terça-feira, setembro 29, 2020

    Resultados da pesquisa por 'violência contra a mulher'

    Aonde mora a violência contra a mulher?

    No dia 23 de julho de 2019, a jornalista Cláudia Collucci publicou um artigo no jornal Folha de São Paulo intitulado: Mulher corre mais risco de ser morta em casa do que na rua. No texto, a autora apresenta dados do Atlas da Violência de 2018, em especial a informação sobre o aumento de 17,1% do número de mulheres mortas dentro de casa entre 2012 e 2017, enquanto, no mesmo período, os assassinatos em locais públicos caíram 3,3%. Por Camila Miranda Sousa Race, enviado para o Portal Geledés  Foto da Campanha Feminicídio: uma realidade que queremos acabar do Ministério Público da Bahia. Esses dados trazem um paradoxo: em um país marcado por conflitos urbanos e violência nas ruas, a mulher é mais assassinada em casa. Ademais, outro ponto sensível é o fato da mulher negra ser a maior vítima de feminicídio no país, perfazendo 61% das ...

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    Foto: Red Records

    Campanha acende alerta para luta contra feminicídio e violência contra a mulher em MG

    A ideia do vídeo, produzido em Poços de Caldas, é dar voz às mulheres que não tem, como forma de conscientização e alerta para relacionamentos abusivos. Por Beatriz Mendes, do G1 Foto: Red Records Um estúdio de Poços de Caldas (MG) lançou a campanha "Nenhuma a Menos" contra o feminicídio. O projeto produziu um vídeo, no qual o tema é retratado com música autoral e ainda uma encenação. O Brasil é o quinto país em taxas de feminicídio no ranking mundial, segundo levantamento usado no material. A ideia do projeto surgiu a partir da insatisfação com o aumento de casos de feminicídio no país e na cidade de Poços de Caldas (MG). Em uma conversa, um grupo de artistas teve a ideia de expor a temática de forma didática e que pudesse ser facilmente repercutida. “Nós pensamos no formato de vídeo por conta da forma como ...

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    (Foto: Gabriela Biló/Arquivo Estadão Conteúdo)

    Governo ‘zera’ repasses a programa de combate à violência contra a mulher

    Casa da Mulher Brasileira tinha como objetivo construção de diversas unidades; no entanto, apenas cinco estão funcionando. Entre 2015 e 2019, o orçamento da Secretaria da Mulher foi reduzido de R$ 119 milhões para R$ 5,3 milhões Por Julia Lindner - O Estado de S.Paulo BRASÍLIA - O principal programa do governo federal de combate à violência contra a mulher ficou sem um único centavo no ano passado. A 'Casa da Mulher Brasileira' tinha como objetivo inicial construir ao menos uma unidade de atendimento integrado, por Estado, para aquelas que sofrem com agressões físicas e psicológicas. Lançado ainda na gestão de Dilma Rousseff, em 2015, o programa apoia mulheres que sejam alvo de violência causada por desconhecidos, companheiros ou familiares. Até agora, no entanto, apenas cinco unidades estão funcionando. Em São Paulo, a estrutura local teve de contar com investimento privado para que a obra fosse concluída. [caption id="attachment_149407" align="aligncenter" ...

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    Plataforma mapeia casos de violência contra a mulher na América Latina

    A plataforma EVA também mostra a evolução dos direitos das mulheres e iniciativas de combate à violência por Isabela Alves no Jonral GNN A cada dois segundos, uma mulher é vítima de violência física ou verbal no Brasil, de acordo com o portal Relógios da Violência, do Instituto Maria da Penha. E a violência, muitas vezes, é praticada por parceiros da vítima: três em cada cinco mulheres jovens já sofreram violência em relacionamentos, segundo uma pesquisa do Instituto Avon. Com o objetivo de divulgar informações úteis para a criação e melhoria de políticas públicas voltadas à prevenção e redução da violência contra as mulheres no Brasil e em outros países da América Latina, o Instituto Igarapé criou a plataforma EVA. A ferramenta, que mapeia os casos de violência contra a mulher no Brasil, na Colômbia e no México, aponta dados detalhados, como idade das vítimas, raça e o tipo de instrumento utilizado ...

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    Ato na Esplanada espalha cruzes em lembrança a vítimas de feminicídio — Foto: Brenda Ortiz/G1

    Dia de Combate à Violência contra a Mulher: ato na Esplanada espalha cruzes em lembrança a vítimas de feminicídio

    Data lembrada nesta segunda-feira (25) foi instituída pela ONU. Em Brasília, helicóptero espalhou pétalas de rosa sobre Congresso Nacional. Por Brenda Ortiz e Marília Marques, no G1 Ato na Esplanada espalha cruzes em lembrança a vítimas de feminicídio — Foto: Brenda Ortiz/G1 Um ato em lembrança às vítimas de feminicídio no país espalhou 1.140 cruzes no gramado do Congresso Nacional, na manhã desta segunda-feira (25), em Brasília. A manifestação marca o Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher – instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1999. A quantidade de cruzes, segundo uma das organizadoras do ato Gabriele Olivi, representa os números de assassinatos de mulheres – por questões de gênero – registrados no Brasil em 2019. "As cruzes representam mortes no Brasil inteiro. Não é um ato só por Brasília, mas de todo país. Chamamos para a manifestação, mulheres que já foram ...

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    Redes de saúde terão 24h para notificar casos de violência contra a mulher

    Lei já obrigava notificação, mas não estipulava prazo. Projeto foi aprovado pela Câmara e Senado e segue para sanção presidencial. Por Andréa Martinelli, Do HuffPost Brasil No Brasil, a taxa de assassinato de mulheres negras cresceu quase 30%, enquanto a de mulheres não negras subiu 4,5%. (Foto: GETTY IMAGES) Profissionais da rede pública e privada de saúde terão prazo de 24h para notificar a polícia em casos de violência contra a mulher ou até indícios deste tipo de crime, determinou a Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira (12). Projeto já passou pelo Senado e agora segue para sanção presidencial. A proposta tem a intenção de evitar que casos de violência contra a mulher sejam subnotificados. A lei já obrigava a notificação, mas não versava sobre indícios da violência ― além da agressão física, por exemplo ― e não estipulava prazo. Na tribuna, a relatora da proposta, deputada ...

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    PESQUISADORES RESSALTAM A IMPORTÂNCIA DE SEREM ENSINADOS OS ASPECTOS POSITIVOS DA MASCULINIDADE (FOTO: PIXABAY)

    Aulas sobre “masculinidade” diminuem índices de violência contra a mulher

    Para pesquisadores, meninos devem ser ensinados sobre os aspectos positivos da masculinidade desde o Ensino Fundamental Da Revista Galileu PESQUISADORES RESSALTAM A IMPORTÂNCIA DE SEREM ENSINADOS OS ASPECTOS POSITIVOS DA MASCULINIDADE (FOTO: PIXABAY) Aulas sobre os aspectos positivos da "masculinidade" diminuem índices de violência contra a mulher, de acordo com uma análise feita nos Estados Unidos. Pesquisadores chegaram à conclusão após fazerem experimento com alunos do Ensino Fundamental. Após uma série de atividades envolvendo a questão, os garotos mostraram entender melhor os problemas do uso de coerção e violência nas relações. Além disso, o programa mudou as crenças da turma sobre atitudes violentas, incluindo assédio e violência sexual. "A maioria das pesquisas sobre violência sexual concentra-se em estudantes do Ensino Médio e Superior, mas pesquisas mostram que essas formas de violência também prevalecem entre estudantes do Ensino Funtamental", disse Victoria Banyard, principal autora do estudo, em comunicado. As ...

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    Imagem: Adobe Fotos - Geledés Instituto da Mulher Negra

    ‘Violência contra a mulher é a violência contra a Natureza’

    “Na cultura africana a representação do feminino é muito mais ampla do que a ocidental, da mulher como ser biológico”, resume Paulo Fernandes, ator, bailarino, coreógrafo e disseminador da cultura Bantu no Espírito Santo. por Paulo Fernandes no Seculário Imagem: Adobe Fotos - Geledés Instituto da Mulher Negra O feminino, essa potência, está ligada não somente à geração de vida humana, como genitora, mas ela também é a grande mãe terra, explica Paulo. “Ela é negra pela força que a própria melanina traz como resistência da sobrevivência e como uma luta de valores que na atualidade estão se perdendo”. Já a própria palavra África não é de origem africana, esclarece, mas sim romana. Vem de “africare”, de fricção, de calor, e remete ao corpo quente, à sexualidade e ao prazer. O que explica essa visão reduzida da mulher negra, como objeto sexual, o que levou à ...

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    JACQUELINE LISBOA:ESPECIAL PARA O METRÓPOLES

    Violência contra a mulher: denunciar é dever e pode salvar vidas

    Só nos três primeiros meses deste ano, a Polícia Civil do DF registrou 3.859 ocorrências de violência doméstica Camara Legislativa do Distrito Federal para o Metrópoles JACQUELINE LISBOA:ESPECIAL PARA O METRÓPOLES Ter a casa própria era o sonho de Elisângela Moreira dos Santos, de 36 anos. Ela, o marido e os filhos sempre viveram em imóveis alugados. Porém, em 2015, depois de conquistar as chaves do primeiro apartamento, no Paranoá Parque, ela viu a vida virar de cabeça para baixo. Valdinar, companheiro de mais de dez anos, dava sinais de ciúmes desde o início do relacionamento. Mas, com a mudança e a aproximação dos novos vizinhos — todas as famílias tomaram posse dos imóveis logo após a inauguração do conjunto habitacional —, o comportamento que, inicialmente, poderia se confundir com um zelo exagerado se transformou em paranoia, culminando em um sentimento de posse sem fim. O almoço ...

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    Rogéria Cardeal viveu o cotidiano de agressões em seu casamento. Hoje ela conta a própria história no teatro — Foto: Reprodução TV Globo

    Justiça do RJ registra mais de 22 mil processos de violência contra a mulher em dois meses

    O levantamento contabiliza apenas os primeiros meses de 2019. O crime mais denunciado é o de lesão corporal, com 7.490 casos. Em 60 dias foram 248 casos de estupro. Por Raquel Honorato, do G1 Rogéria Cardeal viveu o cotidiano de agressões em seu casamento. Hoje ela conta a própria história no teatro — Foto: Reprodução TV Globo O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) registrou, durante os dois primeiros meses desse ano, 22.360 novos processos de violência contra a mulher. São 15 novas denúncias na Justiça a cada hora. Nesse período de 60 dias, o TJRJ recebeu 7.490 denúncias de lesões corporais contra mulheres; 4.649 casos de ameaça; e 248 casos de estupro, sendo 107 processos relacionados a estupro de mulheres menores de idade. Na maioria dos casos, a violência contra a mulher começa com pequenos sinais e, com o tempo, evolui para agressões ...

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    violencia contra mulher, silhueta de mulher

    Violência contra a mulher: novos dados mostram que ‘não há lugar seguro no Brasil’

    Nos últimos 12 meses, 1,6 milhão de mulheres foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento no Brasil, enquanto 22 milhões (37,1%) de brasileiras passaram por algum tipo de assédio. por Luiza Franco no BBC News Brasil Getty Images Em um sábado de fevereiro, Elaine Caparróz apanhou por horas de um homem que conheceu na internet e terminou a noite com o rosto desfigurado. Dias depois, outro homem foi detido por ejacular sobre uma passageira dentro de um trem. Não foram casos isolados. Nos últimos 12 meses, 1,6 milhão de mulheres foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento no Brasil, enquanto 22 milhões (37,1%) de brasileiras passaram por algum tipo de assédio. Dentro de casa, a situação não foi necessariamente melhor. Entre os casos de violência, 42% ocorreram no ambiente doméstico. Após sofrer uma violência, mais da metade das mulheres (52%) não denunciou o agressor ou procurou ...

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    Caroline Lima:Especial para o HuffPost Brasil

    Uma vida inteira pelo fim da violência contra a mulher: A luta de Jacira Melo

    Diretora do Instituto Patrícia Galvão defende acesso à informação para reduzir violência doméstica. por Ana Ignacio no HuffPost Caroline Lima:Especial para o HuffPost Brasil A luta é antiga e objetivo é claro. São cerca de 40 anos de atuação profissional na área, desde uma época em que o assunto ainda não era tão debatido como hoje. Jacira Melo, 61 anos, diretora do Instituto Patrícia Galvão, organização que atua pelos direitos das mulheres, começou a se envolver com o feminismo ainda na faculdade, antes dos anos 80. Na época, ela participou da criação de um grupo chamado 8 de Março e lembra que até a data, o Dia Internacional da Mulher, não era tão conhecido ainda. E foi nessa época que começou sua atuação feminista. Estudante de filosofia, Jacira participou de encontros importantes para o movimento no Brasil e logo começou a trabalhar com violência contra a mulher. ...

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    Especialistas apostam na prevenção para combater a violência contra a mulher

    Coordenadora de Defesa dos Direitos da Mulher do Rio denuncia falta de investimento e sucateamento dos lugares que deveriam ajudar mulheres agredidas. Do Jornal Nacional Foto: Reprodução/G1 O número de casos de violência contra mulheres em todo o país tem chamado a atenção neste começo de ano. Especialistas dizem que é preciso maior investimento na prevenção. 2019 só tem sete dias e os casos de violência contra a mulher e feminicídios já não podem ser contados pelos dedos das mãos. Elizangela, Eliane, Marcelle, Iolanda, brasileiras assassinadas de forma covarde pelos homens que deveriam amá-las. Em Itupeva, interior de São Paulo, o ex-marido de Elizangela Pereira de Almeida deu mais de 20 facadas nela. Elizangela já tinha registrado boletim de ocorrência por causa das agressões que sofria de Edvaldo da Silva, que está foragido. “Ele era muito possessivo, ele não admitia nunca o término. Quero justiça, só isso ...

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    Casa da Mulher Brasileira no bairro Jaracaty, em São Luís. Local também recebe denúncias de violência contra a mulher — Foto: Laudiceia Galvão

    Denúncias de violência contra a mulher em São Luís batem recorde em 2018

    "Não é necessariamente que a violência está aumentando, mas que a mulher está denunciando mais", aponta a delegada da mulher em São Luís, Wanda Moura. Por Rafael Cardoso, Do G1 A Delegacia da Mulher em São Luís recebeu, em 2018, 1870 denúncias de mulheres ameaçadas por companheiros ou alguém de convivência familiar. Ao todo, foram 1625 inquéritos instaurados, 3789 pedidos de medidas de proteção e 433 prisões. Só agressão física somou mais 1120 casos em toda a região metropolitana da capital. "Não é necessariamente que a violência contra a mulher está aumentando, mas que a mulher está denunciando mais. A gente trabalha no sentido de combater a violência contra a mulher, mas também estimular as denúncias porque essa violência tende a ser invisível. A mulher, calada, não denuncia. Então, com as mulheres denunciando mais esse número tem crescido", declarou a delegada da Mulher, Wanda Moura. Um dos casos ocorreu no ...

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    imagem: Athosgls

    Audiência Pública marca ato de combate à violência contra a mulher

    16 dias de ativismo contra a violência terá audiência pública para debater estratégias e encaminhamentos na luta por não-violência e não-preconceito na Alesp por ATHOSGLS Os mandatos das deputadas estaduais Márcia Lia (PT) e Leci Brandão (PCdoB) realizam, no próximo dia 04, uma audiência pública para discutir violência contra a mulher dentro dos “16 dias de ativismo – Enfrentamento à Violência, o Papel do Legislativo e os Organismos de Políticas para as Mulheres no Estado de São Paulo.” O evento será realizado na Alesp. “O combate à violência contra a mulher em todos os espaços ganha ainda mais urgência nestes tempos sombrios. Precisamos quebrar o ciclo da violência e de desrespeito a que estamos submetidas; precisamos construir políticas públicas efetivas, que garantam a autonomia econômica das mulheres e que elevem sua autoestima até para que possam libertar-se do parceiro opressor”, afirma Márcia Lia. A audiência tem como objetivo a dar apoio ...

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    Foto- Marie Claire

    Prêmio Viva: Marie Claire e Instituto Avon pelo fim da violência contra a mulher

    A grande noite de premiação acontecerá no dia 22 de novembro, no Palácio Tangará, em São Paulo. E além da revelação dos finalistas, terá o show de Karol Conka no Marie Claire Foto- Marie Claire Ser mulher no Brasil é um desafio de sobrevivência. Dados do Mapa da Violência de 2015 não escondem: somos o 5º país que mais mata o gênero feminino no mundo. Os números da violência doméstica - aquela que acontece no âmbito familiar e geralmente vem por parte do parceiro amoroso da vítima - também assustam. Aqui, a cada dois segundos, uma mulher é vítima de violência física ou verbal. A informação é do Relógio da Violência, alimentado pelo Instituto Maria da Penha, minuto a minuto. Reconhecer essa triste realidade é um caminho para que a violência contra as brasileiras não seja invisível ou impune, como é por tantas vezes em nossas ...

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    Prêmio Viva: vote até o dia 18 em quem contribuiu para o enfrentamento à violência contra a mulher em 2018

    A premiação orquestrada por Marie Claire em parceria com o Instituto Avon será realizada na noite do dia 22 de novembro no Palácio Tangará, em São Paulo. Votação fica aberta até o dia 18! no Marie Claire De acordo com o Relógio da Violência, alimentado pelo Instituto Maria da Penha, a cada dois segundos uma mulher é vítima de agressão física ou verbal no Brasil. Atenta a essa triste dado, Marie Claire se uniu ao Instituto Avonpara criar o Prêmio Viva, que visa reconhecer pessoas atuantes no enfrentamento das tantas violências contra a mulher no Brasil. “Queremos mostrar que violência não é só física. Um relacionamento abusivo e a não equidade salarial entre mulheres e homens que exercem a mesma função, por exemplo, também são formas de violência. Com esse prêmio queremos levantar a discussão e alertar a população”, explica Laura Ancona, diretora de redação da revista. O prêmio tem ...

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    O que as candidaturas presidenciais falaram sobre violência contra a mulher?

    Desde a última segunda-feira, dia 20 de agosto, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública está reunindo cerca de 700 pessoas na 12a Edição do seu Encontro Anual. Um público bastante plural e mobilizado em torno de 43 painéis e sessões temáticas. São profissionais de várias polícias brasileiras; de representantes do Ministério Público; do Judiciário; bem como pesquisadores acadêmicos e movimentos da sociedade civil. Todos debatendo de modo sério os rumos da segurança pública no Brasil. Por Renato Sérgio de Lima Do faces da Violência Participante do 12o Encontro Anual do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em Brasília. 22 de agosto de 2018. Foto: Danilo Ramos/FBSP O tema central desta edição é “elegendo a segurança pública que queremos”. Afinal, em um momento tão ímpar da sociedade brasileira, é importante pensarmos o que e como queremos fazer para reduzir as absurdas taxas de violência no país (nesse movimento, a ...

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    CEAM Centro de Atendimento a Mulher Materia Especial com a Repórter Debora.

    Violência contra a mulher: maioria de casos é reincidente

    Especialista destaca importância de denúncias para fim de ciclo Por Débora Brito Do Agencia Brasil Antonio Cruz/ Agência Brasil/Agência Brasil Na manhã da última sexta-feira (17), em uma região movimentada da capital federal, Amanda*, 34 anos, era sacudida no ar pelo parceiro na frente de diversas pessoas que circulavam apressadas. Mesmo assim, homens e mulheres pararam para observar a briga por alguns minutos. A caminho do trabalho, uma psicóloga – que atende no Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) – foi a única a intervir na situação. Com a ajuda de dois vigilantes do local, se aproximou do casal. O homem não apresentou resistência e, minutos depois, foi conduzido por policiais militares para a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher. Já Amanda foi levada para o Ceam, onde foi acolhida para se acalmar e relatar a situação. “Estou com medo”, disse a vítima para a psicóloga. ...

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