África e sua diáspora

Bianca Santana, jornalista, cientista social e pesquisadora - Foto: Bruno Santos/Folhapress

Treze de maio nas ruas

No papel, e só no papel, foi abolida a escravidão negra naquele 13 de maio de 1888. Já havia uma maioria de pretos livres. E direitos mesmo não foram garantidos a pessoas negras até hoje. No futuro, imagino que olhem para os nossos dias como pós-abolição; 132 anos são muito pouco perto dos quase 400 de escravização. Corpos negros ainda não são considerados humanos. Não deu tempo. Tempo, nkisi sobre o qual já escrevi por aqui, ontem foi celebrado na live de lançamento de “Continuo Preta: a vida de Sueli Carneiro”. De forma generosa, no bate-papo entre nós duas, Sueli Carneiro afirmou que eu era uma fazedora de tempos, por ter escrito o livro em meio a outras atividades. Levantou a bola para que eu pudesse contar que, na verdade, eu dançava com Tempo. E fazia oferendas a ele, normalmente com mel, pipoca, fumo. Hoje, com palavras. Para isso, peço...

Leia mais
Bob Marley durante um show em 1980 (Foto: GETTY)

‘Soul rebel’, Bob Marley além de ‘Legend’

Todo mundo conhece Bob Marley. Ou talvez fosse mais correto dizer que Bob Marley é conhecido em todo o mundo. Nesta terça-feira se completam 40 anos do dia em que um câncer matou o músico jamaicano. Dezenas de milhares de pessoas acompanharam seu cortejo fúnebre em Kingston, e por causa da comoção nacional o Parlamento da ilha caribenha adiou por uma semana o debate sobre o orçamento governamental. Em vida, já se falava dele como o primeiro superastro saído do Terceiro Mundo. Mas sua morte prematura, devida pelo menos em parte a que suas crenças religiosas o impediam de receber um tratamento adequado para a sua doença, terminou por transformá-lo numa lenda que nunca se desvaneceu. Ainda hoje ecoa nos lugares mais recônditos do globo. Em muitos países da América Latina, África e Ásia, é um mito muito superior aos Beatles. Mas, apesar de ter lançado 12 álbuns no mercado...

Leia mais
A atriz Ruth de Souza (Foto: Leo Martins / Agência O Globo)

Centenário de Ruth de Souza é marcado por atividades e intervenções artísticas

Para celebrar este marco histórico para a artes e cultura do Brasil, o Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo realiza 100 de Ruth de Souza: um sonho que se move no tempo - conjunto de atividades gratuitas que acontecem em comemoração ao centenário da atriz. Durante o mês de maio, giras de conversa em ambiente online e intervenções artísticos visuais ocupam alguns espaços da capital paulista. Acompanhe a programação completa aqui “O centenário da Ruth de Souza precisa ser celebrado nos quatro cantos do país. A sua vida e obra têm a ética, a coerência, e o discurso vinculado a sua prática como fundamentos de sua arte. São valores raros. Foram anos de dedicação à cultura brasileira, e o Festival, que já a homenageia de forma permanente, a partir deste mês e ao longo ano irá realizar algumas ações para comemorar os seus 100 anos”, contou Gabriel...

Leia mais
Google homenageia o 100 anos da atriz brasileira Ruth de Souz (Doodle)

Google homenageia 100 anos da atriz brasileira Ruth de Souza

O Doodle de hoje homenageia a atriz brasileira Ruth de Souza, amplamente considerada uma das primeiras atrizes de teatro negro da história do Brasil. Com apresentações em teatro, televisão e cinema, Souza abriu caminho para os futuros artistas afro-brasileiros. Nascida neste dia, em 1921, no Rio de Janeiro, Ruth de Souza aspirava a ser ator desde muito jovem. Ainda adolescente, ingressou no Teatro Experimental Negro do Rio, projeto fundado em 1944 para lutar contra a discriminação racial e abrir portas para o talento afro-brasileiro nas artes cênicas.

Leia mais
João Diamante (Foto: Lucas Seixas/UOL)

Pedra Preciosa

"Acho que 90% das entrevistas me perguntam: por que você voltou para o Brasil? E eu me questionei muito, 'caraca, será que fiz o certo?' Afinal, eu estava na cozinha do Le Jules Verne, no alto da Torre Eiffel, com o Alain Ducasse, um dos melhores chefs do mundo. Vim de morro, tiroteio e desigualdade, para no outro dia estar no Jardim Luxemburgo e com a oportunidade de continuar a me desenvolver . Mas a briga é maior, não é só sobre o João Diamante. Desde criança meu sonho era ter um projeto social, só não sabia qual a ferramenta usaria. Minha vida foi baseada neles: fiz balé, teatro, capoeira, diversas atividades que aprimoraram minha capacidade cognitiva para entender que havia um horizonte. Arte, cultura e educação são a base para construir um cidadão e, em todos os projetos sociais, independentemente da ferramenta utilizada para transformação de uma pessoa,...

Leia mais
Luiz Gama (Imagem: Wikipédia Commons)

A desconhecida ação judicial com que advogado negro libertou 217 escravizados no século 19

Em um dia do mês junho de 1869, uma nota no jornal chamou a atenção de Luiz Gama, advogado considerado um herói nacional por seu ativismo abolicionista no século 19. A notícia relatava que a família do comendador português Manoel Joaquim Ferreira Netto, um dos homens mais ricos do Império, estava brigando na Justiça pelo espólio do patriarca, morto repentinamente em Portugal. Ferreira Netto tinha uma grande fortuna: 3 mil contos de réis (cerca de R$ 400 milhões em valores atuais), distribuídos em inúmeras fazendas, armazéns comerciais, sociedade em empresas lucrativas, e centenas de pessoas negras escravizadas em suas propriedades. Em uma linha de seu testamento, publicado em um jornal um ano antes, o comendador fez um pedido comum entre grandes proprietários de escravos da época: depois de sua morte, ele gostaria que todos fossem libertados. A "alforria post mortem" era vista como uma espécie de "redenção moral e de...

Leia mais
Luis Vagner (Foto: Edu Defferrari / Divulgação)

Luis Vagner, o guitarreiro que foi do twist ao samba-rock para animar o terreiro brasileiro

♪ OBITUÁRIO – “Luis Wagner guitarreiro / Liga essa guitarra / E anima o terreiro”, pediu Jorge Ben Jor nos versos iniciais de Luiz Wagner guitarreiro, música com que, há 40 anos, fechou o álbum Bem-vinda amizade (1981) com saudação ao colega guitarrista. Amigo cujo segundo nome era grafado com v e não com w, como exposto na letra e no título da composição de Ben Jor, com quem Luis Vagner saiu em turnê pelo Brasil e pelo mundo, naquele ano de 1981, como baixista da Banda do Zé Pretinho. A homenagem de Jorge Ben Jor – um dos inventores do suingue nacional – dá bem a medida da importância do cantor, compositor e guitarrista gaúcho Luis Vagner Dutra Lopes (28 de abril de 1948 – 9 de maio de 2021) na música brasileira. Luis Vagner morreu na tarde de ontem, aos 73 anos, na casa da cidade paulista de...

Leia mais
Foto: André Arruda / Divulgação

Morte de Cassiano, gênio indomado do soul brasileiro, cala voz já silenciada há décadas pelo país

♪ OBITUÁRIO – Há perversidade no fato de Genival Cassiano dos Santos (16 de setembro de 1943 – 7 de maio de 2021) ter morrido na tarde de ontem, aos 77 anos, sem lançar álbum há 30 anos e com presumível baú de músicas inéditas que o arredio artista paraibano nunca gravou e que tampouco foram gravadas por outros artistas. Sim, a lógica perversa da indústria da música historicamente cala vozes que se rebelam contra os padrões mercadológicos. Vozes altivas como a do cantor, compositor e guitarrista Cassiano. Gênio indomado do soul brasileiro, Cassiano foi artista temperamental que saiu revoltado de cena em leito de hospital da zona norte do Rio de Janeiro (RJ), cidade para onde migrara em fins dos anos 1940, vindo de Campina Grande (PB), onde nascera em família pobre. A revolta foi fruto do descaso do Brasil com a obra que construiu com sofisticação singular desde...

Leia mais
Carmen Luz (Foto: Richner Allan / Divulgação)

Uma conversa com Carmen Luz sobre o cinema feminino em movimento

Revista Vogue O mundo esperou 93 anos para ver uma segunda mulher levantar a estatueta do Oscar de Melhor Direção na noite do último domingo (25). A cineasta chinesa Chloé Zhao com sua figura calma, segura e detentora de muita força interior, foi a grande vencedora do maior prêmio da indústria cinematográfica norte-americana concedido pela Academia de Artes e Ciências de Hollywood deste ano. Seu filme, Nomadland, uma ode a liberdade, a individualidade e a solidão, estrelado pela brilhante Francis McDormand, também vencedora da estatueta de Mellhor Atriz - a terceira de sua carreira, - ainda abocanhou o prêmio maior de “Melhor Filme”. Como um todo, a premiação do Oscar, termômetro mundial de todas as vertentes cinematográficas, apontou para uma maior diversidade de gênero, raça e regiões geográficas antes nunca cogitadas a participarem daquela grande festa. Temos o que comemorar? Provavelmente a resposta está bem aquém da tão sonhada equidade total. Porém,...

Leia mais
Edivan Fulni-ô (Foto: Tayane Capelo)

Festival Afro e Indígena reúne artistas em documentário musical para resgate das raízes brasileiras

Nos dias 13 e 20 maio, a primeira edição do Festival Afro e Indígena, vai dar continuidade às apresentações, que tem como proposta promover a disseminação cultural através da valorização das raízes brasileiras. Em formato de documentário musical, para além de apresentações musicais a produção é entrelaçada com entrevistas dos artistas convidados, em que falam sobre suas trajetórias musicais, reflexões sobre a arte e as culturas negra e indígena, assim como suas vivências em meio ao isolamento social ocasionado pela pandemia. No dia 6 de maio se apresentaram os artistas Gabriellê e Edivan Fulni-ô e o Festival continua nas próximas quintas, dia 13 e 20, respectivamente, com apresentações de Brisa Flow, Miranda Caê, Katu Mirim e Toinho Melodia. As exibições irão ocorrer pelo canal de Youtube do Festival a partir das 19h. Divididos em três episódios, com uma hora e meia cada, as narrativas da produção também se compõem com...

Leia mais
Lazzo Matumbi 40 Anos (Foto de Caio Lírio)

Lazzo Matumbi celebra 40 anos de carreira com lançamento de disco e videoclipe

Os 40 anos de trajetória musical, artística, política e ativista do cantor e compositor Lazzo Matumbi serão celebrados com o lançamento, no final do mês de maio, do nono disco da sua carreira e um videoclipe, com direção de Urânia Munzanzu, da música “14 de Maio” - composta em parceria com o saudoso Jorge Portugal e que se tornou um dos hinos das comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra. O evento será realizado com uma live do artista com a participação do guitarrista e multi-instrumentista virtuose Felipe Guedes (co-produtor musical do disco), através do canal do cantor no youtube.  O álbum, intitulado “ÀJÒ” (lê-se AJÔ), vem sendo produzido desde 2016. Àjò é uma palavra de origem yorubá cuja tradução para algumas etnias africanas significa “jornada”. No Brasil Àjò adquiriu um significado que é diferente da Nigéria, que para a comunidade negra e para a luta antirracista se traduziu como...

Leia mais
Foto: Divulgação

Não existe amor em SP, por Anelis Assumpção

A partir de um convite para fazer parte da trilha sonora da minissérie 'As five', da globoplay, Anelis Assumpção regravou a já clássica canção do Criolo, 'Não existe amor em SP'. O lançamento será no dia 5 de maio, em todas as plataformas digitais. Para essa releitura, ela convidou a cantora e compositora Mahmundi para co-produzir a faixa e trazer seu frescor carioca e eletrônico para uma das mais potentes traduções lírico-contemporâneas da cidade de São Paulo. Afinal de contas, existe ou não amor em SP? À voz doce de Anelis se somam o trombone do Edy, o baixo, mpc e guitarra do Zé Nigro, os teclados e sintetizadores do Filipe Martins e bateria eletrônica da Mahmundi. A arte do single é de Cauê Maia e Coletivo Transverso, que há alguns anos vem ocupando as ruas de São Paulo com textos, stencils e provocações. Afinal de contas, existe ou não...

Leia mais
Dancing at Dusk (Foto: © polyphem Filmproduktion)

14ª edição do VIVADANÇA Festival Internacional amplia conexões com o continente africano

O VIVADANÇA Festival Internacional apresenta sua 14ª edição entre os dias 29 de abril e 9 de maio de 2021. Totalmente adaptado ao formato online e digital, o festival recebe espetáculos de diversas partes do mundo e apresenta um olhar especial sobre a videodança. A programação também destaca produções da dança contemporânea no continente africano, mostras virtuais de produção local e internacional, batalhas de breaks e MC’s, concurso de popping, ações formativas com oficinas e encontros para networking, além de lançar o podcast “Bahia Mundo” com profissionais da dança que se estabeleceram em outros países. Toda a programação é aberta e gratuita para o Brasil, com exceção do espetáculo de abertura “Dancing at dusk - um momento com A Sagração da Primavera de Pina Bausch”, que chega ao Brasil com exclusividade através do Goethe-Institut e custa R$ 10. A programação completa está no site: www.festivalvivadanca.com.br O VIVADANÇA tem início com...

Leia mais
Cartaz do filme com o elenco de peso: Denzel Washington, Rami Malek e Jared Leto (Foto: Divulgação)

Denzel Washington volta ao crime e caça um serial killer em ‘Os Pequenos Vestígios’

Denzel Washington, Jared Leto e Rami Malek bem que tentaram, mas não conseguiram. O novo filme estrelado pelo trio de oscarizados, “Os Pequenos Vestígios”, tinha todo o jeito de ser um forte jogador na atual temporada de premiações, especialmente pelo elenco, mas acabou embolsando apenas indicações para Leto no Globo de Ouro e no SAG —termômetros que, nesse caso, não previram tão bem quem chegaria ao Oscar. Dirigido por John Lee Hancock, o longa é mais um de seus filmes que geram expectativa pelas performances empolgantes e elogiadas, mas que acabaram de fora das categorias principais das premiações —foi assim com Michael Keaton em “Fome de Poder” e com Emma Thompson e Tom Hanks em “Walt nos Bastidores de Mary Poppins”. Antes deles, em 2009, é justo dizer, Sandra Bullock conquistou o Oscar por “Um Sonho Possível”. O destino quis que outras estrelas de Hollywood ficassem com as indicações de...

Leia mais
Questlove (DAVID SWANSON/EPA-EFE/Shutterstock)

O mundo devia prestar mais atenção em Questlove, o DJ do Oscar 2021

Se você assistiu ao Oscar 2021 no último domingo, deve ter reparado no único momento, digamos, animado da cerimônia. Foi quando o comediante Lil Rel Howery flanou por entre as mesas perguntando aos convidados se a música que estava tocando havia sido indicada ao prêmio ou não. Todo mundo reparou na boa memória (e no rebolado) de Glenn Close, ok. Mas o DJ (e diretor musical) que acompanhava Lil Rel e estava fazendo as honras também merece sua atenção, e Splash te conta o porquê. Senhoras e senhores, este é Questlove Questlove (Foto: Jason Mendez/Getty Images) Na verdade, ele se chama Ahmir Khalib Thompson, mas é conhecido pelo apelido. Questlove é conhecido também por ser baterista da banda The Roots, que além de álbuns históricos do hip-hop como "Things Fall Apart" (1999) e "Phrenology" (2002), acompanha o apresentador Jimmy Fallon no "Tonight Show". E no domingo,...

Leia mais
Crédito: Valmyr Ferreira

“Solano, vento forte africano” realiza temporada virtual gratuita

Dois anos após estrear no teatro, volta à cena durante os dias 1º, 02, 08, 09 e 13 de maio às 20h a peça “SOLANO, VENTO FORTE AFRICANO” através do YouTube da Casa Poema – https//bit.ly/3uCkvpi . Com texto de Solano Trindade, Elisa Lucinda e Geovana Pires (que também assina a direção), direção musical de Beá, direção de movimento de Valéria Monã e direção de produção de Damiana Inês, após as apresentações haverá um bate-papo com os representantes dos quilombos do Rio de Janeiro por onde o espetáculo passou e irá passar. As apresentações exibidas são da temporada do espetáculo quando encenado no Teatro Dulcina. A montagem lança luz não apenas sobre a obra, mas também sobre o aspecto humano e político de Solano Trindade, poeta pernambucano desenvolveu sua múltipla potencialidade artística com o olhar sempre voltado à realidade do negro brasileiro. Interpretado por Val Perré, Solano foi ainda criador do Teatro Popular Brasileiro, de profunda importância para a unificação dos movimentos negros. “Temos uma missão de levar a obra de Solano a todos, dando voz e...

Leia mais
Daniel Kaluuya exibe sua estatueta de melhor ator coadjuvante por "Judas e o Messias Negro"
Imagem: Chris Pizzello-Pool/Getty Images

Daniel Kaluuya leva Oscar de ator coadjuvante por ‘Judas e o Messias Negro’

Daniel Kaluuya levou o Oscar de melhor ator coadjuvante por seu trabalho em "Judas e o Messias Negro", conquistando sua primeira estatueta aos 32 anos. O ator, que já era conhecido por "Corra", também concorreu em 2018 com o filme. Em "Judas e o Messias Negro" Kaluuya interpreta Fred Hampton, o líder dos Pantera Negras que foi morto em 1969, e o homenageou em seu discurso: Que homem, somos abençoados de ser contemporâneos dele. Muito obrigado por sua vida. Ele viveu por 21 anos e achou uma forma de alimentar crianças, de educar crianças. Outra parte do discurso do ator premiado que chamou a atenção foi quando ele disse "minha mãe e meu pai transaram um dia e é por isso que estou aqui. Vamos celebrar. Estou tão feliz por estar vivo". A mãe, que estava na plateia junto com a esposa dele, riu e colocou a mão no rosto...

Leia mais
Cantora H.E.R vencedora de Melhor Canção no Oscar 2021 (Foto: Chris Pizzello / Pool photo)

Ouça “Fight For You”, música da H.E.R e vencedora de Melhor Canção no Oscar 2021

"Fight For You", faixa da H.E.R escrita para o longa Judas e o Messias Negro, foi a vencedora de Melhor Canção Original no Oscar de 2021. A faixa pode ser conferida no vídeo acima. H.E.R, conhecida também como Gabriella Wilson, escreveu a canção ao lado de Dernst Emile II e Tiara Thomas. A música rendeu um dos dois Oscars do longa dirigido por Shaka King. Judas e o Messias Negro também levou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, entregue para Daniel Kaluuya. No Oscar de 2021, "Fight For You" concorria com “Hear my Voice”  (Os 7 de Chicago), “Husavik” (Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars), “Io Sí” (Rosa e Momo) e “Speak Now” (Uma Noite em Miami).

Leia mais
Daniel Kaluuya e LaKeith Stanfield (de braços erguidos) protagonizam 'Judas e o Messias Negro' — Foto: Divulgação

Oscar 2021: 5 curiosidades de Judas e o Messias Negro, indicado a Melhor Filme

Judas e o Messias Negro é um dos filmes favoritos no Oscar 2021. A produção dirigida por Shaka King concorre a seis prêmios na cerimônia, inclusive o de Melhor Filme, e acompanha uma história emocionante (e real) sobre traição, ativismo, preconceito e violência. Com Lakeith Stanfield no papel de Bill O'Neal e Daniel Kaluuya como Fred Hampton, ativista que chegou a ser líder dos Panteras Negras, Judas e o Messias Negro tem uma narrativa envolvente. A produção acompanha a traição de O’Neal e o assassinato de Hampton, assim como apresenta o legado do ativista em uma narrativa de tributo. Da ideia inicial do filme ao lançamento nos cinemas, há diversos fatos inusitados sobre os bastidores de Judas e o Messias Negro. A Rolling Stone Brasil listou 5 curiosidades sobre a produção indicada ao Oscar 2021; confira: Foi ideia de quem? O drama angustiante foi pensado por duas personalidades da comédia:...

Leia mais

Últimas Postagens

Artigos mais vistos (7dias)

Twitter

Welcome Back!

Login to your account below

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Add New Playlist