terça-feira, setembro 29, 2020

    Resultados da pesquisa por 'mulheres negras'

    Cidinha Raiz, pré-candidata a vereadora pelo Podemos em SP: primeira negra a disputar uma vaga no Senado pelo estado em 2018
(Foto: Imagem retirada do site Universa)

    Mulheres negras na política: “Verba vai primeiro para loiras de olho azul”

    Desde que a primeira mulher negra foi eleita para um cargo político no Brasil (Antonieta de Barros se elegeu deputada estadual em Santa Catarina, em 1935), o país caminhou pouco. Passados 85 anos, mulheres negras não chegam a 1% das assembleias legislativas e a 5% das câmaras de vereadores. Nas prefeituras do país, também são subrepresentadas: 3% ocupam o cargo máximo dos executivos municipais. Não há uma sequer comandando uma capital. Os números escancaram a falta de representatividade, uma vez que elas compõem 25% da população brasileira. Em 2020, nas eleições para câmaras de vereadores e prefeituras, há maior mobilização por parte de possíveis candidatas, de coletivos para ajudá-las nas campanhas e de partidos para aumentar o quadro de candidaturas. Mas por que há tão poucas mulheres negras na política brasileira? E por que é importante que esses números aumentem? Universa conversou com pré-candidatas e nomes experientes para responder a ...

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    Foto: Heloise Hamada/G1

    Mulheres negras enfrentam barreiras para sustentar candidaturas

    Apesar dos registros existentes de eleições no Brasil ocorrerem desde o período colonial, as eleições diretas e democrática tem história recente. A primeira eleição em território brasileiro aconteceu em 1532, de forma indireta, com regras compiladas de Portugal. Determinavam a escolha das pessoas que ocupariam os cargos da Câmara Municipal e que seriam responsáveis pela administração das vilas coloniais. Somente os denominados homens bons podiam votar e, ser votados. (Grupo de homens que possuíam alguma linhagem nobre ou que possuíam algum negócio de importância). Em 1824 no período monárquico, além do voto não ser secreto, somente os homens livres, maiores de 25 anos e ricos poderiam votar. Por que faço esta abertura? As eleições no Brasil, é marcada por um passado com profundas exclusões e alterações de ordem conjuntural, mas trazem sequelas do sistema escravagista, apontadas de forma direta nas regras e resoluções tomadas internamente por vários partidos políticos que ...

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    Ilustração: Caio Baldi

    Oportunidades para mulheres negras cis e trans!

    Mulheres negras cis e trans: queremos vocês no nosso projeto! O Museu da Vida torna público o processo seletivo de duas profissionais de nível superior e uma bolsista graduanda para atuar no projeto “Meninas negras na ciência: a divulgação científica como estratégia de promoção da saúde, cidadania e empoderamento”. A proposta é potencializar o trabalho educativo-cultural do Museu com escolas e organizar atividades para 25 meninas negras, estudantes de escolas públicas dos territórios de Manguinhos, Maré, Jacarezinho e Complexo do Alemão, cursando o ensino médio. Para atingir os objetivos do projeto, serão utilizadas diferentes estratégias, como rodas de conversa, cine-debates, palestras, dinâmicas e apresentações artísticas. Queremos montar uma rede colaborativa de trabalho, que será construída com a participação de cientistas e movimentos sociais. As atividades serão realizadas de modo remoto e/ou presencial, conforme as diretrizes do Plano de Contingência da Casa de Oswaldo Cruz, em linha com as determinações das autoridades sanitárias do país e da própria Fiocruz para ...

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    Elsimar Coutinho (Foto: Adilton Venegeroles/Ag. A Tarde)

    Elsimar Coutinho e o domínio sobre o corpo de mulheres negras e seus filhos

    No turbilhão de conteúdos que lotaram as redes sociais no último final de semana sobre a sucessão de violências sofridas pela criança, uma menina de 10 anos, do Espírito Santo, vítima da monstruosidade criminosa do tio, da burocracia machista do Estado e do fanatismo religioso, que tentou impedir a esperança dela ainda viver um pouco da infância, como criança que é, dois conteúdos chamaram muito atenção. Primeiro uma charge que expressa a hipocrisia e a seletividade de quem se diz lutar pela vida. Outro, mais espantoso, foi um tuíte que recomendava como forma de convencimento àquelas pessoas que se encontravam na porta do hospital, acusando médico e criança de assassinos: digam que esse ser gerado do estupro poderá crescer e se tornar um marginal. Pronto, será suficiente para que eles preguem a morte. O tuíte, em outras palavras, expressava essa ideia, relacionada diretamente ao exercício que a sociedade vem fazendo ...

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    FOTO: tumblr.com

    A distopia do cuidado no brasil opera no corpo das mulheres negras

    O corpo negro é um corpo encruzilhada. Sua existência é plena realização dinâmica entre a decisão e o sacrifício. Douglas Malûngu   Cuidado com conceito A abordagem deste ensaio reconhece as múltiplas possibilidades de conceitos e definições que versam sobre cuidado. No entanto, aqui nos interessa lançar mão de algumas lentes com capacidades multidisciplinares para destacar lugares específicos de interação das mulheres negras e suas relações com a organização social do cuidado bem como a própria economia do cuidado. Tal abordagem se impõe com urgência, já que se dá em contexto da pandemia do novo coronavírus no Brasil e se soma aos resultados da combinação entre divisão racial e divisão sexual do trabalho, que, conformada a partir do momento colonial e de duração perene, apresenta como naturalmente associados raça, trabalho e sexo. Dou início a esse texto ao analisar, primeiramente, a categoria care e localizá-la no tempo e espaço. Afinal, dissecar os termos ...

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    Reprodução/Facebook

    As Mulheres Negras – Eu vos agradeço

    Venho pensando a dias como transformar os meus pensamentos, as minhas inquietudes em palavras, sempre me pergunto o porque as pessoas taxarem as mulheres negras que tem postura, ética, senso crítico, opinião de "grosseiras", "estressadas", "raivosas", "intransigentes"? Quando essas mesmas características são colocadas a uma mulher branca, elas são taxadas de "assertivas", "pessoas com credibilidade", "postura", "que tem opinião" etc, quando foi/é que uma mulher negra deixa/deixou de ser assertiva na educação de seus filhos ou na maneira que atua em sua profissão? Quando é/foi que a mulher negra deixa/deixou de ter credibilidade ao trazer dados e informações dentro do expertise dela? Quando é/foi que a mulher negra não tem/teve postura ao se pronunciar? A mulher negra não tem a obrigação de continuar na subserviência, a mulher negra está na base da pirâmide, mas é ela que movimenta toda a sua estrutura, a mulher negra de personalidade herdou de seus ...

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    Foto: André Neves Sampaio

    Mais de 4,2 mi de mulheres negras saíram da pobreza extrema com auxílio

    O Brasil nunca tinha vivido uma experiência de transferência de renda como o auxílio emergencial. Sem ele, milhões de brasileiros estariam sem recursos financeiros para as necessidades mais básicas, como pagar contas de água e luz e comprar alimentos. Tudo isso no meio da pandemia de covid-19. O programa atingiu cerca de 66 milhões de beneficiários em agosto. E muita gente saiu da pobreza extrema. Uma pesquisa publicada nesta quarta-feira (5) pelo economista Daniel Duque, pesquisador da FGV IBRE (Instituto Brasileiro de Economia), mostra que o auxílio emergencial tem grande poder de repor os rendimentos do trabalho e até os rendimentos totais das famílias mais pobres. "É a primeira vez em 30 anos que houve uma redução tão forte da pobreza junto a uma queda igualmente forte da renda média", explica Duque. A coluna obteve com exclusividade dois recortes importantes para compreender o país neste momento: os estados onde o ...

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    Gestantes e puérperas brasileiras correspondiam a 77% das mortes maternas por Covid-19 de todo o mundo
(Imagem: Getty Images)

    Nós por nós: Mulheres negras, mães e faveladas

    Nos aproximamos das 100 mil mortes em menos de 6 meses desde o início da pandemia. Foram milhares de vidas perdidas e famílias destruídas, não somente pelo vírus, mas pelo abandono do Estado que não foi capaz de atender, de forma ampla, a população que mais precisa, a população que não pode parar e se isolar em casa, que não teve tempo de correr para um hospital quando mais precisou, e que segue, mais uma vez, sendo massacrada pela desigualdade. Nessa mesma semana, saiu a notícia de que o Brasil bateu um novo recorde, o de mortes maternas por Covid-19. No início de julho, nossas gestantes e puérperas já correspondiam a 77% das mortes maternas de todo o mundo. Somos o país onde mais morrem gestantes e puérperas em decorrência do novo coronavírus. Ao todo, já são mais de 200 mulheres brasileiras que não tiveram a chance de ver suas ...

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    A atriz e produtora Maria Gal - Mathilde Missioneiro/Folhapress

    Mulheres negras sob ataque nas redes

    Às vésperas do Dia de Tereza de Benguela, Dia Nacional da Mulher Negra (25 de julho), eu, mulher negra, atriz, fui atacada nas minhas redes sociais por mais uma ação racista que tenta calar e desumanizar afro-brasileiras. O racismo se manifestou por xingamento atribuído à animalização, ofensa racial que tenta retirar de negros e negras o direito de sermos tratadas como seres humanos. Não se trata somente de caso isolado ou dirigido apenas à minha pessoa, é direcionado contra 56% da população brasileira: 118 milhões de negras e negros. E, por isso, é preciso reagir e falar publicamente sobre racismo e discriminação racial. Sou mais uma das milhões de mulheres negras que fazem das redes sociais o seu lugar de existência, conexões humanas, apresentação do trabalho e exposição livre de ideias e conversas sobre ser mulher negra no Brasil. A cada postagem, corpo, identidade e pensamento negro se afirmam não ...

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    Tereza de Benguela (Imagem: Wikimedia Commons)

    Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha: tempos de luta, de luto, e de resistência à violência contra as mulheres negras

    Nesse momento de grandes sobressaltos e de tantas incertezas, venho oferecer meu afetuoso abraço a todas aquelas que fazem deste mundo um lugar de acolhimento, compreensão e de concórdia. Pois, são inúmeras as atribulações, a correria que mal temos tempo de olhar para nós mesmas e de nos reconhecermos como aquelas que também precisam de cuidados, de atenção e de escuta. Afeto é doação, é compartilhar o que se tem, independente de quantidade, mas sim, o valor legítimo dessa afetuosidade em forma de empatia. Mulheres negras se levantam todos os dias do ano para enfrentar o racismo o sexismo, mas no 25 de julho Dia da Mulher Afro Latino e Caribenha e Dia Nacional de Tereza de Benguela, são mais altivas para que outras mulheres negras não precisem passar pelas mesmas situações vexatórias, as quais muitas já vivenciaram. É necessário rememorar que as principais conquistas neste campo foram auferidas por ...

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    Rosane Borges (Reprodução/Twitter)

    O racismo e as mulheres negras

    Num contexto em que as reações antirracistas sacodem a boa consciência da comunidade planetária, deslocando episódios brutais do lugar monótono da trivialidade cotidiana para o campo do intolerável, pesquisa recente da consultoria IDados, divulgada nas últimas semanas, reafirma que o fosso social no Brasil tem um fundamento de exclusão invariável: o racismo. Mas, note-se: mesmo com os dados desfilando persistente e constrangedoramente à nossa frente, relutamos em juntar os pontos, procuramos atalhos para justificar a magnitude da desigualdade como forma de evitar o confronto com o racismo tal como ele é: profundo, estrutural, que perdura no tempo, se efetua a revelia das boas intenções, sobrevive com obstinação, o que demonstra como as camadas espessas da colonização e da escravidão até hoje cobrem o nosso tecido social, sobrevivendo com tenaz resistência aos humores dos tempos. Certamente, a pesquisa da IDados não traz nada de novo, mas serve de alerta, em contexto ...

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    Foto: ONU Brasil

    Após quase três décadas, luta de mulheres negras da América Latina contra o racismo continua

    Rádio Sagres · Manhã Sagres #645: Entrevista com a professora de Filosofia e Ciências Humanas do IFGO, Janira Sodré Em 1992, grupos femininos negros de 32 países da América Latina e do Caribe se reuniram em Santo Domingo, na República Dominicana, para denunciar opressões e debater soluções na luta contra o racismo. Esse encontro ficou marcado na história e foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, que completou 28 anos no último sábado (25). Em entrevista ao Manhã Sagres desta segunda-feira (27), a professora da Coordenação de Filosofia e Ciências Humanas do Instituto Federal de Educação de Goiás, Coordenadora do Núcleo de Estudos em Gênero, Raça e Africanidades do IFG e Presidente da Câmara Técnica de Enfrentamento ao Racismo e Diversidade Étnica do Conselho Estadual da Mulher, Janira Sodré, falou sobre a baixa representatividade das mulheres na política e ...

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    Foto: Arquivo pessoal/Reprodução Tide Setubal

    Mais do que poder ou empoderamento, mulheres negras se emancipam e buscam autonomia – Fundação Tide Setubal entrevista Rosane Borges

    Muitas foram as conquistas do povo negro ao longo dos anos, a exemplo do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Celebrada em 25 de julho, a data reivindica e convoca para as especificidades de demandas e subjetividades das mulheres negras. E nesse processo, da base da pirâmide, elas seguem disputando narrativas e buscando a emancipação. Mas as relações de poder e visibilidade, sobretudo nos espaços midiáticos, a todo momento são expostas por meio de problematizações no que se refere à representação e ao imaginário, sobretudo da população negra brasileira. Nesse sentido, refletir sobre mídia, representatividade e espaços de poder é desafiador e complexo. Em entrevista à Fundação Tide Setubal, a jornalista e doutora em Ciências da Comunicação Rosane Borges comentou, sob a ótica da criticidade e no lugar de mulher negra, a respeito do atual momento midiático, em meio a representações das mulheres negras. Como você analisa o atual cenário no ...

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    A socióloga Vilma Reis
Imagem: Reprodução/Instagram

    “São mulheres negras que empurram a esquerda para esquerda”, diz socióloga

    Salvador, a cidade mais negra do Brasil, estranhamente em toda sua história nunca teve uma prefeita - ou prefeito - negra eleita. Mas isso pode mudar esse ano. O movimento de mulheres negras de Salvador chacoalhou o cenário político das eleições municipais para, finalmente, ter a candidatura de uma mulher negra à prefeitura. A sociológica e ativista do movimento de mulheres negras, Vilma Reis, lançou sua pré-candidatura a um cargo eletivo pela primeira em 2019, dentro do movimento "Agora é ela", que apoia candidaturas negras para eleições deste ano. "As pessoas negras não têm poder de decisão em Salvador. Isso tem a ver com o controle dos homens brancos de classe média alta, nos partidos de esquerda, e os empresários e fazendeiros nos partidos de direita. Temos uma asfixia política, não há alternância de poder", conta Vilma Reis, que é filiada ao PT desde 2007. Em 471 anos de história, ...

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    Reprodução/Facebook

    Nem cárcere, nem tiro, nem Covid: corpos negros vivos! Mulheres negras e indígenas! Por nós, por todas nós, pelo bem viver! 

    Nós, mulheres negras, indígenas e imigrantes, reunidas neste 25 de julho de 2020, viemos, mais uma vez, denunciar o racismo do Estado brasileiro contra nossos corpos. A data marca o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha e o Dia Nacional da Mulher Negra, criado no Brasil em homenagem à quilombola Teresa de Benguela. Estamos juntas e unidas lutando por nós, por todas nós, pelo Bem Viver e contra o genocídio do povo preto, dos povos indígenas, de LGBTQIA+ e contra todas as formas de opressão. Em 2015, tomamos as ruas no dia 18 de novembro para realizar, em Brasília, a Marcha das Mulheres Negras – Contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver, que reuniu cerca de 50 mil mulheres negras de todos os recantos do Brasil. Hoje celebramos os 5 anos da Marcha, um marco político e organizativo da luta das mulheres negras. Em São Paulo, também temos ...

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    (Foto: Reprodução/ Vaga Carne)

    A potência de mulheres negras à frente das câmeras e na direção de filmes

    Em 25 de julho é celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Afro Latina-Americana e Caribenha. A data foi instituída em 1992, quando foi reconhecida pela Organização das Nações Unidas. No Brasil, a data marca também o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, que foi sancionada em 2014 e nomeada em homenagem à líder quilombola homônima. Ambas as nomenclaturas têm como objetivo chamar a atenção para as opressões de gênero e raça às quais mulheres negras são submetidas. Ambos os aspectos são visíveis nos indicadores de violência urbana e na precarização das condições de trabalho. Como consequência, a subrepresentação de mulheres negras é visível em diversos segmentos sociais, inclusive quando o assunto é o cinema brasileiro. De acordo com um levantamento divulgado em 2018 pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) feito com 142 filmes lançados comercialmente em 2016, nenhuma dessas obras foi dirigida por elas. Ainda, ...

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    (Foto: RAWPIXEL.COM- Nappy)

    Encontro discute trajetória das mulheres negras nas universidades

    Com o tema Política Institucional das Universidades e a Trajetória das Mulheres Negras, o Escritório USP Mulheres realizará o primeiro Encontro USP Mulheres Negras, Latino-Americanas e Caribenhas, nos dias 23 e 24 de julho, com a presença de profissionais, especialistas e pesquisadoras para analisar quatro grandes questões sobre o assunto. Equalizar as oportunidades na carreira docente; apoiar a trajetória acadêmica de mulheres; discutir gênero e política institucional; e inovar propondo medidas antidiscriminatórias são as linhas de debate nos dois dias do encontro. A abertura contará com a participação do reitor da USP, Vahan Agopyan, e com a coordenadora do Escritório USP Mulheres, a professora Maria Arminda do Nascimento Arrudada, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. O encerramento terá a leitura de um documento elaborado a partir das apresentações realizadas. O evento terá transmissão on-line pelo Youtube neste link e para participar não é necessário fazer ...

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    Reprodução/Facebook

    Marcha das Mulheres Negras de SP acontece com programação online neste sábado

    Será realizada neste sábado (25) a Marcha das Mulheres Negras de São Paulo, a partir das 14h. O evento, que ocorre pelo quinto ano seguido, será organizado de maneira digital devido à pandemia do coronavírus, mas também contará com manifestações presenciais. Além de reivindicar seus direitos, as mulheres se manifestarão contra o projeto genocida em todas as esferas de governo. A Marcha busca conectar pessoas por meio do mote “Nem cárcere, nem tiro, nem Covid: corpos negros vivos! Mulheres negras e indígenas! Por nós, por todas nós, pelo bem viver!”. A manifestação vai apresentar uma programação online e intervenções de rua que serão transmitidas ao vivo no sábado, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha e Dia Nacional de Teresa de Benguela. A programação começará a ser transmitida às 14h e contará com encontros e discussões sobre ancestralidade, apresentação musical, sarau literário e programação infantil, além de questionamentos sobre ...

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    Foto: EPA

    Quatro mulheres negras à frente de pesquisas sobre a covid-19

    A professora e pesquisadora da Universidade Federal Fluminense (UFF) Andrea Alice da Silva fez pós-doutorado na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, em 2019, e retornou ao Brasil em fevereiro deste ano. Pouco tempo depois, sua vida teve uma mudança radical. Com a chegada do novo coronavírus, ela mudou sua linha de pesquisa e passou a se dedicar a ajudar no diagnóstico da doença. “A covid atropelou tudo. As minhas linhas de pesquisas originais estão todas paralisadas”, conta. Uma das brasileiras à frente dos estudos sobre a covid-19 no país, ela faz parte do diminuto universo de 23% de docentes negras no ensino superior do país, segundo o mais recente Censo de Ensino Superior do Inep, de 2018. Brancas são maioria (76%). A principal linha de pesquisa da professora da UFF é a hepatite C, na qual investiga como novos tratamentos para a doença são conduzidos no Brasil, já que ...

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