sexta-feira, março 5, 2021

Resultados da pesquisa por 'literatura'

Ashanti: nossa pretinha/Malê Mirim

Literatura infantil para incentivar a autoestima em crianças negras

A escritora Taís Espírito Santo lança o livro infantil “Ashanti: nossa pretinha” pela Editora Malê. O evento ocorre no sábado, 06/03, às 19 horas, no canal do YouTube da editora, e contará com a presença da escritora e do ilustrador do livro, Cau Luis. A obra narra a história do nascimento de Ashanti, uma menina muito esperada e amada pelos seus familiares. Taís Espírito Santo conta que decidiu criar uma história sobre o nascimento de uma menina negra, destacando a atuação de um pai presente, carinhoso e atencioso como forma de homenagear o próprio pai, Francisco, assim como todos os pais que participam deste momento tão especial e tão surpreendente, “A família de Ashanti também é a minha, o livro é uma narrativa sobre amor e ancestralidade. É a representatividade de famílias pretas em comunhão, o que quase não vemos nos livros”. Cau Luís é cartunista, ilustrador, escritor e professor ...

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A mineira Cidinha da Silva lança o livro "Oh, margem! Reinventa os rios!"
Imagem: Divulgação

Margens moldam o rio da literatura brasileira na prosa de Cidinha da Silva

Cidinha da Silva não está resfriada. Mas a prosadora e escritora mineira, tal qual Frank Sinatra décadas atrás, não está disponível para uma entrevista por vídeo ou por ligação que facilite uma tentativa de perfil literário da autora de "Um Exu em Nova York" (2018), obra vencedora do Prêmio da Biblioteca Nacional. Cidinha está relançando as crônicas de "Oh, margem! Reinventa os rios!" em uma edição aumentada e organizada no ritmo ágil dos rios mineiros que fogem dos estouros de barragem, como foi o caso do Doce. Esta edição da editora Oficina Raquel inclui cinco textos inéditos, mais o prefácio do mestre Paulo Scott (finalista do Prêmio Jabuti deste ano com o fundamental "Marrom e Amarelo"). Cidinha da Silva não está resfriada e eu não sou Gay Talese - o jornalista dândi americano que ajudou a moldar o jornalismo literário. No entanto, Cidinha pode responder minhas perguntas por e-mail em ...

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Conversa de Portão #4: A literatura de Cidinha de Silva

Cidinha da Silva, 53, é uma escritora prolífica e premiada. Mas ainda tem que trabalhar para financiar essa atividade. "85% do meu tempo eu passo trabalhando para conseguir financiar algumas horinhas de escrita durante a semana e no final de semana. Horinhas, mesmo. Horinhas muito caras", diz a convidada do quarto episódio do Conversa de Portão (a partir de 8:56 do arquivo acima) Nascida em Minas Gerais, Cidinha mora em São Paulo e tem dezessete livros publicados, entre crônicas, contos e dramaturgias. É editora e fundadora da Kuanza Produções, e em 2019 recebeu o prêmio Clarice Lispector da Biblioteca Nacional pela obra "Um Exu em Nova York". Suas publicações já foram traduzidas para inglês, espanhol, italiano e alemão. Seus textos, cheios de africanidades e ancestralidades, já foram utilizados também em vestibulares de instituições como USP e Unicamp. Agora, até as horinhas autofinanciadas estão ameaçadas. Segundo Cidinha, a aprovação da proposta ...

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Bel Santos Mayer (Foto: Daniela Trindade / Divulgação)

Bel Santos Mayer: educadora faz da literatura sua arma de revolução social

"Gerar vida por meio da palavra". Imagine um projeto que faz com que a leitura aconteça dentro de um cemitério e, a partir dali, estabeleça um ciclo de vida e de transformação social. Foi isso que a Biblioteca Caminhos da Leitura, criada há 11 anos em Parelheiros, periferia da zona sul de São Paulo, fez pelos jovens. Foi na casa do coveiro, único lugar disponível no bairro, que adolescentes e livros se instalaram. As histórias de vida, esperança e força se estenderam para além dos muros do cemitério, chegando na maternidade, nas ruas e nos comércios locais. Uma das principais responsáveis por isso é Bel Santos Mayer, educadora e coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário (IBEAC), que está na área social desde os 14 anos quando criou, junto com amigos, uma casa de acolhida para meninas em Sapopemba, região leste da cidade, onde morava. Vinda de uma ...

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A escritora Maria Firmina dos Reis, em desenho: não há imagem da autora disponível, e retrato que conhecido é na verdade da escritora gaúcha Maria Benedita Cãmara
Imagem: Câmara dos Deputados/Reprodução/Imagem retirada do site TAB

Autora negra antecipou o abolicionismo na literatura brasileira em 1859

"Sei que pouco vale este romance, porque escrito por uma mulher, e mulher brasileira, de educação acanhada e sem o trato e a conversação dos homens ilustrados (?)." É assim que Maria Firmina dos Reis (1822-1917), então professora de primeiras letras de São José de Guimarães, vila litorânea no Maranhão, inicia "Úrsula", obra publicada em 1859. Pedindo licença para que o livro pudesse caminhar entre nós, a autora, registrada como "uma maranhense" no frontispício da primeira edição, não poderia imaginar qual seria o impacto de sua "tímida e acanhada" produção: "Úrsula" não apenas se tornou a obra inaugural de nossa literatura afro-brasileira — marcando de vez a posição de Firmina na historiografia literária nacional —, como antecipou em no mínimo dez anos os debates abolicionistas que viriam aterrissar nas terras do então Império. Conhecido como o primeiro romance de autoria negra e feminina no Brasil — e o primeiro no ...

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Getty Imagem

Literatura infantil com personagens negras: narrativas descolonizadoras para novas construções identitárias e de mundo

Este artigo parte de reflexões sobre a fabricação de uma história única, que elege e valoriza determinada cosmovisão em detrimento das outras que compõem a formação histórico-cultural de um povo ou nação, legitimando e transmitindo apenas uma herança cultural. No Brasil, esse discurso tem apresentado o povo negro como escravo, submisso, inferior... Na escola, uma das importantes vias de transmissão de tal narrativa são as histórias nos livros de literatura, que sugerem padrões do que é verdadeiro, bom e bonito, a partir da supremacia branca e heteronormativa. Este artigo analisa e problematiza, de modo interdisciplinar, dois textos da literatura infantil contemporânea que provocam a desnaturalização das narrativas e das relações colonizadoras e dualistas: entre o bem e o mal, o certo e o errado, o belo e o grotesco, o incluído e o excluído. Eles mobilizam discursos de africanidades e negritudes para o empoderamento da criança negra. Conforme observado em ...

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Irmãos lendo em tablet (Foto: Getty Images)

A importância da representatividade negra na literatura infantil

O incentivo à literatura infantil não é somente "coisa de criança", sobretudo, quando falamos sobre representatividade negra. Logo, a representatividade negra na literatura infantil também não é "coisa" somente de papais e mamães de pele negra. Instigar leituras com protagonismo negro pode ser algo que auxilie pais e mães a moldar e estimular o respeito e a percepção da diversidade racial e social do nosso país em suas crianças. O avanço dos movimentos de luta contra o preconceito racial no Brasil não vem de hoje e o atual momento em que a luta antirracista está em voga, só demonstra um grito de séculos de silenciamento em que as temáticas negras vêm sofrendo com diversas manifestações de racismo que está solidificado no racismo estrutural. Portanto, o estímulo à aquisição de literaturas infantis que retratem a diversidade racial, com personagens negros, precisa ser valorizada e demonstrada às crianças através do despertar de ...

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Reprodução/Facebook

Assista: Festival Literário de Literatura Negra da Zona Norte de SP-Narrativas para a emancipação

FELLIN - Festival Literário de Literatura Negra da Zona Norte de São Paulo. O evento será destinado a valorização dos saberes da população africana e afrodiaspórica. Acontecerá a partir dos dias 13 até o dia 17 de julho de 2020. Em 2020 será online, via transmissão YouTube.   Festival Literário de Literatura Negra da Zona Norte de SP-Narrativas para a emancipação Informações: Apresentação 19h - Performance: Sarau Alcova 20h - Mesa 4 - Narrativas para a emancipação Convidadas: Cidinha da Silva e Vilma Piedade - Moderadora: Ingrid Soares 

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Ana Maria Gonçalves e Fernanda Miranda são as primeiras convidadas do Projeto Autoria Negra na Literatura Contemporânea, com curadoria de Cidinha da Silva e Daniel Ramos.

 Imagem retirada do site SESC

Sesc Pinheiros realiza o encontro “Autoria Negra na Literatura Contemporânea”

Debate com curadoria e condução de Cidinha da Silva convida as escritoras Ana Maria Gonçalves e Fernanda Miranda O encontro virtual acontece quinta-feira, 2 de julho, às 20h, ao vivo no YouTube do Sesc Pinheiros (youtube/sescpinheiros) O Sesc Pinheiros apresenta o projeto “Autoria Negra na Literatura Contemporânea”, uma série de encontros mensais ao vivo com escritoras negras da atualidade. Com curadoria de Daniel Ramos (técnico de literatura do Sesc Pinheiros) em parceria com Cidinha da Silva, o projeto abre um panorama da literatura de autoria de mulheres negras no Brasil. Os encontros abrangem escritoras de diversas localidades, sempre compostos por duas autoras e com mediação da curadora Cidinha da Silva. Nessa quinta-feira, 2 de julho, às 20h, temos a autora Ana Maria Gonçalves (Minas Gerais) e a pesquisadora Fernanda Miranda (São Paulo). “Autoria Negra na Literatura Contemporânea” busca debater a produção contemporânea de literatura feita no Brasil a partir da diversidade de vozes, gêneros e sobre questões ...

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Livros foram doados por diversas instituições e estão sendo incluídos nas cestas básicas doadas a pessoas em situação de rua e famílias pobres - Corra pro Abraço

Arroz, feijão e livros; cestas básicas estão incluindo literatura na Bahia

“Um livro como um abraço” é o mote de uma campanha realizada em Salvador. Além da tradicional cesta básica com alimentos e produtos de higiene, pessoas em situação de vulnerabilidade na capital baiana também estão recebendo literatura durante a pandemia do coronavírus. "A gente resolveu propor a inclusão de literatura nas cestas básicas e disponibilizar também nas ruas esses livros, para que sejam uma alternativa de entretenimento. As pessoas estão nessa situação de empobrecimento que leva à fome de comida, mas que está também relacionada à ausência de outros 'alimentos'. Os alimentos para o espírito, como livros, a educação, uma boa estrutura de redes e relações que lhe permitam ter condições dignas de vida”, afirma Trícia Calmon, coordenadora geral do Corra pro Abraço, um programa de redução de danos da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia, que desenvolveu o projeto de literatura. Trícia diz que as ...

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Imagem: Geledes

Menino de 12 anos é vítima de racismo em seu perfil sobre literatura

Na última quarta-feira (27), um menino de 12 anos foi vítima de racismo em sua página do Instagram, onde compartilha resenhas de livros e conteúdo geek. Adriel Bispo de Souza é de Salvador, na Bahia, e recebeu as mensagens pelo direct da rede social. Depois de conversar com sua mãe, ele decidiu se posicionar. “Esse tipo de coisa não me abala em nenhum ponto. Aliás, tenho orgulho de ser negro”, declarou. Adrieu, que exibiu os prints da conversa, ainda aproveitou para passar uma mensagem ao racista. “Em pleno século 21 pessoas ainda são racistas? Atualizem-se. Insultos acabam com psicológico de pessoas fracas”, disse. O menino ainda apontou os erros de escrita de seu hater: “Aprende a escrever, cara. Isso não é um insulto, e sim um conselho”. A mensagem racista dizia: “Porco gordo. Eu achava que Preto era pra ta cavando mina nao lendo. Para de se trouxa e volta ...

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Editora Rocco/Vashti Harrison

Representatividade importa: educação antirracista e literatura infantil

Nasci em 1980. Cresci vendo “Xou da Xuxa” e desenhos protagonizados por personagens brancos. Eu também era uma criança que gostava de ler. Nos meus livrinhos, havia príncipes e princesas. Todos loiros de olhos azuis. Alguns eram diferentes, tinham os olhos verdes, como a apresentadora Angélica. Quando eu desenhava, as personagens eram brancas. As minhas bonecas também eram majoritariamente brancas. Com exceção das bonecas de pano que minha mãe fazia para mim. Essas tinham cabelos escuros e cacheados. Por não ter tido muitos livros protagonizados por personagens negros na minha infância, sou uma adulta que consome literatura infantil. Eu compro todos os lançamentos interessantes, livros escritos por autoras e autores negros como Bell Hooks, Toni Morrison, Maya Angelou, Lázaro Ramos, dentre outros. Dos meus livros infantis favoritos, indico dois lançamentos. O primeiro é Sulwe, escrito pela premiada atriz queniana Lupita Nyong’o, ilustrado por Vaschti Harrison e publicado no Brasil pela ...

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Kiusam de Oliveira. Foto: YoungClover.com

“A literatura tem permitido que crianças negras se valorizem como tal”

Autora de livros infantis sobre racismo e direitos humanos, Kiusam de Oliveira é também professora e se inspirou em sua própria experiência com o preconceito para escrever histórias Por Marília Marasciulo, da Revista Galileu Kiusam de Oliveira. (Foto: YoungClover.com) A autora de livros infantis Kiusam de Oliveira, 54 anos, abraçou uma causa nada simples: tratar de temas espinhosos como racismo e direitos humanos de uma forma que crianças compreendam, se identifiquem e, o mais importante, se encantem. Para isso, buscou na sua própria experiência e vivência como estudante e professora negra a inspiração para histórias que hoje são tidas como referência na educação infantil. Nascida em Santo André, na Grande São Paulo, Oliveira é filha de uma tricoteira que sempre priorizou a educação. “Minha mãe, mesmo muito pobre, primava pelos estudos e dizia: ‘nós vamos dividir um ovo em quatro partes, mas você vai ter uma ...

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Young african woman relaxing at home and reading a book, she is lying on the bed

Identificação com a cultura negra através da literatura

A história dos negros no Brasil é marcada, desde sempre, por uma luta constante contra um processo sistemático que tenta a todo momento apagar partes da sua história. E a forma mais eficiente que acharam para desenvolver esse processo de “apagamento” foi através da base, mais especificamente na educação. Por  João Guilherme de Lima Melo, enviado para o Portal Geledés É nas escolas que as crianças têm o primeiro contato com o que a sociedade em geral caracteriza como normal, como certo. E é neste mesmo local, e neste mesmo momento que as crianças começam a ser afastadas de alguns pontos de suma importância para a sua formação pessoal. Trazendo novamente a questão para a temática racial, os jovens negros desde cedo são levados a entender que a sua cultura tradicional, assim como os seus traços físicos característicos, não fazem parte do padrão de normalidade estabelecido na sociedade. Com isso, ...

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Três mulheres vencem o prêmio Oceanos de literatura

Portuguesa Djaimilia Pereira de Almeida, autora de 'Luanda, Lisboa, Paraíso', ficou com o primeiro lugar Por Bruno Molinero, Da Folha de S.Paulo Djamilia Pereira de Almeida, autora do livro 'Luanda, Lisboa, Paraíso' (Foto: Agência Ophelia/ Divulgação) A escritora portuguesa Djaimilia Pereira de Almeida foi anunciada a vencedora do prêmio Oceanos deste ano, com o livro "Luanda, Lisboa, Paraíso", publicado pela Companhia das Letras. O prêmio de literatura em língua portuguesa paga ao vencedor R$ 120 mil e foi anunciado em cerimônia no Itaú Cultural, em São Paulo, na manhã desta quinta-feira (5). Em seu segundo romance, Almeida narra a viagem de um pai com seu filho de Luanda para Lisboa, em direção à favela de Paraíso, para que esse pai passe por um tratamento médico em Portugal nos anos 1980. Segundo o júri, "Djaimilia Pereira de Almeida compõe, através de linguagem viva, um relato sensível sobre ...

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Lima Barreto na época da 1ª edição do Recordações do Escrivão Isaías Caminha  (Agência Brasil), e detalhe de crônica inédita do escritor encontrada após sua morte (Biblioteca Nacional) – Fotomontagem: Jornal da USP

Lima Barreto: literatura que se confunde com vida pessoal denuncia racismo

Historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz mostra como a “escrita de si” de Lima Barreto denunciou perseguições racistas e o fim de uma utopia de inclusão que não se concretizou no fim da escravidão Por Margareth Artur, do Portal de Revistas USP Lima Barreto na época da 1ª edição do Recordações do Escrivão Isaías Caminha (Agência Brasil), e detalhe de crônica inédita do escritor encontrada após sua morte (Biblioteca Nacional) – Fotomontagem: Jornal da USP Lima Barreto, autor de Triste fim de Policarpo Quaresma, hoje um clássico da literatura brasileira, nasceu no dia 13 de maio de 1881, e tomou a data como “predestinação” em sua vida, visto toda sua obra representar “uma forma de revisão crítica do período em que existiam escravizados no Brasil e do contexto do pós-emancipação“. Em artigo na revista Estudos Avançados, a professora da USP Lilia Moritz Schwarcz analisa como, em boa ...

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Toni Morrison: escritora produziu romances com temas tabus para a época (Timothy Greenfield-Sanders/Bloomberg)

Sai em português ensaios de Toni Morrison sobre racismo e literatura

A Nobel de Literatura escreve sobre Harriet Beecher Stowe, Ernest Hemingway e William Faulkner Por Euler de França Belém, do Jornal Opção Toni Morrison, escritora e crítica americana (Foto: Timothy Greenfield-Sanders/Bloomberg) Recém-falecida, Toni Morrison é uma prosadora extraordinária. Os romances “A Canção de Solomon” e “Amada” são obras-primas. O primeiro encantou o crítico Harold Bloom, que escreveu um belo ensaio a seu respeito — ainda que não tivesse nenhum entusiasmo pela militância da Nobel americana. Mas há “outra” Toni Morrison, a ensaísta, quase tão boa quanto a romancista. Divulgação “A Origem dos Outros — Seis Ensaios Sobre Racismo e Literatura” (Companhia das Letras, 152 páginas, tradução de Fernanda Abreu). A editora resume: “Toni Morrison, ganhadora do prêmio Nobel de literatura, reflete sobre questões raciais, políticas públicas de imigração e outros temas contemporâneos em ensaios pungentes e profundos. “Baseado nos discursos que Toni ...

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Confira a programação da edição 2019 do Festival do Livro e da Literatura de São Miguel

Confira a programação completa da edição 2019 do Festival do Livro e da Literatura de São Miguel, cujo tema é "Literatura de Saberes: Identidade, Territórios e Expressão dos Povos": Da Fundação Tide Setubal  Divulgação/ Tide Setubal 4 DE NOVEMBRO Aldeia Satélite (Rua Tenente Luís Fernando Lôbo, 118 – São Miguel Paulista) 19h – Sarau Arte Canal + lançamento da Coleção Slam (Editora Autonomia Literária) O Sarau Arte Canal é realizado por artistas da Aldeia Satélite e engloba artes visuais, música, literatura, teatro e audiovisual. Nesta edição, também acontecerá o lançamento da Coleção Slam, pela Editora Autonomia Literária, que traz ao público leitor textos poéticos escritos para serem declamados em voz alta, performaticamente, em uma das cenas culturais mais impactantes do século 21: o slam. EMEF José Honório Rodrigues (Rua do Pombo Correio, 50 – Jardim dos Ipês) 14h – Alunos apresentam recital Os alunos do apoio ...

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Foto: Joyce Fonseca

A mais pura representação da voz negra feminina na Literatura

Aos 71 anos, a escritora mineira Maria da Conceição Evaristo de Brito, ou, a internacional Conceição Evaristo, é artífice na luta pela afirmação das mulheres negras como produtoras de conhecimentos. Por Arísia Barros, do Cada Minuto Foto: Joyce Fonseca Em 1990, estreou na literatura com obras publicadas na série Cadernos Negros,. Militante ativa do movimento negro, Conceição defende a literatura como um ato político! Existimos! Somos! Em junho de 2018, Conceição Evaristo entregou a carta de autoapresentação para concorrer à cadeira de número 7, originalmente ocupada por Castro Alves, na Academia Brasileira de Letras.Não venceu, mas, mobilizou, efevercentemente, os movimentos negros na possibilidade da oportunidade de ocupaçao dos espaços na Academia-conservadora. Moradora de comunidade de Belo Horizonte e de uma família muito pobre, com nove irmãos, Conceição, é gigante quando afirma que " imaginário brasileiro, pelo racismo, não concebe reconhecer que as mulheres negras são intelectuais” ...

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“A literatura periférica fala diretamente com a realidade de adolescentes e jovens” – Fundação Tide Setubal entrevista Rodrigo Ciríaco

Rodrigo Ciríaco é formado em história e atua como educador desde 2001, quando começou como professor eventual na rede estadual e, ao mesmo tempo, fazia trabalho voluntário escrevendo na revista OCAS. Em 2006, começou a ter contato com os saraus das periferias, em especial com o da Cooperifa, e passou a interessar-se pela ideia de trabalhar com os saraus dentro das escolas. Por Daniel Cerqueira, da Fundação Tide Setubal Foto: Renata Armelin Em 2009, fundou o grupo “Os Mesquiteiros” e deixou, em 2016, a docência na escola pública para se dedicar aos saraus, vindo a desenvolver o que chama de “Pedagogia dos saraus”. Rodrigo é também escritor e já publicou quatro livros, entre eles o “Te Pego Lá Fora”. Nesta entrevista, conversamos com o educador e escritor sobre as perspectivas do movimento literário das periferias, a relevância dessa literatura para o letramento de adolescentes e jovens, ...

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