segunda-feira, julho 6, 2020

    Resultados da pesquisa por 'privilégios'

    A cientista política e feminista Françoise Verges - Anthony Francin/Divulgação

    Feminismo ocidental nunca questionou privilégios de brancas, diz ativista

    De acordo com Françoise Vergès, a pandemia, embora agrave as desigualdades, não mudará o modo como mulheres brancas se aproveitam da exploração do trabalho doméstico de mulheres que pertencem a minorias. A cientista política, historiadora, ativista e especialista em estudos pós-coloniais francesa lança agora no Brasil seu mais recente livro, “Um Feminismo Decolonial”, no qual aborda movimentos feministas antirracistas, anticapitalistas e anti-imperialistas, em contraste ao feminismo branco europeu, chamado de civilizatório, que se quer universal e acredita poder salvar as mulheres de outros tons de pele do obscurantismo. O termo decolonial, principal conceito do livro, faz referência ao esforço de tornar pensamentos e ações livres do legado das diversas colonizações, e se diferencia, na tradução ao português, de descolonial, que se refere aos processos históricos de desligamento das metrópoles e ex-colônias. Vergès, de uma família de militantes comunistas de origens francesa e vietnamita, cresceu na ilha da Reunião, departamento francês ...

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    Adobe

    Os brancos não largam os privilégios

    Os negros de todos os lugares já estão fartos da hipocrisia praticada pelos brancos. − Malcolm X Por Ricardo Corrêa,  enviado para o Portal Geledés Não acredito em benevolência das pessoas brancas quando o assunto é racismo. Ninguém que tenha nascido num sistema que lhe oferece inúmeras vantagens quererá perder essa herança. E mesmo sabendo que existem pessoas buscando contribuir na luta antirracista, observamos atitudes que estão internalizadas e naturalizadas. Estas atitudes são resultados da subjetividade e alimentam as estruturas que dão sustentação ao racismo. Esse espaço íntimo das pessoas tem caráter complexo, dado que ao longo de cada vivência é contaminado por informações apresentadas por inúmeras fontes e configuram diferentes subjetividades na formação humana. Nesse sentido, as pessoas brancas por não estarem sujeitas à opressão racial desenvolvem uma visão de mundo totalmente distinta das pessoas negras. Adobe A imprensa televisiva é uma fonte de informação que ...

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    Instagram/@jessicasenra/Reprodução

    ‘Se diz que é mimimi, ou é ignorante ou quer manter privilégios’: Jornalista da Globo faz em discurso ao vivo contra o racismo

    A jornalista Jéssica Senra, da afiliada da Globo na Bahia, tem ficado conhecida pelo seu estilo único de apresentação. Na quarta-feira, 20 de novembro, a apresentadora impressionou, mais uma vez, com seu discurso para o Dia da Consciência Negra. “Quando um branco diz que falar de racismo é ‘mimimi’, é vitimismo, é porque esse branco ou é ignorante, no sentido de ignorar o que se passa debaixo de seu nariz, ou porque quer manter seus privilégios”, afirmou. Por  Guilherme Gurgel, do Bhaz Instagram/@jessicasenra/Reprodução À frente do Bom dia Bahia, a jornalista falou de privilégio branco, da importância do protagonismo negro e dos impactos do racismo nas desigualdades sociais. Mas deixou claro qual era seu papel dentro da luta contra o racismo. “Como branca, meu papel é ouvir e respeitar. Assim, eu me coloco a disposição para lutar junto, mas sabendo que o protagonismo é dos negros”, ...

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    Marcha de Mulheres em La Plata

    Não é feminista nem anti-capitalista e anti-patriarcal se é racista, xenofóbica, transfóbica e não questiona seus privilégios

    O evento Encontro Latino Americano de Feminismos foi marcado por inúmeros episódios racistas, xenofóbicos e transfóbicos *Por Denise Braz do Revista Amazonas para o Portal Geledés Foto: Arquivo da Comissão Organizadora do Dia 8 de Novembro Foi realizada de 7 a 10 de dezembro de 2018 em La Plata, Argentina, a 4ª edição do Encontro Latino Americano de Feminismos (ELLA). O evento contou com a participação de muitas mulheres do meio político, artistas e ativistas de várias partes de América Latina e Caribe. Foram, aproximadamente, mais de 21 países participantes e mais de 150 atividades. O encontro teve tudo para fechar o ano com “chave de ouro”, depois de tantas conquistas do feminismo argentino. As companheiras de outros países estavam ansiosas para saber mais sobre a luta a favor da descriminalização do aborto, que em breve esperamos que seja lei, e compartir suas vivências. Porém, o evento ...

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    Imagem- Napy

    Sobre colorismo, privilégios e identidade racial

    Durante a maior parte da minha vida eu me senti confortável com a denominação de “morena”. Filha de mãe branca e pai negro, me definir como uma mistura que transita no espectro racial sempre me pareceu a opção mais viável. E mais do que isso, a mais apaziguadora, por assim dizer. Negra, eu? Jamais. Até sardas no rosto eu tenho, ué. Boca fina, corpo nada curvilíneo. Morena parecia ser o termo certo pra mim. por Letícia Castor Moura de Sousa para o Portal Geledés Imagem- PASHA GRAY - Napy Até fazia mais sentido, se parássemos para pensar. Tive privilégios socioeconômicos desde sempre, estudei em ótimas escolas particulares e tive acesso a espaços cujo tratamento raramente seria direcionado a uma pessoa negra. Pelo menos negra de verdade, sabe?Pele escura, nariz largo, gengiva protuberante, os traços estereotipados a imagem que temos no imaginário social. Mas, não posso negar que, ...

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    Para Ives Gandra: sobre direitos e privilégios

    São Paulo, 20 de novembro de 2017. Prezado Ives Gandra, Márcia Lima  para o Portal Geledés   Hoje, 20 de novembro, feriado nacional,  resolvi dedicar parte do meu dia  para responder às suas perguntas tão sinceras: “Não sou nem negro, nem homossexual, nem índio, nem assaltante, nem guerrilheiro, nem invasor de terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais?” “E são tantas as discriminações, que chegou a hora de se perguntar: de que vale o inciso IV, do art. 3º, da Lei Suprema?” Podemos começar pelo feriado de hoje que acredito ser mais um incômodo na sua lista. Hoje o Brasil celebra o Dia da Consciência Negra, uma data que para muitos é um absurdo. Afinal, mais um feriado. Celebramos Tiradentes, Independência, Proclamação da República porque não celebrar e reconhecer a luta contra escravidão, um massacre histórico contra uma população? Saiba que como um homem branco heterossexual, o senhor ...

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    As cotas raciais e a percepção dos privilégios

    Filha de empregada doméstica, comecei a trabalhar aos 15. Porém, sou branca: a cor da pele abriu-me portas. Começo a percebê-lo ao cavar camadas da memória, graças à inquietação de meus alunos negros Por Berenice Bento, do Outras Palavras  Entro em sala de aula. Olho para os lados. Somos cerca de 40 pessoas para mais um dia de aula, entre eles, pelo menos 30% de estudantes negros/as. Há também a presença de estudantes gays e lésbicas, que exibem, orgulhosos/as, símbolos e camisetas que os/as identificam com causas dos ativismos LGBTTs. A universidade mudou. Os efeitos ainda não estão elaborados porque são rizomáticos. Talvez a forma como penso a relação entre a minha biografia e a cor da minha pele seja um destes efeitos invisíveis. A primeira vez em que escutei que a cor da minha pele me conferia privilégios, reagi com estranheza. Ora, como é possível que uma filha de empregada ...

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    16 documentários para entender seus privilégios

    Produções a um clique do Netflix ou do Youtube, fácil para você que faz parte dos 58% de brasileiros com internet (imagina se não fizesse, né?) Por JULIANA GONÇALVES, da Trip  Quanto mais privilégio alguém tem, menos consegue enxergar o quanto privilegiado é. Entender-se privilegiado é o primeiro passo para conseguir ver além do próprio umbigo. Sugerimos alguns documentários para te tirar da zona de conforto. Se você nunca viveu algumas dessas situações das produções abaixo, provavelmente, não foi apenas por sorte ou porque se comportou ou é naturalmente merecedor: é o sistema de privilégios agindo. The Eye of the Storm - Olhos Azuis, de Jane Elliott (1968) Ganhador do Emmy, o documentário registra o experimento desenvolvido pela professora e socióloga estadunidense Jane Elliott.  Polêmico, durante duas horas pessoas que têm olhos azuis são separadas dos demais e bombardeadas por um tratamento discriminatório e ofensivo normalmente reservado para mulheres, pessoas negras, homossexuais, pessoas ...

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    “A elite intelectual teve de dividir seus privilégios”

    Unicamp adota cotas étnicos-raciais e abre caminho para a queda da resistência paulista ao sistema. “Foi um momento ímpar, mas veio com atraso”, diz professora Por Monique Oliveira Do Brasileiros Foram seis horas de debate no órgão deliberativo máximo da Unicamp, o Consu (Conselho Universitário), e mais de uma década de luta de movimentos sociais. Em decisão histórica nesta terça-feira (30), a Universidade Estadual de Campinas aprovou o sistema de cotas étnico-raciais na graduação e deu um passo importante para ser o ensino superior paulista um reflexo da composição demográfica brasileira. Prevista para o vestibular de 2019, a proposta estabelece a reserva de vagas para negros, pardos e indígenas em todos os cursos e turnos em modelo ainda a ser definido pela universidade. A aprovação foi comemorada – mas ficam as marcas de uma disputa complexa, permeada por resistências. Enquanto a primeira universidade a adotar o sistema, a UERJ (Universidade Estadual do Rio de ...

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    Sobre ser uma Negra com privilégios por Stephanie Ribeiro

    "Na periferia, sei que sou negra como eles, mas não tive as mesmas vivências. Quando estou em ambientes brancos de classe média me sinto um nada, pois sou negra" por Stephanie Ribeiro no Revista Trip Em 2015, o Tulio, meu parceiro, escreveu o artigo "Você é racista – só não sabe disso ainda"com um ponto que causou muito desconforto nas minhas redes sociais quando compartilhei. Ele dizia exatamente isso: "Ter privilégios significa usufruir de oportunidades e escolhas sem ter que pensar sobre isso, como ligar a torneira de casa para ter água. Decisões que parecem banais, mas não são, por causa da existência de um conjunto de indivíduos da mesma sociedade que não têm as mesmas oportunidades". A palavra privilégio incomoda. É perceptível, quando alguém se vê diante dos seus privilégios, que a pessoa tende a ficar na defensiva. Contudo, a palavra não incomoda mais do que o fato de ...

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    “Estereótipo” Rapper Rashid disseca 517 anos de história e privilégios em novo clipe

    Canção contundente sobre racismo e igualdade racial estará no próximo álbum do cantor no R7 A história dos negros no Brasil não se resume ao longo período de escravidão e, muito menos, à abolição, em 1888, tema central das comemorações do 13 de maio. Atento à falta de profundidade, comprometimento e efetividade nos debates sobre igualdade racial e racismo o rapper Rashid compôs a música "Estereótipo", que aborda a estrutura, a sistemática e a operacionalização do preconceito, principalmente contra jovens negros. Há tempos que o rap brasileiro não via uma música tão rica e bem escrita sobre o tema, o beat é do Skeeter. A canção, segundo as dicas espalhadas pelo time do Rashid nas redes sociais, deve ser incluída no próximo álbum do rapper, que, por enquanto, é chamado de "Projeto em Construção". O videoclipe foi dirigido por Felipe Barros, também responsável pela edição das imagens captadas pelo Moysah. Na ...

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    Por que o poliamor e as relações livres podem ser privilégios para os homens?

    Você já ouviu falar de poliamor e/ou relações livres? Se não, explico: de maneira geral, as relações livres (RLi) consistem em relacionamentos abertos, não-monogâmicos e não-hierarquizados, nos quais as pessoas envolvidas estão livres para estabelecer outros relacionamentos afetivo-sexuais, a partir, é claro, do consenso de todas as partes envolvidas Por Gabriella Beira Do Revista Capitolina Pessoalmente, nutro verdadeira admiração por toda a teoria por trás das relações livres, afinal, elas estão baseadas no amor sem posse, no que eu acredito muito. No entanto, é preciso desenvolver algumas críticas sobre a prática concreta das relações livres, em especial as heterossexuais, sobretudo em um mundo ainda muito machista. Não me surpreende que ainda sobrem resquícios de relações assimétricas entre os gêneros mesmo no prometido paraíso das RLis. Paraíso para quem? Em um mundo onde as mulheres são ensinadas a serem completamente inseguras em relação a tudo – aparência, capacidades, inteligência, sentimentos, etc. -, onde ...

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    A festa dos meus privilégios

    Quem são as pessoas de quem a gente se esqueceu? Por Alex Castro enviado Para o Portal Geledes Era um happening cult, de gente bonita e descolada, na cobertura de um amigo, em frente ao parque da cidade. Cheguei, não vi ninguém conhecido e fui para a varanda, apreciar um pouco a vista, quando um moço negro veio falar comigo: — Beleza, Paulo, tudo bem? — Hã... Desculpa, a gente se conhece? — Uma vez. Você não vai lembrar. Na sala de espera da Acme, junho de 2003. Lembrou? — Acho que não... — Era uma entrevista para gerente de atendimento, não lembra mesmo? Você chegou logo que eu estava saindo, a gente fez um gesto assim com a cabeça um pro outro, bom dia, bom dia, pá, pá. — Faz tanto tempo... Desculpa. Realmente não lembro. — Não precisa pedir desculpas, imagina!, que besteira. Aliás, soube que você levou a ...

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    25 Privilégios de que Brancos usufruem simplesmente por serem Brancos

    Reconhecer os próprios privilégios é o primeiro passo para entender sistemas de opressão e lutar contra eles. por Lara Vascouto no Nó de Oito Das muitas coisas que me reviram o estômago de desgosto e frustração todos os dias, ter homens constantemente questionando e ridicularizando as minhas experiências como mulher em um mundo machista está bem próximo do topo da lista. Hum, me fala mais sobre como você, homem que nunca precisou se preocupar com a possibilidade de assédio e estupro ao sair na rua, não acredita que o problema de violência sexual contra mulheres é tão grave assim. “Vitimista” costuma ser o xingamento preferido desses homens, que sem conhecimento de causa classificam os obstáculos e violências de que somos vítimas como invenções ou exageros. É uma forma de tentar nos calar, mas também de se proteger. Afinal, ao ridicularizar o papel da vítima, eles se veem livres da responsabilidade de assumir ...

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    “‘Que Horas Ela Volta?’ silencia sobre racismo e os privilégios da branquitude”

    À convite do “Metrópoles”, a doutoranda da Universidade de Brasília, Marjorie Nogueira Chaves, escreveu considerações sobre um dos principais filmes brasileiros de 2015 Por Maíra de Deus Brito Do Metrópoles   “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert, foi o filme brasileiro com uma das bilheterias mais expressivas de 2015. O sucesso e a importância do longa-metragem são inegáveis, porém, artistas e acadêmicos, entre outras classes, sentiram a ausência do recorte racial na obra. No último dia do Mês da Consciência Negra, o Metrópoles convida a doutoranda em Política Social pela Universidade de Brasília e Mestra em História pela mesma instituição, Marjorie Nogueira Chaves, para algumas considerações sobre o filme. Longe de ser uma análise fílmica com base em teorias do cinema, a ideia desse texto é chamar a atenção para uma discussão pretensamente ausente no filme “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert: as relações raciais que permeiam o trabalho doméstico no Brasil. ...

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    Comediante se passa por bêbada e vende drogas a polícia para provar que brancos têm privilégios

    Jessie Kahnweiler cometeu uma série de infrações para tentar ser presa, mas não conseguiu Do O GLOBO Uma comediante americana fingiu estar bêbada e vendeu drogas para policiais com o objetivo de provar que os brancos têm privilégios em relação à aplicação das leis. Jessie Kahnweiler divulgou um vídeo na internet que mostra suas tentativas de ser presa pela polícia de Los Angeles. Ela tentou chamar atenção para o suposto privilégio dos brancos em um contexto no qual a polícia americana é acusada de preconceito contra negros, como no caso da cidade de Ferguson, no Missouri, onde um policial foi absolvido após matar um jovem negro, ano passado. Durante o vídeo, a comediante se finge de bêbada, anda nua pela cidade, nada em um chafariz— onde há uma placa de proibido — e até oferece remédios antidepressivos a um policial que, mesmo alertando a jovem de que a prática é ilegal, ...

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    Fórum Social Mundial: Democratização da comunicação e fim do racismo demandam ataque a privilégios

    Com participação de parlamentar do Syriza, Fórum Social Mundial destaca que igualdade demanda rupturas em setores poderosos da sociedade Escrito por: Luiz Carvalho, da Tunísia, do CUT  A Casa Brasil, espaço que a CUT e parceiros dos movimentos mantêm no Fórum Social Mundial em Tunis, na Tunísia, recebeu dois encontros que trataram de inclusão: pela manhã, um debate do 4º Fórum Mundial de Mídias Livres e, à tarde, uma mesa sobre combate ao racismo. Na primeira etapa, Stelios Kologlou, jornalista e membro do parlamento europeu pelo Syriza, partidorvencedor das últimas eleições presidenciais na Grécia, falou da relação entre os meios de comunicação locais e o poder. O cenário remete a muitos países sul americanos, inclusive o Brasil. Lá como aqui, as oligarquias de controle da mídia, com apoio e participação de políticos corruptos da direita, atuaram para acabar com rádios e TV públicas. O processo resultou na demissão de 2.500 ...

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    Para Chico César, preconceito vem de quem perdeu privilégios

    Bruno Garcez Manifestações de preconceito como as expressas em redes sociais após a apuração de votos no primeiro turno das eleições, que deram uma ampla vantagem à candidata do PT Dilma Rousseff nas regiões Norte e Nordeste, vêm de "gente assustada por ter de dividir o elevador social com quem antes ia pelo elevador de serviço". A opinião é do cantor e compositor paraibano Chico César, um dos entrevistados pelo #salasocial - o projeto da BBC Brasil que traz à tona temas de repercussão nas redes sociais. "Claro que há esse tipo de visão ainda, mas ela depõe mais contra quem a expressa do que contra os nordestinos ou nortistas. Trata-se de gente que perdeu privilégios ou que se sente insegura nem por ter perdido, mas por perceber que o outro que se encontrava abaixo dele na possibilidade de acesso aos bens e serviços agora não está mais. Encontra-se mais ...

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    Ser branco é uma fonte inesgotável de privilégios sociais

    por Ricardo Rego no Jornal Sol O Brasil discute por estes dias o racismo. Os três principais candidatos às Presidenciais de 5 de Outubro têm propostas para combater a discriminação racial no país, onde mais de 50% da população é de descendência afro-brasileira. Na última semana, o tema ganhou ainda maior relevância. Um relatório da ONU sobre a discriminação racial indica que o racismo no Brasil é “estrutural e institucionalizado” e “permeia todas as áreas da vida”. O estudo surge semanas depois do guarda-redes do Grémio, Aranha, ser chamado de “macaco” pelos adeptos do Santos, equipa de São Paulo, no final de um encontro entre as duas equipas, e de Pelé relativizar a polémica, admitindo que também ele já foi insultado da mesma forma, o que incendiou ainda mais a opinião pública já indignada. Em entrevista ao SOL, Adilson José Moreira, professor de Direito na Fundação Getúlio Vargas, com doutoramento sobre ...

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    “O racismo produz privilégios”, diz Jurema Werneck em entrevista ao Correio

    A fundadora da ONG Criola estará na capital para participar da conferência Legados dos ialodês: samba e resistência feminina Por:Adriana Izel Fundadora da ONG Criola, Jurema Werneck é do tempo em que as universidades públicas ainda não adotavam o sistema de cotas para negros. Ela fez toda a trajetória acadêmica em escola pública e, ao contrário das estatísticas, graduou-se em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e virou doutora em Comunicação. Sexta (25/7), às 14h30, a estudiosa — nascida e criada na favela Morro dos Cabritos, em Copacabana (RJ) — estará na capital para participar da conferência Legados dos ialodês: samba e resistência feminina. “Vou propor que as pessoas pensem sobre esse tema. Porque nós sabemos que as mulheres negras no Brasil são bastante vitimadas pela violência que o racismo, a exclusão e a desvalorização significam. Pelo samba, elas fizeram uma importante ação política de afirmação da ...

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