quinta-feira, julho 2, 2020

    Resultados da pesquisa por 'violência'

    Gel Santana

    “Nos acostumamos por demais à violência do Estado” diz Bernard Attal

    Em 2 de agosto de 2014, no bairro da Calçada, em Salvador, Geovane Mascarenhas de Santana estava em sua moto, quando foi abordado por alguns policiais. Após essa abordagem, registrada por uma câmera local, Geovane foi colocado no porta-malas de uma viatura da Rondesp, por volta das 17h. Depois disso, nunca mais foi visto. Sua moto também foi levada pelos policiais e nunca mais encontrada. Se não fosse a persistência de seu pai, o comerciante Jurandy Silva de Santana, seu corpo jamais teria sido encontrado.  Após treze dias de intensa busca, o corpo de Geovane foi achado no IML carbonizado, decapitado e sem suas tatuagens.  O documentário “Sem Descanso”, do cineasta francês Bernard Attal, já traduz em seu título a saga desse pai em busca da verdade sobre o que aconteceu com Geovane. Mais do que isso, debate o sistemático uso da violência nas abordagens policiais em que invariavelmente culminam ...

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    PROTESTO NOS EUA PELA MORTE DE GEORGE FLOYD. FOTO: AFP.

    Brasil se posiciona contra inquérito da ONU sobre violência policial nos EUA

    O Brasil se posicionou contra a criação de uma comissão de inquérito internacional para investigar abusos e violência policial contra a população negra nos Estados Unidos, durante uma reunião extraordinária do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, na quarta-feira 17. A reunião extraordinária foi convocada por 54 nações africanas para debater a discriminação e o “racismo sistêmico” nos Estados Unidos, motivadas pelo homicídio de George Floyd, homem negro morto em Minneapolis em 25 de maio, após ser pressionado contra o chão pelo joelho de um policial durante vários minutos. Ao se posicionar contra, a representante da missão permanente do Brasil junto à ONU em Genebra, Maria Nazareth Farani Azevêdo, argumentou que o problema do racismo não é exclusivo de uma região específica. “É um flagelo profundamente enraizado em muitas partes do mundo, afetando grande parte da humanidade”, afirmou, acrescentando que também é importante reconhecer o “papel indispensável” das ...

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    Andrea se libertou de um relacionamento abusivo após dez anos de casamento
Imagem: Arquivo pessoal

    Me livrei do meu agressor: elas contam como deram fim à violência doméstica

    Andrea, Carol, Nina, Renata e Maria são de cidades, idades e origens distintas. Embora nunca tenham se encontrado, a história de violência doméstica que cada uma enfrentou e as artimanhas que seus agressores usaram para machucá-las se entrelaçam como se estivéssemos falando de uma mesma vítima. Andrea, Carol, Nina, Renata e Maria são de cidades, idades e origens distintas. Embora nunca tenham se encontrado, a história de violência doméstica que cada uma enfrentou e as artimanhas que seus agressores usaram para machucá-las se entrelaçam como se estivéssemos falando de uma mesma vítima. Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina analisaram o perfil de homens envolvidos em situações de violência contra mulheres ("O que se sabe sobre o homem autor de violência contra a parceira íntima: uma revisão sistemática"), a partir de 33 artigos internacionais publicados sobre o tema. Além dessas semelhanças entre os agressores, notaram que a vítima tende a ...

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    Montagem de Tropa de Elite (Foto: Reprodução) e Segundo Sol (Foto: /Instagram/João Cotta/Divulgação/Imagem retirada do site Rolling Stone)

    Como violência policial e racismo são normatizados pela produção audiovisual brasileira

    O adolescente João Pedro morreu há um mês, no dia 18 de maio de 2020. Vítima de uma ação das polícias civil e federal, o estudante negro foi baleado dentro de casa no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, Região Metropolitana do RJ. Parentes acharam o corpo 17 horas depois, no IML(Instituto Médico-Legal) de Tribobó. O caso é apenas mais um que representa a violência policial e o racismo sistêmico no Brasil. Apesar de declarações relacionadas à morte do adolescente, as mobilizações nacionais se intensificaram com a morte de George Floyd, homem negro assassinado por policiais brancos nos Estados Unidos. Alguns questionamentos feitos nas redes sociais remetem ao porquê de brasileiros se mobilizaram fortemente apenas após o caso George Floyd - e um dos motivos pode ser a forma que produções audiovisuais a e própria imprensa brasileira acabam, muitas vezes, normatizando a violência e o racismo. “Isso mostra muito sobre ...

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    Alex R. Hibbert interpreta Chiron durante a infância — Foto: Moonlight/Divulgação

    As diversas formas da violência racista

    A violência sob diversas formas, no Brasil, na África, França e nos Estados Unidos perpassa as narrativas históricas dos filmes que reforçam os amplos movimentos antirracistas desencadeados no mundo a partir do assassinato de George Floyd em Minneápolis. As vozes de protestos do LBM - Lives Black Matter - se tornam planetárias e marcam um ponto de inflexão na luta contra a violência policial em particular. "Não me batam! Eu sou trabalhador,'' gritava o rapaz de 27 anos selvagemmente espancado por cinco PMs em São Paulo, esta semana. Em apenas cinco dias outros dois casos de rapto, assassinato e espancamento de jovens negros foram flagrados nas periferias da capital daquele estado. ''Enquanto a violência do racismo perdurar, ninguém está seguro,” advertiu Angela Davis, em entrevista ao jornal The Guardian. Em Atlanta, um novo assassinato de rapaz negro, Ryashard Brooks, alvejado num estacionamento, e morto por policiais brancos com dois tiros ...

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    © iStock

    África quer investigação ao “racismo sistémico” e violência policial

    O texto do projeto, consultado hoje pela agência AFP, está a ser distribuído entre diplomatas para consulta, antes de um debate urgente sobre o assunto no Conselho dos Direitos Humanos, que se realiza na quarta-feira em Genebra. O debate teve como pano de fundo os protestos que abalaram os Estados Unidos desde a morte em Minneapolis de George Floyd, um homem negro de quarenta anos que foi asfixiado por um polícia branco em 25 de maio. No projeto de resolução, o grupo de países africanos condena veementemente "as práticas raciais discriminatórias e violentas das agências de aplicação da lei contra africanos e pessoas de origem africana e o racismo estrutural endémico no sistema de justiça penal nos Estados Unidos e noutras partes do mundo". Exige a criação de uma comissão de inquérito internacional independente, uma estrutura de alto nível normalmente reservada para crises graves, como o conflito sírio. O objetivo ...

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    Caso foi registrado em Cachoeira, no Recôncavo baiano — Foto: Pai Duda de Candola/Arquivo pessoal

    Pai de santo denuncia invasão, tiros e destruição de objetos sagrados em terreiro na Bahia: ‘Violência muito grave’

    A tranquilidade do terreiro Ilê Axé Icimimó Agunjí Didê, em Cachoeira, no Recôncavo baiano, foi substituída por momentos de tensão na última terça-feira (9). Em postagem feita nas redes sociais, Antônio Santos, o Pai Duda de Candola, denunciou uma invasão de homens armados ao local. No relato, ele afirma que os invasores dispararam tiros para o alto, cortaram as cercas que delimitam o terreno do terreiro de candomblé e destruíram objetos sagrados. Na manhã desta sexta-feira (12), Pai Duda de Candola narrou ao G1 o que presenciou na última terça-feira. Ele afirma que os responsáveis pela invasão eram funcionários da empresa Penha Papéis e Embalagens, que tem sede na cidade de Santo Amaro da Purificação, vizinha a Cachoeira. “Essa invasão já é a quarta vez que esses agressores chegam ao terreiro. Na terça-feira, por volta das 9h foi que aconteceu esse grande absurdo. Chegaram com grande violência. Eu não pude ...

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    iStockphoto

    Pele alva e pele alvo: porque jovens negros continuam sendo vítimas preferenciais da violência

    Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, publicados em 2019, mostram que houve um aumento de 19% de mortes por agentes policiais, em relação ao ano anterior da pesquisa, sendo que desse montante 99% são homens. O viés racial é evidente: 75% são negros e, entre eles, 78% são jovens e filhos. Esta reportagem é uma reflexão sobre a alta letalidade de jovens negros por causas violentas – justamente, um dos temas priorizados pelo Fundo Baobá no eixo Viver com Dignidade. “Com a experiência escravista, naturalizamos o controle físico sobre os negros e negras em nossa sociedade, de modo que é trivial que um jovem negro seja enquadrado na esquina de sua casa ou mesmo que seja morto barbaramente sem que haja qualquer tipo de consequência política ou social”, destaca Felipe Freitas, doutor em Direito e Sociedade, Conflito e Movimentos Sociais, pela Universidade de Brasília (UnB), e membro do Conselho Deliberativo do ...

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    Carta antiviolência racial - (Foto reprodução Phil Roeder via Flickr)

    Mais de 70 entidades LGBT assinam carta antiviolência racial

    Uma carta antiviolência racial veio à tona depois dos recentes assassinatos de negros americanos, incluindo George Floyd, um homem de 47 anos que foi morto após um policial branco chamado Derek Chauvin colocar o joelho no pescoço por oito minutos e 46 segundos. Tony McDade, um homem negro transgênero, também foi morto por policiais brancos na Flórida. Agora, acredita-se que seu assassinato seja a 12ª morte violenta de um transgênero do ano de 2020 nos Estados Unidos. Desde então, protestos e manifestações eclodiram em 140 cidades nos Estados Unidos – e no mundo – contra a brutalidade policial, o racismo e a supremacia branca, com mais de 4000 pessoas sendo presas (em 31 de maio de 2020). “‘Se você é neutro em situações de injustiça, escolheu o lado do opressor. ‘Essas palavras, escritas há mais de 30 anos pelo arcebispo Desmond Tutu, lembram-nos que a indiferença nunca pode superar a ...

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    PM tenta conversar com morador de Alphaville, na Grande São Paulo. Ele ofende o policial com xingamentos e dizendo que ganha R$ 300 mil por mês  (Foto: Reprodução/Redes sociai)

    Morador de condomínio de luxo de SP suspeito de violência doméstica diz que ganha ‘R$ 300 mil’ e xinga PM de ‘lixo’; veja vídeo

    Um morador de Alphaville, condomínio de alto padrão na Grande São Paulo, que era suspeito de violência doméstica contra a mulher durante a quarentena, aparece num vídeo que circula nas redes sociais ameaçando agredir um policial militar, dizendo que ganha "R$ 300 mil por mês", o chama de “lixo” e xinga ele e uma policial com palavrões em frente à sua residência, em Santana de Parnaíba (veja as imagens acima). Ele resistiu, mas foi detido. Depois acabou liberado. O comerciante de 49 anos foi levado algemado na tarde de sexta (29) para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da cidade, mas foi solto porque sua esposa, uma operadora bancária de 46 anos, não quis representar criminalmente contra ele naquele momento (apesar disso, ela tem prazo legal de até seis meses para fazer a representação). Em depoimento à Polícia Civil, o homem negou que tenha ameaçado a mulher e afirmou ...

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    CLASSEN RAFAEL / EYEEM VIA GETTY IMAGES

    Violência obstétrica: outra face da violência contra as mulheres

    As redes sociais possibilitaram que mulheres de lugares diferentes e níveis sociais distintos compartilhassem experiências de humilhação, maltrato e violência vivida no meio médico-hospitalar em uma etapa particular de suas vidas: o parto. Compartilharam experiências de desrespeito, de procedimentos realizados sem anestesia ou sem seu consentimento, de uso de técnicas agressivas, de falta de intimidades e confidencialidade, entre várias outras. Identificaram suas vivências como maltrato ou violência; contudo o que viveram não tinha um nome. Nos últimos anos, essa experiência começou a ser nomeada, especialmente por movimentos de mulheres na América Latina: violência obstétrica. Em geral, considera-se violência obstétrica aquela sofrida por mulheres durante a atenção ao parto nos centros de saúde. Essa violência é objeto de questionamentos. Ainda não há um consenso internacional acerca do termo para nomear certas condutas violentas na atenção ao parto, e se questiona se referidas condutas poderiam configurar um tipo de violência. Essas discussões ...

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    Imagem: iStock

    Mulheres de Belém vítimas de violência doméstica podem denunciar por telefone e atendimento virtual

    As mulheres vítimas de violência doméstica podem realizar denúncias por telefone e meio virtual disponibilizados pela Coordenadoria da Mulher de Belém (Combel). De acordo com a ONU Mulheres, a violência física e sexual contra mulheres têm aumentado durante o período de isolamento social provocado pelo coronavírus. Por meio dos canais de atendimentos, as mulheres vulneráveis podem contar com encaminhamentos jurídicos, psicossociais e outros. Em 2019, mais de 8 mil casos de violência doméstica foram registrados no Pará. As orientações de isolamento social em todo o Pará iniciaram no dia 16 de março, com a divulgação do primeiro decreto estadual diante da pandemia do coronavírus. Segundo a Combel, a ligação é recebida por assistentes sociais que fazem escuta da vítima e ajudam de acordo com a necessidade de cada mulher, orientando sobre como proceder em situação de agressão. As denúncias podem ser realizadas através do Disque Denúncia 180 da Central de ...

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    Getty Images

    Mulheres negras sofrem mais com a violência obstétrica; ouça debate

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) 140 milhões de partos são feitos todos os anos no mundo, No entanto, é difícil precisar quantos foram violentos. O termo violência obstétrica vem ganhando fôlego no mundo e ajudando a estabelecer limites na relação entre gestante e equipe médica. Aqui no Brasil, um levantamento da Fundação Perseu Abramo aponta que violência obstétrica atinge uma em cada quatro mulheres brasileiras. As agressões, no entanto, são ainda maiores quanto há um recorte racial. Mulheres negras têm mais chances de terem atendimento negado, peregrinar até achar uma maternidade, serem impedidas de ter acompanhante durante o parto, não receberem anestesia para alívio da dor e ouvirem diferentes agressões verbais. Os exemplos acima são alguns dos citados pela doula Daniela Rosa, mestre em sociologia pela Unicamp e educadora e pela médica Denise Ornelas, mestre em saúde da família pela Unifesp. Elas participaram do episódio desta semana. Ouça ...

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    (Foto: China Photos / Getty Images)

    Como proteger idosos da violência patrimonial durante a pandemia

    Com a recomendação de permanecer em casa durante a pandemia de Covid-19, os idosos se tornam alvo de possíveis fraudes e golpes envolvendo seus nomes. O alerta foi feito pela ministra Damares Alves, da pasta da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). "Quero falar com advogados e líderes religiosos: cuidado com alguns filhos espertinhos, que estão neste momento pegando procuração de pai e mamãe para ir ao banco ou procuração de amplos poderes para antecipar herança ou vender bens. Atenção, donos de cartórios: cuidado com o aumento de procurações que começam a surgir”, salientou Damares, ao tratar da violência patrimonial contra pessoas da terceira idade. Segundo dados da ouvidoria do MMFDH, de 17 de março a 24 de abril, foram 705 denúncias pelo Disque 100 somente contra pessoas idosas relacionadas às consequências da pandemia do novo coronavírus (canal específico aberto nesse período) – a grande maioria ...

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    Combate à violência doméstica em tempos de pandemia: o papel do Direito

    Em tempos de Covid-19, têm surgido demandas de maior atuação do Estado em diversos domínios, como na economia e na saúde pública. Ao mesmo tempo, discute-se a realocação de verbas governamentais de diversas áreas para a garantia de padrões mínimos de vida para milhões de brasileiros que perderão empregos e renda por conta do confinamento que a pandemia impõe. Nesse contexto, é imprescindível que operadores jurídicos e formuladores de políticas públicas tenham em mente que a garantia de padrões mínimos de vida em confinamento passa, necessariamente, por garantir que a população esteja livre de qualquer forma de violência. Por Heloisa Bianquini, Do ConJur  (Foto: POLONEZ / SHUTTERSTOCK) Uma forma de violência que merece especial atenção é a violência doméstica. Este tipo de agressão ocorre muitas vezes de forma invisível e insidiosa, principalmente por se dar na esfera privada e doméstica. 1. Pandemia e violência doméstica A ...

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    CAROLINE LIMA/ESPECIAL PARA O HUFFPOST BRASIL

    Promotora cria rede de apoio e reúne 700 “justiceiras” contra violência

    Ao ser vítima de violência doméstica, uma mulher sabe como proceder? Para quem recorrer quando se precisa conhecer seus direitos e buscar apoio emocional, jurídico e psicológico? Por Fabiana Batista, do Universa A promotora Gabriela Manssur (Caroline Lima/Especial para o Huffpost Brasil) Num período em que se acredita que o isolamento social, aliado à crise financeira e abuso de álcool e drogas possa alavancar o número de mulheres agredidas em casa, nasceu uma rede de justiceiras -mulheres com diversas formações voltadas para apoiar, voluntariamente, outras mulheres por meio do Whatsapp —(11) 99639-1212. Em quarentena com os filhos após voltar dos Estados Unidos, a promotora de Justiça de São Paulo Gabriela Manssur conta que a necessidade de isolamento fez o projeto sair mais rápido do papel e que se surpreendeu ao receber 700 pedidos de mulheres que queriam ser voluntárias no projeto. Leia a seguir trechos da ...

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    Marcos Santos/USP

    O que acontece após a vítima de violência doméstica fazer um B.O. online?

    Mulheres vítimas de violência doméstica podem, desde o começo do mês, registrar boletins de ocorrência pela internet em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo e no Distrito Federal. A medida foi tomada em caráter de emergência por causa do aumento de casos do crime durante a pandemia de Covid-19 e também por causa da subnotificação provocada pelo isolamento social. Por Priscila Gomes, da Universa Marcos Santos/USP Em São Paulo, embora não haja ainda dados oficiais, que devem ser divulgados apenas no fim do mês, todos os dias o registro desse tipo de ocorrência cresce entre 10% e 15% em relação ao dia anterior. Mas o que acontece depois que uma mulher emite, de casa, esse grito de socorro? Conversamos com advogadas e a Secretaria de Segurança Pública (SSP) para descobrir. Como obter provas em um B.O. pela internet? Assim como os demais ...

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    POLONEZ / SHUTTERSTOCK

    Prisões em flagrante em casos de violência doméstica crescem 51%, diz MP-SP

    O Ministério Público de São Paulo divulgou nota técnica que compara os números da violência doméstica durante o isolamento para combater a pandemia de coronavírus. O estudo foi realizado pelo Núcleo de Gênero da entidade e contempla os meses de fevereiro e março. Por Rafa Santos, da Conjur  POLONEZ / SHUTTERSTOCK O dado que mais chama atenção é o das prisões em flagrante por violência contra a mulher: aumento de 51% em março em comparação ao mês anterior. O número de medidas protetivas de urgência também aumentou 29% em março em relação a fevereiro. Os descumprimentos de medidas protetivas caíram durante a quarentena. E os pedidos de medidas preventivas de urgência, entretanto, registraram, de modo geral, um aumento. O documento também aborda o problema da subnotificação dos casos de violência. Conforme o MP-SP, a tendência é que o isolamento gere uma queda nos registros de boletins de ocorrência em números absolutos ...

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