quinta-feira, junho 4, 2020

    Resultados da pesquisa por 'racismo '

    (Imagem: Reprodução / Globo)

    Maju Coutinho se posiciona sobre racismo no JH

    Maju Coutinho usou o Jornal Hoje (JH), da Globo, nesta segunda-feira, 1º, para se manifestar a respeito dos protestos em defesa das vidas negras, que ocorreram no Brasil e os que vêm acontecendo nos Estados Unidos. A apresentadora exibia uma reportagem sobre os protestos do último domingo, 31, no Rio de Janeiro (RJ), e disse, em tom de desabafo, que os movimentos são uma luta de todos contra o racismo. “E essa não é uma luta só de negros, não. É uma luta de todos que acreditam que não é normal uma pessoa já imobilizada morrer e um garoto de 14 anos morrer baleado em casa”, disse Maju em referência às mortes do norte-americano George Floyd e do menino João Pedro, respectivamente. A matéria mostrou, ainda, as mortes dos mototaxistas Diego da Silva Linhares e de Matheus Oliveira, no final de semana em comunidades da zona oeste da capital fluminense. ...

    Leia mais
    Manifestação anti-racista no Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro (Foto: ROBERTO MOREYRA/Agência O Globo)

    Conheça 7 intelectuais que nos ajudam a entender o racismo no Brasil

    Nos últimos dias atos contra o racismo e a violência policial estouraram nos Estados Unidos e no Brasil, em plena pandemia do coronavírus, chamando a atenção para a centralidade da luta anti-racista nesses países. Além dos atos organizados por movimentos como o "Black lives matter" e o "Vidas negras importam", a questão racial vem sendo pautada diariamente por diversos intelectuais que veem a questão do racismo como central nessas sociedades. Para isso, muitos pensadores vêm produzindo conteúdo de forma gratuita em seus perfis em redes sociais. O GLOBO selecionou alguns destes intelectuais que podem ajudar quem quer entender melhor os problemas estruturais causados pelo histórico escravocrata do Brasil e como o racismo segue produzindo desigualdades no país. Silvio Almeida Silvio Luiz de Almeida é jurista, professor da FGV, da Mackenzie, e da Universidade de Duke, nos EUA. Em seus livros, artigos e publicações nas redes, ele discute como o racismo ...

    Leia mais
    Divulgação

    UNEB estreia projeto “PRAES Entre Nós” com live sobre racismo institucional

    A UNEB vai realizar, nesta quinta-feira (28), às 16h, a live “Refletindo sobre o Racismo Institucional no Contexto da Pandemia“, no perfil do Instagram @praesuneboficial. A atividade será o lançamento do projeto PRAES Entre Nós, promovido pela Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Praes) em parceria com a Secretaria Especial de Articulação Interinstitucional (Seai), o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e o Movimento de Casa de Estudante (MCE). A live inaugural vai contar com a participação das pró-reitoras Elivânia Alves (Praes) e Amélia Marux, de Ações Afirmativas, e do professor Samuel Vida, coordenador do Programa Direito e Relações Raciais (Ufba), com mediação da estudante da UNEB Geisa Rocha. O projeto promove a articulação institucional para realizar debates online sobre temáticas relativas à juventude, durante o período de distanciamento social imposto pela pandemia da COVID-19. Informações: Instagram @praesuneboficial.

    Leia mais
    Ramón Vasconcelos / TV Globo/Divulgação

    “Pedro Bial e a relativização do racismo”

    Não me vou alongar nesta crítica. Ao assistir à entrevista de Xuxa para Pedro Bial, uma passagem me intrigou e pôs-me à reflexão. Bial diz que "eu acho também que as pessoas não podem olhar uma época com os olhos de outra. Você não pode olhar a década de 80 com a ótica de 2020. Aí, olhar para Monteiro Lobato e dizer "Monteiro Lobato foi isso, foi aquilo", não... Monteiro Lobato foi genial, mas ele expressara o pensamento de uma época, ele estava vivendo dentro daquela época, é muito fácil depois ficar condenando..." Então, Bial, nós dois estamos na mesma época, e eu tenho uma visão diferente da sua. Como explicar, em 2020, eu e você estarmos dentro da mesma época, e eu não concordar com esse seu argumento? Se fosse como você retoricamente argumenta, haveria um determinismo e uma socialização dos quais, inevitavelmente, eu não escaparia. Pois bem, seguem ...

    Leia mais
    DragonImages/Getty Images

    Quando começaremos a punir os crimes de racismo na internet?

    Por motivos de economia de caracteres, racismo e injúria racial neste artigo serão tratados como se a mesma coisa fossem. Mesmo reconhecendo que há uma definição distinta para cada um, ambos possuem a mesma natureza e motivação: a ideia de superioridade racial. Dizer que o racismo é uma eterna pedra no sapato da sociedade brasileira seria subestimar a complexidade e extensão de um problema que traz conflitos sociais desde o período colonial. Na verdade, o racismo para nós está mais próximo de um grande elefante vivendo na sala. Dados e estatísticas nos mostram como ainda estamos longe de uma resolução do problema, mesmo após a promulgação da Constituição Cidadã. Ainda que devidamente reconhecendo que a legislação brasileira, ao longo dos anos, tentou tratar do racismo e da tutela de vidas negras, produzindo leis históricas como a do Ventre Livre (1871), a Lei Áurea (1888), a Lei 7.716/1989 (ou Lei Caó, ...

    Leia mais
    Pnina Tamano-Shata
 (Reprodução/Facebook)

    Africana e ativista contra racismo se torna ministra do novo governo israelense

    A advogada, de 39 anos, Pnina Tamano-Shata, foi nomeada no último domingo (17) ministra da Imigração do Governo de Israel. Africana de origem, nascida na Etiópia, ela se destaca pela luta contra a discriminação racial e em prol da integração dos membros de sua comunidade na sociedade israelense. Atualmente, os beta Israel (forma como os judeus etíopes se identificam) são cerca de 140 mil cidadãos vivendo em várias regiões do país. Pnina Tamano-Shata é conhecida e reconhecida por ter liderado protestos como, em 2015, desencadeados por incidentes entre judeus etíopes e forças policiais israelenses. A campanha sensibilizou o governo a formalizar um comitê especial no Ministério da Justiça, que publicou o Relatório Palmor. Esse documento define metas e diretrizes para se reduzir e debelar resquícios de preconceito, especialmente os que afetam os Beta Israel. Em 2016, Pnina Tamano-Shata foi agraciada com o Prêmio Unsung Hero, do Drum Major Institute. Recebeu ...

    Leia mais
    Membros das comunidades quilombolas durante reunião em Alcântara (MA)
Imagem: Arquivo Pessoal

    Noite sobre Alcântara: Os quilombolas e a lógica do racismo institucional

    Em 1978, o prestigiado romancista maranhense Josué Montello publicou seu famoso livro "Noite sobre Alcântara", em que narra a derrocada econômica da cidade. Embora sem ser o objetivo principal do livro, Montello acaba por narrar a "fuga dos brancos", que, ao fugirem, abandonaram os negros escravizados à própria sorte*. Esse episódio ajudou Alcântara a se transformar no município com a maior quantidade de comunidades quilombolas do Brasil. Dois anos depois da publicação, uma outra noite longa se iniciava sobre Alcântara: a publicação do decreto desapropriatório nº 7.820 de 1980, que declarou como sendo interesse público 52 mil hectares de terra aos militares, sob a justificativa de que o município configurava vazio demográfico. Não satisfeitos, os militares usaram de lobby e influência política para ampliar em mais 10 mil hectares, por meio de outro decreto sem número na década de 1990, feito pelo então presidente Fernando Collor de Melo. A atitude ...

    Leia mais
    Adobe

    Racismo não é desculpável, é crime

    Recentemente eu estava divagando por uma dessas redes sociais e recebi um meme que fazia a seguinte provocação "Se uma pessoa do século XVIII viajasse no tempo e chegasse na sua casa hoje, o que seria mais difícil de explicar para ela?". Rapidamente comecei a fazer conexões, mas não cheguei a pensar em nada específico até que ao olhar as respostas alheias reconheci uma que seria igualmente difícil para mim, vamos a resposta "Seria difícil explicar que temos todo o conhecimento das sociedades em um dispositivo que cabe na palma das mãos e o utilizamos para discutir com as pessoas e assistir vídeo de gatinhos fofos". Embora eu não seja muito fã dos felinos, me reconheci na segunda parte da resposta, afinal, se alguém saiu ileso das brigas nos últimos dois caóticos anos políticos, por favor se apresente. Enfim, o meme cumpriu sua função e foi bem divertido, mas não ...

    Leia mais
    Imagem: Geledes

    Estudante de colégio particular da Zona Sul é vítima de racismo em mensagens postadas por colegas em rede social

    “Dou dois índios por um africano”, “quanto mais preto, mais preju", “fede a chorume”. Essas foram algumas das mensagens racistas que alunos do Colégio Franco-Brasileiro, em Laranjeiras, Zona Sul do Rio, escreveram em um grupo de WhatsApp para se referir a uma colega negra que também estuda na instituição, como revelou o jornalista Ancelmo Gois. O episódio criminoso repercutiu nas redes sociais e artistas como Taís Araújo e Iza manifestaram solidariedade a Ndeye Fatou Ndiaye, de 15 anos. A jovem, que também mora em Laranjeiras e estuda no colégio desde que tinha cinco anos de idade, conta que descobriu as mensagens através de um amigo que participava do grupo onde elas foram enviadas. Após sair da conversa, o rapaz tirou fotos e encaminhou para a menina. Fatou relata que o racismo é frequente no seu dia-a-dia, mas que é a segunda vez que enfrenta um episódio grave envolvendo colegas de ...

    Leia mais
    Cemitério Público Nossa Senhora Aparecida, em Manaus. Foto: Alex Pazuello/Semcom

    O racismo estrutural na crise do Coronavírus é visível quando ser negro(a) é o suficiente para estar dentro do grupo de risco

    Nossa defesa histórica da importância da construção de políticas públicas afirmativas (mulheres, negros e negras, indígenas, idosos, juventude, entre outros), a partir da compreensão de que as desigualdades sociais afetam distintamente cada grupo social, comprova-se, nesta conjuntura, ser fundamental. Isso porque, apesar do Coronavírus ser uma ameaça humanitária global, a possibilidade de sua propagação afeta mais suscetivelmente uns do que outros. Portanto, se “em tempos normais” as políticas públicas específicas são ferramentas necessárias contra as desigualdades sociais, em época de pandemia, é dever do Estado construir ações governamentais conforme as necessidades impostas por uma sociedade diversificada e plural pelas quais as nossas são formadas. A população negra é um dos grupos mais vulneráveis com a pandemia do coronavirus. Dados do jornal americano The New York Time, nos EUA, informam que as taxas de contaminações e mortes pelo COVID-19 são muito maiores em afro-americanos. Na Espanha, em Madri, coletivos de imigrantes ...

    Leia mais
    Coronavírus — Foto: Getty Images/BBC

    CPFs negros importam? Racismo estrutural e políticas públicas no contexto da COVID-19

    ALEXSANDRO SANTOS, pós-doutorando em Administração Pública e Governo (FGV EAESP), Diretor-Presidente da Escola do Parlamento da Câmara Municipal de São Paulo e Coordenador do curso de Pedagogia da FEDUC. Pesquisador do Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB) ANA CAROLINA NUNES, doutoranda em Administração Pública e Governo (FGV EAESP). Pesquisadora do Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB) EDNEIA GONÇALVES, socióloga (FESP-SP), e coordenadora executiva da Ação Educativa MORGANA G. Martins Krieger. Doutora em Administração Pública e Governo (FGV EAESP) Os dados do boletim epidemiológico quinzenal sobre a Pandemia de COVID-19, da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, publicado em 30 de abril, apontam que as taxas de mortalidade associadas ao diagnóstico de COVID-19 na capital apresentam uma distribuição racial desigual na população. Na população branca, essa taxa é de 9,67%; na população parda, a taxa sobe para 11,88% e, na população preta, a taxa alcança escandalosos 15,64%. Traduzindo de modo ...

    Leia mais
    LOS ANGELES, CA - OCTOBER 22: The Lakers' LeBron James #23 during their game against the Spurs at the Staples Center on​ Mon. Oct. 22, 2018. The Spurs defeated the Lakers 143-142 in overtime. (Photo by Hans Gutknecht/Digital First Media/Los Angeles Daily News via Getty Images)

    LeBron James denuncia assassinato por racismo: «Estamos a ser caçados»

    O assassinato de Ahmaud Arbery, cujas imagens vieram a público esta semana, não deixa qualquer dúvida a LeBron James: é um crime de ódio. "Estamos, literalmente, a ser caçados todos os dias/todas as vezes que deixamos o conforto das nossas casas! Nem dá para um homem ir correr! WTF, estão a brincar comigo? Sinto muito Ahmaud (descansa no paraíso)", denunciou Lebron James no seu Instagram. Ahmaud Arbery, um jovem negro de 25 anos, foi assassinado no passado dia 23 de fevereiro, no entanto, com a divulgação das imagens, o crime voltou a estar na ordem do dia, com várias manifestações apelando à justiça. No vídeo, vê-se dois homens (pai e filho) a perseguir e alvejar Ahamaud Arbery, que não resistiu aos ferimentos.   Ver essa foto no Instagram   We’re literally hunted EVERYDAY/EVERYTIME we step foot outside the comfort of our homes! Can’t even go for a damn jog man! ...

    Leia mais
    (Foto: Reprodução/ Instagram)

    Repórter da Globo comenta caso de racismo sofrido: ‘Não somos otários’

    O repórter Manoel Soares, da Globo, falou hoje sobre o ato racista que sofreu nas redes sociais durante o programa 'É de Casa' da última semana. O profissional, que participa de diversas atrações da emissora, foi comparado a um assaltante por um internauta ao aparecer de máscara. "Esse preto de máscara. Assalto?", dizia o comentário feito na web.   (Foto: Imagem retirada do site Uol) Em participação no programa de hoje, o repórter lamentou o caso e disse não entender o que se passa pela cabeça de uma pessoa que faz ataques preconceituosos. "Eu vi essa situação. Já passei por 'n' vezes por esse tipo de situação, é desconfortável. Eu confesso que fico pensando o que passa na cabeça da pessoa que faz uma coisa dessa? Eu não entendi. Assaltante por quê? Quais são as características que me apresentam como assaltante só pelo fato de estar ...

    Leia mais
    (Foto: Jerome Gilles/NurPhoto via Getty Images)

    Homens negros relatam casos de racismo ao utilizar máscaras na rua

    "Se você continuar falando demais, eu te levo preso, sua desgraça preta." Com a voz abalada e permeada por pausas, o tecnólogo baiano D.S.S.* 38, relata para Universa um dos inúmeros casos de racismo que viveu. A diferença desta para as anteriores é que agora a agressão foi motivada pelo uso da máscara —essencial para reduzir o risco de transmissão do novo coronavírus. "Minha namorada e eu paramos em um posto de gasolina. Enquanto eu abastecia o carro, ela foi até a farmácia. De repente, escutei o rádio da viatura parada ao lado: 'Casal negro de máscara em um carro X de cor X'. Aquilo me chamou a atenção de imediato", relata o tecnólogo. "Prontamente, um policial veio à minha direção e pediu que eu saísse do carro. Atendi. Pediu meus documentos e os do carro, atendi novamente. Mandou que eu colocasse as mãos no capô. Eu, de novo, atendi. ...

    Leia mais
    Foto: Roger Cipó

    ‘O racismo religioso se agravou muito no Brasil nos últimos anos’

    A perseguição às religiões de matriz africana diante do projeto de poder das religiões cristãs. Esse é o tema do livro “Intolerância Religiosa” (Pólen Livros/Selo Sueli Carneiro), escrito pelo babalorixá e pesquisador mestre e doutor em Semiótica pela Universidade de São Paulo, Sidnei Nogueira. O livro é o oitavo título da Coleção Feminismos Plurais, coordenada pela mestra em Filosofia Política Djamila Ribeiro. A Coleção tem publicado obras escritas por pessoas negras por uma perspectiva racial crítica e tratam de conceitos recorrentes no debate público do país. Em entrevista à editoria de Justiça da CartaCapital, o babalorixá apresentou o livro, a quem ele se destina e como estão atualmente os índices públicos de casos de “discriminação religiosa”, como ataques e depredações a terreiros, espaços geográficos dedicados à prática coletiva das religiões de matriz africana. Nogueira também introduz algumas questões tratadas em sua obra, como diferença intolerância religiosa de racismo religioso, e ...

    Leia mais
    Foto: Daniel Rocha/Reirada do site: Público

    Racismo em Portugal e o mito colonial

    O racismo em Portugal não se faz sentir através de uma tumultuosa e até romantizada história de luta e reivindicação social. Não se figura através de negras estatísticas de encarceramento penal ou em lutas populares como em Charlottesville, nos EUA. O racismo português possui um toque de subtilidade pós-colonial, feito através de finas luvas, em cafés e casas de classe média, níveis de desistência e alienação nas escolas, condições de infra-estrutura em certos bairros das cidades portuguesas e até pela pura necessidade de quotas e prioridade de entrada em faculdades e cursos. É peculiar este aspecto da discriminação racial portuguesa. O acto de simplesmente referir o racismo institucional em Portugal levanta dúvidas nas mentes do público, desperta pequenas indagações sobre quem é realmente o injustiçado nesta história. No caso dos EUA, o racismo e discriminação são temas presentes e comuns no debate e discurso político e social. Toda uma complexa história ...

    Leia mais
    Imigrante com máscara caminhando no Centro de Santiago - (Foto: Natalia Espina)

    Pandemia produz aumento dos casos de racismo contra imigrantes negros no Chile

    Além da crise na saúde e dos efeitos econômicos gerados pela pandemia do novo coronavírus, também existem as consequências sociais que são claramente vistas nos noticiários, mas não necessariamente como um problema. Uma dessas consequências é o aumento da discriminação aos imigrantes. Embora o problema seja mais comum em países onde esse tema é mais politicamente explorado, como nos Estados Unidos, ele também está presente na América do Sul, e um dos exemplos é o Chile, que assim como os norte-americanos, também é governado por um mega empresário neoliberal: Sebastián Piñera. Com a chegada da pandemia ao Chile, a vida dos imigrantes nesse país andino, que já era muito difícil, passou a ser ainda pior, já que muitas comunidades começaram a ser estigmatizadas,  especialmente as de haitianos, colombianos e venezuelanos, que contam com muitas pessoas negras, as que mais costumam ser prejulgadas como potenciais contagiados. Em um episódio ocorrido na última semana, ...

    Leia mais
    Prédio do STF, em Brasília (Foto: Divulgação / STF)

    STF abre inquérito para investigar Weintraub por suspeita de crime de racismo contra China e manda PF interrogar ministro da Educação

    O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou abertura de inquérito pela Polícia Federal para a investigar o ministro da Educação, Abraham Weintraub, por suspeita de crime de racismo por conta das declarações que fez em sua conta no Twitter sobre a China. A prática de ato considerado preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional é punível com reclusão de um a três anos e multa, de acordo com o artigo 20 da lei 7.716/1989. Um agravante, o fato de realizar esse ato usando publicações em meios de comunicação, torna o crime punível com reclusão de dois a cinco anos. No despacho, o ministro atendeu pedido do Ministério Público Federal (MPF) determinando que sejam obtidos os dados digitais da conta de Weintraub em rede social. Por solicitação do vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques, responsável pelas investigações criminais da PGR perante o Supremo, Celso de Mello ...

    Leia mais
    Foto: Luca D´Urbino

    Racismo em tempos de covid-19

    Quão mais exasperados são os tempos, mais excessos se cometem. Depois de semanas de quarentena, recorda-se já com saudades o “mundo antes de covid-19”. Não há dúvida que há um mundo pré e pós-covid-19. No entanto, não podemos cair no erro de embelezar um mundo, que por si só já pecava por defeitos. E é precisamente baseados nestes defeitos, sendo um destes defeitos o racismo, que muitos excessos se estão a cometer. Em Janeiro e Fevereiro a maior parte dos casos de racismo a que se assistiu relacionados com a covid-19 foi contra asiáticos, por o surto se encontrar descontrolado quase apenas na China. Discriminou-se indiscriminadamente, passe-se a redundância, pois bastava parecer asiático, e não necessariamente chinês, para ser vítima de discriminação. Se a nova estirpe do coronavírus praticamente não sofre de mutações, o mesmo não se aplica ao racismo, que se transforma, adapta e multiplica. Ironicamente, a situação neste ...

    Leia mais
    Serena e Venus Williams, durante entrevista com Naomi Campbell (Foto: Reprodução/ YouTube)

    Em conversa com Naomi Campbell, Serena e Venus Williams ironizam racismo nos EUA: ‘Todo o mundo tem que ser amigo da vencedora’

    A icônica supermodelo britânica Naomi Campbell está aproveitando a quarentena para turbinar seu canal do YouTube a partir de entrevistas com alguns dos seus amigos famosos ou celebridades com quem se cruzou em várias ocasiões ao longo dos anos. As irmãs Venus e Serena Williams estão nessa lista e, dentro da série “No Filter with Naomi” (Sem filtro com Naomi), conversaram durante quase uma hora sobre infância, família, carreira, vida empresarial e racismo. “Tanto no passado como hoje, ainda, passamos por algo que é que as pessoas dizem que o tênis é um esporte de brancos. Claro, não havia gente como nós, com a nossa cor”, afirma Serena, que também relatou problemas com patrocinadores que não a “apoiaram muito”. “O tênis é visto como um esporte ‘não necessário’. Sempre se disse que, a menos que você seja rico e possa pagar os equipamentos e os treinos, o tênis não é ...

    Leia mais
    Página 1 de 700 1 2 700

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Twitter

    Facebook

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist