terça-feira, janeiro 26, 2021

Resultados da pesquisa por 'periférica'

Anielle Franco (Foto: Bléia Campos)

A população periférica e favelada construindo um novo futuro para o Brasil

Essa semana lançaremos a parte final do projeto Mapa Corona Nas Periferias, uma parceria entre o Instituto Marielle Franco e o Favela Em Pauta que acontece desde abril, no início da pandemia, e que agora se encerra com um compilado de histórias em formato de reportagens, feita por jornalistas e pesquisadores de todas as regiões do Brasil. Juntos, esses jornalistas vão apresentar os principais problemas que ficaram em evidência em suas regiões durante a pandemia de COVID-19 e também a potência que foi a atuação de movimentos sociais e organizações na construção de respostas para as populações locais. Ao longo de todo nosso ano de trabalho em 2020, reforçamos que os problemas enfrentados pela maioria da população brasileira durante a pandemia como o desemprego, a escassez de serviços públicos de saúde de qualidade, o medo da fome e da ausência de moradia, eram problemas que sempre rondavam a população mais ...

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Com a estética presente nos bailes funks de São Paulo, Thiago Torres ficou conhecido como 'Chavoso da USP'. Estudante de Ciências Sociais, ele possui um canal que já 800 mil visualizações (Foto: Jeferson Delgado)

Jovens traduzem conteúdo acadêmico para a linguagem periférica

O estudante Thiago Torres, o “Chavoso da USP”, mostra a possibilidade de chegar à principal universidade pública do país, saindo da Brasilândia, bairro da Zona Norte de São Paulo. Já Marcelo Marques, responsável pelo canal “Audino Vilão“, apresenta a teoria do filósofo Karl Marx por meio de gírias usadas nas favelas de São Paulo. Para eles, é possível levar à periferia o conteúdo universitário, para além dos muros das faculdades. Com o objetivo de democratizar a informação, jovens ‘chavosos’ criaram canais na internet e traduzem a linguagem acadêmica para o dialeto da quebrada. De acordo com os estudantes, poder dialogar com uma camada mais ampla da sociedade é o mais importante. “É muito fácil pregar para quem já é crente. Minha ideia é ir além dos alunos das universidades, é trazer o conteúdo da ponte pra cá”, resume Audino Vilão, que cursa Licenciatura em História. Nietzsche, o ‘rouba brisa’ Com ...

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Já podemos falar sobre luto e genocídio da população negra e periférica

Quando eu era criança já tinha muito medo de morrer, é verdade, eu sempre tive muito medo. Nunca lidei muito com a morte, a morte sempre foi um grande problema que precisei enfrentar algumas vezes, perdendo família e amigos. Era sempre como se a gente, um pedaço da história, se fosse. Eu sei que não é assim, a morte gera ensinamentos, mas outras mortes nos geram ainda mais ódio ao Estado. Por Mariana Belmont, Da UOL (Foto: Inês Bonduki/UOL) Já perdi amigos que foram mortos pelo Estado, pelo tiro e pela falta de comida ou atendimento decente em qualquer pronto-socorro, de qualquer periferia deste país. Meu amigo, seu amigo, meu irmão, seu irmão, seu pai, sua mãe, seu filho ou qualquer pessoa que vive em situação de pobreza e vulnerabilidade extrema no Brasil. É triste? Absurdamente. Vivemos tempos ainda mais difíceis, ainda mais dolorosos, sabendo que ...

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Reprodução/TV Brasil

Prisão em 2ª instância atinge “população pobre, preta e periférica”, diz Dra. Silvia Souza em sustentação

A advogada Sílvia Souza, representando o Conectas Direitos Humanos, foi a única mulher e negra a se manifestar no julgamento do STF que discute a prisão após condenação em segunda instância. “Um debate tão sério tem sido pautado como se afetasse apenas os crimes de colarinho branco, quando na verdade sabemos a quem se endereça”, destacou ela, se referindo a população pobre e negra do país Do Brasil 247 O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deu início nesta quinta-feira (17), ao julgamento das ações que questionam a constitucionalidade da prisão após decisão em segunda instância. A sessão foi reservada apenas para o relatório do ministro Marco Aurélio e as sustentações orais. STF começa a julgar ações sobre prisão em 2ª instância. Advogados que fizeram sustentação oral / Crédito: Lula Marques A advogada Sílvia Souza, representando o Conectas Direitos Humanos, foi a única mulher e negra ...

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“A literatura periférica fala diretamente com a realidade de adolescentes e jovens” – Fundação Tide Setubal entrevista Rodrigo Ciríaco

Rodrigo Ciríaco é formado em história e atua como educador desde 2001, quando começou como professor eventual na rede estadual e, ao mesmo tempo, fazia trabalho voluntário escrevendo na revista OCAS. Em 2006, começou a ter contato com os saraus das periferias, em especial com o da Cooperifa, e passou a interessar-se pela ideia de trabalhar com os saraus dentro das escolas. Por Daniel Cerqueira, da Fundação Tide Setubal Foto: Renata Armelin Em 2009, fundou o grupo “Os Mesquiteiros” e deixou, em 2016, a docência na escola pública para se dedicar aos saraus, vindo a desenvolver o que chama de “Pedagogia dos saraus”. Rodrigo é também escritor e já publicou quatro livros, entre eles o “Te Pego Lá Fora”. Nesta entrevista, conversamos com o educador e escritor sobre as perspectivas do movimento literário das periferias, a relevância dessa literatura para o letramento de adolescentes e jovens, ...

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Mãe, negra e periférica: assassinato de Luana Barbosa permanece impune após três anos

Luana Barbosa foi morta depois de ter sido espancada por PMs em Ribeirão Preto (SP) Do Brasil de Fato A mãe de Luana, Eurípides Barbosa, relata o racismo sofrido pela família ao longo das gerações (Foto: Divulgação) Após três anos do assassinato de Luana Barbosa, o caso ainda corre judicialmente sem a efetiva responsabilização dos agressores. Negra, lésbica, mãe e periférica, Luana foi morta aos 34 anos por lesões cerebrais provocadas por três policiais militares que a espancaram na esquina de sua casa, no bairro Jardim Paiva II, zona Norte de Ribeirão Preto (SP). As agressões ocorreram após Luana recusar ser revistada pelos soldados do 51º Batalhão da PM, exigindo uma presença policial feminina. Ela foi encaminhada a Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas (HC-UE), mas morreu cinco dias depois da violência. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) anexado ao inquérito à época confirma a morte por isquemia cerebral em decorrência de espancamento. Luana havia saído com a ...

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Artista visual Tody One renovou a fachada do Instituto Lula, em São Paulo, no início de 2018 / Ricardo Stuckert

Tody One: o graffiti como ferramenta de transformação periférica e expressão negra

Grafiteiro há 17 anos, ele conta sobre seu trabalho e os desafios enfrentados por artistas na maior cidade do país Por Mayara Paixão, do Brasil de Fato  Artista visual Tody One renovou a fachada do Instituto Lula, em São Paulo, no início de 2018 (Foto: Ricardo Stuckert/ Brasil de Fato) Dos 30 anos de idade do pernambucano João Belmonte, ele passou ao menos 13 tendo o graffiti como protagonista do seu dia a dia. Com a arte, aprendeu a importância de se posicionar politicamente, os desafios de obter respostas do poder público e as diferenças que separam artistas pela cor da pele. A partir daí continuou usando o graffiti como instrumento para provocar as pessoas e as instituições. Hoje, o artista visual é conhecido pela maioria como Tody One e tem como campo de atuação principal o bairro de Guaianases, no extremo da zona leste de São ...

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Virada da Comunicação, promovida pela Rede Jornalistas das Periferias (Foto: Pedro Borges)

Não existe comunicação mais forte que a negra, feminista e periférica

Em período eleitoral e de fakenews, coletivos de comunicação da periferia de São Paulo constroem modelo de comunicação radical e contrária à hegemonia *Por Pedro Borges, do  Intervozes  Virada da Comunicação, promovida pela Rede Jornalistas das Periferias (Foto: Pedro Borges) Entrou no cotidiano brasileiro a noção de que a mídia manipula e de que não é possível acreditar em tudo o que se vê, lê, ou escuta da grande imprensa. A dúvida que fica é, se não é saudável se informar pelos grandes meios hegemônicos, onde devo buscar informações sobre o dia a dia? John Downing, pesquisador no campo da comunicação, ajuda a responder essa dúvida. Autor da obra e do conceito “Mídia Radical”, Downing com certeza ficaria feliz com a ação dos coletivos de mídia, hoje espalhados pelo Brasil. Downing aponta que as mídias radicais são grupos que por meio de inúmeras plataformas, informam o público ...

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“Quem te penteia?”: documentário sobre estética preta e periférica será lançado em 16 de abril, na Galeria Olido, em SP

Do corte chavoso às tranças, o documentário discute assuntos como ancestralidade, autoestima e economia solidária por meio de entrevistas com trançadeiras, cabeleireiros, barbeiros e moradores das quebradas   Enviado para o Portal Geledés  São Paulo - A Zalika Produções, produtora audiovisual especializada em pesquisar e documentar a vivência da população preta e periférica, lança o documentário “Quem te penteia?” em 16 de abril, às 20h, na Galeria Olido, localizada no centro da capital paulista. O média-metragem investiga a conexão entre os estilos de cabelo e aspectos culturais, econômicos e o vínculo dos entrevistados com seus territórios. A narrativa é construída a partir de conversas com barbeiros, trançadeiras, cabeleireiras e moradores de diferentes bairros de São Paulo. Gravado no Capão Redondo, Jardim Miriam, Jardim Ângela e Grajaú, na zona sul, Guaianases e Itaquera, na zona leste, e no centro da cidade, representado pela Galeria Presidente, o filme mostra como o cuidado ...

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Três mulheres cariocas, periféricas e negras produziram 3,6 milhões de tuítes que produziu o maior acontecimento político da mídia social no país

Três mulheres cariocas, periféricas e negras são os principais nós da rede de 3,6 milhões de tuítes que produziu o maior acontecimento político da mídia social no país por JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO E KELLEN MORAES no Piauí Folha Omaior acontecimento político-digital no Brasil foi liderado por três mulheres de três gerações diferentes. Os quatro disparos que atingiram Marielle Franco na noite de 14 de março ecoaram muito além do bairro do Estácio, onde ela foi executada, ou da cidade do Rio de Janeiro, onde era vereadora. Romperam fronteiras ao deflagrarem 3,573 milhões de tuítes. Nas 42 horas seguintes, mobilizaram 400 mil usuários do Twitter em 54 países e 34 idiomas. Mas os três nós que amarraram essa rede global têm muito em comum: são mulheres, cariocas, periféricas e negras. “Nunca vi nada igual”, admira-se Fabio Malini, coordenador do Laboratório de Estudos de Internet e Cultura, o Labic, da Universidade ...

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Pesquisa de doutorado destaca a literatura marginal periférica

A literatura marginal periférica e suas ramificações nas redes sociais foram estudadas na tese de doutorado da acadêmica Gracinda Vieira Barros. A pesquisa “Literatura marginal periférica nos movimentos sociais em rede” foi apresentada no Programa de Pós-Graduação em Letras: Estudos Literários, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), no último dia 30 de março. Do UFJF Gracinda Barros ressalta que o objetivo dos autores estudados era expandir o cenário cultural e o mercado leitor dentro da periferia (foto: Gustavo Tempone/UFJF) Três autores foram centrais nas obras analisadas pela doutoranda: Sérgio Vaz, Ferréz e Marcelino Freire. O enfoque dos artistas converge na vivência periférica, diferentemente dos movimentos de literatura marginal brasileira anteriores, sobretudo na década de 70. Uma das principais caracterizações desta relação é a manutenção de projetos sociais por parte dos três autores. Foram estudadas apenas obras disponibilizadas na internet e de maneira gratuita. Segundo o professor orientador da tese, ...

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LEITURAS PERIFÉRICAS: entre conceitos e o desfazer de preconceitos

Encontrar uma definição para o termo periferia que possa abarcar as milhares de periferias do mundo contemporâneo não é uma tarefa simples. Foi tentando encontrar respostas para este desafio que representantes de 15 países se reuniram em uma dos maiores conglomerados de favelas do mundo: o complexo de favelas da Maré. Por Donminique Azevedo do Portal Correio Nagô. A ideia de construção de uma visão convergente – aberta a adesões e contribuições – norteou o encontro, realizado, em meados deste mês, que contou com gente dos EUA, México, Costa Rica, Colômbia, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, África do Sul, Portugal, Escócia, Inglaterra, França, Egito, Moçambique, Índia, China e Austrália. A Maré conta com 16 comunidades, cada uma com suas especificidades. Cercada pelas linhas Vermelha, Amarela e pela Avenida Brasil, o conjunto passa por um aumento significativo da poluição. Por outro lado, há uma relação de proximidade das pessoas com a ...

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Feminina, periférica, negra e empoderada: conheça a Salvador de Helemozão

Fotógrafa é autora de projetos como Gorda Flor, Um Preto Por Dia e Visionárias de Quebrada “Mulher periférica, poetisa marginal, vid4 loc4, put4$ó, artivista, sem casa mas com rumo ao mundo”: assim se define a fotógrafa Helemozão, de 22 anos. Baiana e moradora do bairro de Brotas, ela é um dos principais nomes da nova fotografia soteropolitana, com projetos inovadores e de considerável repercussão online, como Gorda Flor, Um Preto Por Dia e Visionárias de Quebrada. Conheça mais sobre o trabalho dela, o que a inspira e quem são suas referências. Por Victor Villarpando, para Correio 24horas As ruas periféricas "Uma das minhas maiores fontes de inspiração e construção criativa. É onde me vejo no outro, nas cores, nos tijolos, das casas, nos olhares, expressões, nos diálogos corriqueiros, no afeto expressado, nas histórias ouvidas, nas vivências tidas." "O mar é onde eu recarrego minhas energias, onde encontro minha espiritualidade, onde encontro ...

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Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

Manifesto ‘pela dignidade da gente preta e periférica’ é lançado em São Paulo

“A cidade de São Paulo é também território da barbárie negra e periférica, marcada por chacinas cotidianas e ações escandalosamente violentas”, afirma documento assinado por mais de 700 lideranças. Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania no Correio Nagô   “Pela dignidade da gente preta e periférica que constrói e vive a cidade de São Paulo”, esse é o nome do manifesto lançado por mais de 700 pessoas que alçam o educador e militante do movimento negro Douglas Belchior a condição de candidato a vereador pela cidade de São Paulo. Diversos seguimentos da sociedade civil organizada, intelectuais, artistas, advogados, médicos, poetas, professores, jornalistas, lideranças políticas e ativistas independentes, subscrevem o documento. Dentre estes, vale destacar o poeta Sérgio Vaz, a urbanista Ermínia Maricato, a filósofa e feminista negra, Djamila Ribeiro, a fundadora do Geledés, Sueli Carneiro, o presidente do Instituto Luiz Gama, Silvio Almeida, a jornalista e escritora, ...

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‘Deus é uma mulher preta’: Um filme sobre as mães negras periféricas

Estudantes lançam campanha de financiamento coletivo para viabilizar filme “Deus”, que vai retratar o cotidiano de mães negras da periferia de São Paulo por Thiago Gabriel no Vai de Pé “Deus é uma mulher preta”. É a partir dessa formulação que Vinícius Silva, 25 anos, estudante de cinema na Universidade Federal de Pelotas, busca produzir um curta-metragem. A ideia do filme “Deus”, que vai trazer às telas o universo cotidiano de uma mãe negra na periferia de São Paulo, nasceu da própria trajetória pessoal de Vinícius, que será o primeiro de sua família a concluir um curso universitário. “Minha vida deu várias voltas, já fiz muita coisa errada e voltei. Eu pensei: ‘como que eu consegui chegar aqui?’ Quando pesquisei a fundo minha história, a resposta caiu nas mulheres da minha família”, conta Vinícius. O filme irá retratar a rotina de sua tia, Roseli, trazendo, não apenas os aspectos negativos da ...

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1ª Semana Carolina de Jesus: Mulher Negra e a Cultura Periférica Afro-Brasileira

EVENT DETAILS 1ª SEMANA CAROLINA DE JESUS: MULHER NEGRA E A CULTURA PERIFÉRICA AFRO-BRASILEIRA Do Allevents NCRIÇÃO Para inscrever seu trabalho envie um resumo do mesmo para o email: [email protected] Para se inscrever no encontro e para maiores informações sobre o evento e sobre o Coletivo Carolinas, acesse o blog! https://somoscarolinas.wordpress.com/ OBS.: Lembrando que uma incrição não garante a outra, se for apresentar um trabalho nos envie um email e se increva no blog CRONOGRAMA 25 de Julho 09h00 às 11h00 - Vivência com o Coletivo Carolinas 13h00 às 14:30 - Oficina das Pretas 15h00 às 16:30 - Cine-debate: Carolina Maria de Jesus 17h00 às 21h00 - Feirinha AFRO 17h00 às 18h30 - Apresentação de trabalhos acadêmicos 19h00 às 21h00 - Mesa de abertura: Literatura periférica e a linguagem marginal 21h00 às 22h00 - Coffe Black 26 de Julho 10h30 às 12h00 - Apresentação de trabalhos acadêmicos 13h30 às 15h00 - ...

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Projeto mapeia presença feminina na literatura periférica

Organizada num site, pesquisa Margens, da jornalista Jéssica Balbino, reúne informações sobre a produção de mulheres da literatura marginal nacional. Machismo e maternidade estão entre os temas tratados. “É uma literatura bem plural e rica.” Por Tatiana Merlino Do Ponte “Quantas mulheres temos na literatura marginal?”, questionou-se a jornalista Jéssica Balbino após uma reunião com sua orientadora de mestrado, quando decidiu que iria pesquisar a participação feminina na literatura periférica, até há poucos anos hegemonizada por homens. “As mulheres sempre estiveram presentes, mas foram apagadas, silenciadas, criticadas com frases como ‘as poesias das mulheres são todas iguais, só falam de machismo’, entre outras coisas”. O projeto da jornalista, ela também de origem periférica, resultou no Margens,  página na internet que mapeia autoras da literatura marginal no país. “Ele nasce da necessidade de registrar, documentar e amplificar essas vozes, que surgem, principalmente, nos saraus espalhados pelo país e, por vezes, nos espaços ...

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Conheça o Novo Movimento Musical liderado por Criolo, Rael , Yzalu, e Liniker ( Musica Periferica Brasileira )

No Brasil os movimentos musicais e seus representantes marcam gerações. Podemos citar como exemplo a Bossa Nova, Tropicalismo, a resistência do Samba nos anos 80 e o Próprio Rap Nacional nos anos 90. Hoje em dia não é diferente, a geração de hoje também tem um movimento pra chamar de seu, e é a Música Periferica Brasileira. Geralmente são artistas negros, que saem de diversos pontos perifericos de SP e influenciados pelo soul, mpb, samba e rap, fazem um som original e marginal, umas forma diferente mais arrojada de reivindicar seus direitos e falar de amor. Enviado pela Equipe Mundo Black para o Portal Geledés  Um dos ícones desse movimento é o Rapper Criolo, influenciado por Cartola, Chico Buarque e Racionais, estourou no Brasil com seu Álbum Nó na Orelha, que trouxe uma forma diferente de cantar rap, que encantou tanto a periferia quanto a classe media, e seus shows são lotados ...

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A artista plástica e arte educadora, Jennifer Borges, posa para foto em Irajá, no Rio de Janeiro

‘Preta, pobre e periférica, não imaginei estar numa galeria de arte’, diz artista

Jennifer Borges, 28, ou simplesmente J. Lo, nasceu e cresceu em Irajá, zona norte do Rio de Janeiro, querendo ser "artista de galeria", mas achava que essa realidade estava longe de ser a sua. (...) Depoimento a ELIANE TRINDADE EDITORA DO PRÊMIO EMPREENDEDOR SOCIAL OLÍVIA FREITAS ENVIADA ESPECIAL AO RIO Na Folha de S.Paulo Inspirada pela mãe, psicopedagoga, que abriu caminhos e foi a primeira da família a ter ensino superior, Jennifer seguiu caminhos paralelos à arte até os 27 anos: se graduou em história pela UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), onde hoje cursa letras. A jovem resolveu se aventurar no grafite há um ano, após um empurrão de uma amiga. Acabou virando professora, mas de grafite em escolas municipais cariocas. Foi quando Jennifer conheceu a Rede Nami, associação feminista que reúne grafiteiras e militantes que usam artes urbanas para promover os direitos das mulheres, fundada pela artista ...

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#15contra16 – Festival Musical Contra a Redução da Maioridade Penal pauta juventude periférica na zona leste de São Paulo

Jovens da cidade, professores, artistas, movimentos sociais, com o apoio do Plano Juventude Viva e Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, realizam gratuitamente neste final de semana o Festival musical #15CONTRA16, com muito funk e rap na periferia além do lançamento oficial da cartilha contra redução. por Gabriela Vallin via Guest Post para o Portal Geledés No próximo sábado, 22 de agosto, irá acontecer um grande ato político-cultural em São Paulo. O “Festival Musical #15contra16” será um grande show com muita música e intervenções artísticas a favor da vida da juventude. O titulo #15contra16 foi criado durante um passeio do grupo de adolescentes da Imprensa Jovem da Escola Municipal Coelho Neto de São Mateus, na ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). A mobilização, que tem como missão alcançar os jovens, teve início através das redes sociais. Para participar, basta gravar um vídeo de 15 segundos argumentando contra a PEC 171 ...

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