terça-feira, janeiro 26, 2021

Resultados da pesquisa por 'origem indígena'

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Brasil é nação construída em estupro de mulheres negras e indigenas por brancos europeus, aponta estudo

A maior pesquisa de genoma está sendo realizada no Brasil a fim de desenvolver a base de dados genéticos mais abrangente disponível sobre a população. O projeto “DNA do Brasil” anunciou a iniciativa há nove meses e já está entregando seus primeiros resultados, que espantou muitas pessoas pela herança desigual que eles simbolizam. Este gráfico me deixou absolutamente chocado pic.twitter.com/MkLn1h1wCN — Cientista no jardim (@carloshotta) October 1, 2020 Da meta de analisar 40 mil brasileiros, os pesquisadores já completaram o sequenciamento do genoma de 1.247. Os voluntários são de todas as partes do país, o que inclui desde comunidades ribeirinhas na Amazônia até moradores da cidade de São Paulo. De acordo com os dados, 75% dos cromossomos Y na população são herança de homens europeus. 14,5% são de africanos, e apenas 0,5% são de indígenas. Os outros 10% são metade do leste e do sul asiáticos, e metade de outros locais da ásia. Com o ...

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O ‘indígena’ africano e o colono ‘europeu’: a construção da diferença por processos legais

As representações da história medeiam as relações sociais e os processos identitários, sendo instrumentais na criação e gestão identitária, ao determinar, de forma fundamental, que projectos e perspectivas são vistos como legítimos e validados através de actos de memória. As lutas pelas memórias no reconstituir de sentidos e de novos espaços geopolíticos continuam marcadas pelos impactos da fractura abissal colonial moderna. Numa leitura que privilegia Moçambique como espaço de referência, este artigo, que se conjuga na intersecção entre a antropologia e a história, procura questionar continuidades coloniais no presente, revisitando, ao espelho, os complexos debates que formatam a intervenção colonial portuguesa a partir da República. por Maria Paula G. Meneses no e-Cadernos CES Adobe Fotosin 1. Missão: ‘civilizar’? 1 Este texto foi produzido no âmbito de uma reflexão mais ampla realizada no Centro de Estudos Sociai (...) 2 Convém ressalvar que longe de se constituir como ...

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Ornamentada. Com acessórios típicos, Cris Pantoja toca samba raíz, coco carimbó e músicas de rituais indígenas Foto- Fábio Guimarães : Agência O Globo

DJs indígenas militam em favor de igualdade racial e de gênero

Cris Pantoja e Renata Machado caíram na profissão de paraquedas e hoje fazem voos altos em busca da desconstrução de preconceitos contra suas origens por Priscilla Aguiar Litwak no O Globo Ornamentada. Com acessórios típicos, Cris Pantoja toca samba raíz, coco carimbó e músicas de rituais indígenas Foto- Fábio Guimarães : Agência O Globo Elas são mulheres, mães, indígenas e utilizam a música popular brasileira para militar sobre suas raízes. Niteroienses, Cris Pantoja, de 36 anos, e Renata Machado, a Aratykyra, de 29, não se conhecem pessoalmente, mas têm muito em comum. Tornaram-se DJs por acaso e hoje chamam a atenção não só pelo talento, mas pelo ativismo contra preconceitos e esteriótipos acerca da cultura indígena . Da etnia Sateré-mawé, a mãe de Cris morava numa comunidade ribeirinha, na Amazônia, no Pará, e veio a Niterói em busca de uma vida melhor. Cris conta que cresceu ...

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Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Declaração de deputado do Rio sobre indígenas causa indignação na Bolívia

A Bolívia reagiu com indignação, neste sábado, às declarações do deputado estadual do Rio de Janeiro Rodrigo Amorim (PSL), que afirmou que "quem gosta de índio, que vá para a Bolívia, que além de ser comunista ainda é presidida por um índio". por AFP no Folha de São Paulo Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil "Lamentamos o ressurgimento da ideologia de supremacia racista. Perante a intolerância e a discriminação, nós povos indígenas promovemos o respeito e a integração. Temos os mesmos direitos porque somos filhos da mesma Mãe Terra", escreveu o presidente boliviano, Evo Morales, de origem indígena, em sua conta de Twitter, sem citar o deputado. Segundo o jornal O Globo, Amorim, do partido do presidente Jair Bolsonaro e que foi o deputado estadual mais votado do Rio de Janeiro, fez essas declarações ao se referir à Aldeia Maracanã, um terreno onde até 1977 funcionou ...

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Imagem: ONU

‘Basta ter oportunidade’: indígena brasileira se junta a Mandela e Malala com principal prêmio de direitos humanos da ONU

"Essa pintura significa a primeira mulher. Eu sempre uso", diz a advogada Joênia Wapichana, mostrando um conjunto de linhas e círculos pintados abaixo dos olhos, poucas horas depois de receber o principal prêmio de Direitos Humanos das Nações Unidas, na última terça-feira, em Nova York. por Ricardo SenraEnviado no  BBC Imagem: ONU O desenho centenário reconstrói a trajetória pioneira da brasileira de 44 anos. Em 1997, foi a primeira indígena a se formar em Direito no país. Em 2004, a primeira a ir até a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, em Washington, para denunciar violações do Estado brasileiro. Em 2008, se tornou a primeira a defender um caso no Supremo Tribunal Federal. Três anos depois, se tornou novamente a primeira a completar um mestrado em uma universidade dos Estados Unidos. A lista engordou no último mês de outubro, quando Wapichana rompeu mais um paradigma ao se ...

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No Canadá, a esterilização forçada era tida como uma prática extinta havia décadas DAVID GOLDMAN AP

A esterilização forçada de mulheres indígenas canadenses: um assunto muito recente

Essa prática acabou oficialmente em 1973, mas investigações e testemunhos indicam casos posteriores. Uma senadora pede que seja feito um estudo para conhecer seu verdadeiro alcance em nível nacional Por JAIME PORRAS FERREYRA, do El PAÍS  No Canadá, a esterilização forçada era tida como uma prática extinta havia décadas (Foto: DAVID GOLDMAN/AP) As esterilizações forçadas de mulheres indígenas no Canadá cessaram oficialmente nos anos setenta, mas investigações e testemunhos indicam que esses procedimentos continuaram sendo praticados décadas depois, e teme-se que ainda existam casos. A senadora Yvonne Boyer pediu a seus colegas legislativos que seja realizado um estudo para conhecer o alcance real dessa prática em nível nacional. “Muitas mulheres do país todo entraram em contato comigo pedindo ajuda”, afirmou Boyer no dia 11 à agência de notícias The Canadian Press. A senadora mencionou a tragédia de Liz, obrigada a abortar e a se submeter a uma ligadura de trompas em ...

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Americanos elegem primeiros deputados muçulmanos e indígenas

Primeiro governador abertamente gay foi outro marco; social-democrata Alexandria Ocasio-Cortez é eleita por Nova York por Henrique Gomes Batista no O Globo Candidata democrata Ilhan Omar, eleita para o Congresso americano pelo estado de Minnesota Foto- BRIAN SNYDER : REUTERS Os americanos elegeram nesta terça-feira as duas primeirasdeputadas federais muçulmanas , ambas democratas . Outros marcos históricos são a eleição do primeiro governador asumidamente gay e as primeiras congressistas de origem indígena. Conheça abaixo quem são estes candidatos que se saíram vitoriosos nas eleições de meio de mandato realizadas ontem. Deputadas muçulmanas Democrata Ilhan Omar celebra vitória nas eleições legislativas de meio de mandato de 2018 Foto- ERIC MILLER : REUTERS Ilhan Omar representará o estado de Minnesota e Rashida Tlaib, Michigan. Omar, de origem somali, também é a primeira representante federal negra do estado de Minnesota. Ambas tiveram mais de 70% dos ...

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Boa Vista, RR - Joênia Wapichana liderança indígena em Roraira. (Foto Yolanda Simone/Amazônia Real)

Joênia Wapichana (Rede) é eleita a primeira mulher indígena para cargo na Câmara dos Deputados

Foi eleita em Roraima a primeira mulher indígena para um cargo de deputada federal no País. Joênia Wapichana, da Rede Sustentabilidade, recebeu 8.267 votos computados até às 22h30, deste domingo, quando havia 98,21% das urnas apuradas. É a segunda vez que um indígena chega à Câmara dos Deputados. O primeiro foi Mário Juruna, pelo PDT, em 1982. Do Extra  Boa Vista, RR - Joênia Wapichana liderança indígena em Roraira. (Foto Yolanda Simone/Amazônia Real) Primeira mulher brasileira de origem indígena formada em Direito, Joênia Batista de Carvalho se apresenta como Joênia Wapixana, nome de sua etnia. A roraimense de 43 anos também foi a primeira indígena do Brasil a exercer a profissão de advogada. Ela se formou em Direito na Universidade Federal de Roraima, em 1997, e na University of Arizona, nos Estados Unidos. Joênia entrou para a política para se dedicar à defesa das causas dos ...

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A emergência da esquerda indígena contra o fascismo

Candidatos do movimento indígena enfrentam a crescente onda reacionária Por Felipe Milanez Do Carta Capital Foto: Anne Vilela/Divulgação Estamos vivendo o período eleitoral mais turbulento na democracia. Pela primeira vez na história do Brasil, um candidato com propostas características do fascismo - como a militarização, autoritarismo, ideologia oficial, nacionalismo, culto da personalidade, e falas escancaradas de ódio às “minorias” - tem chances de chegar ao poder pelo voto democrático. É uma contradição assustadora: a democracia que prega o seu próprio fim. Ao se autodestruírem, quererem, sobretudo, destruir o “outro”: negros, quilombolas, indígenas, LGBTTQI, comunistas, qualquer pessoa que possa ganhar o rotulo de “vagabundo”, “malandro”, “indolente”, e vir a ser executado pela polícia impunemente. É assustador como o futuro pode ser sombrio. Resultado de um processo complexo de erosão do contrato social marcado pela hegemonia do neoliberalismo, do sacrifício da democracia em favor do capitalismo, o novo “fascismo social”, como ...

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Tatiana Roque | Foto: Arquivo Pessoal

O combate às desigualdades exige um novo pacto capaz de atualizar os princípios que deram origem ao Estado de bem-estar social. Entrevista especial com Tatiana Roque

A crise da esquerda é “ainda mais profunda” do que os diagnósticos que estão sendo feitos até o momento, porque eles pressupõem a existência de um “projeto de esquerda antenado com a nossa época, logo capaz de disputar a sociedade”. Entretanto, esse projeto “não existe”, constata Tatiana Roque à IHU On-Line, na entrevista a seguir, concedida por e-mail. por  Patricia Fachin no Ihu Unisinos Tatiana Roque | Foto: Arquivo Pessoal Na avaliação dela, a esquerda “está assombrada pelas mudanças no mundo do trabalho, do qual dependem seus projetos — tanto do ponto de vista das organizações (sindicatos e partidos), quanto da agenda (bem-estar social) ou das lutas (greve)”, porque a esquerda“articulou todos os seus dispositivos em torno do trabalho, mas entendido como trabalho assalariado. Quando o assalariamento entra em crise, todos esses dispositivos se fragilizam”. A pesquisadora ressalta que diante da intensa automação e robotização que marcam o ...

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Índios manifestam na Esplanada dos Ministérios 
Data: 11/11/2015 - Foto: Lucio Bernardo Junior / Câmara dos Deputados

Como estão os indígenas após 10 anos de declaração da ONU

Em setembro deste ano celebraremos os dez anos de aprovação da Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas, documento que após vinte anos de negociações veio com o intuito de proteger mais de 370 milhões de indígenas no mundo, reforçando uma luta pela autodeterminação, subsistência e uso de terras. E o que o Brasil tem a ver com isso? Por Adriane Secco, do Justificando  O país foi construído passando por cima dos diversos ideais de sociedades e de culturas que aqui habitavam. Os indígenas foram forçosamente incorporados ao modelo de Estado brasileiro. Tanto é que o instituto de Marco Temporal de uso das terras deve ser desconsiderado plenamente, de forma a proteger e delimitar os territórios tradicionalmente ocupados. Essa tese tem sido usada pela 2ª Turma do STF e pela PEC 215/200 que entendem que a data da promulgação da Constituição Federal seria um limite para constituição desse direito, violando ...

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Entre sua comunidade e o ativismo internacional, Davi Kopenawa, xamã e militante, é uma das mais importantes lideranças indígenas do país

São 9 horas da manhã e São Paulo já vive seu caos voraz. A terra remexe com a passagem dos trens do metrô, multidões de pernas e braços se atropelam, olhos vibram cheios de cores e velocidade. Nos cruzamentos, nas filas de carros, em semáforos acéfalos e na eletricidade líquida a cidade desabrocha em seu ímpeto de movimento. Por Paulo Henrique Pompermaier Do Revista Cult Entre imensos prédios, por trás de uma dessas portas fugazes, no Hotel Atlântica, na Bela Vista, encontra-se Davi Kopenawa, liderança indígena yanomami. Sua presença é ambígua naquele lugar, resiste ao fluxo da cidade com o porte profundo da floresta. No primeiro cumprimento, sentem-se suas mãos robustas, ásperas e atentas. Mataram sozinhas uma anta, ainda na adolescência. Uma caça muito valorizada por seu povo. Quando ele pronuncia algumas palavras, percebe-se uma voz atravessada por gerações. São palavras que vieram de Omama, demiurgo da cosmogonia yanomami. De um ...

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A Declaração das Nações Unidas sobre os direitos dos Povos Indígenas

Artigo 1º Os indígenas têm direito, como povos ou como pessoas, ao desfrute pleno de todos os direitos humanos e de todas as liberdades fundamentais reconhecidos pela Carta das Nações Unidas, pela Declaração Universal de Direitos Humanos e pelo Direito Internacional relativo aos Direitos Humanos Do Portal Educação Salvador  Artigo 2º Os povos e as pessoas indígenas são livres e iguais a todos os demais povos e pessoas e têm direito a não ser objeto de nenhuma discriminação — fundada, em particular, em sua origem ou identidade indígena — no exercício de seus direitos. Artigo 3º Os povos indígenas têm direito à livre determinação. Em virtude desse direito, determinam livremente a sua condição política e perseguem livremente seus desenvolvimentos econômico, social e cultural. Artigo 4º Os povos indígenas, no exercício do seu direito à livre determinação, têm direito à autonomia ou ao autogoverno nas questões relacionadas com seus assuntos internos ...

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Gritem-me, negra!: Chega ao SESC a segunda edição do projeto que reúne mulheres negras e indígenas

No mês da Consciência Negra, o Sesc Pompeia recebe a segunda edição do projeto Gritem-me, Negra!, que reúne mulheres negras e indígenas, militantes, intelectuais e artistas para reflexão sobre empoderamento feminino, representatividade, e combate ao racismo. Do Todos os Negros do Mundo A curadoria da programação é do Sesc Pompeia em parceria com o projeto Empoderadas, de Renata Martins. As atividades convidam o público a entender melhor temas como: feminismo negro; ativismo nas redes sociais; ancestralidade afroindígena, mestiçagem e consciência racial no Brasil. A programação acontece entre os dias 8 a 27 de novembro. Confira a programação completa: Performances Deformação – de Priscila Rezende Dia 12 de novembro, sábado, às 20h. “Deformação” busca expor um conflito comumente enfrentado por mulheres negras e à margem do padrão estético imposto por nosso meio social, que se veem segregadas, menosprezadas e não representadas em nossos meios midiáticos e até mesmo em ambientes de ...

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Austrália elege a primeira mulher indígena para o parlamento

Linda Burney, uma antiga professora, conquistou um assento na Câmara dos Representantes, pelo Partido Trabalhista Por Mafalda Ganhão Do Expresso Linda Burney, uma antiga professora, entrou para a história da política australiana ao tornar-se na primeira mulher indígena a ser eleita para a câmara baixa do parlamento, conquistando um assento na Câmara dos Representantes pelo Partido Trabalhista nas eleições legislativas. Esta é a segunda vez que Linda, de 59 anos, rompe barreiras, depois de em 2003 ter sido pioneira também, como a primeira mulher aborígene a entrar para o parlamento do estado de Nova Gales do Sul. Além da dimensão política, a sua história pessoal representa o triunfo das capacidades de trabalho e de superação. Nascida em Whitton, uma pequena localidade na região agrícola de Riverina, no estado que agora representa, Linda Burney foi fruto da relação mantida pelo pai, Nonnie Ingram, - que tinha origem Wiradjuri e era um cantor ...

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A cultura do estupro da sua origem até a atualidade

A cultura do Estupro até os nossos dias Diariamente, os noticiários divulgam casos de estupro. Dentre os denunciados, apenas uma porcentagem chega ao nosso conhecimento pelas mídias. No Brasil, segundo dados do IPEA, 0,26% da população sofre violência sexual, indicando, anualmente, 527 mil tentativas e casos de estupro consumados no país. por Verinha Kollontai, do feminismo sem demagogia Original Em 2013, o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) apontou que em 2012 foram notificados 50.617 casos de estupro no Brasil. Para nosso assombro, constata-se que existe uma porcentagem que não chega a ser denunciada. A taxa de notificação à polícia é estimada em apenas 19,1% (IPEA). São diversos os motivos para as denúncias não serem realizadas, todos eles relacionados com o fato de que, socialmente, existe a imputação pela culpa do ato à própria vítima, ao mesmo tempo em que há a vitimização do estuprador. A reprodução desta imputação ...

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indio protesto,

“Bem viver” indígena: caminho para reinventar a democracia?

Seminários sondam a partir desta segunda-feira, em S.Paulo, como construir outra política em diálogo com saberes dos povos originários. Luiza Erundina participa Por Caue Seigne Ameni Do Outras Palavras — Seminário “A Reinvenção da Democracia: Bem Viver/Teko Porã, Ubuntu e Ecossocialismo” Dias 20/6 (Tucarena), 27/6 (Auditório 117) e 4/7 (Tucarena) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes – São Paulo Bem Viver na cidade Dia 20/6, das19h30 às 22h30 Com Luiza Erundina, Cristine Takuá, Suely Rolnik, Vanessa Lafayette, Daniel Caballero e Wellinton Nogueira Veja e divulgue o evento no Facebook — Na próxima segunda-feira, 20 de junho, um seminário apresentará e discutirá as noções de Bem Viver, Teko Porã, Ubuntu, Ecossocalismo e Democracia Direta aplicadas à cidade de São Paulo. Os debates terão continuidade nos dias 27 de junho e 4 de julho, sempre às 19h30, no Tucarena, teatro da PUC-SP reconhecido por ter sido ...

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Foto: Marta Azevedo

A presença ínfima de nomes indígenas e africanos revela o sequestro da identidade nacional

Em nome de quem A presença ínfima de nomes indígenas e africanos revela o sequestro da identidade nacional por Flávia Oliveira no Globo Foto: Marta Azevedo Dias atrás, o IBGE apresentou em divertido e utilíssimo aplicativo um levantamento com os nomes próprios mais frequentes no país. O órgão oficial de estatísticas listou 130.348 prenomes que batizam, no mínimo, duas dezenas de mulheres e homens brasileiros — menos de 20 ocorrências não foram computadas. Descortinou-se, assim, uma nada surpreendente nação de Marias e Josés, nomes de origem hebraica, mas fortemente relacionados a santos católicos. Tudo a ver com a colonização. A presença quase residual de designações de raízes indígena e africana dá a medida do sequestro de identidade promovido pelos portugueses contra povos que também construíram o Brasil. Mais de 11 milhões de meninas e mulheres chamam-se Maria, em denominações simples ou compostas. Nenhum nome é mais ...

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Cinco escritoras indígenas contemporâneas que precisam ser divulgadas

Ouvi uma vez num curso de oratória que nunca se deve começar a falar com um pedido de desculpas. Mas confesso que é muito difícil fazer essa lista fingindo que não precisa ser problematizada. Eu me questiono como uma mulher branca privilegiada indicando “o que as pessoas deveriam conhecer” em termos de literatura indígena; eu questiono o conceito de literatura e por que nessa lista está tão atrelado a uma ideia de escrita ocidental formal. Ao mesmo tempo, quis começar com algum lugar e sei que a lista tem limitações em tantos sentidos que não valeria a pena enumerar. Por Luisa Geisler Do Desacato O foco em autoras contemporâneas é importante (pra mim) para evitar uma ideia estereotipada da cultura indígena. Importa saber o que se faz hoje, que autores podemos ler hoje. Talvez a lista não seja perfeita nem honre todas as escritoras que merecem esse espaço. E claro que ...

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‘Se um indígena cortasse a garganta de uma criança branca o Brasil viria abaixo’, diz mãe de criança indígena morta em SC

Centenas de pessoas protestaram na tarde desta quarta-feira (6) em Imbituba, cidade do litoral sul de Santa Catarina. Foi lá que, no último dia 30 de dezembro, o menino da tribo Caingangue Vitor Pinto, de 2 anos, foi assassinado quando era alimentado por sua mãe, em plena rodoviária da cidade. Um suspeito está preso, mas a família da criança lamenta como o caso expõe a situação indígena no Brasil. Por Thiago de Araújo Do Brasil Post “Se um indígena cortasse a garganta de uma criança branca o Brasil viria abaixo. Quero a mesma indignação pela morte do meu filho”, disse a mãe de Vitor, Sônia da Silva, de 27 anos, ao jornal O Estado de S. Paulo. Ela estava com o filho no colo quando um homem se aproximou e cortou a garganta da criança com um estilete. Sônia estava na cidade com o marido, Arcelino Pinto, de 42 anos, ...

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