quarta-feira, janeiro 27, 2021

Resultados da pesquisa por 'mulher lésbica'

A live “Mulheres Lésbicas na Defesa dos Direitos Humanos” também fez parte das ações do mês de agosto da Campanha Livres & Iguais. Foto: ONU Mulheres

ONU Mulheres apoia luta de lésbicas na defesa dos direitos humanos

Em celebração ao Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, 29 de agosto, o projeto Conectando Mulheres, Defendendo Direitos, uma iniciativa da ONU Mulheres Brasil apoiada pela União Europeia, recebeu na semana passada Iara Alves, da Associação Coturno de Vênus (DF), e Darlah Farias, do coletivo Sapato Preto (PA), para uma conversa ao vivo mediada por Monica Benicio, ativista LGBTI+ e feminista. A live “Mulheres Lésbicas na Defesa dos Direitos Humanos” também fez parte das ações do mês de agosto da Campanha Livres & Iguais, uma iniciativa liderada pelas Nações Unidas no Brasil, e abordou as desigualdades enfrentadas pelas mulheres lésbicas, sobretudo na pandemia da COVID-19, os desafios para a auto-organização e os caminhos possíveis para a transformação social. A abertura da atividade foi realizada por Anastasia Divinskaya, representante da ONU Mulheres no Brasil, e por Domenica Bumma, chefe da Seção Política, Econômica e de Informação da Delegação da União Europeia no Brasil. Em sua fala, ...

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No Dia da Visibilidade Lésbica, mulheres retratam suas gerações

Dos 17 aos 60 anos, lésbicas contam das conquistas e medos de suas gerações Por Ricardo Ampudia | Karime Xavier, Da Folha de S.Paulo Da esquerda para direita: Priscila Prates, 33, Renata Meccatti, 32, Daniela Castelani, 49, e Daiana Bastos, 17 (Foto: Karime Xavier/Folhapress) No Dia da Visibilidade Lésbica, comemorado nesta quinta (29), a Folha reuniu quatro gerações de mulheres homossexuais para contar como lidam com sexualidade e como veem o Brasil de hoje. Daiana Bastos, 17 Secretária Filha de família evangélica, ser lésbica não era uma possibilidade para ela até os 14, quando descobriu esse universo e começou a repensar sua própria sexualidade. Acredita que o ativismo, nas suas diferentes formas, é fundamental para quebrar o preconceito na sociedade “Minha geração vê um apoio cada vez maior à luta, mas, se melhorou, é porque tiveram outras que lutaram por nós e fizeram ser o que ...

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Fundo que já captou R$ 26 milhões para projetos de mulheres tem edital aberto para lésbicas, bissexuais e trans

Desde 2000, o Elas, do Rio, leva investimentos a iniciativas desses grupos, que têm mais dificuldades para acessar recursos devido à discriminação Por Daiane Costa, Do O Globo (Foto: Reprodução/Twitter) Perto de completar 20 anos de atuação, o Fundo Elas, do Rio, já conseguiu captar em torno de R$ 26 milhões para investimento em projetos sociais liderados por mulheres de todo o Brasil, com atenção especial aos protagonizados por lésbicas, bissexuais e trans, os LBTs. A seleção é feita por meio de editais públicos. No último, o Elas recebeu 127 propostas de 20 estados e selecionou dez. Todas focadas no protagonismo de lésbicas , bissexuais e trans. Até o próximo 10 de julho podem ser feitas inscrições para mais uma seleção — o edital está disponível aqui. Dos 25 projetos que serão escolhidos para receber investimentos, a previsão é que 15 sejam liderados por LBTs. Convencer empresas e instituições a destinar dinheiro para estes projetos é o trabalho da ...

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“Tem existido resistência das mulheres negras lésbicas das quebradas”, diz ativista

Cinthia Abreu, da Marcha Mundial das Mulheres, diz que a luta contra a lesbofobia tem partido das periferias Por Camila Salmazio Do Brasil de fato Entre 2014 e 2017, o número de assassinatos de mulheres lésbicas aumentou 237%, segundo pesquisa. / Foto: Wikimedia No universo lésbico, o aumento do ódio não tem ficado apenas no discurso em redes sociais. Mulheres que tentam viver suas sexualidades de forma natural e optaram por amar outras mulheres são vítimas não só do machismo e da misoginia, como também da lesbofobia. O Dossiê sobre lesbocídio no Brasil lançado este ano apontou que o assassinato de mulheres lésbicas aumentou 237% entre 2014 e 2017. A pesquisa feita pelo Grupo de Pesquisa Lesbocídio – As Histórias que Ninguém Conta, e pelo Nós: Dissidências Feministas também mostra que na maioria dos casos as mulheres eram jovens e negras. Apesar dos números alarmantes, Cinthia Abreu, ...

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Mulher relata caso de homofobia dentro do CCBB: ‘Fora lésbica’

Visitante era namorado de funcionária do espaço e casal foi ofendido e intimidado pelo homem. Instituição sofreu enxurrada de críticas Fonte: O Dia Rio - Um caso de homofobia ocorrido dentro do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Centro do Rio, está causando revolta na internet. Segundo uma mulher, que estava acompanhada da namorada, um homem escreveu em um espaço interativo, reservado para crianças na exposição Mondrian, "Fora Lésbica", para intimidar e ofender o casal. Antes disso, o homem, que seria namorado de uma funcionária do CCBB, também escreveu "Meu p...". Na postagem feita por uma das vítimas do insulto na página do centro cultural, ela afirma que a funcionária estava acompanhando o homem e ria a todo momento da situação. Até as 15h, a publicação tinha mais de 35 mil curtidas e 8,2 mil compartilhamentos. "Fui ao banheiro e já ia embora. Passamos em frente a sala das crianças ...

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Mulher, negra e lésbica: Conheça MC Luana Hansen e seu rap feminista

Desde sempre, a cultura do hip hop tem um caráter libertário muito forte. No Brasil, as vozes do rap sempre colocaram suas rimas em favor do protesto, em prol da luta pelos direitos da população negra e periférica. Só que o grito por respeito infelizmente anda de mãos dadas com a opressão. Ser mulher no hip hop não é tarefa fácil, como já falou abertamente a empresária Eliane Dias, produtora dos Racionais MC's e esposa de Mano Brown. Do 24Horas "Num movimento machista como esse, quando se é mulher aí já fica tenso. Agora ser mulher feminista e lésbica é viver pisando em ovos. É luta constante pra se fazer visível, se fazer respeitada", diz Luana Hansen, rapper paulistana que é hoje uma importante voz combativa dentro do hip hop nacional. Aos 35 anos, Luana já tem 16 de carreira e dedica sua música ao protesto de cunho feminista, negro ...

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ONU celebra Dia da Visibilidade de Mulheres Lésbicas e Bissexuais

Campanha destaca contribuição destas mulheres para a sociedade e conscientiza sobre a importância da luta pela justiça e igualdade entre os gêneros Do MARIE CLAIRE ONU celebra o Dia da Visibilidade de Mulheres Lésbicas e Bissexuais (Foto: Reprodução / Faceboook / Carolina Rosseti) Com o propósito de dar visbilidade às contribuições de lésbicas e bissexuais para a sociedade, a ONU lança nesta segunda-feira (29) a campanha “Livres & Iguais”. A data foi escolhida por ser o Dia da Visibilidade de Mulheres Lésbicas e Bissexuais. As Nações Unidas veicularão, nas redes sociais, três vídeos de conscientização e ilustrações da designer Carolina Rosseti com histórias de algumas de mulheres. A morte de Luana Barbosa dos Reis em abril deste ano vítima de espancamentos por oficiais da Polícia Militar foi um caso destacado pelo organismo internacional. Ela era negra, lésbica e moradora da periferia de Ribeirão Preto, em São Paulo. A campanha ressalta também ...

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Governo do Estado de São Paulo: Justiça para Luana Barbosa dos Reis, mulher negra lésbica morta pela PM

Por que isto é importante Por Paulo Cesar Pereira Do Avaaz Luana Barbosa dos Reis saía de casa no dia 09 abril de 2016, por volta das 19h, para levar o filho de 14 anos a um curso de informática, quando foi abordada por três policiais militares, e brutalmente espancada na frente do próprio filho. Foi levada para o 1° Distrito Policial de Ribeirão Preto, onde foi registrado um termo circunstanciado. Quando liberada, familiares registraram em vídeo a situação de Luana, suja, cheia de hematomas, com a fala enrolada e quase inconsciente. Internada na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas, veio a falecer no dia 13, sofrera uma isquemia cerebral aguda causada por politraumatismo crânio-encefálico. A família doou seus órgãos. Em entrevista ao Portal G1 o tenente coronel da PM, Francisco Mango Neto afirmou que Luana se mostrou exaltada, e que o uso da força foi necessário para contê-la. Oras, que perigo representa uma mulher desarmada diante de ...

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Homem é suspeito de tentar estuprar filha lésbica para fazê-la ‘virar mulher’

Garota de 14 anos contou a um professor sobre a tentativa de abuso sexual. Conselho tutelar acompanhou o caso e adolescente está em casa de abrigo. Do G1 Um homem é suspeito de tentar estuprar a própria filha adolescente em Araguaína, norte do Tocantins. Segundo um professor da menor, que pediu para não ter o nome revelado, a garota de 14 anos contou que no dia 6 de janeiro o pai tentou estuprá-la em um matagal. O caso está sendo investigado pela polícia e corre em segredo de justiça. O crime teria acontecido depois que o homem descobriu o relacionamento homoafetivo da filha. "Ela disse que a intenção do pai era fazê-la virar mulher. Seria uma espécie de estupro corretivo, para ela deixar de ser lésbica e aprender a gostar de homem", explica o professor. Ele conta que foi procurado pela adolescente, acompanhada da namorada dela, de 17 anos, após a ...

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Entrevista com Ellen Oléria: “Sou mulher, negra, lésbica e da periferia”

Cantora relembra 2015, antecipa projetos por vir e não mede palavras para falar sobre nosso panorama social, político e cultural Por Diego Ponce de Leon, no UAI Em fevereiro próximo, ela estreia como apresentadora de tevê. Em março, invade rádios e o mercado com o novo disco. Em abril, deve subir aos palcos de brasilienses como atriz, algo que ela não encara desde 2008. O ano por vir promete para Ellen Oléria. E não foi lá muito diferente de 2015, embora ela tenha passado boa parte do tempo em terras estrangeiras. Participou de uma residência artística na Inglaterra, cantou no Japão e na Rússia, mas fecha o ano da maneira que prefere: cantando e militando. No último dia 10, Ellen encarou uma multidão no Parque Madureira, Rio de Janeiro, e soltou a voz em um evento feito em homenagem a cinco jovens mortos naquela região. Debates e provocações sobre a violência ...

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Lésbicas são mais bem pagas do que mulheres heterossexuais, diz pesquisa

Diferencia chega a média de 20% nos EUA, segundo Banco Mundial. Já salários dos homens gays são menores No O Globo  LONDRES - Um estudo do Banco Mundial sobre a relação entre sexualidade e salário mostra que as lésbicas ganham mais do que as mulheres heterossexuais. No Reino Unido, por exemplo, essa diferença é de 8%, mas nos EUA as lésbicas ganham em média 20% a mais. Quanto aos gays a diferença também existe, mas para menos: no Reino Unido, eles recebem salários 5% menores que os heterossexuais, percentual que sobe para 9% na Alemanha e 12% no Canadá. De acordo com Nick Drydakis, professor de economia na Universidade Anglia Ruskin, no Reino Unido, que fez o relatório para o Banco Mundial, as diferenças de salários podem ser explicadas por escolhas de carreira e estilo de vida: “Lésbicas percebem cedo na vida que não vão seguir um modelo tradicional de ...

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Dia da Mulher: 10 lésbicas famosas que fazem a diferença na comunidade LGBT

Dia da Mulher: 10 lésbicas famosas que fazem a diferença na comunidade LGBT

Jodie Foster, Ellen DeGeneres, Daniela Mercury, Ellen Page e outras mulheres que não abrem mão de lutar pelos seus direitos. Num mundo em que o machismo ainda é muito forte, a celebração do Dia Internacional da Mulher ainda se faz importante. Na comunidade LGBT não é diferente, já que as lésbicas também enfrentam preconceito. Assim como as heterossexuais,  elas são tratadas como meros objetos de desejo pelos machões, muitas vezes. A matéria do iGay que verificou a reação das pessoas nas ruas a um beijo lésbico, deixou isso bem evidente. Assim, não podemos deixar de lembrar neste sábado (08) das mulheres que combatem o machismo, que emprestam a fama delas à luta contra o preconceito.   Quando se fala em lésbica poderosa é difícil não pensar automaticamente na comediante e apresentadora Ellen DeGeneres, de 56 anos. Dona de um dos talk shows mais bem-sucedidos dos Estados Unidos, ela vem se firmado como uma das maiores ativistas LGBT ...

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Mulher, solteira, lésbica procura… E acha pelo celular

Fazia uma noite de domingo não muito fria em São Paulo. As mesas na calçada do Bar da Dida – bastante frequentado pelo público GLS na região dos Jardins – estavam lotadas por quem decidiu ficar na cidade no feriado paulista de 9 de julho. Lá, conversava com uma amiga que acabara de me apresentar a Brenda. Não, não era sua nova namorada. Mas, sim, um aplicativo que se baixa no smartphone para achar uma. Minha amiga me mostrava empolgada o perfil de uma menina que havia conhecido há poucos dias, enquanto explicava como a tecnologia funcionava. O geolocalizador (um tipo de GPS) do Brenda mostra quem são as mulheres gays, bissexuais ou heterocuriosas que estão próximas e online, ou seja, disponíveis para chat ou, dependendo da ousadia de ambas, abertas para um encontro. Enquanto falávamos, começamos a notar que, na mesa detrás da nossa, o papo era o mesmo: uma menina mostrava ...

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Seminário Estadual de Lésbicas e Mulheres Bissexuais

A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos através da Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos em parceria com o Fórum de Lésbicas e Mulheres Bissexuais do Estado do Rio de Janeiro realizam o Seminário Estadual de Lésbicas e Mulheres Bissexuais que se realizará nos dias 30 de abril e 1º de maio de 2010 no Hotel Golden Park com o tema "Unindo Esforços, Ampliando Conquistas: Políticas Públicas para Lésbicas e Mulheres Bissexuais".   O objetivo do seminário é construir políticas públicas voltadas para lésbicas e mulheres bissexuais. Temas como segurança pública, polícias, sistema penitenciário, legislação, educação, informação, pesquisa, saúde, meio ambiente, assistência social, trabalho, renda, cultura, turismo, esporte e lazer também serão debatidos no encontro.   "O público alvo deste seminário são lésbicas e mulheres bissexuais, bem como gestoras e gestores públicos do Rio, e todas as pessoas interessadas no tema. Em breve, lançaremos o programa ...

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feminismo

8 de março – Dia Internacional da Mulher. Lésbicas e bissexuais celebram a data, porém denunciam a lesbofobia brasileira

Durante anos, mulheres de todo mundo lutaram por direitos fundamentais, que foram conquistados a duras penas, por mulheres que ousaram a se rebelar contra o machismo e o patriarcalismo de outrora, que teima, constante e sorrateiramente, retornar para a atualidade. No caso de mulheres homoafetivas, a situação é ainda pior. A homossexualidade ainda é um entrave no cotidiano do país, pouco aceita e respeitada por grande parte da população.  Segundo a pesquisa A Mulher Brasileira nos Espaços Público e Privado, da Fundação Perseu Abramo (2001), a cada 15 segundos, uma mulher é espancada. Em quase todos os casos de violência, mais da metade das mulheres não pede ajuda, somente em casos considerados mais graves como ameaças com armas de fogo e espancamento com marcas, cortes ou fraturas. “Lamentavelmente ainda vivemos em uma sociedade machista e patriarcal onde são negados diariamente direitos e garantias básicas às mulheres. Se tratando em mulheres ...

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Reprodução/Youtube

Em vídeo, mulheres de diferentes tradições religiosas e culturas manifestam apoio às decisões do STF por igualdade de gênero nas escolas

Enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (02) e lançado publicamente nesta quinta (03), um vídeo com a participação de mulheres de diferentes tradições religiosas e culturas manifesta apoio à Corte em suas decisões pela abordagem de gênero nas escolas e pela a inconstitucionalidade das leis inspiradas no movimento Escola Sem Partido.  "Nós, mulheres de diferentes tradições religiosas e culturas, apoiamos o STF em suas decisões por uma escola de qualidade, que garanta o direito a todos ao conhecimento libertador: sem preconceito, sem intolerância e sem ódio", afirma a pastora luterana e secretária geral do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), Romi Márcia Bencke, na abertura do vídeo. "Defendemos a laicidade do Estado. Isso significa que o Estado deve respeitar todas as tradições religiosas e não deve se orientar por doutrinas, dogmas e verdades religiosas", completa Eliad Dias dos Santos, pastora da Igreja Metodista da Luz. O ...

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Carta das Mulheres Brasileiras aos Constituintes pedia que fosse garantido à mulher o “direito de conhecer e decidir sobre seu próprio corpo”. (Foto: ARQUIVO/SENADO FEDERALA)

Como o movimento de mulheres no Brasil contribuiu para construção do SUS

Criado pela Constituição de 1988 após anos de luta do movimento sanitário na década de 1970 e 1980, o SUS (Sistema Único de Saúde) contou com contribuição substancial do movimento de mulheres para se concretizar. A criação de um modelo de “serviços públicos de saúde coletiva e assistência médica integrados” era um dos pleitos da Carta das Mulheres Brasileiras aos Constituintes, entregue em 1987. Mas já no início daquela década a articulação feminina para garantir um acesso amplo à saúde no Brasil ganhava força. Em 1983, no governo de João Batista Figueiredo - último presidente da ditadura militar - foi criado dentro do Ministério da Saúde o Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM). “A demanda por saúde era muito forte no movimento de mulheres no Brasil. Os grandes grupos feministas tinham como centro questões associadas à saúde, à contracepção, planejamento familiar”, conta a médica Ana Maria Costa, ...

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Simony dos Anjos, de 34 anos, é candidata à Prefeitura de Osasco (Foto: Imagem retirada do site O Globo)

Pesquisa mostra violência política sofrida por mulheres negras durante campanha

Simony dos Anjos, de 34 anos, é uma mulher negra e candidata à Prefeitura de Osasco, em São Paulo, pelo PSOL. Dos seis candidatos homens, Simony é a única postulante feminina e negra no município. Ela relata que, durante a campanha, sofreu ataques virtuais com mensagens LGBTfóbicas, sexistas e racistas em um grupo de Whatsapp exclusivo para trocar informações sobre a candidata. O ataque a Simony não é um caso isolado. Um levantamento feito pelo Instituto Marielle Franco com apoio da Terra de Direitos e Justiça Global contabilizou que 78% das candidatas negras relataram ter sofrido ataques virtuais no período eleitoral. De 21 a 28 de outubro, 142 mulheres negras candidatas pertencentes a 93 municípios (em 21 estados) e 16 partidos responderam a um questionário para analisar o cenário da violência política eleitoral neste ano. De acordo com o relatório, os principais autores dos ataques virtuais são grupos não identificados ...

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Ilustração: Stephanie Pollo

Que Brasil teríamos, com mais mulheres negras no poder?

Por CFEMEA, para a coluna Baderna Feminista O Brasil já está às voltas com as eleições municipais. Mergulhadas numa crise profunda, ainda mais trágica pela crise sanitária que já matou quase 150 mil pessoas em nosso País, nos perguntamos sobre o que significa a realização de um processo como este em um contexto político marcado por um golpe e pelo fascismo crescente na sociedade brasileira. O que significa termos um processo eleitoral já com quase dois anos do governo Bolsonaro? Os movimentos feministas têm uma trajetória de monitoramento de políticas públicas e de ação junto ao Parlamento. Desde a Constituinte, organizações e movimentos incidem para aprovar legislações igualitárias e pressionar para que os marcos normativos se traduzam em políticas e serviços que alterem concretamente a vida das mulheres. Nós, do CFEMEA, atuamos nesse front e temos alertado para a presença cada vez maior de partidos políticos criados a partir de fés religiosas e para ...

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A estudante de Psicologia Julia Aquino, de 23 anos, é do Rio de Janeiro Foto: Arquivo Pessoal

‘Espero que as mulheres possam receber de volta os cuidados que estão tendo que dar hoje’, diz a estudante de Psicologia Julia Aquino

Desde o início da pandemia, especialistas alertam que as mulheres estão entre os grupos mais vulneráveis aos efeitos da crise gerada pela Covid-19. Por isso, na semana de 10 a 15 de agosto, Celina publica uma série de matérias e entrevistas em que 11 brasileiras — todas entre 18 e 24 anos, pertencentes a regiões e classes sociais diferentes — contam como veem o futuro de sua geração. Elas refletem sobre seus sonhos, preocupações e expectativas, revelando como o novo coronavírus atinge as vidas das jovens mulheres brasileiras. Leia a entrevista com Julia Aquino: Julia Aquino, de 23 anos, é estudante de Psicologia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), mulher com deficiência física e ativista. Ela também é criadora da página no Instagram Milita PCD, na qual publica textos informativos e reflexivos sobre o tema. — Não foi nada planejado, começou com uma implicação minha de querer ...

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