quarta-feira, julho 8, 2020

    Resultados da pesquisa por 'mulher negra'

    Erika James é oficialmente nomeada como reitora da Wharton School
Imagem: Divulgação/Universidade da Pensilvânia

    Wharton School nomeia primeira mulher negra como reitora da instituição

    Erika James assumiu, hoje, oficialmente o cargo de reitora da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Em 139 anos de história, ela se torna a primeira mulher e afro-americana a chefiar a prestigiada instituição. Em entrevista para o programa Good Morning America, da rede ABC, ela disse que quer influenciar os jovens a confiarem neles mesmo com essa sua conquista histórica. "Muitas vezes impedimos nosso próprio progresso porque não temos confiança para dizer: 'Sim, eu estou pronto para esse papel. Sim, eu posso enfrentar esses desafios. Sim, eu tenho a experiência e os conhecimentos necessários'", declarou. "Quando saímos do nosso caminho e realmente apostamos em nós mesmos, é quando começamos a criar a confiança de outras pessoas em nós. Meu conselho mais forte para os jovens é sempre apostar em si mesmo", acrescentou. O anúncio de que James assumiria o cargo foi feito em fevereiro deste ano. ...

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    Sauanne Bispo sofreu diversos episódios de racismo, desde a infância em colégio particular até a vida adulta, como dona do próprio negócio. Hoje, dá palestras sobre inclusão racial. (Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo)

    A jornada contra o racismo de uma mulher negra nascida na elite da Bahia

    Nasci em Salvador, na Bahia, tenho 34 anos e sou filha de Celeste Bispo, professora graduada em letras e investigadora da Polícia Civil baiana. Meu pai é um artista plástico, faz esculturas em madeira. Eles nunca se casaram, mas ele sempre esteve presente em minha vida. Sou filha única. Cresci num bairro central de Salvador, o Garcia. Durante minha vida toda, estudei no Colégio Antônio Vieira — uma tradicional escola particular. Apesar de eu viver num estado com cerca de 82% da população preta ou parda, na escola toda havia no máximo 20 estudantes negros. Na minha sala eram eu e mais dois, na melhor das hipóteses. Eram comuns as panelinhas na sala de aula. Um colega me deu o apelido de Melanina e depois ele abreviou para Mel. Quando alguém perguntava “Por que Mel?”, ele ria para explicar. Certa vez eu estava na fila da cantina e uma menina ...

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    Taís Araújo (Foto: João Miguel Júnior/TV Globo)

    Taís Araujo fala sobre representatividade no trabalho: “mulher negra é sinônimo de riqueza”

    Há pouco mais de três meses, assim como grande parte da população, Taís Araújo viu sua rotina mudar completamente em razão da pandemia do coronavírus. Ela que estava no ar em "Amor de Mãe", novela das 9h da TV Globo pausada em razão da doença, se isolou em sua casa no Rio de Janeiro ao lado dos filhos e do marido e precisou reconquistar sua intimidade com os afazeres domésticos: "eu sempre trabalhei fora, desde que tenho 13 anos de idade, eu não sabia fazer as coisas direito dentro de casa", contou. A atriz que é voz potente e inspiração para muitas mulheres, se viu também em meio a um momento importante no debate e ação sobre diversidade e racismo, potencializado por campanhas como Black Lives Matter. "Nós, atrizes, mulheres negras, não nos encaixamos em único ...

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    (Foto: Day Rodrigues)

    Carta às mulheres solteiras: agência, amor próprio e a solidão da mulher negra

    Nesse dia dos namoradXs, eu fiquei com vontade de falar sobre algumas coisas que têm visitado os meus pensamentos. Não me dirijo a vocês com a intenção de fazer generalizações sobre as vivências das mulheres negras, mas se a minha experiência servir para acalentar algumas das minhas irmãs, esse texto fica como um presente pelo dia de hoje. Se isso não acontecer, tudo bem! Seguimos no caminho de aprender com as nossas diferenças! Faz tempo que eu tenho refletido em relação os rumos que a discussão sobre a solidão da mulher negra tem tomado. Entendo a gravidade do fato de mulheres como eu se casarem menos e enfrentarem problemas sexistas e racistas nos relacionamentos, sendo eles interraciais ou não. Contudo, eu, também, sinto a necessidade de trazer para esse debate mais reflexões sobre amor próprio e as escolhas que nós, mulheres, fazemos. Decisões que estão inseridas em um conjunto de ...

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    Laurin Rinder/Adobe

    O “não lugar da mulher negra”: do quartinho da empregada e “quase da família” a lugar nenhum

    Escrevo este texto no calor do momento após uma conversa com uma das minhas amigas pretas, muito querida. Falávamos da sua solidão e de uma vida de desenraizamento, após ela ter sido “dada” pela família no interior do Pará a uma senhora rica, branca do Estado de Goiás, aos 8 anos, com a promessa de estudar. E  como a maioria das meninas nessas condições, serviu a casa e a família por 13 anos. Passou a vida ouvindo da sua “benfeitora”: “essa é a menina que eu crio”  ou “é quase da família”, e até recebeu a permissão de chamar a tal senhora de “avό”, forma de reforçar a mentira. Quando ela percebeu que não era nada da família  e que sua situação era a mesma de muitas outras meninas negras que passara pela mesma casa  resolveu sair,  juntando assim suas coisas e caiu no mundo. Qual era o seu lugar? ...

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    @TERRICKSNOAH/Nappy.co

    Mulher negra: tu és uma raiz sagrada

    Contáramos estórias de negação. Açoitaram verdades sobre nós. Encobriram nossos traços para não reconhecer a nossa beleza. Demonizaram nossos rostos para não exaltar nosso sagrado. Legados históricos do que eu não sou. Desnudar essa pele não é uma tarefa fácil. Há quem nos ensine sete passos de como recuperar o amor próprio. Mas não consideram que até o amor nos foi retirado. Toda uma subjetivação expropriada, mercantilizada, para esvaziar-nos do que é característico nosso. Nossa ontologia nunca foi (re)conhecida. Pelo contrário, aprisionaram-na em navios de aniquilamento existencial. Impuseram-nos um jeito de não sentir. De resistir a dor. De sobreviver e não viver. De aceitar e não espernear. De ceder e não ser. De fincar e não atravessar. No entanto, esqueceram eles, que nenhum cativeiro, nenhuma senzala, nenhum mocambo, nenhuma periferia – e até mesmo nenhuma prisão – podem deter o esparramar das nossas raízes ancestrais. E é essa raiz em ...

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    Shirley Chisholm foi pré-candidata à presidência dos Estados Unidos em 1972 (Foto:  domínio público)

    Shirley Chisholm: a 1ª mulher negra a concorrer à presidência dos EUA

    Em 1972, as eleições dos Estados Unidos tiveram a primeira pré-candidata negra da história: Shirley Chisholm concorreu ao cargo pelo Partido Democrata. Durante a campanha, recebeu pelo menos três ameaças de morte e precisou lutar para que sua candidatura fosse levada a sério. Demoraria ainda muito tempo para o primeiro homem negro sentar na cadeira presidencial. Barack Obama, foi eleito apenas em 2009. A candidatura de Shirley nos anos 70 mostra sua força ao concorrer ao cargo poucos anos após a eclosão do movimento pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. (Foto: domínio público) Pessoas negras só conquistaram o direito ao voto no país em 1965, sete anos antes que o nome de Shirley surgisse como aspirante à presidência. Ela também foi a primeira mulher negra no congresso estadunidense. O cargo permitiu que lutasse pela igualdade racial e de gênero no país. [caption id="attachment_151575" align="aligncenter" ...

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    (Foto: Imagem retirada do site Midia Ninja)

    Da dificuldade nasce a força da mulher negra

    Em 1989, com 14 anos, entrei no mercado de trabalho. Meu primeiro emprego foi como office girl na falida Companhia Energética de São Paulo, atividade que consegui por meio de uma ONG chamada Patrulheiros do Caxingui. Eu trabalhava para o departamento de engenharia, distribuía radiogramas (meio de comunicação rápida da época) entre os prédios da empresa, que ficavam na região da avenida Paulista. Para isso, todos os dias eu percorria a avenida Angélica, as ruas Haddock Lobo, Bela Cintra, Consolação, Augusta e a avenida Paulista. Era cansativo, mas eu adorava saber que conseguiria garantir o sustento de casa. O preconceito racial e social que eu sofria a todo momento era o que cansava e doía. Era evidente a preferência da chefe pela moça mais clara, fosse pela forma carinhosa como ela tratava a outra funcionária, fosse pelo fato de as atividades trabalhosas sobrarem sempre pra mim. Hoje, mais de 30 ...

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    Photo by  Nick Owuor (astro.nic.visuals)  on  Unsplash

    Minha cor chega primeiro. Reflexões sobre a experiência de ser uma mulher negra

    Desde o momento do meu nascimento até meus derradeiros suspiros, estarei sozinha. De fato, a experiência de viver é solitária, não há ninguém além de mim mesma que esteja comigo ininterruptamente. Mas a solidão a qual me refiro não é essa. Trata-se de uma solidão estrutural, que está lá fora, no mundo externo, e que não é do meu controle. Solidão e faltas – todas as que puder elencar – são sinônimos da experiência corporal negra, principalmente da experiência corporal feminina negra. Nascemos em meio a um mundo construído em narrativas românticas em que a solidão não é bem quista. No entanto, sabemos nós, mulheres negras, desde a mais tenra idade que essa narrativa não se aplica a nós. Já sabemos, mesmo sem saber. A maioria de nós nasceu em lares partidos, por isso é bem provável que não saibamos o que de fato é o amor. Este não está ...

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    Lançamento do aplicativo CAIXA|Auxílio Emergencial

    Mulher negra com renda mensal de R$ 285 é perfil de maioria no Cadastro Único

    Ter inscrição no CadÚnico é uma das condições para receber os R$ 600 do auxílio emergencial. Em dezembro de 2018, 2,6 milhões de famílias inscritas no programa tinham renda zero Por Luisa Fragão, Da Revista Fórum (Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil) A última pesquisa feita do perfil socioeconômico dos brasileiros inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), em dezembro de 2018, registrava que 83% das famílias inscritas eram chefiadas por mulheres. Na época, o banco de dados do governo federal para identificar famílias brasileiras de baixa renda somava 68,4 milhões de pessoas inscritas. Estar no Cadastro Único é uma das condições que o governo federal estabeleceu para receber o auxílio emergencial de R$ 600 durante a pandemia do coronavírus. Além desta, ser Micro Empreendedor Individual (MEI), cumprir o requisito de baixa renda ou ser contribuinte do INSS também são condições para receber o auxílio. A média de ...

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    Eleições nos EUA: líder dos direitos civis sugere que chapa presidencial deve ter mulher negra como vice

    Congressista, parceiro de Martin Luther King Jr e ícone dos direitos civis nos Estados Unidos, John Lewis afirmou, na última terça-feira, (07), que Joe Biden, candidato democrata à presidência, deveria escolher uma mulher negra para ser sua companheira de chapa. Do Noticia Preta (Foto: Tom Williams/CQ-Roll Call via Getty Image) Lewis anunciou seu apoio formal a Biden, dando uma injeção de ânimo ao provável candidato progressista. Segundo a CBS, Lewis afirmou que Joe deveria pensar nos anseios dos seus eleitores e que seria uma boa escolha ter uma mulher negra para a vice-presidência. “Acho que o Biden deve olhar para seu eleitorado, e seria bom ter uma mulher de cor na sua chapa. Seria bom ter uma mulher que se pareça com o resto da América, inteligente, talentosa, lutadora, guerreira” afirmou a jornalistas. Joe Biden entrou para a história em 2008 quando fez parte da chapa ...

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    Geledés-Instituto da Mulher Negra lança campanha contra genocídio

    Em 21 de março de 1960, mais de 20 mil sul-africanos protestavam pacificamente contra a Lei de Passe, instaurada pelo regime segregacionista apartheid e que determinava a obrigatoriedade de negros portarem uma caderneta (um instrumento de controle estatal) na qual constava onde eles poderiam ir, a cor, a etnia e a profissão. Nesta data, a manifestação pacífica em Shaperville, província de Gautung, terminou em uma violenta repressão pelo Estado sul-africano que matou 69 pessoas e feriu 189. Em 1966, em memória às vítimas do massacre, a ONU determinou o 21 de março como o Dia Internacional contra a Discriminação Racial.  Geledés - Instituto da Mulher Negra em memória ao Dia Internacional de Discriminação Racial lança sua campanha de combate ao genocídio da juventude negra #Memóriatemcor, para sensibilizar o País contra a “naturalização” da matança de jovens negros. É um alerta máximo, um chamado para que brasileiras e brasileiros, independente de ...

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    Imagem retirada do site

    A mulher negra que desafia o capital imobiliário

    História de Carmen Silva, líder sem-teto em SP, perseguida implacavelmente. Viveu na clandestinidade e teve filhos presos. Denuncia aluguéis abusivos no Centro, mas também ousa: das moradias insurgentes virão soluções para Habitação Por Rôney Rodrigues, do Outras Palavras Imagem retirada do site Outras Palavras Pela janela do apê Engaiolada em um apartamento estranho, rememora Carmen Silva Ferreira, 59, a janela é praticamente seu único contato com o mundo. Vista do alto, a paisagem é calma: o nublado céu paulistano; prédios e mais prédios; algumas casinhas; ruas e avenidas emoldurando quarteirões; carros, muitos carros, caminhões e pessoinhas, tudo em miniatura, circulando. Por um instante, pouco lembra a cidade desigual e cruel que a líder do Movimento dos Sem-Teto do Centro (MSTC) denuncia há quase 30 anos. Por 74 dias, entre 24 de junho e 3 de outubro de 2019, essa mulher negra e nordestina, que chegou a ...

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    (Pintura: Antônio Rafael Pinto Bandeira)

    Sou uma mulher negra e a minha invisibilidade é real

    Quando falamos de invisibilidade abre-se um leque de conceitos e didáticas que podemos discutir, um delas é a solidão da mulher negra. Por Laiela Santos, da Revista Cult (Pintura: Antônio Rafael Pinto Bandeira) Precisamos entender que essa solidão não existe somente em relacionamentos afetivos. Essa invisibilidade vai desde a infância até a fase adulta. As mulheres negras são inferiorizadas na entrevista de emprego, quando não têm o perfil de uma mulher padronizada; na fila do hospital, quando são consideradas fortes o suficiente para aguentar mais dores que uma mulher branca; nos relacionamentos, quando são abandonas pelos seus parceiros e sofrem para cuidar de seus filhos sozinhas, se tornando mulheres exaustas e sobrecarregadas. Ser uma mulher negra num país racista é ter que construir e reconstruir a sua autoestima dia a dia pela falta de representatividade nos meios de comunicação em massa; é ser sexualizada no Carnaval, ...

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    Imagem retirada do site

    Roda de conversa no Sesc debaterá racismo e papel da mulher negra em Brusque

    Evento tem como ponto de partida a pergunta "O que é ser uma mulher negra?" No Portal da Cidade Imagem retirada do site Portal da Cidade Na próxima quinta-feira (5) o Sesc de Brusque receberá o projeto “Eu Vejo Você”, que abordará através de uma roda de conversa uma importante questão: o racismo. O encontro terá como ponto de partida a pergunta: O que é ser uma mulher negra? Tem como objetivo a partir desta perspectiva, compartilhar vivências para promover reflexões coletivas sobre o racismo e seus impactos, criando um espaço de diálogo sobre a diversidade étnico-cultural em Brusque, potencializando as vozes da juventude negra. O evento ocorre às 19h na biblioteca do Sesc e qualquer pessoa pode participar. A roda de conversa será ministrada por Shayene Ferreira de Jesus, coordenadora do projeto. Ela diz que o “Eu Vejo Você” é voltado as questões raciais em ...

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    Minha produção de conhecimento histórico é contaminada pela condição de mulher negra e quilombola

    Escolhi parafrasear no título do presente guest post a escritora brasileira, Conceição Evaristo, que constrói contos e poemas reveladores da condição da população negra no país. A intelectual operaciona a categoria de “escrevivência”, através de uma escrita que narra o cotidiano, as lembranças e as experiências do outro, mas sobretudo, a sua própria, propagando os sentimentos, as lutas, as alegrias e resistências de um povo cujas vozes são silenciadas. Por  Ana Paula Batista da Silva Cruz², enviado para o Portal Geledés  Recusar a suposta neutralidade epistemológica é algo presente em discursos de intelectuais negras que compreendem a importância da intersecção entre militância e conhecimento científico. Davis³, destacou que a partir dessa relação é possível pensar em um novo modelo de sociedade menos hierarquizada e excludente. Minhas pesquisas caminham nesse sentindo interseccional entre produção de conhecimento histórico e militância política, enquanto historiadora negra e quilombola, os estudos sobre o Vale do Iguape, ...

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    Thalita Duarte
10:21 (há 7 minutos)
para barbara.lima, daniele.mattos, eduardo.zanelato, mim  Bom dia, pessoal! Tudo bem? :) 
Estou saindo de outra reunião e devo me atrasar 10 minutos para a nossa. Já, já nos vemos!

    Ilú Obá de Min, resistência e protagonismo da mulher negra, no ‘Entre Vistas’

    Bloco que abre o carnaval de rua de São Paulo com homenagem a Lia de Itamaracá é o tema do “Entre Vistas” desta quinta-feira, às 22h, na TVT Da Rede Brasil Atual  “A gente sai de lá mais forte, porque a gente troca muito entre a gente. O fato de o Ilú existir já é resistência, já que a mulher negra está sempre na posição de espectadora” (ilú obá de min/arquivo facebook) São Paulo – A ação de resistência da mulher negra ante a intolerância e o ódio que contaminam a cena política e as relações sociais no país ganha visibilidade no carnaval de rua de São Paulo com o desfile do bloco Ilú Obá de Min. “Uma mulher negra com um instrumento é uma resistência. A resistência que o Ilú traz para essas mulheres não é só para tocar no carnaval. É uma resistência de ...

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    Reprodução/Facebook

    A história de Mary Beatrice, mulher negra que inventou o absorvente

    Durante sua longa pesquisa para a série de livros ‘Forgotten Women‘ (ou ‘Mulheres Esquecidas’), a escritora Zing Tsjeng descobriu muitas inexatidões históricas sobre invenções que mudaram a sociedade – segundo ela, a maioria foi atribuída a homens. Homens brancos. Por Karol Gomes, do Hypeness Mary Beatrice (Reprodução/Facebook) “Houveram milhares de mulheres inventoras, cientistas e tecnológicas. Mas elas nunca receberam o reconhecimento que mereciam”, declarou a autora em um artigo para a Vice. Cada livro terá 48 perfis ilustrados de mulheres da história – o número foi escolhido para refletir o total de vencedoras do sexo feminino do Prêmio Nobel em 116 anos sua de existência. Entre elas, Mary Beatrice Davidson Kenner, mulher negra que inventou o absorvente e cuja história Zing resumiu em seu artigo. Nascida em 1912, Mary Beatrice cresceu Charlotte, Carolina do Norte, com genes de inventora. Seu avô materno inventou o sinal de ...

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    Agência Brasil/EBC

    Qual a diferença entre ser mulher negra e homem branco na hora de investir?

    Entenda o impacto de gênero e cor no quanto da renda é preciso economizar para atingir seus objetivos Por Por Isabel Filgueiras, do Valor Investe Foto: Agência Brasil/EBC Planejadores financeiros e especialistas em investimentos costumam fazer sugestões genéricas para as pessoas guardarem dinheiro e aplicarem suas economias. Mas não podemos esquecer que, também no mundo das finanças pessoais — e por motivos conhecidos —, a cor da pele e o gênero influenciam em quanto cada pessoa pode e consegue acumular ao longo da vida. Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta, por exemplo, que a remuneração média de um homem branco é mais que o dobro daquela de uma mulher negra. O salário integral delas equivale a apenas 44% do salário deles. Renda do brasileiro   Se o salário de um grupo é tão maior que o do outro, parece um tanto óbvio ...

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    Solidão da mulher negra

    Por muito tempo algo tem me assombrado, devo dizer que me sinto extremamente desconfortável ao falar disso. Ser negra é sinônimo de ser invisível, irei explicar tudo desde os primórdios, mas devo relatar que angustia e tristeza que hoje assombram meu coração são de extrema relevância e periculosidade. Enviado para  o Portal Geledés  Adobe Ainda no ensino fundamental era chamada de ‘’macaca preta’’, o apelido cruel era realmente desgastante, meu colega de classe mesmo pequeno já sabia destruir sentimentos, eu dava risada para fingir que aquilo não me afetava porem ficaria marcado para o resto de minha vida. Crianças sempre são cruéis, isso ficou claro quando dancei quadrilha pela primeira vez, nunca tive um par, isso era realmente desapontador as vezes me perguntava mesmo com aquela idade se o problema estava em mim, realmente irei destacar minhas características, tinha 7 anos, meu cabelo era crespo e volumoso, sempre ...

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