Resultados da pesquisa por 'pessoas negras'

    Foto: Paulo Pereira

    Festival gratuito celebra teatro feito por e para pessoas negras

    Mostra acontece no Sesc Interlagos até o dia 3/11 Por Manuela Tecchio, do Folha de São Paulo Foto: Paulo Pereira Com programação inteiramente gratuita, a primeira edição do Festival de Teatro Negro de São Paulo leva o prefixo “Dona Ruth”, uma homenagem a Ruth de Souza, atriz negra pioneira do teatro —a primeira a pisar no palco do Theatro Municipal—, da TV e do cinema brasileiro, morta em julho deste ano. Entre as peças que se destacam na programação está o monólogo “Eu e Ela”, no qual a atriz Dirce Thomaz interage com a história da escritora Carolina Maria de Jesus, uma das primeiras a narrar a vida nas periferias do Brasil. O texto da peça fala ora em primeira ora em terceira pessoa para discutir as questões políticas e sociais de cada época. Já em “Black Brecht”, o Coletivo Legítima Defesa imagina como seriam as ...

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    Tinder dos livros já intermediou a doação de 800 publicações para pessoas negras Foto: Arte de Paula Cruz

    Deu match: conheça a iniciativa que já doou 800 livros para pessoas negras

    Criado por Winnie Bueno, o Tinder dos Livros conecta quem precisa de livros a possíveis doadores Por Audryn Karolyne, no O Globo Tinder dos livros já intermediou a doação de 800 publicações para pessoas negras Foto: Arte de Paula Cruz Letícia Santos não conseguia escrever sua monografia quando chegaram pelo correio dois livros que já tinha perdido a esperança de ganhar: "Ensinando a transgredir", da filósofa americana bell hooks , e "A parábola dos talentos", ficção da também americana Octavia Blutler, são frutos da iniciativa Tinder dos Livros , que corre no Twitter e foi criada pela doutoranda em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Winnie Bueno . Apesar do nome, o projeto funciona de um jeito diferente do aplicativo de paquera. Aqui, pessoas que estejam interessadas em doar livros procuram Winnie via mensagem direta no Twitter @winniebueno. Quando surge uma outra ...

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    Pelo direito ao desenvolvimento dos povos e pessoas negras

    Quem luta contra o racismo estrutural está advogando pela concretização do direito ao desenvolvimento tanto quanto Killmonger em Pantera Negra Por Veyzon Campos Muniz, Do Justificando  Marvel/Reprodução Pantera Negra, primeiro super-herói negro das histórias em quadrinhos, criado na Marvel Comics por Stan Lee e Jack Kirby em 1966, em meio a intensa luta por direitos civis das pessoas negras na experiência estadunidense, foi transmutado para as telas do cinema em 2018, na esteira de um importante movimento popular que denunciou a ausência de representatividade negra no cinema e, consequentemente, nas respectivas premiações do segmento. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, por sua vez, em fevereiro do corrente ano, antes alertada por disseminar a invisibilidade do negro na sétima arte, reconheceu Pantera Negra como o primeiro filme baseado em histórias de super-heróis a ser nomeado ao Oscar de Melhor Filme e outras seis categorias. Dos sete quesitos para os ...

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    RAWPIXEL.COM/Nappy

    A gravidade da hipertensão entre pessoas negras

    Saybie, considerada a bebé mais pequena do Mundo, teve alta e deixou o hospital, em San Diego, nos Estados Unidos, a 31 de Maio. A pequenina veio à luz em Dezembro, com apenas 245 gramas. Cinco meses depois, pesa mais de dois quilos. A mãe estava com 23 semanas e três dias de gravidez, quando foi diagnosticada com pré-eclampsia – uma complicação na gravidez que se caracteriza por uma elevada pressão arterial, pelo que o parto teve de ser feito imediatamente. Tendo em conta o tempo de gestação, o casal não acreditava que a filha pudesse sobreviver. Os médicos avisaram o pai que teria provavelmente apenas uma hora com a bebé, antes dela morrer. Por Osvaldo Gonçalves, do Jornal de Angola  RAWPIXEL.COM/Nappy Embora a progenitora mantenha o anonimato, as fotos publicadas mostram uma bébé afro-descendente, o que reforça a tese de um risco maior de hipertensão ...

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    (Foto- Helena Wolfenson)

    Chimamanda Ngozi Adichie: “O Brasil tem um problema de raça, pessoas negras não têm acesso a posições de poder”

    Em entrevista à Marie Claire, a escritora nigeriana faz uma análise sobre o racismo institucionalizado no Brasil e reflete sobre a guinada à direita: "É importante lembrar que o Brasil é um país de imigrantes. Se tivéssemos essa mesma retórica antes, o presidente do país provavelmente nem estaria lá" no Marie Claire A escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, uma das principais feministas e pensadoras da atualidade, é capa e recheio da edição especial de aniversário de Marie Claire. Nos bastidores, Chimamanda bateu um papo conosco sobre a evolução de suas obras. "Eu aprendi lendo histórias que todos os seres humanos são falhos. Não somos perfeitos e não temos que ser", pontua. (Foto- Helena Wolfenson) "Eu não sabia que era negra até ir para os Estados Unidos. Eu não me entendia como negra porque na Nigéria todo mundo é negro", diz ela, ao refletir sobre ...

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    O professor Maurício Souza Neto passou a refletir sobre a expressão da negritude após ver blocos afros como o Ilê Aiyê — Foto: Arquivo pessoal

    A roupa que habito: Vestimentas e adereços reforçam identidade de pessoas negras a partir da estética africana

    Indumentárias são usadas como símbolos políticos de resistência. Por Itana Alencar, no G1   O professor Maurício Souza Neto passou a refletir sobre a expressão da negritude após ver blocos afros como o Ilê Aiyê. (Foto: Arquivo pessoal)   Importantes instrumentos de construção e manutenção da identidade negra, roupas e adereços que fazem referência à estética do continente africano são usados como símbolos políticos de resistência. Na Bahia, essas indumentárias estão presentes do "sagrado ao profano": desde o carnaval, com os blocos afro, até às vestimentas religiosas. Entidades como o Ilê Aiyê, que despertou a reflexão sobre a expressão da negritude no professor Maurício Souza Neto. Natural do Rio de Janeiro, quando chegou em terras baianas ele morou em Valença, cidade no baixo sul do estado. Maurício, no entanto, só passou a reforçar a identidade negra por meio das roupas, quando foi morar na capital. "Quando me ...

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    Pessoas negras queimadas vivas, enforcadas, espancada até a morte: memorial resgata história de terror no sul dos EUA

    A notícia sobre a inauguração do Memorial Nacional para Justiça e Paz na cidade de Montgomery, no estado do Alabama, EUA, não ocupou muito espaço na imprensa brasileira. Por Douglas Belchior Do Negro Belchior Monumento do Memorial Nacional para Justiça e Paz na cidade de Montgomery, no estado do Alabama, EUA (Foto: Reproduzida/negro belchior) Inspirada no memorial do Holocausto em Berlin, na Alemanha e no memorial do Apartheid, em Johanesburgo, África do Sul, este monumento em memória às vítimas do terror racial promovida por supremacistas brancos que enforcaram, queimaram vivos, afogaram e espancaram até a morte mais de 4400 pessoas negras no sul dos Estados Unidos, é uma demonstração da força política da comunidade afro-americana. É também, para este Blog, a oportunidade de inaugurar a parceria com o Blog O lado B em NYC do nosso irmão Edson Cadette, negro brasileiro, jornalista e radicado em Nova York há mais de ...

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    FOTO: PEXELS

    ThoughtWorks lança campanha de inclusão de pessoas negras na tecnologia

    Ação envolve recrutamento de pessoas desenvolvedoras negras e página com histórias de ThoughtWorkers negros Enviado para o Portal Geledés  FOTO: PEXELS Segundo o IBGE, mais da metade da população brasileira (54%) é de pretos ou pardos. Pessoas negras, entretanto, ocupam apenas 6,3% de cargos de gerência e 4,7% no quadro executivo, de acordo com pesquisa do Instituto Ethos. A presença de mulheres negras, em comparação aos homens, é ainda mais desfavorável: elas preenchem apenas 1,6% das posições na gerência e 0,4% no quadro executivo. É para ajudar a diminuir esse abismo que a ThoughtWorks, consultoria global de tecnologia, está lançando no Brasil a campanha Enegrecer a Tecnologia – feita por pessoas negras para pessoas negras. O objetivo é discutir a inclusão dessa população no mercado de tecnologia e trazer mais pessoas negras para a consultoria.A iniciativa começa com uma campanha de recrutamento de pessoas negras desenvolvedoras ...

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    Lupita Nyong’o sobre ‘Pantera Negra’: ‘Ter pessoas negras no centro da narrativa é muito animador’

    Atriz interpreta Nakia no filme, que estreia em 15 de fevereiro no Brasil Do Estadão Lupita Nyong'o. Foto: REUTERS/Lucas Jackson Em entrevista ao Hollywood Reporter, Lupita Nyong'o falou sobre sua carreira, família e assédio sexual. A atriz, que ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel em 12 Anos de Escravidão em 2014, contou que decidiu falar sobre o assédio que sofreu de Harvey Weinstein após ver o artigo no The New York Times no qual várias mulheres denunciavam o produtor. Ela disse que ele a convidou para gravar em sua casa, e falou: "Vamos direto ao ponto: eu tenho um quarto privado lá em cima onde nós podemos comer o resto da nossa refeição". A atriz recusou: "Com todo o respeito, eu não seria capaz de dormir a noite se eu fizesse o que você está pedindo". Desde esse episódio, ela nunca mais voltou a trabalhar com ele. Lupita disse ter se sentido ...

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    Reprodução/WSB TV

    ‘Só matamos pessoas negras’, diz policial ao parar motorista branca nos EUA; vídeo

    A câmera de uma viatura policial da Geórgia, nos Estados Unidos, registrou o momento em que um agente frisa a uma motorista branca que ela não precisava se preocupar com a abordagem. “Você não é negra. Lembre-se: nós só atiramos em pessoas negras. Nós só matamos pessoas negras, certo?”, argumentou o tenente Gregg Abbott, no vídeo revelado pela “WSB TV”. O canal recebeu as imagens e submeteu ao Departamento de Polícia do Condado de Cobb, cuja chefia abriu uma investigação interna e alega ter transferido o tenente para serviços administrativos até concluir a apuração. Segundo o chefe policial, Mike Register, Abbott mandou a motorista branca parar por suspeita de que ela estivesse ao volante sob influência de substâncias proibidas. Na gravação, ela se recusa a pegar o celular, com medo de que o agente atirasse nela por imaginar que a suspeita pegaria uma arma no carro. “É que eu já ...

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    ‘Só matamos pessoas negras’, diz policial ao parar motorista branca nos EUA

    A câmera de uma viatura policial da Geórgia, nos Estados Unidos, registrou o momento em que um agente frisa a uma motorista branca que ela não precisava se preocupar com a abordagem. "Você não é negra. Lembre-se: nós só atiramos em pessoas negras. Nós só matamos pessoas negras, certo?", argumentou o tenente Gregg Abbott, no vídeo revelado pela "WSB TV".  Do Extra Policial aborda motorista nos EUA Foto: Reprodução/Facebook O canal recebeu as imagens e submeteu ao Departamento de Polícia do Condado de Cobb, cuja chefia abriu uma investigação interna e alega ter transferido o tenente para serviços administrativos até concluir a apuração. Segundo o chefe policial, Mike Register, Abbott mandou a motorista branca parar por suspeita de que ela estivesse ao volante sob influência de substâncias proibidas. Na gravação, ela se recusa a pegar o celular, com medo de que o agente atirasse nela por imaginar que a suspeita ...

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    Hashtag desafia pessoas negras a contar a primeira vez que se sentiram representadas na mídia

    Para falar sobre a falta de representatividade negra, a as blogueiras do Black Girl Nerds decidiram usar sua conta no Twitter e criar uma hashtag do bem. A intenção era convidar pessoas negras a contar qual foi a primeira vez que se sentiram representadas na mídia. no Hypeness Let us know about the first time your felt you saw yourself represented in media, use the hashtag #FirstTimeISawMe! pic.twitter.com/dSdFcFsMvX — Black Girl Nerds (@BlackGirlNerds) 1 de agosto de 2017 “Conte para gente sobre a primeira vez que você se sentiu representada na mídia, use a hashtag #FirstTimeISawMe!“, dizia um tweet publicado na conta no dia 1º de agosto. A resposta à mensagem foi incrível, gerando mais de 500 comentários na rede social e mostrando que a representatividade é sim importante. #FirstTimeISawMe was in @RachelTrue character's Rochelle in 'The Craft'. And she's 50 yrs old now! Go girl. pic.twitter.com/RsXGNM69WI — Karma Savage (@28savagedays) 1 ...

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    17 pessoas negras da História que você não viu na escola

    Na escola, provavelmente, você não ouviu falar sobre os guerreiros e guerreiras ou líderes quilombolas que desenharam a História do Brasil. Ao contrário da ênfase na trajetória dos imperadores Dom Pedro I e II, por exemplo, pouco se estuda dentro da sala de aula a influência negra de nosso país além da escravidão. Do Catraca Livre Pensando nisso, a plataforma educacional gratuita Quizlet convidou Stephanie Ribeiro, estudante de Arquitetura da PUC de Campinas (SP) e ativista feminista negra, para elaborar uma lista com 17 pessoas importantes da cultura negra do Brasil. No site interativo é possível aprender sobre cada uma delas de forma dinâmica. “Quem é quem na história negra do Brasil” te leva a descobrir o quanto você conhece sobre as personalidades negras brasileiras. Clique aquipara acessar a plataforma e jogar. O conteúdo também traz os marcos da história negra (confira aqui). Abaixo, veja alguns dos nomes reunidos: Abdias Nascimento Créditos: ...

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    Afroflix: plataforma gratuita dá visibilidade a produções de pessoas negras

    Em um debate após a estreia do filme KBELA* em Salvador, uma menina disse que "nunca esperou ouvir o som de um cabelo sendo penteado reproduzido no cinema". Aquela reflexão, unida a questionamentos de outras rodas de conversa, fez a diretora e roteirista Yasmin Thayná perceber que era necessário criar mais do que as narrativas de seus filme. Com isso, nasceu a plataforma Afroflix. Por Ana Elisa Santana Do EBC "Nosso objetivo é gerar mais visibilidade para esses realizadores, porque de alguma forma a gente está silenciado, escondido no Brasil, então o Afroflix cria essa referência para a gente saber que há um monte de cineastas negros, mulheres (...). A gente precisava criar essa plataforma para saber que eles existem", explica Yasmin. Em 10 dias após o lançamento, a página da Afroflix no Facebook já conquistou mais de 8 mil seguidores. O site é independente - não recebe nenhum tipo de apoio ...

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    Cropped man and woman using electronic device free image

    Por que mulheres, pessoas negras e outros grupos minorizados deveriam aprender a programar?

    Programação é o meio que utilizamos para nos comunicar com um computador e enviar comandos para execução de tarefas. Uma das minhas definições preferidas diz que: "A program is to computer as a language is to humans", ou seja “Um programa é para o computador aquilo que a linguagem é para o ser humano”. Por Gabriela Pires, do Comum.vc  Assim, podemos entender a programação como um sistema complexo de comunicação que por meio de diferentes idiomas, ou especificamente,  por meio das linguagens de programação, nos permite utilizar o computador para as mais variadas funções. Cada dispositivo se utiliza de uma linguagem de programação ou uma combinação delas para funcionar. Linguagens com regras próprias, que respeitam uma sintaxe e uma semântica, assim como quando nos comunicamos por nosso idioma, ou melhor ainda, quando nos comunicamos por inglês. E por quê inglês, exatamente? Por que a maioria das linguagens de programação tem como ...

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    Jornalista Lorena Ifé cria grupo no Facebook para reunir pessoas negras interessadas em paquerar

    Quando a jornalista e empreendedora Lorena Ifé decidiu criar um grupo no Facebook para reunir pessoas negras interessadas em paquerar, não imaginava que em menos de uma semana chegariam mais de 500 solicitações para aprovar. Por Donminique Azevedo, do  Correio Nagô “Eu sempre questionei o aplicativo Tinder, porque acho poucas pessoas negras. Além disso, um grupo de pessoas negras – que faço parte – fizeram uma postagem que continha a frase  ‘afrotinder, momento paquera’. Quando criei esse outro grupo, fiquei surpresa porque não esperava que tinha tanta querendo fazer parte, mas ao mesmo tempo feliz de ver essa corrente de amor preto crescendo”, revela Lorena Ifê. Lorena Ifé. Foto: Heder Novaes O Afrodengo (link para o facebook) está descrito como “um grupo de paquera virtual criado para pessoas negras e tem como proposta ser um espaço de interação, flerte, construção de relações saudáveis, saídas casuais com o intuito de fortalecer a afetividade ...

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    Lupita Nyong’o volta ao Quênia em ensaio para a Vogue: ‘Quero criar oportunidades para outras pessoas negras’

    É Lupita Nyong’o quem estampa a capa e o recheio da Vogue americana de outubro. Prepare-se, porque a atriz vencedora do Oscar e atual ícone do ativismo negro em Hollywood está simplesmente um deslumbre. Por  Amauri Terto, do HuffPost Brasil Ela voltou ao Quênia, terra natal de seus pais e onde foi criada (vale lembrar que Lupita nasceu no México) para ser clicada pelo prestigiado fotógrafo Mario Testino. Além das fotos repletas de cores e exuberância, a edição traz uma entrevista com a estrela do novo e promissor filme da Disney, A Rainha de Katwe. Na trama baseada em uma história real, ela dá vida à Nakku Harriet, mãe da protagonista Phiona (vivida pela estreante Madina Nalwanga). Como o nome sugere, a produção se passa em uma região de Uganda, o que Lupita comemora: “Eu quero criar oportunidades para outras pessoas negras, porque sou sortuda o suficiente de ter uma plataforma ...

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    Conheça Jordan Kunzika, angolano e co-fundador do “BAE” aplicativo para encontros de pessoas negras

    Aos 21 anos, Jordan Kunzika é um dos co-fundadores da BAE (Before Anyone Else), uma aplicação de encontros lançada nos EUA à medida do perfil de homens e mulheres negros. Em busca do par ideal para contar esta história. no Novo Jornal Elas têm menos 20% de probabilidades de serem escolhidas, enquanto a taxa de rejeição deles pode rondar os 27%. Num cada vez mais popularizado mundo dos encontros virtuais, negras e negros tendem a ser preteridos por brancas e brancos, revela um estudo do site de encontros OK Cupid, indissociável das inquietações que conduziram ao lançamento da aplicação de encontros BAE. Nascida em Abril de 2015 nos EUA, por iniciativa conjunta de Jordan Kunzika e dos irmãos Justin e Brian Gerrard, a ferramenta foi desenvolvida para promover a inclusão da comunidade negra no mundo dos encontros online. "Em apenas um ano entrámos para o top 50 de aplicações de ...

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    AFROFLIX – um “netflix” que reúne apenas produções feitas por pessoas negras

    Uma plataforma que disponibiliza conteúdos audiovisuais online com a condição de que tenha pelo menos uma área de atuação técnica/artística assinada por uma pessoa negra. Assim é definido o AFROFLIX, serviço lançado ontem (17 de Maio). As produções aceitas pela plataforma vão de vlogs e videoclipes a curtas, longas, documentários e séries. A ideia do projeto é valorizar produções desenvolvidas por pessoas negras, que são tão invisibilizadas na sociedade. No Brasil, mesmo quando determinadas produções tratam de questões que envolvem a negritude, elas têm maior visibilidade quando desenvolvidas por pessoas brancas. Mudar essa situação é um dos objetivos do AFROFLIX. Segundo o Agenda Preta, a equipe do site conta com seis mulheres negras: a diretora Yasmin Thayná, a jornalista Silvana Bahia, a desenvolvedora e UX designer Steffania Paola, a designer Bruna Souza e as pesquisadoras Monique Rocco e Erika Candido. Acesse o AFROFLIX:  

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    EUA: polícia de Chicago ‘não tem consideração por vidas de pessoas negras’, aponta relatório

    Entre 2008 e 2015, 74% das pessoas baleadas pela polícia de Chicago eram negras; relatório critica 'código de silêncio' entre policiais da cidade Do Opera Mundi A polícia de Chicago, nos EUA, “não tem consideração pela santidade da vida quando se trata de pessoas negras”, concluiu um relatório divulgado nesta quarta-feira (13/04). O documento foi produzido por uma força-tarefa que analisou a instituição nos últimos meses e é formada por nove profissionais de áreas diveras, como assistentes sociais, procuradores e juristas. “Detenções falsas, confissões forçadas e condenações injustas também são parte da história . Esses e outros eventos marcam uma longa e triste história de morte, prisão falsa, abuso físico e verbal e descontentamento geral sobre as ações da polícia em bairros negros”, diz o relatório. O documento indica que, entre 2008 e 2015, a polícia atirou em 404 pessoas, das quais 299 (74%) eram negras e 55 ...

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