segunda-feira, abril 12, 2021

Resultados da pesquisa por 'transvesti'

Roda Viva/TV Cultura

No Roda Viva, Erika Hilton comenta os ataques sofridos pelos parlamentares do PSOL

O Roda Viva desta segunda-feira (1º) recebeu a vereadora Erika Hilton, a mulher mais bem votada em todo país e a primeira transexual eleita para a Câmara Municipal de São Paulo". Ativista dos direitos humanos, Erika recentemente sofreu ataques e ameaças de um garçom. Ela chegou a registrar queixa. De acordo com o boletim, o homem chegou no gabinete da vereadora por volta das 17h, de terça-feira (26), usando uma bandeira e máscara com símbolos cristãos e "aparentemente perturbado". "O que aconteceu nos últimos dias é algo extremamente lamentável, preocupante e que acende um alerta", disse no programa. Assista abaixo ao trecho: "O que aconteceu nos últimos dias é algo extremamente lamentável, preocupante e que acende um alerta", diz @ErikakHilton sobre recentes ataques e ameaças a parlamentares trans do PSOL. #RodaViva pic.twitter.com/Dcc7ZyHzY8 — Roda Viva (@rodaviva) February 2, 2021 Negra e transvestigênere, Erika Hilton é a mulher mais bem votada ...

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CODEPUTADA ESTADUAL ERIKA HILTON. FOTO: RAVI SANTANA.

Campanha para ajudar pessoas trans em meio à pandemia é lançada na web

Em meio à pandemia do novo coronavírus, uma campanha direcionada para pessoas transexuais e travestis foi lançada e vem ganhando força nas redes sociais. No Universa ERIKA HILTON (FOTO: RAVI SANTANA) Denominada "Fortaleça uma pessoa Trans", a campanha foi idealizada pela deputada estadual Erika Hilton, da bancada ativista do PSOL-SP. O objetivo é ajudar este tipo de público que está sem renda devido à quarentena decretada pelos governos estaduais. "A população transvestigênere vive desde sempre uma situação de extrema vulnerabilidade social, econômica e política. Essa população sofre com expulsão escolar e diversas formas de exclusão do mercado de trabalho, restando apenas a prostituição como alternativa de sobrevivência para 90% das mulheres trans. Com a necessidade de isolamento, essas profissionais se encontram impossibilitadas de garantir seu sustento e estão passando por situações profundamente precárias: precisam de moradia, alimentos, produtos de higiene pessoal entre outras coisas básicas", disse ...

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Caio Santos de Oliveira, de 20 anos, confessou ter assassinado Kelly e disse à imprensa que "ela era um demônio". (Foto: REPRODUÇÃO/EPTV)

Quelly da Silva: O nome da travesti que foi assassinada e teve o coração arrancado

"O assassinato de uma pessoa trans manda um recado: o de que não temos o direito de existir", afirma presidente da Antra.   Por Andréa Martinelli e Leda Antunes, do HuffPost Brasil. Caio Santos de Oliveira, de 20 anos, confessou ter assassinado Kelly e disse à imprensa que "ela era um demônio". (Foto: REPRODUÇÃO/EPTV)     Ele era um demônio, eu arranquei o coração dele. É isso.   A frase acima é de Caio Santos de Oliveira, de 20 anos, que confessou ter assassinado Quelly da Silva, uma travesti de 35 anos, em Campinas (SP) no último domingo (20). Ele afirmou ter tirado o coração da vítima, colocado a imagem de uma santa no lugar e guardado o órgão em sua casa, além de furtar seus pertences. Oliveira foi preso em flagrante na manhã da última segunda-feira (21), após ter confessado o crime, e encaminhado à 2ª Delegacia Seccional da ...

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Iêda Leal (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Mobilizadas, mulheres negras ampliam presença na política

Em meio à triste notícia do expressivo crescimento da bancada da arma, da violência, da intolerância e do machismo no Congresso Nacional, depois de um período de campanha política em que houve mais reverberações de atitudes preconceituosas contra as mulheres e contra as minorias, enfim uma notícia boa desse período, que podemos comemorar. A participação feminina e, em especial, de mulheres negras cresceu, apareceu e nos dá esperança na luta por nossos direitos e por nossa sobrevivência. Por Iêda Leal de Souza, do Xapuri.info Iêda Leal (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil) De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres negras, atualmente, são pouco mais de 1% na Câmara dos Deputados. Dos 513 parlamentares da legislação vigente, 52 são mulheres, sendo 7 negras. As eleições de 2018 representaram um salto na eleição de mulheres no país. O número de senadoras se manteve sem alteração, dos ...

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Erica Malunguinho no Aparelha Luzia. JULIANA FARINHA

Erica Malunguinho, primeira deputada estadual transgênera de São Paulo

Erica Malunguinho da Silva será a primeira trans da história da Assembleia Legislativa. Outra mulher trans integra a Bancada Ativista, candidatura coletiva também inédita na Casa. Por Lívia Machado, do G1  Erica Malunguinho no Aparelha Luzia. JULIANA FARINHA A candidata Erica Malunguinho da Silva, do PSOL, foi eleita neste domingo (7) deputada estadual por São Paulo. É a primeira vez que uma pessoa transgênera consegue uma vaga na Assembleia Legislativa Paulista - em mais de 180 anos de existência da Casa. Erica obteve pouco mais de 54,4 mil votos com 98,28% das seções apuradas, o que já garantiu matematicamente sua eleição. Mulher, trans, negra, natural de Pernambuco, Erica é mestra em estética e história da arte pela USP e criadora da Aparelha Luzia, um quilombo urbano, espaço para fomentar produções artísticas e intelectuais na capital paulista. Ela também atua na área de educação, voltada para a ...

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Foto: Carlos Fofinho

O que a branquidade tem a ver com o caso de Marielle Franco?

Marielle Franco era uma jovem negra, além e acima de tudo. Além de ativista feminista, além de lésbica e mulher que lutava pelos direitos humanos e de ser a quinta vereadora mais votada no Rio em 2016. Começo esse texto afirmando que Marielle Franco era uma jovem negra além e acima de tudo, porque é preciso vislumbrar que ela foi mais uma das centenas de casos de uma juventude negra que corresponde a maioria (78,9%) dos 10% dos indivíduos com mais chances de serem vítimas de homicídios no Brasil. De acordo com informações do Atlas 2017, os negros possuem chances 23,5% maiores de serem assassinados em relação a brasileiros de outras raças. De acordo com esse mesmo documento, em 2017, de 66 vítimas de homicídios em seis meses, 48 são negros, quatro são brancos e, em 14 casos, a cor da pele não foi informada. Do total de 53 vítimas cuja ...

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“A travesti é convidada a sair à cidade apenas como ‘bicho noturno’”

Conversamos e escutamos pessoas trans, travestis, familiares e militantes da causa. Ouvimos suas histórias de infância, de adolescência, de transição, de estudo, de trabalho e de convivência dentro dessa sociedade – e da cidade. Seus relatos estão abaixo, com pequenas alterações em construção de frases e palavras para facilitar a narrativa. Do Cida de Ludica Eu sempre me vi fora do padrão, do “normal”. Sempre me senti uma mulher, podia não saber o que era, mas me sentia mulher. Lembro um dia no Ensino Fundamental quando umas amigas foram usar o banheiro feminino e eu naturalmente fui com elas. Aí falaram: – Não, você não pode, tem que usar outro banheiro! – Como assim? Eu posso, sou que nem vocês! Eu me sentia uma aberração. A gente nasce com uma condição e a sociedade diz que é errado e ficamos nos perguntando: por que eu nasci assim? É violento uma pessoa pensar ...

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Como o Reino Unido está promovendo o debate de gênero e sexualidade nas escolas

Ninguém nasce machista, homofóbico, racista ou transfóbico. Aprendemos a adotar comportamentos considerados comuns para a sociedade onde vivemos. Parte desse aprendizado vem da escola, durante a socialização entre as crianças. Segundo a pesquisa Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com mais de 18,5 mil alunos, mães, pais, diretores professores e funcionários, 99,3% dos entrevistados demonstram algum preconceito étnico-racial, socioeconômico, de gênero, geração, orientação sexual, deficiência ou territorial. O estudo indicou que 99,9% dos entrevistados têm vontade de manter distância de algum grupo social, principalmente os deficientes mentais e homossexuais, ambos com taxas de 98,8% de rejeição. por Gabriela Loureiro no Think Olga Seja para combater discriminação na escola ou para ensinar as crianças sobre questões básicas relacionadas a equidade, a educação de gênero em sala de aula é fundamental. Tanto é que a UNESCO recentemente se pronunciou a favor do aprofundamento do debate sobre sexualidade e gênero para ...

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Adam Lambert recusa papel para dar espaço a atrizes trans; Laverne Cox foi escolhida

O cantor Adam Lambert foi convidado para interpretar a travesti Frank n’ Further no remake para a TV do filme “Rocky Horror Picture Show”. Mas decidiu não aceitar, por acreditar que atrizes travestis e transexuais também devam ter espaço. no Nlucon “Eu senti que em 2016 ser cisgênero e fazer uma personagem trans é inapropriado. Nos anos 70 era diferente. Mas agora há uma ótima conversa sobre trans e gênero no mundo”, declarou ele, referindo-se à invisibilidade que atrizes trans sofrem no mercado e a luta pela inclusão no mercado de trabalho. Adam chegou a citar a música “Sweet Transvestite”, que é cantada no filme. “Eu sou uma doce travesti da Transilvânia transexual? É arriscado”, declarou. O cantor acabou ficando com o papel do motoqueiro amante de rock Eddie, que canta a música “Hot Patootie - Bless My Soul”. Para o papel da travesti Frank, foi escolhida a atriz Laverne Cox, que é ...

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O que é uma pessoa cis e cissexismo?

Vivemos em uma sociedade ciscêntrica, cisnormativa. Isso ocorre porque as pessoas cis detém o poder de decisão sobre as pessoas não-cis dentro de vários âmbitos: Médico, Político, Jurídico, Financeiro etc. Por Adriano Senkevics Do Ensaios de Genero Mas quem são as pessoas cis? Utilizei a seguinte definição a priori: “Uma pessoa cis é uma pessoa na qual o sexo designado ao nascer + sentimento interno/subjetivo de sexo + gênero designado ao nascer + sentimento interno/subjetivo de gênero, estão ‘alinhados’ ou ‘deste mesmo lado’ – o prefixo cis em latim significa “deste lado” (e não do outro), uma pessoa cis pode ser tanto cissexual e cisgênera mas nem sempre, porém em geral ambos.” Uma pessoa cis é aquela que politicamente mantém um status de privilégio em detrimentos das pessoas trans*, dentro da cisnorma. Ou seja, ela é politicamente vista como “alinhada” dentro de seu corpo e de seu gênero. Quero evitar dicotomizar ...

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O racismo apaga, a gente reescreve: Conheça a mulher negra que fez história no cinema nacional

Professor, quem são as cineastas negras brasileiras? (..) Silêncio (...) Por Renata Martins Do Brasil Post A cada dia que passa, a palavra privilégio tem sido utilizada para ilustrar os lugares sociais estabelecidos desde então; poder viver em um mundo onde não há preocupação com a etnia das referências, é um privilégio. Ser universitária negra e estudar ao longo de quatro anos e não ter nenhuma artista, técnica, intelectual negra que tenha construído narrativas e pensamento, é um prejuízo. E, de prejuízo em prejuízo, deixamos de ser roteiristas e protagonistas de nossas próprias histórias e quando isso acontece, os antagonistas e personagens secundários, roubam a trama. Adélia Sampaio, considerada a primeira cineasta negra a dirigir um longa-metragem, foi apagada pelas histórias; as contadas pelos professores, pelos críticos, pelos cinéfilos, pelos artistas da época, pelos pesquisadores e por vários estudantes de cinema que nunca sentiram falta de outras referências. Afinal, sendo o ...

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Foto: Juliana Hilal

“No Quarto 360 do hotel Lorraine”, ou “o espírito de James Earl Ray, ainda está entre nós?”- “O Topo da Montanha”, de Katori Hall, com Lazáro Ramos e Taís Araújo.

"Temos de enfrentar dificuldades, mas isso não me importa, pois eu estive no alto da montanha. Isso não importa. Eu gostaria de viver bastante, como todo o mundo, mas não estou preocupado com isso agora. Só quero cumprir a vontade de Deus, e ele me deixou subir a montanha. Eu olhei de cima e vi a terra prometida. Talvez eu não chegue lá, mas quero que saibam hoje que nós, como povo, teremos uma terra prometida. Por isso estou feliz esta noite. Nada me preocupa, não temo ninguém. Vi com meus olhos a glória da chegada do Senhor". Martin Luther King, Memphis, Tennessee, 3 de abril de 1968. Enviado por Isis Aparecida Conceição e Cristian Moura via Guest Post para o Portal Geledés  Toda a peça acontece em um único cenário, o modesto e sinestésico quarto 306 do Hotel Lorraine, em Memphis, na margem leste do rio Mississipi. Você já deve ...

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Cultura do ódio, a violência nossa de cada dia

Qual sentido em discutir e divulgar de modo sensacionalista um crime depois que ele já foi cometido? Por não ser detetive, nem médico legista, a melhor maneira para dissecar a violência é regredir nos milhares de "pequenos" crimes cometidos de maneira sutil, muito antes do gatilho ser disparado. Não há maior violência que a própria cultura da violência, mais nociva que a bomba atômica. Por Toni C.*, do Vermelho "A reconstituição do crime deve ser feita anos antes" (GOG). Quando falamos em cultura de violência, para muitos a primeira coisa que venha à mente talvez seja logo o funk pankadão com sua batida seca e mensagem direta, com papo reto. Mas o funk não é violento quando comparado à realidade onde essa cultura sobrevive. O fluxo, o rap, o samba e a cultura que vem do morro não são nem devem ser associados com as causas da violência. A violência vem ...

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Quem tem medo das pedagogas negras?

Não vou me demorar em responder a pergunta que intitula o presente texto, visto que a própria História da Educação não hesitou em apontar os homens e as mulheres brancas enquanto temerosas à ascensão profissional de professoras negras. No século XIX, quando a educação foi utilizada para pavimentar o projeto nacional de civilização e progresso brasileiro, criaram as primeiras Escolas Normais para a formação de professores, as quais eram majoritariamente compostas por homens, e naquele período era possível notar a forte presença de homens negros atuando nas escolas profissionais e como diretor escolar (DÁVILA, 2006), entretanto, no inicio do século XX, “o número de homens de cor envolvidos no ensino público diminui, seguido por um decréscimo no número de mulheres de cor, até que a década de 1930 e 1940 a esmagadora maioria de professores era composta por mulheres brancas” (DÁVILA, 2006, p. 152). Por Ivanilda Amado Cardoso Enviado por  ...

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Manifesto da Mulher Trans

A bióloga e ativista trans Julia Serano analisa as raízes dos preconceitos contra transexuais, explica porque a mulher trans se encontra no ponto de encontro de vários tipos de discriminação, e propõe que apenas com o verdadeiro feminismo pessoas de todos os gêneros poderão encontrar a igualdade No LadoBi  Traduzido do ensaio escrito por Julia Serano e publicado no livro Whipping Girl: A Transexual Woman on Sexism and the Scapegoating of Femininity Esse manifesto clama pelo fim da desumanização, ridicularização e utilização como bode expiatório de mulheres trans por toda parte. Para os propósitos desse manifesto, mulher trans é definido como qualquer pessoa que a quem se atribuiu um sexo masculino ao nascimento,  mas que se identifica como e/ou vive como uma mulher. Nenhum tipo de qualificação deve ser colocado no termo “mulher trans” tendo por base a habilidade da pessoa em “se passar” por mulher, seus níveis hormonais, ou o estado de ...

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Symmy Larrat conta sua trajetória em entrevista exclusiva à Agência BrasilMarcello Casal Jr/Agência Brasil

“Meu gênero é feminino. Sou mulher”, diz primeira coordenadora travesti da SDH

Symmy Larrat conta sua trajetória em entrevista exclusiva à Agência Brasil Marcello Casal Jr/Agência Brasil "Não me sinto inserida, me sinto excluída, mesmo ocupando um cargo como eu ocupo”. Esse é o desabafo de Symmy Larrat, a primeira travesti a ocupar a função de coordenadora-geral de Promoção dos Direitos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. A paraense, de 37 anos, faz parte de uma minoria de trans que conseguiu superar os obstáculos do preconceito para estudar e ocupar um lugar no mercado de trabalho. Até se formar em comunicação social e chegar ao escritório político em Brasília, percorreu um longo caminho. Como a maioria dos homens e mulheres transexuais e travestis, Symmy primeiro teve que se entender, aceitar-se, para só então se assumir. no Agência Brasil Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, Symmy fala da realidade e das lutas desse grupo que ainda ...

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Não há emancipação no faz de conta da inclusão nas terras de Cabral.

Por Arísia Barros O racismo contemporâneo traduz o grande conflito entre as noções dos direitos humanos e a execrável, irracional e subjacente retórica político-ideológica do estado brasileiro: Negro não pode! O racismo é a ponta do iceberg do autoritarismo da minoria esmagadora, composta na sua grande maioria por homens brancos, os latifundiários das terras de Cabral , que dissimulam a incapacidade da não democratização dos espaços de oportunidades iguais para a grande maioria, impondo o discurso letal da criminalização dos diferentes. Discurso este plenamente aceito por [email protected] e [email protected] de nós. Exemplo disso é o nosso povo se apropriando das metáforas escravistas ao clamar pela pena de morte para crianças e adolescentes infratores, na sua grande maioria de pele parda ou preta. Claro, desde que os supostos executados não sejam suas crias ou um ente familiar. Faz tempo uma porção considerável da sociedade, assumindo uma passividade anêmica, torna-se o braço ...

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arisia-barros

O boi fez a festa na praça do povo.

Por: Arísia Barros A Praça Multi Eventos fica no coração do bairro da Pajuçara, em Maceió e no sábado, 16 de abril, a praça transformou-se em uma arena de show bordada de gente feliz, enfeitada de tons e cores e do protagonismo entusiasmado das populações periféricas. O público presente beirou em quase sete mil pessoas. Sete mil gentes que percebem a arte como extensão da vida, uma cultura plural, aquela que enche arquibancadas e explode criatividade. Foi uma senhora festa repleta de significados e pessoas que não se furtam de produzir e vivenciar o exercício artístico de um jeito cuidadoso e artesanal, com linguagem própria. Uma linguagem especialíssima. O Bumba Meu Boi é tido como uma das mais ricas representações do folclore brasileiro. Segundo os historiadores, essa manifestação popular surgiu através da união de elementos das culturas européia, africana e indígena. A festa do Boi na Praça Multi Eventos, em ...

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Transexualidade

Gênero e estrutura biológica não definem o que somos e o que queremos ser. Essa é uma das questões centrais do discurso da professora Berenice Bento durante a entrevista que concedeu, por telefone, à IHU On-Line. Para ela, “discutir gênero é transitar por um conjunto de teorias e de concepções e explicações sobre o que é ser masculino e feminino”. Sua filiação teórica está ligada aos estudos queer e, por isso, ela defende que gênero não tem nada a ver com a estrutura biológica. “Discutir transexualidade nos remete a discutir identidade de gênero deslocada da biologia porque são pessoas que têm todas as genitálias normais, toda a estrutura biológica, cromossomos absolutamente normais e, no entanto, não se reconhecem no corpo. E, nesse sentido, a genitália é apenas uma das partes do corpo”, explica. Berenice Bento é graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás, mestre e doutora em Sociologia ...

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