terça-feira, julho 7, 2020

    Planos de Aula

    O Filme Hotel Ruanda

    O Filme Hotel Ruanda

    O Filme Hotel Ruanda. A diversidade étnica no continente africano é um dos fatores responsáveis pelo desencadeamento de vários conflitos armados, no entanto, muitas dessas guerras no continente são consequências dos processos de colonização e descolonização dos países africanos, pois os colonizadores não respeitaram as diferenças culturais entre as diversas etnias, separando grupos que viviam em harmonia e, muitas vezes, colocando em mesmo território grupos rivais. Essa atitude contribuiu bastante para intensificar os problemas na África, após terem explorado a riqueza do continente, os europeus deixaram o território com graves problemas econômicos, sociais e uma série de conflitos separatistas e étnicos. Capa do filme: Filme Hotel Ruanda Um dos maiores exemplos de lutas entre diferentes grupos étnicos foi entre hutus e tutsis em Ruanda. Até a Primeira Guerra Mundial essa região pertencia à África Oriental Alemã. Em 1919, após a derrota dos alemães na guerra, os belgas...

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    Imagem: Getty Images

    5 coisas que você deve saber para elaborar um plano de aprendizado

    Imagem: Getty Images 5 coisas que você deve saber para elaborar um plano de aprendizado. Se você deseja que seus alunos possam aprender mais em menos tempo, isso é possível por meio de um plano de aprendizado. Porém, para que você consiga elaborar um plano eficaz, é imprescindível que você mantenha 5 coisas em mente. São elas: 1 – Priorize Priorizar as tarefas e conteúdos realmente importantes é a chave para que seus alunos tenham uma melhor experiência de aprendizado. Mostre a eles quais são os tópicos mais importantes para a sua formação, diga quais assuntos serão mais cobrados nos trabalhos e provas e os ensine a perceber quais são as prioridades. Além de otimizar o tempo de estudos, a capacidade de definir as tarefas são importantes é útil também para a vida profissional. 2 – Hierarquia Nunca se esqueça de que você é o professor e, por isso, é a...

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    Foto: Jupiterimages/Creatas/Getty Images

    Mapas de etnias/nações e países no continente africano

    Mapas de etnias/nações e países no continente africano. Estes mapas são interessantes, mostrando as muitas etnias (ou nações) no continente africano, que se chocam com a pequena quantidade de países, sendo um dos motivos (dentre vários, importante não generalizer) dos constants conflitos neste continente. Foto: Jupiterimages/Creatas/Getty Images   O continente africano não pode ser tratado de maneira homogênea nas análises geográficas, mas deve-se considerar a heterogeneidade de suas relações e determinações (políticas, culturais, econômicas, sociais, naturais e históricas) e a diversidade dos seus lugares (até porque é um território muito amplo e diverso). Para se fazer uma análise coerente do continente africano, deve-se especificar o local (pensando em suas diversas escalas geográficas), sem deixando de lado as determinações históricas do passado e as relações contemporâneas. Para compreender as razões históricas, devem-se levar em consideração as heranças da colonização européia que privaram muitos países de se diversificarem economicamente,...

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    Jogos Africanos – A Matemática Na Cultura Africana

    Jogos Africanos – A Matemática Na Cultura Africana

    Esta página é para mostrar os inúmeros jogos africanos que nossa população negra da Diáspora desconhece, e quanto esses jogos estimula o raciocínio lógico e matemático. Jogos Africanos De Tabuleiro – A Matemática Na Cultura Africana Imagens retiradas do site: elegbaraguine.wordpress.com SHISIMA O jogo  Shisima, é um jogo que envolve o alinhamento de três peças, jogado pelas crianças da parte ocidental do Quênia Na língua tiriki, a palavra shisima quer dizer “extensão de água”. Eles chamam as peças de imbalavali ou pulgas-d’água. As pulgas-d’água movimentam-se tão rapidamente na água que é difícil acompanhá-las com o olhar. Este jogo se assemelha as estratégias utilizadas em nosso “jogo da velha”, mas neste tenta-se impedir que o adversário alinhe suas peças em uma das diagonais do tabuleiro octagonal (oito lados). É um jogo que envolve estratégia, racíocinio e antecipação. Na matemática trabalhamos com a construção do tabuleiro, onde é possível explorar conceitos matemáticos de...

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    Plano de Aula - A travessia do Atlântico: o trafico de escravos

    Plano de Aula – A travessia do Atlântico: o trafico de escravos

    Autor e Coautor (es) Autor: Leide Divina Alvarenga Turini Imagem retirada do site: http://portaldoprofessor.mec.gov.br UBERLANDIA - MG Universidade Federal de Uberlândia Coautor(es):Aléxia Pádua Franco Estrutura  Curricular MODALIDADE / NÍVEL DE ENSINO COMPONENTE CURRICULAR TEMA Ensino Fundamental Inicial História Organizações e lutas de grupos sociais e étnicos Dados da Aula Plano de Aula - A travessia do Atlântico: o trafico de escravos. O que o aluno poderá aprender com esta aula Compreender a diversidade étnica, cultural e regional dos escravos capturados pelos traficantes europeus no continente africano. Analisar as precárias condições da travessia do Atlântico nos navios negreiros, pelos escravos africanos. Identificar formas de luta e de resistência dos trabalhadores africanos ao sistema escravista no Brasil. Duração das atividades 03 aulas de 50 minutos Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno Fundamentos da colonização portuguesa no Brasil. Estratégias e recursos da aula Aula 1I- Iniciar a aula discutindo a diversidade étnica, cultural e regional dos...

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    Finalistas do I Concurso de Plano de Aulas do Portal Geledes

    Finalistas do I Concurso de Plano de Aulas do Portal Geledes

    O Portal Geledés parabeniza todos os participantes e anuncia os FINALISTAS  do I Concurso de Planos de Aulas. Imagem: Portal Geledés     Finalistas do I Concurso de Planos de Aula do Portal Geledés Nome Título 1 Ana Luíza Duarte de Brito Drummond Reconhecer a África como um continente de diversas línguas e culturas 2 Bruno Rafael Véras de Morais e Silva  As Civilizações Negro-Africanas e suas cidades 3 Bruno Rafael Véras de Morais e Silva II  Da África ao Brasil: Rainhas e Soberanos na Diáspora Africana para o Brasil 4 Carmem Dolores Alves  Viajando pela África através de Brincadeiras Infanto-Juvenis 5 Francisco Thiago Silva  Nossas Raizes Africanas 6 Luciana Fernanda Silva  Literaturas Africanas 7 Margarete de Carvalho Santos  Personalidades Afrodiaspóricas E Africanas 8 Maria Aparecida Dos Santos Franco  Quilombolas: Lugar, Povo e Cultura 9 Maria Jose dos Santos Alves  África: Um Novo Olhar Para o Continente...

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    Arte: Romulo Arruda

    Plano de Aula – Consciência negra 2013

    Plano de Aula - Consciência negra 2013. As contribuições africanas para a formação e a constituição da sociedade brasileira fazem parte do imaginário coletivo nacional. Para compreender o que é o Brasil em suas raízes mais profundas, é fundamental a análise acurada das vertentes dessa numerosa contribuição em seus vieses cultural, social, afetivo, musical, literário, artístico, religioso e arquitetônico. É espantoso, porém, o modo como ainda persistem dúvidas, erros, controvérsias, preconceito e desconhecimento da história dos negros no Brasil quando se aborda o tema consciência negra na escola. Para mudar esse quadro, é preciso abandonar os velhos clichês e apresentar o tema de maneira mais propositiva, buscando o conhecimento e o reconhecimento das tradições afro-brasileiras. Só assim é possível dirimir as discrepâncias e a infâmia dos mais de três séculos de escravidão. Arte: Romulo Arruda Quando se fala nas artes, na música e na literatura, são muitos...

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    Arte: Romulo Arruda

    Plano de Aula – Zumbi dos Palmares e a resistência negra

    Plano de Aula - Zumbi dos Palmares e a resistência negra. Identificar a vida e a luta de Zumbi dos Palmares; entender a organização dos quilombos e a situação dos negros foragidos; analisar a importância da figura de Zumbi na luta pela liberdade e sua atual ressignificação, como símbolo da consciência negra e luta contra o racismo. Arte: Romulo Arruda Conteúdos Brasil colônia; Escravidão e luta pela liberdade; Dia da Consciência Negra 7º, 8º e 9º Tempo estimado Quatro aulasMaterial Necessário: - Mapa da África; - Filme Amistad (EUA, 1997) dirigido por Steven Spielberg-Manuscrito de planta do quilombo de São Gonçalo-RJ (disponível aqui);-Planta do quilombo Buraco do Tatu-BA (disponível aqui ); - Constituição da República Federativa do Brasil (Art. 216, § 5º; Art. 68; Art. 5º, XLII) e a lei 10.639/2003. Desenvolvimento 1ª Aula Inicie a aula com uma exposição sobre a utilização do trabalho escravo no Brasil, as condições e a...

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    Plano de Aula – A travessia do Atlântico: o trafico de escravos

    Autor e Coautor (es) Autor: Leide Divina Alvarenga Turini iStockphoto UBERLANDIA - MG Universidade Federal de Uberlândia Coautor(es): Aléxia Pádua Franco Estrutura  Curricular MODALIDADE / NÍVEL DE ENSINO COMPONENTE CURRICULAR TEMA Ensino Fundamental Inicial História Organizações e lutas de grupos sociais e étnicos Dados da Aula O que o aluno poderá aprender com esta aula Compreender a diversidade étnica, cultural e regional dos escravos capturados pelos traficantes europeus no continente africano. Analisar as precárias condições da travessia do Atlântico nos navios negreiros, pelos escravos africanos. Identificar formas de luta e de resistência dos trabalhadores africanos ao sistema escravista no Brasil. Duração das atividades 03 aulas de 50 minutos Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno Fundamentos da colonização portuguesa no Brasil. Estratégias e recursos da aula Aula 1 I- Iniciar a aula discutindo a diversidade étnica, cultural e regional dos escravos capturados pelos traficantes no continente africano Atividades propostas: 1- Observar atentamente a...

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    Plano de Aula: A afirmação da cultura africana como parte integrante da cultura brasileira

    Luís Gustavo de Freitas Dias 1  Pixabay Plano de Aula: A afirmação da cultura africana como parte integrante da cultura brasileira. Introdução: Retirar um povo de seu país através de formas desumanas, utilizando a teoria de que esse povo, por causa da cor de sua pele, era tido como infiel e, por isso, merecia ser escravo, é uma forma bruta de imposição cultural do ocidente. Mesmo diante de todo o sofrimento por que esse povo passou, ainda assim conseguiu manter sua cultura, que está incrustada em nossa sociedade e nem percebemos. Através deste projeto, buscamos um maior entendimento sobre o legado que a cultura africana nos deixou, diante de toda a pluralidade que forma o Brasil, pois os negros deram a sua importante contribuição, que foi e é, até hoje, muito relevante. Objetivos: Através de manifestações da cultura africana no Brasil, tencionamos mostrar a riqueza cultural que nos é oferecida,...

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    Etnocentrismo, estereótipos, estigmas, preconceito e discriminação

    Por: Bianca Wild iStockphoto Etnocentrismo, estereótipos, estigmas, preconceito e discriminação. “O etnocentrismo consiste em julgar, a partir de padrões culturais próprios, como “certo” ou “errado”, “feio” ou “bonito”, “normal” ou “anormal”, os comportamentos e as formas de ver o mundo dos outros povos, desqualificando suas práticas e até negando sua humanidade. Assim, percebemos como o etnocentrismo se relaciona com o conceito de estereótipo, que consiste na generalização e atribuição de valor (na maioria das vezes, negativo) a algumas características de um grupo, reduzindo-o a essas características e definindo os “lugares de poder” a serem ocupados. É uma generalização de julgamentos subjetivos, feitos em relação a um determinado grupo, impondo-lhe o lugar de inferior e de incapaz, no caso dos estereótipos negativos. No cotidiano, temos expressões que reforçam os estereótipos: “tudo farinha do mesmo saco”; “tal pai, tal filho”; “só podia ser mulher”; “nordestino é preguiçoso”; “serviço de...

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    JEAN-BAPTISTE DEBRET

    Plano de Aula – Exercícios sobre Escravidão no Brasil

    Plano de Aula - Exercícios sobre Escravidão no Brasil. A escravidão no Brasil marcou profundamente a população, em virtude da participação importante em sua formação e também pela resistência à violência sofrida durante 300 anos. Por Tales dos Santos Pinto JEAN-BAPTISTE DEBRET Veja respostas no final da matéria Questão 1 (UFPE) As razões que fizeram com que no Brasil colonial e mesmo durante o império a escravidão africana predominasse em lugar da escravidão dos povos indígenas podem ser atribuídas a (à): setores da Igreja e da Coroa que se opunham à escravização indígena; fugas, epidemias e legislação antiescravista indígena que a tornaram menos atraente e lucrativa. religião dos povos indígenas, que proibia o trabalho escravo. Preferiam morrer a ter que se se submeterem às agruras da escravidão que lhes era imposta nos engenhos de açúcar ou mesmo em outros trabalhos. reação dos povos indígenas, que, por serem...

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    gato

    Lei 10.639/03 – Compartilhando Leituras com Angela Ramos

    Uma amiga do Portal nos enviou uma pergunta curiosa, e em seu relato ela nos contava que ia as livrarias e não sabia quais autores e títulos que deveria procurar. Fizemos uma pesquisa e achamos uma preciosidade realizado por Angela Ramos, professora do Ensino Fundamental da rede municipal do Rio de Janeiro e tutora a distância no curso de Licenciatura em Pedagogia (UNIRIO). Mestre em Educação pela UNIRIO, em seu blog que se chama Compartilhando Leituras. Neste blog ela faz pequanas resenhas da literatura infanto-juvenil e nos ajuda a trilhar um caminho para a construção do conhecimento como ela mesmo diz: "A lei 10.639/03 destaca a literatura como um dos caminhos para a construção de conhecimentos sobre história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra e o negro na formação da sociedade brasileira. Temos aqui o objetivo de contribuir com sugestões de livros...

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    Plano de Aula – Um exercício sobre o texto “Racismo”, de Luiz Fernando Veríssimo

    Plano de Aula - Um exercício sobre o texto "Racismo", de Luiz Fernando Veríssimo. No texto Racismo de Luís Fernando Veríssimo o patrão nega, o tempo todo, a existência do racismo apesar de estar sendo racista. Faça uma relação entre a atitude do patrão e a ideia da democracia racial no Brasil. Reflita as estratégias do “silenciamento” brasileiro em relação à afirmação da existência do racismo no Brasil, através da construção do mito da democracia racial contextualizando historicamente seu surgimento. iStockphoto Resposta: Há várias afirmações do patrão que revelam-nos a sua condição racista, ao mesmo tempo em que quer fazer crer que em nada tem a ver com o racismo, vilipendia o seu interlocutor. Poderíamos citar diversas frases que “escancaram” essa verdade. O tipo de tratamento dispensado exemplifica muito bem o que ocorre em nossa sociedade. Diversas são as situações em que o “sujeito suspeito” de algo errado é sempre...

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    voce conhece aquela

    Plano de Aula – “Você conhece aquela? A piada, o riso e o racismo a brasileira”

    UNIVERSIDADE FEDERAL BAHIA – INSTITUTO DE PSICOLOGIA CURSO DE BACHARELADO EM SERVIÇO SOCIAL DISCIPLINA: DIVERSIDADE ETNICO-RACIAL E DE GÊNERO NO CONTEXTO DOS DIREITOS HUMANOS Divulgação Aluna: Taís Dias dos Santos EXERCÍCIO 1- ANÁLISE DAS VÁRIAS SITUAÇÕES CONTIDAS NO CONTEXTO DO TEXTO: “VOCÊ CONHECE AQUELA? A PIADA, O RISO E O RACISMO À BRASILEIRA” A PARTIR DOS TEXTOS DISCUTIDOS EM SALA DE AULA: Na piada que acabo de ler, vê-se claramente a discriminação étnico-racial exercida pelo polonês ao fazer com que os ouvintes subentendessem que o menino ao nascer já é estigmatizado simplesmente por ser filho de um afro-brasileiro, ou seja, simplesmente por ser negro já se tem uma qualificação pejorativa, mas tudo isso deveu-se ao contexto histórico à qual a população negra está submetida, desde muito tempo quando houve a libertação dos escravos e que estes ficaram à margem da sociedade, sem emprego, sem moradia, sem o mínimo de atenção por parte das autoridades....

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    Plano de Aula – Fábulas africanas para uma cultura de paz

    Queres que te conte mais? Fábulas africanas para uma cultura de paz. iStockphoto As fábulas cativam ouvintes de todas as gerações. Com histórias que poderiam acontecer a qualquer um de nós Em África, a maneira tradicional de contra histórias ainda é muito importante. É uma forma preciosa de mediação e preservação cultural. A maior parte de nós ainda se lembra das histórias de tempos remotos que os nossos pais ou avós nos contavam. O senegalês Ndiaye Ibrahima também. As dez histórias que ele nos relata nesta série do “Learning by Ear - Aprender de Ouvido” foram-lhe contadas pela sua avó e tentam fomentar o entendimento mútuo e a coexistência pacífica. Os animais desempenham um papel importante nestas fábulas – o grande e o pequeno, o forte e o fraco, o corajoso e o cobarde. Juntem-se ao leão, à hiena e ao pombo, ao elefante, à cobra...

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    Plano de Aula - Você conhece as principais comidas tipicas da Africa?

    Plano de Aula – Você conhece as principais comidas tipicas da Africa?

    Plano de Aula - Você conhece as principais comidas tipicas da Africa?. Cada país da Africa tem alimentos tradicionais muito distintos, que foram fortemente influenciados pelos países europeus que estavam eminente em seu passado e também pelo comércio de escravos e alimentos indígenas. Ao longo dos anos, esses pratos foram se fundindo para criar refeições muito típicas que são apreciados por todas as pessoas. Reprodução/mundoemsabores.com.br Na África do Sul, por exemplo, povos indígenas vieram para trabalhar nas lavouras de cana de açúcar e trouxeram com eles seus conhecimentos de curries e especiarias. Hoje, todos os grupos culturais criam seus próprios pratos de curries. Um currie Potjie é um bom exemplo disso. A Potjie ouPotjiekos é como um guisado com uma variedade de carnes e legumes. É, normalmente, cozido em fogo aberto. Bobotie Bobotie. (Reprodução/mundoemsabores.com.br) Bobotie é outro prato muito famoso da Africa e é umque tem suas origens em Cape Malay. Bobotie é um...

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    Lei 10.639/03- Tudo o que você gostaria de saber sobre macumba e nunca teve coragem de perguntar

    Tudo o que você gostaria de saber sobre macumba e nunca teve coragem de perguntar

    Lei 10.639/03- Tudo o que você gostaria de saber sobre macumba e nunca teve coragem de perguntar. Vídeo produzido pela Vila Cultural Alma Brasil para o Prêmio Griô na Escola e na TV, sobre a mestre Griô Yá Mukumby. Foto: Deldebbio Entre o indizível e o narrável: Palavras possíveis para Yá Mukumbi, farol para as culturas negras - por Roseane Borges     Fonte: JUMA « Plano de Aula - Oficinas de Arte afro-brasileira... Tecnologia Africana na Formação Brasileira... »

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    Africa: Riquezas e Glórias, a história que ninguém contou

    Reinos Africanos iStockphoto África Antiga Africa: Riquezas e Glórias - A história que ninguém contou. A região da África Oriental, dos reinos da Núbia, Etiópia e posteriormente Burundi e Uganda, sofreram grande influência religiosa em seu processo de organização cultural e espacial. Conflitos religiosos entre mulçumanos e cristãos foram decisivos para a nova organização desses reinos, a exemplo do Antigo Egito, que teve que se consolidar como Estado mulçumano entre duas potências cristãs – Bizâncio e Dongola. O resultado desses conflitos foi à conquista de Dongola em 1323 pelos mulçumanos, e a tomada gradativa do controle da Núbia em 1504, o que daria um golpe de misericórdia nos reinos cristãos da região.Nos casos da Núbia e da Etiópia, além dos conflitos religiosos existentes, o comércio principalmente com o Egito, foi outra atividade que influenciou diretamente, servindo como estímulo para a criação destes Estados. Esta atividade comercial se...

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    Reprodução/YouTube

    Plano de aula – Kalungas, Patrimônio Brasileiro

    Plano de aula - Kalungas, Patrimônio Brasileiro. Tradições da comunidade quilombola Kalunga, nos municípios goianos de Cavalcante, Monte Alegre de Goiás e Teresina de Goiás. O nome Kalunga significa povo guerreiro, manto sagrado, e a principal atividade da comunidade é a agricultura, principalmente com plantio de mandioca. I Concurso de Planos de Aulas do Portal Geledés encerrará as inscrições dia 30 deste mês Fonte: TVNBR « Imagens da África: Entre a violência discursiva ... I Concurso de Planos de Aulas do Portal Geledés e... »

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