terça-feira, abril 20, 2021

Resultados da pesquisa por 'machismo'

Anthea Yur (centro) lidera manifestantes em marcha contra o ódio anti-asiático em resposta aos ataques m Minneapolis, Minnesota Foto: KEREM YUCEL/AFP

Para mulheres asiático-americanas, racismo e machismo são inseparáveis

Depois que oito pessoas, seis delas mulheres asiáticas, foram mortas a tiros esta semana em um ataque perto de Atlanta, um oficial policial disse que, nas próprias palavras do atirador, suas ações “não foram motivadas racialmente”, mas foram causadas por “vício sexual”. De acordo com o capitão Jay Baker, do departamento de polícia do condado de Cherokee, onde uma das três casas de massagens atingidas fica localizada, a investigação está em seus estágios iniciais. Mas a implicação era clara: tinha que ser um motivo ou outro, não ambos. A declaração foi recebida com incredulidade por muitas mulheres asiático-americanas, para quem o racismo e o machismo sempre estiveram inextricavelmente ligados. Para elas, o racismo geralmente assume a forma de ações sexuais indesejadas e o assédio sexual costuma ser abertamente racista. Com relatos de ataques contra asiáticos surgindo depois que o governo de Donald Trump enfatizou repetidamente a conexão da China com ...

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Lia Zanotta Machado (Foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

Machismo, confinamento e desemprego favorecem feminicídio, diz Lia Zanotta

O ano começou com casos de violência contra a mulher. O Distrito Federal registrou quatro ocorrências relacionadas à Lei Maria da Penha. Durante a virada do ano, duas mulheres sofreram tentativas de feminicídios. Uma delas ficou sob a ameaça de uma faca até a chegada da polícia e a outra foi alvo de quatro disparos de arma de fogo, que não a atingiram. Nenhuma das duas ficaram feridas e os agressores foram presos em flagrante. A pandemia, o desemprego e especialmente o fator histórico, são algumas das causas que podem explicar o aumento do número de casos de violência por questões de gênero, segundo a especialista em direitos das mulheres Lia Zanotta Machado. “Você tem um sexismo estrutural enorme por causa da desigualdade de gênero na memória social e na memória jurídica. Era escrito em lei que as mulheres não valiam o mesmo que os homens. A ideia da desigualdade ...

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Violência doméstica e os precipícios do machismo

Nas janelas, lenços brancos denunciam opressão. Surgem redes solidárias. No Congresso, propostas punitivas só arranham o patriarcado. Uso emergencial de hotéis durante isolamento é opção — mas elas terão até de ser expulsas de casa?… Por SOS Corpo, Do Outras Palavras (Foto: Getty Images) Uma questão que tem se destacado como um problema na situação de confinamento social por conta da pandemia é tanto o agravamento quanto o aumento da violência doméstica contra as mulheres. Lideranças do mundo todo reforçam e tomam medidas para efetivar o isolamento social como medida fundamental para conter o vírus. #Fiqueemcasa está entre as hashtags mais usadas nas últimas semanas em todas as redes sociais, por personalidades, organismos internacionais e Estados. O governo Bolsonaro segue isolado, remando contra a maré. Até Donald Trump, que ensaiou ser contra as medidas de isolamento social, reviu sua posição. O que é a solução para ...

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https://brasil.elpais.com/smoda/2020-01-11/megxit-machismo-classismo-e-racismo-no-ultimo-drama-real.html

‘Megxit’: machismo, classismo e racismo no último drama real

Os tabloides e o setor reacionário concentram as críticas em culpar Meghan Markle pela decisão dos duques de Sussex de se tornar ‘independentes’ da Coroa. Por Noelia Ramirez, do El País A duquesa de Sussex, Meghan Markle, em 2018. (Foto: CORDONPRESS) “A imprensa britânica teve sucesso em seu aparente projeto de assediar Meghan Markle, duquesa de Sussex, para que vá embora da Grã-Bretanha.” A professora de jornalismo Afua Hirsch, autora de Brit(ish): On Race, Identity and Belonging, publicou quinta-feira o artigo Black Britons Know Why Meghan Markle Wants Out (“negros britânicos sabem por que Meghan Markle quer ir embora”) no The New York Times. Sua coluna criticou a monarquia como “centro simbólico do establishment” responsável pela noção de um Império Britânico “construído com base em uma doutrina de supremacia branca”. Também descreveu o “tratamento racista” que a canadense sofre na mídia britânica desde o anúncio de ...

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O machismo faz a cama do fascismo, alertam líderes de movimento de mulheres da França

A ascensão de governos de ultradireita em vários países do mundo aumenta os riscos de ataques às mulheres e aos direitos das mulheres. No governo Trump, por exemplo, nada menos que 32 Estados questionam na Justiça a legislação sobre o aborto. Por ELEONORA DE LUCENA E RODOLFO LUCENA, Da Tutaméia  Eleonora, Rodolfo, Christinne, Élisabeth e Izabella na conversa sobre feminismo, democracia e literatura (Foto: Imagem retirada do site Tutaméia ) É o alerta que fazem as advogadas Christine Villeneuve e Élisabeth Nicoli, dirigentes da organização francesa Aliança das Mulheres pela Democracia (AFD). Também diretoras da editora Des Femmes – Antoinette Fouque, elas estiveram no Brasil no início de novembro para o lançamento da edição bilígue de “Poemas de Recordação e Outros Movimentos” (Poèmes de La Mémoire et Autres Mouvements), de Conceição Evaristo. Falando ao TUTAMÉIA (com a gentil participação da brasileira Izabella Borges, professora da Sorbonne e ...

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Cena do musical "A Cor Púrpura" - Rafael Nogueira/Divulgação

Musical ‘A Cor Púrpura’ chega a SP para curta temporada com história de racismo e machismo

'A história é universal: fala do ser humano, em especial das mulheres', diz diretor Por Tatiana Cavalcanti, da Folha de São Paulo Cena do musical "A Cor Púrpura" - Foto: Rafael Nogueira/Divulgação O musical “A Cor Púrpura”, em cartaz em São Paulo em curta temporada, logo de início nos transporta ao sul dos Estados Unidos nos primórdios do século passado. A cantoria potente faz parecer que estamos no culto festivo de alguma igreja do estado americano da Georgia, onde a história se passa. Tudo embalado por um gospel bem animado e cheio de louvor. A plateia participa batendo palmas, erguendo os braços e balançando as mãos.Mas a história de Celie não é nada animada. Baseada no livro homônimo de Alice Walker —levou o prêmio Pulitzer de ficção em 1983—, a peça retrata o tratamento abusivo dado às mulheres negras no início do século passado. Muita coisa, ...

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Entre o machismo e o racismo

Mulheres negras são as que mais sofrem violência doméstica no Brasil. São as que mais denunciam agressões. São as maiores vítimas de homicídio e feminicídio. É o que mostram dados estatísticos. As vítimas dessas agressões têm duas coisas em comum: gênero e raça. O que a frieza dos números deixa evidente é que a raça é determinante para as histórias dessas mulheres que sofrem violência. Fernanda* é uma mulher negra de 31 anos. Viu a mãe apanhar do pai quando era pequena e não conseguiu escapar do ciclo de violência. Após sofrer agressões do marido e ver sua filha ameaçada pelo próprio pai, tentou denunciá-lo mais de uma vez, mas não conseguiu. Foi desencorajada no lugar onde deveria ter encontrado proteção, a delegacia. Ela procurou primeiro a delegacia da mulher. “A delegada disse que não tinha nada pra fazer por mim, que eu precisava esperar acontecer alguma comigo ou com ...

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Dona Zezé e Manu da Cuíca são algumas das poucas mulheres que brilham entre compositores Foto: Arte sobre foto de Leo Martins

Mulheres vencem machismo em disputa de samba-enredo das escolas do Grupo Especial

Manu da Cuíca e Sandra de Sá serão as únicas compositoras com obras cantadas pelas agremiações do Grupo Especial em 2020 Por Renan Rodrigues, do O Globo Dona Zezé e Manu da Cuíca são algumas das poucas mulheres que brilham entre compositores Foto: Arte sobre foto de Leo Martins Elas têm que ser boas de samba. Mas só isso não basta. Precisam também vencer o preconceito, num mundo predominantemente masculino, para que suas vozes sejam ouvidas. Este ano, por exemplo, só duas mulheres conseguiram emplacar um samba-enredo nos desfiles do Grupo Especial — as outras 11 composições que vão brilhar na Avenida são de homens. — É um ambiente marcadamente masculino. As mulheres nas escolas de samba participam, historicamente, de outros segmentos. E não é que não queiram, mas porque há predomínio masculino mesmo. Não faltam, por exemplo, sambas que exaltam belezas femininas com algumas demarcações ...

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Foto: @ANDREMELCHER/Nappy

Machismo desde cedo: meninas têm mais medo de serem julgadas do que garotos

Hoje é Dia Internacional da Menina. Ao redor do mundo, a questão que se discute é: como é ser menina em 2019? Afinal, passar pela infância pertencendo a uma geração tão conectada quanto a dos tempos atuais tem suas particularidades. Na opinião de Déborah de Mari, pesquisadora nas áreas de gênero e liderança, há pontos positivos e negativos. "Existe uma abertura maior para discutir assuntos importantes, como o feminismo, em comparação com as demais gerações", aponta. Por Ana Bardella, da Universa Por falta de estimulo à liderança, elas são mais insegurasImagem: iStock Ao mesmo tempo, surgem novos desafios relacionados à saúde mental. "A hiperconexão aumenta o engajamento por causas, mas também ajuda na criação de padrões de imagem. Desde cedo se fala na construção de uma marca pessoal -- característica muito enfatizada pelos influenciadores digitais. Esse fator aumenta a pressão pela montagem de uma persona digital. ...

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O mercado gamer é praticamente todo construído por homens, que a todo momento reafirmam o machismo por meio de personagens sexualizadas, burras ou submissas Foto: Arte de André Mello

Mulheres são maioria entre os gamers, mas jogos eletrônicos continuam reproduzindo machismo

Jogadoras relatam assédios e abusos em ambientes em que a misoginia impera. Há até quem use perfis masculinos para evitar xingamentos Por Alice Cravo*, do O Globo    O mercado gamer é praticamente todo construído por homens, que a todo momento reafirmam o machismo por meio de personagens sexualizadas, burras ou submissas Foto: Arte de André Mello "O seu lugar é na cozinha, então fique lá"."Você só é boa para fazer sexo". "Cala a boca, você é uma menina. Mulheres não podem falar". "Direitos das mulheres não existem". "Sua puta, sua prostituta". "Você está exagerando como uma mulher". Essas são algumas das frases que mulheres gamers escutam diariamente quando tentam ocupar o seu espaço em uma das maiores indústrias do mundo. E olha que, no Brasil, elas são 52,6% do público consumidor de jogos eletrônicos, segundo pesquisa de 2016 realizada pela agência de tecnologia interativa Sioux, ...

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Foto- Arte de Lari Arantes sobre fotos de arquivo

História feminina do samba reflete o machismo na sociedade brasileira

Participação da mulher no gênero começou na fundação mitológica em torno da ‘grande mãe’ Tia Ciata por Leonardo Lichote no O Globo Foto- Arte de Lari Arantes sobre fotos de arquivo No princípio era a mulher. O mito da criação do samba conta que ele nasceu em torno de uma delas, a grande mãe Tia Ciata — na verdade uma das muitas tias (quase todas) baianas que articulavam organicamente pela cidade uma rede negra, (afro)religiosa, de batuques e saberes em suas casas. Era nesse espaço de encontro, entre a festa e o rito, que se deu a alquimia que viria a resultar no samba. O que não impediu que ao longo de sua história o gênero refletisse o machismo da organização patriarcal da sociedade brasileira — machismo expresso não só na invisibilização de artistas mulheres (ainda uma realidade, como mostra a reportagem de Marina Gonçalves nesta ...

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Larissa Rocha

Sarau no Sesc Santana propõe reflexão sobre racismo e machismo

Na próxima sexta-feira (05), às 20h, acontece o “Sarau das Pretas” no Sesc Santana. O sarau artístico-literário protagonizado por jovens mulheres  negras atuantes no cenário cultural periférico da cidade de São  Paulo. Propõe reflexões sobre o feminino, a cultura e a ancestralidade. O sarau acontece por meio da palavra falada,  cantada, declamada, dos tambores e de seus corpos em constante movimento. Por Lucas Antonio, do  Jornal SP Norte Foto: Larissa Rocha Pautando o protagonismo da mulher negra como um ato cultural e político, o Sarau das Pretas reúne grande público disposto a vivenciar e compartilhar reflexões que essas mulheres expressam através de sua arte. Iniciado em 2016, durante o ano de 2017 o Sarau das Pretas vêm se consolidando através de suas apresentações, cada vez mais frequentes. Em datas comemorativas como o mês da mulher ou o mês da Consciência Negra, ou com a solicitação do desenvolvimento de temas específicos. O Sesc Santana fica na Av. Luiz Dumont Villares, 579 – ...

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Montagem Carta Capital

Conheça 10 pastoras, teólogas e ativistas que discutem o machismo

O que essas mulheres fazem é profecia. Denunciar as violências é profético e ‘não podemos deixar a profecia cair’ Por Colaborou Angelica Tostes*, da Carta Capital  Montagem Carta Capital Da antiguidade até o presente, normas religiosas tentam moldar comportamentos que limitem a vida pública e privada das mulheres. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) não desassociou em nenhum momento de sua campanha eleitoral a narrativa religiosa da disputa política. Seu slogan político/religioso Brasil acima de tudo, Deus acima de todos prova que o discurso teológico hegemônico ganhou – mais uma vez – centralidade no debate eleitoral brasileiro. A teologia patriarcal determina o espaço que os corpos das mulheres devem ocupar, culpabilizando e demonizado aquelas que procuram romper com as “normas e regras” impostas. Colocam nosso corpo como centro da política religiosa. Nossos direitos sexuais e reprodutivos são sempre ameaçados por discursos religiosos que culpabilizam e dominam as mulheres. Tais ...

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Foto: Ana Juan

O machismo, o feminismo e as diferenças geracionais

Pesquisa para questionar masculinidades tóxicas e machistas e reconstruir a hombridade mostra como os homens jovens não definem suas peculiaridades da mesma forma que os mais velhos. E o que dizem as mulheres? A diferença geracional dos homens na hora de encarar o feminismo Os padrões masculinos estão se transformando. Sobretudo para os mais jovens. Eles dizem compartilhar tarefas domésticas e ter mais inteligência emocional que seus pais. Mas as mulheres não percebem essa alteração na mesma medida O feminismo não originou apenas reações de adesão ou rechaço. Provocou a necessidade de uma revisão do modelo tradicional de homem e de masculinidade. Obrigou a revisar estereótipos e a buscar alternativas ao macho ibérico. Para questionar masculinidades tóxicas e machistas e reconstruir a hombridade, há poucos dados objetivos sobre o que se entende como valores e modelos característicos do gênero masculino. Mas o fato é que algo está mudando. Uma pesquisa da empresa 40dB encomendada ...

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João de Deus: mais de 200 mulheres procuraram o MP para denunciar abusos (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

João de Deus e o machismo nosso de cada dia

Em 2014, a holandesa Zahira procurou cura espiritual na Casa de Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia (GO). Na primeira visita ficou sozinha com João de Deus – líder religioso da casa – momento em que ele perguntou por que ela estava ali. Em seguida, cheirou a moça e pediu para que ela ficasse de costas, conduzindo-a para um banheiro, de acordo com o depoimento de Zahira. Por CAROLINA SCORCE, da  Carta Capital  João de Deus: mais de 200 mulheres procuraram o MP para denunciar abusos (Marcelo Camargo/Agência Brasil) Depois, o médium teria colocado as mãos dela no pênis dele e fez com que elas se movimentassem. Após o abuso, abriu um armário com pedras preciosas e pediu para a mulher escolher uma. Em seguida, ela foi levada novamente ao banheiro, e João de Deus teria a penetrado. A holandesa afirma que não saiu correndo e gritando porque acreditava ...

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Jonathan Azevedo sobre machismo: “Quero que os homens reflitam o que as mulheres passam”

O ator, que fez sucesso como Sabiá em "A Força do Querer", agora quer conquistar o mundo com sua música Por Felipe Carvalho Do Marie Claire Jonathan Azevedo (Foto: Pedro Dimitrow) Desde 2007, Jonathan Azevedo vem batalhando por sua carreira na televisão e no cinema, mas foi 10 anos depois que ele conquistou o país com Sabiá, em A Força do Querer, personagem  este que estaria em apenas três capítulos e ganhou força até a última exibição da novela. O ator, formado pelo grupo Nós do Morro, no Rio de Janeiro, não esconde sua autoestima elevada e justifica que teve uma base muito sólida para ser quem é hoje. “Essa autoestima vem de um pai e uma mãe maravilhosos. Eles são incríveis. Por toda a dificuldade que eu passei na minha infância, os dois trabalharam muito para se superarem e me darem atenção. Não é beleza, roupa ou carro, minha ...

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Plenário da Câmara dos Deputados não consegue abrir sessão por falta de quórum | Aílton de Freitas / Agência O Globo

Jovens não acreditam que superação do racismo e do machismo partirá da classe política

Os jovens brasileiros não acreditam que a superação dos preconceitos e do sexismo será resolvida pela classe política. É o que mostra o resultado de uma enquete conduzida pela Unicef, e divulgada com exclusividade pelo GLOBO, junto a 22.078 jovens, entre 12 e 24 anos, de todas as regiões do país. Apenas 5% deles acreditam que as mudanças para tornar o país mais igual vão partir das autoridades políticas, enquanto que 88% acreditam que o enfrentamento de demandas como machismoe racismo é essencial para o desenvolvimento do país. por Luciano do Amaral e Paulo Assad no O Globo Plenário da Câmara dos Deputados não consegue abrir sessão por falta de quórum | Aílton de Freitas / Agência O Globo O questionário da Unicef, divulgado pela ferramenta U-Report no Facebook, pesquisou a percepção de jovens sobre temas sensíveis que envolvem a situação de minorias no país. Os resultados ...

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Machismo: por que os médicos não acreditam em mim?

A situação da saúde no Brasil é conhecida pela sua calamidade. Mas e se, além de todos os problemas com políticas públicas, o machismo também tivesse sua parcela de culpa? É o que sugere uma série de estudos, que apontam que o fato de a paciente ser mulher, e não homem, afeta a maneira como ela é atendida no mundo inteiro. Por Ana Paula de Araujo Do Finanças Femininas Ilustração de Jay Viegas Por décadas, diversos estudos mostraram que mulheres com dores crônicas têm maior risco de serem diagnosticadas erroneamente com transtornos mentais do que os homens – e, por isso, receberem mais prescrições de medicamentos psicotrópicos. Quando homens e mulheres vão ao médico com reclamações similares de dor, é mais provável que recebamos uma receita de sedativos do que de analgésicos. Será que a dor das mulheres não é levada em consideração? Quais são as consequências desse ...

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Photo by @pixabay from nappy.co

O machismo e a zona de conforto

"A revolução e a libertação das mulheres andam juntas. Nós não falamos de emancipação das mulheres como um ato de caridade ou por causa de uma onda de compaixão humana. É uma necessidade básica para o triunfo da revolução." Thomas Sankara enviado por Ricardo Corrêa para o Portal Geledés Photo by @pixabay from nappy.co Não consigo identificar nada diferente do que certo conforto dos homens com as vantagens que gozam na sociedade, isto explica o porquê da maioria preferir criticar ou ignorar os movimentos feministas em vez de somar forças junto às mulheres que lutam pela igualdade de gênero. Nesse sentido, escrevo este texto com o objetivo de chamar a atenção desses homens que são mantenedores do sistema que coloca as mulheres nos níveis inferiores da pirâmide social; sair da zona de conforto é necessário. Como homem negro, reconheço que o machismo está arraigado em nossa cultura, ...

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Foto- Hick Duarte

Fabrício Boliveira: “O machismo é uma escravidão”

Capa da GQ de setembro ao lado de Emilio Dantas e Chay Suede, o ator que vive Roberval em "Segundo Sol" não quer saber de rótulos e conta sobre a gagueira na infância: "Algo que me acompanha na vida, como o ex-alcoólotra" por Verrô Campos no GQ Foto- Hick Duarte Qual ator, no ar em plena novela das 21h da TV Globo, resolve apagar todo o seu feed do Instagram? Só Fabrício Boliveira. “Me deu uma agonia, senti que seria rotulado pelo que postei antes, me senti aprisionado, foi libertador”, contou rindo como criança quando apronta. O feito já é uma dica do que seria esse novo galã, mais livre. “A ideia de galã já coloca você numa gaveta. O dia em que eu sair de casa de pijama, com o dente mal-escovado e com remela no olho, alguém vai perguntar: ‘mas você não era aquele ...

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