sexta-feira, abril 16, 2021

Resultados da pesquisa por 'questões raciais'

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Duas ou três questões sobre mulheres negras, relações não monogâmicas e questões raciais

Começo esses escritos sobre afetividades das mulheres negras, relações não monogâmicas e questões raciais olhando para minhas próprias memórias, no dia cinquenta e três da quarenta em virtude da pandemia de covid-19. Estou a dois anos num relacionamento heterossexual, aberto e inter-racial. Eu brinco que nós somos iguais, só que ao contrário. Ele, homem branco, olhos verdes, classe média, casa própria, pais universitários. Eu, mulher negra, pele escura, pais com ensino fundamental, vivendo de aluguel. Ele, gosta das imagens, da tecnologia, da comunicação, diz que “chama todo mundo que conhece de amigo"... eu, da escrita, dos livros, da música ouvida em silêncio, conto meus amigos nos dedos. Ele, se diz uma porta, mas tem um coração que cabe até quem não conhece. Eu, que sinto tudo muito, alterno minha empolgação infantil com a com momentos de severa rabugice. Cultivamos juntos o gosto pela terra, pela cultura, pela estrada, por fazer ...

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Richard Shotwell:Inivsion:AP

Barry Jenkins, diretor de ‘Moonlight’ lança 3º filme seguido sobre questões raciais

'If Beale Street Could Talk' é uma adaptação do romance homônimo de Baldwin sobre um casal que enfrenta o racismo no Harlem (NY), no início dos anos 1970 no Notícia ao Minuto Richard Shotwell:Inivsion:AP Beale Street é o nome da rua de Nova Orleans em que nasceu o jazz e em que nasceu o pai do escritor James Baldwin, a voz literária do movimento pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Na obra do autor, a via ganha status de epítome da identidade afro-americana. "Há uma Beale Street em cada cidade da América", disse o cineasta Barry Jenkins, vencedor do Oscar por "Moonlight", antes de apresentar seu novo longa em Toronto, aplaudidíssimo por uma plateia em grande parte negra que lotou o teatro Princess of Wales. "If Beale Street Could Talk" (se a rua Beale pudesse falar) é uma adaptação do romance homônimo de Baldwin ...

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Jovens juiz-foranos combatem preconceito e discutem questões raciais na internet

Assuntos como sobrepeso e desigualdade social são abordados em perfis e vídeos. Do G1 Diley Almeida criou o "Project 365" para falar sobre sobrepeso na internet (Foto: Reprodução/TV Integração) Três mineiros de Juiz de Fora estão usando as redes sociais para combater o ódio e discutir sobre formas de reagir ao preconceito e ao bullyng. Um deles é o produtor de moda, Diley Almeida. Incomodado com a reação das pessoas ao seu sobrepeso, ele decidiu criar uma plataforma para falar abertamente sobre o tema. O Project 365 pretende compartilhar o dia a dia e deixa claro que não quer incentivar o emagrecimento e sim o amor próprio. Projeto criado para proporcionar apoio e interação as pessoas obesas. A ideia de criar o perfil surgiu após um episódio em um ônibus do transporte público. "O trocador perguntou se eu queria sentar na frente, e eu entendi que ele ficou ...

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Zumbi assombra quem?’: escritor Allan da Rosa lança infantojuvenil sobre questões raciais, ancestrais e de classes pela perspectiva de uma criança

Com lançamento em 3 de outubro, livro mostra as contradições e aprendizados de um menino que tem inúmeras perguntas sobre a história de seu povo Por Semayat S. Oliveira para o Portal Geledés  Divulgação/ Zumbi assombra quem? No dia 3 de outubro, terça-feira, às 19h, o escritor e historiador Allan da Rosa lança, na Ação Educativa, região central da cidade São Paulo, a segunda obra infantojuvenil e nono livro de sua carreira. Publicada pela Editora Nós, ‘Zumbi assombra quem?’ traz estalos, dúvidas e descobertas de Candê, um menino curioso sobre a africanidade que leva em seus poros, cabelos e passos. Unindo questões raciais e de classes, mergulhando em ancestralidade e infância, o título chega ao público nas vésperas do Dia das Crianças e próximo ao mês da Consciência Negra. Zumbi é um tipo de monstro fedorento caindo aos pedaços ou um guerreiro pensante que mora nos vãos da terra? A pergunta que martela a cabeça ...

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No Brasil, o ditado, “a grama do vizinho é mais verde”, para questões raciais, pode ser entendido como “os racistas são os outros”

No Brasil, o ditado, "a grama do vizinho é mais verde", para questões raciais, pode ser entendida como "os racistas são os outros". Só isso explica a surpresa com a supremacia branca e a psicodelia argumentativa por parte de pessoas de esquerda querendo dizer que o que aconteceu na Virgínia/EUA é resposta aos "violentos movimentos identitários". Diria que isso é uma abominação cognitiva, pra não falar burrice e mau caratismo. Foto: Christian Parente por Djamila Ribeiro no Facebook Vamos por partes. O Brasil também é um país supremacista branco no que diz respeito a poder. Existe uma supremacia branca no judiciário, nos altos escalões das empresas, na política institucional, nas universidades públicas, no poderio das mídias, enfim, nos espaços de poder. Ao passo que a população negra é marginalizada, a cada 23 minutos um jovem negro é assassinado e nos últimos 10 anos aumentou em 54,8% o assassinato de mulheres negras, ...

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Economista Elias Sampaio lança livro sobre política, economia e questões raciais

O lançamento do livro do economista Elias Sampaio acontece em 23 de agosto, a partir das 18h, no Palácio da Aclamação  Enviado para o Portal Geledés  O panorama econômico e social no Brasil, durante os últimos três anos, são retratados na obra Política, Economia e Questões Raciais – a conjuntura e os pontos fora da curva, 2014 a 2016, do economista, professor universitário e pesquisador Elias de Oliveira Sampaio. Perpassando pela instabilidade política do período, o autor faz uma análise das conquistas, retrocessos e perspectivas para a construção de um modelo econômico inclusivo e sustentável. O livro será lançado no dia 23 de agosto, a partir das 18h, no Palácio da Aclamação (Campo Grande).   Depois de assinar vários artigos em periódicos nacionais e estrangeiros e ser coautor em diversos trabalhos publicados nos últimos 20 anos, Elias Sampaio, neste seu primeiro livro “solo”, constrói uma narrativa baseada em sua coluna ...

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Feira Black vai abordar questões raciais e reunir moda, música, gastronomia e dança

O sonho de Rayssa Paixão sempre foi de ser modelo. Mas uma coisa a impedia de pisar nas passarelas ou posar para uma lente: o preconceito. Com o tempo, o sonho foi ficando de lado. Há dois anos e meio, começou a trabalhar com penteados africanos, atividade que aprendeu com a irmã mais velha. Ano passado, surgiu o primeiro convite: um desfile no Parque Madureira para uma grife africana. Lá conheceu o coletivo Achantes, organização de mulheres negras que luta pelo empoderamento feminino. No grupo, ela desfila, participa de ensaios fotográficos e eventos: Por Cíntia Cruz Do Extra — Todo mundo falava que eu tinha que emagrecer porque ninguém quer modelo gorda, mas com o Achantes foi diferente. Fui aceita pelo meu visual. O coletivo será uma das atrações da Feira Black, neste domingo, no Espaço João Cândido, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O evento vai reunir 26 ...

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3 dos 5 indicados a Melhor Documentário no Oscar 2017 discutem questões raciais

Conheça 'Eu Não Sou Negro', 'A 13ª Emenda' e 'O.J.: Made in America' por Amauri Terto no HuffPost Brasil Depois da discussão do #OscarSoWhite, em que se criticou fortemente a ausência de atores e diretores negros na premiação de 2016, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas apresenta neste ano avanços que finalmente começam a atender as reivindicações do movimento negro. No Oscar 2017, cuja cerimônia será realizada no próximo domingo (26), pela primeira vez na história da premiação, três mulheres negras estão indicadas em uma única categoria. São elas: Viola Davis, Octavia Spencer e Naomie Harris. Elas disputam a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante e competem com Michelle Williams e Nicole Kidman. Entre os atores, há dois finalistas negros: Denzel Washington e Mahershala Ali. Colando na ponta do lápis, essas indicações significam que a participação de negros subiu de 0% para 30% em relação à edição anterior. Esse número ainda está longe da equidade, mas ...

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(Photo by Richard Corkery/NY Daily News Archive via Getty Images)

Beyoncé é tema de curso sobre feminismo negro e questões raciais em universidade norte-americana

Que tal estudar e curtir a Queen B ao mesmo tempo? A Universidade do Texas, nos Estados Unidos, criou um curso chamado “Mulheres Negras, Beyoncé & Cultura Popular”, que visa abordar temáticas sobre feminismo negro, questões raciais, empoderamento feminino e cultura africana. Do PoP A novidade foi proposta pela professora Kinitra D. Brook, que usa o álbum “Lemonade” em suas aulas. Em entrevista ao site Mic, ela explica que a ideia surgiu a partir do programa de estudos “Lemonade Syllabus”, disponível na internet pela educadora Candice Benbow, que reúne diferentes referências e trabalhos que explicam toda a representatividade presente no último álbum de Beyoncé. “Os estudantes percebem que esses grandes tópicos estão interconectados. Todos conseguem se juntar para falar de Beyoncé, mas em um mês de aula nós já focamos em muito mais. (…) Eu gosto muito da Beyoncé porque ela conseguiu envolver nesses assuntos muitas pessoas que normalmente não ...

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São Paulo - Concentração de ato organizado pela Marcha das Mulheres Negras contra o racismo, o machismo, o genocídio e a lesbofobia, na praça Roosevelt, região central da capital paulista (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Psicanalistas devem estar mais atentos às questões raciais de pacientes, defende estudo

Pesquisa do Instituto de Psicologia sugere que, diante de pacientes negros, é preciso levar em conta o racismo presente na sociedade brasileira e como isso afeta a população negra Por Valéria Dias Do jornal da USP A psicanálise pode ser entendida como o método terapêutico criado pelo médico Sigmund Freud (1856-1939) que consiste na interpretação, por um psicanalista, dos conteúdos inconscientes que vêm à tona por meio das palavras e ações de uma pessoa. Isso ocorre por meio da chamada “escuta psicanalítica”, realizada dentro de um consultório. Uma pesquisa realizada no Instituto de Psicologia (IP) da USP mostra que, diante de um paciente negro, o psicanalista precisa levar em conta as questões das desigualdades raciais e sociais encontradas na sociedade brasileira. “O inconsciente não tem cor, mas somos marcados pelo modo como somos vistos pelas outras pessoas”, destaca a psicanalista Ana Paula Musatti Braga. “Eu não acredito em raça no sentido ...

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Jay Z comenta questões raciais nos EUA: “Preconceito é ensinado em casa”

Para o músico, o “hip-hop fez mais pelas relações sociais do que a maioria dos ícones da cultura” por ROLLING STONE EUA Master Class – série da apresentadora Oprah Winfrey – joga os holofotes sobre vários artistas, escritores, atores e músicos negros norte-americanos, para discutirem o movimento pelos direitos civis. No episódio mais recente, Jay Z falou sobre o papel que o hip-hop tem desempenhado na diminuição das tensões raciais nos Estados Unidos. “Preconceito é ensinado em casa”, disse ele. “Acredito seriamente que o racismo é ensinado quando você é jovem”. Jay Z acrescentou: “Então é muito difícil ensinar racismo quando os seus filhos admiram Snoop Dogg”. O rapper ainda seguiu: “Acho que o hip-hop fez mais pelas relações sociais do que a maioria dos ícones da cultura. O discurso de Martin Luther King nos fez perceber muitas coisas, a eleição do presidente Barack Obama também, mas o impacto da música, do ...

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casal proibido de casar mississipi

EUA: pastor proíbe casamento de negros por questões raciais

Um casal do Mississippi, sudeste dos Estados Unidos, sofreu um duro golpe quando o pastor da igreja que frequentavam comunicou que o casamento não poderia ser celebrado no local por serem negros, informou o canal ABC.O pastor Stan Weatherford afirmou à emissora que nunca havia sido celebrado um casamento de negros na Primeira Igreja Batista de Crystal Springs, no Mississippi, desde a inauguração do templo em 1883.Ele afirmou que vários integrantes brancos da congregação foram contrários, de forma violenta, à celebração do casamento de Charles y Te'Andrea Wilson. Alguns o ameaçaram de demissão.Weatherford, branco, ofereceu ao casal a possibilidade de celebrar o matrimônio em outra igreja, de maioria negra. "Minha filha de nove anos vai à igreja conosco. Como você vai dizer para a sua filha de nove anos que não podemos casar aqui porque, advinha querida, nós somos negros?", disse Charles Wilson ao canal WAPT-TV, uma filial da ABC.Ele ...

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Disciplina na USP aborda a cobertura da imprensa sobre as questões raciais

Pela primeira vez desde que foi criado, há cinco anos, o curso de Jornalismo e Políticas Públicas Sociais, aborda, hoje, o racismo e a cobertura da imprensa como seu tema principal. A disciplina de pós graduação acontece na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e é uma parceria com a Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI). Seu objetivo é cooperar para a qualificação da formação de alunos de jornalismo (e outras áreas) em temas ligados à agenda social. Para ministrar essa aula, a ANDI convidou as jornalistas Maria Carolina Trevisan, que coordenou o projeto "Imprensa e Racismo", executado pela ANDI e financiado pelas fundações Ford e Kellogg, e Fernanda Ancântara, representante do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdade (CEERT) e que atualmente trabalha na Revista Raça. O professor José Coelho, da ECA, dará apoio ao curso. "Há um abismo entre ...

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Nós, os Inimigos: Defender Questões Raciais e Direito Político para minorias será tratado como terrorista

Segundo a matéria, que teve acesso ao sigiloso Manual de Contra-Inteligência do Exército, MILITARES que defendem QUESTÕES RACIAIS e DIREITO POLÍTICO PARA MINORIAS tem que ser tratados como TERRORISTAS, cabendo ao Exército empregar todos os meios para TIRAR A CREDIBILIDADE DESTES MILITARES perante à sociedade brasileira.   Nós, os Inimigos Em 24 de abril de 2009, sob as barbas do então presidente Lula e com o apoio do ministro da Defesa, Nelson Jobim, o Exército do Brasil produziu um documento impressionante. Classificado internamente como "reservado" e desconhecido, até agora, de Celso Amorim, que sucedeu a Jobim no ministério, o texto de 162 páginas recebeu o nome Manual de Campanha – Contra-Inteligência. Trata-se de um conjunto de normas e orientações técnicas que reúne, em um só universo, todas as paranoias de segurança herdadas da Guerra Fria e mantidas intocadas, décadas depois da queda do Muro de Berlim, do fim da ditadura ...

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daniela trindade - imagem SESCSP

Afeto e Questões Étnico-Raciais é tema de curso no SESC 24 de Maio

Ministrado pela psicóloga Daniela Trindade, a oficina promove a reflexão de como micro-violências étnico-raciais afetam o cotidiano da população negra e quais as formas de enfrentamento enviado por Ana Claudia Luiz no SescSP daniela trindade - imagem SESCSP São Paulo, novembro de 2018 - Entre os dias 11 e 14 de dezembro, a psicóloga Daniela Trindade realiza a oficina “Relação entre Afeto e Questões Étnico-Raciais”, no SESC 24 de Maio, a partir das 18h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas na própria unidade. O termo afeto pode ser compreendido no seguinte sentido: as formas que somos afetados pelas ações do mundo. No recorte étnico-racial, é importante refletir sobre as formas que os corpos e mentes da população negra são afetados no cotidiano e quais são os impactos produzidos em sua subjetividade. A proposta da oficina é atuar de forma teórica e experimental, proporcionando aos participantes ...

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Hollywood-oscar

Cineasta Nelson George faz uma análise dos personagens negros em Hollywood em questões interraciais

A corrida do Oscar 2013 traz quatro filmes que tocam em questões interraciais   NOVA YORK - Um escravo é dilacerado por cães diante de uma plateia de brancos. Mascarado, caçador de recompensas assiste à cena, passivamente. Um pai faz sua filha abrir um caranguejo com as próprias mãos. Piloto cheira uma carreira de cocaína depois de uma noite de farra e, poucos minutos antes da decolagem, birita várias minigarrafinhas. Uma mulher negra diz ao presidente Lincoln que Deus irá guiá-lo para acabar com a escravidão. Os quatro notáveis filmes ​​aqui apresentados são candidatos para uma série de Oscars: "Django livre","Indomável sonhadora", "O voo" e "Lincoln". No ano em que a América elegeu pela segunda vez aquele que foi o primeiro presidente negro de sua história, os filmes mais falados da temporada, todos de diretores brancos, tratam das relações interraciais, o que é bem raro. Olhando para esses filmes, é ...

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racismo na tv

A invisibilidade das questões étnico-raciais e a mídia

por Claudia Vitalino do Vermelho A questão racial vem pontuando as discussões voltadas para a democratização da comunicação e também na conquista da cidadania. O consenso de que a superação das desigualdades raciais e sociais passa pela correção das assimetrias do próprio Estado Brasileiro devem passar a encarar as relações raciais como um tema transversal que estrutura a dinâmica das sociedades. Um relatório da UFRJ divulgado em 2011 aponta que tem crescido a parcela de negros e pardos no total de desempregados. De acordo com o relatório, em 2006, 54,1% do total de desocupados eram negros e pardos (23,9% de homens e 30,8% de mulheres). Pouco mais de 10 anos antes, ou seja, em 1995, os negros e pardos correspondiam a 48,6% desse total (25,3% de homens e 23,3% de mulheres). O Censo 2010 apurou que, dos 16 milhões de brasileiros vivendo em extrema pobreza (ou com até R$ 70 mensais), ...

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Termo de Cooperação Técnica “A Polícia Militar e as Questões Práticas no Âmbito das Relações Étnico-Raciais”

RICARDO DIAS LEME Secretário de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania e ANTONIO FERREIRA PINTO Secretário de Estado da Segurança Pública convidam para a assinatura do Termo de Cooperação Técnica "A Polícia Militar e as Questões Práticas no Âmbito das Relações Étnico-Raciais" 04 de Agosto de 2010 Quarta-feira 15 horas Salão Nobre Secretaria da JustiçaPátio do Colégio, 148Centro – São Paulo - SP     Fonte: Lista Racial

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MEC edita dois livros sobre questões étnico-raciais

O Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC), e em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) lança a publicação "Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal nº 10.639/03", da coleção "Educação para Todos". E, também, reedita o livro "Superando o Racismo na Escola", esgotado desde 2001. por:  Sonia Jacinto, do Cataventos As duas publicações - voltadas às questões étnico-raciais - têm tiragem inicial de dez mil exemplares cada e destinam-se ao apoio didático e pedagógico dos professores do ensino fundamental e médio, além do complemento de vários setores que trabalham com a diversidade. O livro "Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal nº 10.639/03" é o resultado de 11 fóruns estaduais de educação e diversidade étnico-racial, promovidos pela Secad, em todo o Brasil, em 2004, com parcerias ...

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