quinta-feira, maio 28, 2020

    Lei 10639/03 e outras

    Maria Lúcia da Silva – Foto: Ricardo Alexino Ferreira

    Diversidade em Ciência trata da Lei 10.639 e da educação étnico-racial no Brasil

    E para tanto convida a professora e educadora Maria Lúcia da Silva, que faz reflexões importantes sobre o tema Do Jornal USP No Diversidade em Ciência, Ricardo Alexino Ferreira entrevista a professora, doutora em Educação, Maria Lúcia da Silva, do Programa Observatório da Educação da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e também coordenadora do Núcleo de Estudos Étnico-Raciais do conjunto de faculdades FMU/FIAM/FAAM. Durante a entrevista, Maria Lúcia faz reflexões sobre a Lei 10.639, que determina o ensino da história e culturas africanas e afro-brasileiras nos currículos escolares, e demonstra preocupação com o conservadorismo político do atual governo em relação à educação. “Com o retrocesso político, a Lei 10.639 corre riscos e por isso precisamos ficar vigilantes para que os direitos adquiridos e as questões étnico-raciais não sejam destruídas”, afirma. Maria Lúcia da Silva – Foto: Ricardo Alexino Ferreira Ela também fala sobre ...

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    Programação especial da AfroeducAÇÃO para promover a campanha #tiraraleidopapel!

    Nesse sábado, vai rolar uma programação especial da AfroeducAÇÃO para promover a campanha #tiraraleidopapel! Enviado para o Portal Geledés  Às 11h, teremos a exibição do filme "Correndo atrás", de Jeferson De, com as participações de Aílton Graça, de Hélio de La Peña, de Teka Romualdo e de Francisco Gaspar, além do diretor, para um bate-papo ao final da sessão. Os ingressos serão distribuídos gratuitamente, uma hora antes do início da sessão. Em seguida, a partir das 14h, a Cozinha Alternativa Rudie Foodie vai oferecer um almoço especial, com doação de 30% do valor arrecadado para apoiar a campanha, que tem o objetivo de financiar atividades de incentivo ao cumprimento da Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Africana e Afrobrasileira nas escolas. Sessão AfroeducAÇÃO no Cinema + Almoço Rudie Foodie 02 de junho (sábado) Ingressos distribuídos a partir das 10h30 Almoço a partir das 14h Locais:...

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    Professora cobra do MEC cumprimento da lei de ensino de cultura afro-brasileira

    O caso chamou a atenção semanas atrás e ganhou repercussão nas redes sociais e na imprensa. Um livro infantil da escritora e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Kiusam Oliveira, com temática relacionada à cultura e história da África, foi substituído no colégio Sesi em Volta Redonda (RJ). "Os danos a mim, ao meu livro e às africanidades brasileiras como possibilidades de serem pautadas como conteúdo programático foram brutalmente atingidos a partir de toda a polêmica gerada por um ato desordenado de uma instituição. Tais danos são irreversíveis para mim", enfatizou. Por Vitor Taveira, do Século Diário  Divulgação/Oma-Obra Oma-Oba: Histórias de Princesas apresenta seis mitos africanos originários das comunidades Ketu e foi substituído após pressão de evangélicos fundamentalistas no Sesi em Volta Redonda, município do Rio de Janeiro. Provocada pela situação, ela resolveu iniciar uma campanha nacional, interpelando o Ministério da Educação (MEC) sobre o não cumprimento das leis existentes...

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    O imponente abre-alas do Salgueiro Foto: Leo Correa/AP / STR

    Desfile de 2018 fez o que a lei 10.639 não conseguiu em 15 anos

    Duas escolas do Grupo Especial do Rio provocaram uma especial catarse em seu desfile na Sapucaí. O impacto foi maximizado porque visto por dezenas de milhões de pessoas em todo o país pela TV.  Por Helio Santos , no Facebook O imponente abre-alas do Salgueiro Foto: Leo Correa/AP / STR Autoras da proeza: a Paraíso do Tuiuti e a Acadêmicos do Salgueiro.  A Tuiuti trouxe o enredo “Meu Deus, Meu Deus, está extinta a Escravidão?” Fala dos 130 anos do fim da escravidão a serem completados em 13 de maio deste ano. A abordagem dos carnavalescos fez lembrar minha tese do 14 de Maio: critica o racismo e mostra como a cidadania ainda é algo a ser conquistado pelos negros no Brasil. Vão além disso ao tratar da conjuntura política, criticando a reforma trabalhista e ironizando os “manifestantes fantoches” do impeachment. Fecham com chave de ouro com o presidente-vampiro...

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    Os 15 anos da Lei 10.639

    O ensino da história e da cultura afro-brasileira e africana no Brasil celebra bodas desde a data de sua publicação no Diário Oficial da União, em 10 de janeiro de 2003. Lá se vão 15 anos, e a Lei 10.639 simboliza um marco histórico da luta antirracista no Brasil e transformação da política educacional e social brasileira. Por Juvenal Araújo enviado para o Portal Geledés  Cultura afro-brasileira debatida em sala de aula (Foto: Reprodução do kit 'A Cor da Cultura') A Lei que estabelece diretrizes e bases para a educação nacional, ressalta a importância do ensino da cultura negra direcionado às escolas, espaço onde o negro sempre foi apontado nas aulas de História como escravo. Nunca é demais esclarecer que o negro africano trazido à força para o Brasil e seus descendentes não eram escravos como uma condição natural, submissa, preconceituosa e depreciativa, mas sim escravizados. Sigamos sempre em frente...

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    “Eu sou Madiba! Sou a voz da igualdade” – A experiência de uma escola de educação infantil no cumprimento da Lei 10.639/03

    Hoje tive uma experiência muito significativa. Fui conhecer de perto a Escola Pública Municipal de Educação Infantil (EMEI) Nelson Mandela. Enviado por Sheila Perina de Souza via Guest Post para o Portal Geledés  Foto: Arquivo pessoal/Sheila Perina A riqueza dos momentos vivenciados na Emei Nelson Mandela contribuíram de forma muito bonita, significativa e intensa na minha formação enquanto pedagoga, mas também me fez sentir representada como parte da humanidade no processo de escolarização. Digo isso pois sinto-me representada como parte da humanidade quando vejo a escola ensinando as nossas histórias, sobre os nossos povos, sobre as nossas culturas, proporcionando uma educação significativa que renuncia ao padrão eurocêntrico de ensino. Durante a visita aconteceu algo que me marcou muito. Enquanto as crianças brincavam, uma música tocava embalando suas brincadeiras no parque. A princípio, custei a acreditar, mas parei e prestei atenção. E a letra dizia assim: Foto: Arquivo pessoal/Sheila Perina “Foi um grito que ecoou,...

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    O que você sabe sobre a África? chega as escolas

    O que você sabe sobre a África? Uma viagem pela história do continente e dos afro-brasileiros por Walter Sorrentino no Blog É uma obra acessilvel para professores e alunos que fortalecerá a construção da identidade afro-brasileira e formará as concepções sobre a África e os africanos. “Após mais de uma década de sancionada a Lei 10.639/2003 – que obriga o ensino de História e Cultura da África e afro-brasileiras em todos os estabelecimentos de ensino fundamental e médio –, o grande desafio que se ergue é como disseminar essas vastas informações no cotidiano escolar. Com a tradução da coleção “História Geral da África”, da UNESCO, para o português, parte dessa equação foi resolvida, porém os oito volumes – com milhares de páginas obrigatórias para se conhecer a rica contribuição que o continente africano deu para a humanidade – impõem barreiras para sua utilização na dinâmica educacional da rede de educação básica, fase fundamental...

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    Um breve resumo do tráfico transatlântico de escravos

    Introdução Parte I por David Eltis (Emory University) no Slave Voyages O tráfico de escravos transatlântico foi o maior deslocamento forçado de pessoas a longa distância ocorrido na história, tendo constituído, até meados do século XIX, o maior manancial demográfico para o repovoamento das Américas após o colapso da população ameríndia. Cumulativamente, até 1820, para cada europeu quase quatro africanos haviam atravessado o Atlântico, e, dadas as diferenças nos índices de gênero entre os fluxos de migrantes europeus e africanos, cerca de quatro em cada cinco mulheres que atravessaram o Atlântico vinham da África. A partir do final do século XV, o oceano Atlântico, anteriormente uma enorme barreira que impedia a interação regular entre os povos que habitavam os quatro continentes banhados por ele, tornou-se uma via comercial que integrou as histórias da África, Europa e Américas pela primeira vez. Como os números acima indicam, a escravidão e o tráfico de...

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    Foto: DR

    John Bella defende bolsa de criação para escritores infantis

    Luanda- O escritor angolano John Bella advogou no sábado, a implementação de uma bolsa de criação para os escritores que publicam obras infantis, bem como a publicação obrigatórias das obras e maior simbiose entre as escolas, escritores e associação de escritores. Foto: DR Em declarações à Angop no âmbito do Dia Mundial da Literatura Infantil, que hoje se assinala, o escritor é de opinião que a literatura infantil tem baixado de produção e qualidade por falta de incentivo e de humildade de muitos novos talentos que não procuram se aconselhar e aprender com os mais rotulados nas lides literárias. De acordo com o escritor, embora muita coisa positiva tenha sido já feita, a literatura infantil actualmente está estagnada, não se comparando com os anos dourados como as décadas de 80 e 90, onde apareceram escritores e com talentos. “Muitos dos escritores da nova geração escrevem obras sem...

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    Racismo e falta de formação dificultam educação de temas étnicos raciais nas escolas

    Mesmo previsto em lei há mais de uma década, o ensino das culturas afro-brasileira e indígena não é realidade em muitas redes de ensino Por DIMALICE NUNES, do Carta Educação  A inserção de temas sobre história e cultura afro-brasileiras voltou à pauta com o debate sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que entre as propostas elimina tópicos como História Antiga, Medieval e Moderna para priorizar a História do Brasil, das Américas e da África. No entanto, a discussão das relações étnico-raciais na escola e a inclusão desses temas vêm muito antes da BNCC. Em 2003, entrava em vigor a Lei 10.639, que obriga a inserção, nos currículos de escolas públicas e particulares, da história e cultura africana e indígena. Passada mais de uma década, a realidade está longe do que prevê a lei. Amilcar Araujo Pereira, doutor em História e professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio...

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    Inscreva-se: Curso de Formação do Ensino da Cultura Afro-brasileira e Africana

    Estão abertas as inscrições para a terceira edição do Curso de Formação do Ensino da Cultura Afro-brasileira e Africana, organizado pelo Fórum de Promoção da Igualdade Racial “Benedita da Silva” em parceria com a Câmara Municipal de Diadema. Clique aqui para se inscrever. Do  Periferia em Movimento O Fórum, criado em 2012, reúne entidades e associações do movimento negro que há mais de 20 anos vêm se reunindo e discutindo políticas de ações afirmativas e a erradicação de toda e qualquer forma de racismo e de preconceito no município localizado no ABCD Paulista. O objetivo do curso é ampliar os conhecimentos sobre a história e a realidade de lutas do movimento negro brasileiro, com ênfase em Diadema. O curso também traz a iniciativa de colaborar e contribuir na aplicação da lei federal 10.639/03 e 11.645/08 que alterou a Lei de Diretrizes Básicas do Estado Nacional, tornando obrigatória a inclusão das culturas...

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    Ensino de cultura africana é lei mas ainda precisa melhorar

    A Lei Federal 10639/03 determina que os conteúdos sobre história e cultura africana e afro-brasileira devem ser abordados em todos os níveis de ensino das redes privada e pública de todo o País. Contudo, a abordagem em sala de aula ainda depende mais da iniciativa pessoal do professor, incluindo a busca por material didático. Há também outros problemas que vão desde o preconceito de professores, pais e alunos, passando pelo desconhecimento da Lei e a deficiência na formação docente, até falhas no poder público. Por Agência USP “Apesar de a Lei ter sido promulgada em 2003, ainda hoje encontramos universidades que não trabalham esse conteúdo na formação docente”, aponta o professor de Língua Portuguesa e Literatura, André de Godoy Bueno, autor da dissertação de mestrado Literaturas africanas e afro-brasileira no ensino fundamental II. A pesquisa foi apresentada em agosto de 2015 na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da...

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    Lilico depois das férias.

    Começava mais um semestre na sala de Lilico. Os alunos que se conheciam mal conseguiam se controlar para expressar a felicidade do reencontro e principalmente de contar as novidades. Enviado por Noriko Izumi Kawabata via Guest Post para o Portal Geledés Na sala reinava uma deliciosa bagunça, entre risos e gritinhos. Lilico também participava desta alegria, pois já fizera grandes amigos este ano e se sentia aceito e feliz. Dentre os alunos novos que vieram transferidos de outra escola, vinha uma menina chamada Clara. Tinha os cabelos longos e loiros, se apresentava muito bem vestida e com uma linda mochila rosa. Não fazia um mínimo gesto amigável para os colegas, muito pelo contrário. Olhava a turma com ar impertinente e arrogante. O maior alvo de desprezo da menina era o Lilico por ele ser negro. Leia Também: Lilico por Noriko Izumi Kawabata Depois do primeiro dia, vieram outros dias e outras semanas. Tudo transcorria normalmente, até que numa segunda-feira, a professora fez...

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    Ensino da cultura afro-brasileira nas escolas iria salvar o Brasil do racismo

    "Racismo no Brasil é bem escancarado e nítido", destaca professora de história Do Noticias ao Minuto  Nesta sexta-feira (20), celebra-se em algumas cidades brasileiras o Dia da Consciência Negra. Uma data marcada para refletir e discutir sobre o preconceito racial que ainda está muito presente no cotidiano brasileiro. A reportagem do R7 conversou com o secretário especial de políticas de promoção da igualdade racial da Presidência, Ronaldo Barros, que alerta que “o número de mortes de jovens negros no Brasil é maior do que em regiões em guerra”. Segundo ele, as mortes de jovens negros já chegam a 70 mil por ano no Brasil. Reflexo de “um sistema de desigualdade racial”, como sugere Barros, o Brasil ainda tem muito para avançar nesse aspecto. "O racismo mata. O preconceito racial é algo que já é concebido e estigmatizado. Ele está na construção mental do brasileiro. As pessoas operam o racismo antes...

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    Apostilas jogos e brincadeiras africanas e afro-brasileiras

    As brincadeiras africanas e afro-brasileiras trazem consigo características, valores e a inserção de elementos culturais africana ao nosso. Não podemos deixar de valorizar a Cultura Afro-Brasileira que tanto nos mostrar a nossa origem identitária brasileira. por Oincrivelze  O material abaixo mencionado, foi produzido por Daniela Alfaia da Cunha e Cláudio Lopes de Freitas. O arquivo foi disponibilizado para download no site www.laab.ufpa.br. VEJA O ÍNDICE DE CONTEÚDO DA APOSTILA: Brincadeiras de Atenção; Brincadeiras de Correr; Brincadeiras de Força; Brincadeiras de Saltar; Brincadeiras de Audição; Brincadeiras de Lançamentos; Brincadeiras de Cognição; Brincadeiras Cantadas; Não deixem de levar essas brincadeiras e jogos às crianças da nossa geração tecnológica. Apostila Jogos infantis africanos e afro-brasileiros        

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    CyberQuilombo: uma galera resolveu tirar do papel o ensino de cultura negra nas escolas

    O que gêneros musicais como soul, jazz, funk e samba têm a ver com os 400 anos de escravidão? Por Maryane Silva no É Nóis A música é consequência da violência contra os negros e fazendo essa ligação entre o dia a dia e a história que começa um dos vídeos do CyberQuilombo, um projeto que usa vídeoaulas pra ensinar história e cultura negras como está previsto em lei. É isso: o ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira é obrigatório pras escolas do nível fundamental e médio no Brasil, tá na Lei nº 10.639, de 2003. O problema é fazer com que ela seja cumprida e é isso o que CyberQuilombo se propõe. Como os professores vão abordar isso em sala de aula? Como trazer isso para o contexto atual? Há pouco conteúdo – e, às vezes, até falta de interesse – para falar sobre a história a partir da visão do negro, entender a formação do...

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    Cultura afro-brasileira e indígena nos currículos escolares é tema de audiência pública

    A Câmara Legislativa realiza nesta sexta-feira (6), às 10h, audiência pública no plenário para debater a obrigatoriedade do ensino das culturas afro-brasileira e indígena nas escolas públicas e privadas do DF. O convite é extensivo a todos os estudantes, professores, pesquisadores e interessados, que terão a oportunidade de ouvir o Executivo e as secretarias competentes. A proposta é de autoria do deputado Prof. Reginaldo Veras (PDT). Do CL O deputado explica que, entre os anos de 2003 e 2008, duas leis de grande importância cultural, social e educacional para o Brasil foram sancionadas. As Leis nº 10.639/2003 e 11.645/2008 estabeleceram a obrigatoriedade das temáticas História e Cultura Afro-Brasileira e História e Cultura Indígena nos currículos das redes de ensino brasileira. No entanto, no âmbito do Distrito Federal, por exemplo, percebe-se que a aplicação dessas leis não vem sendo percebida nas metodologias de ensino e materiais didáticos. A temática é objeto...

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    Oficina de Formação Afreaka: A África nas escolas, uma abordagem sem estereótipos

    O Projeto Afreaka se apresenta como uma Iniciativa multidisciplinar que visa romper os estereótipos presentes da África no Brasil. Evocando o seu lado inovador, proativo e artístico e promovendo as vozes de representantes da cultura de raízes afro-brasileiras e artistas e intelectuais contemporâneos do continente africano, o Afreaka convida os professores das redes públicas estadual e municipal e da rede privada de São Paulo a participarem da Oficina de Formação Afreaka: A África nas escolas, uma abordagem sem estereótipos. Do Afreaka Pensada para quebrar preconceitos raciais históricos já na formação do cidadão, a oficina coloca em evidência a discussão da constituição da identidade brasileira, trazendo para perto conhecimento sobre o protagonismo africano e África contemporânea, utilizando uma linguagem de comunicação visual moderna e trabalhando com novas plataformas artísticas. Assim, no encontro serão apresentadas propostas de vinculação do tema à sala de aula, abordando as possíveis formas de trabalhar a África...

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    Reprodução/Facebook

    Filme “Elas Falam” apresenta a experiência de professoras negras

    O documentário traz à tona a corporalidade das professoras, ou seja, a forma de pensar, de agir e dá voz às suas memórias Da Agência Brasil Reprodução/Facebook O filme-documentário "Elas Falam" mostra a experiência de professoras negras do Distrito Federal e traz à tona a identidade, a forma de pensar, de agir e dá voz à memória delas. Entrevista pelo Revista Brasília desta quarta-feira (2), produtora do filme e diretora de Ações Afirmativas e Assuntos Intersetoriais da Secretaria Adjunta de Políticas para Mulheres, Renata Parreira, diz que o filme conta várias histórias reais de professoras renomadas e reconhecidas pela sua trajetória na educação e com trabalhos intensos pela implementação do ensino da história da cultura africana e afro-brasileira nas escolas. Segundo Renata Parreira, as narrativas são fundamentais, porque forjaram enquanto identidade negra mas vêm reconstruindo e resignificando essa identidade, mas sobretudo inspirando novas professoras....

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