condição de doença é algo que ainda ...

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    Lesbofobia e mulheres negras

    Lesbofobia e mulheres negras

    Tudo que nos coloca fora do duvidoso padrão vigente é considerado errado, mas para mulheres lésbicas e negras as coisas acontecem de um jeito bem pior. O corpo é meu, junto com minha identidade e minha orientação, mas certamente não é fácil ser lésbica e negra na sociedade racista, patriarcal e consequentemente machista. Rebecca Nascimento Apesar da nossa existência, quase não nos reconhecemos nos espaços de destaque para que haja uma identificação. Ver uma mulher negra e lésbica na grande mídia é algo ainda raro e quando chegamos a ver, a quantidade de comentários machistas, racistas e lesbofóbicos saltam tanto aos nossos olhos que achamos verdadeiramente impossível a população não perceber seus preconceitos. Lembro-me de quando a Ellen Oléria venceu o primeiro The Voice Brasil e o quanto eu escutei: “ah, ela é sapatão, mas canta bem”, junto com: “nêga sempre tem voz bonita”. A lesbofobia alcança todas as mulheres ...

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    Lei Maria da Penha pode ser aplicada quando machismo se une à lesbofobia no ambiente doméstico

    Lei Maria da Penha pode ser aplicada quando machismo se une à lesbofobia no ambiente doméstico

    No dia 29 de agosto é comemorado o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. A data, criada no I Seminário Nacional de Lésbicas (Senale) em 1996, é um marco temporal importante para lembrar a luta de milhares de mulheres que têm seus direitos violados pela conjugação de preconceitos históricos no Brasil. Débora Prado De acordo com a fisioterapeuta e ativista Karen Lucia Borges Queiroz, da Associação Lésbica Feminista Coturno de Vênus, de Brasília, nesta data é preciso lembrar que, assim como acontece com mulheres héteros, é no ambiente doméstico e nas relações íntimas que acontece boa parte da violência contra mulheres lésbicas. A Lei Maria da Penha, porém, ainda é pouco aplicada, sobretudo por conta do desconhecimento generalizado dessa possibilidade – inclusive pelas próprias vítimas de violência e pelos profissionais de Segurança e Justiça. A associação, em 2006, coordenou por um ano as atividades de um Centro de Referência no Distrito Federal que recebia denúncias ...

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    SOS Lesbofobia!

    Em 2009, a pesquisa “Diversidade Sexual e Homofobia no Brasil: intolerância e respeito às diferenças sexuais”, cujo trabalho de campo realizou-se entre os anos de 2008 e 2009, divulgou dados para lá de alarmantes. Trata-se de pesquisa realizada por iniciativa daFundação Perceu Abramo em parceria com a Rosa Luxembourg Stiftung. Os nomes das pessoas responsáveis por este projeto, os seus resultados completos, assim como a metodologia de coleta e análise de dados escolhidas, encontram-se explicitados e disponíveis no site da fundação brasileira. Texto de Lettícia Leite. Não pretendo em nenhuma medida fazer aqui um comentário detalhado relativo ao panorama que os números coletados por esta sondagem permitem traçar. No entanto, quero destacar um dado que, embora alarmante, não me surpreendeu em nada: a conclusão de que nada mais nada menos do que 99% das declarações embutem um grau (variado) de não aceitação relativa às pessoas cuja identificação ou identidades sexuais são aí identificadas como ...

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    ame como quem nao teme

    Grito pelo fim do racismo e lesbofobia: 2ª Virada Feminista

    O horário de almoço de inúmeras pessoas que trabalham e circulam pelo Setor Comercial Sul, no centro de Brasília, foi agitado. Feministas de diversos movimentos organizados e feministas autônomas participaram do Grito pelo fim do Racismo e Lesbofobia. A manifestação teve o objetivo de chamar a atenção e convocar a população a reagir a todos os tipos de violência contra a mulher. De acordo com Guacira Oliveira, da coordenação da Articulação das Mulheres Brasileiras (AMB), a ideia era chamar a população para dar um basta na violência contra as mulheres "precisamos de uma reação, e isso é o papel de toda a sociedade", disse. O evento contou com as performances das atrizes Tina Carvalho, fantasiada de palhaça Marmota e de Anna Prado, que incorporou sua personagem "Annarkista de Cristo" e recitou poesias aos transeuntes. A DJ mais badalada na cena lésbica da capital, Pati Merenda, discotecou em plena praça e ...

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    caminhada lesbica43380

    Lésbicas protestam contra machismo, racismo e lesbofobia em SP

    Neste sábado (1º), a Avenida Paulista foi palco da 11ª Caminhada de Lésbicas e Bissexuais contra a violência e preconceito. A concentração começou por volta das 12h30 no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp). De acordo com a Polícia Militar, cerca de 1.500 pessoas participam da marcha. Ninja Caminhada reúne lésbicas e bissexuais na Avenida Paulista  Carregando cartazes com dizeres como "basta de machismo, chega de racismo, fora lesbofobia" e "violência contra a mulher não é o mundo que a gente quer", o grupo pedia o fim do preconceito e respeito aos direitos. As mulheres começaram a batucar, convocando as pessoas que passavam a se juntar no protesto. Algumas pegaram o microfone e gritaram "fora Feliciano", em referência ao deputado federal do PSC-SP que preside a comissão de Direitos Humanos da Câmara.Outros participantes, inclusive homens, travestis e estrangeiros usaram o microfone para discursar antes de começar ...

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    lesbicas-agredidas

    Lesbofobia: Lésbicas são agredidas dentro de um trem em São Paulo

    Na sexta-feira (15), no horário entre as 06:25h às 06:30h da manhã, duas lésbicas foram agredidas dentro de um trem na cidade de São Paulo. O incidente ocorreu na linha 9 esmeralda da CPTM entre as estações Santo Amaro e Granja Julieta. Segundo as vítimas, que são casadas a mais de dois anos, elas estavam dentro do trem quando um rapaz, com uma mochila enorme nas costas, entrou no vagão empurrando uma das meninas e, ao ser perguntado se não poderia carregar a mochila pelas mãos, que inclusive é a recomendação nesse caso, o mesmo passou a agredi-la verbalmente com palavras de baixo calão e alto teor homofóbico, logo em seguida o agressor passou a agredir a vítima fisicamente socando várias vezes seu rosto. A vítima preferiu não revidar para não agravar ainda mais a situação. Por mais absurdo que possa parecer, ao olhar para as pessoas que assistiam ao ...

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    fulanas

    Campanha Vacine-se contra o Racismo e a Lesbofobia fez a diferença na Rio+20

    O "Posto de Vacinação" da Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB) funcionou a todo vapor durante a Cúpula dos Povos na Rio+20, realizada em junho no Rio de Janeiro. Foram distribuídos cinco mil folders e adesivos com a proposta de "vacinar" a população contra o racismo, a lesbofobia e a economia verde. A campanha ficou sob o comando de Nilma Bentes, da coordenação da AMNB e do Centro de Estudos e Defesa do Negro no Pará (CEDENPA), e de Maria Luiza Nunes, também coordenadora do CEDENPA. De acordo com Maria Luiza, a principal mensagem da ação foi afirmar que qualquer pessoa pode parar de ser racista: "Foi uma campanha de vacinação pólio, pois todos e todas podiam se vacinar contra várias temáticas racistas e preconceituosas que podem, simultaneamente, adoecer o ser humano", informou. A ideia de criar um "Posto de Vacinação" durante a Cúpula dos Povos partiu das ...

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    amnb

    Defesa intransigente do Eixo 9 “Enfrentamento do Racismo, Sexismo e Lesbofobia” na III CNPM

    A Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras propõe, neste documento1, uma introdução ao debate sobre as desigualdades sociais vivenciadas pelas mulheres em suas diferentes identidades de gênero, tendo em vista a III Conferências de Política para as Mulheres. As Conferências são instrumentos legítimos de construção de políticas públicas e os gestores são os responsáveis por programar e implementar essas políticas. Nesse sentido, buscamos contribuir para o fortalecimento das mulheres negras na garantia de seus direitos e de uma sociedade mais justa exigindo o cumprimento das políticas aprovadas no Eixo 9, da II Conferência de Política para as Mulheres. Contextualizando Dados disponibilizados pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística revelam que, em 2010, o Brasil é um país habitado por uma população de 191 milhões de habitantes, sendo que a população negra soma 97 milhões de pessoas e, pela primeira vez, são maioria no Brasil. Entretanto... Levantamento feito pelo governo federal, com base em dados preliminares do Censo Demográfico de 2010, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ...

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    racismo-sexismo-e-lesbofobia

    PDF: Pensar o Brasil para o Enfrentamento do Racismo, do Sexismo e da Lesbofobia

    Relatório Final do Grupo de Trabalho para Fortalecimento das Ações de Enfrentamento ao Racismo, Sexismo e Lesbofobia no II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres Integrantes do Grupo de Trabalho no âmbito do Comitê de Articulação e Monitoramento do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres. Secretaria de Políticas para as Mulheres/PR Lourdes Maria Bandeira Aparecida Gonçalves Sônia Malheiros Miguel Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial/PR Eloá Kátia Coelho – titular Renata Melo – suplente Secretaria de Direitos Humanos/PR Pedro Pontual – titular Luiza Borges de Oliveira – suplente Conselho Nacional dos Direitos da Mulher Ângela Maria de Lima Nascimento Articulação Nacional de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB) Marinalva de Santanna Liga Brasileira de Mulheres Lésbicas (LBL), posteriormente substituída por: Maria Goretti Gomes Liga Brasileira de Mulheres Lésbicas (LBL) Convidadas da sociedade civil Jurema Werneck Sueli Carneiro Vanda Menezes Verônica Lourenço Vilma Reis Wania Sant´anna Grupo de Trabalho instituído pela Portaria ...

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    feminismo

    8 de março – Dia Internacional da Mulher. Lésbicas e bissexuais celebram a data, porém denunciam a lesbofobia brasileira

    Durante anos, mulheres de todo mundo lutaram por direitos fundamentais, que foram conquistados a duras penas, por mulheres que ousaram a se rebelar contra o machismo e o patriarcalismo de outrora, que teima, constante e sorrateiramente, retornar para a atualidade. No caso de mulheres homoafetivas, a situação é ainda pior. A homossexualidade ainda é um entrave no cotidiano do país, pouco aceita e respeitada por grande parte da população.  Segundo a pesquisa A Mulher Brasileira nos Espaços Público e Privado, da Fundação Perseu Abramo (2001), a cada 15 segundos, uma mulher é espancada. Em quase todos os casos de violência, mais da metade das mulheres não pede ajuda, somente em casos considerados mais graves como ameaças com armas de fogo e espancamento com marcas, cortes ou fraturas. “Lamentavelmente ainda vivemos em uma sociedade machista e patriarcal onde são negados diariamente direitos e garantias básicas às mulheres. Se tratando em mulheres ...

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    (Foto: Imagem retirada do site Folha de S. Paulo)

    Movimento negro pede que STJ suspenda ato de Weintraub revogando cotas para pós-graduação

    Organizações ligadas ao movimento negro protocolaram no Superior Tribunal de Justiça (STJ) um mandado de segurança pedindo a suspensão do último ato de Abraham Weintraub como ministro da Educação, no qual ele revogou a portaria estipulando cotas para negros, indígenas e pessoas com deficiência em cursos de pós-graduação. "Fica evidente que o ato praticado pelo sr. Ministro da Educação, à míngua de motivação, infelizmente, manchando a honorabilidade de tão alto cargo, não passou de mero melindre com sua demissão", afirma o documento, assinado pela Coalizão Negra, que reúne 150 entidades de defesa dos direitos dos negros, e pelo Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos (CADHU). O mandado de segurança alega ainda que a revogação da portaria "violou o direito líquido e certo dos impetrantes , que atuam na luta por um país justo, com igualdade de direitos e oportunidades, exigindo um longo e profundo processo de reparação histórica à população ...

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    Geledés se posiciona à consulta pública do Conselho Nacional de Educação (CNE)

    Posicionamento de Geledés Instituto da Mulher Negra à consulta pública do Conselho Nacional de Educação (CNE) relativa à proposta de Parecer que trata da Reorganização dos Calendários Escolares e a realização de atividades pedagógicas não presenciais durante o período de Pandemia da COVID-19.   Por Suelaine Carneiro Quem Somos: Geledés Instituto da Mulher Negra é uma organização da sociedade civil fundada em 30 de abril de 1988, que se posiciona em defesa de mulheres e negros por entender que são segmentos sociais que padecem de desvantagens e discriminações no acesso às oportunidades sociais em função do racismo e do sexismo vigentes na sociedade brasileira. Posiciona-se também contra todas as demais formas de discriminação que limitam a realização da plena cidadania, tais como: a lesbofobia, a homofobia, os preconceitos regionais, de credo, opinião e de classe social. Compreendemos a educação como um direito humano, cabendo ao Estado brasileiro garantir e efetivar ...

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    Violência doméstica e os precipícios do machismo

    Nas janelas, lenços brancos denunciam opressão. Surgem redes solidárias. No Congresso, propostas punitivas só arranham o patriarcado. Uso emergencial de hotéis durante isolamento é opção — mas elas terão até de ser expulsas de casa?… Por SOS Corpo, Do Outras Palavras (Foto: Getty Images) Uma questão que tem se destacado como um problema na situação de confinamento social por conta da pandemia é tanto o agravamento quanto o aumento da violência doméstica contra as mulheres. Lideranças do mundo todo reforçam e tomam medidas para efetivar o isolamento social como medida fundamental para conter o vírus. #Fiqueemcasa está entre as hashtags mais usadas nas últimas semanas em todas as redes sociais, por personalidades, organismos internacionais e Estados. O governo Bolsonaro segue isolado, remando contra a maré. Até Donald Trump, que ensaiou ser contra as medidas de isolamento social, reviu sua posição. O que é a solução para ...

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     Advogada, ativista do movimento de mulheres negras e de direitos humanos e ensaísta nas horas vagas.

    Madam C.J Walker e os cabelos crespos : de tetos oprimidos a reinveções de si.

    “ Fazer as pazes conosco parece-se, penso para comigo, com fazer as pazes com a nossa ascendência, como se estarmos bem na nossa pele adviesse do apaziguamento de termos uma família. Separam-se então as forças — à estética o que é da estética, à moral o que é da moral — para no instante seguinte nos depararmos com a maneira como tal separação de forças não pode ter lugar.” (Djamila Almeida , Esse Cabelo , 2017) Por Allyne Andrade e Silva, enviado para o Portal Geledés   Elenco Yabá: Mulheres Negras (Foto: Nathália dos Anjos) Ontem, assisti de uma tacada só a minissérie do Netflix da Madame CJ Walker. O seriado conta a brilhante história de CJ Walker e entremeia temas como colorismo, machismo, lesbofobia, solidão da mulher negra, racismo, ética no empreendedorismo, alcoolismo, liberdade. A série me trouxe algumas reflexões e desejos de provocações. A ...

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    MULHERES SEGURAM CARTAZ EM PROTESTO CONTRA A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES. (FOTO: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL)

    As várias faces da violência contra as mulheres

    Em um país de violência contra mulher tão múltipla e naturalizada, seu combate merece atenção prioritária e debate honesto sobre o tema Por Enfermeira Nazaré Lima, do Carta Capital MULHERES SEGURAM CARTAZ EM PROTESTO CONTRA A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES. (FOTO: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL) A violência contra as mulheres representa violação de direitos humanos que ocorre independente de raça, credo religioso, etnia, orientação sexual e faixa etária. Dentre essas violações estão o estupro, o abuso sexual, o feminicídio, o lesbocídio, a violência física, familiar, obstétrica, patrimonial, institucional e ainda a violência moral caracterizada por qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria. Sua presença tão marcante na sociedade brasileira é reflexo da ausência de políticas públicas eficazes no enfrentamento e prevenção da violência. Os governos em suas diversas esferas: Federais, Estaduais e Municipais, precisam comprometer-se com essa pauta, tão essencial para a qualidade de vida, principalmente ...

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    20200127 - TIRADENTES/MG - 23ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES - SEMINÁRIO ENCONTRO COM OS FILMES Local: CINE-TEATRO SESI
Bate-papo do filme UM DIA COM JERUSA, com a presença da diretora e convidados. • Crítica convidada: Letícia Bispo | DF
Mediadora: Lila Foster – curadora | DF- Foto Netun Lima/Universo Produção

    O Aniversário é de Jerusa, Mas o Presente é Nosso

    Um Dia Com Jerusa abriu a Mostra Imaginação Como Potência, tema central da 23a. Mostra de Cinema de Tiradentes.  Dirigido pela cineasta Viviane Ferreira o longa é um compromisso poético com um cinema político de oralidade que não quer nem precisa fazer  concessão à crítica. Por isso mesmo já nasce histórico: Fruto do primeiríssimo e até agora único edital de Longa B.O. Afirmativo da Ancine, de 2016; o longa traz uma equipe feminina e majoritariamente negra que teve a primeira oportunidade na tessitura de um longa estrelado por Lea Garcia, referência histórica do cinema nacional. Vale destacar que do alto de seus 86 anos, dos quais 68 como atriz, é a primeira vez Léa  que protagoniza uma história concebida e executada por mulheres negras. Um filme para ser celebrado.  Por Viviane Pistache para o Portal Geledés  23ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES - SEMINÁRIO ENCONTRO COM ...

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