Resultados da pesquisa por 'literatura negra'

    Reprodução/Facebook

    Assista: Festival Literário de Literatura Negra da Zona Norte de SP-Narrativas para a emancipação

    FELLIN - Festival Literário de Literatura Negra da Zona Norte de São Paulo. O evento será destinado a valorização dos saberes da população africana e afrodiaspórica. Acontecerá a partir dos dias 13 até o dia 17 de julho de 2020. Em 2020 será online, via transmissão YouTube.   Festival Literário de Literatura Negra da Zona Norte de SP-Narrativas para a emancipação Informações: Apresentação 19h - Performance: Sarau Alcova 20h - Mesa 4 - Narrativas para a emancipação Convidadas: Cidinha da Silva e Vilma Piedade - Moderadora: Ingrid Soares 

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    Toni Morrison. A literatura negra americana ficou órfã de mãe

    A primeira mulher negra a conquistar o Nobel da literatura morreu na noite de segunda-feira. Toni Morrison, autora de Beloved, tinha 88 anos. Por José Cabrita Saraiva, Do JornalI Barack Obama apresenta a Medalha Presidencial da Liberdade para autor de Toni Morrison durante uma cerimônia em 29 de maio de 2012 na Sala Leste da Casa Branca, em Washington. O prêmio é a mais alta honraria civil do país. (AFP PHOTO / Mandel NGAN) Quando recebeu o prémio Nobel da literatura de 1993, Toni Morrison terminou o seu discurso perante a Academia Sueca com estas palavras: “Nós morremos. Talvez seja esse o significado da vida. Mas fazemos linguagem. Essa pode ser a medida das nossas vidas”. A autora multipremiada, que denunciou e combateu o racismo através da sua obra e das suas intervenções públicas, morreu na noite desta segunda-feira, dia 5 de agosto, num hospital de ...

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    O espetáculo "Eu vim da Ilha" traz referências das comunidades ribeirinhas do São Francisco / Cia Biruta

    “Entre Margens” valoriza a literatura negra no Vale do São Francisco

    Quinta edição do evento acontece com exposições, oficinas e degustações literárias Por Vanessa Gonzaga, do Brasil de Fato  O espetáculo "Eu vim da Ilha" traz referências das comunidades ribeirinhas do São Francisco / Cia Biruta Acontece até domingo (11), no SESC Petrolina o “Entre Margens: Encontro com a literatura”. A proposta do evento é dar espaço e visibilidade para autores e autoras que vivem à margem das imposições sociais. Com o tema “Narrativas (in) Visíveis”, a programação acontece em Petrolina e na cidade vizinha de Lagoa Grande, na comunidade do Lambedor. O evento também relaciona a literatura a condições sociais, políticas, culturais que limitam a difusão da produção literárias dos autores e autoras. Desde o início da semana já passaram pelos espaços de debate o poeta Miró da Muribeca, Cida Pedrosa e André de Leones. Na sexta, quem se apresenta é Cristiane Sobral, com o Recital Não ...

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    Fundação Tide Setubal realiza festival de literatura e debate literatura negra e a luta contra o racismo

    Já é tradição: todo ano, crianças, jovens, escolas e moradores de São Miguel Paulista participam do Festival do Livro e da Literatura de São Miguel , realizado pela Fundação Tide Setubal. Em 2017, o tema do evento, que acontece entre 8 e 10 de novembro, é “Letras Pretas: poéticas de corpo e liberdade”, trazendo um debate sobre a importância da literatura negra e de sua valorização para a promoção da identidade negra, o fortalecimento do povo negro e a luta pela equidade. Do  Gife  “No Festival, a literatura é trabalhada como um instrumento de mediação para abordar temas importantes na sociedade contemporânea, permitindo que a gente pense em novos caminhos, imagine novos mundos”, diz Inácio Pereira, coordenador da projetos da Fundação Tide Setubal. “Em 2015, após constatarmos um aumento da intolerância e da ausência de escuta no país, decidimos trabalhar a importância das diferentes vozes na sociedade. Para incentivar o diálogo, ...

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    Procura-se: Leitores de Literatura Negra Feminina, Prêmio: Cultura da mais Alta Qualidade

    Procura-se: Leitores de Literatura Negra Feminina Por Wilson Do Estante do Wilso Procura-se leitores de literatura negra feminina é uma provocação deliciosa da poeta e jornalista Elizandra Souza que por meio de postais digitais busca sensibilizar as pessoas para conhecerem uma literatura realizada às margens através do selo Mjiba. O Prêmio é a possibilidade de conhecer uma literatura feita por mulheres negras. Segundo a Elisandra Sousa a ideia surgiu quando percebeu a invisibilidade das mulheres negras no universo literário. Embora o crescimento de mulheres negras no mercado literário, principalmente vindas das periferias, seja nítido a ausência de leitores foi notado imediatamente e nessa esteira a possibilidade de reverter esse jogo. Com isso surgiu no mês de julho em alusão ao Dia da Mulher Negra Afro-Latino-Americana e Caribenha, comemorado no dia 25 uma ação voltada para trazer para o debate a Literatura Negra Feminina com o intuito de compreender os caminhos percorridos e pensar em ...

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    Academia Brasileira de Letras/Divulgação

    A escrita machadiana e a literatura negra

    Resumo Este artigo tem como objetivo a reflexão sobre a relação entre literatura e sociedade, tendo-se em vista que é impossível pensar na literatura como um fenômeno isolado. Visa-se também analisar os elementos que permitem considerar o conto “Pai contra mãe”, de Machado de Assis, literatura negra. Para estreitar a relação entre a situação da população afrobrasileira na sociedade e a escrita machadiana, pretendemos informar ao leitor que o conto que será analisado foi publicado no ano de 1906, poucos anos após o fim do período da escravidão no Brasil, abolida formalmente no ano de 1888. Do Periodicos Refletindo sobre a relação entre literatura e sociedade, Antonio Candido afirma que o “externo (no caso o social) importa não como causa, nem como significado, mas como elemento que desempenha certo papel na constituição da estrutura, torna-se, portanto, interno.” (CANDIDO, 1976, p. 4). Na mesma linha de raciocínio, Todorov (2009) aponta que é ...

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    ENSAIO: Da universidade brasileira como parte do mundo bagunçado e sujo no qual raça importa: reflexões sobre a literatura negra nos espaços formais de pensamentos

    RESUMO O presente ensaio visa traçar algumas considerações a respeito da Literatura Negra nos espaços formais do pensar crítico-literário e social brasileiro a partir das observações traçadas por Miriam Alves em seu texto para o Cadernos Negro, de 2002. Em especial, o não reconhecimento desta literatura como legítima por parte de alguns grupos acadêmicos. Debruçando-se sobre a fala de Zilá Bernd, Miriam Alves fala a respeito da planificação que a crítica gaúcha faz das produções literárias dos grupos discriminados: mulheres e pretos. Na mesma linha buscamos problematizar este discurso das tradicionais teoria e crítica da literatura, dentro dos espaços formais do pensar, buscando evidenciar como nossa área de interesse, os estudos literários, não se aparta da sociedade brasileira quando se trata de minorar a emancipação dos pretos. A análise aqui proposta é norteada pelos pensamentos de Stuart Hall, sobre raça como “significante flutuante”, e as considerações de John H. Stanfield II, ...

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    Jornalista Etiene Martins cria canal para falar sobre literatura negra

    A jornalista e publicitária Etiene Martins, inaugura  canal para falar sobre literatura negra .   por Mônica Aguiar, do MULHER NEGRA   De acordo com Etiene,  a proposta que toda semana tenha um vídeo novo para falar de uma literatura negra e assim estimular a leitura destas literaturas. O primeiro vídeo , foi publicado dia 27 de outubro,  no Youtube,  esta disponível acima..   A iniciativa de Etiene,  dar plena condições para professores,  que estão envolvidos com implementação da Lei 10639/13, desenvolver um trabalho bem bacana nas escolas.   Mesmo com a falta de investimento por parte de várias governos e gestores para implementação da lei independente da esfera administrativa, mesmo com  o desconhecimento por parte de vários professores com relação ao tema e dificuldade ao acesso de material para estudos da  história e cultura dos afro-brasileira, o preconceito e  a  discriminação existentes  por parte de vários conselhos municipais do pais, mesmo com a falta de um prazo estabelecido dentro da ...

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    Geni Guimarães: a cor da ternura da literatura negra

    Escritora e poetisa, Geni Guimarães versa sobre uma vida simples, bucólica e expõe conflitos raciais com potência Por Juliana Gonçalves, do Brasil de Fato  Mulher simples, da roça do interior de São Paulo, Geni Guimãres veio de família grande. Conversava com os bichos e ao se alfabetizar, começou a escrever sem um objeto específico e logo viu que escrevia. Descrevendo seus familiares negros, se firmou na literatura negra. Histórias inventou para além do tempo, mas versar, não. Versar começou aos 8 anos. De lá para cá, tantas luas. Não sabe dizer que poesia gosta mais. “É o mesmo que perguntar para mãe qual filho gosta mais”, brinca.  “Mas tem um poeminha chamado ‘Visão de Mim’ que me resume: Plantei árvores e poeta, fiz poemas redondos, do vento extrai minhas raízes saudáveis de negrume e altivez, no entanto isso tudo me indefine e o gosto do que fiz me incompleta, sou inacabada até que a morte me ...

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     Feijão Preto

    Por que trabalhar com Literatura Negra em sala de aula?

    Apesar da implementação da Lei 10.639/2003 que diz respeito à obrigatoriedade da inclusão da História e Cultura Afro-Brasileira no currículo oficial da rede de ensino e sua posterior alteração, através da 11.645/2008, que acrescenta à regulamentação anterior a questão Indígena, a educação formal brasileira ainda precisa ampliar a discussão sobre questões raciais na educação. A legislação vigente evidencia a necessidade de tratar da história e cultura africana e afro-brasileira como elementos importantes e indispensáveis na formação dessa sociedade. Por Lissandra Ramos, do A Tarde Nesse sentido, a criação das referidas leis aponta, ao mesmo tempo, para uma necessidade e para uma omissão. Ou seja, se por um lado, o Brasil avança ao reconhecer a importância de tais temáticas no contexto educacional; por outro, essa medida denuncia o apagamento e a negação experimentados ao longo do tempo. Por isso, é válido discutir o ensino da Literatura negra nesse cenário. Segundo a ...

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    Jennifer Nansubuga

    A surpresa da literatura negra

    Jennifer Nansubuga homenageia sua tradição oral Nem americana, nem africana, nem cidadã do mundo. O termo afropolita, impulsionado pela escritora Taiye Selasi, equivale a uma realidade: ser africana do mundo, que é a sua própria. Esta ganesa residente em Berlim – cujo livro Ghana Must Go – faz referência a “uma noção mais flexível de identidade.” Faz parte de uma geração de narradoras nascidas no continente e educadas no Ocidente, lançadas ao mundo a partir do Canadá, dos EUA ou do Reino Unido, que mostram o outro lado de sua sociedade. “As representações ocidentais reduzem todo um continente ao clichê que convém a eles”, comenta Selasi, que viu como as traduções para o italiano e o alemão de seu livro suprimiam a alusão ao país no título. “E despojada de suas complexidades culturais, políticas, religiosas, linguísticas e econômicas – acrescenta –, a história se transforma em uma tragédia, nada mais. Tenho muita fé ...

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    Coletivo lança terceiro livro de literatura negra e da periferia

    Em 'Terra Fértil', Jenyffer Nascimento faz poesia e mistura ficção com sua realidade de mulher afrodescendente, periférica, feminina e feminista por Xandra Stefanel O Coletivo Mjiba – Jovem Mulher Revolucionária lança no próximo dia 30 de outubro sua terceira publicação, o primeiro livro de Jenyffer Nascimento, Terra Fértil. O Mjiba surgiu em 2004 como um zine, se transformou em coletivo e agora em selo literário como forma de fortalecer o protagonismo e a produção artística entre as mulheres negras, femininas, feministas e vindas da periferia. O grupo já lançou Águas da Cabaça, de Lizandra de Souza, em 2012, e Pretexto de Mulheres Negras, uma antologia de 22 autoras, em 2013. Terra Fértil traz 80 poesias em que Jenyffer apresenta sua narrativa poética cortante e potente. A pernambucana de 30 anos que hoje mora no Jardim Ibirapuera, zona sul de São Paulo, teve seu primeiro contato com a poesia na adolescência, ...

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    Literatura negra não caiu na graça do mercado, diz autor de Cidade de Deus

    Em entrevista ao G1, Paulo Lins falou sobre samba, cinema e poesia. Escritor e roteirista participa de mesa na Festa Literária de Cachoeira. Danutta Rodrigues Filho de baianos, o carioca Paulo Lins, autor do livro Cidade de Deus (1997), que deu origem ao filme homônimo, é poeta, romancista, roteirista de cinema e televisão, além de professor licenciado da Universidade Federal do Rio de Janeiro. No próximo domingo (2), às 10h, ele vai participar da última mesa de debates na Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), que começa na quarta-feira (29). Lins afirmou que irá defender a participação do negro na formação da cultura brasileira, assim como a produção literária nas periferias. "Eu vou falar a mesma coisa que eu falo nas favelas de São Paulo e do Rio de Janeiro quando o assunto é negritude, que é sobre a participação do negro na formação da cultura nacional e agora o advento ...

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    Literatura negra e cultura na periferia são temas de debate na Festa Literária

    Mesa vai encerrar evento no dia 2 de novembro, às 10h, em Cachoeira, BA. Paulo Lins, Nelson Maca e Juraci Tavares serão os convidados da debate.   Literatura negra e cultura nas periferias. Sobre esses dois temas que o escritor carioca Paulo Lins, o poeta Nelson Maca e o compositor, poeta e cantor baiano Juraci Tavares vão debater na última mesa da 4ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), intitulada "Demarcando espaços e territórios". O evento começa no dia 29 de outubro e vai até o dia 2 de novembro. Confira aqui a programação completa. O encontro entre Lins, Maca e Juraci Tavares pretende abordar questões relacionadas ao mercado editorial brasileiro em relação à literatura negra, à cultura de rua, assim como a militância negra e humana dos movimentos sócio-culturais. O debate tem como objetivo valorizar as manifestações culturais e artísticas, especialmente nas comunidades. Convidados O escritor Paulo ...

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    Leonardo Padura Fuentes e a melhor literatura negra escrita em espanhol

    Leonardo Padura Fuentes e a melhor literatura negra escrita em espanhol

      Eric Nepomuceno Em nova obra, cubano combina perfeitamente o rigor histórico com o talento ficcional Leonardo Padura – esse, que conhecemos hoje – é um escritor tardio. É bem verdade que seu primeiro livro, Fiebre de Caballos, foi escrito quando ele tinha 28 anos, em 1983. Levou mais cinco até ser publicado. Mas a distância entre aquela história de amor e a aparição do detetive Mario Conde, em 1991, é muito maior que a do tempo. Com seus livros policiais, Padura criou não apenas um personagem, mas possivelmente a melhor literatura negra escrita em espanhol desde o catalão Manuel Vázquez Montalbán. O Homem que Amava os Cachorros (Boitempo) é, sob muitos aspectos, a síntese mais redonda, mais perfeita, da escrita de Leonardo Padura. Conde, agora, não aparece. Mas este livro reúne o antes e anuncia o depois em sua obra. É o livro de uma alma inquieta e angustiada, e também ...

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    nelson maca

    Nelson Maca: “Sou um poeta da literatura negra”

      Nascido na cidade paranaense de Telêmaco Borba, a 249 quilômetros de Curitiba, Nelson Maca, 47, teve um encontro com as ideias do movimento negro aos 13 anos. Com 22, migrou para Salvador em busca de uma Bahia preta e para estudar letras na Ufba. Hoje, professor de literatura da Ucsal, tem um trabalho influenciado por artistas que vão desde rappers, como Mano Brown e Thaíde, até escritores, como Lima Barreto e Richard Wright. Da filosofia, bebe na fonte do existencialismo de Jean-Paul Sartre e do pós-colonialismo de Franz Fanon. Mas não é na academia que ele se realiza como pessoa, e sim no ativismo social. "Não sou aquele professor que entrou de cabeça na universidade. Sou professor da universidade tanto quanto sou da rua". Integrante do grupo político-artístico Coletivo Blackitude, criado há 14 anos, ele agita a consciência negra de Salvador todas as quartas-feiras, no Sarau Bem Black, no ...

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    literatura negra

    Literatura negra brasileira tem fortes relações com as Ciências Sociais

    Agência FAPESP – O surgimento de escritores e ativistas negros e de autores representantes da chamada literatura periférica no cenário editorial brasileiro contemporâneo coincidiu com ciclos de aproximação e de interesse das Ciências Sociais por movimentos de ativismo político e cultural. Movimentos esses em defesa dos direitos civis da população negra e sobre questões relacionadas à condição racial, direitos sociais e a realidade nas periferias urbanas do país, abordadas tanto por esses autores como por sociólogos e antropólogos em suas obras. Por Elton Alisson A conclusão é de um estudo de doutorado, realizado no Departamento de Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFICH) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com Bolsa da FAPESP, que acaba de ganhar a 8ª edição do Prêmio CES para Jovens Cientistas Sociais de Língua Portuguesa. Instituído pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, de Portugal, o prêmio é atribuído bienalmente a pesquisadores da área ...

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    Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

    Literatura negra – INALDETE PINHEIRO

    Por LarissaSantiago / Blogueiras Negras Morando no Recife há tanto tempo, eu ouço histórias de personagens incríveis tão bem contadas que ouso recontá-las vez por outra; eu as vivi ou ouvi com a curiosidade de uma filha que quer entrar no universo da mãe, do pai, da família... . Professora Inaldete é conhecida pelo Recife como a contadora de histórias, a mulher sábia das oficinas noNúcleo Afro, a pesquisadora de maracatu e das mulheres de maracatu. Foi conversando com um colega na Rua da Moeda que descobri que ela além de ser tudo isso é também a fundadora do Movimento Negro no Recife (junto com Silvio Ferreira e outros mais). Atuando no Movimento Feminista desde 1979, é também é responsável pela articulação de ações entre mulheres de seis comunidades negras do interior de Pernambuco, remanescentes de antigos quilombos. Nascida ...

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    bienal1

    Literatura Negra será tema no espaço Salão de Idéias na Bienal do Livro

    Literatura Negra será tema no espaço Salão de Idéias- dia 12 de agosto (domingo) às 14:00. A mesa receberá a grandeza do escritor Cuti e a densidade de sua reflexão acerca damatéria. Também o ponto de vista do jornalista Nabor, criador de O Menelick- 2º Ato- quevem se tornando uma antena a repercurtir o literário e a nova geração. Heloisa Pires Lima, mediadora, não deixará esquecer a vertente voltada para o leitor infanto-juvenil. Fica o convite para o fortalecimento do debate   Curador: Paulo MarkunAssistente: Lázaro OliveiraDe 9 a 19 de agosto IMPORTANTE: PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÕESCOMO PARTICIPAR: SERÃO DISTRIBUÍDAS SENHAS DUAS HORAS ANTES DE CADA ATRAÇÃO O espaço oferecerá um panorama do mundo do livro e de suas conexões com outros campos da cultura e da atualidade, reunindo autores e obras pelo critério da aproximação ou do contraste. DIAHORATEMADESCRIÇÃOCONVIDADOS 09/ago 14h00 Desafios Da Educação No Século Xxi Aloizio Mercadante - Ministro Da EducaçãoKarine Gonçalves Pansa ...

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    Machado de Assis produziu de tudo: romances, crônicas, crítica, poesia, teatro e contos. (Foto: Juan Gutierrez / Fundação Biblioteca Nacional)

    Machado de Assis é clássico duas vezes. É clássico da literatura brasileira e é clássico da literatura negra

    Eduardo de Assis Duarte, autor do livro "Machado de Assis afro-descendente" explica em entrevista a sua obra. Uma releitura de um dos maiores escritores brasileiros sob um viés pouco tratado dentro da crítica literária brasileira que é o caráter negro do escritor O entrevistado da semana dessa edição será Eduardo de Assis Duarte, Doutor em Letras pela USP, professor de Literatura da Faculdade de Letras da UFMG, em Belo Horizonte e escritor. Ele irá falar sobre a sua recente obra "Machado de Assis afro-descendente", um livro que procura fazer uma releitura das obras do autor sob um viés pouco tratado dentro da crítica literária brasileira que é o caráter negro do escritor. Rádio Causa Operária (RCO): Boa Tarde Eduardo de Assis. Eduardo de Assis: Boa tarde. RCO: Você poderia começar falando um pouco da sua história. Como começou o interesse pela literatura e em especial pela literatura negra? Qual é ...

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