sexta-feira, agosto 14, 2020

    Resultados da pesquisa por 'obstetra'

    Mulheres negras sofrem violência obstétrica baseada em estereótipos racistas Foto: Arte de Ana Luiza Costa

    Racismo obstétrico: violência na gestação, parto e puerpério atinge mulheres negras de forma particular

    Há duas semanas, Licyane de Almeida Santos, de 27 anos, então com 37 semanas de gestação, procurou atendimento médico em um posto de saúde localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro. Estava com pressão alta e se sentindo mal, com dores de dilatação. Por isso, durante a consulta, pediu ao ginecologista obstetra que desse um atestado ou iniciasse o período de licença-maternidade para que fosse liberada do trabalho como demonstradora em lojas de cosméticos, no qual precisa ficar em pé durante horas, além do tempo gasto no transporte. Licyane conta que o médico, no entanto, se recusou e debochou da situação. — Eu cheguei com dor e ele ficou rindo, debochando. Foi muito humilhante. Disse que eu estava fazendo drama, que a dor era normal e não me examinou. Eu fiquei nervosa e comecei a chorar. Não podia ficar em casa sem o atestado se não seria descontada — ...

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    Instituto Luiza Mahin é a primeira associação de medicas, medicos e estudantes negros do Brasil

    A oficialização do instituto acontece no próximo dia 06 de dezembro na Assembleia legislativa em São Paulo com participação especial de Eliane Dias e Erica Malunguinho  A missão do Instituto Luiza Mahin (ILM) é promover e assegurar equidade de direitos políticos, educacionais, sociais e econômicos para alavancar a Luta Antirracista, garantindo Saúde e Bem Estar para o povo negro. “Queremos contribuir para a construção de uma sociedade na qual todos os indivíduos tenham direitos iguais sem prejuízos por pertença racial”, afirma Dra Andrea Gonçalves ginecologista e obstetra a frente da associação.  Outros pontos fortes que o ILM assegura é com a contribuição para a defesa, promulgação e execução de leis municipais, estaduais e federais que preservem e/ou garantam direitos sociais. Também há incentivo para a promoção da Saúde Integral do Povo Negro através de atuação nos âmbitos de ensino, pesquisa e assistência em Saúde.  A importância da associação também está ...

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    Reprodução/BBC

    BBC 100 Women 2019: quem está na lista?

    A BBC acaba de anunciar a edição de 2019 de sua lista anual de mulheres inspiradoras e influentes de todo o mundo. No BBC Reprodução/BBC   Duas brasileiras estão entre as eleitas deste ano: a filósofa Djamila Ribeiro e a deputada federal Tábata Amaral (PDT-SP). Neste ano, o mote da nomeação foi: Como seria o futuro se ele fosse comandado por mulheres? De uma arquiteta que está planejando reconstruir a Síria à gerente de um projeto da Nasa para explorar Marte, muitas das mulheres incluídas na lista estão testando os limites em seus campos de atuação. Podem ser elas a nos ajudar a prever como será a vida em 2030, ano crucial para o cumprimento de objetivos globais delineados pelas Nações Unidas. Outras, como uma política "fantasma" que desafia a máfia e jogadoras de futebol combatendo a misoginia, estão usando suas experiências de vida extraordinárias para ...

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    Por que cada vez mais mulheres têm buscado métodos anticoncepcionais sem hormônio

    Além da pílula, alternativas naturais e com menos interferências químicas em seus corpos e ciclos são opções; conheça cada uma delas. Por Ana Ignacio, do Huffpost Brasil Pílula anticoncepcional têm sido substituida por mulheres com frequência. (Imagem: LUKPEDCLUB VIA GETTY IMAGES) Foram quatro anos de uso até que decidiu ir em busca de outro método. Beatriz Sabô tinha 21 anos quando resolveu parar de tomar pílula anticoncepcional. Daí em diante, iniciou um processo de estudos, pesquisa e conhecimento de seu corpo para descobrir o que fazia mais sentido para ela em sua vida, naquele momento. “Eu parei de utilizar a pílula após ler relatos de mulheres que foram hospitalizadas por causa dela, entre outros fatores, e me reconhecer nos sintomas”, contou à reportagem do HuffPost Brasil. Fora isso, outra informação fez com que tomasse essa decisão. “Antes de começar o uso eu já tinha sido diagnosticada ...

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    @BRIT/Nappy

    Médicos divergem sobre lei que permite cesárea sem indicação médica no SUS

    O projeto de lei de Janaína Paschoal (PSL) dividiu opiniões quanto à sua eficácia e proteção da mulher Por Gabriela Maraccini, da Revista Claudia  @BRIT/Nappy O projeto de lei que garante à mulher a opção pela cesárea no SUS sem indicação médica a partir da 39ª semana de gestação foi sancionada pelo governador João Dória (PSDB) na sexta-feira (23). De autoria da deputada Janaína Paschoal (PSL), o projeto divide opiniões de especialistas. Há quem acredite que a lei trará mais igualdade e o direito à mulher de optar pelo procedimento a ser realizado, mas há também quem defenda que a lei trará mais riscos à mãe e ao bebê, além de potencializar o número de cesáreas feitas no Brasil, que já é alto – o país é o segundo no ranking mundial, de acordo com estudo publicado pela revista Lancet no ano passado. A ginecologista e ...

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    CLASSEN RAFAEL : EYEEM VIA GETTY IMAGES

    Um guia para entender o que é violência obstétrica, como denunciar e combater a prática

    Em maio, Ministério da Saúde emitiu despacho em que orientava que a expressão fosse evitada em diretrizes e dados de políticas públicas. Ana Ignacio no HuffPost Classen Rafael / EyeEm via Getty Images O termo já é usado há anos e oficializado no Brasil há quase uma década para designar um tipo de violência contra a mulher, que acontece no momento do parto. Mas, recentemente, foi ameaçado. Em despacho oficial publicado em maio deste ano, o Ministério da Saúde orientou que a expressão fosse evitada e, possivelmente, abolida de documentos de políticas públicas do governo. Segundo o MS, “a expressão ‘violência obstétrica’ não agrega valor e, portanto, estratégias têm sido fortalecidas para a abolição do seu uso com foco na ética e na produção de cuidados em saúde qualificada”. À época, o despacho também afirmou que “tanto o profissional de saúde quanto os de outras áreas não ...

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    Elza Lopes falou que departamento discute projeto para cota raciais no serviço público — Foto: Reprodução

    Departamento de igualdade racial defende cotas para negros no serviço público em Rio Branco

    Proposta foi divulgada no bate-papo do G1 Acre desta sexta-feira (12). Departamento de Promoção da Igualdade Racial também divulgou programação da 7ª Quinzena da Mulher Negra. Do G1 O Departamento de Promoção da Igualdade Racial quer discutir com a Câmara de Vereadores de Rio Branco uma forma de inserir cota racial para o serviço público na capital acreana. Durante o bate papo do G1 Acre, nesta sexta-feira (12), a chefe do departamento, Elza Lopes, falou sobre a proposta desenvolvida e as dificuldades em apresentar projetos sobre as mulheres negras. Através da assessoria, a Câmara informou que ainda não houve uma reunião para tratar o assunto. Na oportunidade, Elza falou ainda sobre a programação da 7ª edição da Quinzena da Mulher Negra, que começa nesta segunda-feira (15) já com uma audiência pública sobre violência doméstica. O evento é em alusão ao dia 25 de julho, que é o Dia Internacional da ...

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    Paola Deodoro (Foto: Caroline Lima)

    Grávida (aos 42): Paola Deodoro fala sobre a decisão pela maternidade

    Em um texto emocionante, a editora sênior Paola Deodoro narra as aventuras da gestação depois dos 40, escolha cada vez mais comum no Brasil Por PAOLA DEODORO, da Revista Marie Claire  “Tenho 42 anos e estou entre o quinto e o sexto mês de gravidez (depende do dia em que você estiver lendo esse texto!) do meu primeiro filho. Não tive muito enjoos, mas tenho muito sono, fico louca tentando achar uma roupa para vestir de manhã, passo uns 12 tipos de hidratantes diferentes para evitar estrias, estou viciada em frutas, sinto falta daquele vinhozinho desestressante sem dia certo, quando chego em casa, sigo fazendo aulas de dança, pratico ioga e acho que até aqui estou indo bem na tarefa de preparar uma pessoinha. Pode ser que você não tenha percebido (provavelmente percebeu, né), mas lá no iniciozinho eu digo que tenho 42 anos, com chances de comemorar 43 na ...

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    Imagem- Getty Images:iStockphoto

    Ministério da Saúde extingue termo violência obstétrica; entidades repudiam

    O Ministério da Saúde decidiu abolir o uso do termo "violência obstétrica" e afirmou, em um despacho divulgado na sexta-feira (3), que "estratégias têm sido fortalecidas" para que a expressão pare de ser usada pelo órgão. por Camila Brandalise da Universa Imagem- Getty Images:iStockphoto A explicação, segundo o documento, é de que o termo é inadequado por que "tanto o profissional de saúde quanto os de outras áreas não têm a intencionalidade de prejudicar ou causar dano." O termo se refere a uma série de procedimentos considerados violentos, praticados durante o parto por parte de profissionais da saúde. Por exemplo: cesáreas feitas sem necessidade ou consentimento da parturiente e o corte entre a vagina e o ânus, para aumentar o canal de parto, chamado de episiotomia (cuja necessidade é discutida). "Mulher ficará mais vulnerável", diz especialista Para organizações que estudam e combatem a violência obstétrica, a normativa pode ...

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    mother-to-be prepares to deliver her baby in birthing tub

    Por que precisamos de mais doulas negras

    A crise da mortalidade materna negra não está diminuindo. As doulas podem ajudar. Por Catherine Pearson e Lena Jackson, Do HuffPost  Doulas negras podem ajudar a evitar mortalidade materna. (Foto: HUFFPOST LIFE)   Nos últimos anos vimos uma enxurrada de artigos sobre a crise da saúde materna negra nos Estados Unidos. Todos destacam a realidade difícil enfrentada pelas gestantes não brancas no país. De fato, as mulheres negras nos EUA têm chances 3 ou 4 vezes maiores que as brancas de morrer de problemas ligados à gravidez. O índice de mortalidade de bebês negros no país é duas vezes maior que o dos bebês brancos. Para resolver uma crise de saúde pública tão urgente e persistente é preciso lidar com uma teia de forças sociais, políticas e de saúde que convertem o parto em uma questão de vida ou morte para muitas mães negras. Mas pesquisadores ...

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    Divulgação

    Prêmio Viva: Confira a lista de vencedores e os destaques da noite

    A noite de premiação teve atrações que despertaram o público para a importância da violência contra a mulher no Brasil. Entre as personalidades que se apresentaram estão Elza Soares, Gisele Itié, Paula Lima e Karol Conka, além do discurso de grandes mulheres atuantes na causa, entre elas a farmacêutica Maria da Penha Da Revista MARIE CLAIRE A apresentação de Elza Soares (Foto: Alexandre Di Paula) A primeira edição do Prêmio Viva foi uma noite marcada por muita emoção e empoderamento no Palácio do Tangará, em São Paulo. O evento, realizado nessa quinta-feira (22), é uma parceria entre Marie Claire e o Instituto Avon para homenagear as pessoas que estão mudando a história da violência contra a mulher no país. Para abrir as homenagens, Giselle Itié apresentou a performance "Soror", dirigida e criada por ela especialmente para o prêmio. Ao lado de outras mulheres, como Samara Felippo e ...

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    (Thinkstock/Reprodução)

    Número de cirurgias para mudança de sexo aumenta seis vezes no Brasil

    O número ainda é considerado baixo, de acordo com especialistas Da Claudia  (Thinkstock/Reprodução) O número de cirurgias de transgenitalização, conhecida popularmente como “cirurgia de mudança de sexo”, aumentou em quase seis vezes. Na prática, são 10 operações por ano para 57. Esses dados foram colhidos nestes dez anos em que o SUS, Sistema Único de Saúde, passou a cobrir o tratamento para pessoas trans. Os dados foram obtidos pelo Universa, através da Lei de Acesso. Além disso, as prescrições de hormônios deu um salto, de 171 para 1,9 mil entre agosto de 2008 e 2017. De acordo com especialistas, os números são considerados baixos, porém importantes. As regras, que acabam sendo um obstáculo para a realização das cirurgias, podem mudar. Na prática, a cirurgia é feita em pessoas que têm disforia de gênero, ou seja, elas não se identificam com o sexo biológico. Entretanto, nem todos que se enquadram nesse caso de fato desejam realizar o procedimento. Porém, quem faz precisa obedecer às ...

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    imagem: Pixabay

    Mortalidade Materna volta a subir no Brasil

    Pesquisa Datafolha registra que planos de saúde interferem na autonomia dos médicos. 94% dos ginecologistas e obstetras denunciaram esta interferência por SOGESP no UOL imagem: Pixabay "O vídeo é uma importante peça da campanha #EUVALORIZO, que também conta com peças em emissoras de rádio, TV, jornais, revistas e na Internet" Imagine-se enfrentando as ondas de calor do climatério, enquanto aguarda infinitamente por uma consulta. Ou coloque-se no lugar de uma paciente com suspeita de câncer de mama que tem os pedidos de exames negados pelo plano de saúde. Ou tente se ver na situação de precisar de retornos mais frequentes durante o pré-natal e eles não serão autorizados. São momentos pelos quais ninguém deseja passar nem em pensamento. Porém, grande parte das mulheres usuárias do sistema de saúde suplementar são submetidas diariamente a situações como estas ou ainda piores, segundo os resultados de pesquisa Datafolha divulgada em ...

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    Tribunal de Justiça de Santa Catarina decide que pai terá de pagar 70% do valor do parto de ex-companheira. (ISTOCK)

    Pai separado terá de pagar parto da ex-companheira, decide tribunal

    Homem contestou decisão da ex de descartar serviços do plano de saúde. A grávida alegou que não abriria mão de um obstetra de confiança. Por Marcella Fernandes, do Huffpost Brasil Tribunal de Justiça de Santa Catarina decide que pai terá de pagar 70% do valor do parto de ex-companheira. (ISTOCK) Pai terá de pagar 70% das despesas do parto à ex-companheira, que optou por uma clínica particular em vez do serviço do plano de saúde. A decisão é da 1ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC). O tribunal manteve sentença e confirmou que ele deverá repassar 15% de seus rendimentos líquidos para a criança, "a título de alimentos gravídicos e agora convertidos em pensão alimentícia". No recuso apresenado ao TJ-SC, o homem reclamou que a ex-companheira descartou os serviços oferecidos pelo plano de saúde, que cobriam tanto o parto quanto os honorários médios. A mulher, por sua ...

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    Janis Christie/Getty Images/Photographer's Choi

    Violência obstétrica atinge 25% das mulheres no Brasil

    Projeto estadual prevê que hospitais fixem cartazes informando o que caracteriza a prática ANA PAULA PEDROSA, do O Tempo Foto: Janis Christie/Getty Images/Photographer's Choi Entre a internação de Juliana Reis, 36, então grávida do seu primeiro filho, Paulo, em uma maternidade pública, e o nascimento dele, se passaram mais de 36 horas. A situação, que já era delicada porque ela não tinha dilatação para um parto normal, ficou ainda pior devido ao tratamento que recebeu. Juliana relata que o hospital não permitiu a entrada de seu marido na sala de pré-parto, que cada exame de toque era feito por quatro pessoas – o médico plantonista, uma médica professora e dois estudantes de medicina –, recebeu medicamentos de indução do parto sem saber do que se tratava, teve os braços amarrados durante o trabalho de parto e ainda foi xingada pela equipe médica pela demora na evolução ...

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    Mortalidade materna no Brasil tem raízes no racismo, na falta de pré-natal e de parto adequado

    Alyne Pimentel, 28 anos, mulher negra, estava grávida de 27 semanas quando procurou uma clínica em Belford Roxo (RJ) após sentir fortes dores abdominais e ter vômitos. No atendimento, o médico prescreveu remédios para náuseas, contra infecção vaginal, vitamina B12 e a encaminhou de volta para casa. Dois dias depois, Alyne voltou a se sentir mal. Na nova consulta, foi constatado que o bebê que carregava na barriga estava morto. Ela passou por um parto induzido e, 14 horas depois, por uma cirurgia para a retirada dos restos da placenta. Alyne teve hemorragia, vomitou sangue e sua pressão arterial caiu. Depois de oito horas de espera por uma ambulância, foi transferida para um hospital em Nova Iguaçu, outra cidade. Por falta de leito, aguardou mais várias horas no corredor da emergência. Cinco dias depois de procurar ajuda pela primeira vez, faleceu em 16 de novembro de 2002. A causa da morte: ...

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    Jefferson Drezett nos corredores do Pérola Byington Imagem: Amanda Perobelli/UOL

    O Brasil abandona suas mulheres, diz maior especialista em aborto legal

    Há 23 anos, o ginecologista e obstetra Jefferson Drezett coordena o mais exemplar serviço de aborto legal do país. O Pérola Byington, localizado no centro da cidade de São Paulo, é, e sempre foi, o hospital modelo quando o assunto é aborto nos ditames da lei brasileira: apenas em casos de gravidez decorrente de estupro (até 22 semanas), risco de vida à mãe e fetos anencéfalos (em qualquer momento da gravidez) --essa última, uma decisão de 2012 do Supremo Tribunal Federal. no Estilo UOL Atualmente, a equipe chefiada pelo médico atende cerca de 40 mulheres ao mês para realizar o procedimento. Um número que só cresce, segundo dados da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo. Em 2015, o hospital realizou 89 interrupções de gestação. Em 2016, foram 227. Neste ano, o número já passa dos 360 --e abarca bem mais do que cidadãs paulistas. “Só um dos serviços de saúde da lista do ...

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    Ovários Policísticos: informação para combater medicalização!

    Eu: “como posso te ajudar?” Mulher: “bom, eu tenho ovários policísticos  e quando perguntei para minha médica o porquê, ela disse que eu teria que fazer medicina para entender…Me prescreveu uma pílula que não quero tomar. Por isso estou aqui.” Por Halana Faria, do Casa de Amaterasu Infelizmente a narrativa de consultas sem espaço para diálogo ou informações é muito frequente. Então, para começar,  vamos partir do pressuposto de que toda mulher está apta a entender o que acontece com seu próprio corpo e que tutela e infantilização não tem mais espaço. O “tome essa pílula” ou “tome essa plantinha” para regular sua menstruação, podem ser faces diferentes  de uma mesma realidade: na maioria das vezes, as mulheres não são consideradas capazes o suficiente para entenderem aspectos importantes de sua fisiologia.  Não bastam portanto, tratamentos “alternativos”,  é preciso fazer uma limpa no discurso que transforma aspectos da vida em patologia. Nesse texto pretendo ...

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    Com medo de violência no parto, mãe leva pistola para a maternidade

    Ela foi presa depois da cesárea e separada do bebê Por  RITA LISAUSKAS, do Estadão  A dona de casa Paula de Oliveira Pereira, 28 anos, mãe de quatro crianças que têm entre 11 anos e 11 meses, tem as piores recordações do parto dos filhos, todos feitos em hospitais públicos da grande São Paulo. “Foram pesadelos”, conta. Mas o nascimento do terceiro bebê, em 2015, ela classifica como “traumatizante” e o “pior de todos”. Ficou 14 horas em trabalho de parto, sem acompanhante, embora tenha direito a um, segundo a lei. Pediu anestesia para aguentar as contrações. Não foi atendida. Desorientada, caiu da maca, de barriga no chão. “Não sei como meu filho não morreu no tombo”, lembra. Lá pelas tantas ouviu que ele não nascia porque ela era “fraca” e “não fazia força suficiente”. “Daí a enfermeira subiu em cima de mim, para empurrar o bebê. Fiquei sem ar, minha ...

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    Taís Araújo revela: “Maternidade não me completa. Sou bem mais que isso”

    Em entrevista à Marie Claire, a atriz Taís Araújo fala que teve medo de morrer no parto da filha Maria Antônia, diz que ficou arrasada por não poder amamentar a menina e destaca: "Trabalho para criar os filhos da melhor maneira e os crio da melhor maneira para poder trabalhar bem" por Marina Caruso no Marie Claire Taís Araújo brilha usando look Dior na piscina do hotel Hilton São Paulo Morumbi (Foto: Fabio Bartelt/Monster Photo) São 10h30 da manhã de uma terça-feira nublada no Rio de Janeiro. Na casa onde vive com o marido, o ator Lázaro Ramos, e os filhos João Vicente, 5, e Maria Antônia, 2, Taís Araújo me recebe com um abraço afetuoso e o inconfundível perfume de um bolo recém-saído do forno. A pele, ainda sem maquiagem, tem um viço quase constrangedor. É linda e firme como a dona, que nem de ...

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