quarta-feira, julho 8, 2020

    Planos de Aula

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    Plano de aula: Consciência da população negra foi importante para independência de países africanos

    Pixabay O desenvolvimento do continente contribuiu para a cultura brasileira e foi causado pela tomada de consciência da população negra.   Links relacionados História da África História da África e cultura afro-brasileira na escola Plano de Aula - A história da África em sala História geral da Africa, I: metodologia e pré-história da África; 2010

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    PLANO-DE-AULA

    Concurso de planos de aula – Geledés comemorará os 10 anos da lei 10639/2003

    Em comemoração aos 10 anos da Lei 10639/2003, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e africana nas escolas públicas e privadas do Brasil, Geledés Instituto da Mulher Negra lançará em 2013 o Concurso Plano de Aula, que visa contribuir com o fortalecimento da lei 10639/2003 e do Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Etnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana. Divulgação/Portal Geledés O Concurso Plano de Aula premiará plano de aula sobre a lei 10639/2003, que tenha sido realizado por professoras e professores da educação básica das redes pública e privada no ano de 2012. As propostas enviadas por educadoras e educadores integrarão o Banco de Plano de Aula (vai ser criado um banco de plano de aula diferente do que já existe? Como ele se diferenciará dos que já estão...

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    Nova África mostra o berço da humanidade

    O episódio de estreia da segunda temporada do Nova África mostra aonde e como o homem começou a caminhar, descobriu o fogo e iniciou sua longa marcha rumo aos tempos modernos. Pixabay A repórter Aline Maccari visita o primeiro destino: o Melka Kunture, sítio arqueológico responsável pelas descobertas mais importantes das últimas décadas, como Lucy, a nossa antepassada mais antiga. O pesquisador em pré historia do Museu Nacional de História Natural da França, Yonas Beyene Gebre, conta como o local era cheio de rios e lagos, aonde animais e nossos antepassados buscavam por água e comida. Gebre se notabiliza por estudos sobre o comportamento dos seres humanos primitivos e como esses utilizavam a tecnologia a favor da evolução. Em busca das origens do homem, a equipe do Nova África segue para o Quênia e apresenta o garoto de Turkana. Considerado por muitos como um dos fósseis...

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    Plano de Aula: África – uma história de distorções e preconceitos

    Formação da População Africana iStockphoto No Brasil e em muitos países, a população africana erroneamente é assimilada apenas a etnia negra. Pior do que isso, essa etnia é considerada única, como se não existisse vários povos negros com características linguísticas e culturais distintas. Os povos africanos são muito diversificados, porém pouco conhecidos. A maioria da população conhece pouco e não tem acesso a registros históricos desses povos. O pouco que conhecemos, em parte, são relatos dos povos invasores/conquistadores da África, os europeus. É uma história contada pelo ponto de vista de que dominou, de quem escravizou. Por isso é um passado que conhecemos apenas sobre o olhar do escravo/primitivo. Quais argumentos os europeus utilizaram para justificar o comércio dos povos africanos para o trabalho escravo? Negando sua história. Para justificar a escravidão, os europeus afirmavam que os negros eram seres inferiores, que não podiam se igualar...

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    Histórias que Lobato não contou….Lançada no Rio Coleção Mãe África de Maurício Pestana.

    por Adriana Baptista iStockphoto Crianças protagonizaram o Lançamento da Coleção de Livros MÃE ÁFRICA, de Maurício Pestana, no Rio de Janeiro. O Castelinho do Flamengo, na manhã de sábado, 15/09, não poderia ser o cenário mais apropriado para o lançamento dos livros infantis de Maurício Pestana. As crianças, dezenas delas! Felizes, atentas, em paz com a sua cor, sua estética e antenadas com as mil possibilidades de pentear os cabelos ...usando e abusando das cores em suas vestes...curiosas , bagunçavam a mesa, repleta de livros "com a sua cara"! Eram as suas histórias contadas ali. Os pais e amigos, que eram muitos, também fizeram parte dessa festa. A iniciativa do evento foi da Livraria KITABU. Além de oferecer vasto cardápio em títulos da literatura afro-brasileira, caprichou nos petiscos, frutas, sucos e farta distribuição de doces para a criançada! Salve os erês! Pestana é um brasileiro que...

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    princesas africanas

    Princesas Africanas: Cadernos de leituras compartilhadas

    Os Cadernos de Leitura Compartilhadas são revistas temáticas com textos literários e artigos de especialistas sobre o cotidiano. Trazem, também, experiências de promoção de leitura em sala de aula e outros espaços comunitários. A edição apresentada agora é a das "Princesas Africanas", onde os autores se curvam não só à grandiosidade do continente mas também à Cleópatra, à Rainha de Sabá e a todas s mulheres que remontam à mais ilustre e desconhecida de todas as princesas: Lucy, a africana que todos temos no sangue! Divulgação {rsfiles path="PRINCESAS_ AFRICANAS-LIVROS.pdf" template="default"}   Fonte: Leia Brasil  

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    David Ramos/Getty Images

    Planos de Aula: Jogos Olímpicos e marcadores sociais: gênero e racismo em foco

    EMEF Prof. Roberto Plínio Colacioppo Membro Efetivo do GPEFE - Grupo de Pesquisa em Educação Física Escolar Mestranda em Educação UNINOVE Resumo O trabalho aqui relatado diz respeito a um projeto realizado na EMEF Prof. Roberto Plinio Colacioppo durante as aulas de Educação Física, com os alunos de quatro salas de 7°s anos do Ensino Fundamental II. A referida escola está situada na zona Sul da cidade de São Paulo, sendo que as atividades estão sendo desenvolvidas sob a perspectiva cultural e subsidiadas pelo documento elaborado pela SME-PMSP intitulado Orientações Curriculares e Proposição de Expectativas de Aprendizagem para o Ensino Fundamental II. O trabalho foi desenvolvido com o objetivo de tematizar os Jogos Olímpicos com enfoque nas questões de gênero e racismo. Estes marcadores sociais, Gênero e Racismo, foram muito evidenciados pelos alunos no decorrer do projeto e mereceu especial atenção por se tratar de assunto de grande relevância social....

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    karabas

    O papel da mulher e a sexualidade em Kirikou e a Feiticeira

    por CELUY ROBERTA HUNDZINSKI * Cena da animação: Kirikou de Michel Ocelot enviado por: Antônio Ozai da Silva O diálogo cultural africano, travado na obra Kirikou e a Feiticeira, de Michel Ocelot, pode ser interpretado numa dimensão mais ampla, no tempo e no espaço, estendendo-se até nossos dias e a todos os continentes. Nas personagens principais, podemos observar as conseqüências dos atos masculinos incutidos nas mulheres. Temos duas visões divergentes (da mãe de Kirikou e da feiticeira Karabá) que, porém, apontam para o mesmo objetivo: a afirmação feminina enquanto indivíduo livre e independente. Considerando a visão de Michelle Perrot, em sua obra "Les femmes et les silences de l'Histoire" , observamos que a História das mulheres foi sempre contada sob o ponto de vista do homem. O que se tem de menos influenciada é a oralidade privada, domínio em que as mulheres sempre puderam interferir e...

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    Plano de Aula – Africanidade: Representação crítica do continente africano

    iStockphoto Autor e Coautor(es) AutorFrederico Marcelo Crochet JUIZ DE FORA - MG COL DE APLICACAO JOAO XXIII Coautor(es) Nelson Vieira da Fonseca Faria Estrutura Curricular Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema Ensino Médio Artes Arte Visual: Estruturas morfológicas Ensino Médio Artes Arte Visual: Estruturas sintáticas Ensino Médio Artes Arte Visual: Contextualização Ensino Médio Artes Arte Visual: Canal Dados da Aula O que o aluno poderá aprender com esta aula ·         Investigar elementos históricos, sociais, políticos e culturais do continente africano ·         Desenvolver um trabalho plástico acerca das informações levantadas em pesquisa sobre a África. ·         Incentivar o trabalho de pesquisa em livros, revistas, filmes e/ou internet. ·         Incentivar o trabalho em grupo dentro e fora da escola. -         Incentivar a apresentação oral dos alunos perante a turma. Duração das atividades 6 aulas de 50 minutos Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno Não...

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    Marc Ferrez/Moreira Salles Institute Archive

    A História da Escravidão Negra no Brasil

    A escravidão pode ser definida como o sistema de trabalho no qual o indivíduo (o escravo) é propriedade de outro, podendo ser vendido, doado, emprestado, alugado, hipotecado, confiscado. Legalmente, o escravo não tem direitos: não pode possuir ou doar bens e nem iniciar processos judiciais, mas pode ser castigado e punido. Marc Ferrez/Moreira Salles Institute Archive Por Prof. Vítor Hugo Garaeis, do  Continuando a aula de história Não existem registros precisos dos primeiros escravos negros que chegaram ao Brasil. A tese mais aceita é a de que em 1538, Jorge Lopes Bixorda, arrendatário de pau-brasil, teria traficado para a Bahia os primeiros escravos africanos. Eles eram capturados nas terras onde viviam na África e trazidos à força para a América, em grandes navios, em condições miseráveis e desumanas. Muitos morriam durante a viagem através do oceano Atlântico, vítimas de doenças, de maus tratos e da fome....

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    A Carta da Princesa

    O 13 de maio e a escola: A Escravidão no Brasil

    Por Noé Gomes A Carta da Princesa No dia 13 de maio de 1888 oficialmente é mencionado no calendário oficial, como marco final da escravidão no Brasil, que desde o período colonial, em 1500, os seus colonizadores (os portugueses) adotaram o escravismo como mão-de-obra para a extração de nossas riquezas. O processo de escravidão no Brasil, começou com os indígenas, quando nos 30 primeiros anos de ocupação portuguesa em solo brasileiro viveu o ciclo da extração do pau-brasil para a Europa, onde os indígenas eram usados neste momento, tendo os portugueses valendo-se do escambo para a concretização deste processo. Nos anos posteriores, teve inicio o Ciclo do Açucar, onde os colonizadores tentaram cooptar a mão-de-obra escrava indígena, mas sem sucesso. Ainda no século XVI, em substituição a mão-de-obra nativa, vieram os primeiros negros que até o século XIX, que foram subjugados ao poder dos colonizadores portugueses....

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    O Que é Raça?

    A origem da palavra raça é obscura. A gradual e a sofrida mudança da submissão de cada homem, do seu próprio grupo étnico, para o mais amplo círculo de toda a humanidade, constitui uma das maiores revoluções do nosso tempo. Hoje, cada ser humano deve perguntar a si mesmo onde ele está situado nesta revolução, pois ninguém ficará intocável pela sua força. iStockphoto Há mais de cem anos, Bahá'u'lláh preparou o homem para esta mudança impetuosa, quando proclamou a Unidade da Humanidade e fez disto o princípio fundamental da Fé Bahá'í. É um princípio de significado abrangente, o qual personifica os preceitos religiosos, sociais, políticos e de unidade econômica. Também inclui de maneira explícita a afirmação da unidade biológica do homem e, deste modo, estabelece a posição de todos os Bahá'ís com relação àquela que é a maior desafiadora revolução - o preconceito racial e qualquer...

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    Marc Ferrez/Moreira Salles Institute Archive

    Planos de Aula: Os negros não se deixaram escravizar

    Os negros não se deixaram escravizar Temas para as aulas de história dos afrodescendentes Marc Ferrez/Moreira Salles Institute Archive O escravo" no Brasil é tratado como ser sem cultura, incivilizado, ser bruto do trabalho braçal. O escravizado não é tratado na história do Brasil como um ser pensante, com características humanas, como sujeito de uma história social por HENRIQUE CUNHA JR. 1 - Falando do escravismo criminoso em sala de aula Geralmente os estudantes afrodescendentes não gostam de falar sobre o escravismo criminoso em sala de aula. Ficam envergonhados e acanhados, trata-se um assunto indigesto. As razões desta aversão são muito simples: o assunto é sempre tratado de forma inadequada e preenchido de preconceitos e racismo que inferiorizam a população negra. As aulas de história têm um discurso que penaliza a população negra pelo escravismo sofrido; a vítima vira o culpado. A história enaltece o bandido que foi...

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    Plano de Aula – Atitude, Preconceito e Estereótipo

    Por Regina Célia de Souza Para compreender o que é o preconceito, convém entender primeiro o conceito de atitude baseado nos estudos da Psicologia Social. iStockphoto ATITUDE é um sistema relativamente estável de organização de experiências e comportamentos relacionados com um objeto ou evento particular. Para cada atitude há um conceito racional e cognitivo – crenças e ideias, valores afetivos associados de sentimentos e emoções que, por sua vez, levam a uma série de tendências comportamentais: predisposições. Portanto, toda atitude é composta por três componentes: um cognitivo, um afetivo e um comportamental: a cognição – o termo atitude é sempre empregado com referência à um objeto. Toma-se uma atitude em relação a que? Este objeto pode ser uma abstração, uma pessoa, um grupo ou uma instituição social. o afeto – é um valor que pode gerar sentimentos positivos, que, por sua vez, gera uma atitude positiva;...

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    tecnologia africana na formacao brasileira

    Tecnologia Africana na Formação Brasileira

    O texto que segue sobre tecnologia africana foi escrito pensando no ensino de história e cultura africana e nas formulações dadas ao racismo antinegro na sociedade brasileira. Divulgação No Brasil muitas pessoas negam a existência de racismo contra a população negra, primeiro por serem pessoas que se beneficiam deste racismo. Portanto, tem as suas conveniências e negar a sua existência éuma maneira de disfarçar os propósitos de manter a população negra numa situação subalterna. os membros dos grupos sociais subalternos trabalham muito, recebem pouco e obedecem bastante para sobreviverem. Os problemas do racismo contra a população negra são problemas sociais e econômicos da sociedade brasileira no campo da dominação dos grupos subalternos. Terminado o escravismo criminoso, uma forma de deixar a população negra em condições de vida subalterna foi produzir um grande processo de desqualificação social das negras e negros. As profissões que eram de domínio da população negra foram transferidas para outras populações ao longo...

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    Arte: Romulo Arruda

    Especial: Dia da Consciência Negra

    Desde o início da década de 1970, os brasileiros têm comemorado o Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro. A data foi escolhida justamente por ter sido o dia em que Zumbi dos Palmares, símbolo da resistência negra ao regime escravocrata, foi assassinado, em 1695. Seu objetivo é fazer refletir sobre a inserção do negro na sociedade brasileira e sobre a questão da igualdade racial. Arte: Romulo Arruda Embora ainda não seja um feriado nacional, o Dia da Consciência Negra têm estimulado centenas de municípios a decretarem feriado ou ponto facultativo, a fim de comemorar e refletir sobre o significado deste dia. Em 2003, a data foi incluída no calendário escolar. Além da festa e da lembrança histórica, a data foi idealizada para marcar e abrir o debate sobre as políticas de ações afirmativas para o acesso dos negros, ao que um Estado democrático de...

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    Arte: Romulo Arruda

    Pontos de vista – Consciência negra na escola

    O Brasil possui uma das maiores diversidade socioculturais do mundo. Todavia, a valorização de grupos étnicos pela sociedade ainda é baixa. Celebrado no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra homenageia as raízes africanas e a miscigenação presente em nossa cultura. Com tal realidade, em 2011 a Unesco declarou ser o Ano Internacional dos Afrodescendentes, auxiliando escolas e instituições a reconhecer a importância de trabalhar a cultura negra no cotidiano escolar. Conforme a lei federal nº 11.645, o conteúdo programático das escolas deve apresentar aspectos plurais da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira. Como a história da África e dos africanos pode ser indroduzida na Educação Básica? Como destacar o valor da luta dos negros no processo de formação do Brasil através da transdiciplinaridade? Para debater essas e outras questões, convidamos as especialistas Vanda Lúcia Praxedes e Telma Cezar Martins. [caption id="attachment_135233" align="aligncenter"...

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    Projeto: Respeito à diversidade na escola

    iStockphoto Objetivos - Geral Estimular intervenções individuais e coletivas contra atitudes preconceituosas. - Para a equipe diretiva e a coordenação pedagógica Criar condições necessárias para que as ações sejam realizadas. - Para os professores Definir conteúdos, atividades e abordagens metodológicas que tratem a cultura negra de modo transdisciplinar. - Para os alunos Compreender a diversidade étnico-racial e respeitá-la. - Para os funcionários Participar de ações educativas que visam melhorar o comportamento de todos com relação à diversidade. - Para os pais Colaborar com as ações propostas pela escola e, assim, desenvolver atitudes de respeito à diversidade étnica e racial. Conteúdos de Gestão Escolar - Administrativo Levantamento dos perfis dos alunos, elaboração de questionários, tabulação dos dados e organização de atividades. - Comunidade Estímulo à reflexão sobre o tema. - Aprendizagem Estudo da cultura afrobrasileira e das semelhanças e diferenças entre grupos étnicos existentes na escola. Elaboração de estratégias de combate à discriminação para a formação continuada dos professores. Tempo estimado Um ano....

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    Foto: Reprodução/TV Liberal

    Plano de Aula – Diversidade na pré-escola

    Foto:Reprodução/TV Liberal Objetivos - Trabalhar a questão da diversidade diariamente em sala de aula. • Construir identidades raciais e de gênero positivas. • Estimular o respeito às diferenças. Tempo estimado O ano todo. Material necessário Livros, CDs, DVDs, brinquedos e instrumentos musicais. Desenvolvimento 1ª etapa Plano de Aula - Diversidade na pré-escola. No momento da aquisição de materiais didáticos para a turma, selecione itens levando em conta se eles promovem a igualdade entre negros e brancos, homens e mulheres, pessoas com deficiência e grupos de diferentes culturas. 2ª etapa Para que a postura em casa ajude a iniciativa na escola, envolva os pais no trabalho. Organize uma reunião com eles para explicar a importância de abordar a diversidade no dia a dia. Estimule que cada um faça um exame crítico de seu próprio comportamento, refletindo sobre como isso influencia os pequenos. 3ª etapa No convívio com as...

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    Moreira Salles Institute Archive

    Plano de Aula – A escravidão no Brasil

    Moreira Salles Institute Archive Objetivos -Refletir sobre a utilização da mão de obra escrava no Brasil. - Compreender a inserção da escravidão brasileira no comércio atlântico. Conteúdos - História do Brasil - Trabalho escravo Anos 7º e 8º Tempo estimado 4 aulas Material necessário Mapa do comércio Atlântico, livros e sites sobre a escravidão no Brasil. Flexibilização Para alunos com deficiência auditiva Plano de Aula - A escravidão no Brasil. Durante as discussões em sala procure fazer o registro no quadro das informações mais importantes comentadas por você e pelos alunos para que o estudante surdo acompanhe. Solicite que ele anote as principais informações no caderno, fale sempre de frente para o aluno e peça que os colegas falem um de cada vez para que ele possa fazer a leitura orofacial. Se necessário, reforce algumas das atividades realizadas e amplie o tempo de realização das etapas. Sempre...

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