quinta-feira, agosto 6, 2020

    Resultados da pesquisa por 'preconceito'

    Vários projetos para aumentar o rigor contra o racismo tramitam no Senado (Foto: Rafael Kennedy/ Agência Senado)

    No Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, senadores pedem fim do preconceito

    Ao lembrar o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, comemorado nesta sexta-feira (3), senadores se manifestaram contra o preconceito e a favor de pautas e a favor de pautas de inclusão. Algumas dessas pautas já são o objetivo de projetos que tramitam no Senado. A data é uma referência à aprovação, pelo Congresso, da Lei Afonso Arinos, que tornou contravenção penal o racismo. A lei, de 1951, é considerada a primeira contra o racismo no Brasil, hoje crime inafiançável. “A lei, proposta por Afonso Arinos de Melo Franco, é de 1951. Estamos em 2020 e o racismo que estrutura a nossa sociedade ainda maltrata e mata diariamente. Precisamos mudar”, disse pelo Twitter a senadora Zenaide Maia (Pros-RN). Também pela rede social, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) afirmou que é preciso combater a discriminação racial todos os dias. “Hoje, em especial, reiteramos a importância de defendermos um Brasil sem preconceitos. ...

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    Foto: Sérgio Lima/Poder360

    76% veem racismo no Brasil, mas só 28% admitem preconceito contra negros

    Pesquisa DataPoder360 mostra que 76% dos brasileiros dizem haver preconceito contra negros no Brasil por causa da cor da pele. Para 12% da população, o racismo não existe no país. Outros 12% não souberam responder. A pesquisa do DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, foi realizada de 22 a 24 de junho com 2.500 pessoas em 549 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. A morte de George Floyd, homem negro, depois de ação de policiais brancos nos Estados Unidos provocou uma onda de manifestações antirracismo pelo mundo. Ele havia sido detido pela polícia de Mineápolis (Minnesota) acusado de ter tentado pagar uma compra com nota falsa de US$ 20 em 1 supermercado. Floyd teve o pescoço prensado com o joelho por 1 policial branco por 8 minutos e 46 segundos e morreu. ...

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    Arquivos Pessoal

    O colar de búzios: religião, gênero, preconceito e ancestralidade na vida de uma quilombola

    Prezadas e prezados leitoras/es do Geledés, mais uma vez venho compartilhar um texto que acredito e espero sinceramente que seja apreciado por vocês, pois é compartilhando experiências que nos fortalecemos. Pois bem! Nasci e fui criada no que chamamos de “um lar evangélico”. Aprendi, desde cedo, com meu pai e mãe, tia e tios e avós o hábito de ir à igreja, agradecer a Deus antes das refeições, orar antes de dormir e outros ritos religiosos. Nós íamos a todos os cultos: domingo, segunda, quarta e nas consagrações¹ de sábado de manhã. Enfim, um exemplo de família cristã evangélica. Mas, nem tudo eram flores. Tivemos uma doutrinação que considero severa e irracional: “tudo era pecado!” Ouvir músicas que não fossem evangélicas era pecado, pintar as unhas (especialmente de vermelho) era pecado (lembro-me de minha tia dizendo que pintar as unhas de vermelho era “coisa de pombagira”, segundo ela “um tipo ...

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    Toni Garrido (Foto: Léo Caldas/Instagram @leocaldas)

    Em dia de live do Cidade Negra, Toni Garrido fala de preconceito: ‘Às vezes, me sinto ET’

    Aos 52 anos, Toni Garrido ainda se sente um garoto em busca de novas experiências. Mesmo admitindo não ser um homem completamente tecnológico, o artista está antenado e entende que as lives passaram a ser uma realidade de sua classe. Tanto é que ele realiza nesta quarta-feira com a banda Cidade Negra seu primeiro show com transmissão online depois do início da pandemia do novo coronavírus. Mas deixa claro que a data, 13 de maio, dia da assinatura da Lei Áurea, é mera coincidência. No bate-papo, o cantor, que também está no ar em “Totalmente Demais” como um professor, afirma que ainda sente o preconceito racial e que, em certos lugares, tem a impressão de ser um ET. Como você tem enfrentado esse isolamento social? Tenho a gratidão de ter uma família e uma casa. De ter a quem olhar e quem olhe por mim. Tenho a minha mãe para ...

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    Mulheres comerciantes da Tanzânia contribuíram para aumentar a taxa de crescimento do país, mas ainda enfrentam desigualdades. Foto: UNCTAD

    Relatório mostra que 90% das pessoas têm alguma forma de preconceito contra mulheres

    Apesar de décadas de progresso da redução das desigualdades de gênero, cerca de nove em cada dez homens e mulheres em todo o mundo têm algum tipo de preconceito contra as mulheres, de acordo com novas descobertas publicadas na quinta-feira (5) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Na ONU Mulheres comerciantes da Tanzânia contribuíram para aumentar a taxa de crescimento do país, mas ainda enfrentam desigualdades. Foto: UNCTAD O primeiro Índice de Normas Sociais de Gênero do PNUD analisou dados de 75 países, que coletivamente abrigam mais de 80% da população global, e encontrou novas pistas sobre as barreiras invisíveis que as mulheres enfrentam para alcançar a igualdade — forçando potencialmente um caminho a seguir para romper o chamado “teto de vidro”. Segundo a pesquisa, quase metade dos entrevistados afirma acreditar que os homens são líderes políticos superiores, enquanto mais de 40% afirmam ...

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    O patógeno do preconceito: O coronavírus espalha racismo contra – e entre – os descendentes de chineses

    O medo da covid-19 faz as pessoas se comportarem mal, incluindo alguns chineses Por The Economist, na Carta Maior  Foto: Luca D´Urbino “EI, MENINO VÍRUS! Não vem contaminar a gente!" Assim, Andrew Zhou, um chinês-canadense em Vancouver, foi ridicularizado no recreio da escola. No dia 8 de fevereiro, Hao Chunxiang, um estudante universitário chinês na Holanda, reclamou no Facebook que no elevador de seu dormitório haviam sido pintadas, com spray, as palavras "MORRA CHINÊS". No Japão, a hashtag #ChineseDon'CometoJapan (Chineses não venham ao Japão) está em alta no Twitter. Rhea Liang, uma médica na Austrália, tuitou que um de seus pacientes havia se recusado a apertar sua mão por causa de sua etnia. Em meio à ansiedade global sobre a disseminação do novo coronavírus, detectado pela primeira vez em dezembro na cidade chinesa de Wuhan, as dezenas de milhões de descendentes de chineses que vivem fora ...

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    Foto: Marta Azevedo

    O suco de preconceito de Guedes

    Na categoria dos trabalhadores domésticos, não há vestígio de abundância de viagens internacionais Por FLÁVIA OLIVEIRA, do O Globo Foto: Marta Azevedo Tão íntimo de planilhas e apresentações que justificam cortes e mais cortes nos gastos, projetos e mais projetos de reforma do Estado, o ministro Paulo Guedes perdeu-se na retórica na última peça de sua coleção de declarações impróprias. Não há evidência estatística que relacione trabalhadores domésticos à “festa danada” de viagens de brasileiros à Disneylândia, como declarou. Foi puro suco de preconceito. Dá para chamar de aporofobia, aversão aos pobres, misturada à misoginia, com pitadas de racismo estrutural. No último trimestre do ano passado, segundo o IBGE, trabalhadores domésticos ganhavam em média R$ 897 por mês, quantia inferior ao salário mínimo de 2019 (R$ 998) e claramente incompatível com as visitas aos EUA que o czar da Economia associou ao dólar barato anterior à ...

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    Ex-prostituta e doutora em Letras na Unicamp, Amara Moira foi uma das atrações da última Bienal do Livro do Rio, em 2019 Foto: Léo Martins / Agência O GLOBO

    Autores trans derrubam estereótipos e mostram outra realidade para além do preconceito

    Entenda o que é a literatura trans e por que ela ganha força nas livrarias e universidades Por Bolívar Torres, do O Globo Ex-prostituta e doutora em Letras na Unicamp, Amara Moira foi uma das atrações da última Bienal do Livro do Rio, em 2019 Foto: Léo Martins / Agência O GLOBO Quase 40 anos separam a publicação de “Eu Ruddy”, da poeta Ruddy Pinho, considerado por muitos o primeiro livro de autoria trans publicado no país, de “Cartas pra Pepita”, da youtuber e escritora Mulher Pepita, lançado no fim de 2019. Nesse meio tempo, muita coisa mudou na produção da literatura trans — ou seja, qualquer obra escrita por uma pessoa que se identifica com um gênero diferente do que lhe foi atribuído quando nasceu. O que costumava ser uma raridade no mercado tornou-se uma faceta editorial. Nos últimos dez anos, a produção explodiu: foram ...

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    Washington Dias afirma que maioria dos gays negros luta por sobrevivência Foto: Henrique Gomes Bastista / O Globo

    Ativistas afro-LGBTI alertam para preconceito duplo e cobram políticas públicas específicas

    'Enquanto os gays brancos lutam por matrimônio e igualdade, a realidade para a imensa maioria dos negros gays é lutar pelo sobrevivência', diz diretor da rede Afro LGBT Por Henrique Gomes Batista, do O Globo Washington Dias afirma que maioria dos gays negros luta por sobrevivência (Foto: Henrique Gomes Bastista/O Globo) “Já não basta ser negra? Ser também sapatona é fogo”. A frase, segundo Bárbara Alves, diretora do coletivo Lesbi Bahia e integrante do Fórum Baiano LGBT, é mais comum que se imagina. E traduz um preconceito dentro de um outro movimento social. Questões como estas mostram a necessidade de criar políticas públicas que tratem destas duas dimensões desta população: ser negro e LGBTI. — Há questões diferentes. Enquanto os gays brancos lutam por matrimônio e igualdade, a realidade para a imensa maioria dos negros gays é lutar pelo sobrevivência — afirmou Washington Dias, diretor da ...

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    Com PretaLab, ela une humanas e exatas e rompe preconceitos na tecnologia

    "Não sei. Sou de humanas." Como jornalista, Silvana Bahia já havia se apoiado algumas vezes nessa afirmação que já é basicamente um bordão na internet. Mas tudo mudou quando ela decidiu fazer algo que pode ser considerado bem coisa do "pessoal de humanas": ouviu sua própria intuição. Por Karol Gomes, Da Universa Silvana Bahia, da PretaLab (Imagem: Inês Bonduki - 4.nov.2015/Folhapress) "Profissionalmente, eu estava sendo impactada pelas mudanças das tecnologias. A gente tinha jornal, revista, esses formatos mais offline e, de repente, tudo migrou para internet. Eu já tinha interesse em aprender o que tinha para além da tela do computador e essa mudança de cenário foi o incentivo que eu precisava", lembra. Ela, então, se inscreveu para uma oficina chamada "Rodada Hacker", que ensinava programação com metodologia desenhada para mulheres. Ali, mesmo sem saber, ela já caminhava para a criação da PretaLab, projeto que fomenta ...

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    Geledés

    Pai acusa loja Daiso de preconceito racial contra menina negra de 12 anos

    A família da menina P., de 12 anos, acusa a loja Daiso Japan no shopping Grand Plaza, em Santo André (SP), de calúnia e constrangimento ilegal por abordagem realizada contra a menor no último sábado (14). Em entrevista ao UOL, o pai da jovem, Luiz Fernando Baltazar, contou que o boletim de ocorrência foi registrado hoje. O documento cita "preconceito racial, já que ela era a menina com a cor de pele mais escura entre elas, e foi a única a acusada injustamente" por furto. Por Talita Marchao, do UOL Geledés Segundo Luiz Fernando, a família pediu que o crime de racismo estivesse no boletim de ocorrência, mas o delegado responsável pelo caso, Gilmar Camargo Bessa, orientou para que o crime não fosse incluído, alegando que a questão racial seria apurada durante a as investigações. O delegado foi procurado pelo UOL, mas não quis comentar o ...

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    Terreiro em Cidade Tiradentes - Cleyton Tomaz Silva/Acervo Pessoal

    Membros de religiões afro na zona leste de SP buscam driblar preconceito por tradição

    Adeptos relatam intolerância e fazem projetos para aumentar consciência sobre a crença nos extremos da cidade Por Giacomo Vicenzo, da Folha de S.Paulo    Terreiro em Cidade Tiradentes - Cleyton Tomaz Silva/Acervo Pessoal Seria mais um dia comum para o empreendedor Ney Santos, 37, morador de Vila Curuçá, na zona leste de São Paulo. Ele buscaria o filho na escola e depois voltariam para casa. No entanto, as vestes que usava na ocasião, características de sua religião, foram motivo para que os colegas do garoto o olhassem de forma diferente nos dias seguintes. “Tenho um filho de sete anos. Na escola, ele sofria preconceito, pois eu já fui buscá-lo com roupa de santo e por conta disso sofreu bullying”, afirma Ney, que depois do ocorrido evitou os trajes para ir encontrar o filho. Há 12 anos, Santos se tornou Babalorixá, nome dado aos sacerdotes do Candomblé, ...

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    ROBERT A TOBIANSKY VIA GETTY IMAGES

    O recado da diretora global de diversidade do Facebook para quem lida com preconceitos no mercado de trabalho

    Maxine Williams é uma das poucas mulheres negras da empresa e almeja dobrar proporção de minorias nos próximos cinco anos. Por Ana Beatriz Rosa, do Huffpost Brasil Maxine Williams (ROBERT A TOBIANSKY VIA GETTY IMAGES) É fácil reconhecer Maxine Williams em qualquer escritório do Facebook por onde ela passa. Não é somente por ela ser uma das poucas mulheres negras a ocupar uma cadeira, mas por ela ser reconhecida por suas ambições. Responsável pela estratégia global de diversidade da gigante de tecnologia, Williams anunciou uma força tarefa para dobrar o número de mulheres na empresa nos próximos cinco anos. Nos escritórios dos Estados Unidos, ela também quer dobrar o número total de funcionários negros e hispânicos. Isso porque, como a maioria das empresas do Vale do Silício, as decisões no Facebook são tomadas em sua maioria por homens americanos brancos ou asiáticos. No entanto, dados sobre ...

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    Getty Images/Reprodução

    Príncipe Harry diz que ‘preconceito inconsciente’ alimenta racismo

    O viés inconsciente pode levar a um comportamento racista mesmo em pessoas que não se consideram racistas. Essa é a opinião do príncipe Harry em uma reportagem que será publicada na revista Vogue britânica. Da BBC Príncipe Harry  (Getty Images/Reprodução) O Duque de Sussex afirmou que esse viés é algo que "muitas pessoas não entendem" e que o preconceito é algo "aprendido com gerações mais velhas, ou através da publicidade, do ambiente em que você vive." "A não ser que percebamos que somos parte deste ciclo, teremos que lutar contra isso para sempre", afirmou. O membro da família real britânica fez os comentários durante uma entrevista com a conservacionista Jane Goodall, que será publicada na edição de setembro da revista Vogue - o volume tem como editora convidada Meghan Markle, mulher de Harry. O assunto do preconceito inconsciente surgiu durante uma conversa sobre crianças – e ...

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    Exposição de pinturas retrata preconceito, diversidade e igualdade racial em Piracicaba

    Visitação fica aberta até o fim de julho, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Entrada é gratuita. Por G1 Piracicaba e Região Exposição Zumbi reúne 15 peças em Piracicaba — Foto: Comunicação/Águas do Mirante A exposição "Zumbi" está com visitação aberta no átrio da Prefeitura de Piracicaba (SP). O público pode acompanhar uma seleção de 15 obras que abordam preconceito, diversidade e igualdade racial. A mostra vai até 31 de julho e a entrada é gratuita. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Segundo a organização, o objetivo é promover o incentivo e exercício da arte e a reflexão sobre a importância do povo e da cultura africana no Brasil. Os trabalhos foram desenvolvidos pelos colaboradores da Aegea, que administra a concessionária dos serviços de esgoto em Piracicaba, e por integrantes da Casa do Hip Hop, do Núcleo ...

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    Preconceito com menstruação ameaça trabalho e saúde de mulheres na Índia

    Medicamentos perigosos e cirurgia para remoção do útero estão entre os riscos a que indianas são expostas DA Revista Gelileu  MULHERES NA ÍNDIA AINDA SOFREM COM TABUS LIGADOS À MENSTRUAÇÃO. (FOTO: SYLVESTER DSOUZA/UNSPLASH) O filme Absorvendo o Tabu, que ganhou o Oscar de Melhor Documentário Curta-Metragem neste ano, mostrou como mulheres indianas lutam para superar preconceitos ligados à menstruação. Por lá, são muitas as mulheres - jovens e adultas - que sequer têm acesso a absorventes. Várias deixam de estudar e trabalhar por causa de um simples processo biológico de seus corpos. Uma reportagem da BBC publicada nesta segunda-feira (8) traz mais detalhes dessa dura realidade. Segundo o jornal britânico, em um estado do oeste da Índia, centenas de mulheres estão passando por cirurgia para retirar o útero. O motivo? Conseguir trabalho na colheita de cana-de-açúcar. A região é uma espécie de “cinturão da cana” no país, e todo ...

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    Pedro Ferreira

    “A maior expressão de preconceito racial consiste na negação deste preconceito”

    Pensar, ponderar, analisar e acima de tudo, realizar estudos sobre os fenómenos do racismo, da xenofobia e da discriminação étnico-racial em Portugal, constitui uma necessidade imperiosa de uma sociedade que cresceu e se diversificou no plano étnico, no plano racial, no plano cultural. Felicito, por isso, a 1ª Comissão e, em particular a subcomissão para a igualdade e não discriminação por esta feliz e tão oportuna iniciativa. Por Francisca Van Dunem, do Público Francisca Van Dunem (Foto: Pedro Ferreira) Sem informação obtida através de estudos, inquéritos e análises aprofundadas e sérias sobre estas temáticas nunca chegaremos a conhecê-las na sua dimensão integral, sendo incontornável que estes fenómenos existem e atravessam, transversalmente todos os estratos da sociedade. O relatório agora apresentado evidencia claramente essa necessidade de obtenção de informação estruturada, detalhada e atualizada. É redutor e pode ser indutor de erros que cada um de nós fundeie ...

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    Djamila Ribeiro participa da 19ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto (SP) — Foto: João Thiago/Divulgação

    Djamila Ribeiro critica combate seletivo ao preconceito

    Na Feira do Livro de Ribeirão Preto, escritora defendeu a luta contra a opressão, seja ela qual for. 'Não dá para ser feminista e não entender que existe LGBTfobia no Brasil', afirma. Por Pedro Martins*, G1  Djamila Ribeiro participa da 19ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto (SP) — Foto: João Thiago/Divulgação Considerada uma das principais vozes do feminismo negro no Brasil, a filósofa e escritora Djamila Ribeiro nega que o movimento seja uma "vertente" ou "escalonamento" do racismo, destacando que a luta contra a opressão não pode ser seletiva. Polêmica e de opinião conceitual, embasada na literatura, em estudos acadêmicos e na própria experiência, Djamila diz que é preciso combater o preconceito não só de gênero, mas de classe social, raça e orientação sexual. “Não dá para lutar contra uma opressão e reforçar outra. Lutar contra o machismo e reforçar o racismo é alimentar ...

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    Preconceitos e notícias falsas marcam origens do antissemitismo na Alemanha já no século 19

    Estudo mostra situação dos judeus no país e como eles lutaram contra o antissemitismo já predominante naquele período Por Antonio Carlos Quinto e Beatriz Abdalla, Do Jornal da USP Cidadãos lendo o jornal antissemita Der Stürmer na cidade de Worms, Alemanha em 1935. Foto: Wikipedia/CC-BY-SA 3.0 A ruptura familiar causada pela imigração de judeus fugitivos do nazismo, no século 20, atingiu a família da historiadora Miriam Bettina Paulina Bergel Oelsner. Nos anos iniciais do regime nazista seus pais abandonaram a Alemanha e chegaram ao Brasil em 1935, anos antes da eliminação em massa de judeus. “Não conheci meus avós e o restante da família se dispersou!”, conta a historiadora, que teve a avó materna e demais familiares mortos nas câmaras de gás em Auschwitz, em 1942. A situação vivida por Miriam, que é filha única, foi uma das principais motivações para ela empreender um estudo na Faculdade de ...

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    Após preconceito na infância, coreógrafa cria projeto para empoderar mulheres com a dança

    Gabb Carbo Verde desembarcou de navio em Recife fugindo da violência na Angola quando tinha dois anos de idade. A família seguiu para Salvador, mas se fixou no Rio pouco tempo depois. Foi na cidade maravilhosa, enquanto crescia, que a coreógrafa teve as primeiras experiências com o preconceito. Por Thiago Baltazar, Do Marie Claire Gabb Carbo Verde (Foto: Caio Porto) “Minha habilidade em dança na infância costumava render convites para ensaiar e criar coreografias para apresentações do colégio, mas minha professora nunca permitia minha presença no palco. Até que, com 8 anos, fui escondida em um evento numa tentativa de conseguir uma chance. Fui impedida pela professora, que disparou: ‘De que adianta dançar como uma bailaria mas não ter o corpo de uma?’”, lembra a coreógrafa para Marie Claire. Na época, Gabb não entendeu bem que havia sido vítima de gordofobia, nem contou para a mãe ...

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