terça-feira, maio 11, 2021

Resultados da pesquisa por 'povos indígenas'

O cacique Raoni, ao centro, entre líderes indígenas de 47 povos, que estiveram reunidos por quatro dias no Mato Grosso para relançar a "aliança dos povos da floresta". (Foto: RICARDO MORAES / REUTERS (REUTERS))

O olhar dos povos indígenas atentos a contínua propaganda enganosa da Europa ao mundo: O Amanhã

Ailton Krenak é um segundo sol vivo que ilumina a cultura indígena, e que ainda resiste contra a racionalidade do ocidente (Compreendendo a força da consciência coletiva produzida pelo poder da linguística, neste artigo opto pela força da consciência descolonizada, portanto, a ausência da letra maiúscula neste substantivo próprio não reconhece o poder simbólico da arma cultural dominante) em matar, roubar e destruir. Krenak nasceu em 1953, na área verde do vale do rio Doce, mas a vida dos seres vivos e da vegetação do local vem sendo mortos pelas mãos do homem branKKKo (Branco com três K refere-se a Klu Klux Klan, organização da supremacia branca. Assata Shakur, ex membra do Partido Pantera Negra, apresentou AmeriKKKa com três k. A partir daí estendemos para outras palavras). Ativista dos direitos dos povos originários, luta pela existência do planeta Terra, ainda que os branKKKos não queiram imaginar o fim do capitalismo, ...

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O escritor Daniel Munduruku (Foto: Imagem retirada do site G1)

Daniel Munduruku: “Únicos comunistas no Brasil chamam-se povos indígenas”

"Quando eu vi que a primeira ação do governo foi dividir a FUNAI em dois ministérios (o ministério da família com a doida da goiabeira e o ministério da agricultura com a louca da motosserra), eu entendi que se tratava da caçada aos últimos socialistas. No Brasil nunca teve socialismo, nunca teve comunismo, nunca teve uma experiência de fato disso para você dizer 'vou caçar comunistas'. Os únicos comunistas no Brasil chamam-se povos indígenas. São esses que não mantém propriedade privada, que são pelo coletivo, que têm um modo de vida simples, que dividem tudo entre si. Aí eu entendi quais eram os socialistas que estavam sendo perseguidos . São aqueles que ainda seguram a fronteira do capitalismo, que se chocam frontalmente com isso. É a última fronteira a ser conquistada. É aquilo que os militares tentaram fazer, nos anos 70, e não conseguiram.Nesse sentido os últimos socialistas ...

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EPA

Coronavírus pode dizimar povos indígenas, diz pesquisadora

À medida que o novo coronavírus se alastra pelo Brasil, crescem os temores de que comunidades indígenas sejam dizimadas pela covid-19, a doença causada pelo patógeno. Por João Fellet, da BBC EPA Doenças respiratórias já são a principal causa de morte entre as populações nativas brasileiras, o que torna a pandemia atual especialmente perigosa para esses grupos. Há ainda preocupações quanto ao desabastecimento de muitas comunidades indígenas que compram alimentos em cidades e dependem de programas sociais como o Bolsa Família, mas estão sendo orientadas a evitar os deslocamentos para impedir o contágio. Apesar da gravidade do cenário, associações indígenas e entidades que os apoiam afirmam que órgãos federais não têm adotado providências para proteger as comunidades - e que há falta de materiais básicos, como máscaras, para lidar com eventuais casos nas aldeias. "Há um risco incrível de o vírus se alastrar pelas comunidades e ...

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O cacique Raoni, ao centro, entre líderes indígenas de 47 povos, que estiveram reunidos por quatro dias no Mato Grosso para relançar a "aliança dos povos da floresta". (Foto: RICARDO MORAES / REUTERS (REUTERS))

A semana em que 47 povos indígenas brasileiros se uniram por um manifesto antigenocídio

Sob o comando do cacique Raoni, líderes indígenas de várias partes do Brasil assinaram um documento de quatro páginas em que acusam o Governo Bolsonaro de colocá-los em risco Por HELENA BORGES, do El Pais O cacique Raoni, ao centro, entre líderes indígenas de 47 povos, que estiveram reunidos por quatro dias no Mato Grosso para relançar a "aliança dos povos da floresta". Foto: RICARDO MORAES / REUTERS (REUTERS) Em um momento de pouco diálogo e muitas brigas no meio político internacional, 47 povos indígenas brasileiros se reuniram entre os dias 14 e 17 de janeiro para dar uma aula de diplomacia. O Encontro dos Povos Mebengokrê e Lideranças Indígenas do Brasil era um desejo que o cacique Raoni Metuktire nutria há três anos: um momento em que as diferentes lideranças de povos indígenas que vivem espalhados pelo território brasileiro estivessem finalmente juntos e que, em ...

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NOTA À IMPRENSA: Escalada de violência contra povos indígenas revela falhas graves do governo com os direitos humanos no Brasil

A escalada da violência contra as populações indígenas no Brasil revela a falha grave do Estado Brasileiro em proteger os direitos humanos de seus povos originários, afirma a Anistia Internacional ao fim de uma semana em que mais um indígena Guajajara foi morto no Maranhão e duas lideranças Uru-Eu-Wau-Wau denunciam ter escapado de uma emboscada em sua terra, em Rondônia. Entre os direitos mais básicos que estão sendo violados, a Anistia destaca o bem mais precioso de toda pessoa, o direito à vida, o direito à segurança e o direito ao território, que é garantido aos povos indígenas do Brasil pela Constituição Federal e por inúmeros tratados internacionais dos quais o país é signatário. Da Anistia Internacional Brasil  (Foto: EVARISTO SA VIA GETTY IMAGES) Na última sexta-feira (13.12), o jovem indígena Erisvan Guajajara, de 15 anos, foi encontrado morto em Amarante, no Maranhão. Erisvan é o ...

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Os índios Wajãpi. VICTOR MORIYAMA

Judeus em defesa dos povos indígenas

Os índios Wajãpi. (Foto:VICTOR MORIYAMA) Há mais de vinte anos, a terra do povo Waiãpi, no oeste do Amapá, foi finalmente demarcada. Mesmo assim, na última semana (23 de Julho de 2019) a terra foi invadida por um grupo armado que assassinou brutalmente o líder indígena Emyra Waiãpi. Os invasores tomaram a aldeia dos Waiãpi, forçando-os, sob risco de morte, a se concentrar em uma comunidade vizinha. Por Judeus pela Democracia-SP, enviado para o Portal Geledés  A disposição para invadir um território indígena e assassinar um de seus líderes é alimentada por uma série de discursos e ações realizadas pelo governo federal que deslegitimam a vida e a terra dos povos originários. Como não ver no governo um aliado dessa barbárie, quando um dia antes do assassinato de um líder indígena, o presidente enuncia que a missão que dará a seu filho, Eduardo Bolsonaro, como embaixador ...

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CNBB emite nota sobre situação dos povos indígenas Wajâpi, no Amapá

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acompanha atentamente os desdobramentos da crise socioambiental que vem se agravando e atinge de modo fatal os povos da Amazônia, particularmente os indígenas. Por  ANTONIO CARLOS RIBEIRO, do CNBB Imagem retirada do site CNBB A presidência da CNBB manifesta preocupação com a elucidação da morte do líder da etnia Wajãpi, ocorrida no dia 24 de julho, no Estado do Amapá. Reforça, também, o que o episcopado brasileiro indicou na mensagem divulgada em maio deste ano, em sua 57ª Assembleia Nacional: “Precisamos ser uma nação de irmãos e irmãs, eliminando qualquer tipo de discriminação, preconceito e ódio. Somos responsáveis uns pelos outros. Assim, quando os povos originários não são respeitados em seus direitos e costumes, neles o Cristo é desrespeitado: ‘Todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes mais pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer’ ...

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APIB COMUNICAÇÃO

Bebê morto com tiro na cabeça é um cruel símbolo da situação dos povos indígenas no Brasil

Relatório do Conselho Indigenista Missionário critica "sucateamento" da Funai, comandada por interesses "anti-indígenas" Por GIL ALESSI, do El Pais  APIB COMUNICAÇÃO O pequeno Cirleudo Cabral Monteza Manchineri, de um ano de idade, dormia no colo da mãe confortavelmente apesar do balanço da pequena embarcação a motor. A viagem já durava horas. A família da etnia Manchineri havia partido da aldeia São Paolino, localizada na Boca do Acre, Amazonas, descido o rio Purus e entrado em um dos seus braços, o Iaco. Por volta das 22h eles se aproximavam do pequeno porto de Feira dos Colonos, na cidade acreana de Sena Madureira. O pai do bebê apontava uma lanterna para a barranca quando recebeu ordens para apagar a luz. Sem ter como atracar na escuridão, ele ignorou o comando. O barco foi recebido à bala. Uma delas acertou a cabeça de Cirleudo, que foi socorrido, mas chegou morto ao hospital. ...

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Professor da UFRB recebe bolsa do governo inglês para estudar racismo contra povos indígenas

A formação de uma rede de pesquisas para estudar o tema “Racismo e anti-racismo no Brasil: o caso dos povos indígenas” (Racism and anti-racism in Brazil: the case of indigenous peoples), envolvendo a UFRB através de Felipe Milanez (professor do NUVEM, no CECULT e no CCS, e do Mestrado em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas, no CAHL), o líder indígena Ailton Krenak, professor honoris causa na Universidade Federal de Juiz de Fora e fundador do Núcleo de Cultura Indígena, e Lúcia Sá, referência internacional no estudo da literatura indígena, professora da Universidade de Manchester e coordenadora do projeto, venceu o edital do Arts & Humanities Research Council (AHRC) do Reino Unido, ganhando uma bolsa do prestigiado conselho britânico no valor de 45 mil libras esterlinas (cerca de 180 mil reais) para desenvolvimento do trabalho. O anúncio foi feito na sexta-feira 18 de agosto. Do UFRB  Vencer essa concorrência ...

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Alicia Keys e o movimento pelos direitos dos povos indígenas do Canadá recebem o prêmio máximo da Anistia Internacional

A celebrada cantora e ativista internacional Alicia Keys e o inspirador movimento dos Povos Indígenas que luta por direitos no Canadá receberam o prêmio Embaixador da Consciência 2017 da Anistia Internacional, anunciou hoje a organização. O prêmio será entregue oficialmente durante uma cerimônia em Montreal, Canadá, no próximo 27 de maio. Do Anistia Para recebê-lo, seis pessoas estarão presentes representando a força e a diversidade do movimento dos direitos dos povos indígenas do Canadá que lutou para acabar com a discriminação, garantir a segurança e o bem estar de famílias e comunidades. Serão elas: Cindy Blackstock, Delilah Saunders, Melanie Morrison, senador Murray Sinclair, Melissa Mollen Dupuis e Widia Larivière. “O prêmio Embaixador da Consciência é a honra máxima concedida pela Anistia Internacional de reconhecimento aos que tiveram liderança e coragem excepcionais na defesa dos direitos humanos,” explica Salil Shetty, secretário-geral da Anistia Internacional. “Tanto Alicia Keys quanto o movimento pelos direitos ...

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A Declaração das Nações Unidas sobre os direitos dos Povos Indígenas

Artigo 1º Os indígenas têm direito, como povos ou como pessoas, ao desfrute pleno de todos os direitos humanos e de todas as liberdades fundamentais reconhecidos pela Carta das Nações Unidas, pela Declaração Universal de Direitos Humanos e pelo Direito Internacional relativo aos Direitos Humanos Do Portal Educação Salvador  Artigo 2º Os povos e as pessoas indígenas são livres e iguais a todos os demais povos e pessoas e têm direito a não ser objeto de nenhuma discriminação — fundada, em particular, em sua origem ou identidade indígena — no exercício de seus direitos. Artigo 3º Os povos indígenas têm direito à livre determinação. Em virtude desse direito, determinam livremente a sua condição política e perseguem livremente seus desenvolvimentos econômico, social e cultural. Artigo 4º Os povos indígenas, no exercício do seu direito à livre determinação, têm direito à autonomia ou ao autogoverno nas questões relacionadas com seus assuntos internos ...

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Povos indígenas no Brasil na visão de Eduardo Viveiros de Castro

Antropólogo revela faceta pouco conhecida de sua trajetória e fala da situação dos povos indígenas no Brasil Por André Goldfeder Do Uol Apontado pelo antropólogo e pensador francês Claude Lévi-Strauss como o “fundador de uma nova escola na antropologia” e referência para diversas áreas como a filosofia, a literatura e arte , Eduardo Viveiros de Castro é dono de uma das mais sólidas obras teóricas da antropologia contemporânea. Desta vez, no entanto, o que está em destaque é sua produção fotográfica, que a partir do dia 30 de agosto de 2015 estará em exibição no Sesc Ipiranga, na mostra Variações do corpo selvagem, cuja curadoria é assinada por Eduardo Sterzi e Veronica Stigger. Viveiros de Castro conversou com a CULT a respeito desta faceta pouco conhecida de sua trajetória e da situação dos povos indígenas no Brasil.   CULT – Sua experiência com fotografia remonta a um período anterior a sua atividade como antropólogo ...

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12 filmes para refletir sobre Descolonização da Educação e Povos Indígenas

A Equipe da Rádio Yandê reuniu uma lista com 12 filmes para refletir sobre Descolonização da Educação e Povos Indígenas. Do Rádio Yandê 1 - Escolarizando o Mundo (Schooling the World, 2010) O filme mostra como educação ocidental foi imposta aos povos, modificando seu modo de viver e crenças. A força do etnocentrismo por trás dos projetos educacionais, que dizem querer ajudar os jovens conquistar uma vida melhor. As falhas da educação institucional e desvalorização das culturas que não fazem parte das correntes de pensamento ocidentais.Os questionamentos sobre definições de riqueza e pobreza ou conhecimento e ignorância são feitos durante todo o documentário.O papel das escolas na época da colonização na destruição do conhecimento tradicional. 2- Enterrem meu coração na Curva do Rio (Bury My Heart at Wounded Knee, 2007) Baseado no best-seller de Dee Brown, o filme mostra o processo de integração indígena junto da sociedade americana, marcado por discriminação ...

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Agradecimento dos Povos Indígenas pelo ‘tuitaço’ contra a PEC 215

Na manhã desta quarta-feira (3) uma mobilização nas redes sociais colocou a hashtag #Pec215Nao nos Trending Topics do Twitter. Do: Racismo Ambiental A proposta de emenda constitucional transfere do Executivo para o Congresso a tarefa de aprovar a oficialização de Terras Indígenas (TIs), Unidades de Conservação e territórios quilombolas. Por causa da força ruralista no parlamento, na prática significaria a paralisação definitiva da formalização dessas áreas. A sociedade e os indígenas dizem não à PEC215! Mais uma vez a votação foi adiada no Congresso Nacional.  

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Terror contra os povos indígenas do Ceará

No dia 11 de outubro de 2014, o Povo Indígena Tremembé Barra do Mundaú, da comunidade São José do Buriti, foi surpreendido com uma ação de destruição de seu território sagrado, onde, além de derrubar cercas e palhoças e destruir uma casa em construção, tudo foi queimado. A ação foi feita por um advogado que se nomeou Henrique Rocha Trigueiro, representante do grupo Nova Atlântida, seguido por quinze homens paramentados para a destruição. Sem mandado ou autorização da justiça, o grupo promoveu uma cena de terror e prometeu retornar após 15 dias para repetir essa ação caso os indígenas tivessem retomado o território. Até o momento, nem Ministério Público, nem polícia militar, nem polícia federal se manifestaram, apesar de o grupo já ter feito a denúncia. É hora de apoiar nossos parentes! É hora de dizer não aos grandes grupos de investidores que representam uma política neodesenvolvimentista e de negação ...

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cimi

Nota do Cimi: O Governo Dilma, o agronegócio e os Povos Indígenas

O Governo Federal dá mostras cada vez mais evidentes que não entende e que não está disposto a entender os povos indígenas brasileiros. As medidas anunciadas pelo governo com o intuito de superar os conflitos em torno das questões indígenas no Brasil parte do pressuposto equivocado segundo o qual os povos indígenas estariam causando os conflitos e agindo sob o comando de organizações não indígenas, de modo especial o Cimi. Além de preconceituosa e racista, uma vez que considera os povos seres inferiores e incapazes de decisões próprias, o pressuposto é sociologicamente falho. Julgamos que algumas informações acerca da realidade que envolve a temática são importantes e suficientes para entendermos a situação. Vejamos. O governo Dilma aprofundou o processo de retração de demarcações das terras indígenas. É o governo que menos demarca terras indígenas desde a ditadura militar. O governo também tomou medidas administrativas lesivas aos direitos dos povos, tais ...

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Filipe Frazao / Alamy Stock Photo

A milenar arte de educar dos povos indígenas

Por: Daniel Munduruku Imagem: Filipe Frazao / Alamy Stock Photo Educar é dar sentido. É dar sentido ao nosso estar no mundo. Nossos corpos precisam desse sentido para se realizar plenamente. Mas também nossos corpos são vazios de imagens e elas precisam fazer parte da nossa mente para possamos dar respostas ao que se nos apresenta diuturnamente como desafios da existência. É por isso que não basta dar alimento apenas ao corpo, é preciso também alimentar a alma, o espírito. Sem comida o corpo enfraquece e sem sentido é a alma que se entrega ao vazio da existência. A educação tradicional entre os povos indígenas se preocupa com esta tríplice necessidade: do corpo, da mente e do espírito. É uma preocupação que entende o corpo como algo prenhe de necessidades para poder se manter vivo. Esta visão de educação é sustentada pela idéia de que cada ser humano ...

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gersem baniwa

Atual projeto de nação não tem lugar para povos indígenas, diz indígena e doutor em antropologia

Após manifesto de funcionários da Funai por um plano de  indigenismo brasileiro, o Portal EBC entrevistou o indígena e doutor emantropologia Social, Gersem Baniwa, que atualmente é professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Na opinião de Gersem, que é originário do grupo indígena Baniwa (localizado normalmente no noroeste do Amazonas), um plano indigenista passa previamente por um projeto de nação do país, não podendo acontecer de forma dissociada: “Quando observamos a difícil situação de vida dos povos indígenas, pelas permanentes violações de seus direitos básicos, como o direito ao território e à saúde, podemos acreditar que ou o Brasíl ainda não definiu seu projeto de nação; ou já definiu e neste projeto não há lugar para os povos indígenas”, destaca. O pesquisador,  que já trabalhou em projetos no Ministério da Educação, reconhece alguns avanços das ações do governo na área escolar e na saúde indígena. O pesquisador reforça os esforços de ...

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Semana do Indio Mario Vilela FUNAI 1

A Lei das Cotas e os Povos Indígenas: mais um desafio para a diversidade e para a inclusão social

Gersem Baniwa é Professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Diretor Presidente do Centro Indígena de Estudos e Pesquisas – CINEP  Por Gersem Baniwa São inegáveis as conquistas e os avanços de inclusão social no campo das políticas públicas brasileiras nos últimos 20 anos, destacadamente no campo do acesso à educação superior por parte de segmentos sociais historicamente excluídos, como são os povos indígenas. A aprovação da Lei das Cotas é uma dessas importantes conquistas. Após 13 anos de tramitação no Congresso Nacional, o projeto de Lei 180/2008 que cria uma política de ação afirmativa nas instituições federais de ensino foi aprovado e sancionado pela Presidenta da República em agosto de 2012 na forma da Lei 12.711/2012. Esta Lei estabelece a obrigatoriedade da reserva de vagas nas Universidades e Institutos Federais, combinando freqüência à escola pública com renda e cor (etnia). Trata-se de uma conquista histórica digna de comemoração ...

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Povos indígenas e quilombolas trancam BR 316, no Maranhão, contra Portaria 303

Por Renato Santana,   Os maracás voltaram a dançar em protesto contra a Portaria 303, publicada no último dia 16 de julho pela Advocacia Geral da União (AGU). Cerca de 350 quilombolas e indígenas dos povos Guajajara (Tenetehara), Awá-Guajá e Ka'apor trancaram nesta terça-feira (4) as duas faixas da BR 316, entre os municípios de Santa Inês e Bom Jardim, no Maranhão, que corta a terra indígena Pindaré. A rodovia liga as capitais São Luís do Maranhão e Belém do Pará. De acordo com as lideranças do movimento, a estrada permanecerá interditada até o meio dia de hoje. "Queremos chamar a atenção do governo federal ao fato de que os povos indígenas não aceitam essa portaria (303) e pedem a revogação imediata dela", frisou Flauberth Rodrigues Souza Guajajara, que vive na comunidade de Pindaré. Para as comunidades indígenas, a Portaria 303 possibilita a revisão de terras indígenas demarcadas e até ...

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