terça-feira, novembro 24, 2020

    Resultados da pesquisa por 'redes sociais '

    (Foto: Getty Images)

    Nova geração usa redes sociais para bater de frente com o racismo sem meias palavras

    “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes”, diz uma parte do hit “AmaRelo”, do rapper Emicida. Ele virou o hino de uma geração que, ao mesmo tempo que não deseja se ver restrita apenas à luta contra o racismo, também vem batendo de frente contra ele sem meias-palavras. Já houve época em que casos como o do entregador Matheus Fernandes, de 18 anos — acusado por dois policiais militares que faziam a segurança privada de uma loja do Ilha Plaza Shopping, na Zona Norte do Rio, de ter roubado um relógio que ele mesmo havia comprado para o pai — não ganhavam tanta notoriedade. Mesmo com a nota fiscal do produto, Matheus foi retirado da loja, agredido e teve até uma arma apontada contra a cabeça. A ação, gravada por testemunhas, tomou as redes e a Polícia Civil irá indiciar os dois PMs por racismo e abuso de autoridade. ...

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    Redes sociais no Brasil são populares tanto entre não-alfabetizados quanto entre os chamados 'proficientes'

    Como o analfabetismo funcional influencia a relação com as redes sociais no Brasil

    Três entre cada dez brasileiros têm limitação para ler, interpretar textos, identificar ironia e fazer operações matemáticas em situações da vida cotidiana - e, por isso, são considerados analfabetos funcionais. Por Vanessa Fajardo, da BBC Eles hoje representam praticamente 30% da população entre 15 e 64 anos, mas o grupo já foi bem maior: em 2001, chegou a 39%, de acordo o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf). O Inaf acompanha os níveis de analfabetismo no Brasil em uma série histórica desde 2001, mas, pela primeira vez neste ano, trouxe informações relacionadas ao contexto digital. Os dados relacionados ao uso de redes sociais foram divulgados nesta segunda-feira com exclusividade para a BBC News Brasil.   Redes sociais no Brasil são populares tanto entre não-alfabetizados quanto entre os chamados 'proficientes' (GETTY IMAGES) O instituto classifica os níveis de alfabetismo em cinco faixas: analfabeto (8%) e rudimentar (22%) (que ...

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    Chidera Eggerue, Scarlett Curtis e Liv Little estão na lista de mulheres que fazem uso positivo das redes Foto- Arte de José Lopes sob foto divulgação - O Globo

    Conheça 14 mulheres que usam as redes sociais para tornar o mundo um lugar melhor

    Tomar as ruas foi — e ainda é — fundamental para a luta feminista, mas as novas mídias mudaram o campo de jogo por Celina no O Globo Chidera Eggerue, Scarlett Curtis e Liv Little estão na lista de mulheres que fazem uso positivo das redes Foto- Arte de José Lopes sob foto divulgação - O Globo Das sufragistas que se acorrentaram às grades do Parlamento Britânico para condenar o tratamento dado às mulheres às imagens demanifestantes que, nos anos 1970, marchavam pelos direitos reprodutivos e pela igualdade no local de trabalho. A mobilização das mulheres contra a misoginia tem sido parte crucial da história do século XX. Tomar as ruas foi — e ainda é — fundamental para a luta em curso pela libertação, mas as mídias sociais mudaram o campo de jogo. A ascensão do ativismo global on-line, ou "feminismo em rede", é a ...

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    Dentista que postou ofensas em redes sociais é condenada a 2 anos de reclusão por racismo

    Decisão é do juiz de direito Carlos Alberto Bezerra Chagas, da 1ª Vara da Comarca de São Raimundo Nonato, dessa terça-feira (16). Por Catarina Costa, G1 Dentista Delzuíte Ribeiro de Macedo é condenada a 2 anos e 7 meses de reclusão — Foto: Reprodução/TJ-PI A dentista Delzuíte Ribeiro de Macedo foi condenada a 2 anos e 7 meses de reclusão por racismo contra um bebê recém nascido e sua mãe através de postagens ofensivas em rede social. A decisão é do juiz de direito Carlos Alberto Bezerra Chagas, da 1ª Vara da Comarca de São Raimundo Nonato, dessa terça-feira (16). Delzuíte foi denunciada pelo Ministério Público do Estado pela prática dos crimes de lesão corporal tentada, ameaça, injúria preconceituosa/racial e racismo qualificado. Conforme a denúncia, no dia 6 de abril de 2018, a dentista fez ameaças a vítima Thaiane Ribeiro Neves e teria arremessado uma tesoura ...

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    Thiago de Souza Amparo encostado em uma mesa

    Não é vitimismo! Thiago de Souza Amparo comenta as discussões sobre racismo que tomaram as redes sociais nas últimas semanas

    O especialista Thiago de Souza Amparo comenta as discussões sobre racismo que tomaram as redes sociais nas últimas semanas no Outline.com Thiago de Souza Amparo - Imagem- Veja.com Filho de uma ex-empregada doméstica, Thiago de Souza Amparo, de 33 anos, formou-se em direito e fugiu das estatísticas. Graduado pela PUC-SP, ele compõe o grupo de 12,8% dos negros que têm diploma universitário. Com uma bolsa financiada pelo megaempresário George Soros, Amparo cursou mestrado e doutorado em direitos humanos pela Central European University, em Budapeste, para depois ser pesquisador visitante na Universidade Columbia, em Nova York. O racismo e suas consequências foram o tema central de seus estudos, com o objetivo de traçar alternativas e pesquisas para combater a exclusão social. Há dois anos ele leciona a disciplina de discriminação e diversidade na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. O especialista comenta as discussões sobre racismo que tomaram ...

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    Manchester City's English midfielder Raheem Sterling reacts after missing a chance during the English Premier League football match between Manchester City and Bournemouth at the Etihad Stadium in Manchester, north west England, on December 1, 2018. (Photo by Paul ELLIS / AFP) / RESTRICTED TO EDITORIAL USE. No use with unauthorized audio, video, data, fixture lists, club/league logos or 'live' services. Online in-match use limited to 120 images. An additional 40 images may be used in extra time. No video emulation. Social media in-match use limited to 120 images. An additional 40 images may be used in extra time. No use in betting publications, games or single club/league/player publications. /

    Vítima de racismo, Sterling vai às redes sociais e critica imprensa inglesa

    Um dia após ser vítima de ofensas racistas, proferidas por torcedores do Chelsea durante a partida deste sábado, no Stanford Bridge, Raheem Sterling, do Manchester City, usou suas redes sociais para se manifestar. Aproveitando a ocasião, o jogador de 24 anos de idade também criticou a imprensa britânica, que, segundo ele, trataria atletas negros e brancos de maneiras diferentes em suas matérias. Do Terra  Torcedores do Chelsea ofenderam Sterling no jogo deste sábado (Foto: Paul ELLIS / AFP) O atacante publicou um texto em que compara duas manchetes publicadas pelo jornal Daily Mail. Ambas tratam de jovens jogadores do City, um negro e um branco, que compraram uma casa para suas respectivas mães. Porém, segundo o camisa sete, as abordagens são diferentes.   Visualizar esta foto no Instagram.   Good morning I just want to say , I am not normally the person to talk a lot but when ...

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    Como o analfabetismo funcional influencia a relação com as redes sociais no Brasil

    Três entre cada dez brasileiros têm limitação para ler, interpretar textos, identificar ironia e fazer operações matemáticas em situações da vida cotidiana - e, por isso, são considerados analfabetos funcionais. Por Vanessa Fajardo  Do BBC Redes sociais no Brasil são populares tanto entre não-alfabetizados quanto entre os chamados 'proficientes'(GETTY IMAGES) Eles hoje representam praticamente 30% da população entre 15 e 64 anos, mas o grupo já foi bem maior: em 2001, chegou a 39%, de acordo o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf). O Inaf acompanha os níveis de analfabetismo no Brasil em uma série histórica desde 2001, mas, pela primeira vez neste ano, trouxe informações relacionadas ao contexto digital. Os dados relacionados ao uso de redes sociais foram divulgados nesta segunda-feira com exclusividade para a BBC News Brasil. O instituto classifica os níveis de alfabetismo em cinco faixas: analfabeto (8%) e rudimentar (22%) (que formam o grupo ...

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    Reprodução/Facebook

    Mulheres se unem nas redes sociais para frear Bolsonaro

    Grupo de discussão no Facebook atrai mais de meio milhão de mulheres em apenas três dias. Em comum, o repúdio às declarações misóginas do candidato Da Carta Capital  Reprodução/Facebook Três dias bastaram para unir mais de 700 mil mulheres com um só objetivo: impedir a eleição de Jair Bolsonaro (PSL). No domingo, em meio ao temor de que o ataque com faca ao candidato aumentasse as intenções de voto nele, surgiu no Facebook o grupo de discussões “Mulheres contra Bolsonaro”. De todos os cantos do Brasil, a maioria dessas mulheres reunidas neste grupo fechado - só entra quem é convidada ou aceita pelas administradoras - quer que, no primeiro turno, as colegas votem em quem quiserem, menos no candidato do PSL. E, caso ele alcance o segundo turno, votem no adversário do militar, seja quem for. A matemática é bem simples. Juntas, as mulheres somam 52,5% do eleitorado ...

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    Dustin Brown / Divulgação - Lance

    Após sofrer novos ataques racistas, Dustin Brown pede que redes sociais tomem atitude com os perfis denunciados

    Tenista alemão de ascendência jamaicana ganhou apoio de fãs e colegas neste momento complicado no Lance Dustin Brown / Divulgação - Lance O alemão de ascendência jamaicana, Dustin Brown, voltou a ser vítima de ataques racistas em redes sociais, após receber uma série de mensagens no Instagram. Frequente alvo de preconceito, Brown pediu providência das empresas. Brown, que sempre denuncia os ataques que sofre, registrou um print (cópia) das mensagens enviadas de modo privado via Instagram de uma usuária identificada como Shoshonna21, que teve seu perfil bloqueado pela rede social após um movimento massivo de denúncias. Nas mensagens, a usuária escreve, dentre outras coisas terríveis, que "Eles deveriam fazer picadinho de um preto sem utilidade como você e dar aos porcos. Pretos inúteis como você merecem morrer!" . Brown protestou via Twitter: "As redes sociais como Instagram, Twitter e Facebook precisam revisar suas políticas, e então ...

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    Ativistas alemães criam movimento em redes sociais contra o racismo

    Inspirados pela controvérsia sobre o jogador de futebol alemão, de origem turca, Mesut Özil e pelo movimento #Metoo, que em 2017 incentivou mulheres francesas a denunciarem casos de agressão sexual, alemães lançaram o movimento #MeTwo. Do Observatorio Racial Futebol Mesut Özil (Reuters/Kai Pfaffenbach) Centenas de imigrantes de primeira ou segunda geração testemunham nas redes sociais sobre os casos de racismo que enfrentam no cotidiano. A palavra-chave #Metwo é uma referência aos dois corações, “um alemão e outro turco”, que o ex-jogador da Seleção da Alemanha afirmou ter no peito. A hashtag está liderando as tendências do Twitter no país, nessa sexta-feira (27). Polêmica fora dos gramados O craque do Arsenal, de 29 anos, anunciara que não defenderia mais as cores da Mannschaft após a Copa do Mundo da Rússia, alegando ser vítima de racismo na federação de futebol (DFB). A decisão do jogador abriu polêmica na ...

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    Imagem das mulheres negras nas redes sociais foi tema de ciclo de palestras

    A primeira palestra do ciclo “Diversos, Intensos e Plurais”, foi realizada na Câmara de Atibaia em 7 de junho e teve como tema “O uso da imagem das mulheres negras nas redes sociais”. Simone Henrique, doutoranda e mestra em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), definiu-se como mulher, negra e periférica e sua abordagem buscou “partilhar inquietudes a serviço da cidadania, sem respostas fechadas”. Do Atibaia SP A palestrante Simone Henrique, doutoranda e mestra em Direitos Humanos. Foto: Reprodução/Atibaia SP “Vivemos numa sociedade desigual, pautada por dois fenômenos: o sexismo, divisão de papéis e tarefas por conta do sexo biológico; e o racismo, que nos classifica por nossa origem étnica. Raça, existe apenas uma, a humana. Quando se fala em hierarquização, há etnias mais valorizadas que outras. Somos afetados por essas duas classificações, divisões que não nos auxiliam em nada ...

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    Redes sociais validam o ódio das pessoas, diz psicanalista

    Nas redes sociais, é possível expressar o seu ódio, dar a ele uma dimensão pública, receber aplausos de seus amigos e seguidores e se sentir, de alguma forma, validado. Por Néli Pereira, para BBC Brasil Além disso, a linha entre uma ameaça virtual e uma ação criminosa é tênue, como ocorreu no caso da chacina ocorrida em Campinas (SP) no começo do ano, quando um homem matou a ex-mulher, o filho e outras dez pessoas durante uma festa de Ano Novo. Essa é avaliação que o psicanalista Contardo Calligaris, doutor em psicologia clínica e autor de diversos livros, faz sobre a disseminação dos discursos de ódio nas redes sociais, que para ele deveria ser "perseguida". "Deveríamos ter limites claros ao que é o campo da liberdade de expressão, que é intocável, e o momento em que aquilo se torna uma ameaça." Em entrevista à BBC Brasil, ele ressalta que as ...

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    Estudo mostra raio-x da intolerância nas redes sociais do Brasil

    O Brasil é visto e reconhecido como um lugar pacífico, com um povo tolerante. Mas a internet vem ajudando a derrubar esse mito de que nós brasileiros somos tolerantes às diferenças. Um estudo realizado entre os meses de abril e junho pelo Comunica Que Muda, plataforma digital da agência nova/sb, monitorou a internet e encontrou dez tipos principais de intolerâncias. No total, foram analisadas 393.284 menções feitas por internautas de todo o país no Facebook, Twitter e Instagram e também em páginas de blogs e comentários de sites da internet. Do Bem Paraná  Expressões como cabelo ruim, gordo, vagabundo, retardado mental, boiola, malcomida, golpista, velho e nega predominam as nuvens de palavras encontradas em posts que revelam todo tipo de intransigência ao outro, em relação a aparência, classes sociais, deficiências, homofobia, misoginia, política, idade, raça, religião e xenofobia. Com o auxílio de um software de monitoramento, o Torabit, a equipe do Comunica Que Muda concluiu ...

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    Mais de cem perfis nas redes sociais podem ter ligação com ataque racista à Preta Gil

    Cantora registrou ocorrência, e polícia já identificou mais de cem perfis de suspeitos de cometer o crime por Giselle Ouchana no O Globo A cantora Preta Gil é a vítima mais recente de ofensas e ataques racistas pela internet. Ontem, após receber dezenas de mensagens preconceituosas pelas redes sociais, ela registrou uma ocorrência na Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI). A especializada já identificou mais de cem perfis no Facebook que podem ter ligação com o crime. Preta chegou à delegacia visivelmente abalada. Acompanhada do marido, ela prestou depoimento por aproximadamente uma hora. Depois, emocionada, disse que recebeu as mensagens anteontem, por meio de sua página no Facebook. — Contei para a delegada como eu fiquei ciente dos ataques. Ontem à noite entrei na minha página e vi uma série de ofensas à minha pessoa. Xingamentos, muitos ataques racistas, me chamando de macaca, (dizendo) que eu tinha que ...

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    Zygmunt Bauman: “As redes sociais são uma armadilha”

    Zygmunt Bauman acaba de completar 90 anos de idade e se expressa com tanta calma quanto clareza. Sempre se estende, em cada explicação, porque detesta dar respostas simples a questões complexas. Desde que colocou, em 1999, sua ideia da “modernidade líquida" – uma etapa na qual tudo que era sólido se liquidificou, e em que “nossos acordos são temporários, passageiros, válidos apenas até novo aviso" –, tornou-se uma figura de referência da sociologia. por Ricardo de Querol, no Fronteiras   Bauman é considerado um pessimista. Seu diagnóstico da realidade em seus últimos livros é sumamente crítico. Em A riqueza de poucos beneficia todos nós?, explica o alto preço que se paga hoje em dia pelo neoliberalismo triunfal dos anos 80 e a “trintena opulenta" que veio em seguida. Sua conclusão: a promessa de que a riqueza acumulada pelos que estão no topo chegaria aos que se encontram mais abaixo é uma ...

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    ‘Voltem para casa’: relatos de xenofobia inundam redes sociais após votação da Brexit

    Mal tinha sido digerido o resultado do plebiscito que decidiu pela saída da Grã-Bretanha da União Europeia (UE) e começaram a pipocar nas redes sociais relatos sobre episódios racismo e xenofobia em várias cidades do país. Do BBC Internautas compartilharam e comentaram incidentes nos quais pessoas foram hostilizadas por causa da cor de sua pele ou de sua etnia. Ainda não está claro se o resultado do plebiscito provocou a onda de hostilidade ou se apenas evidenciou algo que já vinha acontecendo. No Twitter, a hashtag #postrefracism, que significa 'denuncie racismo relacionado ao plebiscito', tinha sido usada 21 mil vezes desde a manhã de segunda-feira. 'Faça as suas malas' A ex-candidata a parlamentar pelo Partido Conservador Shazia Awan, que participou da campanha no País de Gales pela permanência da Grã-Bretanha na União Europeia, diz ter sentido "a diferença em como as pessoas passaram a agir" desde o momento em que ...

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    Jornalista desabafa nas redes sociais e dá uma lição sobre preconceito

    A jornalista Beatriz Franco fez uma postagem em seu perfil no Facebook que está dando o que falar. Na publicação, Beatriz conta que, por falta de emprego na área de comunicação, começou a trabalhar como atendente de um ateliê de doces. No texto, a jornalista relata como foi sair de uma posição de “jornalista, que fala três idiomas, e tem currículo em comunicação” para “trabalhar de touquinha atendendo os outros”. no Alto Astral Ela afirmou que sentia um pouco de vergonha após assumir a função de atendente, mas percebeu logo o quanto isso era ruim. “Dá pra entender como isso é errado??? Era com essa inferioridade que eu via os outros atendentes, balconistas e nunca tinha percebido! Sentia vergonha por estar em um trabalho honesto, justo, que traz alegria para as pessoas, que auxilia os outros? Eu deveria é ter vergonha de mim por pensar assim, por tanta falta de humildade e empatia”, desabafa ...

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    Ator Alan Miranda fará campanha nas redes sociais com a filha contra preconceito

    A filha do ator, Eloá Miranda, 10 anos, foi vítima de injúria racial na escola onde estuda na última quarta-feira (4) Por Diogo Costa Do Correio24Horas Após denunciar nas redes sociais o caso de injúria racial sofrido pela filha de 10 anos na escola, o humorista Alan Miranda irá criar uma campanha nas redes sociais para discutir o tema. Batizada de “Leãozinho na Escola”, a iniciativa, segundo o ator, terá o objetivo de estimular que outros pais postem fotos de seus filhos que também possuem cabelos crespos utilizando uma hashtag com o nome da campanha. “A gente entende que esse é um momento difícil, mas também é um momento de a gente mostrar representatividade. Nós recebemos o apoio de muita gente nas redes sociais. Temos percebido como esse evento mobilizou as pessoas. A abordagem contra o preconceito tem sido positiva. Iremos fazer algumas fotos com a Eloá (Miranda) para começar a ...

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    Redes sociais mostram que brasileiros não sabem o que é ser de direita e esquerda. Por Patrycia Monteiro

    A jornalista Patrycia Monteiro Rizzotto, autora do texto a seguir, trabalhou como repórter nos jornais Brasil Econômico e Gazeta Mercantil e na revista Forbes Brasil. Por Patrycia Monteiro Do DCM Além da polarização política entre os eleitores brasileiros, algo ficou evidente no atual debate ideológico nas redes sociais do país: os equívocos conceituais sobre o que é ser de direita, de esquerda e o que é o nazismo. O PT, principal partido no olho do furacão dos debates, por exemplo, é acusado de ser de direita por seus críticos à esquerda — que argumentam que a legenda coaduna com o capital –, enquanto alguns críticos à direita chegam ao cúmulo de afirmar que o partido tenta instaurar uma ditadura comunista-esquerdista no Brasil. Diante da vala comum em que foram jogados todos os partidos e políticos brasileiros, como defini-los do ponto de vista ideológico? “Chamar o PT de comunista revela desconhecimento sobre o ...

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    Anúncio racista? Polémica nas redes sociais leva Gap a pedir desculpa

    Um anúncio que mostra um fotografia de quatro raparigas numa postura descontraída está a gerar enorme polémica nas redes sociais. Na imagem aparece ao centro uma rapariga mais alta com o braço sobre a cabeça de uma menina negra, esse é o pormenor controverso. Para uns a foto é totalmente inofensiva, para outros exemplo do racismo "passivo" que continua a vigorar nos Estados Unidos. A discussão ganhou tamanha dimensão que a Gap, marca de roupa publicitada na imagem, veio pedir desculpa e anunciou que a fotografia vai ser retirada da campanha publicitária. Do Sapo "Qual é a mensagem para as raparigas negras?... Será que elas têm de ser vistas como subordinadas?... Gap, vocês deviam ter vergonha!... ", este é um dos comentários na rede social Twitter que iniciou a polémica. A nova coleção da Gap, feita em colaboração com a conhecida apresentadora norte-americana Ellen DeGeneres, provocou uma vaga de contestação ...

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